Anne with an E: 3ª temporada ganha trailer, vídeo de bastidores e data de estreia em streaming
A rede canadense CBC entrou na reta final de divulgação da 3ª temporada de “Anne with an E”. E isso fez a Netflix correr para divulgar quando os novos episódios estreiam em streaming. Num vídeo postado nas redes sociais, Amybeth McNulty, intérprete da personagem-título, aparece ao lado de Lucas Jade Zumann, que vive Gilbert Blythe, para anunciar a data de 3 de janeiro. No vídeo, eles ainda dizem que estão ocupados gravando a nova temporada. Mas o detalhe é que os episódios estreiam já neste domingo (22/9) em seu canal original. Isto porque a série é uma produção original da CBC, que a Netflix exibe apenas após a exibição no país de origem. E a CBC já divulgou o trailer e até um vídeo de bastidores. Veja abaixo. “Anne with an E” é inspirada num dos maiores clássicos da literatura infantil canadense, “Anne de Green Gables”, de L.M. Montgomery. A personagem criada em 1908 já foi adaptada inúmeras vezes para o cinema, televisão e até mesmo como animação, mas a série atual se provou a versão mais premiada da obra, tendo vencido o Canadian Screen Awards como Melhor Série Dramática e até mesmo o DGA Awards, prêmio do Sindicato dos Diretores dos Estados Unidos, conquistado pela cineasta neozelandesa Niki Caro (“Terra Fria”) – atualmente trabalhando na versão live action de “Mulan” para a Disney. A série foi desenvolvida por Moira Walley-Beckett (criadora de “Flesh and Bone” e roteirista de “Breaking Bad”) e também conta com direção da canadense Patricia Rozema (“Palácio das Ilusões”), entre outros. Segundo Moira Walley-Beckett, o crescimento da intérprete de Anne, que completou 16 anos, será levado em conta nas novas tramas. E o trailer confirma que Anne também terá 16 anos na série. A produtora também adiantou que a 3ª temporada apresentará personagens e histórias que abordarão questões como identidade, feminismo, bullying e igualdade de gênero. Nesse vídeo tem:– a famosa data ?– Amybeth e Lucas sendo 2 fofos ?– elenco lindo mandando um oi ?– um sorvete arco-íris ?#AnneWithanE estreia em 3 de janeiro! pic.twitter.com/ORP4zeCMDK — Netflix Brasil (@NetflixBrasil) September 19, 2019
Baby: 2ª temporada da série polêmica ganha trailer legendado
A Netflix divulgou o trailer legendado da 2ª temporada da série italiana “Baby”. A prévia mostra a situação das duas protagonistas se complicar, após seu esquema financeiro (prostituição) começar a interferir em suas vidas pessoais. A produção rende muita polêmica na Itália por retratar sexo de menores, mas Benedetta Porcaroli (“Quando Basta”) e Alice Pagani (“Entre Tempos”), as intérpretes das adolescentes principais, têm, na verdade, 21 anos de idade. Apesar de escandalosa, a trama é supostamente “baseada em uma história real”, que ocupou muitas páginas da imprensa do país e ficou conhecida como o caso de Baby Squillo. Em 2013, foi revelado que o ex-policial Mauro Floriani, marido de Alessandra Mussolini, a neta do ex-ditador fascista, comandava um esquema de prostituição com garotas entre 14 e 16 anos. Contratadas para entreter clientes importantes durante festas, elas ganhavam milhares de euros para comprar roupas de grifes famosas e celulares de última geração. A série acompanha duas garotas em situações como as do escândalo real, alternando seu cotidiano entre os dias na escola e as noites nas baladas. Dirigido pelos cineastas Andrea De Sica (I Figli della Notte”) e Anna Negri (“Riprendimi”), os 6 novos episódios da 2ª temporada chegam ao streaming em 18 de outubro.
