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    Édith Scob (1937 – 2019)

    26 de junho de 2019 /

    A atriz francesa Édith Scob, que marcou época ao estrelar o clássico do terror “Os Olhos Sem Rosto”, morreu nesta quarta (26/6) aos 81 anos. Nascida em Paris, em 1937, ela começou sua trajetória como atriz de teatro aos 21 anos de idade. Em 1958, fez a estreia nos palcos com a peça “Don Juan”, encenada por Georges Vitaly, e, no ano seguinte, com 22 anos, abriu sua vasta filmografia com “Os Muros do Desespero”, de George Franju, pioneiro do cinema fantástico. O filme que lhe deu fama veio em seguida, o segundo de sua carreira e o segundo da parceria com Georges Franju, lançado em 1960. Em “Os Olhos Sem Rosto”, a atriz interpretou a personagem misteriosa do título, a filha de um médico famoso, que passa por várias cirurgias após o seu rosto ser desfigurado. Ela interpretou boa parte do filme usando bandagens e uma máscara que deixava apenas o seus olhos visíveis. Sua performance misteriosa – alguns diriam “etérea” – conquistou a imaginação do público e dos críticos, ajudando a transformar o filme num dos terrores mais influentes do cinema francês – que inspirou, por exemplo, “A Pele que Habito” (2011), de Pedro Almodóvar. Scob seguiu fazendo filmes cultuados, como “O Pecado de Teresa” (1962), seu terceiro longa dirigido por Franju, o terror “Câmara Ardente” (1962), o pulp “Judex” (1963) e encarnou até o papel da Virgem Maria no surreal “Via Láctea” (1969), do mestre Luís Buñuel. Ao final dos anos 1960, ela fundou uma companhia de teatro vanguardista em Bagnolet, nos arredores de Paris, juntamente com o marido, o compostor Georges Aperghis, e diminuiu sua presença nas telas. Mas isso não impediu que, mais tarde, voltasse a aparecer em muitos outros filmes que se destacaram no cinema europeu, como “Verão Assassino” (1983), de Jean Becker, “Joana, A Virgem II – As Prisões” (1994), de Jacques Rivette, a adaptação de Marcel Prost “O Tempo Redescoberto” (1999), de Raoul Ruiz, “Instituto de Beleza Vênus” (1999), de Tonie Marshall, “A Fidelidade” (2000), de Andrzej Zulawski, “O Pacto dos Lobos” (2001), de Christophe Gans, “Uma Passagem para a Vida” (2002), de Patrice Leconte, e “Horas de Verão” (2008), de Olivier Assayas, que lhe rendeu sua primeira indicação ao César (o Oscar francês). Édith Scob ainda chegou a firmar uma parceria marcante com o diretor Leos Carax, com quem trabalhou em “Os Amantes de Pont-Neuf” (1991) e “Holy Motors” (2012). Neste último filme, pelo papel da motorista de limusine Céline, recebeu sua segunda indicação ao César. O reconhecimento da indústria cinematográfica francesa deu fôlego à parte final de sua carreira, permitiu que ela trabalhasse intensamente nos últimos anos, com papéis que apenas reforçaram a qualidade de sua filmografia – em “Gemma Bovery – A Vida Imita a Arte” (2014), de Anne Fontaine, “O Ignorante” (2016), de Paul Vecchiali, e “Amor à Segunda Vista” (2019), de Hugo Gélin, entre outros.

