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    David McCallum, astro de “O Agente da UNCLE” e “NCIS”, morre aos 90 anos

    25 de setembro de 2023 /

    O ator escocês David McCallum, que marcou época na TV ao interpretar o agente secreto Illya Kuryakin na série clássica “O Agente da U.N.C.L.E.” e o médico legista Donald “Ducky” Mallard na atual “NCIS”, faleceu nesta segunda-feira (25/9) aos 90 anos. O ator morreu de causas naturais no Hospital NewYork-Presbyterian, cercado por sua família, conforme anunciado por um porta-voz da rede CBS. Nascido em Glasgow em 19 de setembro de 1933, McCallum era filho de uma violoncelista, e de um violinista e líder de orquestra. A família mudou-se para a Inglaterra em 1936, quando seu pai foi contratado para conduzir a London Philharmonic. Embora seus pais desejassem que ele seguisse uma carreira na música, McCallum decidiu se tornar ator.   Início da carreira no cinema Ele fez sua estreia no cinema britânico no final dos anos 1950 e se casou com a atriz Jill Ireland em 1957, após se conhecerem nas filmagens de “Na Rota do Inferno” no mesmo ano. O casamento durou uma década, até que Ireland o deixou pelo ator Charles Bronson. McCallum foi para Hollywood no começo dos anos 1960 e acabou escalado em filmes de sucesso, como “Freud – Além da Alma” (1963), de John Huston, e principalmente “Fugindo do Inferno” (1963), estrelado por Steve McQueen. A trama envolvia a fuga de um campo de concentração nazista e ator britânico acabou ganhando destaque na trama, como líder de uma das equipes encarregada de executar o plano ousado. Em seguida, ele entrou no épico sobre Jesus Cristo, “A Maior História de Todos os Tempos” (1964), de George Stevens, no qual interpretou Judas, aumentando ainda mais seu reconhecimento.   O fenômeno de “O Agente da U.N.C.L.E.” Em ascensão em Hollywood, ele mudou completamente o rumo de sua carreira ao decidir assumir o papel do espião russo-americano Illya Kuryakin em “O Agente da U.N.C.L.E.” (The Man From U.N.C.L.E.), que foi ao ar de 1964 a 1968. O programa foi muito mais que um sucesso instantâneo. Verdadeiro fenômeno cultural, a série inspirada nos filmes de 007 transformou McCallum numa celebridade internacional. Mas seu êxito não foi casual. O próprio criador do agente 007, Ian Fleming, contribuiu para a criação do “O Agente da U.N.C.L.E.” – antes de ganhar o título pelo qual ficou conhecida, a produção tinha como nome provisório “Ian Fleming’s Solo”, além de girar em torno de um personagem introduzido em “007 Contra Goldfinger” (1964), Napoleon Solo. Robert Vaughn (1932–2016) viveu Solo, um agente secreto americano, que realizava missões ao lado de um aliado russo, Illya Kuryakin (McCallum), o que era completamente inusitado na época da Guerra Fria. Assim como nos filmes de 007, a série era repleta de supervilões e mulheres lindas de minissaia. E fez tanto sucesso que virou franquia, rendendo livros, quadrinhos, brinquedos, telefilmes e um spin-off, a série “A Garota da UNCLE”, estrelada por Stefanie Powers (“Casal 20″), cuja personagem também foi criada por Ian Fleming. O padrão de qualidade da produção era tão elevado que os produtores resolveram realizar episódios especiais de duas horas, como filmes. Exibidos em duas partes na TV americana, esses episódios foram realmente transformados em filmes para o mercado internacional. Para ampliar o apelo, ainda ganhavam cenas inéditas e picantes. Um desses telefilmes de cinema, por exemplo, incluiu participação exclusiva para a tela grande da belíssima Yvonne Craig, um ano antes de a atriz virar a Batgirl na série “Batman”, como uma atendente desinibida de missões da UNCLE, em aparições completamente nua. Além disso, Vaughan e McCallum ainda viveram Solo e Kuryakin em outras produções, como a comédia “A Espiã de Calcinhas de Renda” (1966), estrelada por Doris Day, e a sitcom “Please Don’t Eat the Daisies” (1965-1967). E voltaram a se reencontrar num telefilme de 1983, “A Volta do Agente da U.N.C.L.E.”. No auge de sua fama na década de 1960, McCallum ainda aproveitou para gravar quatro álbuns para a Capitol Records. Mas não como cantor. Em vez disso, o músico de formação clássica apresentava interpretações instrumentais de sucessos da época. Ele só veio a cantar num disco de 1996, intitulado “Open Channel D”, em referência a um bordão de “O Agente da U.N.C.L.E.”.   Outras séries clássicas Após o fim da atração de espionagem, McCallum continuou a estrelar séries de sucesso. Uma das mais lembradas é “Colditz” (1972-1974), drama da BBC sobre prisioneiros de guerra, originalmente concebida como minissérie e que foi estendido em duas temporadas. Na trama, ele basicamente reviveu seu papel em “Fugindo do Inferno”, organizando uma grande fuga de campo de concentração. O ator também foi “O Homem Invisível” (The Invisible Man), numa série de 1975, e escrelou “Sapphire & Steel” (1979-1982), uma série britânica de ficção científica, ao lado de Joanna Lumley (“Absolutely Fabulous”). Depois disso, voltou a se encontrar com Robert Vaughn ao fazer uma participação especial em “Esquadrão Classe A”, que foi ao ar em 1986. Ele também apareceu em “Assassinato por Escrito, “SeaQuest 2032”, “Babylon 5”, “Law & Order” e até em “Sex and the City”, além de estrelar o thriller cibernético “VR.5”, primeira série sobre realidade virtual, de 1995 a 1997.   O fenômeno de NCIS Em 2003, ele entrou em “NCIS”, onde deu vida a Ducky em todas as 20 temporadas da série, o equivalente a mais de 450 episódios, além de aparecer em derivados como “NCIS: Los Angeles” e videogames. Para viver o especialista em autópsias com um diploma em psicologia da Universidade de Edimburgo, McCallum aprendeu a realizar autópsias reais e frequentou convenções para médicos legistas. Os produtores executivos de “NCIS”, Steven D. Binder e David North, declararam: “Por mais de 20 anos, David McCallum conquistou o público ao redor do mundo interpretando o sábio, peculiar e, às vezes, enigmático Dr. Donald ‘Ducky’ Mallard. Ele era um estudioso e um cavalheiro, sempre cortês, um profissional consumado e nunca deixava passar a chance de uma piada.” Ele foi casado duas vezes. Depois de se separar de Jim Ireland, casou-se com a modelo Katherine Eaton Carpenter em 1967, com que viveu até seus últimos dias. Teve quatro filhos e oito netos.