Trailer legendado do remake de Noite de Terror estrega reviravoltas e revela quem é o assassino
A Universal divulgou o pôster e o trailer legendado do remake de “Noite de Terror” (Black Christmas). E não é pra ver, porque é spoiler do começo ao fim. O vídeo entrega as principais mortes e reviravoltas da trama, inclusive que é (são) o(s) assassino(s) e provavelmente até o desfecho. Impressionante. Esta já é a terceira filmagem de “Black Christmas”, sinalizando que a fase dos remakes começa a ser substituída por uma nova etapa: os remakes dos remakes. Apesar disso, a história é completamente diferente das versões anteriores. A produção canadense original de 1974, dirigida por Bob Clark (que depois fez “Porky’s”), foi precursora do slasher, subgênero dos psicopatas mascarados que atacam adolescentes, quatro anos antes de “Halloween” (1978) e seis antes de “Sexta-Feira 13” (1980). A trama acompanhava um grupo de amigas de faculdade (entre elas Margot Kidder, a futura Lois Lane de “Superman: O Filme”) que é atacada em sua irmandade por um assassino misterioso. Após vários telefonemas anônimos e o desaparecimento de uma das garotas, elas acionam a polícia, que só começa a se preocupar com o caso quando um cadáver é encontrado perto da casa. Logo, um assassino começa a matar uma por uma. O detalhe é que a identidade do criminoso nunca é revelada e ele escapa impune. Na segunda versão, intitulada “Natal Negro” no Brasil, os assassinos eram dois irmãos dementes, que morrem nas mãos da “final girl”. Com produção da Blumhouse, que também foi responsável pelo terceiro “Halloween”, a nova filmagem parece seguir a premissa da série “Screem Queens”, com vários assassinos e o envolvimento de uma fraternidade de estudantes masculinos. Além disso, há um viés feminista mais evidente de guerra dos sexos. O elenco é liderado pela atriz Imogen Poots (“Sala Verde”) e inclui alguns atores conhecidos de séries, como Aleyse Shannon (“Charmed”), Brittany O’Grady (“Star”), Lily Donoghue (“Jane the Virgin”), Caleb Eberhardt (“The Deuce”), Brittany O’Grady (“Star”), Simon Mead (“Golden Boy”) e Cary Elwes (“Stranger Things”). A direção está cargo de Sophia Takal, premiada por seu terror independente de estreia, “Always Shine” (2016), que tem 91% de aprovação no site Rotten Tomatoes. A estreia está marcada para 12 de dezembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Jennifer Lopez arrasa com “vestido da selva” em Semana da Moda de Milão
A cantora e atriz americana Jennifer Lopez (“As Golpistas”) causou sensação nessa sexta-feira (20/9) na passarela da Semana de Moda de Milão ao desfilar para a Versace. A participação da estrela foi uma surpresa do encerramento do evento, que teve como inspiração a selva amazônica. Jennifer desfilou com uma nova versão de seu icônico vestido de seda verde superdecotado, que fez sucesso na cerimônia do Grammy do ano 2000. Ela não só manteve a mesma forma nos últimos 19 anos, como superou a aparição original, praticamente voando na passarela, com as sedas tremulando como se fosse uma capa de super-heroína. Veja o efeito no vídeo abaixo. Mantida em segredo até o último minuto, a apresentação foi introduzida com música da cantora e fotos de sua aparição no Grammy. Para quem não sabe, o vestido verde teve um impacto tão grande que gerou pico de buscas no Google, inspirando a criação do Google Images, a pesquisa de fotos da empresa de serviços online. Como deixa para a entrada da estrela, uma narração chamou o look de “verdadeiro vestido da selva”. A referência à selva se deve ao evento de Milão ter se engajado na defesa da Amazônia. O tema foi, por exemplo, a principal fonte de inspiração do estilista Francesco Risso, que adaptou folhas de bananeira, flores e a exuberância tropical à sua coleção da grife Marni. “Assim nasceu o projeto, em uma viagem que infelizmente terminou com os trágicos incêndios da floresta amazônica”, disse o estilista no final de seu desfile. “Estava comovido e queria falar sobre a urgência de proteger a natureza”, completou.
Fratura: Família de Sam Worthington desaparece em trailer legendado de suspense
A Netflix divulgou o pôster, seis fotos e o trailer legendado do suspense “Fratura” (Fractured), em que Sam Worthington (“Fúria de Titãs”) tem que lidar com o misterioso desaparecimento de sua família. A trama lembra “Plano de Voo”, filme estrelado por Jodie Foster em 2005. Mas em vez da filha da protagonista desaparecer num avião, desta vez o mistério acontece num hospital. Worthington vive Ray Monroe, que vai às pressas para um pronto-socorro com a filha e a mulher (Lily Rabe, de “American Horror Story”) após a criança se machucar num acidente. Quando as duas são levadas para uma sala de exames, Ray espera o retorno durante horas, até perceber que elas sumiram. Os registros da visita da família o hospital desaparecem junto com as duas e logo ele percebe que algo mais sinistro pode estar acontecendo. O roteiro é de Alan B. McElroy (criador da franquia de terror “Pânico na Floresta”) e a direção está a cargo de Brad Anderson (“Chamada de Emergência”). “Fratura” ainda conta com os atores Stephen Tobolowsky (“One Day at a Time”), Adjoa Andoh (“Invictus”) e a criança Lucy Capri (“Queen America”). A estreia está marcada para 11 de outubro na plataforma de streaming.