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  • Etc

    Disney anuncia planos para conteúdo internacional em sua plataforma de streaming

    25 de junho de 2019 /

    A Disney confirmou os planos de produção de conteúdo internacional para sua plataforma de streaming ao anunciar o novo executivo que será responsável pelo setor. Não bastasse mirar num mercado explorado até aqui apenas pela Netflix em grande escala, a contratação acirrou o clima de guerra entre as duas empresas, porque o escolhido para potencializar o mercado internacional da Disney+ (Disney Plus) é Matt Brodlie, ex-diretor da divisão de Filmes Originais da Netflix. Brodlie foi quem definiu as estratégias bem-sucedidas de filmes da plataforma, enfatizando produções sci-fi e comédias românticas para adolescentes, o que serve sob medida para o projeto da Disney+ (Disney Plus). Além disso, ele foi responsável por convencer Alfonso Cuarón a lançar “Roma” em streaming. “À medida que procuramos lançar a Disney+ (Disney Plus) além dos EUA nos próximos anos, Matt terá um papel fundamental na execução de nossa estratégia de conteúdo”, disse Ricky Strauss, presidente de Conteúdo e Marketing do Disney+ (Disney Plus), em comunicado. “Ele é um executivo comprovado com os instintos criativos e a experiência correta para ajudar a tornar a Disney+ (Disney Plus) um lugar onde talentos podem criar conteúdo original e de alta qualidade para o público em todo o mundo. Estamos muito felizes em tê-lo em nosso time.” O novo executivo da Disney, que terá o cargo oficial de vice-presidente senior de Desenvolvimento de Conteúdo Internacional, também se disse empolgado por entrar no começo do projeto. “Estou animado com esta oportunidade de ingressar na Disney+ (Disney Plus) neste momento crucial e espero trabalhar de forma colaborativa com as equipes de todo o mundo para criar um entretenimento premium que seja relevante e duradouro”, acrescentou Brodlie. Os planos de internacionalização da Disney+ (Disney Plus) são ótima notícia para os produtores brasileiros, que em breve verão aumentar o leque de opções de plataformas para novos projetos.

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  • Série

    Criador de Maniac emplaca duas séries na plataforma de streaming da Warner

    25 de junho de 2019 /

    A WarnerMedia encomendou duas séries novas de Patrick Somerville, o criador de “Maniac” na Netflix. As atrações serão produzidos para o vindouro serviço de streaming do estúdio. As séries são a comédia de divórcio “Made For Love” e a sci-fi pós-apocalíptica “Station Eleven”. Mas até a comédia tem elementos de tecnologia futurista. “Made For Love” é baseada no romance homônimo de Alissa Nutting e inclui SJ Clarkson (diretora do piloto do spin-off de “Game of Thrones”) na direção e produção dos episódios, enquanto “Station Eleven” adapta o best-seller internacional de Emily St. John Mandel, com direção e produção de Hiro Murai (“Atlanta”). Somerville vai assinar os roteiros e será o produtor executivo de ambas. As encomendas são para 10 episódios em cada série, que serão produzidos, curiosamente, não pela Warner Bros Television (WBTV), mas pela Paramount TV, onde Sommerville tem um contrato de exclusividade. A comédia vai mostrar, de forma absurda e cínica, até onde alguém é capaz de ir por amor e por ódio, abordando divórcio e vingança. A trama segue Segue Hazel Green, uma mulher de 30 e poucos anos, que se divorcia após 10 anos em um casamento sufocante com um bilionário de empresa de tecnologia, que possivelmente é um sociopata. Mas, ao se separar, ela descobre que seu marido implantou um dispositivo revolucionário de monitoramento – o Made for Love – em seu cérebro, permitindo que ele a localize, observe e saiba seus pensamentos e sentimentos o tempo inteiro. Já a sci-fi acompanha os sobreviventes de uma epidemia devastadora, enquanto eles tentam reconstruir e reimaginar o mundo, mantendo apenas o melhor do que foi perdido. Além de ter criado “Maniac”, estrelada por Emma Stone e Jonah Hill, Patrick Somerville escreveu episódios das séries “The Leftovers”, da HBO, “The Bridge”, da FX, e “24: Live Another Day”, da Fox. O serviço de streaming da WarnerMedia ainda não tem previsão de estreia.

