Filho de Jack Kirby questiona afirmações do documentário da Disney+ sobre Stan Lee
Neal Kirby, filho do lendário artista Jack Kirby, divulgou uma declaração expressando sua insatisfação com o novo documentário do Disney+ que destaca a vida de Stan Lee, que dividiu com seu pai a criação dos principais heróis da Marvel. O documentário, que estreou na sexta (16/6), teria dado a Lee créditos que pertenciam a Kirby. O filho do artista lamentou a falta de pesquisa dos produtores, numa crítica publicada na conta do Twitter de sua filha, Jillian Kirby. “É geralmente aceito que Stan Lee tinha um conhecimento limitado de história, mitologia ou ciência”, escreveu Kirby. “Por outro lado, o conhecimento de meu pai sobre esses assuntos, ao qual eu e muitos outros podemos atestar pessoalmente, era extenso. Einstein resumiu melhor: ‘Quanto mais conhecimento, menor o ego. Quanto menos conhecimento, maior o ego.'” Stan Lee não criou sozinho heróis da Marvel A crítica de Kirby questiona até o envolvimento de Lee na criação de muitos personagens da Marvel nos anos 1960. “Vemos o nome de Lee como co-criador em todos os personagens, com exceção do Surfista Prateado, criado unicamente por meu pai. Devemos supor que Lee teve uma mão na criação de todos os personagens da Marvel? Que nunca foi o outro co-criador que entrou no escritório de Lee e disse: ‘Stan, eu tenho uma ótima ideia para um personagem!’ Segundo Lee, a ideia era sempre dele.” Ele cita o exemplo do Quarteto Fantástico, que teve “apenas uma breve referência” a seu pai. Entretanto, segundo Neal, o Quarteto Fantástico foi inicialmente criado por Jack para a DC como os personagens de “Desafiadores do Desconhecido”. A versão da Marvel basicamente deu superpoderes ao grupo. Ele ainda afirma que Ben Grimm (O Coisa) foi nomeado em homenagem ao nome verdadeiro de seu pai, Benjamin, e Sue Storm foi nomeada em homenagem à sua filha, Susan. Cansado do mito Stan Lee, Neal diz defender todos os escritores e artistas cujos trabalhos foram ofuscados para a glória do editor da Marvel. A publicação conclui: “Já passou da hora de ao menos acertar este capítulo da história literária/artística”. Método Marvel Stan Lee colaborou com Jack Kirby e outros no chamado “método Marvel”, no qual ele supostamente tinha uma ideia, pedia para o artista desenhar e só depois acrescentava diálogos. Entretanto, com o acúmulo de trabalho, os argumentos também passaram a ser concebidos pelos artistas, com Lee apenas completando diálogos. Esse método de trabalho teria dado a Lee créditos na criação de histórias e personagens desenvolvidos exclusivamente por artistas. A gota d’água de sua relação com Kirby foi a criação do Surfista Prateado em 1966, único personagem que Lee assume não ser responsável por criar nos anos 1960. Desenhado por Kirby numa história do Quarteto Fantástico, o personagem se popularizou rapidamente. Entretanto, Stan Lee se apressou em afastar Kirby do herói, lançando uma revista do Surfista escrita por ele e desenhada por John Buscema. O Surfista Prateado se tornou um dos mais populares da Marvel, e Jack Kirby nunca engoliu bem essa história. Revoltado, o artista foi trabalhar na DC, onde teve seu nome reconhecido e enaltecido como desenhista e roteirista, trabalhando na criação de várias histórias e personagens, entre eles Darkseid, que se tornou o maior vilão da editora. My father Neal Kirby (Jack Kirby’s son) has asked me to post this written statement in response to the Stan Lee documentary released yesterday on Disney+. pic.twitter.com/V4be2xyEJg — Jillian Kirby (Granddaughter of Jack Kirby) (@Kirby4Heroes) June 17, 2023
Estreias de “The Flash” e “Elementos” frustram expectativas nos EUA
