“Minx” volta à vida com trailer da 2ª temporada
O canal pago americano Starz divulgou o pôster e o trailer da 2ª temporada de “Minx”, a aclamada série de comédia, que retorna depois de ser cancelada pela HBO Max no final do ano passado. A série, produzida pela Lionsgate TV, é ambientada na Los Angeles dos anos 1970 e foca em Joyce (interpretada por Ophelia Lovibond), uma jovem feminista que se une a um editor de revistas masculinas (interpretado por Jake Johnson) para criar a primeira revista erótica para mulheres. Além de ator, Jake Johnson também é co-produtor executivo da série, junto com a criadora Ellen Rapoport (roteirista de “Clifford, o Gigante Cão Vermelho”). Vale observar que cancelamento aconteceu após a renovação da atração, que chegou a produzir todos os episódios de sua 2ª temporada. Estes capítulos prontos nunca seriam vistos se a Lionsgate não intervisse. O estúdio que produz “Minx” também é dono do Starz, e levou a série para seu novo endereço. O que vem aí A 2ª temporada promete novas aventuras para Joyce, Doug e toda a equipe da editora Bottom Dollar, enquanto lidam com o sucesso estrondoso da revista Minx. Isso os leva a lugares emocionantes e traz mais dinheiro, fama e tentações do que eles sabem como lidar. O trailer revela Minx na capa da Rolling Stone, marcando a expansão de seu império global. A promessa da nova temporada vai além de uma simples revista, envolvendo a cobertura da Rolling Stone, maletas de dinheiro e os holofotes dos tapetes vermelhos, fumaça de charuto e números de danças exóticas masculinas. Mas com o sucesso “global”, surgem tentações. A estreia está marcada pra 21 de julho nos EUA. Embora ainda não tenha sido anunciando, os novos episódios devem ser lançados pela Lionsgate+ no Brasil.
Tudum: Schwarzenegger fica 1 minuto no evento da Netflix e não fala nada
Arnold Schwarzenegger veio, viu e saiu rapidamente da Bienal do Ibirapuera nesta sexta (16/6). Ele fez uma aparição veloz e silenciosa no Tudum, evento organizado pela Netflix em São Paulo. O ator, que está no Brasil para a divulgação da série “FUBAR”, surpreendeu a todos ao subir no palco antes do horário programado, mas limitou-se a acenar para os espectadores durante aproximadamente um minuto. Ao contrário das demais famosos presentes no evento, o intérprete do “Exterminador do Futuro” não concedeu entrevista à jornalista Carol Moreira, nem se dirigiu ao público por meio de microfone. Antes de se retirar definitivamente do evento, Schwarzenegger ainda cumprimentou alguns de seus fãs que estavam junto à grade. Mas decidiu que só vai falar na sábado (17/6), quando a Netflix apresentará um painel de novidades com as participações de seus astros internacionais. Passagens relâmpagos pelo Tudum Ao longo de todo o dia, o palco principal da Bienal recebeu outras “aparições relâmpago”, mas os astros se deteram um pouco mais, falaram com os fãs e com Carol. O primeiro foi Henry Cavill, que fez uma breve aparição nesta manhã ao lado do elenco de “The Witcher”, e destacou seu carinho pelo público brasileiro, que ele considera “apaixonado” e “fantástico”. Mas quem surpreendeu foi Corey Mylchreest, intérprete do rei George na série “Rainha Charlotte”, que revelou ter parentes no Brasil. BRAZIL! I was overwhelmed by the love at @netflix #TUDUM pic.twitter.com/cmihBFOBqF — Arnold (@Schwarzenegger) June 16, 2023
É 10: “Black Mirror”, “Star Trek”, “Bruxas Mayfair” e as melhores séries da semana
A programação caprichada da semana em streaming destaca superproduções de sci-fi e terror: as novas temporadas de “Black Mirror” e “Star Trek: Strange New Worlds”, cheias de efeitos visuais, além da estreia de “As Bruxas Mayfair”, para fãs do estilo gótico sexy. A lista de estreias também traz comédias divertidas, como a série derivada do filme “Ou Tudo ou Nada”, sucesso de 1997, e aventuras épicas, representadas nos novos episódios de “Outlander” e “Romulus”, sem esquecer um punhado de atrações à espera da descoberta. Confira as 10 novidades que escolhemos favoritar. | BLACK MIRROR 6 | NETFLIX Após um hiato de quatro anos, a série antológica de sci-fi está de volta. E desta vez nem a Netflix escapa de sua abordagem ácida – no melhor episódio, uma mulher comum descobre que uma plataforma de streaming lançou um drama baseado em sua vida, estrelado pela famosa atriz Salma Hayek Pinault (“Casa Gucci”). Criada e co-dirigida por Charlie Brooker, “Black Mirror” estreou em dezembro de 2011 no Channel 4 do Reino Unido e foi adquirida pela Netflix a partir da 3ª temporada em 2016. Ao virar exclusiva do streaming, a série venceu oito Emmys, incluindo o prêmio de Melhor Filme para TV pelos episódios “San Junipero” (2017), “USS Callister” (2018) e “Bandersnatch” (2019). Em seu sexto ano, a série se reinventa ao trocar o futuro pelo passado. Três dos cinco episódios são ambientados em décadas anteriores, enquanto um quarto se desenrola no presente, mas se concentra principalmente em eventos antigos. Tem ansiedade diante da ascensão da IA (inteligência artificial), mas também personagens obcecados por fitas VHS. E, para completar, o último capítulo nem é sci-fi, mas um terror sobrenatural com direito até à aparição de um demônio. Repleto de famosos, o elenco da 6ª temporada conta com Annie Murphy (“Schitt’s Creek”), Aaron Paul (“El Camino: Um Filme de Breaking Bad”), Anjana Vasan (“Homem Aranha: Longe de Casa”), Auden Thornton (“Beauty Mark”), Ben Barnes (“O Sétimo Filho”), Clara Rugaard (“Love Gets a Room”), Daniel Portman (“The Control Room”), Danny Ramirez (“Top Gun: Maverick”), Himesh Patel (“Não Olhe para Cima”), John Hannah (“A Múmia: Tumba do Imperador Dragão”), Josh Hartnett (“Xeque-mate”), Kate Mara (“Quarteto Fantástico”), Michael Cera (“Scott Pilgrim Contra o Mundo”), Monica Dolan (“Decisão de Risco”), Myha’la Herrold (“Modern Love”), Paapa Essiedu (“Men”), Rob Delaney (“The Man Who Fell to Earth”), Rory Culkin (“Pânico 4”), Samuel Blenkin e Zazie Beetz (ambos de “Atlanta”), além de Salma Hayek Pinault. | STAR TREK: STRANGE NEW WORLDS 2 | PARAMOUNT+ A série que serve de prólogo para a franquia “Star Trek” retorna com novas aventuras espaciais e muitas curiosidades, como o primeiro encontro entre as versões jovens do Capitão Kirk e Uhura, o relacionamento romântico entre Spock e a enfermeira Chapel, e o crossover mais inusitado da franquia, com a série animada “Star Trek: Lower Decks” – via versões live-action dos personagens da animação, interpretados por seus dubladores originais. A atração acompanha as viagens especais do Capitão Pike (Anson Mount), ao lado de Spock (Ethan Peck) e da Número 1 (Rebecca Romijn) a bordo da nave Enterprise. E se originou como um spin-off, após o trio ter grande destaque na 2ª temporada