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  • Filme

    Diretores de Vingadores: Ultimato revelam as “cenas” extras do relançamento do filme

    25 de junho de 2019 /

    Os irmãos Russo divulgaram no Instagram os conteúdos da nova versão de “Vingadores: Ultimato”, que voltará aos cinemas um pouco mais longo no último fim de semana de junho. Infelizmente, o material descrito passa longe de ser empolgante. Consiste numa nova abertura, em que Anthony Russo apresenta o filme, e um novo fecho com prévia de “Homem-Aranha: Longe de Casa”. De inédito e exclusivo mesmo apenas uma única cena “deletada”, e ainda por cima “inacabada” (conforme descrição), após os créditos – e que também será incluída na edição em DVD e Blu-Ray do filme. Rumores indicam que a cena envolverá o Hulk. Também há informações sobre uma homenagem especial a Stan Lee, que não foi citada no post. Em compensação, o post afirma que o lançamento será global. Entretanto, a Disney ainda não divulgou detalhes sobre a exibição da nova versão no Brasil. Com o material precário acrescentado, a Disney assume que o relançamento é um caça-níquel, feito à toque de caixa registradora para juntar mais alguns trocados ao montante bilionário da produção e assim tirar de “Avatar” o título de maior bilheteria mundial de cinema em todos os tempos. O filme dos super-heróis da Marvel está atualmente com US$ 2,750 bilhões de arrecadação, enquanto a sci-fi de James Cameron tem US$ 2,788 bilhões. A diferença é de “apenas” US$ 38 milhões. O relançamento de “Vingadores: Ultimato” também ganhou um pôster horroroso, que ilustra a mensagem dos diretores no Instagram. Veja abaixo. Ver essa foto no Instagram See #AvengersEndgame on the big screen one more time before it leaves theaters… Act fast to get your hands on this exclusive poster (at select theaters while supplies last), see a special intro from Anthony, an unfinished deleted scene, and a special sneak peek from #SpiderManFarFromHome. Get your tickets now through the link in bio for this GLOBAL RELEASE! Uma publicação compartilhada por The Russo Brothers (@therussobrothers) em 25 de Jun, 2019 às 10:38 PDT

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  • Filme

    Mckenna Grace vira a produtora mais jovem de Hollywood aos 12 anos de idade

    25 de junho de 2019 /

    Com apenas 12 anos, Mckenna Grace virou a produtora mais jovem de Hollywood. A atriz em ascensão, que estrela o vindouro “Annabelle 3: De Volta para Casa”, vai estrelar e produzir “Rabbit Cake”, adaptação do aclamado romance homônimo de Annie Hartnett, para a Amazon Studios. O romance de 2017 é uma comédia de humor negro, que explora a resistência do humor após uma perda. A história gira em torno da menina Elvis Babbitt. Quando sua mãe se afoga durante uma crise de sonambulismo, a menina decide investigar as circunstâncias estranhas, embarcando numa jornada para descobrir o seu lugar no mundo e encontrar conforto nas pessoas e animais de sua cidade no Alabama. A direção está a cargo de Susan Johnson (“Para Todos os Garotos que Já Amei”). Com o contrato, Grace supera o recorde de produtora mais jovem da indústria cinematográfica americana, que pertencia a Marsai Martin. A jovem tinha 14 anos quando foi creditada como produtora executiva em sua comédia “Little”, lançada no início deste ano. A façanha não espanta quem acompanha a carreira da menina prodígio. Precoce, ela já tem mais de 50 aparições em filmes e séries. Este total inclui 21 episódios na série “Designed Survivor”, como filha do protagonista, 10 no terror “The Haunting of Hill House”, mais 7 aparições em “Fuller House” e 3 em “Young Sheldon”, além de já ter sido a versão mirim de Emma Swan na série “Once Upon a Time”, de Caroline em “The Vampire Diaries” e de Sabrina em “O Mundo Sombrio de Sabrina”. Mas é no cinema que a lista de participações realmente impressiona. Ela entrou em “Jogador Nº 1”, coestrelou “Um Laço de Amor” com Chris Evans, foi a versão infantil de Tonya Harding (Margot Robbie) em “Eu, Tonya”, a criança Carol Danvers (Brie Larson) no filme “Capitã Marvel”, virou protagonista de “Annabelle 3: De Volta para Casa” como a filha do casal Warren (Vera Farmiga e Patrick Wilson), está dublando o longa animado de “Scooby-Doo” e ainda estrelará o próximo “Caça-Fantasmas”. Trata-se de uma das atrizes mais requisitadas de Hollywood na atualidade.