“The Flash”, da DC/Warner, e “Elementos”, da Pixar/Disney, frustraram as expectativas do mercado cinematográfico durante o fim de semana nos EUA, que é prolongado pelo feriado de Juneteenth. O filme do super-herói vivido por Ezra Miller arrecadou estimados US$ 55,1 milhões nos três primeiros dias – com projeção de US$ 64 milhões para os quatro dias do feriadão. Mas a Warner esperava um início de pelo menos US$ 70 milhões para ficar à frente de outros títulos desapontadores da DC como “Adão Negro”, que arrecadou US$ 67 milhões em seus primeiros três dias e deu um enorme prejuízo. O lançamento também enfrentou desafios no mercado internacional, incluindo uma arrecadação decepcionante de US$ 13,8 milhões na China, para uma abertura global de US$ 130 milhões até este domingo (18/6). David Zaslav, CEO da Warner Bros. Discovery, chegou a declarar que “The Flash” era o melhor filme de super-herói que ele já tinha visto, mas essa opinião foi amplamente questionada pelos críticos. O filme atingiu uma aprovação de 67% no agregador de críticas Rotten Tomatoes. E teve um problema maior com o próprio público, que lhe deu nota B no CinemaScore (pesquisa feita na saída dos cinemas dos EUA). Causas apontadas para a fraca bilheteria ainda passam pela greve dos roteiristas, que inviabilizaram divulgações no talk shows americanos, e a falta de repercussão na mídia, devido à falta de entrevistas com o elenco e principalmente o ator principal, Ezra Miller, escondido pela Warner em meio a vários problemas legais e controvérsias que marcaram seu nome em 2022 – incluindo prisões por atos violentos e um processo por roubo. Em meio à pós-produção, o ator precisou pedir desculpas públicas por seu comportamento e se comprometer a buscar ajuda para “problemas complexos de saúde mental”. Implosão da Pixar A Pixar ainda se saiu pior com “Elementos”, que arrecadou estimados US$ 29,5 milhões no fim de semana, a menor estreia do estúdio desde o lançamento de seu primeiro longa, “Toy Story” – 29,1 milhões em 1995. Dirigido por Peter Sohn (“O Bom Dinossauro”), o filme atingiu 70% no Rotten Tomatoes, ligeiramente acima de “The Flash”, mas teve a mesma nota B no CinemaScore. Embora a crítica tenha elogiado o visual impressionante e o enredo por sua originalidade, a narrativa foi considerada previsível. O que é uma avaliação surpreendente para a Pixar, que geralmente é conhecida por produzir unanimidades de crítica e sucessos de bilheteria. A estreia no Brasil vai acontecer na quinta-feira (22/6). “Aranhaverso” encosta em US$ 500 milhões Antes que alguém aponte que o público possa ter se cansado de filmes de super-heróis e animações elaboradas, o 3ª lugar no ranking joga água na teoria. A animação de super-heróis “Homem-Aranha: Através do Aranhaverso” teve um ótimo desempenho para seu terceiro fim de semana em cartaz, arrecadando US$ 27,8 milhões entre sexta e domingo. Com isso, chegou a US$ 285 milhões nos EUA e Canadá, e praticamente US$ 500 milhões em todo o mundo – US$ 494 milhões, para ser exato. Com orçamento estimado em US$ 100 milhões, é o único blockbuster do Top 5 que já se pagou e garantiu continuação – “Homem-Aranha: Além do Aranhaverso” estreia no ano que vem. Problemas no resto do Top 5 Em 4º lugar, “Transformers: O Despertar das Feras” faturou US$ 20 milhões, com as vendas de ingressos caindo 67% em sua segunda semana. Ainda assim, conseguiu ultrapassar US$ 100 milhões na bilheteria doméstica – $103 milhões acumulados até o momento. Em todo o mundo, a produção da Paramount soma US$ 174,3 milhões – e segue muito longe de pagar seu orçamento de US$ 200 milhões. “A Pequena Sereia” completou o Top 5 com US$ 11,6 milhões em seu quarto fim de semana. O remake em live-action chegou a US$ 253 milhões acumulados na América do Norte e US$ 466 milhões mundiais, o que poderia ser considerado um bom resultado… se o filme não tivesse custado US$ 250 milhões. Neste ritmo, a produção da Disney está lutando para se pagar nos cinemas. As más notícias não terminam aí. Todos esses filmes que lutam para pelo menos empatar nas bilheterias terão mais dificuldades pela frente nas próximas semanas, com os lançamentos de “Indiana Jones e a Relíquia do Destino” e “Missão: Impossível 7 – Acerto de Contas – Parte Um”.
