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    Fênix Negra tem pior estreia dos X-Men e perde para Pet 2 nos Estados Unidos

    9 de junho de 2019 /

    O lançamento de “X-Men: Fênix Negra” implodiu espetacularmente na América do Norte, com US$ 33M (milhões) nas bilheterias. É a pior abertura da franquia, abaixo de “Wolverine: Imortal”, que fez US$ 53M em 2013. Com isso, ficou atrás de “Pets – A Vida Secreta dos Bichos 2”, que faturou US$ 47,1M no fim de semana. Mas até a animação, líder do fim de semana, ficou abaixo das expectativas, com menos da metade da abertura do primeiro “Pets” (US$ 104,3M em 2016). Nenhum dos dois filmes foi bem recebido pela crítica. “Pets 2”, que estreia em 27 de junho no Brasil, recebeu 54% de avaliações positivas – tão medíocre quanto “Aladdin” na média do Rotten Tomatoes – , enquanto “Fênix Negra” desceu ao nível “Transformers”, com 22%. As críticas negativas podem ter influenciado o público. Mas outra teoria especula que os fiascos tendem a ser a nova norma desta época do ano (verão nos Estados Unidos), em que candidatos a blockbuster se acumulam e se atrapalham consecutivamente, sem que haja intervalos entre os lançamentos. A Disney já tinha anunciado que estava tirando de cena os X-Men após “Fênix Negra”. Caso não tivesse comprado a Fox, seria esta empresa quem teria que tomar a medida após o fiasco do longa, que dará grande prejuízo. Em termos de comparação, a bilheteria de “X-Men: Fênix Negra” rendeu metade da estreia de “X-Men: Apocalipse” (US$ 65,7M em 2016), que teve dificuldades para se pagar. O filme anterior da franquia somou, ao todo, US$ 543,9M mundiais. Mas os heróis mutantes da Marvel tem uma base fiel de fãs, que ajudou no lançamento internacional. Em todo o mundo, o longa atingiu US$ 140M em sua largada. A China foi o território de maior arrecadação, superando até a América do Norte, com US$ 45,6M em três dias. “Aladdin” completa o Top 3. Com três semanas em cartaz, a fábula musical demonstra fôlego impressionante, superando os US$ 600 milhões mundiais. Ainda no Top 10, “Vingadores: Ultimato” avançou um pouco mais em sua perseguição a “Avatar” e agora está 58M atrás do total arrecadado pelo blockbuster de James Cameron. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Pets – A Vida Secreta dos Bichos 2 Fim de semana: US$ 47,1M Total EUA e Canadá: US$ 48M Total Mundo: US$ 97M 2. X-Men: Fênix Negra Fim de semana: US$ 33M Total EUA e Canadá: US$ 33M Total Mundo: US$ 140M 3. Aladdin Fim de semana: US$ 24M Total EUA e Canadá: US$ 232M Total Mundo: US$ 604,8M 4. Godzilla II: O Rei dos Monstros Fim de semana: US$ 15,5M Total EUA e Canadá: US$ 78,5M Total Mundo: US$ 292,2M 5. Rocketman Fim de semana: US$ 14M Total EUA e Canadá: US$ 50,4M Total Mundo: US$ 101,7M 6. Ma Fim de semana: US$ 7,8M Total EUA e Canadá: US$ 32,7M Total Mundo: US$ 40M 7. John Wick 3: Parabellum Fim de semana: US$ 7,4M Total EUA e Canadá: US$ 138,6M Total Mundo: US$ 252,2M 8. Vingadores: Ultimato Fim de semana: US$ 4,8M Total EUA e Canadá: US$ 824,3M Total Mundo: US$ 2,7B 9. Pokémon: Detetive Pikachu Fim de semana: US$ 2,9M Total EUA e Canadá: US$ 24,7M Total Mundo: US$ 409,5M 10. Fora de Série Fim de semana: US$ 1,5M Total EUA e Canadá: US$ 17,8M Total Mundo: US$ US$ 17,8M