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  • Série

    Personagem do filme O Poder e a Lei vai ganhar série

    25 de junho de 2019 /

    A rede CBS encomendou a produção de uma série baseada no personagem central do filme “O Poder e a Lei”, estrelado por Matthew McConaughey em 2011. Desenvolvida pelo roteirista David E. Kelley (de “Big Little Lies” e “Mr. Mercedes”), a série deve ter o título original do filme, “The Lincoln Lawyer”, que também é o mesmo do best-seller escrito por Michael Connelly em 2005 (batizado no Brasil como “Advogado de Porta de Cadeia”). A trama gira em torno do advogado Michael “Mickey” Haller, cujo escritório é o banco traseiro de seu carro da marca Lincoln, em que atende clientes de todos os tipos. “O Poder e a Lei” foi o filme que fez McConaughey ser levado à sério, encerrando sua fase de galã de comédias românticas – três anos depois, ele venceu o Oscar (por “Clube de Compra Dallas”). O sucesso chegou a render anúncio da produção de uma continuação, que curiosamente nunca saiu do papel. Michael Connelly escreveu mais cinco livros sobre o advogado do Lincoln, e dois deles são crossovers com outra série literária do mesmo autor, que já virou série live-action: “Bosch”. Isto porque Mickey Haller é meio-irmão do detetive da polícia de Los Angeles Hieronymus “Harry” Bosch. O escritor será um dos produtores da série, ao lado de Kelley. A atração deve ser lançada no final de 2020.

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  • Série

    Série baseada no filme A Praia já tem roteiro “de explodir a cabeça”

    25 de junho de 2019 /

    O diretor Danny Boyle (“T2: Trainspotting”) voltou a falar do projeto da transformação de seu filme “A Praia” (2000) numa série. A ideia foi mencionada pela primeira vez em 2012, quando a Fox entrou na produção, e ganhou novidades durante entrevista desta semana para o jornal britânico The Independent, em que o cineasta revelou que o piloto já tem roteiro. Boyle disse que a atriz, diretora e roteirista Amy Seimetz (criadora da série “The Girlfriend Experience”) escreveu um tratamento para a série, que ele descreveu como “de explodir a cabeça” (troque explodir por um palavrão para uma tradução mais literal). “É muito intrigante quando você percebe o que Amy fez com os roteiros. Eu não sei se o canal FX terá coragem de produzir essa série para valer”, completou. Curiosamente, a adaptação cinematográfica de “A Praia” não foi exatamente um blockbuster capaz de justificar a produção de uma série. Ao contrário, representa um dos maiores fracassos da carreira de Leonardo DiCaprio, apesar de lançado em plena dicapriomania, logo após o blockbuster “Titanic” (1997). Por seu papel, o ator chegou a ser indicado ao Framboesa de Ouro, premiação anual voltada aos piores do cinema. O filme também teve a pior repercussão crítica da carreira do diretor Danny Boyle. Com estas credenciais, fica difícil imaginar o que atraiu o cineasta de volta para a história. Talvez a amizade com o autor do livro em que a trama se baseia. “A Praia” foi a primeira parceria de Boyle com Alex Garland. A adaptação do livro de 1996 serviu de cartão de visitas do escritor no cinema. Depois, os dois voltaram a trabalhar juntos no terror “Extermínio” (2002) e na sci-fi “Sunshine – Alerta Solar” (2007), antes de Garland também virar diretor de filmes. Em 2000, DiCaprio interpretou Richard, um jovem aventureiro que, em viagem à Tailândia, encontra um misterioso mapa que promete levá-lo a uma praia paradisíaca. Ao chegar lá com dois companheiros de viagem, descobre que o local é realmente deslumbrante. E também centro de uma operação de tráfico internacional. Segundo Boyle, a série acompanharia o mesmo personagem, 20 anos depois dos eventos do filme. Confira o trailer abaixo para lembrar do filme, que também contou em seu elenco com os franceses Guillaume Canet (“Rock’n Roll: Por Trás da Fama”) e Virginie Ledoyen (“Adeus, Minha Rainha”) e o britânico Robert Carlyle (“T2: Trainspotting”).