de “Star Trek: Discovery”. Só que os personagens são muito mais antigos que qualquer série da franquia. Eles protagonizavam o piloto original de 1964, que foi reprovado e quase impediu o surgimento do fenômeno “Star Trek” – ou “Jornada nas Estrelas” no Brasil. Apenas Spock foi mantido quando a série foi reformulada, com Pike substituído pelo Capitão Kirk num novo piloto, finalmente aprovado em 1966. Apesar do descarte, os espectadores puderam ver uma prévia da tripulação original num episódio de flashback de duas partes que marcou época em 1966, com cenas recicladas do piloto rejeitado. Até que, em 2019, os produtores de “Star Trek: Discovery” resolveram resgatar aqueles personagens, levando os trekkers à loucura. Em pouco tempo, uma campanha tomou as redes sociais pedindo uma nova série focado nas aventuras perdidas da espaçonave Enterprise, apresentando o Capitão Pike (e não Kirk) na ponte de comando. Um detalhe curioso é que a série também introduz versões mais jovens de Uhura (personagem clássica de Nichelle Nichols na “Jornada nas Estrelas” de 1966), da enfermeira Christine Chapel (originalmente vivida por Majel Barrett Roddenberry, esposa do criador de “Star Trek”, em 1966) e do próprio Capitão Kirk (eternizado por William Shatner nos anos 1960), interpretados respectivamente por Celia Rose Gooding (da montagem da Broadway “Jagged Little Pill”), Jess Bush (“Playing for Keeps”) e Paul Wesley (“The Vampire Diaries”). Ainda há Babs Olusanmokun (“Black Mirror”) no papel do Dr. M’Benga, oficial médico que apareceu em dois episódios de “Jornada nas Estrelas”, e uma novidade curiosa: Christina Chong (“Tom & Jerry – O Filme”) como uma descendente do famoso vilão Khan entre as personagens inéditas da produção. A série foi desenvolvida por Akiva Goldsman (criador de “Titãs”), Alex Kurtzman (roteirista do reboot de “Star Trek”, de 2009) e Jenny Lumet (criadora de “Clarice”). | AS BRUXAS MAYFAIR | LIONSGATE+ Baseada numa saga literária de Anne Rice, a série traz Alexandra Daddario (de “The White Lotus”) como uma médica que descobre ser a herdeira de uma família de bruxas. Enquanto reluta em assumir seu papel e tenta compreender seus poderes perigosos, ela é assombrada por uma presença sinistra que ronda sua família por gerações – e que faz tudo para seduzi-la, num clima que vai do sexy ao tóxico. O elenco ainda conta com Jack Huston (“Ben-Hur”), Harry Hamlin (“Veronica Mars”), Tongayi Chirisa (“iZombie”) e Beth Grant (“Dollface”). A atração faz parte de um universo compartilhado de séries de Rice, falecida em dezembro do ano passado, que também inclui a adaptação de “Entrevista com o Vampiro” (Interview with the Vampire), inédita no Brasil. Vale observar que esse universo é realmente compartilhado. Rice escreveu três livros que misturam os personagens das duas sagas literárias. Na disputa entre bruxas e vampiros, “As Bruxas Mayfair” teve um desempenho superior na TV americana, superando “Entrevista com o Vampiro” tanto em audiência televisiva quanto em streaming. O sucesso foi tanto que, além da renovação para a 2ª temporada, a série criada por Esta Spalding e Michelle Ashford (dupla de “Masters of Sex”) vai ganhar um spin-off focado na Ordem da Talamasca. A organização, vista com destaque em “As Bruxas Mayfair”, é uma sociedade secreta criada para pesquisar, vigiar e manter o controle de criaturas sobrenaturais, como bruxas, espíritos, lobisomens e vampiros, com o objetivo de manter os mortais a salvo de suas ameaças. | OU TUDO OU NADA DE NOVO | STAR+ Os episódios dão sequência ao filme “Ou Tudo ou Nada” (The Full Monty”), grande sucesso de 1997, que venceu um Oscar. Ainda morando em Sheffield, os ex-operários de aço que se tornaram strippers masculinos nos anos 1990 seguiram em frente com suas vidas, mas sem conseguir colocá-las em ordem. A série mostra o que aconteceu com eles depois que colocaram suas roupas de volta, como o protagonista Gaz, interpretado por Robert Carlyle (“T2: Trainspotting”). Ele enfrenta altos e baixos ao criar sua filha adolescente Destiny (Talitha Wing, de “Alex Rider”). Mas ainda tem grandes planos, reunindo os velhos amigos em torno de uma nova façanha para conseguir dinheiro. Além de Carlyle, reprisam seus papéis na série Mark Addy (“Game of Thrones”), Lesley Sharp (“Before We Die”), Hugo Speer (“Sombra e Ossos”), Paul Barer (“Fórmula 51”), Steve Huison (“Coronation Street”), Wim Snape (“The Beaker Girls”), Tom Wilkinson (“O Grande Hotel Budapeste”) e Wim Snape (“The Beeker Girls”). O roteirista original do filme, Simon Beaufoy, também está de volta, escrevendo os capítulos com a co-roteirista Alice Nutter (“Trust”). | OUTLANDER 7 | STAR+ Dividida em duas partes, a penúltima temporada do romance com viagem no tempo apresenta os protagonistas Jamie (Sam Heughan) e Claire (Caitríona Balfe) enfrentando a guerra revolucionária dos EUA, que ameaça o romance dos dois e a vida de suas famílias. Os episódios são baseados no 7º livro de Diana Gabaldon, “Ecos do Futuro”, e começam exatamente onde a temporada anterior parou, com Claire sendo acusada do assassinato da aprendiz de medicina Malva e com risco ser enforcada. Enquanto isso, Jamie, tenta salvá-la com a ajuda de Ian, após ser resgatado da deportação por seu sobrinho. A série criada por Ronald D. Moore (“Battlestar Galactica”) tem a maior audiência do canal pago americano Starz e conta a história de Claire, um enfermeira dos anos 1940 que, sem querer, viaja ao passado e se apaixona por um rebelde escocês, em luta contra o domínio britânico no século 18. Ao longo das temporadas, o casal muda-se do Reino Unido para as colônias que, no futuro, serão os EUA. E sabendo o que acontecerá, Claire não vacila em se posicionar em meio aos conflitos pela independência americana do Reino Unido. A 7ª temporada de “Outlander” tem um total de 16 episódios, mas apenas metade foi disponibilizado pela Star+, com o restante ainda sem previsão de estreia. | ROMULUS 2 | HBO MAX A série épica italiana conta a história da fundação de Roma no século 8 a.C., mostrando as lutas entre as tribos primitivas que originaram o império mais poderoso da Antiguidade. Criada por Matteo Rovere, a produção, que chega à 2ª temporada, é um desdobramento do elogiado filme “Il Primo Re” (2019), que aborda a mesma história e foi escrito pelo mesmo roteirista. A inspiração são as lendas em torno do guerreiro Rômulo e seu irmão gêmeo Remo no século VIII, com cenas de batalhas sangrentas que devem agradar em cheio aos fãs saudosos de “Vikings”. | LANDSCAPERS | STAR+ A minissérie britânica de “true crime” destaca a interpretação de Olivia Colman, vencedora do Oscar por “A Favorita” e do Emmy por “The Crown”, numa trama absurda demais para ser verdadeira. Mas