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  • Filme

    Vanessa Hudgens e atores de Vinkings e Riverdale entram em Bad Boys 3

    22 de dezembro de 2018 /

    Vanessa Hudgens (“A Princesa e a Plebeia”), Alexander Ludwig (o Bjorn de “Vikings”) e Charles Melton (o Reggie de “Riverdale”) se juntaram ao elenco de “Bad Boys 3″. Eles interpretarão membros de uma unidade policial moderna e especializada, que acabará colidindo com a velha guarda após uma grande ameaça chegar em Miami. Por “velha guarda”, imagina-se os personagens dos atores Will Smith e Martin Lawrence, que retomam seus papéis no resgate da franquia dos anos 1990. Para quem não lembra – já faz tempo! – , “Bad Boys” trazia Smith e Martin como dois policiais durões de Miami. O primeiro longa estreou em 1995 e ajudou a transformar o ex-rapper e comediante televisivo Will Smith em astro de ação. De quebra, lançou o então diretor de comerciais Michael Bay no cinema. O sucesso se repetiu na continuação de 2003, que arrecadou mundialmente US$ 273 mil, quase o dobro do que conseguiu o primeiro. Desde então, os planos do terceiro filme são sempre mencionados pelos dois protagonistas. E a Sony até chegou a incluir a continuação em seu cronograma de lançamentos em 2015, prometendo a estreia para fevereiro de 2017, que obviamente não aconteceu. Com o sumiço do projeto, a última notícia da franquia era relacionada à produção do spin-off televisivo “LA’s Finest”, centrado em Syd Burnett, irmã do detetive Marcus Burnett (Martin Lawrence), introduzida em “Bad Boys 2” – que assim como no filme será interpretada pela atriz Gabrielle Union. Por ironia, esse piloto também quase não saiu do papel, mas acabou se materializando com encomenda de um canal canadense. Com Jessica Alba reforçando o elenco, a série deve estrear em 2019. Já as filmagens de “Bad Boys 3” começam em janeiro com direção da dupla Adil El Arbi e Bilall Fallah, mais conhecidos por seu trabalho na série “Snowfall”. O roteiro final foi assinado por Chris Bremner, responsável pela comédia “Padrinhos Ltda.”, após anos de desenvolvimento de roteiristas mais famosos e identificados com filmes de ação, como David Guggenheim (“Protegendo o Inimigo”) e Joe Carnahan (“A Perseguição”). O longa ainda não teve seu título oficial revelado, mas um vídeo de Smith e Lawrence referiu-se à produção como “Bad Boys For Life”. A estreia está prevista para janeiro de 2020.

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  • Música

    Sony lança disco de Natal do Homem-Aranha

    22 de dezembro de 2018 /

    A Sony revelou que o Homem-Aranha também é cantor. O estúdio-gravadora lançou um disco de Natal do super-herói, com gravações feitas pelos intérpretes das diferentes versões do herói em “Homem-Aranha no Aranhaverso”. O curioso é que o disco “A Very Spidey Christmas”, era apenas uma brincadeira no filme. Mas quando uma produção faz tanto sucesso quanto “Homem-Aranha no Aranhaverso”, até piadas são levadas à sério. A versão do disco disponibilizada na sexta-feira (21/12) via Spotify, YouTube e Apple Music é um EP de cinco faixas. E, além de clássicos de Natal, inclui “Spidey-Bells (A Hero’s Lament)”, paródia de “Jingle Bells” ouvida nos créditos finais da produção. Quem canta é ninguém menos que Chris Pine, uma das vozes de Peter Parker na produção. Outros “cantores” incluem Jake Johnson (o Peter Parker principal), Shameik Moore (Miles Morales) e Jorma Taccone (Homem-Aranha 1967). Mas, ironicamente, Hailee Steinfeld (Gwen-Aranha), que tem uma carreira de cantora na vida real, não entrou na lista. Ouça abaixo todas as canções.

