HBO encomenda adaptação de quadrinhos da atriz Amandla Stenberg
Com o fim cada vez mais próximo de “Game of Thrones”, o canal pago HBO começou a busca por uma nova aventura épica para sua programação. Segundo o site Deadline, a emissora norte-americana aprovou o desenvolvimento de um roteiro baseado em “Asunda”, quadrinhos de fantasia criados por Sebastian A. Jones. E um detalhe interessante é que dois arcos dos quadrinhos foram escritos em parceria com a atriz Amandla Stenberg (de “Jogos Vorazes” e “O Ódio que Você Semeia”). Na ocasião, a arte passou a retratar a atriz como a protagonista Niobe, o que a torna cotada para estrelar a série – se ela sair do papel. A história se passa no mundo fantasioso de Asunda, onde uma jovem nasce do casamento proibido entre cidadãos de reinos diferentes, filha de um rei humano e uma nômade elfa, e é criada em uma pequena cidade no meio do deserto. Ao crescer, Niobe Ayutami parte pelo mundo em busca de seus ancestrais, tentando proteger tudo o que ama de um inimigo antigo. Em parte inspirados pela trilogia “O Senhor dos Anéis”, e em parte pela mitologia grega, os quadrinhos de “Asunda” são publicados pela editora independente Stranger Comics nos EUA. O próprio Jones vai escrever o roteiro do piloto e servir como produtor executivo, caso a série seja aprovada.
Banda Sex Pistols vai ganhar cinebiografia
A carreira intensa e meteórica da banda Sex Pistols, que deu início à era punk no Reino Unido, vai virar filme. Segundo a imprensa britânica, a produtora Starlight Films já está trabalhando na pré-produção do longa, incentivada pelo sucesso de “Bohemian Rhapsody”, sobre a banda Queen. “Ficamos impressionados com aos números de bilheteria de ‘Bohemian Rhapsody’. Isso só serve para mostrar que o público tem apetite por esses filmes”, disse a produtora Ayesha Plunkett ao jornal Daily Mail. Mas não se deve esperar uma grande produção como a história do Queen ou o vindouro “Rocketman”, sobre Elton John. Ayesha Plunkett é uma produtora especializada em, digamos, filmes de baixo orçamento – e quando são apenas medíocres, é um bônus. Quem tiver curiosidade sobre a história dos Pistols sempre pode procurar o clássico “Sid & Nancy” (1986), que está disponível em alguns serviços de streaming.
Saiba quais são as séries em desenvolvimento para a Apple TV+
A Apple liberou a primeira prévia da programação de sua plataforma de streaming, a Apple TV+, anunciada em evento realizado nesta segunda (25/3) em Cupertino, na California. Com cerca de um minuto e meio de duração, é uma apresentação picotada que vai da comédia de época à ficção científica sem se deter em nenhuma produção, mas ao menos revela os títulos das novas séries. A programação construída pelos ex-chefes da Sony Television, Jamie Erlicht e Zach Van Amburg, inclui as séries descritas abaixo. “The Morning Show”: estrelada por Jennifer Aniston, Reese Whiterspoon e Steve Carell, acompanhará os bastidores de um programa de notícias matinal. “Nós vamos trazer um olhar honesto sobre relações entre homens e mulheres no ambiente de trabalho”, disse Aniston durante o evento de apresentação da plataforma, afirmando estar animada por voltar à TV com o projeto – sua primeira série desde o fim de “Friends”, em 2004. “Amazing Stories”: nova versão da série de antologia sci-fi criada por Steven Spielberg em 1985. “Vamos ressuscitar essa marca e levá-la a um novo público”, proclamou o cineasta. “See”: uma nova série de ficção científica estrelada por Jason Momoa (“Aquaman”) e Alfre Woodward (“Luke Cage”). O projeto é um “épico futurista” e se passa após a humanidade perder a capacidade de enxergar. Nesse futuro, a sociedade encontrou novas formas de interagir, construir, caçar e sobreviver. É então que um par de gêmeos nasce com olhos perfeitos, balançando o status quo. A série é criação do roteirista britânico Steven Knight (criador de “Taboo” e “Peaky Blinders”) e terá seus episódios dirigidos pelo cineasta Francis Lawrence (“Jogos Vorazes: Em Chamas”). “Truth to Be Told”: título oficial da produção que estava sendo desenvolvida como “Are You Sleeping”, sobre a obsessão norte-americana com podcasts de histórias de crimes reais não resolvidos. O elenco é liderado por Octavia Spencer (“A Forma da Água”), Lizzy Caplan (“Truque de Mestre 2”), Aaron Paul (“Breaking Bad”) e Ron Cephas Jones (“This Is Us”). Spencer vive a repórter investigativa de um podcast de crimes verdadeiros, que reabre o caso do assassinato do pai de duas irmãs gêmeas, interpretadas por Caplan. “Home Before Dark”: drama de mistério baseado na vida real da jornalista mirim Hilde Lysiak, que, obcecada em virar repórter, desvendou um crime sozinha aos 11 anos de idade. Brooklynn Prince (a estrelinha de “Projeto Flórida”) interpreta a jovem protagonista, que se muda de Nova York para a cidadezinha de seu pai (Jim Sturgess, de “Tempestade: Planeta em Fúria”), onde sua perseguição obstinada pela verdade a leva a desenterrar um caso criminal que todos naquele lugar, incluindo seu