é. A personagem de Colman e seu marido, interpretado por David Thewlis (da franquia “Harry Potter”), vivem uma história de amor interrompida pela polícia britânica, que descobre dois corpos enterrados no jardim da sua casa. Com performances brilhantes, os dois se tornam suspeitos, mas enchem a polícia de dúvidas sobre sua capacidade de cometer os assassinatos. Criada pelo estreante Ed Sinclair, a produção venceu a premiação de TV do Festival de Veneza como Melhor Série do ano passado. | O FILHO CANHOTO | HBO MAX A produção espanhola acompanha o drama de uma mãe (María León, de “A Casa das Flores”) que precisa lidar com um filho skinhead (Hugo Welzel, de “A Menina Invisível”). Premiada no Festival de Séries de Cannes, a atração tem roteiro e direção de Rafael Cobos, roteirista dos filmes premiados “Pecados Antigos, Longas Sombras” (2014) e “Prisão 77” (2022) | RAP NA RINHA 2 | HBO MAX A série juvenil argentina tem uma premissa paradoxal, já que fala do universo do rap e não inclui nem sequer um ator negro. Assim como a brasileira “Sintonia”, acompanha três jovens sonhadores e é estrelada por um cantor profissional, mas as semelhanças acabam aí. Criada por Lucas Jinkis e Hernán Guerschuny, a narrativa segue León (interpretado pelo rapper Ecko), um jovem do interior que se muda para Buenos Aires e se reconecta com seus dois amigos de infância, Andy (Tomás Wicz, de “Yo, Adolescente”) e Rafaela (Ángela Torres, de “Gilda: Não me Arrependo desse Amor”). Eles o introduzem no universo competitivo das batalhas de freestyle e, a partir daí, León começa a treinar com Rafaela para se tornar o melhor e vencer cada competição até chegar às disputas de elite. Na 2ª temporada, o trio dá grandes passos para se tornar freestylers profissionais e lançar sua própria produtora, mas se veem diante de uma separação quando León recebe uma oferta irrecusável. Repetindo a estratégia do primeiro ano, os episódios também incluem participações de autênticos rappers argentinos. | THE RIGHTEOUS GEMSTONES 3 | HBO MAX A série criada e estrelada por Danny McBride (“Vice Principals”) conta a história da família Gemstone, com três gerações de televangelistas e uma longa tradição de desvios, ganância e...
É 10: “John Wick 4”, “Resgate 2” e as estreias mais quentes de streaming
Dois thrillers de ação intensa marcam a nova programação de cinema em casa. “John Wick 4” e “Resgate 2” são os destaques da vez, entre filmes de vampiros, comédias, dramas, romances e documentário que chegam nas plataformas de streaming e locadoras digitais. Confira abaixo 10 novidades para dar play no fim de semana, no conforto do sofá ou no quentinho da cama. | JOHN WICK 4: BABA YAGA | VOD* Maior e com mais cenas de ação, o quarto “John Wick” tem quase três horas de duração. E também é o melhor dos quatro filmes, com uma média de 94% de aprovação no Rotten Tomatoes. A trama volta a mostrar o personagem interpretado por Keanu Reeves em novos conflitos contra o exército de assassinos que quer vê-lo morto. Numa tentativa de encerrar essa luta sem fim, ele faz um desafio ao Marquês de Gramont, chefe da organização secreta de assassinos, vivido por Bill Skarsgard (“Noites Brutais”). Os dois concordam em duelar até a morte, permitindo a Wick viver o resto da vida em paz, caso vença o combate. Mas a resolução não é tão simples assim. O roteiro é de Shay Hatten (“John Wick 3” e “Army of the Dead”) e Michael Finch (“Predadores”) e, como em todos os anteriores, a direção é mais uma vez assinada por Chad Stahelski, o ex-dublê de Keanu Reeves que virou mestre do cinema de ação. | RESGATE 2 | NETFLIX O personagem de Chris Hemsworth (“Thor: Amor e Trovão”) volta dos mortos para a sequência do primeiro filme visto por mais de 90 milhões de assinantes em seu primeiro mês na Netflix. Após ser dado como morto e se recuperar, ele assume uma nova missão arriscada para resgatar uma mulher e criança que, tudo indica, tem relação importante com seu passado. Para isso, ele enfrenta inúmeros obstáculos e um exército de soldados fortemente armados, numa produção de pouca história, diálogos escassos e muito tiro/pancadaria ao estilo de videogames. Quem assina a trama é o mesmo roteirista do longa anterior, o cineasta Joe Russo (que codirigiu “Vingadores: Ultimato” com seu irmão Anthony Russo). Ele também produz o longa ao lado do irmão. Já a direção segue a cargo de Sam Hargrave, assistente dos Russo nos dois últimos filmes dos Vingadores, que estreou como diretor solo no “Resgate” original de 2020 e agora realiza sequências ainda mais insanas de ação, como várias cenas filmadas com drones e em plano sequência (sem cortes). | MEU CORAÇÃO SÓ IRÁ BATER SE VOCÊ PEDIR | LOOKE Esta abordagem inovadora e realista dos filmes de vampiros, dirigida pelo estreante Jonathan Cuartas, venceu o Festival de Sitges, na Espanha, o evento mais famoso do mundo dedicado ao terror. A trama segue a vida de três irmãos adultos: Dwight (Patrick Fugit, de “Amor e Morte”), Jessie (Ingrid Sophie Schram, de “Licorice Pizza”) e Thomas (Owen Campbell, de “X – A Marca da Morte”). Vivendo uma existência reclusa, Dwight e Jessie se tornam os guardiões de Thomas, que possui uma estranha condição que requer sangue fresco para sobreviver. Sem nunca mencionar a palavra vampiro, a narrativa foca menos em elementos de horror e mais na dinâmica disfuncional da família, com um cuidado especial para criar uma ambientação claustrofóbica e tensa. Embora possa parecer muito reticente para aqueles que esperam por um filme de terror convencional, a abordagem psicológica da condição de Thomas e os conflitos familiares da história atingiram impressionantes 98% de aprovação no site Rotten Tomatoes. | RENFIELD – DANDO O SANGUE PELO CHEFE | VOD* A comédia de terror traz Nicholas Hoult (“O Menu”) no papel-título, um sujeito preso numa relação de trabalho abusiva com seu chefe, que é ninguém menos que o Conde Drácula – vivido por Nicolas Cage (“O Peso do Talento”). Renfield é forçado a encontrar as vítimas para seu mestre e fazer tudo o que ele lhe pede, qualquer que seja o grau de degradação da ordem recebida. Mas depois de séculos de servidão, começa a questionar se existe vida para além da sombra do Príncipe das Trevas, buscando forças para enfrentar sua dependência. Embora nunca tenha ganhado um filme próprio até então, Renfield marcou época no cinema graças à performance de Dwight Frye no primeiro filme de “Drácula”, originando algumas das melhores cenas do lançamento da Universal de 1931, como um engolidor de insetos trancafiado num hospício. Nesse novo filme, o personagem é uma espécie de super-herói que ganha superforça ao comer insetos e se mostra um exímio lutador de artes marciais – o que não tem nada a ver com