Anima Mundi atinge meta de financiamento coletivo e terá 27ª edição
O Festival Anima Mundi conseguiu viabilizar sua 27ª edição com financiamento coletivo. O evento atingiu a meta de sua campanha no site Benfeitoria, superando os R$ 400 mil que necessitava para continuar, informaram os organizadores pelas redes sociais. Um dos eventos de animação mais prestigiados do planeta, o Anima Mundi qualifica seus vencedores a disputar o Oscar da categoria. Mas, como vários outros eventos culturais importantes, perdeu o apoio da Petrobras após a eleição de Bolsonaro. O presidente acredita que “o Estado tem maiores prioridades”. O patrocínio da Petrobras, retirado de todos os eventos culturais por decisão presidencial, respondia por 30% do orçamento total do Anima Mundi. Para tentar salvar o festival, os organizadores apelaram para o financiamento coletivo. E o público correspondeu. Ainda assim, a 27ª edição será uma das mais enxutas do evento. Antes de Bolsonaro, o orçamento médio do Anima Mundi era de R$ 3 milhões – por sinal, acima do teto de US$ 1 milhão estabelecido pelo governo para a nova Lei de Incentivo Cultural. Mas os organizadores redimensionaram o projeto para transformá-lo numa mostra de filmes, acompanhada por debates e encontros entre profissionais e público, orçada em R$ 800 mil. Mesmo assim, a expectativa real era de captar metade desse valor com o financiamento coletivo, para viabilizar ao menos as mostras. Foi o que aconteceu. Com todos os perrengues, o festival pretende exibir 303 filmes, com produções de mais de 40 países, entre os dias 17 e 21 de julho no Rio de Janeiro, e de 24 a 28 de julho em São Paulo. Ver essa foto no Instagram #VaiTerAnimaMundi #AnimaMundi2019 Uma publicação compartilhada por Anima Mundi (@animamundioficial) em 28 de Jun, 2019 às 8:31 PDT Ver essa foto no Instagram #VaiTerAnimaMundi Uma publicação compartilhada por Anima Mundi (@animamundioficial) em 28 de Jun, 2019 às 10:49 PDT
Ted Bundy: Zac Efron é serial killer “irresistível” e “de família” em trailer legendado
A Paris Filmes divulgou o pôster nacional e o trailer legendado de “Ted Bundy – A Irresistível Face do Mal” (Extremely Wicked, Shockingly Evil and Vile), que traz o ator Zac Efron (“Baywatch”) como um dos serial killers mais famosos dos Estados Unidos. A prévia subverte expectativas ao mostrar Ted Bundy como um bom marido e pai de família, que jura inocência, exala charme e é capaz de criar dúvidas mesmo diante dos fatos, enquanto se vangloria de ter ficado mais popular que o parque Disney World. A recriação dos anos 1970 é assinada pelo diretor Joe Berlinger, que ficou conhecido por realizar a trilogia de documentários “Paradise Lost”, responsável por ajudar a libertar três jovens presos injustamente após um assassinato ritual de crianças em West Memphis. O roteiro é de Michael Werwie (do vindouro suspense “Lost Girls”, com Sarah Paulson) e o elenco também inclui Kaya Scodelario (“Maze Runner: A Cura Mortal”), Lily Collins (“O Mínimo para Viver”), John Malkovich (“Horizonte Profundo: Desastre no Golfo”), Jim Parsons (série “Big Bang Theory”), Angela Sarafyan (“Westworld”), Grace Victoria Cox (“Under the Dome”), Terry Kinney (série “Billions”), Haley Joel Osment (o menino agora crescido de “O Sexto Sentido”), Dylan Baker (série “The Good Wife”) e o cantor do Metallica James Hetfield, em sua estreia como ator. Mas o mais curioso é que o filme foi adquirido pela Netflix após sua estreia no Festival de Sundance 2019. Ele está disponível desde maio em streaming nos Estados Unidos e em diversos outros países. Entretanto, será um lançamento de cinema no Brasil, com estreia marcada para 25 de julho.