próprio pai, tentaram enterrar. “Mythic Quest”: comédia de meia hora de Rob McElhenney e Charlie Day (criadores e estrelas de “It’s Always Sunny in Philadelphia”), que traz o primeiro como diretor criativo de um estúdio de videogames. “Servant”: thriller psicológico desenvolvido pelo cineasta M. Night Shyamalan (“Vidro”) e o roteirista britânico Tony Basgallop (criador de “Hotel Babylon”), que envolve uma babá (Nell Tiger Free, de “Game of Thrones”) contratada por um casal para cuidar de seu filho recém-nascido. Toby Kebbell (o Messala de “Ben-Hur”) e Lauren Ambrose (“A Sete Palmos”, “Arquivo X”) vivem o casal e o elenco ainda inclui Rupert Grint (o Ron Weasley de “Harry Potter”) como o irmão da personagem de Ambrose. “Dickson”: comédia de época sobre a juventude da escritora Emily Dickson, estrelada por Hailee Steinfeld (“Quase 18”), em seu primeiro papel regular numa série. A produção é do cineasta David Gordon Green (“Especialista em Crise”). “For All Mankind”: sci-fi produzida por Ronald D. Moore, criador do reboot de “Battlestar Galactica” e da série “Outlander”, que vai lidar com uma linha temporal alternativa. A trama imagina o que aconteceria se a corrida espacial entre Estados Unidos e União Soviética não tivesse acabado nos anos 1970, após a conquista da lua. O protagonista é o ator Joel Kinnaman (“Esquadrão Suicida”). “Dear…”: série de documentários. “Hala”: filme sobre uma jovem muçulmana, produzido pela atriz Jada Pinkett Smith (“Gotham”), que teve sua première no Festival de Sundance. Além destes títulos citados no vídeo abaixo, a Apple desenvolve muito mais atrações. Confira abaixo algumas delas, que ainda podem mudar de título quando forem oficialmente anunciadas. “Little America”: antologia sobre a vida real de imigrantes nos Estados Unidos, baseado em relatos publicados na revista Epic Magazine e criada pelo casal de roteiristas Kumail Nanjiani e Emily V. Gordon, indicados ao Oscar 2018 por “Doentes de Amor”. Cada episódio destacará “a vida engraçada, romântica, sincera, inspiradora e inesperada dos imigrantes na América”, segundo a sinopse. “Little Voice”: drama musical produzido por J.J. Abrams (“Star Wars: O Despertar da Força”), com músicas originais da cantora e compositora Sara Bareilles, e roteiro e direção da cineasta Jessie Nelson (“Uma Lição de Amor”). Descrito como uma carta de amor à diversidade musical de Nova York, a série tem o mesmo título do álbum de estreia de Bareilles, de 2007, e vai explorar a jornada de uma jovem em busca de sua própria voz aos 20 e poucos anos. “Helpsters”: atração infantil, de caráter educativo, com os personagens da série clássica “Vila Sésamo”. “Foundation”: baseada na trilogia “Fundação”, do escritor Isaac Asimov (1942-1993), uma das obras mais famosas da ficção científica. A produção está sendo desenvolvida pela dupla de roteiristas-produtores David S. Goyer (criador de “Krypton” e “Constantine”) e Josh Friedman (criador de “Emerald City”). Os livros “Fundação” (1951), “Fundação e Império” (1952) e “Segunda Fundação” (1953) têm como pano de fundo um futuro em que a Via Láctea está sob o controle do Império Galático. Mas um matemático chamado Hari Seldon desenvolve um método de prever a queda do império. “Central Park”: série animada sobre uma família de zeladores do famoso parque de Nova York, que precisa salvar o local – e o mundo – , enquanto canta alguns números musicais. Foi criada por Loren Bouchard (o criador de “Bob’s Burgers”), Nora Smith (roteirista de “Bob’s Burgers”) e o ator Josh Gad (O LeFou de “A Bela e a Fera”). O próprio Josh Gad será uma das vozes principais, voltando a se reunir com Kristen Bell (série “The Good Place”), com quem fez parceria na dublagem do blockbuster animado “Frozen” – ele é a voz original de Olaf e ela dubla Anna. “Time Bandits”: adaptação da sci-fi “Os Bandidos do Tempo” (1981), desenvolvida pelo diretor Taika Waititi (“Thor: Ragnarok”). Na trama original, um menino é levado numa viagem pelo tempo por um grupo de anões, enquanto eles roubam grandes tesouros da História e encontram figuras épicas e míticas, como Napoleão Bonaparte e Robin Hood. “Life Undercover”: thriller de espionagem estrelado por Brie Larson (a “Capitã Marvel”), baseada nas experiências reais de uma ex-agente da CIA. “Peanuts”: a Apple fechou acordo para produzir uma nova série animada, programas variados e especiais protagonizados por Snoopy, Charlie Brown e os Peanuts, do desenhista americano Charles Schulz. Além destes, também estão em desenvolvimento uma série escrita e dirigida pelo cineasta Damien Chazelle (“La La Land”), um universo de séries de Justin Lin (“Velozes e Furiosos 6”), um filme de Sofia Coppola (“Maria Antonieta”), um documentário e um programa sobre saúde mental da apresentadora Oprah Winfrey, filmes exclusivos do estúdio indie A24, e muitas outras novidades. Apenas parte disso é apresentado no curtíssimo vídeo, que pode ser visto a seguir. Outros detalhes sobre a plataforma de streaming podem ser conferidos neste link.