Oito anos após Smallville, Erica Durance voltará a viver Lois Lane no Arrowverso
Mais um membro de “Smallville” vai retomar o seu papel no próximo crossover do Arrowverso, “Crise nas Infinitas Terras”. Erica Durance foi confirmada como Lois Lane no evento, juntando-se a Tom Welling, intérprete de Clark Kent, oito anos após o final da série clássica. Curiosamente, a atriz já fazia parte do Arrowverso, aparecendo no papel recorrente de Alura Zor-El, a mãe de Supergirl. Além dela, a atriz Elizabeth Tulloch (“Grimm”) também deve viver a Lois Lane oficial do Arrowverso no crossover. O evento histórico vai juntar personagens de várias atrações da DC, desde a série “Batman” de 1966 até a animação “Batman do Futuro”, vividos por seus intérpretes originais. As várias versões dos mesmos personagens vão conviver e colidir graças ao tema de “Crise nas Infinitas Terras”: o colapso do multiverso, que vai reunir inúmeras realidades alternativas. O multiverso foi introduzido na TV durante a 2ª temporada de “The Flash”. A ideia de que existem várias Terras paralelas, cada uma com sua própria versão dos heróis da DC, possibilitou que personagens mortos nas séries do Arroverso, como Canário Negro e Senhor Frio, reaparecessem com novas personalidades. E também serviu para justificar a falta de repercussão dos eventos apocalípticos das tramas de “Supergirl” nas demais atrações – porque a prima de Superman existe em outro universo. Essas “infinitas Terras” sofrerão agora uma “crise” sem precedentes, inspirada na história mais famosa da DC Comics. Considerada um marco dos quadrinhos, a “Crise” original de 1985 ficou famosa por matar muitos super-heróis clássicos, como o Flash (a versão de Barry Allen) e a Supergirl (Linda Lee Danvers), o que foi um choque para os leitores da época. O objetivo foi realizar o primeiro reboot dos quadrinhos em todos os tempos, resultado da destruição de todas Terras paralelas, menos uma. Esse evento foi tão traumático que apagou a existência do multiverso, inclusive a memória dele, e reacomodou sobreviventes de outras Terras na linha temporal da Terra 1, por meio de um recomeço completo de todas as histórias e lembranças dos personagens da DC. Assim como na publicação impressa, a expectativa é que a resolução da “Crise” acomode os personagens de “Supergirl” na mesma Terra dos demais integrantes do Arrowverso. Mas seu impacto não deve se resumir a isso, já que o crossover conduzirá ao final da série “Arrow”, que inaugurou esse universo de adaptações de quadrinhos. Para chegar nisso, a versão televisiva da “Crise nas Infinitas Terras” pretende demonstrar que todas as séries e filmes já lançados dos heróis da DC existem em seu próprio universo. Assim, o público descobrirá o que aconteceu com o Robin de Burt Ward, após o último episódio da série clássica de “Batman”, em 1968. E o que o Clark Kent de Tom Welling fez após virar Superman no final de “Smallville” em 2011. Disparado o maior crossover já tentado na história da televisão, “Crise nas Infinitas Terras” será exibido entre dezembro e janeiro ao longo de cinco episódios individuais das séries “Arrow”, “The Flash”, “Supergirl”, “Legends of Tomorrow” e a estreante “Batwoman”. Além disso, embora sua série tenha ficado de fora desta lista, até o herói Raio Negro (Black Lightning) vai participar da produção. Ainda não há previsão oficial para a estreia de “Crise nas Infinitas Terras” no Brasil, mas muito provavelmente deve acontecer em janeiro no canal pago Warner.