Telefilme vai contar a história bizarra da seita sexual de Allison Mack
O canal pago americano Lifetime vai produzir um telefilme sobre o NXIVM, seita sexual que tinha entre seus líderes a atriz Allison Mack (a Chloe de “Smallville”). A dramatização do caso criminal será estrelada por Peter Facinelli (de “Crepúsculo”, “Nurse Jackie” e “Supergirl”). Ele vai interpretar Keith Raniere, líder do grupo, condenado recentemente pelo caso nos EUA. Com o título provisório de “The NXIVM Cult: a Mother’s Nightmare”, o telefilme será focado no drama da atriz Catherine Oxenberg (da série clássica “Dinastia”) e sua luta para salvar a filha do grupo. O lançamento está previsto para o segundo semestre. A atriz Andrea Roth (a mãe de Adaga na série “Manto e Adaga”) fará o papel de Oxenberg, Jasper Polish (“Vingança Sobrenatural”) será sua filha India e Sara Fletcher (“Mom Tested”) fará o papel de Allison Mack. O telefilme do Lifetime já é o quarto projeto anunciado sobre o caso, mas a maioria tem optou pelo registro documental – inclusive a série em desenvolvimento na HBO. O escândalo do NXIVM veio à tona numa reportagem do jornal The New York Times, publicada em novembro de 2017, que denunciou a escravidão sexual promovida pela seita e apontou a atriz Allison Mack como braço-direito do falso guru Keith Rainiere. Após investigação do FBI, todos os líderes foram presos em abril de 2018. Um ano depois, Allison se declarou culpada por extorsão e conspiração criminosa. “Eu preciso admitir a culpa pela minha conduta. Eu me sinto muito mal pelo meu papel neste caso. Eu peço desculpas à minha família e às boas pessoas que eu machuquei com a minha aderência equivocada aos ensinamentos de Keith Raniere”, disse no tribunal. Iniciada como um grupo de auto-ajuda, a organização chegou a receber matrículas de 16 mil pessoas em seus cursos. Ranieri se promovia como um guru de auto-ajuda para famosos, mas usava palestras da organização para selecionar mulheres bonitas como escravas sexuais, que eram convidadas a ingressar no círculo interno, chamado de DOS (abreviatura de “dominus obsequious sororium”), onde a iniciação incluía ter as iniciais do “mestre” marcadas à ferro e fogo na pele. A estrutura da seita se baseava em um esquema-pirâmide. Além de pagar o curso inicial, as participantes eram obrigadas a comprar aulas adicionais com preço ainda mais elevado e motivadas a recrutar outras mulheres e a marcá-las com suas iniciais para “subir” dentro da hierarquia da organização e assim obter privilégios, como se aproveitar das demais escravas. Havia uma condição prévia para participar: ceder informações comprometedoras sobre amigos e familiares, tirar fotos sem roupas e controlar os pertences das recrutas captadas. Nesta sociedade secreta, Raniere era o único homem, conhecido como o “Amo das companheiras obedientes”. Ele era “dono” de um harém. E as escravas dele, por sua vez, tinham um grupo de servas para si, e assim por diante. Todas as escravas precisavam obedecer aos mestres 24 horas por dia e recrutar outras mulheres para a seita. Caso não conseguissem, eram submetidas a castigos como surras. Além disso, elas tinham que tomar banhos de água fria e ficar 12 horas sem comer, mantendo uma dieta diária de apenas 500 a 800 calorias, pois, segundo o “mestre supremo”, mulheres magras eram mais vigorosas.