Amanda Bynes volta a ser detida para avaliação de saúde mental
A atriz Amanda Bynes, que ficou famosa nos anos 2000 pelas comédias teen “Tudo Que Uma Garota Quer” (2003) e “Ela é o Cara” (2006), foi levada sob custódia pela polícia de Los Angeles, nos Estados Unidos, para uma avaliação de sua saúde mental. De acordo com o site TMZ, ela chegou a ser algemada e levada a uma delegacia na manhã de sábado (17/6). A detenção de Bynes ocorreu após a polícia receber uma ligação informando sobre uma mulher em situação de angústia, posteriormente identificada como a atriz. As autoridades não esclareceram se ela foi encontrada em casa ou se estava em um local público. Testemunhas informaram ao TMZ que a atriz estava calma durante a interação com a polícia e parecia derrotada enquanto os oficiais lidavam com ela. Não está claro se ela foi encaminhada a um hospital ou se foi liberada pela polícia. Essa é a segunda vez nos últimos meses que a polícia é acionada devido a problemas de Bynes. Em março, ela foi colocada em observação psiquiátrica após ser encontrada vagando nua pelas ruas de Los Angeles. Um mês depois, recebeu alta do hospital psiquiátrico para finalizar o tratamento em casa. Carreira de sucesso Amanda Bynes foi uma das atrizes mais famosas do começo do século. Ela comandou o programa “The Amanda Show” da Nickelodeon de 1999 a 2002, e estourou no cinema com a comédia teen “Tudo Que Uma Garota Quer” (2003). Em seguida, fez ainda mais sucesso na sitcom “Coisas que Eu Odeio em Você” (What I Like About You), exibida de 2002 a 2006. Em 2005, ela entrou numa lista da revista Forbes como uma das atrizes mais bem pagas de Hollywood com menos de 21 anos. E isso foi antes de estrelar seu maior sucesso, o filme “Ela é o Cara” (2006). Na época do lançamento do longa, ela foi nomeada “uma das mulheres mais sedutoras com menos de 25”, segundo a revista People. Problemas com a polícia Seus problemas começaram em 2012, quando ela chegou a ser presa duas vezes por dirigir embriagada e bater seu carro – numa das ocasiões, colidiu com a traseira de um veículo policial. Ela protestou num tuite em que pediu ao então presidente Barack Obama a demissão do policial que a tinha detido, e continuou dirigindo mesmo após ter a carteira de motorista apreendida, até seu carro ser confiscado pelo crime. No começo de 2013, foi presa novamente após denúncia do porteiro de seu prédio, que chamou a polícia alegando que havia alguém fumando maconha no lobby do edifício. Quando os policiais chegaram, a atriz já estava no seu apartamento, mas eles encontraram um bong (tipo de purificador de ervas usado por alguns consumidores da droga). E quando foi indaga a respeito do recipiente, ela simplesmente o jogou pela janela, “atingindo a calçada cheia de pedestres”, na descrição do boletim de ocorrência. A atriz acabou detida por conduta desordeira, ocultação de evidência e posse de drogas. E teria sido levada sob custódia esperneando: “Vocês sabem quem eu sou?”. Após a detenção, ela foi levada para o hospital Roosevelt para uma avaliação psiquiátrica, mostrando-se indignada contra a humilhação. Embora tenha sido liberada pelo juiz de seu caso, foi expulsa de seu apartamento pelo síndico. Tutela de oito anos Dois meses depois, provocou um incêndio, usando gasolina para queimar roupas na rua, diante da garagem de uma vizinha. O fogo explodiu o galão de gasolina. Ao dar respostas desencontradas aos bombeiros que foram ao local, acabou internada numa clínica para avaliação psiquiátrica e um juiz colocou sua mãe como responsável por sua tutela. Ela passou oito anos tutela e, desde então, não se meteu mais em confusão. Mas também não trabalhou mais como atriz. Seu último trabalho foi em 2010, quando coadjuvou a ótima comédia “A Mentira”, estrelada por Emma Stone. Na época, já tinha escrito nas redes sociais: “Ser uma atriz não é tão divertido quanto pode parecer”. Com o fim da tutela, ela pretendia reconstruir sua vida longe da mãe e com uma nova carreira. Seu primeira tentativa de se reinventar foi como rapper, mas os dois singles que lançou, “Diamonds” e “Fairfax”, não tiveram a menor repercussão, porque ninguém levou a sério. A volta dos surtos, em março passado, coincidiu com o aniversário de um ano do fim da tutela.