o personagem e dividiu a crítica (58% de aprovação no Rotten Tomatoes). O elenco ainda conta com Awkwafina (“Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis”), Ben Schwartz (“Sonic: O Filme”) e Adrian Martinez (“Golpe Duplo”). Mas a crítica não achou graça da história, concebida por Robert Kirkman (o criador dos quadrinhos de “The Walking Dead”), escrita por Ryan Ridley (roteirista de “Rick and Morty”) e dirigida por Chris McKay (“Lego Batman: O Filme”). Considerada medíocre, a comédia recebeu apenas 57% de aprovação no Rotten Tomatoes. | O HOMEM CORDIAL | VOD* Paulo Miklos venceu o troféu de Melhor Ator no Festival de Gramado com este filme, em que vive um cantor de rock que enfrenta hostilidade do público após um incidente envolvendo um policial morto e um menino negro desaparecido. Correndo risco de cancelamento, ele busca descobrir que fim levou o menino, embarcando numa jornada rumo a periferia, que também vai lhe mostrar o significado do privilégio branco. Dirigido por Iberê Carvalho (“O Último Cine Drive-in”), o elenco conta com outros músicos, como o rapper Thaíde (“2 Coelhos”) e o DJ Theo Werneck (“Que Horas Ela Volta?”), ao lado de atores do cinema indie nacional – Dandara de Morais (“Ventos de Agosto”), Thalles Cabral (“Yonlu”), Fernanda Rocha (“O Último Cine Drive-in”) e Thaia Perez (“Aquarius”). O resultado toca em feridas expostas do Brasil, do racismo ao vigilantismo das redes sociais, alimentados por blogueiros da extrema direita nacional. | UM ANO INESQUECÍVEL – INVERNO | AMAZON PRIME VIDEO O terceiro filme da quadrilogia romântica “Um Ano Inesquecível” acompanha Mabel, uma jovem que anseia por aproveitar uma viagem de formatura com suas melhores amigas em Porto Seguro. No entanto, contrariando suas expectativas, o frio chega prematuramente, frustrando seus planos iniciais. Em vez de ir para o litoral baiano, ela acaba convencida a viajar para uma estação de esqui no Chile, na companhia de seus pais. Onde, mesmo emburrada, acaba vivendo seu encontro inesquecível de inverno com um esquiador galã, faz novas amizades e até aprende a esquiar. Os filmes de “Um Ano Inesquecível” adaptam uma antologia de contos com o mesmo nome, escritos por Thalita Rebouças, Paula Pimenta, Bruna Vieira e Babi Dewet. A adaptação da história de Pimenta tem direção de Caroline Fioratti (“Amarração de Amor”) e é estrelada por Maitê Padilha (“Gaby Estrella”), Michel Joelsas (“Boca a Boca”) e Letícia Spiller (“Cidade Invisível”). | O ETERNO FEMININO | NETFLIX O drama mexicano dirigido por Natalia Beristáin (“Ruído”) retrata a vida da renomada escritora mexicana Rosario Castellanos (1925-1974). Com foco na relação turbulenta da autora com seu marido Ricardo Guerra, o filme acompanha em paralelo duas fases críticas da vida da escritora: sua juventude universitária e sua vida adulta. O resultado vai além de uma simples biografia e constrói um drama introspectivo que exalta o feminismo de Castellanos e suas lutas pessoais e profissionais, colocando em destaque questões de igualdade de gênero, emancipação e autonomia feminina. Reconhecido tanto pela sua narrativa cativante quanto pelo desempenho do elenco, o filme rendeu o troféu Ariel (o Oscar mexicano) de Melhor Atriz para Karina Gidi (“Operação Feliz Natal: O Golpe dos Duendes”), intérprete da escritora na fase adulta. | TILL – A BUSCA POR JUSTIÇA | AMAZON PRIME VIDEO O drama histórico apresenta o assassinato que resultou em leis mais duras contra o racismo nos EUA, e a busca incansável de Mamie Till Mobley por justiça pela morte de seu filho de 14 anos, Emmett Till. Em 1955, Emmett foi linchado e morto quando visitava seus primos no Mississippi por ter olhado para uma mulher branca. O filme da cineasta Chinonye Chukwu (“Clemência”) venceu 14 prêmios da crítica e muitos consideram injustiça a atriz Danielle Deadwyler, intérprete de Mamie, não ter sido indicada ao Oscar, especialmente porque ela concorreu ao BAFTA (o Oscar inglês) pelo filme americano. | CRIATURAS DO SENHOR | VOD* O suspense dramático gira em torno do dilema de uma mãe amorosa, que se vê dividida entre proteger o filho e fazer a coisa certa. A história se passa em uma vila de pescadores assolada pelo vento, na qual a mãe vivida por Emily Watson (“Cavalo de Guerra”) recebe de volta o filho pródigo, interpretado por Paul Mescal (“Aftersun”). Mas a felicidade pelo retorno é interrompida quando a polícia a procura para checar um álibi do filho, acusado de abuso por uma jovem. A mentira que ela conta despedaça sua comunidade. Dirigido por Saela Davis e Anna Rose Holmer (“The Fits”), o filme teve première mundial na Quinzena dos Realizadores do Festival de Cannes 2022, onde encantou a crítica, atingindo 90% de aprovação no Rotten Tomatoes. O público, porém, considerou tedioso (50% no mesmo site). Teve cinco indicações à BIFA, premiação do cinema independente britânico, mas não venceu nenhuma. | STAN LEE | DISNEY+ O documentário narra a vida e a arte de Stan Lee, ex-editor da Marvel Comics e co-criador de alguns dos super-heróis mais conhecidos da cultura pop, por meio de entrevistas feitas por ele ao longo da carreira e depoimentos de pessoas próximas. O filme conta como sua trajetória nos quadrinhos começou quando ainda era adolescente e como ele criou personagens icônicos como Homem-Aranha, Quarteto Fantástico, Homem de Ferro, Pantera Negra, Hulk, X-Men, Thor, Homem-Formiga e muitos outros. Na época, o grande diferencial desses heróis eram suas aparências defeituosas, fosse devido a um problema no coração, como o Homem de Ferro, fosse por uma deformação física como o Coisa, do Quarteto Fantástico. Outros simplesmente sofriam com coração partido e falta de dinheiro, como o Homem-Aranha. Dessa forma, os personagens se conectavam com os leitores através da identificação, o que resultando num fenômeno cultural. Embora fossem considerados “coisas de crianças”, seus quadrinhos foram ganhando o coração do público adulto com o passar dos anos. No início dos anos 2000, eles passaram a ganhar suas versões no cinema, dando início a uma nova fase na trajetória do escritor, como o figurante mais famoso do mundo – chamando atenção pelas aparições surpresas que fazia em cada longa, até falecer aos 95 anos, em novembro de 2018. A direção é de David Gelb, que já trabalhou anteriormente com a Disney+ como produtor na série “Obi-Wan Kenobi: O Retorno do Jedi” (2022) e no documentário “Olivia Rodrigo – Dirigindo até Você” (2022). * Os lançamentos em VOD (video on demand) podem ser alugados individualmente em plataformas como Apple TV, Claro TV+, Google Play, Loja Prime, Microsoft Store, Vivo Play e YouTube, entre outras, que funcionam como locadoras digitais sem a necessidade de assinatura mensal.