Diretor de It: A Coisa negocia filmar The Flash
O filme solo do herói Flash pode ter definido seu diretor. A revista The Hollywood Reporter apurou que o argentino Andy Muschietti, diretor do blockbuster “It: A Coisa”, está negociando com a Warner para assumir o projeto. A produção entrou em desenvolvimento há cinco anos e ainda não passou do estágio inicial. Neste meio tempo, já teve um punhado de diretores diferentes. Mas a nova escolha destoa das opções anteriores, Seth Grahame-Smith (“Abraham Lincoln: Caçador de Vampiros”), Rick Famuyiwa (“Um Deslize Perigoso”) e a dupla Jonathan Goldstein e John Francis Daley (“A Noite do Jogo”), por não fazer humor. Muschietti é um diretor especializado em terror como James Wan, que assinou “Aquaman”, e David F. Sandberg, de “Shazam!” A escolha demonstra que a Warner identificou um caminho para as produções baseadas nos quadrinhos da DC Comics, que passa pelo terror e não segue a fórmula bem-sucedida da Marvel. A decisão foi tomada após reclamações públicas do ator Ezra Miller, intérprete do Flash em “Liga da Justiça”, que não aprovou o tom leve do roteiro dos candidatos a diretores Goldstein e Daley – que também escreveram “Homem-Aranha: De Volta ao Lar”. O ator chegou até a rabiscar um roteiro novo, em parceria com o quadrinista Grant Morrison, um dos principais nomes da DC Comics, para demonstrar o que imaginava para o herói. Esse conflito é citado como motivo para o estúdio procurar novo diretor. Além de revelar as negociações com Muschietti, a THR reforçou também que nenhum dos dois roteiros entregues foi aprovado. Em vez de optar pela história mais leve ou a mais sombria, a Warner encomendou nova história para a roteirista Christina Hodson, responsável pelo elogiado “Bumblebee” e pelo vindouro filme das “Aves de Rapina”, que teria empolgado em sessões de teste. Outra novidade é que Ezra Miller continua na produção. O ator temia ser substituído, como aconteceu com Ben Affleck no filme de Batman, por seu contrato chegar ao fim, mas fez questão de deixar claro que estaria disponível se a Warner quisesse. O estúdio teria gostado da vontade demonstrada pelo ator para manter o papel. A reportagem da THR ainda afirma que a expectativa da Warner é começar as filmagens em janeiro de 2020.
The Walking Dead é oficialmente cancelada… em quadrinhos
A história de “The Walking Dead” chegou ao fim. A revista em quadrinhos que acompanhava as desventuras dos sobreviventes do apocalipse zumbi foi cancelada por seu próprio criador. Robert Kirkman resolveu encerrar a publicação na edição 193, que chega às bancas dos Estados Unidos nessa quarta-feira (3/7). A decisão, sem aviso prévio, foi uma surpresa para os leitores, que chegaram a duvidar quando a notícia chegou na internet, por meio do vazamento do texto de despedida de Kirkman, incluído na edição. O fim abrupto mantém a tradição de choque que acompanha “The Walking Dead” desde seu lançamento em 2003. A história sempre se diferenciou por matar personagens favoritos dos fãs e vai acabar numa edição especial com 70 páginas, concebida como epílogo, um mês depois de Kirkman matar seu protagonista, Rick Grimes. Para Kirkman, a morte de Rick se confunde com o fim da publicação, já que a história refletiu o ponto de vista do ex-xerife desde o primeiro exemplar. Em seu texto, ele escreveu que “The Walking Dead” foi uma jornada “de Shane até Rick”, lembrando que, ao menos nos quadrinhos, Shane foi o primeiro e Rick o último a morrer. “Eu odeio saber o que está vindo agora”, Kirkman escreveu nas páginas finais da edição. “Como um fã, odeio perceber quando a história do filme está no terceiro ato e ele está acabando. Eu odeio contar comerciais e saber que a série está no fim. Eu odeio o sentimento de quando você sabe que está chegando ao fim de um livro. Alguns dos melhores episódios de ‘Game of Thrones’ são tão envolventes que você não sabe se viu 15 ou 