Chambers: Série da Netflix estrelada por Uma Thurman ganha primeiras fotos
A Netflix divulgou as primeiras fotos de “Chambers”, série estrelada pela atriz Uma Thurman (“Kill Bill”). A atração gira em torno de uma jovem (a estreante Sivan Alyra Rose) que sofre um ataque cardíaco e se vê intrigada com o mistério em torno do coração transplantado que a salvou. Enquanto descobre detalhes sobre a família da jovem que morreu e lhe doou o órgão, ela passa a ser assombrada pela doadora. Thurman vive Nancy, mãe da doadora, que força um relacionamento com a jovem transplantada. “Chambers” foi criada por Leah Rachel (da série “Audrey”) e marca a primeira série desenvolvida pelo Super Deluxe, o estúdio voltado a produções digitais da Turner. O elenco também inclui Tony Goldwyn (“Scandal”), Kyanna Simone Simpson (“Black Lightning”), Griffin Powell-Arcand (“Mixed Blessings”) e Marcus LaVoi (“Covil de Ladrões”). A estreia, com 10 episódios, está marcada para 26 de abril. [gallery targetsize=”full” captions=”hide” bottomspace=”ten” gutterwidth=”10″ columns=”3″ size=”medium” newtab=”true”
Apple anuncia oficialmente seu serviço de streaming, que vai chegar ao Brasil
A Apple anunciou oficialmente nesta segunda (25/3) o seu serviço de streaming de séries originais. Assim como o concorrente da Disney, a plataforma será identificada por um sinal de adição (+), batizada de Apple TV+. O anúncio foi feito pelo presidente da empresa de tecnologia, Tim Cook, no teatro Steve Jobs em Cupertino, na Califórnia, e contou com a presença dos cineastas Steven Spielberg e J.J. Abrams, e atores como Reese Whiterspoon, Jennifer Aniston e Jason Momoa, que estarão nas séries da empresa. O Apple TV+ será um serviço internacional. Isto é, não terá etapa inicial restrita aos Estados Unidos. E deverá ser lançado nos próximos meses, durante o outono norte-americano, para usuários em mais de cem países. O serviço funcionará por meio de uma assinatura e será disponibilizado por um novo aplicativo da Apple TV, que dará ao usuário acesso aos conteúdos exclusivos da Apple. Os preços ainda não foram divulgados pela companhia. Aguardado com expectativa, o Apple TV+ já tem várias séries originais em produção, como “The Morning Show”, estrelada por Jennifer Aniston, Reese Whiterspoon e Steve Carell, que acompanhará os bastidores de um programa de notícias matinal. “Nós vamos trazer um olhar honesto sobre relações entre homens e mulheres no ambiente de trabalho”, disse Aniston durante o evento de apresentação da plataforma, afirmando estar animada por voltar à TV com o projeto – sua primeira série desde o fim de “Friends”, em 2004. Já o diretor Steven Spielberg assina a produção de “Amazing Stories”, nova versão da série de antologia sci-fi criada por ele em 1985. “Vamos ressuscitar essa marca e levá-la a um novo público”, disse o cineasta. Por sua vez, Jason Momoa apareceu ao lado da atriz Alfre Woodward para divulgar “See”, uma nova série de ficção científica, enquanto J.J. Abrams está por trás da atração musical “Little Voice”. A Apple ainda tem várias outras atrações originais previstas, incluindo uma trama de espionagem protagonizada por Brie Larson, a Capitã Marvel. Mas o principal vídeo disponibilizado no evento – que pode ser conferido abaixo – não trouxe imagens das séries, apesar de ter mais de 5 minutos de duração. Um segundo vídeo, com 1 minuto e meio, concentrou todas as cenas, dando pouca perspectiva sobre os projetos – veja o vídeo e saiba mais sobre as séries aqui. Ainda não há previsões sobre quando o Apple TV+ será disponibilizado no Brasil, mas a boa notícia do evento foi que ele chegará no país – ao contrário de Hulu e CBS All Acess, entre outras plataformas exclusivas dos Estados Unidos. Como parte de sua investida em conteúdo, a empresa também vai oferecer acesso a outros serviços por meio do aplicativo Apple TV Channels, que agrupará a programação de canais como Showtime, Starz, HBO e a plataforma CBS All Access. Mas não está claro se esse projeto também será internacional. No evento, a Apple ainda anunciou serviços de notícias, com acesso a jornais e revistas, de games e até um cartão de crédito virtual.