HBO desmente cancelamento prematuro da série “The Idol”
A HBO respondeu a uma reportagem publicada nesta quinta (15/6) no site americano de fofocas Page Six sobre o cancelamento prematuro de “The Idol”. “Está sendo divulgado erroneamente que uma decisão sobre a 2ª temporada de ‘The Idol’ já foi tomada”, escreveu a HBO nas redes sociais. “Isso não aconteceu e estamos ansiosos para compartilhar o próximo episódio com vocês no domingo à noite”. O Page Six citou uma fonte que dizia: “Nunca se planejou que isso fosse uma série de longa duração, foi sempre… uma minissérie”. A reportagem também citou uma fonte que afirmou que o astro e produtor executivo Abel “The Weeknd” Tesfaye não pretende retornar para novos capítulos. Polêmicas rendem audiência Segundo o Page Six, The Weeknd/Tesfaye teria desistido de fazer uma 2ª temporada após a polêmica gerada por uma cena de sexo com Lily-Rose Depp. Considerada vulgar e de mau gosto após sua exibição no domingo passado (11/6), a cena fez muitos fãs dizerem que nunca mais veriam o cantor com os mesmos olhos. “The Idol” também foi muito mal recebida pela crítica, atingindo apenas 26% de aprovação na média do site Rotten Tomatoes. Mas o falatório em torno de seus episódios tem sido bom para sua audiência. Até a última atualização, o episódio de estreia havia ultrapassado 3,6 milhões de espectadores em sua primeira semana, o que, segundo a HBO, supera as estreias das séries “The White Lotus” (3 milhões em 2021) e “Euphoria” (3,3 milhões em 2019) no mesmo período. Sobre a série “The Idol” Criada por Sam Levinson (“Euphoria”), Tesfaye e Reza Fahim, “The Idol” retrata uma cantora pop chamada Jocelyn (Depp) que, após um colapso nervoso interromper sua última turnê, decide buscar seu legítimo status como a maior e mais sexy estrela pop dos EUA. Suas paixões são reacendidas por Tedros (Tesfaye), um empresário de boate com um passado sórdido, que promete levá-la a novas alturas gloriosas, enquanto explora as profundezas mais escuras de sua alma. Com exagero de conteúdo sexual e nudez, e muita vontade de chocar o telespectador, a trama se sustenta em clichês do mundo pop, embora The Weeknd garanta que vários acontecimentos foram baseadas em sua experiência pessoal. O grande elenco ainda inclui Suzanna Son (“Red Rocket”), Moses Sumney (“Creed”), Jane Adams (“Hung”), Dan Levy (“Schitt’s Creek”), Hank Azaria (“Brokmire”), Eli Roth (“Bastardos Inglórios”), Rachel Sennott (“Shiva Baby”), Hari Nef (“País da Violência/Assassination Nation”), Da’Vine Joy Randolph (“Meu Nome é Dolemite”), Ramsey (“Clementine”), o produtor musical Mike Dean, a falecida Anne Heche (“Chicago P.D”), o cantor Troye Sivan (“Boy Erased”) e Jennie Ruby Jane, que os fãs conhecem como Jennie Kim do fenômeno musical sul-coreano BLACKPINK. It is being misreported that a decision on a second season of The Idol has been determined. It has not, and we look forward to sharing the next episode with you Sunday night. — HBO PR (@HBOPR) June 15, 2023
Diretor de “The Flash” fará novo filme de Batman
O diretor Andy Muschietti, responsável pelo filme “The Flash” lançado nesta quinta-feira (15/6) nos cinemas, foi confirmado na direção de “Batman: The Brave and the Bold”, o primeiro longa de Batman na era do DC Studios. “Vimos ‘The Flash’ antes mesmo de assumir a liderança na DC Studios e sabíamos que estávamos nas mãos de não apenas um diretor visionário, mas um grande fã da DC”, disseram Gunn e Safran ao anunciar a contratação. “‘The Flash’ é um filme magnífico – engraçado, emocional, emocionante – e a afinidade e paixão de Andy por esses personagens e este mundo ressoam em cada quadro. Portanto, quando chegou a hora de encontrar um diretor para ‘The Brave and the Bold’, havia realmente apenas uma escolha. Felizmente, Andy disse sim. Barbara se comprometeu a produzir conosco e estávamos a caminho. Eles formam uma equipe extraordinária e não poderíamos ter parceiros melhores ou mais inspiradores enquanto embarcamos nesta nova aventura emocionante no DCU”, completaram. Muschietti e sua irmã Barbara produzirão “Batman: The Brave and the Bold” através de sua produtora Double Dream, ao lado dos presidentes do DC Studios, James Gunn e Peter Safran. Batman e Robin Ainda sem roteirista definido, o filme será baseada nos quadrinhos de Grant Morrison que introduziram Damian, o filho biológico de Bruce Wayne, que foi criado por sua mãe Talia al Ghul na Liga dos Assassinos e virou o Robin mais recente dos quadrinhos. A história de Damian também marcará a primeira aparição de um Robin num filme live-action desde que Chris O’Donnell interpretou o papel, ao lado de George Clooney no filme “Batman e Robin” de 1997. “É uma história de pai e filho muito estranha”, disse Gunn à imprensa no final de janeiro ao anunciar a produção – que não terá relação com a planejada sequência do filme “Batman” (2022), estrelada por Robert Patinson. Contrato de produção com a Warner Junto da oficialização do diretor argentino à frente do novo Batman, a Warner Bros. Pictures e a Warner Bros. Television Group/Max também anunciaram um contrato de exclusividade com a Double Dream, produtora do cineasta e de sua irmã. “Não poderíamos estar mais empolgados em fortalecer nossa parceria de longa data com esses cineastas incrivelmente talentosos e incansáveis. Entre a habilidade singular e a visão de Andy como diretor e os instintos aguçados e visionários de Barbara como produtora, eles formam uma verdadeira equipe de sonho no cinema e canalizam sua paixão de toda a vida em filmes que entregam tanto histórias humanas convincentes quanto sucessos de bilheteria emocionantes. É uma das razões pelas quais seus filmes se conectam de forma tão ampla e poderosa com o público em todo o mundo, e se alinha perfeitamente com os tipos de filmes que queremos fazer”, disseram Michael De Luca e Pam Abdy, co-Presidentes e CEOs do Warner Bros. Motion Picture Group. Antes de “The Flash”, Muschietti fez os terrores “It – A Coisa” (2017) e “It – Parte 2” (2019) na Warner – após ser revelado por Guillermo Del Toro em “Mama” (2013), da Universal. E, não por acaso, o primeiro projeto da parceria recém-anunciada será a série “Welcome to Derry”, derivada dos filmes “It”. “Andy e Barbara são artistas singulares cuja visão e paixão por ‘Welcome to Derry’ nos surpreendeu. Mal podemos esperar para que os fãs vejam este próximo cativante – e horrível! — capítulo do universo de ‘It’ na Max”, disse Channing Dungey, presidente e CEO do Warner Bros. Television Group. “Estamos entusiasmados em continuar nossa parceria e esperamos contar muito mais histórias com eles no futuro.” Os irmãos Muschietti agradeceram a oportunidade. “A Warner Bros. tem sido um incrível parceiro para nós por anos, mas mais do que isso, a Warner tem feito parte de nossas vidas inteiras”, afirmaram.