50 minutos dele e quando o fim chega, você fica chocado”, continua o criador. “Eu amo filmes longos por essa razão. Você perde a noção do tempo porque está convencido de que estará lá por muito tempo, mas a história se move e quando começa a terminar… você não acredita que já acabou. Surpresa, a revista em quadrinhos terminou! Tudo que eu fiz, tudo que um criador pode fazer é contar histórias que nos divirtam e esperar que o público se sinta da mesma maneira. Foi tudo que eu fiz e pareceu funcionar na maior parte do tempo”, anunciou Kirkman. “The Walking Dead sempre foi construída na surpresa”, acrescentou o escritor. “Estranhamente, por mais inseguro que eu esteja em terminar a história, sinto-me confiante em como a acabei. Eu venho construindo isso há anos, e é bom terminar com uma nota tão feliz. Saber que tudo o que esses personagens viveram significou alguma coisa. Ver que Michonne conseguiu encontrar sua filha, encontrar a paz em sua vida, e até ter um neto … isso é bom. Que o mundo está consertado… e em paz, o que de certa forma é ainda melhor do que antes… isso é significativo. E ver Carl naquela cadeira de balanço, lendo feliz para sua filha, sabendo que é a vida que Rick queria que ele tivesse … isso me deixa feliz”. Assim, apesar de todas as mortes brutais ao longo de sua narrativa, “The Walking Dead” termina com um final feliz. E com um final que não poderá ser replicado na série televisiva, que desnecessariamente incluiu a morte de Carl, o filho de Rick, em sua 8ª temporada. Em compensação, Judith, morta nos quadrinhos, segue viva na série. Atualmente, a atração televisiva está na altura da edição 144, no começo da Guerra dos Sussurradores, que se encerrou no número 162 dos quadrinhos. Bem mais curta que a guerra contra os Salvadores, a nova batalha deve incluir novas mortes chocantes, mas, curiosamente, a perda mais importante registrada nas páginas da história original já está morta desde a 3ª temporada da série – Andrea. “The Walking Dead” chega a sua 10ª temporada em outubro.
Fotos juntam dubladores e personagens da nova versão de O Rei Leão
A Disney divulgou um ensaio fotográfico com os dubladores de “O Rei Leão”. Nas fotos de Kwaku Alston, os atores encaram seus personagens no filme. De forma simbólica – e refletindo a adaptação musical da Broadway – , todos os leões africanos são dublados por artistas negros. Donald Glover (da série “Atlanta”, mas também conhecido como o rapper Childish Gambino) dubla Simba, cantora Beyoncé (“Dreamgirls”) dá voz à Nala, Alfre Woodard (série “Luke Cage”) interpreta Sarabi, a mãe de Simba, Chiwetel Ejiofor (“12 Anos de Escravidão”) aparece como o vilão Scar, enquanto JD McCrary (“The Paynes”) e Shahadi Wright Joseph (“Nós”) vivem as versões mirins de Simba e Nala. Os demais retratados são John Oliver (do talk show da HBO) como Zazu, Billy Eichner (série “Parks and Recreation”) e Seth Rogen (“Os Vizinhos”) como a dupla Timão e Pumba, além das hienas, dubladas por Keegan-Michael Key (“O Predador”), Florence Kasumba (“Pantera Negra”) e Eric André (“A Noite É Delas”). Ficaram faltando os veteranos John Kani (“Mistério no Mediterrâneo”), voz de Rafiki, e James Earl Jones (“O Campo dos Sonhos”), que volta a dublar Mufasa, pai de Simba, repetindo o papel que desempenhou no desenho clássico de 25 anos atrás. Também foi revelado nesta terça (2/7) um vídeo sobre os bastidores das sessões de dublagens, com comentários do elenco americano e do diretor Jon Favreau (que também fez “Mogli, o Menino Lobo”). O novo “O Rei Leão” estreia em 18 de julho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos, mas a Disney não informou se disponibilizará cópias legendadas. “Toy Story 4”, por exemplo, só exibe versões legendadas em horários limitados e em poucas cidades. Em vez de Donald Glover e Beyoncé, a versão brasileira terá as vozes de Ícaro Silva (“Coisa Mais Linda”) e da cantora Iza.