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  • Série

    Locke & Key: Série baseada em quadrinhos de terror do filho de Stephen King escala protagonistas

    21 de dezembro de 2018 /

    A Netflix anunciou os primeiros nomes da série de terror “Locke & Key”, baseada nos quadrinhos homônimos de Joe Hill, filho do escritor Stephen King, que terá adaptação de Carlton Cuse (de “Lost” e “Bates Motel”). “Locke & Key” acompanha uma mãe e seus três filhos que se mudam para a antiga casa da família após o brutal assassinato do pai. No local, eles são assombrados pela entidade do mal chamada Dodge, determinada a mantê-los presos de qualquer jeito até conseguir o que quer. Mas logo descobrem chaves que abrem portas para outras dimensões e que são capazes transformar as pessoas que passam por elas. Os jovens Connor Jessup (“Falling Sky”), Emilia Jones (“Utopia”) e Jackson Robert Scott (“It: A Coisa”) são os atores confirmados no elenco. Eles viverão, respectivamente, os irmãos Tyler, Kinsey e Bode Locke. Trata-se do terceiro elenco diferente da produção, que antes de ganhar sinal verde da plataforma teve dois pilotos recusados, pela Hulu e pela Fox. Por sinal, Jackson Robert Scott, intérprete do pequeno Georgie em “It: A Coisa”, já estava escalado no piloto anterior. Desta vez, o projeto já está aprovado. Um trauma a menos, pois a produção está há sete anos sofrendo para sair do papel. Vale lembrar que a Fox encomendou a primeira adaptação em 2011, para Alex Kurtzman, Roberto Orci (roteiristas de “Star Trek” e criadores da série “Fringe”) e Josh Friedman (criador da série “Terminator: The Sarah Connor Chronicles”). E também naquela ocasião o piloto, dirigido pelo cineasta Mark Romanek (“Não Me Abandone Jamais”), foi rejeitado. Carlton Cuse envolveu-se com o material durante o desenvolvimento do piloto para a Hulu. E a falta de entusiasmo daquela plataforma chegou a surpreender o mercado, já que se tratava de uma produção do diretor Andy Muschietti, que, na ocasião, voltaria a trabalhar com três atores jovens de “It: A Coisa” na atração. Com a recusa do piloto de Muschietti, Cuse e Hill decidiram assumir a produção e levá-la para a Netflix, enquanto o cineasta passou a priorizar a continuação de “It: A Coisa”. Por conta disso, Muschietti não irá dirigir o novo piloto. Mesmo assim, ainda continuará a ser creditado como produtor na Netflix. Tudo isso conspira para a produção da Netflix ser bem diferente da versão apresentada para a Hulu. A 1ª temporada terá 10 episódios e as gravações começam agora em janeiro no Canadá. Veja algumas capas da publicação original da editora IDW abaixo.

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  • Série

    2ª temporada de Titãs terá Superboy e Krypto

    21 de dezembro de 2018 /

    O final da temporada inaugural de “Titãs” (Titans), primeira série da plataforma DC Universe, incluiu uma cena pós-créditos que apontou os rumos da trama para o próximo ano de produção. A sequência revela um clone com um logo de Superman tatuado no corpo, que se liberta do confinamento de um laboratório, acompanhado por um cachorro de olhos vermelhos flamejantes. Trata-se, claro, de Superboy e Krypto. Veja abaixo. Por sinal, a história do despertar e fuga de Superboy (sem o cachorro) já foi adaptada antes numa produção da DC: na 1ª temporada de “Young Justice”, a série animada da Justiça Jovem. Por conta disso, a premissa deixou os fãs extremamente empolgados e ansiosos pelos próximos episódios. Em entrevista à revista Entertainment Weekly, o produtor Greg Walker confirmou que a série vai mesmo introduzir Conner Kent, o Superboy, na 2ª temporada, embora essa reviravolta não fizesse parte da concepção da série. “Não foi totalmente planejado desde o primeiro dia – ou talvez estivesse nas cabeças de Geoff Johns e Akiva Goldsman, mas eles não me disseram. Acho que sabíamos que seria uma direção emocionante para os fãs e interessante para nós também, e esse foi o melhor momento para abordá-la”, ele contou. “O que posso dizer é que ainda queremos seguir a mesma abordagem dimensional e psicologicamente fundamentada que fizemos com os outros personagens e aplicar essa mesma pressão a Conner Kent e ver o que acontece quando você testa um personagem assim. Você sabe, questões de identidade, questões de poder, questões de seu lugar no universo. Essas são todas as perguntas que são interessantes para qualquer tipo de personagem do Superman, e são especialmente interessantes para Conner”, completou. A produção da 2ª temporada de “Titãs” já está confirmada, mas ainda não tem previsão de estreia. A série ainda não teve lançamento nacional, mas falta pouco para os fãs brasileiros de quadrinhos conhecê-la. Ela desembarca no país em 11 de janeiro, via Netflix.