The Walking Dead: Fotos e vídeos revelam colapso do Reino e tempestade de neve no fim da temporada
Depois da calmaria vem a tempestade. Depois do episódio macabro “The Calm Before” vem “The Storm”, final da 9ª temporada de “The Walking Dead”. Como de praxe, o canal pago americano AMC divulgou 18 fotos, o trailer e duas cenas da atração, que já foram parcialmente legendados pelos fãs brasileiras. Confira abaixo. O último capítulo da temporada revela o colapso do Reino, que esgotou seus suprimentos, a peregrinação para uma novo lar e um confronto além da fronteira dos Sussurradores, desta vez em meio a uma tempestade de inverno, com direito a ataques de zumbis na neve. “The Storm” vai ao ar no domingo (31/3), com transmissão no Brasil pelo canal pago Fox.
The Walking Dead mata dez personagens em episódio macabro
Intitulado de “The Calm Before”, o capítulo de domingo (24/3) de “The Walking Dead” fez justiça à comparação com o Casamento Vermelho de “Game of Thrones”, feita pelo Twitter oficial da produção. Em um dos episódios mais impactantes da série, dez personagens foram mortos brutalmente, entre eles três integrantes do elenco central, e suas cabeças fincadas em estacas para demarcar uma fronteira entre as comunidades e a terra dos Sussurradores. A cena era um momento muito esperado pelos fãs dos quadrinhos de Robert Kirkman, em que a série se baseia, mas a showrunner Angela Kang mudou a seleção de personagens mortos. Spoilers. Nos quadrinhos, os personagens mortos por Alpha (Samantha Morton) e os Sussurradores incluíam Ezekiel (Khary Payton) e Rosita (Christian Serratos). Mas eles foram poupados na série. Em vez deles, entre as cabeças nas estacas apareceram Tara (Alanna Masterson), Enid (Katelyn Nacon) e Henry (Matt Lintz). As mortes não foram mostradas. Um rápido flashback, ao final, revelou apenas que eles foram capturados e lutaram contra os Sussurradores. Neste sentido, a série da HBO foi bem mais tensa. Mas isso não impediu o impacto da cena do encontro das cabeças decepadas, demarcando a fronteira macabra. A visão sinistra poderia muito bem terminar a temporada. Mas o título sugere que algo pior ainda está por vir. Traduzido como “a calmaria antes”, o título do episódio compõe um velho ditado, que se completa com o nome do último capítulo da temporada: “The Storm” (a tempestade). Em outra comparação com “Game of Thrones”, o inverno vai chegar a “The Walking Dead” no próximo domingo (31/3), com uma tempestade de neve devastadora. O diretor e produtor Greg Nicotero disse ao The Hollywood Reporter que o fim da 9ª temporada “é diferente de qualquer outro episódio que já produzimos”. A série também é exibida no Brasil aos domingos, pelo canal pago Fox.