Dave Maclean, cantor brasileiro de hits em inglês, morre aos 79 anos
O cantor brasileiro Dave Maclean, que fez sucesso nos anos 1970 cantando baladas românticas em inglês, morreu no sábado (17/6), aos 79 anos, por complicações decorrentes de um câncer intestinal. Dave Maclean, cujo verdadeiro nome era José Carlos Gonzales, nasceu em São Paulo e se tornou um dos expoentes da tendência de artistas brasileiros adotarem nomes estrangeiros para se apresentarem como astros internacionais, que gerou vários hits na década de 1970. Antes do estrelato, Maclean integrou bandas de rock como The Snakes e Os Botões, também conhecida como The Buttons, no ABC paulista. Brasileiro internacional A virada na carreira veio em 1973, quando sua balada romântica “Me and You” foi escolhida para integrar a trilha da novela “Os Ossos do Barão”. A adesão de Maclean à onda de artistas brasileiros utilizando nomes estrangeiros se deu nesse mesmo ano, seguindo tendência que também fez José Pereira da Silva Neto adotar o nome artístico de Chrystian, Maurício Alberto Kaisermann virar Morris Albert, Ivanilton de Souza tornar-se Michael Sullivan, Richardson da Silva ir de Don Elliot para Ralf, e até Fábio Jr. ser Mark Davis em 1974 – sem esquecer das bandas Pholhas, Lee Jackson e Light Reflections, e muitos outros. Após o sucesso na novela da Globo, Maclean lançou novos hits como “Tears” (também gravada por Chrystian), “Feelings” e “We Said Goodbye”. “We Said Goodbye” tornou-se um sucesso ainda mais impressionante, pois ultrapassou as fronteiras do Brasil e se tornou disco de ouro no México, país em que conseguiu colocar quatro músicas nas paradas de sucessos. A música entrou na trilha de uma novela de El Salvador e também repercutiu nas Filipinas, Equador, Panamá, Portugal, Espanha, França e até na Inglaterra e Estados Unidos. Do country ao sertanejo Após o fim da moda romântica, Maclean se dedicou ao gênero country, fundando em 1980 o grupo Dollar Company, mais tarde rebatizado como Trio Bala de Prata. Sua paixão pelo country o levou ainda a criação da banda Montana Country em 1996. Infelizmente, nenhum de seus projetos subsequentes alcançou o mesmo êxito comercial da década de 1970. No entanto, a contribuição de Dave Maclean para a música brasileira também se estendeu à composição, especialmente para artistas sertanejos. Entre os artistas que interpretaram suas músicas, encontram-se nomes como Sandy & Junior, Sula Miranda, Sergio Reis, Nalva Aguiar e a dupla Gian & Giovani. Em 2015, ele ganhou uma homenagem no “Programa do Ratinho”, cantando seus maiores sucessos em inglês. Veja abaixo.
Veja as fotos da versão live-action de “Avatar: A Lenda de Aang”
A Netflix divulgou um teaser e as primeiras imagens oficiais de “Avatar: O Último Mestre do Ar”, adaptação live-action da famosa série animada “Avatar: A Lenda de Aang”. O conteúdo foi exibido durante o evento Tudum, realizado no sábado (17/6) em São Paulo. Apesar do vídeo deixar a desejar, as fotos foram bem recebidas, ao revelar o visual dos personagens. Com estreia prevista para 2024, a série dá carne e osso à produção animada da Nickelodeon. A trama se passa em um mundo dividido em quatro nações: as Tribos da Água, o Reino da Terra, a Nação do Fogo e os Nômades do Ar. Os “Dobradores” são pessoas que têm a habilidade de manipular e controlar telecineticamente o elemento correspondente à sua nação, usando gestos baseados em artes marciais chinesas. O “Avatar” é o único indivíduo com a habilidade de dobrar os quatro elementos. Anunciado em 2018, o projeto sofreu atraso após os criadores do desenho animado, Michael Dante DiMartino e Bryan Konietzko, abandonarem a produção criticando a Netflix. “Não