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    Com ingressos gratuitos, “Som da Liberdade” lidera bilheterias no Brasil

    25 de setembro de 2023 /

    O filme “Som da Liberdade” liderou as bilheterias do Brasil em sua estreia, desbancando “A Freira 2” com R$ 5,77 milhões em ingressos vendidos nos cinemas brasileiros no fim de semana, segundo dados da Comscore. O detalhe é que os ingressos não foram vendidos para as 242 mil pessoas que assistiram ao filme entre quinta-feira e domingo (24/9). Eles foram pagos por alguém não identificado e dados para o público. Tanto o site da produtora Angel Studios como o da distribuidora Paris Filmes distribuíram vários ingressos sem necessidade de pagamento, “graças à generosidade de outras pessoas”, segundo declararam publicamente. A produtora cristã teria usado a mesma estratégia nos Estados Unidos para alavancar as bilheterias norte-americanas. No Brasil, filmes ligados à Igreja Universal, como “Os Dez Mandamentos” e “Nada a Perder”, foram acusados de seguir a mesma tática, após denúncias de sessões vazias em que todos os ingressos tinham sido vendidos. As pessoas generosas que bancaram a ida do público ao cinema não foram identificadas. Mas o filme ganhou campanha aparentemente espontânea da produtora Brasil Paralelo, maior especialista no país na produção de vídeos baseados em teorias de conspiração e “desinformação”, que teve seu canal desmonetizado pelo YouTube a pedido do TSE durante as últimas eleições. A Brasil Paralelo também distribuiu ingressos para o filme e depois alardeou seu “sucesso” nas bilheterias.   Sucesso polêmico O sucesso norte-americano de “Som da Liberdade”, que retrata a vida de Tim Ballard, foi impulsionado principalmente pelo apoio de grupos da direita do país, que investiram no projeto e o divulgaram – incluindo uma exibição organizada por Donald Trump. Mesmo sendo lançado sem o apoio de grandes estúdios, o longa conseguiu grande sucesso, em parte devido ao seu alinhamento com visões de mundo propagadas por teorias da conspiração como QAnon – o principal delírio da extrema direita dos EUA. A trama se concentra na busca implacável de Ballard para reunir uma família separada pelo tráfico de pessoas. Inicialmente, ele resgata um menino chamado Miguel na fronteira entre os EUA e o México e, posteriormente, descobre que a irmã de Miguel ainda está desaparecida. Isso o leva a Cartagena, onde ele planeja uma operação ousada para resgatar a menina. O filme inclui uma cena de epílogo com imagens em preto e branco da operação real de Ballard, embora essa cena seja seguida por uma controversa cena de créditos intermediários que tem sido criticada por seu caráter manipulativo, com o objetivo de alimentar questões de guerra cultural. Como cinema, trata-se de um thriller convencional de ação ao estilo dos longas dos anos 1990, quando americanos heroicos invadiam repúblicas de bananas da América do Sul para fazer Justiça com as próprias mãos. É basicamente a premissa do primeiro filme da franquia “Os Mercenários” e do último filme de Rambo. O que há de diferente é a questão do tráfico de crianças, mostrado de forma apelativa e relacionando às teorias da direita extrema. Após o lançamento do filme, sete mulheres denunciaram o verdadeiro Tim Ballard por abuso sexual. Elas afirmaram que Ballard usava a desculpa de combate ao tráfico infantil para convencê-las a se passar por suas esposas em missões de infiltração, obrigando-as a ter relações sexuais.

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  • Filme

    “Mercenários 4” tem pior estreia da franquia e perde para “A Freira 2” nos EUA

    24 de setembro de 2023 /

    “Mercenários 4” teve uma estreia decepcionante na América do Norte. A produção da Lionsgate arrecadou US$ 8,3 milhões entre sexta e domingo (24/9), marcando o pior desempenho de abertura da franquia liderada por Sylvester Stallone e Jason Statham. Com isso, foi superado por “A Freira 2”, que continua dominando as bilheterias de setembro. O filme de ação foi exibido em 3,4 mil cinemas e tinha uma estimativa de arrecadação na faixa de US$ 15 milhões para o fim de semana. O lançamento custou US$ 100 milhões para ser produzido e é o primeiro filme da franquia após quase uma década, seguindo “Mercenários 3” de 2014, que arrecadou US$ 15,8 milhões em seu fim de semana de estreia e acumulou um total de US$ 214 milhões mundiais. À frente de “Mercenários 4”, “A Freira 2” adicionou US$ 8,4 milhões em seu terceiro fim de semana em cartaz, elevando seu total doméstico para quase US$ 70 milhões e mais de US$ 200 milhões mundiais.   O resto do Top 5 A bilheteria foi marcada por outros desempenhos fracos, como “A Noite das Bruxas” (US$ 6,3 milhões) e “O Protetor – Capítulo Final” (US$ 4,7 milhões). Em todo o mundo, os dois filmes estão com US$ 71,5 milhões e US$ 148,6 milhões, respectivamente. O Top 5 se completa com o fenômeno “Barbie”, que faturou mais US$ 3,2 milhões. A produção da Warner Bros. já soma US$ 630,4 milhões na América do Norte e US$ 1,4 bilhão mundial. O fim de semana registrou uma das piores vendas de ingressos do ano, com um total de US$ 51,7 milhões, o mais baixo até agora em 2023.   Trailers Confira abaixo os trailers dos 5 filmes mais vistos nos EUA e Canadá no fim de semana.   1 | A FREIRA 2   2 | OS MERCENÁRIOS 4   3 | A NOITE DAS BRUXAS   4 | O PROTETOR: CAPÍTULO FINAL   5 | BARBIE