The Politician: Bette Midler entra na série criada por Ryan Murphy para a Netflix
A atriz e cantora Bette Midler (de “Abracadabra”), duas vezes indicada ao Oscar e considerada uma das grandes divas de Hollywood, entrou no elenco de “The Politician”, primeira série do produtor Ryan Murphy (criador de “Glee” e “American Horror Story”) para a Netflix. Ela não fazia parte do elenco de uma série de TV desde o início do século, quando sua sitcom “Bette” (2000-2001) foi cancelada. Depois disso, fez apenas uma participação em um episódio de “Murphy Brown” do ano passado, revivendo uma secretária que já tinha interpretado em 1998. O anúncio da escalação foi feito pelo próprio Ryan Murphy durante a PaleyFest, convenção anual sobre o mundo da televisão voltado para fãs. Além dela, Murphy também revelou a inclusão de Judith Light, indicada ao Emmy por sua atuação em “American Crime Story”. As duas atrizes se juntam a um elenco renomado, liderado por Ben Platt (“A Escolha Perfeita”), em que também se destacam Gwyneth Paltrow (a Pepper Potts de “Homem de Ferro”, que também apareceu em “Glee”), Jessica Lange e Dylan McDermott (ambos de “American Horror Story”, outra produção de Murphy), Zoey Deutch (“O Plano Imperfeito”) e Lucy Boynton (“Bohemian Rhapsody”). Platt tem o papel do título, um jovem rico da cidade de Santa Barbara, na Califórnia, que desde os 7 anos acredita que tem tudo para se tornar presidente dos Estados Unidos. Mas antes de assumir o governo da maior potência mundial, ele precisará vencer a disputa pelo grêmio do colégio em que estuda, tendo uma pequena amostra do que é a política. Cada temporada vai abordar uma eleição disputada pelo protagonista, e cada episódio reservará espaço para um grande número musical. A estreia foi marcada para 27 de setembro. Além de “The Politician”, Murphy anunciou duas outras séries na Netflix: “Ratched”, em que Sarah Paulson viverá a famosa enfermeira vilã do filme (e livro) “Um Estranho no Ninho”, e “Hollywood”, que abordará a era de ouro do cinema americano. O produtor assinou um contrato de exclusividade com a plataforma no ano passado, para desenvolver novas atrações, avaliado em mais de US$ 300 milhões.
Série dos super-heróis Fugitivos é renovada para a 3ª temporada
A plataforma de streaming Hulu renovou a série de super-heróis “Runaways”, baseada nos quadrinhos da Marvel publicados no Brasil como “Fugitivos”. A produção chegará a sua 3ª temporada com mais 10 episódios. A informação foi vazada pelo ator James Masters, durante uma convenção no fim de semana, e confirmada oficialmente por meio de um comunicado. A adaptação dos quadrinhos de Brian K. Vaughan (que também criou a série “Under the Dome”) é assinada por Josh Schwartz e Stephanie Savage, dupla responsável pelos sucessos adolescentes “Gossip Girl” e “The O.C.”, e toma muitas liberdades com o material original. A trama gira em torno de seis adolescentes que descobrem por acaso que seus pais são, na verdade, membros de uma sociedade secreta de supervilões. Perturbados com a descoberta, eles fogem de casa e decidem usar seus poderes para impedir os planos malignos de suas famílias. Mas enquanto isso acontece rapidamente nos quadrinhos, o período entre a descoberta, a ruptura e o confronto tomou a 1ª temporada inteira, dando mais espaço para o desenvolvimento dos personagens adultos que na trama original. “Estamos muito animados para contar mais histórias dos Fugitivos e somos muito gratos à Marvel, Hulu, nosso incrível elenco e equipe, e, claro, nosso público apaixonado”, disseram os co-produtores Schwartz e Savage no comunicado. “A 3ª temporada será um momento mágico no Runaways, à medida que aprofundamos nossa conexão com o universo Marvel. Estamos honrados por poder continuar a brincar na caixa de areia criada por Brian K Vaughn e Adrian Alphona”.
Shazam! é o filme mais elogiado da DC Comics com 95% no Rotten Tomatoes
As primeiras impressões se confirmaram. O fim do embargo à publicação das críticas oficiais de “Shazam!” trouxe à tona uma unanimidade estridente em torno do filme. O longa estrelado por Zachary Levi (o “Chuck”) arrancou muitos elogios da imprensa norte-americana e se tornou a adaptação mais bem-avaliada dos quadrinhos da DC Comics em todos os tempos. Com 95% de aprovação no Rotten Tomatoes, superou a média positiva de “Mulher-Maravilha”, que atingiu 93% em 2017, e ficou muito à frente de “Aquaman”, que tem 65%. Neste momento, “Shazam!” bate até “Batman: O Cavaleiro das Trevas” (2008) e “Superman – O Filme” (1978), ambos aprovados por 94% da crítica. Claro, a cotação ainda vai oscilar até a estreia, no