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  • Etc,  Filme,  Série

    Peggy Stewart (1923 – 2019)

    9 de junho de 2019 /

    A atriz Peggy Stewart, que atuou em mais de 30 westerns do antigo estúdio Republic Pictures, nos anos 1940 e 1950, e foi presença constante na TV até recentemente, morreu em 29 de maio aos 95 anos. A notícia foi divulgada somente agora por sua família. Nascida Peggy O’Rourke em 5 de junho de 1923, em Palm Beach, Flórida, Stewart estava de férias com a família na Califórnia quando conheceu o ator Henry O’Neill, que convenceu a Paramount a escalá-la no papel da filha adolescente de Joel McCrea e Frances Dee em “Uma Nação em Marcha” (Wells Fargo, 1937). Ela seguiu carreira em pequenos papéis em filmes como “Idade Perigosa” (1938), com Deanna Durbin, e o clássico “Tudo Isto e o Céu Também” (1940), com Bette Davis, e após 15 figurações assinou contrato com a Republic para virar estrela. O contrato impulsionou sua carreira, mas também teve impacto em sua vida pessoal. Ela se casou em 1940 com Don “Red” Barry, o primeiro intérprete do cowboy dos quadrinhos Red Rider no cinema. E a crise se instalou quando ela virou coadjuvante feminina nos novos filmes do personagem em 1944. O problema era que seu marido, estrela do seriado original do personagem de 1940, foi substituído por “Wild” Bill Elliott como protagonista de uma nova leva de longa-metragens. O casamento acabou na mesma data. Mas Peggy Stewart tornou-se conhecida em uma dezena de filmes do herói ruivo. Além dos muitos filmes de Red Rider, a Republic a escalou em parcerias com alguns de seus cowboys famosos, como Allan Lane, Sunset Carson e até os cantores Gene Autry e Roy Rogers, sem esquecer de sete seriados de aventura do Velho Oeste que ela estrelou para o estúdio. Um detalhe muito interessante é que ela não era uma mocinha típica, ao estilo das donzelas em perigo da época. Suas personagens geralmente mostravam fibra e eram capazes de vencer tiroteios. Várias fotos de publicidade de sua juventude a retrataram de arma em punho. Quando seu contrato se encerrou nos anos 1950, Peggy migrou para a televisão, aparecendo, claro, em séries de faroeste, a começar por participações nos programas de seu ex-colegas da Republic, “The Gene Autry Show”, em 1950, e “The Roy Rogers Show”, em 1952. A lista se tornou enorme, com as séries de “Cisco Kid”, “Wyatt Earp”, “Gunsmoke”, “Daniel Boone”, “Paladino do Oeste”, etc. Até que o Velho Oeste, como gênero, tornou-se realmente velho e antiquado, substituído por novos ciclos. Longe disso significar uma estagnação em sua carreira, apenas mostrou sua versatilidade, tornando-a uma presença ubíqua nas produções televisivas por décadas a fio. A amplitude de sua carreira na telinha inclui um episódio clássico de “Além da Imaginação”, de 1961, inúmeras séries policiais dos anos 1970, e até um dos capítulos mais icônicos de “Seinfeld”, como a tia de uma namorada de George Costanza (Jason Alexander), em 1993. Também apareceu em “Barrados no Baile”, “Weeds”, “Justified” e retratou a avó de Pam Beesly (Jenna Fischer) em dois capítulos de “The Office”. Incansável, Peggy ainda continuou fazendo cinema. Entre seus papéis de “vovó” mais recentes, incluem-se a biografia roqueira “Runaways: Garotas do Rock” (2010) e a comédia “Este É o Meu Garoto” (2012), estrelada por Adam Sandler e Andy Samberg. Seu último trabalho foi uma participação na série “Getting On”, em 2014, quando completou 90 anos.