Miley Cyrus lança clipe feminista com participação de sua mãe e ativistas
Miley Cyrus lançou o clipe de “Mother’s Daughter”, em que retoma batidas de pop eletrônico e postura mais sexual. A diferença é que desta vez não se trata de rebeldia adolescente, mas de expressão artística de uma mulher tão bem resolvida que inclui a própria mãe, Leticia “Tish” Cyrus, entre as convidadas do vídeo para ilustrar empoderamento – não apenas feminino, mas LGBTQIA+. Amparada por uma direção de arte glamourosa, que combina sado-masoquismo, parada LGBTQIA+ e super-heróis, Miley reúne diversos nomes da cena alternativa americana – entre artistas e ativistas, aparecem os modelos trans Aaron Philip e Casil McArthur, a skatista Lacey Baker, a dançarina Amazon Ashley, a atriz Angelina Duplisea e a ativista de 11 anos Mari Copeny – , para se assumir politicamente feminista e queer. O clipe é repleto de slogans, de “a virgindade é uma construção social” e “o pecado está em seu olhar” até “não é um objeto” e “meu corpo, minhas regras” (frases escritas sobre corpos femininos nus), sem abrir mão da sensualidade explícita. O que deve dar curto-circuito em machistas que propagam que feministas são feias e assexuadas. Miley demonstra como o feminismo é, na verdade, um afrodisíaco poderoso. Mas também algo que pode representar um ato maternal, como amamentação – uma das imagens do vídeo. “Deve ser devido a alguma coisa na água ou que eu sou filha da minha mãe”, ela diz na canção, juntando empoderamento e família – e lá se vai outro pedaço do cérebro conservador para o chão. A direção é do cineasta francês Alexandre Moors, que após chamar atenção com o drama indie “Chevrolet Azul” (2013) tem se especializado em clipes de rappers americanos, como ScHoolboy Q e Kendrick Lamar. A música “Mother’s Daughter” faz parte do EP “She Is Coming”, com título de duplo sentido, lançado por Miley em maio. A cantora anunciou que o disco de seis faixas será o primeiro de uma trilogia, que deve ser completada ainda este ano com os EPs “She Is Here” e “She Is Everything”.
O Rei Leão: Vídeo de bastidores mostra gravações de Beyoncé e música do filme
A Disney divulgou mais pôsteres internacionais e um vídeo de bastidores da animação foto-realista “O Rei Leão”. A prévia traz depoimentos do elenco e do diretor Jon Favreau (que também fez “Mogli, o Menino Lobo”), destaca o realismo impressionante dos animais criados por computação gráfica e apresenta o trabalho de dublagem, mostrando gravações das vozes de Donald Glover (da série “Atlanta”, mas também conhecido como o rapper Childish Gambino) e da cantora Beyoncé (“Dreamgirls”) – intérpretes do casal Simba e Nala – , além de apresentar uma prévia da canção “Hakuna Matata”. De forma simbólica, todos os leões africanos são dublados por artistas negros. Além dos citados, Alfre Woodard (série “Luke Cage”) dá voz à Sarabi, a mãe de Simba, James Earl Jones (“O Campo dos Sonhos”) volta a dublar Mufasa, pai de Simba – como no desenho clássico de 25 anos atrás – , e Chiwetel Ejiofor (“12 Anos de Escravidão”) aparece como o vilão Scar, que bane o pequeno Simba para o exílio na floresta. Já os dois personagens mais divertidos, Timão e Pumba – que cantam “Hakuna Matata” – , são dublados pelos comediantes Billy Eichner (série “Parks and Recreation”) e Seth Rogen (“Os Vizinhos”), respectivamente como o suricato e o javali. O novo “O Rei Leão” estreia em 18 de julho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos, mas a Disney não informou se disponibilizará cópias legendadas. “Toy Story 4”, por exemplo, só exibe versões legendadas em horários limitados e em poucas cidades. Em vez de Donald Glover e Beyoncé, a versão brasileira terá as vozes de Ícaro Silva (“Coisa Mais Linda”) e da cantora Iza.