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  • Série

    Astro do remake de Kickboxer vive o Batman na série Titãs

    21 de dezembro de 2018 /

    A DC Universe liberou a identidade do intérprete de Batman na season finale da série “Titãs”, exibida nesta sexta (21/12) nos Estados Unidos. Trata-se do astro do remake de “Kickboxer”, o ator e dublê Alain Moussi. Ele mesmo disponibilizou a identificação nas redes sociais. Veja abaixo. Moussi já apareceu antes nas séries da DC. Ele é dublê de cenas de ação de “Arrow”, que contém algumas das lutas mais intensas já mostradas numa produção de super-heróis. Seus próximos trabalhos no cinema são, como dublê, “X-Men: Fênix Negra” e, como ator, o terceiro longa da franquia “Kickboxer”. Já renovada para a 2ª temporada, “Titãs” estreia no Brasil em 11 de janeiro, via Netflix. Visualizar esta foto no Instagram. Well… cats out of the bag… or should I say the bat’s out of the cave lol • I share this one with my brother from another mother @maximsavarias ? We both had the honor of wearing Batman’s mask in the season finale of @dcutitans ? Got some fun behind the scenes coming soon ? . . . . . #imbatman #dcutitans #dcu #titans #batman #darkknight Uma publicação compartilhada por Alain Moussi (@alainmoussi) em 17 de Dez, 2018 às 8:58 PST

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  • Série

    Stargirl: Nova série da DC Comics escala trio de supervilões

    21 de dezembro de 2018 /

    A plataforma DC Universe anunciou os antagonistas de “Stargirl”. Os super-heróis da Sociedade da Justiça da América vai enfrentar ninguém menos que a Sociedade da Injustiça, formada por supervilões clássicos dos quadrinhos. E três desses personagens já tiveram seus intérpretes anunciados. Os nomes confirmados até o momento são Joy Osmanski (“Santa Clarita Diet”) como Tigresa, Neil Hopkins (“Matador”) como Mestre dos Esportes e Nelson Lee (“Blade: The Series”) como Rei Dragão. Veja as imagens abaixo. A Sociedade da Injustiça foi o primeiro grupo de supervilões dos quadrinhos, criado em 1947 por Sheldon Mayer e Bob Kanigher. A formação mais recente foi introduzida em 2005 com a motivação, justamente, de raptar Stargirl. “Stargirl” está sendo desenvolvida por Geoff Johns, um dos criadores da série “The Flash” e que também criou a própria personagem nos quadrinhos em 1999, inspirado em sua irmã, morta num acidente aéreo três anos antes. A super-heroína do título será vivida por Brec Bassinger (“The Goldbergs”). Na trama, Courtney é uma jovem adolescente que, ao descobrir os seus poderes, tenta juntar um grupo de super-heróis e salvar o mundo de uma ameaça que vem direto do passado. O elenco também inclui Joel McHale (“Community”) como Starman, Henry Thomas (“The Haunting of Hill House”) como Doutor Meia-Noite, Brian Stapf (“Valor”) como Pantera e Lou Ferrigno Jr. (“S.W.A.T.”) como Homem-Hora, além de Yvette Monreal (de “Matador” e do vindouro “Rambo 5”) e Christopher James Baker (“True Detective” e “Ozark”) em papéis não divulgados. Prevista para agosto, “Stargirl” será lançada no serviço de streaming DC Universe após as novas séries da “Patrulha do Destino” e do “Monstro do Pântano”.

