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  • Filme

    Vídeo legendado de bastidores destaca a grandiosidade de Dumbo

    19 de março de 2019 /

    A Disney divulgou um vídeo legendado de bastidores de “Dumbo”, versão live-action do clássico animado de 1941, com depoimentos do elenco. As declarações apontam as diferenças entre o novo longa e o desenho, além de destacar a grandiosidade da produção, com cenários elaborados e centenas de figurantes circenses. Ao contrário de outras adaptações recentes do catálogo da Disney, “Dumbo” não é um filme de bichos falantes. Mas mantém os mesmos desafios, sofrimentos e triunfos do protagonista do desenho famoso, em sua vida como elefantinho de circo. No roteiro escrito por Ehren Kruger (“Transformers: A Era da Extinção”), o dono de um circo em dificuldades financeiras, Max Medici (Danny DeVito), convoca a ex-estrela Holt Farrier (Colin Farrell) e seus filhos Milly (Nico Parker) e Joe (Finley Hobbins) para cuidar do elefantinho recém-nascido cujas orelhas enormes o transformam em piada. As orelhas lhe renderam ridicularização e o apelido de Dumbo (uma ofensa derivada da palavra “dumb”, estúpido), mas quando descobrem que elas o permitem voar, o circo renasce, atraindo o persuasivo empresário V.A. Vandevere (Michael Keaton), que recruta o animal para seu mais novo empreendimento, o Dreamland. Dumbo passa a fazer sucesso ao lado da acrobata Colette Marchant (Eva Green), mas logo Holt descobre que Dreamland é cheio de segredos sombrios. A produção é a segunda fábula encantada da Disney dirigida pelo cineasta Tim Burton, que, com o sucesso de “Alice no País das Maravilhas” em 2010, deu início à onda de refilmagens com atores de carne e osso das animações do estúdio. A estreia está marcada para 28 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Novo trailer explica a trama de Toy Story 4

    19 de março de 2019 /

    A Disney divulgou mais um pôster e um novo trailer de “Toy Story 4”, que finalmente explica a história da continuação. Ainda sem legendas ou dublagem em português, a prévia introduz Forky (Tony Hale, da série “Veep”), um garfo transformado em brinquedo que, em crise existencial, resolve fugir. E ao sair em seu resgate, Woody (Tom Hanks) acaba reencontrando a boneca-pastorinha Betty (ou Bo Beep, no original, dublada por Ann Potts), sua antiga namorada que não apareceu no filme anterior. Ela tinha se perdido, mas encontrou um novo lar em meio a inúmeras crianças num parque de diversões. Dividido entre Betty e seu dever como brinquedo da menina Bonnie, é a vez de Woody ter sua crise existencial, quando Buzz Lightyear (Tim Allen) lidera os demais brinquedos para encontrá-lo. Além de Forky, há vários personagens novos, entre eles Ducky (patinho) e Bunny (coelhinho), numa estande de prêmios de parque de diversões. Eles são dublados pela dupla Keegan-Michael Key e Jordan Peele (famosos pela série de comédia “Key and Peele”, antes do último virar o celebrado diretor do terror “Corra!”). Com direção de Josh Cooley (do curta “O Primeiro Encontro da Riley”, sequência de “Divertida Mente”), “Toy Story 4” tem estreia marcada para 20 de junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos cinemas americanos.