importa qual versão acabe indo parar nas telas, não será o que eu Bryan tínhamos visualizado”, disse DiMartino na ocasião. Recomeçando do zero, a Netflix difiniu Albert Kim (“Sleepy Hollow”) como showrunner, roteirista e coprodutor ao lado de Dan Lin (“Uma Aventura Lego”), Lindsey Liberatore (“Walker”) e Michael Goi (“American Horror Story”). Já o elenco é liderado pelo ator Gordon Cormier (“The Stand”) como o jovem Aang, mestre dos quatro elementos e guardião do equilíbrio e da paz no mundo, acompanhado por Kiawentiio (“Anne With an E”) como Katara, Ian Ousley (“13 Reasons Why”) como Sokka e Dallas Liu (“PEN15”) como Zuko. Juntos, eles precisarão derrotar o Senhor do Fogo Ozai para encerrar a guerra contra a Nação do Fogo e salvar o mundo. Vale lembrar que essa saga já teve uma versão com atores reais. Em 2010, o cineasta M. Night Shyamalan lançou o filme “O Último Mestre do Ar”, que foi destruído pela crítica e não empolgou o público, encerrando os planos da Paramount para transformar “Avatar: A Lenda de Aang” numa franquia cinematográfica. Inspirada por animes japoneses, a série original se tornou uma das animações mais populares da Nickeledeon. Além do sucesso nas telas, também venceu um Emmy e vários prêmios prestigiados, como o Annie, o Genesis e o Peabody Awards ao longo de suas três temporadas completas. Mas suas histórias continuam em quadrinhos até hoje, além de terem dado origem a outro sucesso televisivo, “A Lenda de Korra”, atração derivada da história principal que também foi criada por DiMartino e Konietzko, e durou mais quatro temporadas exibidas entre 2012 e 2014. SIM, É A EQUIPE AVATAR! Aang, Katara, Sokka e Zuko na minha nova série Avatar: A Lenda de Aang – Live Action. Estreia em 2024. #TUDUM 🌬️ pic.twitter.com/WWgiY232Ma — netflixbrasil (@NetflixBrasil) June 17, 2023
Toda Luz que Não Podemos Ver: Minissérie ganha teaser intenso
A Netflix divulgou um teaser da minissérie “Toda Luz que Não Podemos Ver”, baseada no livro de mesmo nome do autor Anthony Doer, premiado com o Prêmio Pulitzer. A produção é estrelada pela estreante Aria Mia Loberti e conta com grandes nomes como Mark Ruffalo (“Vingadores: Ultimato”) e Hugh Laurie (“House”) no elenco. A trama segue a história de Marie-Laure (Loberti), uma garota cega e seu pai, Daniel LeBlanc (Ruffalo). Eles fogem da Paris ocupada por nazistas nos anos 1940 com um diamante lendário, que não pode cair nas mãos dos inimigos. Perseguidos por um cruel oficial que busca possuir a pedra, pai e filha encontram refúgio em St. Malo, onde passam a residir com um tio recluso que faz transmissões de rádio clandestinas para os aliados. No entanto, nesta cidade litorânea, o caminho de Marie-Laure se cruza com Werner (Louis Hofmann, de “Dark”), um adolescente alistado pelos nazistas para rastrear foragidos, mas que, em vez disso, estabelece uma conexão secreta de fé e esperança com a jovem. A trama explora como as vidas de Marie-Laure e Werner se tornam interligadas ao longo de uma década, demonstrando o extraordinário poder da conexão humana — “um farol de luz que pode nos guiar até mesmo nos tempos mais sombrios”, segundo a sinopse oficial. A história foi publicada em 2014 e aclamada pela crítica, recebendo o Pulitzer em 2015. O livro de Anthony Doer passou mais de 200 semanas na lista dos mais vendidos do New York Times, com mais de 9,5 milhões exemplares comercializados em todo o mundo. A adaptação é criação dos cineastas Shawn Levy (diretor de “Free Guy” e produtor de “Stranger Things”) e Stephen Knight (roteirista de “Spencer” e criador de “Peaky Blinders”). Knight escreve e Levy dirige os quatro episódios, que têm estreia marcada para 2 de novembro.