primeiro fim de semana de abril, e o ex-Capitão Marvel pode (deve) perder a primazia sobre Batman, Superman e Mulher-Maravilha até lá. Mas o que realmente importa é o impacto dos comentários positivos sobre sua eventual bilheteria. A boa recepção inicial tende a chamar atenção do público, aumentando a perspectiva do filme diante da acirrada disputa de grandes lançamentos da temporada. O consenso é que “Shazam!” é o filme de super-heróis mais divertido desde “Superman – O Filme” em 1978. O tom de comédia se sobrepõe à ação e isso deve agradar a públicos de todas as idades. Por sinal, diversas publicações o compararam à clássica Sessão da Tarde “Quero Ser Grande” (1988), estrelada por Tom Hanks, com a diferença de que o menino protagonista não vira apenas um adulto, mas um super-herói adulto. A revista Variety resumiu a produção como “uma comédia de ação leve, engraçada e despretensiosa sobre um menino no corpo de um super-homem”. “O filme é, em outras palavras, um ‘Quero Ser Grande’ de calça de lycra. E é Zachary Levi quem faz isso funcionar, da mesma forma feita por Tom Hanks. Levi não constrói Billy como um menino imaturo – ao contrário, ele é inteligente e rápido. Mas Billy não tem a malícia de um adulto, e Levi usa essa inocência para levar o material de super-herói mais longe”. O site The Wrap ecoou, ao dizer que o filme “tem uma leveza adorável, tanto no tom quanto no visual” e elogiou o elenco do filme, voltando a destacar Levi. “A linguagem corporal de Levi é constantemente criativa, já que ele faz um adolescente que não está ainda acostumado a um corpo de adulto, muito menos o de um super-herói”. Para a revista The Hollywood Reporter, “Shazam!” mostra que a DC aceitou a crítica de que seus filmes se tornaram muito sombrios e sérios demais. “Filme de DC mais recomendado para crianças até agora, ‘Shazam!’ é muito divertido”, estampou a publicação, que ainda destacou que isso não torna suas piadas bobas nem significa que houve negligência com a emoção. O site Indiewire também exaltou “Shazam!” como “um dos mais divertidos filmes de super-heróis de todos os tempos”. O site IGN acrescentou que o filme é “o mais alegre e doce da DC desde os dias do ‘Superman’ de Christopher Reeve, uma história de amadurecimento divertida, mas sincera, sobre um garoto que aprende que com grandes poderes vêm grandes responsabilidades”. “Obviamente, ‘Shazam!’ não reinventa o filme de super-herói, mas é uma produção divertida que me deixou querendo mais aventuras com esses personagens adoráveis”, completa o texto. O jornal britânico The Guardian afirmou que “Shazam!” “mira baixinho e, na maior parte das vezes, é bem-sucedido”. “É um super-herói para baixinhos com energia suficiente para manter seu público-alvo interessado, com um conceito central divertido que parece uma cruza de ‘Quero Ser Grande’ com ‘Superman’. Levi tem um charme bobo, atirando-se no papel com entrega total”. E o site The Verge ainda chamou atenção para a mensagem por trás da diversão do filme, observando que a melhor coisa da vida de Billy Batson não são seus superpoderes, mas sua adoção por um lar carinhoso, e como o filme destaca a importância da família na vida de uma criança. De negativo, apenas um aspecto foi mencionado, tanto pela revista Entertainment Weekly quanto pela agência Associated Press: o espaço dado para o Dr. Silvana (Mark Strong), que se prova um vilão genérico, especialmente pela precaridade de seus capangas, os Sete Pecados Capitais, que surgem como gárgulas de CGI barato. Com direção de David F. Sandberg (“Annabelle 2: A Criação do Mal”), “Shazam!” estreia em 4 de abril no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Larry Cohen (1941 – 2019)
O diretor Larry Cohen, criador da série clássica “Os Invasores” e da franquia de terror “Nasce um Monstro”, entre outras produções cultuadas, morreu no sábado (23/3) aos 77 anos, cercado de seus familiares. Maiores detalhes sobre sua morte não foram divulgados. Cohen começou a carreira como roteirista de TV nos anos 1960, e após demonstrar seu talento em episódios de séries famosas como “O Fugitivo” e “Os Defensores”, começou a criar suas próprias atrações televisivas. A maioria não passou da 1ª temporada, mas duas conseguiram completar o segundo ano: “Branded” (1965–1966), western estrelado por Chuck Connors, e “Os Invasores” (1967-1968). A série sci-fi de 1967 acompanhava a descoberta de uma invasão alienígena por um homem comum (interpretado por Roy Thinnes) e se tornou uma das mais cultuadas e influentes do gênero – inspiração de “Projeto UFO”, “Arquivo X” e várias outras. Apesar de ter só 43 