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  • Filme

    Russell Brand se defende de acusações de abuso sexual com teoria de conspiração

    23 de setembro de 2023 /

    O comediante e ativista de direita Russell Brand rompeu o silêncio em um vídeo após ser acusado de estupro e violência sexual. No vídeo publicado em suas redes sociais, Brand ignorou as acusações, preferindo em vez disto apostar em teoria de conspiração, criticando conglomerados de tecnologia por tentarem silenciá-lo. Ele se considera mídia independente. “Obviamente, essa não tem sido a melhor das semanas”, afirmou Brand. Desde que as acusações vieram à tona, seu canal no YouTube foi desmonetizado e programas exibidos pela BBC e Channel 4 foram retirados das respectivas plataformas. A nova turnê de comédia do artista também foi cancelada. No vídeo, Brand descreveu a semana como “extraordinária e angustiante” e agradeceu aos fãs pelo “apoio e por questionarem as informações que lhes foram apresentadas”.   Acusação e conspiração Ele foi acusado por quatro mulheres de alegações que variam de estupro a assédio sexual, em uma investigação conjunta de quase cinco anos realizada pelos jornais The Times e Sunday Times e a emissora Channel 4. Brand descreveu os jornais e a TV como “essas organizações”, que em sua visão colaboram “na construção de narrativas”. Ele prometeu novos vídeos em que continuará ignorando as acusações para explorar temas que seu público de extrema direita adora, como “o estado profundo, o complexo industrial-militar, grandes farmacêuticas, corrupção e censura na mídia”. Anteriormente, o ator negou qualquer ato criminoso e afirmou que todos os seus relacionamentos foram consensuais. Entre as acusadoras, há uma jovem que diz que, quando tinha 16 anos, o ator enviava um carro para buscá-la na escola e levá-la até sua casa para sexo. Em outro caso, uma mulher o acusou de tê-la estuprado em sua casa em Los Angeles. As mulheres expuseram estupro, abusos e assédios do ator entre 2006 e 2013, época em que o ator se tornou conhecido por filmes de Hollywood, como “Ressaca de Amor”, “Arthur, o Milionário Irresistível” e “Rock of Ages: O Filme”, e por ter se casado com a cantora americana Katy Perry por apenas 14 meses.   Nova denúncia Após a repercussão das denúncias, a polícia de Londres revelou ter recebido uma nova denúncia de agressão sexual de uma quinta mulher. Veja abaixo os vídeos do ator e da investigação divulgada pelo grupo jornalístico Times. So… pic.twitter.com/UXxQqQukDb — Russell Brand (@rustyrockets) September 22, 2023

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  • Série

    Série derivada de “A Escolha Perfeita” é cancelada após uma temporada

    23 de setembro de 2023 /

    A plataforma de streaming Peacock cancelou a série “Pitch Perfect: Bumper in Berlin”, baseada na trilogia de filmes musicais “A Escolha Perfeita”. A série acompanhava as aventuras musicais de Bumper Allen (novamente interpretado por Adam Devine) na Alemanha. A trama da série se passava alguns anos após os eventos mostrados nos filmes e seguia Allen até a Alemanha, após ele descobrir que era uma sensação no TikTok no país, visando aproveitar sua fama para tentar se transformar em uma verdadeira estrela musical.   Série estava renovada “Bumper In Berlin” teve um começo forte para Peacock, marcando a maior estreia de comédia da história do streamer. Por conta disso, foi rapidamente renovada para a 2ª temporada. Entretanto, as greves simultâneas de atores e roteiristas em Hollywood tem feito várias plataformas reverterem renovações. Manter cenários e elencos sem gravações se tornou muito caro após três meses de greves, o que tem resultado em cancelamentos inesperados. Foi o que aconteceu com a produção.   Produção e elenco “Pitch Perfect: Bumper in Berlin” foi criada por Megan Amram (“The Good Place”), que também atuava como produtora e showrunner da atração. A atriz e cineasta Elizabeth Banks, que estrelou e produziu os três filmes anteriores – e dirigiu um deles – também fazia parte da equipe da série. O elenco ainda contava com Jameela Jamil (“Mulher-Hulk: Defensora de Heróis”), Sarah Hyland (“Modern Family”), Diana Birenyte (“Babylon Berlin”) e Flula Borg, retomando o papel de Pieter Krämer em “A Escolha Perfeita 2”. A atração estreou em 23 de novembro passado nos EUA e ainda é inédita no Brasil. Veja abaixo o trailer.