Knives Out: Suspense com Daniel Craig e Chris Evans ganha primeiro trailer
A Lionsgate divulgou o pôster, fotos e o primeiro trailer do suspense “Knives Out”, estrelado por Daniel Craig (James Bond) e Chris Evans (Capitão América). A prévia sugere uma homenagem aos velhos filmes de mistério do gênero “whodunit”, que geralmente são adaptações de livros de Agatha Christie, Ellery Queen e outros mestres do começo do século 20 e consistem em investigar suspeitos de um assassinato até descobrir “quem matou”. Desta vez, a história é original, escrita e dirigida por Rian Johnson (“Star Wars: Os Últimos Jedi”), e reúne um elenco de dar inveja a “Assassinato no Expresso do Oriente” (2017). Além de Daniel Craig e Chris Evans, o filme inclui Michael Shannon (“A Forma da Água”), Jamie Lee Curtis (“Halloween”), Christopher Plummer (“Todo o Dinheiro do Mundo”), Ana de Armas (“Blade Runner 2049”), Lakeith Stanfield (“Atlanta”), Katherine Langford (“13 Reasons Why”), Toni Colette (“Hereditário”) e Don Johnson (“Do Jeito que Elas Querem”). Daniel Craig é o detetive, Stanfield vive seu parceiro e Plummer é a vítima, um milionário idoso assassinado durante a festa de seu aniversário por um de seus parentes. O resto do elenco são os suspeitos. “Knives Out” estreia em 28 de novembro no Brasil, um dia depois do lançamento nos Estados Unidos (véspera do Dia de Ação de Graças).
Um Espião Animal: Animação dublada por Will Smith e Tom Holland ganha novo trailer legendado
A Fox divulgou novos pôster e trailer legendado de “Um Espião Animal” (Spies in Disguise), animação dublada em inglês por Will Smith (“Esquadrão Suicida”) e Tom Holland (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”). A prévia mostra uma versão animada de Will Smith como um superespião, explodindo tudo e encenando saltos impossíveis. Até que, lá pelo final do vídeo, ele é transformado num pombo por um inventor adolescente (voz de Holland). “Um Espião Animal” é baseado em um curta de 2009, feito por Lucas Martell, que não tem nada dessa premissa, mas inclui um agente secreto e um pombo. Ao transformar Will Smith no pombo, o estúdio Blue Sky – de “A Era do Gelo”, “Rio” e “Ferdinando” – mantém sua tradição de lançar animações de animais falantes. O elenco de dubladores originais ainda inclui Rashida Jones (“Te Peguei!”), Karen Gillan (“Guardiões da Galáxia”), Ben Mendelsohn (“O Destino de uma Nação”), Masi Oka (“Hawaii Five-0”) e DJ Khaled (“A Escolha Perfeita 3”). A direção do longa está a cargo de Nick Bruno e Troy Quane, respectivamente animador e artista de storyboard da franquia “A Era do Gelo”, que fazem suas estreias na função. A estreia está marcada para 25 de dezembro no Brasil, mesmo dia do lançamento nos Estados Unidos.