O Problema dos 3 Corpos: Teaser apresenta série sci-fi dos criadores de “Game of Thrones”
A Netflix divulgou o teaser de “O Problema dos 3 Corpos”, nova série dos criadores de “Game of Thrones”. Repleta de efeitos visuais e imagens enigmáticas, a prévia introduz a trama, que aborda o que acontece quando a humanidade descobre que não está sozinha no universo. Trata-se de uma adaptação da trilogia “O Problema dos Três Corpos” (The Three-Body Problem), do chinês Liu Cixin, premiada com o Hugo Award (o Oscar da literatura sci-fi) – e que já foi adaptada recentemente numa série chinesa bastante elogiada. A adaptação da história do primeiro contato da humanidade com uma civilização alienígena é descrita como épica e ambiciosa por seus criadores, David Benioff e D.B. Weiss (a dupla de “Game of Thrones”) e Alexander Woo, showrunner de “The Terror”. Além dos três, a série conta com produção do cineasta Rian Johnson, que dirigiu “Guerra nas Estrelas: O Último Jedi”, e da empresa de entretenimento Plan B, de Brad Pitt. O extenso elenco inclui Jovan Adepo (“Watchmen”), Rosalind Chao (“Better Things”), Eiza González (“Em Ritmo de Fuga”), Jess Hong (“Inked”), Marlo Kelly (“Dare Me”), Jonathan Pryce (“The Crown”), Eve Ridley (“Peppa Pig”), Ben Schnetzer (“Y: The Last Man”), Alex Sharp (“The Curious Incident of the Dog in the Night-Time”), Sea Shimooka (“Pink Skies Ahead”), Saamer Usmani (“Succession”) e Benedict Wong (“Dr. Estranho no Multiverso da Loucura”). Polêmica com a extrema direita dos EUA O anúncio do projeto foi cercado de polêmica. Os senadores do Partido Republicano, o mesmo do ex-presidente Trump, alegaram que Liu Cixin é chinês e propaga a “perigosa propaganda” do Partido Comunista. Eles enviaram uma carta ao chefe de conteúdo da Netflix, Ted Sarandos, dizendo que a “Netflix deveria reconsiderar seriamente as consequências de dar uma plataforma ao sr. Liu”. A Netflix rebateu, dizendo que a produção era americana e que o autor dos livros não estava envolvido na produção. A estreia está marcada para janeiro de 2024. “The Three-Body Problem” é a segunda atração que Benioff e Weiss produzem para a Netflix desde que assinaram um acordo geral milionário com a plataforma em 2019. A primeira foi “The Chair”, uma comédia dramática estrelada por Sandra Oh (de “Killing Eve”) e criada pela atriz Amanda Peet (“As Viagens de Gulliver”), esposa de Weiss, que acompanhou as intrigas e burocracias que cercam o departamento do curso de Inglês de uma grande universidade.
Netflix revela música da 4ª temporada de “Sintonia”
A Netflix divulgou o pôster e um vídeo da 4ª e última temporada de “Sintonia”. A prévia, que mostra uma nova música de Doni (Jottapê), foi apresentada durante o evento Tudum, realizado em São Paulo neste sábado (17/6), que contou com a presença dos protagonistas Christian Malheiros, Jottapê e Bruna Mascarenhas. Além de apresentar a nova música de Doni, o teaser adiantou que o cantor sobrevive ao tiroteio que vai abrir a temporada. A estreia começa no ponto tenso em que o terceiro ano foi interrompido, quando o traficante Nando (Christian Malheiros) e os amigos estão rendidos polícia, ao mesmo tempo em que seus capangas entram armados. Uma prévia revelada anteriormente mostrou o tiroteio que se segue, com Dani caindo ensanguentado e desacordado nos braços da desesperada Rita (Bruna Mascarenhas), enquanto Nando, ferido, avança em direção a um revólver para matar um policial. Produzida por Kondzilla, diretor de clipes de funk e dono do canal do YouTube mais visto do Brasil, e escrita por Guilherme Quintella (também roteirista de “Insânia”), “Sintonia” é a série brasileira de maior audiência da Netflix. Com cenas fortes de violência e tráfico de drogas, retrata a dura realidade da vida em uma comunidade marginalizada. Ao mesmo tempo, aborda temas como amizade, lealdade, família e religião, explorando as contradições e conflitos que surgem quando esses valores entram em choque. A trama acompanha três amigos que cresceram juntos na mesma favela, influenciados pelo fascínio do funk, do tráfico de drogas e da igreja. Cada um deles transformou suas experiências em caminhos muito divergentes, mas nunca distantes demais. Doni é um MC que sonha em fazer sucesso no mundo do funk, Nando é um traficante ambicioso e Rita é uma jovem religiosa que busca se afastar das tentações do crime e da violência. O desfecho da série vai mostrar os protagonistas arcando com todas as escolhas que fizeram até o momento. Segundo a sinopse, depois de sofrer o atentado bem quando tentava sair do mundo do crime, Nando vai ter que lidar com as graves consequências impostas sobre seus amigos e família. Doni, ferido pelo tiroteio, lutará para dar um novo rumo à sua carreira e encontra caminhos ao retornar às suas origens. Por fim, Rita, agora estudante de Direito, viverá o dilema de acreditar ou não na justiça brasileira. A adolescência definitivamente ficou para trás e a história caminha para o final, quando os três personagens terão seus destinos traçados de uma vez por todas. A temporada final estreia em 25 de julho.