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  • Série

    David Tennant volta a “Doctor Who” em novo trailer de especiais da série

    23 de setembro de 2023 /

    A rede britânica BBC divulgou um novo trailer com cenas de três especiais da série britânica “Doctor Who”, que contarão com a volta surpreendente de David Tennant ao papel-título da atração. Os especiais marcarão os 60 anos da produção, que surgiu em 1963, foi resgatada em 2005 e até hoje é um sucesso na TV do Reino Unido.   Participações especiais David Tennant estrelou “Doctor Who” do final da 1ª temporada do revival de 2005 até a 4ª temporada completa, e teve a companhia de Donna Noble, personagem de Catherine Tate, a partir do terceiro ano da produção. Ela também aparece no trailer, 12 anos após sua última aparição na série – no especial de Ano Novo de 2010. O detalhe é que, na trama, o Doutor apagou a memória de Donna, que morreria se lembrasse de suas aventuras a bordo da Tardis. Na prévia, ele diz que talvez não consiga salvá-la novamente, enquanto é ameaçado pelo poderoso vilão vivido por Neil Patrick Harris (“How I Met Your Mother”) – o Fabricante de Brinquedos (The Toymaker), visto pela última vez em 1966. Quem também está de volta é Jemma Redgrave, reprisando seu papel icônico como Kate Lethbridge-Stewart, líder da UNIT, agência britânica criada para lidar com ameaças extraterrestres na Terra.   Mudanças da 14ª temporada Apesar dos especiais comemorativos, Tennant não deve permanecer muito tempo como Doutor. Ncuti Gatwa (o Eric de “Sex Education”) vai assumir o papel logo no começo da 14ª temporada, prevista para ir ao ar em 2024. O artifício narrativo que justifica as mudanças de intérpretes é simples: sempre que o Doutor é ferido de morte, ele(a) se transforma em outra pessoa, ganhando não apenas nova aparência, mas também um nova personalidade, ainda que mantenha intacta toda a sua memória. O truque foi a forma encontrada pelos produtores para continuar a série quando William Hartnell (1908–1975), o primeiro astro de Doctor Who, resolveu largar o papel na metade da 4ª temporada original (exibida em 1966). A volta de Tennant tem um significado simbólico por ressaltar uma mudança nos bastidores da produção. O produtor-roteirista Russell T. Davis, responsável pelo relançamento da série clássica em 2005, está retomando o comando da atração e convenceu o ator a reviver sua participação histórica para marcar sua chegada. Tennant aparecerá como o protagonista a partir de novembro de 2023, no episódio “Star Beast”. Ainda não está claro qual plataforma exibirá os especiais no Brasil. Vale lembrar que em outubro passado a Disney fechou acordo com a BBC para exibir a 14ª temporada de “Doctor Who” em seu serviço de streaming em todo o mundo. Mas os especiais são capítulos avulsos. “Doctor Who” tem seus episódios mais recentes disponíveis na Globoplay.

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  • Série

    Jamie Lee Curtis faz lobby para entrar na série “One Piece”

    23 de setembro de 2023 /

    Jamie Lee Curtis declarou oficialmente sua intenção de pressionar a Netflix para um papel na 2ª temporada da adaptação live-action de “One Piece”. E o showrunner Matt Owens já se disse totalmente a favor da escalação. “Depois que a greve contra a ganância do AMTPT [associação que representa os estúdios de Hollywood] for resolvida com um contrato justo, farei lobby junto ao crescente frenesi dos fãs para me tornar a Doutor Kureha”, escreveu Curtis no Instagram. Isso atraiu uma resposta de Matt Owens nos comentários. “Querida mamãe, é por isso que lhe enviamos esse número! Não há necessidade de fazer lobby. Assim que conseguirmos o que merecemos e voltarmos ao trabalho, vamos conversar!” Renovada para a 2ª temporada na semana passada, a série é uma adaptação do popular mangá de Eiichiro Oda, que já rendeu um anime de mais de mil episódios. A trama gira em torno de uma caça ao tesouro de piratas. Quando estava para ser executado, o lendário Rei dos Piratas, Gold Roger, revelou ao mundo a existência da fortuna que mantinha em segredo, motivando a cobiça de dezenas que se lançam a sua caça, sonhando com fama e riqueza imensuráveis. Os protagonistas são um grupo desses aventureiros, os Piratas de Chapéu de Palha, liderado por Monkey D. Luffy, que além de buscar o tesouro também quer se consagrar como o novo rei dos piratas. O ator mexicano Iñaki Godoy (“Quem Matou Sara?”) interpreta Luffy e o elenco também destaca Mackenyu (“Samurai X: O Final”), Emily Rudd (trilogia “Rua do Medo”), Jacob Gibson (“Greanleaf”), Taz Skylar (“Villain”), Peter Gadiot (“Yellowjackets”), Stevel Marc (“O Mauritano”), Jacob Gibson (“Greenleaf”), McKinley Belcher III (“Ozark”) e Jeff Ward (“Agents of Shield”). Curtis gostaria de interpretar a Dra. Kureha, também chamada de “bruxa”, que tem o rosto de uma mulher idosa e o corpo de uma jovem. A personagem deverá ter destaque na 2ª temporada, junto com o seu assistente, ex-veado (literalmente, veja para entender) e futuro pirata Tony Tony Chopper. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Jamie Lee Curtis (@jamieleecurtis)

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    Remake de “Elas por Elas” contará trama censurada em 1982