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  • Filme

    Trailer e vídeo de entrevistas revelam cenas divertidas do novo Shaft

    8 de junho de 2019 /

    A Warner divulgou um novo trailer e um vídeo com entrevistas do elenco de “Shaft”, novo reboot da franquia dos anos 1970, que retorna como comédia de ação. As prévias são bastante divertidas e cheias de tiros. Inclusive, uma das melhores cenas combina piada e tiros, mostrando a reação indignada de Samuel L. Jackson ao ser comparado com o “Morfeus de ‘Matrix'”. “Cansei dessas comparações com Laurence Fishburne. Esta m* já deu”, ele diz. O clima lembra o tipo de filme que se fazia nos anos 1980, época de “Um Tira da Pesada”, “Tocaia” e “48 Horas”. Mas o mais curioso é que a trama leva em consideração os filmes anteriores de “Shaft”, todos muito sérios, reunindo os intérpretes do passado como se fossem integrantes de uma mesma família. Os Shafts são o vovô Richard Roundtree (que estrelou o primeiro “Shaft” de 1971), o pai Samuel L. Jackson (do reboot de 2000) e o jovem Jessie T. Usher (de “Independence Day: O Ressurgimento”), que coloca o legado “durão” da família em risco por se vestir mal, não parecer gostar de “pussy” (a piada homofóbica está no trailer) e ser pouco convincente como policial. O detetive John Shaft surgiu em 1971 em um filme dirigido por Gordon Parks, contratado por um chefão do crime para resgatar sua filha sequestrada. O filme e sua trilha antológica, assinada por Isaac Hayes, fizeram enorme sucesso e inspiraram duas continuações, além de uma série, todas estreladas por Roundtree na primeira metade dos anos 1970. A franquia foi retomada com direção do recém-falecido John Singleton com muito mais ação e violência em 2000. Mas agora virou comédia, com roteiro de Kenya Barris (criador da série “Black-ish”) e Alex Barnow (roteirista da série “The Goldbergs”), e direção de Tim Story, responsável pelas franquias “Pense como Eles” e “Policial em Apuros” – e dois “Quarteto Fantástico”. Além de três gerações de Shafts, o bom elenco também inclui Regina Hall (“Viagem das Garotas”), Alexandra Shipp (“X-Men: Apocalipse”), Avan Jogia (“Ghost War”), Matt Lauria (“Kingdom”), Luna Lauren Velez (“Dexter”), Method Man (“The Deuce”) e Isaach De Bankolé (“Pantera Negra”). A estreia está marcada para a próxima sexta (14/6) nos Estados Unidos. Mas o mercado de cinema do Brasil tem enorme dificuldade para encontrar data de lançamento para produções estreladas apenas por atores negros. Isto significa que não há previsão para o país.

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  • Filme

    Luce: Filme mais comentado do Festival de Sundance ganha trailer tenso

    8 de junho de 2019 /

    O estúdio indie Neon divulgou o primeiro trailer de “Luce”, drama tenso estrelado por Naomi Watts e Octavia Spencer, que se tornou o filme mais comentado do último Festival de Sundance, com 94% de aprovação no site Rotten Tomates. Watts e Spencer, que já tinham trabalhado juntas anteriormente na saga sci-fi “Divergente”, vivem respectivamente a mãe adotiva e a professora de Luce, um jovem nascido na Eritreia, país dilacerado pela guerra civil na África, que cresce para se tornar um estudante modelo no interior dos EUA. Sem traumas aparentes e feliz com sua família branca, Luce parece ter uma vida perfeita até a professora (Spencer) desconfiar que ele não é tão exemplar quando os pais imaginam. Ao receber uma dissertação política alarmante, ela transforma radicalmente sua visão do aluno, que deixa de ser seu aluno favorito para se tornar seu pior pesadelo. O elenco ainda destaca Tim Roth (“Os Oito Odiados”) como pai adotivo e Kelvin Harrison Jr. (“Ao Cair da Noite”) como o personagem-título. “Luce” foi escrito por J.C. Lee (roteirista da série “How to Get Away with Murder”), adaptando uma peça que ele mesmo escreveu, e tem direção de Julius Onah (“O Paradoxo Cloverfield”). A estreia comercial está marcada para 2 de agosto nos Estados Unidos e não há previsão de lançamento no Brasil.