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  • Filme

    Margot Robbie é Sharon Tate em novo pôster do próximo filme de Tarantino

    19 de março de 2019 /

    A Sony divulgou o segundo pôster de “Era uma Vez em Hollywood”, próximo filme de Quentin Tarantino. E depois de destacar Leonardo DiCaprio e Brad Pitt, é a vez de Margot Robbie. Ela aparece na pele de Sharon Tate, atriz casada com o cineasta Roman Polanski (“O Bebê de Rosemary”) que teve uma morte sangrenta nas mãos dos seguidores de Charles Manson. Passado em 1969, o longa tem como pano de fundo as atrocidades cometidas pelos seguidores de Manson. Mas os dois personagens principais são Rick Dalton (Leonardo DiCaprio), ex-estrela de uma série de western, e seu dublê de longa data Cliff Booth (Brad Pitt). Ambos estão lutando para manter as carreiras numa Hollywood que não reconhecem mais. Mas Rick tem uma vizinha muito famosa ao lado de sua casa… Sharon Tate (Margot Robbie). Outro destaque do elenco é Al Pacino, que interpreta o agente do personagem de DiCaprio. “Era Uma Vez em Hollywood” vai marcar a primeira colaboração de Pacino com Tarantino, que se declara fã do ator veterano. O elenco grandioso ainda inclui James Marsden (“Westworld”), Dakota Fanning (“The Alienist”), Damian Lewis (“Billions”), Timothy Olyphant (série “Santa Clarita Diet”), Emile Hirsch (“O Grande Herói”), Clifton Collins Jr (série “Westworld”), Nicholas Hammond (ele mesmo, o Homem-Aranha dos anos 1970), Keith Jefferson, Kurt Russell, Michael Marsden, Tim Roth, Bruce Dern (quinteto de “Os Oito Odiados”), a menina Julia Butters (Anna-Kat Otto em “American Housewife”), Lena Dunham (criadora e protagonista da série “Girls”), Austin Butler (“The Shannara Chronicles”), a chilena Lorenza Izzo (“Bata Antes de Entrar”), Maya Hawke (“Stranger Things”), filha de Uma Thurman e Ethan Hawke, além de registrar o último papel do recém-falecido Luke Perry (série “Riverdale”). A estreia está marcada para 26 de julho nos Estados Unidos e apenas em 15 de agosto no Brasil

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  • Filme

    Natalie Portman vira astronauta no trailer de Lucy in the Sky

    19 de março de 2019 /

    A Fox Searchlight divulgou o primeiro trailer de “Lucy in the Sky”, em que Natalie Portman (“Cisne Negro”) vive uma astronauta. A prévia é repleta de imagens surreais, que evocam a lisergia associada ao título da música dos Beatles que batiza o filme e também o estilo narrativo de Noah Hawley. O criador da série “Legion” faz sua estreia como diretor de cinema nesta produção. No filme, Lucy (Portman) vai do êxtase no espaço ao tédio na Terra, tendo dificuldades para se readaptar ao cotidiano com o marido após ver as estrelas mais de perto. “Eu fui lá para cima, e vi todo o universo. Tudo aqui embaixo parece tão pequeno”, reflete ela no trailer, antes de se jogar num caso com um colega astronauta, vivido por Jon Hamm (de “Mad Men”). A história foi inspirado no drama de uma astronauta real, Lisa Novak, que teve problemas psicológicos após voltar de uma missão no espaço em 2007, chegando a sequestrar a nova parceira de um ex-amante. “Lucy in the Sky” ilustra a crise de sua protagonista com os visuais surreais que os fãs de “Legion” conhecem bem. O elenco, por sinal, inclui Dan Stevens, protagonista de “Legion”, como o marido de Lucy, além de Zazie Beetz (“Deadpool 2”), Ellen Burstyn (“Réquiem Para um Sonho”), Nick Offerman (“Parks and Recreation”) e Pearl Amanda Dickson (também vista em “Legion”). Ainda não há previsão de estreia.

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  • Série

    Estrela da série original, Shiri Appleby retorna a Roswell para dirigir o remake

    18 de março de 2019 /

    A atriz Shiri Appleby voltou ao universo de “Roswell”, série que a tornou conhecida em 1999. Vinte anos depois de viver a jovem Liz Parker, ela retornou aos sets da atração, que ganhou remake e novo título na rede CW, desta vez como diretora. Appleby comanda o episódio de “Roswell, New Mexico” que será exibido nesta terça (19/3) nos Estados Unidos. Intitulado “Songs About Texas”, o episódio faz parte de uma guinada recente na carreira da atriz, que após dirigir quatro capítulos de sua última série, “UnReal”, resolveu continuar atrás das câmeras em outros projetos. Sua lista de próximos capítulos inclui as séries “Pretty Little Liars: The Perfectionists”, “Dynasty” e “Light as Feather”. Mas a participação em “Roswell, New Mexico” será especial porque foi um pedido específico da showrunner Carina Adly MacKenzie. “Há algo particular que acontece na história deste episódio que fez com que ela quisesse que eu o dirigisse. E uma vez que li o roteiro entendi o porquê, e fiquei muito agradecida por me darem esse episódio”, contou Appleby, em entrevista ao site The Hollywood Reporter. Os fãs devem procurar por alguma conexão com a série clássica dos anos 1990.