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  • Série

    Diretores de Alguma Coisa Assim e As Boas Maneiras se juntam em nova série da Netflix

    25 de junho de 2019 /

    A Netflix anunciou a produção de mais uma série brasileira, “Boca a Boca”. A produção de seis episódios vai combinar trama adolescente e epidemia. A trama gira em torno de uma doença contagiosa disseminada pelo beijo, que se espalha entre os jovens e afeta o comportamento de uma até então pacata comunidade interiorana. A princípio, parece uma metáfora para o pânico e a intolerância relacionados à Aids. A produção está a cargo de Esmir Filho, o cineasta premiado de “Os Famosos e Os Duendes da Morte” (2009) e “Alguma Coisa Assim” (2017), que também divide o roteiro e a direção dos episódios com outra cineasta premiada, Juliana Rojas, de “Trabalhar Cansa” (2011), “Sinfonia da Necrópole” (2014) e “As Boas Maneiras” (2017). A equipe de roteiristas ainda inclui Marcelo Marchi, Jaqueline Souza e Thais Guisasola. A produção é uma parceria da Gullane e da Fetiche com a Netflix. O elenco ainda não foi definido e não há previsão de estreia.

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  • Filme

    Vídeo oficial revela primeiras cenas de bastidores do novo filme de 007

    25 de junho de 2019 /

    A produção do novo longa de 007, ainda sem título oficial, divulgou um vídeo de bastidores das filmagens na Jamaica. Entre cenas de ação e cores locais, a produção destaca a volta do ator Daniel Craig ao papel de James Bond e o trabalho do diretor Cary Joji Fukunaga (“Beasts of No Nation”). Também aparecem no vídeo Jeffrey Wright (“Westworld”), que reprisa o papel de Felix Leiter, visto pela última vez em “007 – Quantum of Solace” (2008), e Lashana Lynch (“Capitã Marvel”), que interpreta uma nova personagem chamada Nomi. A volta à Jamaica é emblemática, porque foi lá que o primeiro filme da franquia, “007 Contra o Satânico Dr. No” (1962), foi rodado. No filme, Bond está “aposentado” do Serviço Secreto e vivendo na ilha do Caribe. “Sua paz não dura muito, no entanto, já que seu velho amigo Felix Leiter, da CIA, chega pedindo ajuda para resgatar um cientista sequestrado”, diz a sinopse. A história que será filmada é da dupla responsável pelos últimos 20 anos de aventuras de 007, Neil Purvis e Robert Wade, com revisão de Scott Z. Burns (“O Ultimato Bourne”) e Phoebe Waller-Bridge (criadora de “Killing Eve”). O elenco também trará de volta Ralph Fiennes, Ben Whishaw e Naomie Harris, que têm os papéis fixos de M, Q e Eve Moneypenny desde “007: Operação Skyfall” (2012). Eles terão a companhia de outro ator recorrentes: Rory Kinnear, que retomará o agente Bill Tanner, presente desde “007: Quantum of Solace”. Já as novidades incluem a atriz cubana Ana de Armas (“Blade Runner 2049”), Billy Magnussen (“O Nome do Jogo”) e Rami Malek (“Bohemian Rhapsody”), que terá o papel do vilão do filme. A estreia está marcada para 9 de abril no Brasil, um dia depois do lançamento nos Estados Unidos e no Reino Unido.