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  • Série

    Elizabeth Banks vai enfrentar Cate Blanchett em minissérie sobre feminismo dos anos 1970

    8 de junho de 2019 /

    A atriz – e também diretora – Elizabeth Banks (“A Escolha Perfeita”) entrou no elenco de “Mrs. America”, série do canal pago FX sobre a luta histórica pela igualdade de gêneros nos Estados Unidos. Ele vai viver uma das maiores rivais da protagonista, que será interpretada por Cate Blanchett (“Thor: Ragnarok”), primeiro nome anunciado na produção. “Mrs. America” foi criada por Dahvi Waller, produtora-roteirista de “Mad Men” e “Halt and Catch Fire”, mas em vez de narrar a história pelo olhar feminista, vai girar em torno de Phyllis Schlafly (papel de Blanchett), uma ativista conservadora, conhecida por sua postura anti-feminista e seu papel crucial na derrota da Emenda de Igualdade de Direitos (Equal Rights Amendment, ERA) na década de 1970. A sinopse apresentada pelo canal pago FX diz: “Através dos olhos das mulheres dessa época, tanto de Schlafly como das feministas Gloria Steinem, Betty Friedan, Shirley Chisholm, Bella Abzug e Jill Ruckelshaus, a série explorará como um dos campos de batalha mais duros nas guerras culturais dos anos 1970 ajudou a dar origem ao movimento conservador da Maioria Moral e mudou para sempre a nossa paisagem política”. Na produção, Banks viverá Jill Ruckelshaus, política feminista que integrou uma comissão federal, equivalente à Comissão dos Direitos Humanos do Brasil, que, após conquistar igualdade de direitos entre as raças nos anos 1960, buscava mais direitos para as mulheres em 1975 – o Ano Internacional da Mulher. O elenco ainda contará com Rose Byrne (“X-Men: Apocalipse”), Uzo Aduba (“Orange Is the New Black”), Kayli Carter (“Godless”), James Marsden (“Westworld”), Margo Martindale (“The Americans”), Sarah Paulson (“American Horror Story”), John Slattery (“Madman”), Ari Graynor (“Artista do Desastre”), Melanie Lynskey (“Castle Rock”), Jeanne Tripplehorn (“Criminal Minds”) e Tracey Ullman (“Caminhos da Floresta”). A minissérie terá nove episódios, mas ainda não ganhou previsão de estreia.

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  • Série

    The Good Place vai acabar na próxima temporada

    8 de junho de 2019 /

    A excelente série de comédia “The Good Place” vai acabar em sua 4ª temporada. O anúncio foi feito na noite de sexta-feira (7/6), durante um evento da rede ABC para divulgar suas melhores séries para os votantes do Emmy. A decisão de concluir a trama foi do próprio criador da atração, Mike Schur. Em entrevista feita em dezembro para a revista The Hollywood Reporter, ele já tinha sugerido que a série não duraria muito. “Obviamente, por conta do DNA da trama, onde o status quo é desafiado frequentemente, essa não é uma série que duraria por nove anos. Não é como ‘Friends’, que teria 200 episódios. Então, nós refletimos e chegamos a um plano definitivo, que vocês vão perceber no futuro próximo”, disse Schur. Novamente falando ao THR, já com o final divulgado, o showrunner destacou a importância de concluir a série na hora certa. “Após sobrevivermos à renovação da 1ª temporada, consideramos que esta não era uma série tradicional, que ela precisava ter fim… E desde que fizemos um mapa sobre a narrativa, ela sempre concluía na 4ª temporada”, explicou. “A coisa boa sobre programas de TV hoje em dia é que não é preciso forçar uma continuidade infinita. Você pode deixar a história ditar o número de episódios, o que é ótimo para a criatividade”. “The Good Place” é a oitava série da TV aberta americana a anunciar seu final para a próxima temporada, após “Modern Family”, “Criminal Minds”, “Madam Secretary”, “Blindspot”, “Empire”, “Supernatural” e “Arrow”. A atração gira em torno de Eleanor Shellstrop (Kristen Bell, de “Veronica Mars”), que chega a seu destino final após morrer. Ao receber as boas-vindas de Michael (Ted Danson, de “CSI”), descobre que foi parar no “Lugar Bom”, eufemismo para o paraíso. O detalhe é que Eleanor deveria ter ido para o “Lugar Ruim”, por tudo que aprontou na vida. Mas ela logo descobre que o céu é um inferno. Cercada por gente boazinha, ela quer enlouquecer, até perceber que aquele era seu tormento e o “Lugar Bom” era na verdade uma versão do “Lugar Ruim” criada pelo demônio vivido por Danson. Mas esta foi apenas a primeira reviravolta da série, que a cada temporada apresenta uma mudança brusca de situação. Uma não, várias, com uma revelação inesperada atrás da outra. Em meio a esse jorro de criatividade, Eleanor se junta a outros três pecadores, vividos por William Jackson Harper (“Paterson”), Manny Jacinto (“The Romeo Section”) e a revelação Jameela Jamil, que era jornalista e DJ antes da série. Fazendo de tudo para evitar o “Lugar Ruim” tradicional, aquele com torturas e tormentos físicos, eles negociarem sua salvação com uma ajuda surpreendente de Michael e sua assistente (D’Arcy Carden, que também está em “Barry”). E conseguem uma segunda chance, ponto em que a história foi retomada na 3ª temporada… de volta à Terra. A NBC não revelou a quantidade de episódios da 4ª temporada, mas os três primeiros anos tiveram 13 capítulos.