    23 de setembro de 2023 /

    O remake da novela “Elas por Elas” não será igual ao de “Pantanal”, que seguiu muito de perto a trama original. Desta vez, a Globo vai diferenciar a novela com uma reviravolta narrativa a partir do 100º capítulo, que passará a apresentar uma história inédita para o público. Os autores Alessandro Marson e Thereza Falcão ( “Nos Tempos do Imperador”) decidiram desenvolver um enredo do autor original, Cassiano Gabus Mendes, que foi censurado pela ditadura em 1982, envolvendo os personagens Jonas (Mateus Solano) e Adriana (Thalita Carauta). O conservadorismo da ditadura era tanto que uma história de amor, hoje banal, foi considerada imprópria pelos censores. A grande ironia é que as cenas censuradas na novela original das 19h serão agora exibidas às 18h sem qualquer problema.   Contexto histórico Na versão resgatada da trama censurada em 1982, Jonas, que é casado com Helena (Isabel Teixeira), irá morar com Adriana após deixar a esposa. Vale lembrar o contexto histórico da época. A começar pelo fato de o divórcio só ter virado lei no Brasil em 1977, mesmo assim sob forte pressão contrária dos defensores dos valores da família, e permitido apenas para desquitados (já separados) e somente uma vez – a situação legal do divórcio de hoje é da Constituição de 1988. Naqueles tempos, os defensores da moral e dos bons costumes achavam um escândalo um homem se separar de uma mulher e depois viver com outra. Para completar, havia ainda outro complicador na história. Jonas tinha um filho com Helena, Giovanni (Filipe Bragança), que acaba se apaixonando por Isis (Rayssa Bratillieri), filha de Adriana. As faíscas desse namoro juvenil são um dos destaques da produção.   Elenco e direção “Elas por Elas” gira em torno de sete mulheres de mais de 40 anos com diferentes personalidades, num reencontro depois de mais de duas décadas afastadas. As sete protagonisas são interpretadas por Maria Clara Spinelli (“A Força do Querer”), Karine Teles (“Manhãs de Setembro”), Deborah Secco (“Salve-se Quem Puder”), Késia Estácio (“O Silêncio da Chuva”), Mariana Santos (“Cara e Coragem”) Isabel Teixeira (“Pantanal”) e Thalita Carauta (“Todas as Flores”). O elenco ainda vai contar com Lázaro Ramos (“Mister Brau”) como o detetive atrapalhado Mário Fofoca, Mateus Solano (“Amor à Vida”) como Jonas e o retorno de Cassio Gabus Mendes (“Vale Tudo”) no papel do vilão Otávio. Já a direção artística é de Amora Mautner (“Vamp”). “Elas por Elas” estreia nesta segunda (25/9) no horário das 18h na Globo.

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  • Série

    Pior vilão retorna no trailer do final de “Fear the Walking Dead”

    23 de setembro de 2023 /

    O canal pago americano AMC divulgou o pôster e o trailer dos episódios finais de “Fear The Walking Dead”, que trazem muitas surpresas, desde um reencontro de sobreviventes do apocalipse zumbi até a volta do pior vilão da série, o paramilitar Troy, vivido por Daniel Sharman na 3ª temporada. Na prévia, Troy retorna de sua aparente morte para confrontar Madison (Kim Dickens) com o braço mecânico de sua filha Alicia (Alycia Debnam-Carey), cujo destino nunca ficou claro em sua despedida da trama na temporada passada. Detalhe: o nome de Alycia Debnam-Carey está listado no elenco de um dos primeiros episódios da reta final. A trama vai encontrar Madison tentando transformar Padre no porto seguro que seu antigo estádio deveria ser, após expulsar Shrike (Maya Eshet) e assumir o controle da ilha. Mas, ao fazê-lo, o local torna-se um alvo, à medida que a notícia de um oasis de recursos se espalha, atraindo atenção indesejada que coloca Padre novamente em perigo. A segunda parte da 8ª e última temporada de “Fear the Walking Dead” estreia em 22 de outubro nos EUA e no mesmo mês no Brasil, no canal pago AMC Brasil.

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    As 10 melhores estreias de streaming da semana