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  • Etc,  Série

    Chefão da Netflix desdenha esforços de streaming de Disney e Apple: “atrasados”

    18 de março de 2019 /

    O executivo Ted Sarandos, chefe de programação da Netflix, provocou as concorrentes Apple e Disney ao desdenhar de seus esforços para lançar um serviço de streaming, dizendo que as empresas estão chegando “atrasadas para a festa”. Sarandos abordou os rivais ao responder um questionamento do site Deadline, durante um evento da empresa nos Estados Unidos, uma espécie de “Netfest” em que projetos da empresa foram apresentados à imprensa. A princípio, ele foi diplomático, dizendo: “Eu não tenho como saber exatamente o que eles estão fazendo até lançarem algo. Eu preciso reservar meu julgamento e meus comentários até isto acontecer”. Mas não se conteve, ao complementar a resposta. “O que eu posso dizer é que há anos estamos competindo com 500 canais a cabo, e mesmo assim estamos em quase todas as casas do mundo”, acrescentou. “No fim das contas, é só um aumento na mesa de competidores, e eles estão atrasados para a festa”. Sarandos ainda argumentou que a escala global da Netflix é sua principal vantagem em relação aos competidores. As plataformas novatas da Apple e da Disney devem se lançadas, num primeiro momento, apenas nos EUA. E a Netflix já está produzindo séries no mundo inteiro para diferentes audiências globais. “O que precisamos fazer é exportar tanto conteúdo de Hollywood quanto conteúdo do restante do mundo”, disse o executivo, que ainda destacou o acerto da estratégia com um exemplo concreto. “Às vezes, conseguimos algo como ‘La Casa de Papel’, que é um hit global no mesmo nível de ‘Stranger Things'”.

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  • Filme

    Florence Pugh negocia enfrentar Scarlett Johansson no filme da Viúva Negra

    18 de março de 2019 /

    A atriz inglesa Florence Pugh, que demonstrou suas habilidades de luta no recente “Lutando pela Família” (ainda inédito no Brasil), abriu negociações para enfrentar Scarlett Johansson em “Viúva Negra”, o filme solo da heroína dos Vingadores, que, segundo a revista The Hollywood Reporter, começa a ser filmado em junho. O papel não foi revelado, mas a personagem de Pugh seria uma espiã do mesmo nível de Natasha Romanoff, a Viúva Negra, e possivelmente seu oposto moral. Embora alguns rumores afirmem que o longa seja um prólogo como “Capitão Marvel”, mostrando o treinamento de Natasha na KGB, os detalhes do enredo estão sendo guardados em segredo. Vale observar que a KGB acabou há quase 30 anos. Portanto, se a equipe de efeitos visuais fosse acionada para realizar a mágica de rejuvenescimento de Samuel L. Jackson em Scarlett Johansson, teria que transformar a atriz numa criança para a cronologia mencionada funcionar. Como isso não faz sentido, qualquer prólogo não deve ser anterior à metade dos anos 2000, com Scarlett voltando a ser uma jovem de 21 anos. “Viúva Negra” tem roteiro de Jac Schaeffer (do curta “Olaf em uma Nova Aventura Congelante de Frozen”), direção da australiana Cate Shortland (“A Síndrome de Berlim”) e ainda não possui previsão de estreia. A próxima aparição da Viúva Negra nos cinemas será em “Vingadores: Ultimato”, que estreia em 25 de abril no Brasil.