Ansel Elgort, Miles Teller e Harry Styles disputam papel de Elvis em cinebiografia
O cineasta Baz Luhrmann (“O Grande Gatsby”) começou a testar um grupo de atores jovens e famosos para definir o intérprete de Elvis Presley em seu filme sobre o lendário cantor. Segundo apurou o site Deadline, os testes envolvem cantar e se movimentar como o Rei do Rock. Para demonstrar como a disputa está acirrada, entre os candidatos estão Ansel Elgort (“Em Ritmo de Fuga”), Miles Teller (“Whiplash”), Austin Butler (“The Shanara Chronicles”), Aaron Taylor-Johnson (que foi John Lennon em “O Garoto de Liverpool”) e até o cantor Harry Styles (“Dunkirk”). Além de buscar um intérprete para Elvis, a Warner abriu negociações com o ator Tom Hanks (“The Post”) para o papel do Coronel Tom Parker, empresário do cantor. O filme vai se focar na ascensão e no auge de Presley, destacando seu relacionamento com o trapaceiro nascido na Holanda que ganhou seu posto de “coronel” como título honorário. Parker estava tendo dificuldades para iniciar sua carreira como empresário musical quando se deparou com Elvis em meados dos anos 1950 e ficou impressionado com o talento do jovem (que ainda não tinha 18 anos na época). Ao longo de dois anos, ele adquiriu todos os contratos e pagou todas as demais figuras que cuidavam da carreira do cantor para se tornar seu representante exclusivo. E com sua direção, Elvis se tornou o Rei do Rock – algo que a América nunca tinha visto antes. Luhrmann escreveu o roteiro com Craig Pearce, seu parceiro em “O Grande Gatsby” e “Moulin Rouge”. Ainda não há previsão para a estreia.
Neil Gaiman comenta a produção da série baseada nos quadrinhos de Sandman
O escritor Neil Gaiman comentou nas redes sociais o anúncio da transformação dos quadrinhos clássicos de “Sandman” em série, com produção da Netflix. “Espero que possamos fazer na TV algo tão pessoal e verdadeiro quanto as melhores histórias de ‘Sandman’. Apenas encenado 30 anos depois dos quadrinhos”, ele escreveu no Twitter. Questionado se os produtores tentariam contar a história completa da obra em apenas um temporada, Gaiman foi categórico: “Não vamos nem tentar fazer isso.” Além de ter criado os quadrinhos, Gaiman é um dos produtores da série e estará envolvido no desenvolvimento do roteiro do primeiro episódio, em parceria com o coprodutor David S. Goyer (“Batman – O Cavaleiro das Trevas”) e o roteirista Allan Heinberg (“Mulher-Maravilha”), que terá a função de showrunner. Gaiman também participa da produção de duas outras séries baseadas em suas obras, “American Gods” e “Good Omens”, adaptações de livros de fantasia que são disponibilizadas pela Amazon, rival da Netflix. “Sandman” terá 11 episódios em sua temporada inaugural, que não tem previsão de estreia. Segundo apurou a revista The Hollywood Reporter, o negócio é milionário, o maior que já envolveu personagens da DC Comics e renderá a série mais cara já feita pela Warner Bros Television (WBTV), superando inclusive os valores do vindouro “Watchmen” da HBO. A Netflix definiu a obra original como “uma rica mistura de mito moderno e fantasia sombria, na qual a ficção contemporânea, o drama histórico e a lenda estão perfeitamente entrelaçados”. Esta definição é parte de um esboço de sinopse, que ainda diz que “’Sandman’ acompanha os lugares e pessoas afetados por Morpheus, O Rei do Sonho, enquanto corrige os erros cósmicos – e humanos – que cometeu ao longo de sua vasta existência.” A publicação de “Sandman” consolidou o gênero dos quadrinhos adultos na virada dos anos 1980 para os 1990, impulsionando o lançamento do selo Vertigo, divisão adulta da DC Comics. A trama durou 75 edições (de 1989 a 1996) acompanhando Morpheus, o senhor dos sonhos, que após anos aprisionado ressurge para retomar seu lugar entre os Perpétuos, “deuses antes dos deuses” que mantém a coesão do universo. Eles incluem Destino, Morte, Destruição, Desejo, Desespero