episódios, eternizou-se em reprises, além de ter rendido uma minissérie derivada em 1995. A repercussão de “Os Invasores” o credenciou a escrever para o cinema, onde perseguiu o terror, aterrorizando mulheres em “A Psicose do Medo” (1969) e “Scream Baby Scream” (1969). Ambos traziam psicopatas focados em vítimas jovens. Mas o primeiro, em que a vítima abortou o filho de seu potencial assassino, também foi prelúdio do nascimento de sua obra mais conhecida. Entretanto, Cohen começou sua carreira de diretor num gênero muito diferente daquele que o popularizou. Ele se lançou na carona da blaxploitation, assinando comédias e dramas criminais de baixo orçamento, estrelados por astros negros. Em “Bone” (1972), mostrou Yaphet Cotto (de “Alien”) invadindo uma mansão de Beverly Hills para fazer seus ricos moradores brancos de refém. Em “O Chefão de Nova York” (Black Caesar, 1973), orientou Fred Williamson (“Um Drink no Inferno”) a refazer os passos de Edward G. Robinson no clássico de gângster “Alma no Lodo” (1931) para coroá-lo como o rei do crime do Harlem. E ainda escreveu e dirigiu a sequência, “Inferno no Harlem” (1973), lançada apenas oito meses depois. Como filmes baratos não lhe rendiam muito, Cohen ainda escrevia episódios de “Columbo” (entre 1973 e 1974) quando teve a inspiração para parir seu maior clássico. “Nasce Um Monstro” (It’s Alive, 1974) acompanhava um bebê mutante assassino, materializado no set pelo rei dos efeitos de maquiagem de terror Rick Baker. E fez tanto sucesso que rendeu duas sequências, também escritas e dirigidas por Cohen: “A Volta do Monstro” (1978) e “A Ilha dos Monstros” (1987) – sem esquecer um remake em 2003. A partir daí, Cohen ficou conhecido por seus filmes de terror que invariavelmente viravam terrir (comédia de horror), como “Foi Deus Quem Mandou” (1976), “O Jovem Lobisomem” (1981), “Q – A Serpente Alada” (1982), “Efeitos Especiais” (1984) e especialmente “A Coisa” (1985), sobre uma sobremesa deliciosa que transformava seus consumidores em zumbis famintos por mais. Ainda dirigiu a adaptação de Stephen King “Os Vampiros de Salem, o Retorno” (1987) e “A Madrasta” (1989), último filme estrelado por Bette Davis. E, como se não bastasse, originou outra franquia famosa ao escrever o roteiro de “Maniac Cop” (1988) para o diretor William Lustig. A popularidade de “Maniac Cop” voltou a transformá-lo em roteirista requisitado por outros diretores. Entre muitos roteiros, assinou “Os Invasores de Corpos: A Invasão Continua” (1993) para Abel Ferrara, e conseguiu sucesso inesperado com as tramas tensas dos thrillers “Por um Fio” (2002), estrelado por Colin Farrell, e “Celular: Um Grito de Socorro” (2004), com o jovem Chris Evans. Depois de uma década sem filmar, Cohen se despediu dos sets com um episódio da série “Mestres do Terror” em 2006, antologia que reunia os maiores nomes do terror americano dos anos 1970 e 1980. O criador da série, Mick Garris, insistiu muito para Cohen interromper a aposentadoria para participar da produção-homenagem, reconhecendo a importância do cineasta não apenas pelo sucesso de seus filmes baratos, mas por sua capacidade de injetar comentários sociais de forma irônica em tramas de terror. “Eu queria tentar lidar com o que acontecia no mundo em meus filmes”, disse Cohen em entrevista à revista Diabolique em 2017. “Muitos dos filmes que fiz são extremamente voláteis e lidam com assuntos controversos como o racismo”, argumentou. “Meu primeiro longa, ‘Bone’, estava muito à frente de seu tempo – e continua polêmico até hoje, porque ainda não superamos o racismo”, disse, antes de destacar outro filme. “Veja outro exemplo, ‘A Coisa’, que era sobre produtos vendidos no supermercado que matavam pessoas. Ainda há inúmeros produtos nocivos para a saúde vendidos até hoje, e toda vez que anunciam uma pílula diferente de algum tipo, deixam para avisar só depois sobre os efeitos colaterais. ‘A Coisa’ foi uma alegoria ao consumismo e ao fato de que grandes corporações vão te vender qualquer coisa para conseguir seu dinheiro, mesmo que isso te mate”. Nos últimos anos, a obra de Cohen inspirou diversos documentários, com direito a comentários de Martin Scorsese, JJ Abrams, John Landis, Joe Dante e outros a quem o cineasta inspirou com sua criatividade. Filmes como “King Cohen: The Wild World of Filmmaker Larry Cohen” (2017), “Cohen on Cohen” (2017) e “Cohen’s Alive: Looking Back At The It’s Alive Films” (2018) convidam o público a conhecer as maiores obscuridades de sua carreira e descobrir porque Larry Cohen era cultuado por diretores que os cinéfilos chamam simplesmente de mestres.