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  • Filme

    Capitã Marvel é visto por mais 1,5 milhão no segundo fim de semana no Brasil

    18 de março de 2019 /

    Em seu segundo fim de semana em cartaz no Brasil, “Capitã Marvel” atraiu mais de 1,5 milhão de pessoas aos cinemas, representando mais de 75% do total de pagantes dos filmes vistos no período. Isto equivale a uma arrecadação de cerca de R$ 28 milhões. A diferença para o segundo filme mais visto no Brasil entre os dias 14 e 17 de março é abissal. A animação infantil “Parque dos Sonhos” teve 174 mil espectadores e fez R$ 2,9 milhões. Este desempenho foi seguido ainda mais distante pelo thriller “Vingança a Sangue Frio” (91 mil pessoas e R$ 1,6 milhão), que completa o Top 3. Com as bilheterias do fim de semana, “Capitã Marvel” já foi visto por 5,5 milhões de espectadores e soma R$ 93 milhões no Brasil, segundo dados da consultoria comScore. O lançamento já tinha impressionado ao vender 3 milhões de ingressos em sua estreia nacional – a segunda maior estreia de cinema em todos os tempos no Brasil, atrás só de “Vingadores: Guerra Infinita”, que vendeu 3,6 milhões de ingressos no ano passado. Ao todo, o filme estrelado por Brie Larson atingiu US$ 760 milhões nas bilheterias mundiais, uma semana após se tornar a maior estreia mundial de um filme estrelado por mulher.

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  • Etc,  Filme

    John Carl Buechler (1952 – 2019)

    18 de março de 2019 /

    O diretor e artista de efeitos especiais John Carl Buechler morreu nesta segunda (18/3) após luta contra o câncer de próstata. A morte do cineasta de 66 anos foi anunciada pelo amigo Ted Geoghan, organizador do evento Fantasia Film Festival. Buechler iniciou sua reputação como idealizador de efeitos especiais e maquiagens prostéticas para filmes da produtora Empire, especializada em filmes B nos anos 1980, como “Ragewar” (1984), “Trancers: O Tira do Futuro” (1984), “Ghoulies” (1984), “Re-Animator” (1985) e “TerrorVision” (1986). E foi por lá mesmo que estreou na cadeira de diretor, com “Troll – O Mundo do Espanto” (1986). Ele também dirigiu “O Monstro Canibal” (1988) para a produtora de Charles Band, antes de comandar uma franquia mais famosa, assumindo a direção de “Sexta-Feira 13, Parte 7: A Matança Continua” (1988). Buechler continuou trabalhando em continuações de franquias clássicas, mas como técnico de efeitos. A lista inclui desde “A Hora do Pesadelo 4: O Mestre dos Sonhos” (1988) e “Halloween 4: O Retorno de Michael Myers” (1988) até “Indiana Jones e a Última Cruzada” (1989), entre outros. Ainda dirigiu “Os Ghoulies Vão ao Colégio” (1991), lançado direto em vídeo, mas nunca emplacou nenhum sucesso – ou filme que fosse pelo menos medíocre. Sua filmografia final é repleta de lançamentos de terror para VOD, inéditos no Brasil, que ele escreveu e dirigiu para horrorizar a crítica. Nenhum tem nem sequer nota no Rotten Tomatoes. Até os filmes de carnossauros, ciborgues e lobisomens adolescentes que receberam seus efeitos compartilham a mesma falta de elogios nos comentários do IMDb. Em compensação, o tempo transformou seu trabalho na Empire em objeto de culto e tema de convenções. No mês passado, a mulher do cineasta começou uma campanha no site Go Fund Me para ajudar no tratamento do marido. A família conseguiu arrecadar US$ 40 mil com doações dos fãs.