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  • Série

    Trailer do final de Transparent mata Jeffrey Tambor e comemora com música e dança

    8 de junho de 2019 /

    A Amazon divulgou o pôster e o primeiro teaser do final da série “Transparent”, que vai acabar com um episódio especial, o primeiro e único sem o protagonista Jeffrey Tambor, demitido após denúncias de assédio sexual. O destino de seu personagem, um pai de família que inicia a transição de gênero na Terceira Idade, assumindo a identidade social de Maura Pfefferman, é revelado logo no começo do vídeo. “Maura morreu”, revela Davina (Alexandra Billings) num telefonema para Shelly (Judith Light), a esposa do falecido. E qual a reação da viúva – e de todo o elenco da produção? Cantar e dançar. Depois do choque, é claro. A criadora da série, Jill Soloway, decidiu encerrar “Transparent” com um episódio musical em vez de produzir uma 5ª temporada completa – ou uma versão encurtada dela. Tambor foi demitido em fevereiro do ano passado, após uma investigação interna, que apurou denúncia de uma ex-assistente pessoal, Van Barnes, feita em uma publicação no seu perfil privado do Facebook, na qual relatava comportamento inadequado por parte do ator. Logo em seguida, a colega de elenco Trace Lysette acusou o ator de ter feito comentários sexuais e tentado abusar dela em ocasiões diferentes. Ambas são transexuais. Após a primeira acusação, o ator de 73 anos, que venceu dois prêmios Emmy de Melhor Ator de Série de Comédia por “Transparent”, chegou a vir a público negar “de maneira contundente e veemente” qualquer tipo de comportamento inadequado. Mas, diante da segunda denúncia, disse que sua permanência na série tinha se tornado insustentável. “Por conta da atmosfera politizada que parece ter afetado nosso set, eu não vejo como posso voltar a ‘Transparent'”, ele chegou a desabafar, em comunicado. Ao ser informado por mensagem de texto que tinha sido demitido, ele ainda se declarou “profundamente desapontado” pelas acusações “injustas”. E logo depois foi arranjar confusão no set de “Arrested Development”, que também chegou ao fim na Netflix. Jeffrey Tambor venceu dois Emmys e um Globo de Ouro como Melhor Ator em Série de Comédia por “Transparent”. Mas o zeitgeist cultural evoluiu muito desde então. Após a série pioneira, mais produções passaram a incluir personagens transexuais em suas tramas, e todos elas são, ao contrário de Tambor, interpretadas por atores transexuais. Há atualmente um entendimento de que heterossexuais não devem viver personagens trans – o que levou até Scarlett Johanssen a abandonar um papel no cinema, num filme sobre uma gângster transexual que, sem ela, como queriam politicamente corretos, não será mais feito. O final musical da série “Transparent” será disponibilizado na temporada do outono norte-americano (entre setembro e novembro) no serviço Prime Video da Amazon.