    22 de setembro de 2023 /

    A seleção abaixo reúne seis séries e quatro filmes que se destacaram entre as estreias de streaming desta semana. A temporada final de “Sex Education” na Netflix e a surpreendente sci-fi “Ninguém Vai Te Salvar” na Star+ são os principais títulos da programação, que ainda tem série derivada da franquia “John Wick”, animação baseada em curta premiado no Oscar e a volta de “American Horror Story”. Confira abaixo as dicas para assistir em casa.   SEX EDUCATION 4 | NETFLIX   Muita coisa aconteceu desde que Otis (Asa Butterfield), então um adolescente virgem, percebeu que todos os anos embaraçosos em que viveu com sua mãe, uma terapeuta sexual, podiam ajudá-lo a se tornar popular e ainda ganhar dinheiro em sua escola do interior do Reino Unido. Coagido por Maeve (Emma Mackey), a bad girl do colégio, e apoiado por seu melhor amigo e gay assumido Eric (Ncuti Gatwa), ele virou uma lenda por sua consultoria sexual para adolescentes inexperientes. Mas a liberalidade sexual dos estudantes logo se provou demais para os professores puritanos, e a diferença de sensibilidades culminou num escândalo comunitário no final da temporada passada. Agora, depois da façanha de fecharem seu próprio colégio, os alunos da escola Moordale começam a 4ª e última temporada se surpreendendo com a faculdade. A faculdade de Cavendish é um choque cultural para todos os alunos que pensavam que eram progressistas. A nova escola está em outro nível. Há aula de ioga diária no jardim comunitário, uma forte vibe de sustentabilidade e um grupo de crianças que são populares por serem… gentis. Viv (Chinenye Ezeudu) está totalmente chocada com a abordagem não competitiva liderada por estudantes da escola, enquanto Jackson (Kedar Williams-Stirling) ainda está lutando para superar Cal (Dua Saleh). Aimee (Aimee Lou Wood) tenta algo novo fazendo um curso de arte avançado e Adam (Connor Swindells) discute se a educação regular é para ele. Para completar, a Dra. Milburn (Gillian Anderson) enfrenta uma nova rotina com o nascimento de seu novo filho, e Otis e Maeve tentam um relacionamento à distância, após ela seguir para uma universidade americana. Enfim, tudo parece diferente, exceto a jaqueta de Otis, que é a mesma desde o começo da série. Mas apenas parece. A verdade é que, ao longo de suas quatro temporadas, “Sex Education” nunca mudou: segue espirituosa, calorosa, inclusiva, generosa em espírito e simpática até nas fraquezas e falhas de seus personagens, mantendo o mesmo equilíbrio de alegria e melancolia que a transformou em uma das melhores séries sobre amadurecimento.   NINGUÉM VAI TE SALVAR | STAR+   O thriller de invasão alienígena traz Kaitlyn Dever (“Last Man Standing”) como uma jovem talentosa e criativa que se vê alienada de sua comunidade e acaba enfrentando sozinha visitantes extraterrestres em uma noite perturbadora. Na trama, ela encontra conforto em sua casa de infância até ser surpreendida por ruídos estranhos e intrusos decididamente não humanos. Perseguida dentro de casa e nas ruas, ela tenta fugir dos seres extraterrestres que ameaçam o futuro da humanidade, mas também a forçam a encarar seu passado. Pode parecer que a trama é conhecida, evocativa de “Sinais” (2002) e “Um Lugar Silencioso” (2018), por exemplo, só que não é. As reviravoltas levam o suspense de uma invasão em casa no campo para direções inesperadas. Direção e roteiro são de Brian Duffield, que chamou atenção com os roteiros de “A Babá” (2017) e “Amor e Monstros” (2020), e a direção de “Espontânea” (2020). Trata-se de mais um acerto do cineasta, que parece ter tendência para criar filmes cult.   AMERICAN HORROR STORY: DELICATE | STAR+   A Star+ disponibilizou de surpresa nesta sexta-feira (20/9) o primeiro episódio da 12ª temporada da série antológica de Ryan Murphy, sem nenhum aviso ou menção. Baseada no romance “Delicate Condition” de Danielle Valentine, a trama gira em torno de uma atriz, interpretada por Emma Roberts, dividida entre a carreira e o desejo de se tornar mãe. Porém, o seu sonho se torna um pesadelo quando a gravidez coincide com visões e paranoia, sendo convencida de que uma força sinistra está atuando ao seu redor. Descrita como uma “atualização feminista de ‘O Bebê de Rosemary'”, a história aborda temas de gravidez, maternidade, autonomia corporal das mulheres e o conceito do controle masculino sobre os corpos femininos. Além de Emma Roberts (“Amor com Data Marcada”), que retorna à franquia após um hiato de quatro anos, o elenco destaca Kim Kardashian (“Oito Mulheres e um Segredo”) e Cara Delevingne (“Esquadrão Suicida”), ambas novatas na série, e também inclui Zachary Quinto (“Star Trek”), Michaela Jaé Rodriguez (“Pose”), Matt Czuchry (“O Residente”), Annabelle Dexter-Jones (“Succession”), Odessa A’zion (“Aquele que Habita em Mim”) e Debra Monk (“A Idade Dourada”).   O CONTINENTAL: DO MUNDO DE JOHN WICK | AMAZON PRIME VIDEO   a minissérie baseada nos filmes de “John Wick” é um prólogo passado nos anos 1970 com muita ação, tiros, kung fu, soul music e black power, evocando os filmes da época. A atração de três capítulos narra a origem do hotel que serve de ponto de encontro e refúgio para os personagens da franquia, acompanhando a chegada do jovem Winston Scott (visto na trilogia cinematográfica com interpretação de Ian McShane) ao famoso Continental. A versão jovem de Winston é vivida por Colin Woodell (“The Flight Attendant”), que, para ajudar o irmão em dificuldades, irá confrontar ninguém menos que Mel Gibson (“Pai em Dose Dupla 2”), intérprete de um personagem chamado Cormac, um chefão do submundo e atual gerente do hotel. Os dois vão disputar o controle do local, com Winston reunindo uma gangue diversificada para tomar de assalto a fortaleza do rival. Os demais atores da produção incluem Katie McGrath (“Supergirl”), Ayomide Adegun (“Jogos Vorazes – A Cantiga dos Pássaros e das Serpente”), Peter Greene (“Luta Pela Liberdade”), Hubert Point-Du Jour (“The Good Lord Bird”), Jessica Allain (“A Lavanderia”), Mishel Prada (“Vida”), Nhung Kate (“The Housemaid”) e Ben Robson (“Animal Kingdom”), entre outros. “O Continental” tem roteiro de Greg Coolidge (“Policial em Apuros”) e Kirk Ward (“Wayne”), que compartilham a produção com o roteirista e o diretor dos filmes de “John Wick”, Derek Kolstad e Chad Stahelski. Já a direção dos episódios está a cargo do cineasta Albert Hughes (“O Livro de Eli”).   