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  • Série

    Atriz de Harry Potter entra no piloto da série derivada de Game of Thrones

    18 de março de 2019 /

    A atriz britânica Miranda Richardson, indicada a dois Oscar (por “Perdas e Danos” e “Tom e Viv” nos anos 1990) e conhecida pelo papel de Rita Skeeter na franquia “Harry Potter”, entrou na série derivada de “Game of Thrones”. Cercada de mistério, a produção não revelou até agora quais personagens seu elenco interpreta. E é um casting grandioso, liderado por Naomi Watts (“O Impossível”) e que também inclui Jamie Campbell Bower (das sagas “Crepúsculo”, “Harry Potter/Animais Fantásticos” e “Os Instrumentos Mortais”), Georgie Henley (a Lucy de “As Crônicas de Nárnia”), Naomi Ackie (que estará no próximo “Star Wars”), Josh Whitehouse (“Poldark”), Denise Gough (“Colette”), Sheila Atim (“Harlots”), Ivanno Jeremiah (“Humans”), Alex Sharp (“To the Bone”) e Toby Regbo (“The Last Kingdom”). A atração foi desenvolvida pela roteirista Jane Goldman (“Kingsman”, “X-Men: Primeira Classe”) e pelo autor George R. R. Martin, que escreveu os livros da saga “As Crônicas de Gelo e Fogo”, a base de “Game of Thrones”. De acordo com a sinopse oficial divulgada pela HBO, a série se passará “milhares de anos” antes dos eventos de “Game of Thrones”. “A série retrata o momento em que o mundo passa da Era dos Heróis ao seu pior momento. E uma coisa é certa: dos segredos terríveis da história de Westeros à verdadeira origem dos Caminhantes Brancos, aos mistérios do Leste, aos Starks da lenda… não é a história que achamos que conhecemos”. No universo criado por Martin, a Era dos Heróis começou cerca de 10 mil anos antes dos eventos de “Game of Thrones”, e levou ao que é conhecido como Longa Noite – o inverno que perdurou por vários anos. Foi nesse período em que os Caminhantes Brancos surgiram e os habitantes de Westeros travaram uma grande batalha contra eles. Ainda sem um título oficial, o spin-off foi oficializado em junho, antes de a HBO ser incluída na venda da Time-Warner para a AT&T, que originou a WarnerMedia e levou à mudanças no comando do canal pago. Por enquanto, o projeto está em fase de produção de piloto e não tem garantia de virar série. O piloto, que será dirigido por SJ Clarkson (da série “Jessica Jones”), precisa ser aprovado pelos novos executivos da HBO para gerar encomenda da 1ª temporada.

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  • Reality,  TV

    Netflix lança a primeira série reality interativa de sobrevivência

    18 de março de 2019 /

    Depois de se aventurar numa sci-fi interativa com “Black Mirror: Bandersnatch”, a Netflix está produzindo a primeira série reality interativa. A novidade da plataforma de streaming é “You vs. Wild”, produção em oito episódios apresentada pelo expert em sobrevivência Bear Grylls. Conhecido por programas como “Man vs. Wild” e “Running Wild”, em que ensina como sobreviver em meio à selva, Grylls agora vai se colocar à mercê do público, dando ao assinante da Netflix a capacidade de fazer as escolhas que definirão se ele será capaz de sair vivo das regiões mais inóspitas do planeta. A premissa é um pouco perturbadora, já que pode provocar instintos diferentes dos pretendidos, com muita gente abraçando a interatividade como uma oportunidade para brincar de matar – em vez de ajudar – a cobaia voluntária. O apresentador já foi notícia por sua “morte” em 2015, que se provou uma frase pronta de Mark Twain. Ignorando a moral da história do clássico “Rede de Intrigas” (1976), a Netflix prefere promover a interatividade de “You vs. Wild” apenas como uma forma de colocar o usuário no meio da aventura. Até o comercial da série depende de atos do público, que precisa clicar em duas telas antes de chegar ao trailer principal. Tudo começa com um teaser em que o espectador precisa escolher se atende ou não uma ligação de Grylls, e essa decisão pode levá-lo ao trailer oficial de “You Vs. Wild”. Confira abaixo. A estreia está marcada para o dia 10 de abril.