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  • Série

    Elizabeth Hurley será a maior feiticeira da Marvel na 3ª temporada de Fugitivos

    8 de junho de 2019 /

    A atriz Elizabeth Hurley (“The Royals”) entrou no elenco da 3ª temporada de “Fugitivos” (Runaways) como a nova vilã da série da Marvel. Ela fará o papel de Morgana le Fay. A vilã dos quadrinhos foi criada em 1955 pelo mestre Stan Lee, quando a Marvel ainda se chamava Atlas, e entrou no mundo dos super-heróis como inimiga da Mulher-Aranha em 1978. Vagamente baseada na personagem da lenda do Rei Arthur, Morgana é considerada a maior feiticeira da Marvel e já se mostrou capaz de enfrentar todos os Vingadores sozinha. Será a segunda vez que Elizabeth Hurley trabalhará com os showrunners de “Fugitivos”, Josh Schwartz e Stephanie Savage. Ela teve uma participação marcante em outra série dos produtores estrelada por adolescentes, “Gossip Girl”. Ainda não há detalhes sobre seu arco em “Fugitivos”, porque Morgana nunca apareceu nos quadrinhos desses personagens. A série produzida para a plataforma de streaming Hulu gira em torno de seis adolescentes, que descobrem por acaso que seus pais são membros de uma sociedade secreta de supervilões conhecida como Orgulho (Pride). Perturbados com a descoberta, eles fogem de casa e decidem usar seus poderes para impedir os planos malignos de suas famílias. Os heróis juvenis são vividos por Gregg Sulkin (série “Faking It”), Rhenzy Feliz (série “Casual”), Virginia Gardner (“Projeto Almanaque”), Ariela Barer (série “One Day at a Time”), Lyrica Okano (série “The Affair”) e Allegra Acosta (série “100 Things to Do Before High School”). Já o elenco adulto traz Ryan Sands (série “The Wire”), Angel Parker (“The People v. OJ Simpson: American Crime Story”), Brittany Ishibashi (“As Tartarugas Ninja: Fora das Sombras”), James Yaegashi (série “Demolidor”), Kevin Weisman (série “Alias”), Brigid Brannagh (série “Army Wives”), Annie Wersching (série “The Vampire Diaries”), James Marsters (série “Buffy – A Caça-Vampiros”), Ever Carradine (série “Eureka”) e, até a 2ª temporada, Kip Pardue (série “Ray Donovan”) e Julian McMahon (série “Nip/Tuck”). Como as anteriores, a 3ª temporada terá 10 episódios, mas a data de estreia ainda não foi divulgada. “Fugitivos” é exibida no Brasil pelo canal pago Sony.

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    Them That Follow: Terror com atriz vencedora do Oscar 2019 ganha primeiro trailer

    8 de junho de 2019 /

    O estúdio indie americano Orchard divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Them That Follow”, terror que destaca em seu elenco Olivia Colman (“A Favorita”), a atriz vencedora do Oscar 2019. A trama se passa na região montanhosa da cordilheira Apalaches, onde um grupo de crentes segue uma religião extrema, em que prova sua fé a Deus manipulando cobras mortais. Em crise religiosa, a filha do pastor precisará passar por um exorcismo venenoso, após questionar a conveniência de um casamento arranjado, prestes a acontecer. Alice Englert (“Ginger e Rosa”) vive a protagonista, Walton Goggins (“Homem-Formiga e a Vespa”) é seu pai e Olivia Colman interpreta a mãe de seu amante secreto, por sua vez vivido por Thomas Mann (“Kong: A Ilha da Caveira”). Lewis Pullman (“Maus Momentos no Hotel Royale”), Jim Gaffigan (“Belas e Perseguidas”) e Kaitlyn Dever (“Last Man Standing”) completam o elenco central. O filme marca a estreia dos cineastas Britt Poulton e Dan Madison Savage e teve première no Festival de Sundance, atingindo 68% de aprovação no Rotten Tomatoes. A estreia está marcada para 2 de agosto nos Estados Unidos e não há previsão de lançamento no Brasil.