Trailer de “Agente Stone” traz Gal Gadot em cenas de ação
A Netflix divulgou o trailer de “Agente Stone” (Heart of Stone), thriller de ação estrelado e produzido por Gal Gadot (a “Mulher-Maravilha”). A prévia tem cenas intensas, explosões e muita tensão, enquanto introduz a história de uma agência secreta de espionagem, que usatecnologia avançada para impedir ameaças potenciais à segurança global. Entretanto, enquanto os agentes comemoram seus feitos, são inesperadamente derrotados por uma hacker. Inconformada, Gadot resolve agir mesmo sem o apoio do computador conhecido como Coração, contando com sua habilidade e parceiros de confiança para derrotar os inimigos. O elenco também conta com Jamie Dornan (“Cinquenta Tons de Cinza”), Matthias Schweighöfer (“Army of the Dead”), Jing Lusi (“Podres de Ricos”), Paul Ready (“The Terror”) e a indiana Alia Bhatt (“RRR: Revolta, Rebelião, Revolução”) como a antagonista. Ao contrário da última produção de Gadot com a Netflix, “Alerta Vermelho”, o novo filme tem um tom mais sério, lembrando produções como “007” e “Missão: Impossível”. O projeto foi desenvolvido pela empresa da atriz, Pilot Wave, em parceria com o estúdio Skydance especificamente para ser transformado numa franquia com várias continuações. “Agente Stone” tem roteiro do autor de quadrinhos Greg Rucka (“The Old Guard”) e de Allison Schroeder (“Estrelas Além do Tempo”), e a direção está a cargo de Tom Harper (“The Aeronauts”). A estreia vai acontecer em 2023, sem data ainda definida. Veja abaixo o trailer dublado em português e a versão original (sem legendas)
“Outer Banks” ganha teaser da 4ª temporada
A Netflix divulgou um teaser da 4ª temporada de “Outer Banks”, que reúne os personagens principais, conhecidos como pogues, numa kombi. A prévia foi compartilhada durante o evento Tudum, neste sábado (17/6), com participação do ator Chase Stokes, um dos protagonistas da série. A atração acompanha um grupo de jovens pobres – com aparência de modelos – que vivem numa comunidade litorânea, trabalhando para os ricaços que veraneiam no local, em meio a grandes divisões sociais. O clima de veraneio muda quando os protagonistas encontram um mapa de tesouro, ligado ao desaparecimento do pai de um deles, e se convencem da existência de uma fortuna em ouro escondida que pode transformá-los em milionários. A 3ª temporada mostrou os Pogues em seu paraíso secreto, uma ilha deserta que, por um breve momento, parecia um lar idílico. Mas a situação se alterou após o reencontro entre John B (Charles Halford) e seu pai, que todos acreditavam estar morto, fazendo-os focar novamente na corrida pelo tesouro e em fugir para salvarem suas vidas. E tudo parece indicar que a fortuna perdida faz parte do mítico El Dorado, a civilização de ouro procurada pelos colonizadores espanhóis nas Américas. A série criada pelos irmãos gêmeos Josh e Jonas Pate (autores de “Surface”) e o produtor Shannon Burke (de “Sem Pistas”) é um dos maiores sucessos da Netflix e fou renovada para a 4ª temporada antes mesmo da estreia de seu terceiro ano de produção.
“The Witcher” revela cena repleta de ação da 3ª temporada
A Netflix divulgou uma cena eletrizante da 3ª temporada de “The Witcher”, que mostra uma missão de resgate se transformar em palco de uma batalha sangrenta, envolvendo os protagonistas, mercenários e elfos. O vídeo foi revelado neste sábado (17/6) durante o evento Tudum, com as presenças dos astros Henry Cavill, Freya Allan, Anya Chalotra e Joey Batey, intérpretes, respectivamente, de Geralt de Rívia, Ciri, Yennefer de Vengerberg e Jaskier. Na prévia, Ciri é perseguida por mercenários do vilão mago Rience (Sam Woolf) até ser encurralada. Porém, com as habilidades de combate ensinadas por Geralt, a jovem princesa consegue lidar com a situação, contando ainda com a ajuda oportuna do caçador de monstros e da poderosa feiticeira Yennefer. Vendo-se cercado, Rience tenta fugir por meio de um portal mágico, mas é perseguido por Geralt, enquanto elfos chegam ao local aumentando as lutas. Despedida de Henry Cavill Os próximos episódios da atração da Netflix serão os últimos em que Henry Cavill encarna o papel de Geralt de Rívia, que será vivido por Liam Hemsworth (de “Jogos Mortais”) a partir do próximo ano. No palco do Tudum, o ator disse ter sentido o amor dos fãs e aproveitou para se despedir dos colegas de trabalho. “Foi um prazer e uma honra trabalhar com vocês”, afirmou, emocionando Allan, Chalotra e Batey com seus elogios. “Trabalhar com vocês foi um grande prazer e vou sentir muita falta”, acrescentou. A decisão de sair da série foi tomada em outubro passado, quando o ator publicou um texto no Instagram sobre o fim de sua participação. “Minha jornada como Geralt de Rivia foi repleta de monstros e aventuras e, infelizmente, deixarei meu medalhão e minhas espadas para a 4ª temporada”, escreveu Cavill. “Em meu lugar, o fantástico Sr. Liam Hemsworth assumirá o manto. Tal como acontece com os maiores personagens literários, passo a tocha com reverência pelo tempo gasto interpretando Geralt e entusiasmado para ver Liam como este homem fascinante e cheio de nuances”. “Liam, esse personagem tem uma profundidade muito maravilhosa. Aproveite para mergulhar e ver o que você pode encontrar”, acrescentou o ator. A 3ª temporada será dividida em duas partes, com a primeira lançada em 29 de junho, seguida pela segunda parte, que ficará disponível para os assinantes da Netflix apenas a partir de 27 de julho.