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  • Filme

    CEO da Warner se demite após escândalo sexual

    18 de março de 2019 /

    O executivo Kevin Tsujihara se demitiu da diretoria da Warner Bros. em meio a denúncias de que ele teria usado sua posição para ajudar a atriz Charlotte Kirk a conseguir papéis, após ter feito sexo com ela. A decisão aconteceu após Tsujihara sobreviver a uma investigação interna e ser promovido a CEO na estrutura da nova empresa WarnerMedia, resultante da aquisição da Time-Warner pela AT&T. Mas uma reportagem da revista The Hollywood Reporter, que teve acesso à troca de mensagens de texto entre o executivo, a atriz e outros envolvidos, levou os novos proprietários a realizar um novo inquérito, mais meticuloso. Em memorando, Tsujihara deu a entender que foi pressionado a pedir demissão. Ele disse para os funcionários que decidiu se demitir após “refletir sobre como suas ações do passado podem impactar o futuro da empresa”. “Após muita introspecção, e conversas com John Stankey durante a última semana, decidimos que o melhor para a Warner Bros. é que eu me afaste da posição de CEO”, escreveu o executivo. “Eu amo esta empresa e as pessoas que a fazem ser tão incrível”. “Eu tive a honra de liderar esta organização, e de trabalhar ao lado de empregados talentosos, nos últimos 25 anos”, continuou. “Juntos, construímos um estúdio que é inegavelmente um líder em sua indústria. No entanto, ficou claro que, se eu continuasse na liderança, me transformaria em uma distração e um obstáculo”. O escândalo que derrubou Tsujihara também jogou luz no costume de troca de favores sexuais para fechar negócios e avançar carreiras em Hollywood. E desta vez ele não teve origem numa denúncia feminina. A fonte é desconhecida – provavelmente um rival do executivo abatido ou uma das partes que se deu mal. Porque a atriz, que recebeu diversas vantagens, mesmo dizendo-se “usada” nos textos, nega tudo. Ela emitiu um comunicado em que afirma não ter interesse em processar nem acusar ninguém, e que todos os seus envolvimentos foram consensuais. Em outras palavras, ela foi a uma reunião num quarto de hotel sabendo exatamente o que ia acontecer e o que poderia conseguir com isso – o oposto das denúncias do movimento #MeToo. Tudo começou quando Charlotte Kirk se envolveu com o produtor James Packer em 2013. E foi instada por ele, em mensagem de texto, a ir a um encontro no quarto de hotel de Kevin Tsujihara, um dos executivos mais poderosos da Warner, que ajudaria sua carreira. Na manhã seguinte, ela relatou a Packer que Tsujihara não quis nem conversar, só “f*ck”. Três dias depois, Tsujihara e Packer fecharam um negócio de US$ 450 milhões, criando uma parceria de produção entre o estúdio de cinema Warner Bros. e a RatPac-Dune Entertainment, empresa de Packer e do cineasta Brett Ratner (que enfrenta processos por assédio sexual). A relação de Tsujihara com a atriz aconteceu quando ele já era casado com Sandy Tsujihara, com quem tem dois filhos. Sabendo disso, Charlotte Kirk passou a enviar textos para Tsujihara exigindo papéis em filmes da Warner. Um dos textos publicados pela THR diz: “Você está muito ocupado, eu sei, mas quando estávamos naquele hotel fazendo sexo você disse que iria me ajudar. Quando você simplesmente me ignora, como está fazendo agora, faz com que eu me sinta usada. Você vai me ajudar como disse que faria?”. Kirk foi escalada em pequenos papéis em dois filmes da Warner: “Como Ser Solteira” (2016) e “Oito Mulheres e um Segredo” (2018). E, de acordo com documentos obtidos ​​pela THR, fez testes para vários outros projetos na Warner e na produtora Millenium de Avi Lerner. Os textos publicados mostram que, ao longo do tempo, Kirk ficou cada vez mais agitada porque não estava conseguindo tantos papéis quanto imaginou. Até que Brett Ratner resolveu assumir o controle da situação, mandando seu advogado Marty Singer intermediar um acordo que daria à atriz preferência para participar de testes, além de lhe garantir uma aparição em um filme dirigido por Ratner. O acordo proposto nunca foi assinado, segundo Singer, que (suspeitamente) atendeu a reportagem da revista, porque o próprio Ratner viu sua carreira implodir. Diretor de “X-Men: O Confronto Final” (2006) e da trilogia “A Hora do Rush”, ele foi acusado por seis mulheres de assédio sexual. Entre as vítimas estavam as atrizes Olivia Munn e Natasha Henstridge, que detalharam suas experiências ao jornal Los Angeles Times, durante o auge do movimento #MeToo. Com o escândalo, a atriz Gal Gadot teria condicionado sua participação na sequência de “Mulher-Maravilha” ao afastamento de Ratner da produção. Assim, o acordo milionário entre a Ratpac-Dune e a Warner foi cancelado. Kevin Tsujihara escapou ileso deste escândalo inicial. Mas rumores sobre o contrato com a Ratpac-Dune envolver sexo começaram a chegar à THR nesta ocasião. Fontes anônimas instigaram a publicação a investigar. Perguntado sobre Kirk, Tsujihara contratou um advogado, negou qualquer relacionamento com ela e ameaçou uma ação judicial contra a revista. A questão surgiu novamente em setembro de 2018. Desta vez, por meio de uma carta anônima enviada à John Stankey, CEO da WarnerMedia. A THR não explicou como soube detalhes dessa correspondência, como a alusão a uma atriz identificada como “CK”. Mas o texto teria sido tão explosivo que a empresa contratou a firma de advocacia Munger Tolles & Olson para verificar os fatos relatados. A conclusão da investigação interna foi que não haveria nenhuma evidência de má conduta. Com isso, Stankey promoveu Tsujihara no organograma da nova companhia, transformando-o em chefão do icônico estúdio Warner Bros., além de lhe dar o controle do Cartoon Network e de uma divisão de animação, o que o tornou um dos executivos mais poderosos de Hollywood. A retaliação veio três dias depois, nas páginas do THR, que finalmente teve acesso a provas materiais do escândalo que estava sendo acobertado.