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  • Etc,  Série

    Darren Criss anuncia que não vai mais interpretar personagens gays

    21 de dezembro de 2018 /

    O ator Darren Criss, que ficou conhecido ao interpretar dois personagens gays: o estudante-cantor Blaine Anderson, em “Glee”, e o serial killer Andrew Cunanan, de “The Assassination of Gianni Versace: American Crime Story”, papel que lhe rendeu um Emmy em 2018, decidiu que não vai mais interpretar personagens homossexuais. Em entrevista ao site Bustle, ele justificou a decisão afirmando que quer que atores LGBTQ tenham mais oportunidades. “Eu quero me certificar de que não serei mais um rapaz hétero tirando papéis de atores homossexuais”, explicou. A justificativa reflete um debate atual em Hollywood, sobre o fato de atores heterossexuais terem liberdade para interpretar personagens gays, mas o contrário não seria comum. Atores assumidamente homossexuais teriam dificuldade para serem escalados como interesses românticos de mulheres e papéis heterossexuais no geral. Essa teoria, claro, não leva em conta os astros do passado de Hollywood, como Rock Hudson, Sal Mineo e Montgomery Cliff, que viveram machões enquanto mantinham suas vidas pessoais trancadas no armário.

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  • Série

    Russian Doll: Nova série de Natasha Lyonne ganha teaser e primeiras fotos

    21 de dezembro de 2018 /

    A Netflix divulgou as primeiras fotos e um teaser para anunciar a data de estreia de “Russian Doll”. nova série de Natasha Lyonne (“Orange Is the New Black”). Na trama de comédia, ela vive Nadia, que embarca numa jornada – aparentemente inevitável – como a convidada de honra de uma festa na cidade de Nova York. Além de estrelar, Lyonne criou a atração em parceria com a atriz Amy Poehler (“Parks and Recreation”) e a cineasta Leslye Headland (“Quatro Amigas e um Casamento”). O elenco também inclui Greta Lee (“High Maintenance”), Yul Vazquez (“Narcos: México”), Elizabeth Ashley (“Treme”) e Charlie Barnett (“Chicago Fire”), além de participações de Chloë Sevigny (“Bloodline”), Dascha Polanco (“Orange Is the New Black”), Rebecca Henderson (“Westworld”), Jeremy Bobb (“The Knick”) e Ritesh Rajan (“Stitchers”). A estreia está marcada para o dia 1° de fevereiro.

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  • Série

    The Walking Dead revela nova vilã no primeiro teaser dos próximos capítulos

    21 de dezembro de 2018 /

    Depois de apresentar os pôsteres, o canal pago AMC divulgou o primeiro teaser de “The Walking Dead” centrado na líder dos Sussurradores, os vilões que ganharão ainda mais destaque na segunda metade da 9ª temporada. A prévia oferece um bom close em Alpha (Samantha Morton, de “Minority Report”), que chefia o bando, costurando e vestindo uma máscara de pele de zumbi – ao melhor estilo Leatherface (“Massacre da Serra-Elétrica”)! Os Sussurradores têm este nome pela forma como sobrevivem ao apocalipse zumbi. Trajando peles de zumbis, caminham em meio aos infectados e comunicam-se apenas por sussurros, conduzindo hordas de mortos-vivos em ataques contra comunidades para ficar com os espólios. Além de Alpha, o grupo destaca o segundo em comando Beta (Ryan Hurst, de “Sons of Anarchy”) e Lydia (Cassady McClincy, de “Castle Rock”), a filha adolescente de Alpha. Ainda sem título, o próximo episódio de “The Walking Dead” vai ao ar apenas em 10 de fevereiro. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Fox.