Veja trailer de terror com astro de “The Boys” e diretor de “Marianne”
A Paris Filmes divulgou o pôster e o trailer de “Toc Toc Toc: Ecos do Além” (Cobweb), uma narrativa de horror sobrenatural para desafiar a confiança entre pais e filhos e testar os limites da imaginação. Neste novo filme, a família amável interpretada por Lizzy Caplan (“Fatal Attraction”) e Antony Starr (“The Boys”) é confrontada com um mistério assustador: um barulho crônico vindo de dentro da parede do quarto de seu filho (Woody Norman, de “C’mon C’mon”). A criança começa a ouvir batidas constantes vindo de dentro da parede. Mas seus pais insistem que tudo não passa de sua imaginação hiperativa. Conforme Peter se torna mais temeroso, surgem questionamentos aterrorizantes. Seus pais estariam escondendo algo horripilante? E para uma criança, o que poderia ser mais assustador do que desconfiar dos próprios pais? Terror do diretor de “Marianne” “Toc Toc Toc: Ecos do Além” marca a estreia do diretor Samuel Bodin no cinema, mas assinantes da Netflix já sabem o que esperar. Ele é o diretor e co-roteirista da série “Marianne”, que, embora tenha sido cancelada após apenas uma temporada, é considerada uma das mais assustadoras da plataforma. Seu primeiro filme também promete criar uma atmosfera completamente inquietante. O roteiro foi escrito por Chris Thomas Devlin, que assinou o roteiro do reboot de 2022 de “O Massacre da Serra Elétrica”. A estreia está marcada para 5 de outubro no Brasil, vários meses após o lançamento nos EUA (em 21 de julho).
Fale Comigo: Terror aclamado no Festival de Sundance ganha trailer perturbador
A Diamond Films divulgou o pôster e o trailer de “Fale Comigo” (Talk to Me), um novo terror sobrenatural que promete dar o que falar. Na prévia, a protagonista Mia, interpretada por Sophie Wilde (“Eden”), se aventura em um jogo de invocação de espíritos que vai além das expectativas. O Jogo Sobrenatural O enredo de “Fale Comigo” encontra um grupo de amigos que, em uma festa, decide experimentar um jogo que envolve o contato com espíritos. O objetivo do jogo é tocar uma mão embalsamada e pronunciar as palavras “fale comigo”, permitindo que um espírito ocupe temporariamente o corpo do participante. O truque está em limitar o tempo de possessão, que não pode ultrapassar 90 segundos, caso contrário, “eles vão querer ficar”. Após perder a mãe, Mia é levada pelo desejo de se conectar com o outro lado e acaba se envolvendo intensamente no jogo. A protagonista leva a mão embalsamada para casa e consegue contatar a mãe falecida, mas as consequências são inesperadas e aterrorizantes. Repercussão no Festival de Sundance “Talk to Me” é uma criação dos irmãos australianos Michael e Danny Philippou, conhecidos pelo canal RackaRacka no YouTube, que mescla humor e horror e conta com mais de seis milhões de inscritos. Este é o primeiro longa-metragem da dupla, que ao ser exibido no Festival de Sundance em janeiro passado atingiu 97% de aprovação da crítica no Rotten Tomatoes. A recepção positiva levou a uma aquisição pelo estúdio A24, conhecido por produzir filmes aclamados como “Midsommar”, “Joias Brutas”, a série “Euphoria” e o vencedor do Oscar “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo”, além de ter gerado muita expectativa em relação a seu lançamento comercial. Além de Sophie Wilde, o elenco conta com Chris Alosio (“Turbulências de Verão”), Zoe Terakes (“Wentworth”), Miranda Otto (“O Mundo Sombrio de Sabrina”), Joe Bird (“Primeiro Dia”), Alexandra Jensen (“Beat”), Otis Dhanji (“Aquaman”), Marcus Johnson (“Irreverent”), e Alexandria Steffensen (“Como Agradar uma Mulher”). A estreia está marcada para 17 de agosto no Brasil, 20 dias depois do lançamento nos EUA (em 28 de julho).