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    Continuação de Bumblebee será mais parecida com os Transformers de Michael Bay

    18 de março de 2019 /

    Más notícias para os críticos. E para quem gostou de “Bumblebee”. O produtor Lorenzo di Bonaventura quer que a continuação seja mais parecida com o restante da franquia “Transformers”. Em entrevista ao site Collider, Bonaventura usou o termo “Bayhem”, que mistura o nome de Michael Bay com a palavra “mayhem” (desordem, caos), para exaltar o estilo bombástico do diretor em referência ao tom da sequência. “Os fãs tinham pedido várias vezes para conhecer a origem de alguns dos Transformers, então fizemos isso. ‘Bumblebee’ foi uma resposta aos pedidos do público. O interessante quando você faz algo assim em uma franquia é que você não sabe como vai ser a recepção dos fãs”, comentou. “Neste caso, algumas pessoas não gostaram de ‘Bumblebee’ porque ele não tinha ação o bastante. Ele é uma história mais íntima”, explicou ainda. “Algumas pessoas que antes nos diziam ‘eu estou cansado de Michael Bay’, agora dizem ‘eu quero um pouco mais de Michael Bay'”. “Em ‘Bumblebee 2’, vamos tentar fazer uma fusão entre os dois mundos, trazer a história íntima do primeiro filme, mas misturar com um pouco de ‘Bayhem'”, completou Bonaventura. Apesar da afirmação do produtor, “Bumblebee” foi exaltado por ser completamente diferente dos “Transformers” originais. Tanto que é o único filme da franquia iniciada em 2007 que agradou a crítica. Também é o único que não foi dirigido por Michael Bay. O comando esteve a cargo de Travis Knight (“Kubo e as Cordas Mágicas”), que situou a história anos anos 1980 e concentrou a trama na ligação entre o Transformer amarelo e uma adolescente, vivida por Hailee Steinfeld (“A Escolha Perfeita 2”). O problema é que o filme também foi o que menos arrecadou em toda a franquia, rendendo US$ 459 milhões mundialmente. Mas há quem acredite que isso seja culpa justamente de Michael Bay, que conseguiu a façanha de eliminar qualquer expectativa em torno dos Transformers, ao entregar cinco filmes em escala descendente, que pioram em relação a cada um que os antecedeu, até atingir ridículos 15% de aprovação no Rotten Tomatoes com “Transformers: O Último Cavaleiro” (2017). “Bumblebee” teve 93% de aprovação da crítica. A cotação do público também foi a maior desde o primeiro “Transformers”, subindo 44% do última “Bayhem” para 77%. Ou seja, os números contestam todas as afirmações do produtor. Mas isso é Hollywood, onde a lógica nunca vence o absurdo.

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