De Volta aos 15: Novo viajante do tempo se junta a Maisa no trailer da 2ª temporada
A Netflix divulgou o trailer da 2ª temporada de “De Volta aos 15”, que revela um novo viajante no tempo. A prévia destaca a reviravolta: além de Anita (Camila Queiroz/Maisa), agora Joel (Antonio Carrara/Gabriel Stauffer) também consegue voltar ao passado. Tudo acontece aquando Anita de 30 anos resolve voltar novamente aos 15 para tentar consertar a vida da irmã, Luiza (Amanda Azevedo/Mariana Rios). Contudo, Joel consegue acessar a conta de Anita no Floguinho e, assim, também se torna um viajante no tempo. Consequências do novo viajante no tempo Após um dia cheio de interferências na vida de todos, Anita volta para 2021 e descobre que seu momento perfeito em Paris ao lado de Henrique (Caio Cabral/Breno Ferreira) não existe mais. Tudo está diferente, e para pior. Assim, Anita e Joel precisam unir forças para consertar o futuro e colocar tudo nos eixos. No entanto, Anita terá que tomar uma difícil decisão: escolher entre o romântico Henrique, o parceiro Joel ou o improvável e irresistível Fabrício (João Guilherme/Bruno Montaleone). Sobre a série Com roteiro de Vítor Brant (“As Five”), “De Volta aos 15” é inspirada no livro de mesmo nome escrito por Bruna Vieira. A série traz uma história cativante de viagens no tempo e decisões que podem mudar o curso da vida dos personagens – combinando “De Repente 30”, “O Homem do Futuro” e “Efeito Borboleta”. A nova temporada do drama brasileiro chega à Netflix em 5 de julho.
Dark Winds: Policiais indígenas enfrentam assassino racista no trailer da 2ª temporada
O canal pago americano AMC divulgou o pôster e o trailer da 2ª temporada de “Dark Winds”. Western moderno, a série se diferencia por acompanhar policiais navajos, que resolvem crimes e mistérios numa reserva indígena. A narrativa acompanha o Tenente Joe Leaphorn (Zahn McClarnon, de “Westworld”) e Jim Chee (Kiowa Gordon, da franquia “Crepúsculo”), policiais navajos que se deparam com uma série de crimes aparentemente desconexos. No entanto, logo descobrem que estes crimes têm laços com o sobrenatural, testando cada vez mais suas convicções. Desenvolvida por Graham Roland (criador de “Jack Ryan”), a atração é baseada numa franquia literária do escritor Tony Hillerman (“Skinwalkers”) e tira seu título da crença navajo de que ventos sombrios entram nas almas de homens que fazem o mal. Perseguição no deserto Na 2ª temporada, Leaphorn e Chee, agora detetive particular, se encontram novamente quando seus casos paralelos os levam a um mesmo suspeito. Eles acabam em uma perseguição no deserto da nação Navajo, buscando um assassino loiro e racista, que visa apenas vítimas indígenas e protege um segredo capaz de abrir velhas feridas, além de desafiar o código moral e profissional de Leaphorn. “Dark Winds”, que conta entre seus produtores com o escritor George R.R. Martin (autor dos livros que viraram “Game of Thrones”) e o veterano astro Robert Redford (“Meu Amigo, O Dragão”), lança seus novos episódios em 27 de julho na plataforma americana AMC+ e em 30 de julho na TV dos EUA. A série ainda é inédita no Brasil.