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  • Série

    Final de Unbreakable Kimmy Schmidt ganha primeiro teaser e fotos

    21 de dezembro de 2018 /

    A Netflix divulgou um teaser e as primeiras fotos da segunda metade da 4ª temporada de “Unbreakable Kimmy Schmidt”, que marca o final da série. Kimmy (Ellie Kemper), Titus (Tituss Burgess), Jacqueline (Jane Krakowski), Lillian (Carol Kane) e Mimi Kanasis (Amy Sedaris) estão nas fotos, enquanto o vídeo é a abertura de um sitcom fictício dos anos 1990, intitulado “Magic Boy”, que destaca Titus Andromedon. Confira abaixo. Criada por Tina Fey e Robert Carlok, ambos de “30 Rock”, “Unbreakable Kimmy Schmidt” gira em torno da personagem do título, vivida por Ellie Kemper, que passou boa parte da vida trancada num bunker, achando que o mundo tinha acabado. Após ser resgatada, ela se sente grata pelo apocalipse não ter acontecido e, com sua ingenuidade cativante, adota uma postura extremamente otimista, mesmo diante das maiores dificuldades, ao se mudar para Nova York com o objetivo de retomar sua vida. Primeira sitcom de meia hora da Netflix, “Unbreakable Kimmy Schmidt” se tornou um dos programas mais aclamados da plataforma de streaming. Até o momento, ganhou 16 indicações ao Emmy, incluindo como Melhor Série de Comédia para suas três primeiras temporadas. A comédia também entrou rapidamente no zeitgeist com paródias da cultura pop e canções como “Pinot Noir” que acumulam seguidores nas redes sociais. Os últimos episódios de “Unbreakable Kimmy Schmidt” chegam na Netflix no dia 25 de janeiro de 2019.

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  • Série

    Trailer de 4 minutos antecipa final emocionante da série Gotham

    21 de dezembro de 2018 /

    A rede americana Fox divulgou um trailer de 4 minutos da 5ª temporada de “Gotham”, que irá encerrar a série. A prévia começa com uma pequena recapitulação, mas a maioria das suas cenas são inéditas e emocionantes, revelando o retorno dos personagens que ficaram à beira da morte ou tiveram suas histórias interrompidas na temporada anterior. Criada por Bruno Heller (criador também da série “Mentalist”), a produção acompanha o começo da carreira do futuro Comissário Gordon (Ben McKenzie) em seus primeiros dias como detetive policial em Gotham City, e a adolescência de Bruce Wayne (David Mazouz), logo após o assassinato de seus pais. A série também mostra a juventude do Pinguim (Robin Lord Taylor), da Mulher Gato (Camren Bicondova) e do Charada (Cory Michael Smith), revelando os eventos que os transformaram nos vilões dos quadrinhos. Além desse elenco central conhecido, as cenas também destacam a introdução do vilão Bane, que será vivido por Shane West (“Nikita”, “Salem”), e sugerem a transformação definitiva de Jeremiah Valeska (Cameron Monaghan) no Coringa, durante uma luta contra Bruce Wayne. Com a premissa de “Terra de Ninguém” (No Man’s Land no original), título de um crossover dos quadrinhos de Batman, a reta final ainda vai mostrar a cidade sitiada, após a destruição de suas pontes, fazendo com que inimigos precisem se unir para impedir o caos. Os 12 episódios finais de “Gotham” estreiam em 3 de janeiro nos Estados Unidos.

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    Daniela Mercury lança clipe de música inspirada pelo filme Pantera Negra

    21 de dezembro de 2018 /

    Daniela Mercury liberou nesta sexta-feira (21/12) o clipe de “Pantera Negra Deusa”, música lançada na semana da Consciência Negra e que celebra a África real e fictícia, e sua ligação com o Brasil. A letra cita Mandela, o líder político da África do Sul, e Wakanda, o país do super-herói da Marvel que batiza a canção. “Ilê Pantera Negra diga diga diga onde é Wakanda. Wakanda é aqui”, celebra a cantora, fazendo uma analogia sobre o empoderamento negro em todo o mundo, que se manifesta no clipe com a combinação de dançarinas em trajes africanos e o cenário do Museu de Arte Moderna da Bahia, numa fusão de tradição e futurismo, como a estética do filme “Pantera Negra”. O clipe tem alguns convidados, como a youtuber Tia Má e seu filho Aladê Koman, e direção de Chico Kertész, do documentário “Axé: Canto do Povo de um Lugar” (2016). Se a letra sugere uma antítese de “Haiti”, de Caetano e Gil, o lyric vídeo (vídeo com letra) lançado 24 horas antes do clipe oficial, lembrou que aqui, na verdade, é mesmo o Brasil, usando a música para homenagear a vereadora Marielle Franco, “deusa do ébano”, na descrição lírica, que foi executada no Rio de Janeiro há nove meses. Veja os dois vídeos abaixo.