e a caçula Delírio – em inglês, todos os nomes começam com a letra D, inclusive Dream (Sonho), o “verdadeiro” nome de Sandman. Embora encerrada em 1996, a revista em quadrinhos original ganhou inúmeros spin-offs, desenvolvidos até hoje. Por curiosidade, um desses derivados foi “Lucifer”. Ao desistir do inferno num dos primeiros números de “Sandman”, o personagem ganhou minisséries e uma revista que acompanhava suas aventuras na cidade de Los Angeles, ao lado de sua demônia de guarda Mazekeen. A história acabou inspirando uma série televisiva, atualmente em produção na própria Netflix. I'm hoping we can make something on television that feels as personal and true as the best of the Sandman comics did. Just set thirty years later than Sandman the comic. https://t.co/Wy8y4aDbdE — Neil Gaiman (@neilhimself) 1 de julho de 2019 We won't even try. https://t.co/BmdLVYCxUU — Neil Gaiman (@neilhimself) 1 de julho de 2019
Netflix oficializa série baseada nos quadrinhos de Sandman
A Netflix assinou o contrato e oficializou a produção de uma série baseada nos cultuados quadrinhos de “Sandman”, de Neil Gaiman, após a negociação ser revelada no fim de semana. Em comunicado, a plataforma de streaming anunciou a encomenda de 11 episódios para a 1ª temporada da atração, produzida pela Warner Bros. Television (WBTV). Segundo apurou a revista The Hollywood Reporter, o negócio é milionário, o maior que já envolveu personagens da DC Comics e renderá a série mais cara já feita pela WBTV, superando inclusive os valores do vindouro “Watchmen” da HBO. O estúdio definiu o roteirista Allan Heinberg (do filme da “Mulher-Maravilha”) como responsável pela adaptação, além de contar com o envolvimento do criador da história em quadrinhos, Neil Gaiman (também de “American Gods” e “Good Omens”), e o roteirista David S. Goyer (“Batman – O Cavaleiro das Trevas”) na produção. “Estamos entusiasmados em fazer parceria com Neil Gaiman, David S. Goyer e Allan Heinberg para finalmente trazer a icônica série de quadrinhos de Neil, ‘Sandman’, para as telas”, declarou Channing Dungey, vice-presidente de originais da Netflix. “Desde os seus personagens e histórias ricas aos seus mundos bem construídos, temos o prazer de criar uma série épica original que mergulha profundamente neste universo complexo adorado pelos fãs de todo o mundo”, acrescentou. A Netflix definiu a obra original como “uma rica mistura de mito moderno e fantasia sombria, na qual a ficção contemporânea, o drama histórico e a lenda estão perfeitamente entrelaçados”. Esta definição é parte de um esboço de sinopse, que ainda diz que “’Sandman’ acompanha os lugares e pessoas afetados por Morpheus, O Rei do Sonho, enquanto corrige os erros cósmicos – e humanos – que cometeu ao longo de sua vasta existência.” A publicação de “Sandman” consolidou o gênero dos quadrinhos adultos na virada dos anos 1980 para os 1990, impulsionando o lançamento do selo Vertigo, divisão adulta da DC Comics. A trama durou 75 edições (de 1989 a 1996) acompanhando Morpheus, o senhor dos sonhos, que após anos aprisionado ressurge para retomar seu lugar entre os Perpétuos, “deuses antes dos deuses” que mantém a coesão do universo. Eles incluem Destino, Morte, Destruição, Desejo, Desespero e a caçula Delírio – em inglês, todos os nomes começam com a letra D, inclusive Dream (Sonho), o “verdadeiro” nome de Sandman. Embora encerrada em 1996, a revista em quadrinhos original ganhou inúmeros spin-offs, desenvolvidos até hoje. Por curiosidade, um desses derivados foi “Lucifer”. Ao desistir do inferno num dos primeiros números de “Sandman”, o personagem ganhou minisséries e uma revista que acompanhava suas aventuras na cidade de Los Angeles, ao lado de sua demônia de guarda Mazikeen. A história acabou inspirando uma série televisiva, atualmente em produção na própria Netflix. A série de “Sandman” ainda não tem previsão de estreia.