Dumbo voa em novos pôsteres e comercial com cenas inéditas
A Disney divulgou quatro novos pôsteres e mais um comercial de “Dumbo”, versão live-action do clássico animado de 1941, que destacam o voo do elefantinho do título. Ao contrário de outras adaptações recentes do catálogo da Disney, “Dumbo” não é um filme de bichos falantes. Mas mantém os mesmos desafios, sofrimentos e triunfos do protagonista do desenho famoso, em sua vida como elefantinho de circo. O filme também não é um simples remake, ao expandir a história para muito além da animação original. No roteiro escrito por Ehren Kruger (“Transformers: A Era da Extinção”), o dono de um circo em dificuldades financeiras, Max Medici (Danny DeVito), convoca a ex-estrela Holt Farrier (Colin Farrell) e seus filhos Milly (Nico Parker) e Joe (Finley Hobbins) para cuidar de um elefantinho recém-nascido cujas orelhas enormes o transformam em piada. As orelhas renderam ridicularização ao bichinho e o apelido de Dumbo (uma ofensa derivada da palavra “dumb”, estúpido), mas quando descobrem que elas o permitem voar, o circo renasce, atraindo o persuasivo empresário V.A. Vandevere (Michael Keaton), que recruta o animal para seu mais novo empreendimento, o Dreamland. Dumbo passa a fazer sucesso ao lado da acrobata Colette Marchant (Eva Green), mas logo Holt descobre que Dreamland é cheio de segredos sombrios. A produção é a segunda fábula encantada da Disney dirigida pelo cineasta Tim Burton, que, com o sucesso de “Alice no País das Maravilhas” em 2010, deu início à onda de refilmagens com atores de carne e osso das animações do estúdio. A estreia está marcada para a próxima quinta-feira (28/3) no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Nós, novo terror de Jordan Peele, assusta a concorrência com recorde de bilheteria nos EUA
“Nós”, segundo filme dirigido por Jordan Peele, fez história ao arrecadar US$ 70 milhões em sua estreia neste fim de semana na América do Norte. O valor não só é muito maior que os US$ 38M (milhões) obtidos pela estreia elogiadíssima – e premiada com o Oscar – do diretor, o filme “Corra!” em 2017, como se trata da maior bilheteria inaugural de um terror que não faz parte de uma franquia – deixando muito para trás o antigo recordista, “Um Lugar Silencioso”, lançado com US$ 50,2M no ano passado. Mesmo diante das franquias, a estreia de “Nós” impressiona, sendo superada apenas por dois lançamentos de terror em todos os tempos, o fenômeno “It – A Coisa” (US$ 123,4M) e a sequência recente de “Halloween” (US$ 76,2M). Também é a segunda maior estreia do ano, atrás somente de “Capitã Marvel”, que arrecadou US$ 153M em sua abertura há três semanas. O terror de Peele sobre uma família confrontada por um grupo de sósias também assustou quem se baseou nas projeções dos “especialistas”, que estimavam inicialmente algo entre US$ 38M e 45M nos primeiros três dias. Com isso, a produção do estúdio Blumhouse, com distribuição da Universal, tirou o 1º lugar de “Capitã Marvel”, que após duas semanas no topo faturou US$ 35M entre sexta e domingo (24/3). Apesar da queda, o filme da super-heroína da Marvel não sofreu grande abalo, atingindo um total de US$ 321,4M na América do Norte e US$ 910,2M em todo o mundo. Sua entrada no clube do bilhão não deve passar do próximo fim de semana. Como não houve nenhum outro grande lançamento, o resto do ranking estendeu a despedida de alguns fracassos deste ano, como “Uma Aventura Lego 2” e “Alita: Anjo de Combate”, ambos em seu último fim de semana no Top 10. Mesmo com relativo sucesso internacional, “Alita” tornou amarga a despedida da Fox como estúdio independente. A produção orçada em US$ 200M sairá de cartaz em breve, sem ter nem sequer rendido US$ 100M no mercado doméstico. Seu prejuízo vai se somar aos elevados custos da compra da Fox pela Disney. Confira abaixo os demais rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Nós Fim de semana: US$ 70,2M Total EUA e Canadá: US$ 70,2M Total Mundo: US$ 86,9M 2. Capitã Marvel Fim de semana: US$ 35M Total EUA e Canadá: US$ 321,4M Total Mundo: US$ 910,2M 3. O Parque dos Sonhos Fim de semana: US$ 9M Total EUA e Canadá: US$ 29,4M Total Mundo: US$ 39,6M 4. A Cinco Passos de Você Fim de semana: US$ 8,7M Total EUA e Canadá: US$ 26,4M Total Mundo: US$ 32,7M 5. Como Treinar Seu Dragão 3 Fim de semana: US$ 6,5M Total EUA e Canadá: US$ 145,7M Total Mundo: US$ 488M 6. Um Funeral em Família Fim de semana: US$ 4,5M Total EUA e Canadá: US$ 65,8M Total Mundo: US$ 66,8M 7. Gloria Bell Fim de semana: US$ 1,8M Total EUA e Canadá: US$ 2,4M Total Mundo: US$ 3M 8. No Manches Frida 2 Fim de semana: US$ 1,7M Total EUA e Canadá: US$ 6,6M Total Mundo: US$ _ 9. Uma Aventura Lego 2 Fim de semana: US$ 1,1M Total EUA e Canadá: US$ 103,3M Total Mundo: US$ 179,5M 10. Alita: Anjo de Combate Fim de semana: US$ 1M Total EUA e Canadá: US$ 83,7M Total Mundo: US$ 399,8M