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    Donald Moffat (1930 – 2018)

    21 de dezembro de 2018 /

    Morreu o veterano ator Donald Moffat, que fez sucesso na Broadway, no cinema e na televisão. Ele morreu na quinta-feira (20/12) em Sleepy Hollow, Nova York, aos 87 anos, após complicações de um derrame recente. Durante a longa carreira, que durou quase 50 anos, ele apareceu em 80 peças teatrais, dirigiu outras 10, fez 70 filmes e telefilmes e pelo menos 60 episódios de séries televisivas. Moffat nasceu em Plymouth, na Inglaterra, e se mudou para os EUA aos 26 anos. Ele começou sua trajetória no teatro e chegou a ser indicado ao prêmio Tony de Melhor Ator em 1967. A essa altura, já tinha uma década de experiência, tanto nos palcos quanto na televisão. Sua primeira participação televisiva foi num episódio da série noir “Cidade Nua”, em 1958. A estreia no cinema, porém, só foi acontecer depois da consagração teatral. Seu primeiro papel veio em “Rachel, Rachel” (1968), que também marcou o debut do astro Paul Newman como diretor. Durante os anos 1970, alternou aparições em episódios de séries clássicas, como “Missão Impossível”, “Lancer”, “Chaparral”, “Bonanza”, “Galeria do Terror”, “Gunsmoke”, “Tempera de Aço”, “O Homem de Seis Milhões de Dólares”, “Os Waltons” e “Os Pioneiros”, antes de ser escalado em seu primeiro papel fixo numa série, como o androide Rem na cultuada sci-fi “Fuga das Estrelas” (Logan’s Run), versão televisiva do filme “Fuga no Século 23” (1976). Paralelamente, caprichou em sua seleção de personagens em filmes icônicos, incluindo “R.P.M.: Revoluções por Minuto” (1970), de Stanley Kramer, o western “Sem Lei e Sem Esperança” (1972), de Philip Kaufman, a sci-fi “O Homem Terminal” (1974), de Mike Hodges, e o desastre clássico “Terremoto” (1974), de Mark Robson. O auge da carreira cinematográfica aconteceu na década de 1980, inaugurada por “Política do Corpo e Saúde” (1980), de Robert Altman. Em seguida, ele participou de dois dos filmes mais comentados do período. Viveu o comandante de uma estação de pesquisa antártica na cultuada sci-fi de terror “O Enigma de Outro Mundo” (The Thing, 1982), de John Carpenter, e roubou a cena como o vice-presidente Lyndon B. Johnson em “Os Eleitos” (The Right Stuff, 1983), seu segundo filme dirigido por Philip Kaufman, sobre o início do programa espacial americano. Os dois papéis foram sucedidos por uma enxurrada de trabalho. Moffat participou de um arco em “Dallas”, mas quase não teve tempo de fazer TV, brilhando em filmes diversos, do drama “A Baía do Ódio” (1985), de Louis Malle, ao trash “O Monstro do Armário” (1986). Ele retomou sua parceria bem sucedida com Kaufman em outro longa cultuado, “A Insustentável Leveza do Ser” (1988), e continuou acumulando obras de mestres do cinema. Vieram “Muito Mais que um Crime” (1989), de Costa-Gavras, “A Fogueira das Vaidades” (1990), de Brian De Palma, “Uma Segunda Chance” (1991), de Mike Nichols, “A Fortuna de Cookie” (1999), de Robert Altman, sem esquecer o papel de presidente corrupto dos Estados Unidos em “Perigo Real e Imediato” (1994), de Phillip Noyce, entre uma variedade de títulos. Em 2000, ele entrou em “Bull”, primeira série do canal pago TNT, focada no mercado financeiro. Mas a experiência se provou amarga. A série foi cancelada na metade da 1ª temporada e ele só fez mais três trabalhos depois disso – o telefilme esportivo “A História de um Recorde” (2001) e episódios individuais de “West Wing” (em 2003) e “Law & Order: Trial by Jury” (em 2005).

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