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    Remake de Depois do Casamento ganha trailer com Michelle Williams e Julianne Moore

    8 de junho de 2019 /

    A Sony Pictures Classics divulgou o primeiro trailer de “After the Wedding”, remake de um drama europeu premiado, estrelado por Michelle Williams (“Todo o Dinheiro do Mundo”) e Julianne Moore (“Kingsman: O Círculo Dourado”). A prévia começa como um drama, mas logo passa a apresentar reviravoltas e assumir tom de mistério. A trama acompanha Isabel (Williams), diretora de um orfanato na Índia que, diante da promessa de uma grande doação, viaja a Nova York para conhecer a benfeitora Theresa (Moore). Lá, porém, descobre que Theresa é casada com alguém de seu passado e velhos traumas retornam à sua vida. “After the Wedding” é remake do filme dinamarquês “Depois do Casamento”, escrito e dirigido por Susanne Bier (a diretora de “Bird Box”). E pouca coisa parece ter mudado em relação à história original. Detalhes, como a viagem para Nova York, em vez de Copenhague. E, claro, o sexo dos protagonistas – o papel de Williams foi vivido por Mads Mikkelsen (“Hannibal”) na produção dinamarquesa. A refilmagem é assinada pelo americano Bart Freundlich, um especialista em comédias românticas que já tinha dirigido Julianne Moore em “Totalmente Apaixonados” (2005) e “Cidadão do Mundo” (2001). Por sinal, este último também contava com Billy Cudrup, intérprete do marido no novo filme. O longa de Susanne Bier foi indicado ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro e venceu vários prêmios. Já o remake teve première no Festival de Sundance, em janeiro, e não entusiasmou a crítica – ficou com 54% de aprovação no Rotten Tomatoes, contra 87% do drama dinamarquês. A estreia comercial foi marcada para 9 de agosto nos Estados Unidos. Não há previsão de lançamento no Brasil.

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    In Fabric: Terror sobre vestido assassino ganha trailer psicodélico

    8 de junho de 2019 /

    O estúdio indie americano A24 divulgou o pôster e o trailer de “In Fabric”, terror britânico sobre um vestido assassino. A premissa pode parecer boba, mas a prévia revela influência psicodélica marcante de Dario Argento, sugerindo como um remake de “Suspiria” realmente deveria parecer. A trama acompanha uma mulher solitária de meia-idade (Marianne Jean-Baptiste, das séries “Blindspot” e “Homecoming”) que se encanta com um vestido numa vitrine. Logicamente, ele é vermelho. E lhe deixa mais sensual. Mas também suga sua alma, arruinando sua vida. Amaldiçoado e indestrutível, o vestido ameaça todos que encontra pelo caminho – inclusive uma máquina de lavar! O filme foi escrito e dirigido pelo inglês Peter Strickland, que chamou atenção com o cultuado drama lésbico “O Duque de Burgundy” (2014), e inclui em seu elenco Sidse Babett Knudsen (também de “O Duque de Burgundy”) e Gwendoline Christie (“Game of Thrones”). “In Fabric” teve première mundial no Festival de Toronto em setembro passado, ocasião em que conquistou 96% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Desde então, colecionou diversos prêmios. E fará sua estreia comercial em 28 de junho no Reino Unido. Por enquanto, não há previsão de lançamento no Brasil.