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  • Série

    Atriz de Grimm entra no revival de The L Word

    25 de junho de 2019 /

    A atriz Jacqueline Toboni, que viveu a matadora de monstros Trubel na série “Grimm”, entrou no elenco do revival de “The L Word”. Ela será uma das representantes da “geração Q” que batiza a produção. A série vai voltar com um novo título: “The L Word: Generation Q”. Trata-se de uma referência à letra Q de “queer” na sigla LGBTQIA+, que reflete a fluidez sexual da nova geração. Também entraram na série as atrizes Arienne Mandi (“In the Vault”) e Rosanny Zayas (“The Code”) e o ator Leo Sheng (“Adam”), que vão se juntar a três das estrelas da série original. Jennifer Beals (Bette Porter), Katherine Moennig (Shane McCutcheon) e Leisha Hailey (Alice Pieszecki) retomarão seus papéis dez anos depois do fim da série, em 2009. Durante o evento de inverno da TCA (Associação dos Críticos de TV dos EUA), a atriz Sarah Shahi confirmou que também retomará seu papel de Carmen, a namorada bissexta de Shane, e outras intérpretes da série original devem aparecer em participações especiais para mostrar como seguiram suas vidas, amores e tribulações, em meio às novas personagens da produção. Elas serão acompanhadas pela criadora da série, Ilene Chaiken, que produzirá o reboot. Já o cargo de showrunner ficou com Marja-Lewis Ryan (“The Four-Faced Liar”), devido ao comprometimento de Chaiken com a produção da série “Empire”, na Fox. A estreia ainda não foi marcada, mas deve acontecer na temporada de outono norte-americana, entre setembro e novembro, com oito episódios no canal pago americano Showtime.

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  • Filme,  Música

    Ator de Trainspotting vira dono da gravadora Creation em primeira foto de cinebiografia

    25 de junho de 2019 /

    A produtora Burning Wheel divulgou a primeira foto de “Creation Stories”, filme sobre a influente gravadora britânica Creation Records, que realizou uma revolução musical nos anos 1980. A imagem traz o ator escocês Ewen Bremner (o Sput de “Trainspotting” e sua continuação) caracterizado como Alan McGee, o fundador e dono da gravadora. O ator não é o único egresso de “Trainspotting” no projeto. O roteiro foi escrito por Irvine Welsh, autor do livro que virou “Trainspotting”, e a produção está a cargo de Danny Boyle, o diretor daquele filme. “Creation Stories” é baseado na autobiografia de McGee, intitulada “The Creation Records Story: Riots, Raves and Running a Label”. O lendário empresário escocês ganhou projeção ao montar um club londrino, The Living Room, que virou palco do movimento que culminou na formação da geração indie original, em meados da década de 1980 – a cena batizada como “C86” (classe de 86). Ele também tinha uma banda, a Biff Bang Pow, e foi o primeiro empresário do Jesus and Mary Chain, além de ter gravado o primeiro single do grupo. The Jesus and Mary Chain não foi a única banda famosa lançada pela Creation, que também gravou discos do Primal Scream, My Bloody Valentine, Teenage Fanclub, House of Love, Ride e até Oasis. Depois de vender metade de sua gravadora para a Sony nos anos 1990 e ver o Oasis explodir nas paradas, McGee ainda se envolveu na política, ajudando a passar uma lei de apoio financeiro a músicos insolventes. O último lançamento da Creation foi o disco “XTRMNTR”, da banda Primal Scream, em 2000. McGee fechou a gravadora após ficar insatisfeito com a direção comercial da Sony. O velho produtor ainda se aventurou a criar novas gravadoras e clubs, mas encontrou mais sucesso ao ressuscitar o nome Creation em 2014 para empresariar músicos, como seus velhos amigos do Jesus and Mary Chain e Happy Mondays. Ele também é crítico musical e blogueiro, e atualmente escreve na versão britânica do site Huffington Post. O filme tem direção do ator Nick Moran, que virou diretor com outra cinebiografia de produtor prodígio, “Telstar: The Joe Meek Story” (2008). O elenco inclui Suki Waterhouse (“Pokémon: Detetive Pikachu”), Rupert Everett (“O Lar das Crianças Peculiares”), Jason Flemyng (“X-Men: Primeira Classe”), Jason Isaacs (“Star Trek: Discovery”), Kirsty Mitchell (“Dupla Explosiva”), Mel Raido (“Lendas do Crime”) e Matthew Durkan (“Coronation Street”) como William Reid, o guitarrista do Jesus and Mary Chain. Ainda não há previsão para o lançamento.