SONG OF THE BANDITS | NETFLIX   O faroeste com espadas sul-coreano se passa nos anos 1920, período em que o Japão começou a colonizar Joseon (Coreia) após assumir o controle do país, e acompanha diversos personagens que, por diversos motivos, se encontram na nação sem lei de Gando. Assassinos, ladrões, migrantes e o Exército da Independência enfrentam confrontos intensos com as forças japonesas, até virarem um grupo de sobreviventes astutos. Os “foras da lei”, dotados de habilidades que adquiriram nas sombras da criminalidade, tomam uma decisão audaciosa: eles se unem para lutar contra o domínio estrangeiro e proteger aqueles que amam, independentemente das consequências, tornando-se heróis improváveis da resistência. Com muitas cenas de ação, violência e uma visão emocional, a série explora a resiliência do povo coreano durante um dos períodos mais sombrios de sua história. O roteiro é de Han Jung-hoon (“My Fellow Citizens”) e o elenco destaca Kim Nam-gil (“Memórias de um Assassino”), a cantora Seohyun (do grupo Girls’ Generation), Yoo Jae-myung (“Stranger”), Andrew Lee (“Em Busca de Vingança”), Min Kim (“Black Knight”), Kim Seol-jin (“Vincenzo”) e outros.   CASSANDRO | AMAZON PRIME VIDEO   Baseado em fatos reais, o filme traz o astro mexicano Gael Garcia Bernal (“Tempo”) como o lutador mexicano Saúl Armendáriz, o primeiro homem assumidamente gay a se tornar campeão de Lucha Libre. Armendáriz se tornou um ícone da comunidade LGBTQIAPN+ latina ao romper com padrões machistas e heteronormativos do esporte durante as décadas de 1980 e 1990, ao se impor nos ringues como Cassandro, um lutador exótico que desafiou preconceitos. O filme teve première mundial durante o Festival de Sundance, no começo do ano. Na ocasião, arrancou elogios rasgados da crítica, que lhe renderam 97% de aprovação no Rotten Tomatoes. Mas os comentários positivos acabaram ofuscados por uma cena de beijo entre Bernal e o cantor porto-riquenho Bad Bunny (“Trem-Bala”), que viralizou ao ser gravada durante a projeção. O elenco coadjuvante ainda inclui Roberta Colindrez (“Uma Equipe Muito Especial”) e Raúl Castillo (“Army of the Dead”). Já a direção é de Roger Ross Williams, que venceu um Oscar pelo curta documental “Music By Prudence” (2010).   PEQUENOS ESPIÕES: APOCALIPSE | NETFLIX   O reboot da franquia do cineasta Robert Rodriguez repete a premissa do filme original. Desta vez, Gina Rodriguez (“Jane, a Virgem”) e Zachary Levi (“Shazam!”) vivem espiões transformados em reféns, necessitados de resgatados pelos filhos pequenos, que até então nem desconfiavam do trabalho dos pais. Como novidade, o filme inclui uma ameaça de videogame, que precisa ser enfrentada num ambiente de jogo virtual. Roteiro, direção e produção estão novamente a cargo de Rodriguez, que lançou o filme original em 2001, seguido por “Pequenos Espiões 2: A Ilha dos Sonhos Perdidos” no ano seguinte e “Pequenos Espiões 3: Game Over” em 2003. Ele ainda retomou a saga com “Pequenos Espiões 4” em 2011, mostrando as crianças originais já crescidas. Desta vez, porém, a trama é um reboot completo, que abandona o elenco original formado por Antonio Banderas e Carla Gugino como os pais, além de Alexa PenaVega e Daryl Sabara como as crianças. Os quatro atores apareceram ao longo de toda a franquia até então. O novo elenco traz Connor Esterson (“Chad”) e Everly Carganilla (“Depois da Festa”) como os jovens agentes e ainda conta com D.J. Cotrona (“Shazam!”), Billy Magnussen (“A Noite do Jogo”) e Fabiola Andújar (“Walker”) no elenco. Embora as piadas sejam voltadas para o público infantil, o filme tem uma mensagem para adultos, sobre a importância de aceitar o entretenimento favorito das crianças (no caso, videogames) na dinâmica da vida familiar.   PERDIDA | DISNEY+   Depois de passar pelo cinema, a adaptação do livro de Carina Rissi agora se junta a outras fábulas encantadas nas plataformas da Disney. A produção é um fantasia romântica com viagem no tempo ao estilo de “Outlander”, que mostra Giovanna Grigio (“Rebelde”) indo parar no começo do século 19, onde se apaixona por um cavalheiro da época. Na trama, Sofia (Giovanna Grigio) é uma jovem moderna apaixonada por obras antigas, como os clássicos de Jane Austen. Ao tentar convencer uma editora a investir no nicho, ela acaba se frustrando com o pedido negado. Mas logo em seguida é transportada para um mundo semelhante ao dos livros que tanto gosta, ambientados no século 19. Completamente perdida, Sofia conta com a ajuda do galante Ian Clarke (Bruno Montaleone, de “Verdades Secretas”) para resolver o mistério por trás de sua chegada naquele lugar. Produzido pela Filmland Internacional em parceria com a Star Original Productions, o longa marcou a estreia na direção de Katherine Chediak Putnam e Dean Law (do curta “Inferno”). O roteiro é de Karol Bueno (“TupiniQueens”) e Luiza Shelling Tubaldini (“A Princesa da Yakuza”), e o elenco ainda conta com Nathália Falcão (“Desalma”), Bia Arantes (“Órfãos da Terra”), Sérgio Malheiros (“Um Natal Cheio de Graça”), Hélio de la Peña (“Conversa Piada”) e Luciana Paes (“Galeria Futuro”).   COMPRO LIKES | STAR+   A nova série nacional de comédia gira em torno do universo dos influenciadores e a obsessão por seguidores e likes nas redes sociais. Criada por André Moraes (“Não Se Aceitam Devoluções”) e André Brandt (“Domingão com Huck”), acompanha a luta de Wagner Sampayo (Fábio Lago, de “Cidade Invisível”), um ator fracassado que deseja alcançar o estrelato, mas paga as contas trabalhando como vendedor de papel e animando asilos e festinhas infantis. Rejeitado em todos os testes de elenco, ele cria um plano para ficar famoso e recorre ao excêntrico guru Johnny Silva (Lúcio Mauro Filho, de “A Grande Família”) para aprender como virar celebridade digital. A partir do conselho do professor e com ajuda daa amiga Sarah (Ana Carolina Machado, de “Não Se Aceitam Devoluções”), ele cria uma vida baseada em mentiras nas redes sociais, invade um conhecido reality show, inventa um romance com uma...