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    Undone: Série animada da Amazon ganha primeiro trailer impressionante

    7 de junho de 2019 /

    A Amazon divulgou o pôster e o primeiro trailer da nova série de animação adulta “Undone”. A prévia lembra muito o visual foto-realista e até o tema de distúrbio mental de “O Homem Duplo” (2006), mas foi concebida pelo criador de um tipo completamente diferente de animação. Undone” é o novo projeto de Raphael Bob-Waksberg, autor de “BoJack Horseman” – em parceria com Kate Purdy, também roteirista de “BoJack Horseman”. E desta vez eles não escrevem sobre animais falantes em crise. Os novos personagens são humanos com vozes e faces de atores conhecidos. Apesar disso, há elementos fantasiosos na trama, que entra no terreno surreal ao explorar a mente da protagonista. A personagem principal é Alma, interpretada por Rosa Salazar (“Alita: Anjo de Combate”), que, após um acidente de carro, descobre uma nova relação com o tempo. Ela passa a ver seu pai falecido (Bob Odenkirk, de “Better Call Saul”), que tenta lhe explicar suas habilidades e como ela pode viajar no tempo para impedir a morte dele. Entretanto, as visões, que mostram diferentes etapas temporais simultâneas à sua frente, só fazem ela questionar sua própria saúde mental. O visual impressionante tem direção e design de Hisko Hulsing, artista responsável pelas animações do documentário “Kurt Cobain: Montage of Heck” (2015). O elenco da animação ainda conta com Angelique Cabral (“Life in Pieces”), Constance Marie (“Switched at Birth”), Daveed Diggs (“Extraordinário”) e Siddarth Dhananjay (“Patti Cake$”). Por enquanto, “Undone” não tem previsão de estreia.

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    Diretor de Sem Escalas fará filme do vilão Adão Negro com Dwayne Johnson

    7 de junho de 2019 /

    A WarnerMedia definiu o diretor de “Adão Negro” (Black Adam), filme do supervilão dos quadrinhos da DC Comics, que será estrelado por Dwayne “The Rock” Johnson. Segundo a revista Variety, Jaume Collet-Serra (“O Passageiro” e “Sem Escalas”) está em negociações finais para comandar o projeto. Com a assinatura do contrato, o filme marcará a segunda parceria entre o diretor e o astro de ação, que recém-finalizaram as filmagens de “Jungle Cruise” para a Disney. De acordo com a Variety, Johnson ficou impressionado com a capacidade do cineasta de mudar de temas leves para mais sombrios durante a produção de “Jungle Cruise”, e isto o tornou favorito para assumir o filme de Adão Negro. O longa será produzido pelo estúdio New Line, especialista em filmes de terror, que faz parte do conglomerado da Warner. Nos quadrinhos, Adão Negro é o principal inimigo de Shazam. Criado em 1945 pelo roteirista Otto Binder (que também criou Supergirl e a Legião dos Super-Heróis) e pelo ilustrador C.C. Beck (criador do Capitão Marvel), Adam Negro era originalmente Teth-Adam, filho do faraó Ramsés II e um dos primeiros detentores dos poderes do mago Shazam, na época do Egito Antigo. Porém, ele se deixou corromper pelo poder e foi exilado, retornando como vilão na era contemporânea (na verdade, nos anos 1940) para enfrentar o Capitão Marvel (hoje, rebatizado de Shazam por razões óbvias), o novo campeão do mago Shazam. Johnson topou o projeto ao ficar fascinado, como todos os leitores de quadrinhos, pela versão do personagem escrita por Geoff Johns, Grant Morrison, Greg Rucka e Mark Waid na minissérie “52” (2006). Na trama, Adão Negro aparecia como o governante de uma nação africana em conflito existencial, determinado a fazer o bem, enquanto era manipulado para fazer o mal. Com cenas impactantes e desfecho trágico, foi uma das melhores sagas recentes dos quadrinhos. Mas… desde então o personagem passou por novo reboot, na minissérie “Novos 52” (2016), e seu (re)encontro com Shazam acabou resumido na história do recente filme da Warner. Isto é, o confronto com o Dr. Silvana na cinema foi, na verdade, com Adão Negro nos quadrinhos. Apesar disso, o personagem foi visto por alguns segundos no longa do herói da DC, que estreou em abril, já sugerindo sua integração ao universo de “Shazam!”.

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