Continuação de “A Fuga das Galinhas” ganha primeiro teaser e data de estreia
A Netflix divulgou o primeiro teaser da continuação de “A Fuga das Galinhas” (2000), que também ganhou data de estreia. Disponibilizado nas redes sociais da plataforma, a prévia mostra o nascimento da filha de Rocky e Ginger. Grande sucesso de crítica e maior bilheteria de uma animação em stop-motion de todos os tempos, “A Fuga das Galinhas” contava a história de um grupo de galinhas que tentava fugir do galinheiro para não virar torta. A continuação, batizada de “A Fuga das Galinhas: A Ameaça dos Nuggets”, foi anunciada durante o Festival de Annecy de 2020, na celebração de 20 anos do filme original. Na trama, Rocky e Ginger agora vivem em um santuário longe dos humanos e tem uma filha, Molly. Até que uma nova ameaça surge e Ginger é forçada a colocar as galinhas de volta à ação. O primeiro longa foi assinado pelos lendários inovadores do stop-motion da Aardman, Peter Lord (“Piratas Pirados!”) e Nick Park (“Wallace & Gromit: A Batalha dos Vegetais”), que agora trabalham apenas como produtores. Desta vez, a direção é de Sam Fell (“ParaNorman”), que estreia no estúdio britânico Aardman após brilhar no americano Laika – os dois estúdios são os mais proeminentes da animação stop-motion em todo o mundo. A volta dos dubladores originais, que incluíam Mel Gibson (“Coração Valente”) como Rocky, o galo que inspirava a fuga do título, foi descartada e a atriz inglesa Julia Sawalha (“Absolutely Fabulous”), que dublou a galinha Ginger em 2000, publicou uma carta aberta nas redes sociais dizendo-se “devastada e triste” ao ser informada por seu agente de que não faria parte da continuação. No lugar dos atores originais, as vozes de Ginger e Rocky serão dubladas em inglês por Thandiwe Newton (“Westworld”) e Zachary Levi (“Shazam!”). Já a filha do casal será dublada por Bella Ramsey (“Last of Us”). A estreia foi marcada para 15 de dezembro. ISSO AQUI É CINEMA! A Fuga das Galinhas: A Ameaça dos Nuggets, sequência do primeiro filme, estreia dia 15 de dezembro. 🥚🐔 pic.twitter.com/Lh3M28DypZ — netflixbrasil (@NetflixBrasil) June 15, 2023
“The Flash” tem lançamento de blockbuster nos cinemas
O aguardado filme “The Flash” chega em 1,3 mil salas de cinema nesta quinta (15/6), marcando o sexto lançamento em estilo blockbuster no país desde o mês de maio. Antes do longa de super-herói da DC/Warner Bros, vieram “Transformers: O Despertar das Feras” com estreia em 1,1 mil telas, “Homem-Aranha: Através do Aranhaverso” em 1,5 mil, “A Pequena Sereia” em 1,4 mil, “Velozes e Furiosos 10” em 1,7 mil e “Guardiões da Galáxia Vol. 3” em 1,6 mil. Detalhe: o Brasil tem aproximadamente 3,2 mil telas em seu circuito exibidor e todos esses blockbusters ainda estão em cartaz. Por conta disso, as demais estreias da semana visam exclusivamente o circuito alternativo. A maioria são documentários, inclusive duas produções sobre integrantes do grupo BTS, fenômeno do K-Pop. Confira todas as estreias abaixo. | THE FLASH | A nova incursão no multiverso dos super-heróis dividiu a crítica, após ser propagandeada como a melhor adaptação da DC Comics de todos os tempos. Não chegou nem perto do hype plantado pela Warner Bros, embora o filme dirigido por Andy Muschietti, conhecido pelo terror “It – A Coisa”, faça realmente a despedida do Snyderverso (os heróis da Liga de Justiça de Zack Snyder). O roteiro de Christina Hodson (“Aves de Rapina”) adapta um dos arcos mais famosos dos quadrinhos da editora, o crossover “Ponto de Ignição” (Flashpoint). No filme, o velocista interpretado por Ezra Miller volta no tempo para impedir o assassinato de sua mãe e, ao fazer isso, acaba alterando a linha temporal do planeta inteiro. Entre os eventos inesperados, ele encontra uma versão mais jovem de si mesmo (também interpretada por Miller) e, ao mesmo tempo, se depara com um mundo em que a Liga da Justiça nunca existiu. Para piorar, como Superman nunca chegou a Terra, não há ninguém capaz de impedir a invasão do General Zod (Michael Shannon, repetindo seu papel de “O Homem de Aço”). Assim, cabe ao Flash do futuro reunir um grupo de heróis para fazer frente a essa ameaça. Com a ajuda de um Batman mais velho (Michael Keaton, que viveu o herói em filmes de 1989 e 1991), ele consegue encontrar e liberar um kryptoniano para auxiliá-los: Kara, uma nova Supergirl morena, vivida por Sasha Calle (“The Young and the Restless”) – que é a primeira intérprete latina da heroína. A narrativa centrada em viagens no tempo e universos alternativos pode remeter a sucessos como “Vingadores: Ultimato” e “Homem-Aranha: Sem Volta para Casa”, mas a trama sofreu horrores com suas inúmeras refilmagens, que acrescentaram e tiraram personagens, salvaram e mataram heróis, porém deixaram o fan service mais rejeitado de todos os tempos, em que o Flash tem visões de diferentes versões dos personagens da DC – inclusive de filmes que nunca saíram do papel, mas não de sua bem-sucedida versão da TV. O resultado é um filme caríssimo que arrecadou muito pouco, um fracasso retumbante de público e crítica. O que só aumenta a tristeza por seus pontos positivos, em especial a descoberta de Sasha Calle como Supergirl, que, infelizmente, após a fraca bilheteria, não deve ser reaproveitada no futuro da DC planejado pelos novos chefões do estúdio no cinema. Ela é o principal motivo para recomendar a ida ao cinema. | MEDUSA DELUXE | A exótica comédia britânica é ambientada em uma competição regional de cabeleireiros e se desenvolve após o assassinato macabro de um dos competidores, com o crime provocando uma cadeia de suspeitas, fofocas e intrigas entre os cabeleireiros, modelos e seguranças presentes. Com visual arrojado e audácia narrativa, a estreia do diretor Thomas Hardiman encantou a crítica, atingindo 92% de aprovação no site Rotten Tomatoes – houve até comparações com o cinema de Pedro Almodóvar. Os papéis principais são vividos por Clare Perkins (“A Roda do Tempo”) e Harriet Webb (“Succession”), rivais na disputa diretas na disputa pelo penteado mais ousado da competição. | A HISTÓRIA DA MINHA MULHER | O capitão de um navio faz uma aposta em um café com um amigo de que casará com a primeira mulher que entrar. E dá sorte: a esposa desconhecida é vivida por ninguém menos que Léa Seydoux (“007: Sem Tempo para Morrer”). A atração é visível e mútua. Mas a suspeita de infidelidade ameaça condenar o capitão à loucura. A direção é da húngara Ildikó Enyedi, indicada ao Oscar e vencedora do Urso de Ouro no Festival de Berlim por “De Corpo e Alma” (2017). E o elenco ainda destaca Gijs Naber (“A Espiã”) como o capitão e Louis Garrel (“Os Três Mosqueteiros: D’Artagnan”) como a fonte de seu ciúmes. | BEM-VINDOS DE NOVO | O primeiro documentário de Marcos Yoshi, diretor e personagem, retrata a trajetória imigratória de sua família. O filme registra o reencontro de pai e filhos, descendentes de japoneses afetados pelo fluxo imigratório entre Brasil e Japão, conhecido como fenômeno dekassegui, depois de 13 anos de separação. | REMOÇÃO | Dez anos antes de fazer a novela “Todas as Flores”, o diretor Luiz Antônio Pilar se juntou a Anderson Quack (“Vai Dançar”) para realizar esse documentário sobre o processo de remoção das favelas da zona sul da cidade do Rio de Janeiro nas décadas de 1960 e 1970, que deram origem a primeira experiência de criação dos conjuntos habitacionais de Vila Kennedy, Vila Aliança, Cidade de Deus, Cidade Alta, em Cordovil; Dom Jayme Câmara, em Padre Miguel e a Cruzada São Sebastião, no Leblon. O filme de 2013 finalmente estreia nos cinemas. | PLAUTO, UM SOPRO MUSICAL | O documentário aborda a vida e a obra de um dos maiores músicos gaúchos: Plauto Cruz, considerado por muitos o melhor flautista do Brasil. A direção é de Rodrigo Portela (do curta “Reflexos”). | SUGA – ROAD TO D-DAY | | J-HOPE – IN THE BOX | As duas produções da Disney+ sobre integrantes do BTS ganham exibição limitada nos cinemas. Os documentários focam os processos criativos de Suga e J-Hope, que encaram os desafios da carreira solo durante a pausa do grupo fenômeno do K-Pop. As produções têm várias cenas de viagens internacionais, com destaque para a apresentação de J-Hope no Lollapalooza norte-americano. Ambos estão disponíveis em streaming.