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  • Série

    Scream: 3ª temporada da série baseada em Pânico ganha trailer com muitas mudanças

    24 de junho de 2019 /

    A 3ª temporada de “Scream”, série da MTV norte-americana inspirada na franquia cinematográfica de terror “Pânico”, ganhou um trailer, um ano após as gravações. E com uma surpresa. A atração mudou de canal. Vai passar no canal VH1. Para atrair seu público, o comercial decidiu destacar os músicos do elenco, como a cantora e atriz Mary J. Blige, indicada ao Oscar 2018 por “Mudbound: Lágrimas sobre o Mississippi”, o rapper Tyga, o filho do rapper Notorious B.I.G., C.J. Wallace, e a filha de Michael Jackson, Paris Jackson. Além disso, também chamou atenção para o nome da produtora, que é a cantora Queen Latifah (“Star”). Até parece que se trata de um musical. Só que não. Em seu retorno à televisão, a série sofrerá um reboot, trazendo novos personagens e atores para a trama de terror, que não se conectará com os acontecimentos dos dois primeiros anos. Em vez disso, resgatará a máscara original dos filmes de Wes Craven. E terá subtítulo. A atração vai se chamar, em inglês, “Scream: Ressurrection”. Além disso, serão menos episódios: seis no total, que serão exibidos nos EUA em apenas três noites, na base de dois capítulos por semana. O elenco também inclui RJ Cyler (“Power Rangers”), Keke Palmer (“Scream Queens”), Tyler Posey (“Teen Wolf”), Giorgia Whigham (“13 Reasons Why”), Giullian Yao Gioiello (“Julie’s Greenroom”) e Jessica Sula (“Fragmentado”). Com roteiro e produção de Brett Matthews (“The Vampire Diaries”), a estreia está marcada para 8 de julho.

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  • Filme

    Estreia de Toy Story 4 leva quase 2 milhões de pessoas aos cinemas no Brasil

    24 de junho de 2019 /

    “Toy Story 4” estreou em 1º lugar nas bilheterias do Brasil, levando quase 2 milhões de espectadores aos cinemas no final de semana. Com todo esse público, o longa arrecadou R$ 34,9 milhões entre quinta e domingo (23/6). O desempenho excepcional tirou “Aladdin” do topo do ranking, deixando a fábula live-action em 2º lugar após um mês em cartaz, com R$ 5,8 milhões arrecadados. O detalhe é que ambas são produções da Disney, que confirma sua hegemonia no mercado cinematográfico. Só nos últimos quadro dias, o estúdio arrecadou mais de R$ 40 milhões no Brasil com os dois lançamentos. E vale lembrar que, desde a estreia, “Aladdin” já acumula R$ 73,6 milhões em bilheteria e público de 4,3 milhões de pessoas. Impressionante. O resto do Top 5 nacional tem “MIB: Homens de Preto – Internacional” (R$ 4,1 milhões), “X-Men: Fênix Negra” (R$ 2,7 milhões) e “Rocketman” (R$ 1,5 milhão). Os dados são da consultoria comScore.

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