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  • TV

    Maria Carmem Barbosa, criadora de “Sai de Baixo” e diversas novelas, morre aos 77 anos

    22 de setembro de 2023 /

    Maria Carmem Barbosa, escritora e dramaturga, faleceu na madrugada desta sexta-feira (22) aos 77 anos, no Rio de Janeiro. Internada há dois meses na Casa de Saúde Pinheiro Machado, no bairro de Laranjeiras, a autora sofreu uma queda brusca de pressão, seguida de uma parada cardiorrespiratória. Ela também enfrentava o Mal de Alzheimer. Filha do humorista, jornalista e compositor Haroldo Barbosa, Maria Carmem foi uma figura proeminente na televisão brasileira. Seu pai foi uma influência significativa em sua decisão de seguir a carreira artística, iniciada aos 20 anos, quando passou a escrever programas educativos para a Rádio MEC.   Trajetória de sucesso na Globo Na década de 1970, Maria Carmem entrou para a TV Globo como produtora da linha de shows. Atuou em programas humorísticos como “Satiricon” e “Chico City”, além de produzir musicais como “Mulher 80”, a série “Grandes Nomes” e especiais da Xuxa, Gilberto Gil e da banda Blitz. Como roteirista, fez parte da equipe que escreveu as séries “Armação Ilimitada” (1985-1988), produção pioneira para jovens na Globo, e “Delegacia de Mulheres” (1989-1990), abordando a temática de violência contra mulheres. O elenco contava com nomes como Heloísa Mafalda, Zilda Cardoso e Lúcia Veríssimo. Em seguida, escreveu sua primeira novela, “Lua Cheia de Amor” (1990), em parceria com Ricardo Linhares, seguida por “Olho por Olho” (1993), com Antonio Calmon. Em 1996, Maria Carmem criou seu maior sucesso, a série “Sai de Baixo”, em colaboração com o ator Luis Gustavo. A produção durou sete anos e contou com um elenco formado por Marisa Orth, Miguel Falabella, Aracy Balabanian, Tom Cavalcanti e Luis Gustavo, além de ter originado um filme. Além disso, a produção gerou uma parceria bem-sucedida com Miguel Falabella, com quem escreveu as novelas “Salsa & Merengue” (1996) e “A Lua Me Disse” (2005). Maria Carmen também esteve por trás do fenômeno da série “Sandy & Junior” (1999-2001) e de “Toma Lá, Dá Cá” (2007-2009), onde se reuniu novamente com Falabella e Marisa Orth. Seu último trabalho foi a série “Os Ausentes”, lançada em 2021 pela HBO Max.   Tributo de Miguel Falabella Miguel Falabella, parceiro de longa data da autora, expressou seu pesar com a notícia de sua morte nas redes sociais. “A vida é sempre surpreendente. Acabei de postar uma homenagem pelo aniversário de Zezé e recebo a notícia da passagem de Maria Carmem Barbosa, minha parceira e amiga por anos incontáveis. Escrevemos juntos novelas, peças e roteiros, viajamos juntos, sonhamos e idealizamos projetos, foi uma amizade daquelas que ficam gravadas nas estrelas”, escreveu. O astro também lamentou o avanço rápido do Alzheimer que acometeu a autora, afirmando que ela “já tinha nos deixado há alguns anos, quando resolveu dar o viver já por vivido e saiu do ar, com muita rapidez, desligando-se do mundo. Agora, veio a morte física”.

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  • Música

    Doja Cat lança clipe junto com seu novo álbum

    22 de setembro de 2023 /

    Doja Cat lançou o clipe de “Agora Hills” para acompanhar o lançamento do álbum “Scarlett”, que chegou nas plataformas de streaming nesta sexta (22/9). Codirigido pela cantora e Hannah Lux Davis (do célebre “Thank U, Next”, de Ariana Grande), o vídeo usa ângulos de câmeras de vigilância e explora uma estética de “found footage”, com direito a cenas de terror, especialmente na abertura, em que Doja Cat desce dos céus como uma mulher endemoniada, enquanto as pessoas se trancam em casa. Há também câmeras de shopping center e de trânsito, entre outras recriações visuais, embora a vibe assustadora não persista ao longo do clipe. Outro destaque é o figurino com muitas perucas diferentes. “Agora Hills” é o quarto clipe de “Scarlet” e seu título parece referência a Agoura Hills, um subúrbio de Los Angeles que fica a cerca de 20 minutos da cidade natal de Doja Cat, Tarzana. Entretanto, a letra não faz referência a nenhuma locação em especial, apenas a um homem que ela quer exibir, beijar e transar. A música é um hip-hop lento, construído em cima de um sample de “All I Do Is Think of You”, R&B de 1989 da banda Troop.

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  • Série

    Dark Winds: Série policial do autor de “Game of Thrones” é renovada para 3ª temporada

    21 de setembro de 2023 /

    O canal pago americano AMC anunciou a renovação de “Dark Winds” para a 3ª temporada. A série policial é produzida pelo escritor George R.R. Martin (autor dos livros que viraram “Game of Thrones”) e o veterano astro Robert Redford (“Meu Amigo, O Dragão”). O anúncio chega duas semanas após o final da 2ª temporada. A 1ª temporada estreou com 2,2 milhões de espectadores, a quinta maior audiência da TV paga americana do ano passado e o maior lançamento de série nova no serviço de streaming AMC+.   Produção e premissa Desenvolvida por Graham Roland (criador de “Jack Ryan”), a atração é baseada numa franquia literária do escritor Tony Hillerman (“Skinwalkers”) sobre o oficial navajo Joe Leaphorn e seu parceiro Jim Chee, e se passa numa reserva indígena durante os anos 1970. O título da produção vem da crença navajo de que ventos sombrios entram nas almas de homens que fazem o mal. A produção traz Zahn McClarnon (“Longmire”, “Westworld”) como o tenente Joe Leaphorn, um oficial da polícia tribal, responsável por manter a lei na reserva navajo, que se vê forçado a encarar suas crenças quando investiga um caso de duplo homicídio, possivelmente praticado por um serial killer. Para isso, ele precisa trabalhar com um novo assistente recém-chegado, Jim Chee (Kiowa Gordon, da “Saga Crepúsculo”), que tem contas antigas para acertar desde sua juventude na reserva. Juntos, os dois homens lutam contra as forças do mal e contra seus próprios demônios pessoais. Na 2ª temporada, Leaphorn volta a se juntar a Jim Chee, seu ex-assistente que se tornou detetive particular, quando casos separados os unem na perseguição do mesmo suspeito. Eles se encontram no deserto da nação Navajo perseguindo um assassino loiro e racista, que visa apenas vítimas indígenas e protege um segredo capaz de abrir velhas feridas, além de desafiar o código moral e profissional de Leaphorn.   Parceria com a nação Navajo A produção trabalha em estreita colaboração com a Nação Navajo. Com permissão especial, 70% de “Dark Winds” é gravado em terras tribais em Tesuque Pueblo, enquanto os outros 30% aconteceram em terras tribais em Cochiti Pueblo, ambas no Novo México. O elenco também inclui Jessica Matten (“Frontier”) e Elva Guerra (“Reservation Dogs”). A série ainda é inédita no Brasil.

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