Netflix revela trailer da animação “Nimona”
A Netflix divulgou um novo pôster e o trailer completo da animação “Nimona”. Baseada nos ilustrações que foram febre no Tumblr, a produção segue uma garota aventureira que cria caos por onde passa com sua capacidade de mudar de forma e se transformar em qualquer bicho. A prévia mostra a personagem determinada a se tornar uma das vilãs mais famosas do reino que habita, buscando parceria com um criminoso acusado de matar a Rainha. O detalhe é que o cavaleiro Ballister Boldheart jura que é inocente e do bem, mas nem seu grande amor acredita. A única pessoa disposta a ajudá-lo a encontrar o verdadeiro culpado é a garota radical. O elenco de vozes destaca Chloë Grace Moretz (“Carrie, A Estranha”) no papel-título e Riz Ahmed (“O Som do Silêncio”) como Ballister. Febre do Tumblr> O ilustrador ND Stevenson publicou “Nimona” como um webcomic de 2012 a 2014, inicialmente através do Tumblr, desenvolvendo a história e o estilo de arte conforme a publicação avançava. Procurado por um agente literário, Stevenson acabou transformando seu trabalho num best-seller, lançado pela editora HarperCollins em 2015. Inicialmente, a graphic novel seria transformada em filme pela 20th Century Fox Animation (atual 20th Century Animation). Previsto para 2020, o filme teria a direção de Patrick Osborne, animador de “Operação Big Hero 6”, mas o projeto foi cancelado quando a Disney adquiriu o estúdio em 2019. No ano passado, a Netflix anunciou a aquisição dos direitos, confirmando Moretz e Ahmed no elenco. A dublagem também conta com as vozes de Frances Conroy (“Coringa”), Lorraine Toussaint (“The Equalizer – A Protetora”), Beck Bennett (“Grama Mais Verde”), RuPaul Charles (“RuPaul e a Corrida das Loucas”), Indya Moore (“Pose”), Julio Torres (“Los Espookys”) e Sarah Sherman (“Saturday Night Live”). Já a direção está a cargo de Nick Bruno e Troy Quane, que trabalharam juntos em “Um Espião Animal” (2019). O longa animado chegará ao catálogo da Netflix em junho. Veja o trailer abaixo em duas versões, dublado em português e a versão com a voz de Chloë Grace Moretz (mas sem legendas).
Netflix renova “Com Carinho, Kitty” para 2ª temporada
A Netflix renovou “Com Carinho, Kitty” (XO, Kitty), série derivada da trilogia de sucesso “Para Todos os Garotos”, para sua 2ª temporada. A atração acompanha a protagonista Kitty (Anna Cathcart), a mais jovem das irmãs Covey, numa jornada a Seul, na Coreia do Sul, após ganhar uma bolsa de estudos. Na trama da série, depois de dar um empurrãozinho na vida amorosa da irmã Lara Jean (Lana Condor), Kitty quer viver sua própria história épica, mas logo descobre que o amor é bem mais complicado quando é o seu coração que está em jogo. Pois ao chegar em Seul atrás de sua paixão, a primeira coisa que ela descobre é que seu crush já tem uma namorada. E é só então que percebe a aventura que tem pela frente, num lugar completamente diferente, cheio de pessoas desconhecidas – e garotos bonitos. A escritora Jenny Han, autora dos livros que inspiraram os filmes, assina a criação e comanda a série com Sascha Rothchild, que trabalhou nas equipes de “O Clube das Babás” e “GLOW”. O elenco ainda conta com Anthony Keyvan (“Com Amor, Victor”), Théo Augier Bonaventure (“Endless Night”), Minyeong Choi (“Mr. Sunshine, Um Raio de Sol”), Sang Heon Lee (“Gran Turismo”) e Ivan Melgares (“Reset”).
Apple TV+ renova “Silo” para 2ª temporada
A Apple TV+ anunciou a renovação de “Silo”, série sci-fi estrelada pela sueca Rebecca Ferguson (“Missão: Impossível – Efeito Fallout”), que se tornou a produção dramática mais vista da plataforma, segundo dados da Nielsen Media Research. “Tem sido extremamente gratificante ver o épico de ficção científica cativante, atmosférico e lindamente elaborado ‘Silo’ rapidamente se tornar a série dramática número um da Apple”, disse Matt Cherniss, chefe de programação da Apple TV+. “À medida que o público em todo o mundo se envolve com os mistérios e conspirações enterrados neste fascinante mundo subterrâneo, a audiência continua a crescer, e estamos muito animados para que mais segredos do silo sejam revelados na 2ª temporada.” A trama se passa em um futuro arruinado e tóxico, e acompanha uma comunidade abrigada em um gigantesco silo subterrâneo com centenas de metros de profundidade. Lá, os últimos homens e mulheres da Terra vivem em uma sociedade cheia de regulamentos que eles acreditam ter o objetivo de protegê-los. Ferguson interpreta Juliette, uma engenheira independente e trabalhadora do Silo que começa a questionar a situação e a ideia de que a superfície se encontra realmente devastada. Até que, numa reviravolta, ela consegue o cargo de xerife do Silo e o poder para investigar seus segredos. A série é baseada na trilogia distópica “Wool”, do escritor Hugh Howey, que já foi chamada de “novo ‘Jogos Vorazes'”. “Wool” era originalmente um conto independente lançado online. Mas depois que a primeira história se tornou uma sensação online, Howey publicou novas histórias continuando a jornada em livros subsequentes, no que se tornou a trilogia “Silo”: “Wool”, “Shift” e “Dust”. A adaptação do primeiro livro (lançado no Brasil com o título de “Silo”) estava em desenvolvimento desde 2012. Um ano após seu lançamento, a 20th Century Fox adquiriu os direitos da obra para realizar um filme, que deveria ser dirigido ou produzido por Ridley Scott (“Perdido em Marte”). Entretanto, o projeto nunca saiu do papel e o canal pago americano AMC entrou em cena para desenvolver uma série baseada na obra, antes de mudar de ideia e virar apenas produtor da adaptação, numa negociação com a Apple. A atração foi desenvolvida pelo roteirista-produtor Graham Yost (criador de “Justified”) e conta com direção do cineasta norueguês Morten Tyldum (“Passageiros”), responsável pelo visual cinematográfico dos episódios. Já o elenco grandioso conta também com David Oyelowo (“Mundo em Caos”), Iain Glen (“Game of Thrones”), Tim Robbins (“O Preço da Verdade”), Ferdinand Kingsley (“Sandman”), Shane McRae (“Alasca: Em Busca da Notícia”), Rick Gomez (“Justify”), Henry Garrett (“The Son”), Rashida Jones (“Angie Tribeca”) e o rapper Common (“Eu Nunca…”) “Mal podemos esperar que o público de todo o mundo mergulhe no mundo épico que criamos para dar vida aos romances de Hugh Howey”, disse Yost. “A Apple acreditou em nossa visão desde o primeiro dia e é uma honra ter a oportunidade de aprofundar essa história e retirar as camadas de nossos personagens no Silo”, acrescentou. Veja o trailer da temporada inaugural.