Bom Dia, Verônica: Tainá Müller vai estrelar série policial da Netflix
A Netflix anunciou a produção de uma nova série nacional. Trata-se de “Bom Dia, Verônica”, suspense policial baseado no best-seller homônimo de Raphael Montes e Ilana Casoy, lançado originalmente sob o pseudônimo de Andrea Killmore. A Verônica do título será vivida por Tainá Müller (“Tropa de Elite”). Ela trabalha como escrivã em uma delegacia de Homicídios de São Paulo, vivendo uma rotina burocrática e pouco dinâmica. Casada e mãe de dois filhos, ela acaba por presenciar um suicídio que desperta nela dolorosas feridas do passado. Na mesma semana, recebe a ligação anônima de uma mulher desesperada clamando por sua vida. Determinada, Verônica decide usar toda sua habilidade investigativa para mergulhar nos casos das duas vítimas: uma jovem enganada por um golpista na internet, e Janete, a esposa subjugada de um policial de alta patente. Ao se aprofundar nessas investigações, Verônica irá enfrentar um mundo perverso que coloca em risco sua família e sua própria existência. O elenco também destaca Camila Morgado (“O Animal Cordial”) no papel de Janete e Eduardo Moscovis (“O Doutrinador”) como seu marido policial, Brandão. A série foi criada pelo próprio escritor Raphael Montes (que também é autor do roteiro de “Praça Paris”) e será dirigida pelo cineasta José Henrique Fonseca (“Heleno”) com produção da Zola Filmes. Vale lembrar que “Bom Dia, Verônica” ganhou uma nova edição na recente Feira do Livro, no Rio de Janeiro, que passou a identificar os autores reais da história. Além deste primeiro livro, Montes e Casoy planejam mais dois volumes sobre sua personagem, “Boa Tarde, Verônica” e “Boa Noite, Verônica”. Os dois também escreveram os roteiros da vindoura sessão dupla cinematográfica “A Menina que Matou os Pais” e “O Menino que Matou Meus Pais”, sobre o crime de Suzane von Richthofen, atualmente em produção.
Peaky Blinders: Netflix divulga o trailer da 5ª temporada
A Netflix divulgou o trailer da 5ª temporada de “Peaky Blinders”, premiada como Melhor Série Dramática do Reino Unido pela Academia Britânica de Artes Cinematográficas e Televisivas (BAFTA, na sigla em inglês). A prévia tem clima de “Game of Thrones”, com disputa do reinado do crime, traições, politicagem e aparição do Mindinho. Ou melhor, do ator Aidan Gillen. O vilão de “Game of Thrones” já tinha surgido na temporada anterior. Mas os novos episódios tem muitas caras novas, como Sam Claflin (“Vidas à Deriva”), Anya Taylor-Joy (“Fragmentado”), Brian Gleeson (“Trama Fantasma”), Neil Maskell (“A Múmia”), Kate Dickie (“A Bruxa”) e Cosmo Jarvis (“Lady Macbeth”). Na trama, a saga da família Shelby chega agora a 1929, durante o tumulto financeiro mundial causado pela quebra da Bolsa de Valores de Nova York. Quando Tommy Shelby (Cillian Murphy) é abordado por um político (Claflin) com uma visão ousada para a Grã-Bretanha, ele percebe que sua resposta afetará não apenas o futuro de sua família, mas também o de toda a nação. Criação de Steven Knight (roteirista de “Senhores do Crime”), “Peaky Blinders” já exibiu sua 5ª temporada no Reino Unido e também já se encontra renovada para sua 6ª temporada. Os fãs brasileiros poderão assistir aos novos episódios a partir de 4 de outubro na Netflix.
Parceria de Ariana Grande, Miley Cyrus e Lana Del Rey ganha “clipe de bastidores”
Ariana Grande divulgou em seu canal do YouTube um vídeo de bastidores das gravações de “Don’t Call Me Angel”, sua parceria com Miley Cyrus e Lana Del Rey para a trilha do filme “As Panteras”. O vídeo é praticamente um novo clipe, ao som da música integral e sem qualquer comentário. Os bastidores incluem Miley Cyrus ensaiando suas poses de “bad girl”, Lana Del Rey treinando “arremesso” de facas e Ariana ensaiando sua coreografia. No final, muitos abraços e congratulações, inclusive com a diretora Hannah Lux Davis, parceira habitual dos vídeos de Ariana. Lançado há uma semana, o clipe original já passou das 62 milhões de visualizações no YouTube. Por sinal, o vídeo oficial também foi lançado apenas no canal da cantora de “Thank U, Next” e ganhou links nas páginas das outras duas. Também é significativo que Ariana seja a primeira a cantar e ainda domine o refrão. Se isso não deixar claro quem é a estrela da produção, o “clipe de bastidores” privilegia ainda mais a sua participação. No cinema, porém, o trio protagonista é outro, formado por Kristen Stewart (“Crepúsculo”), Naomi Scott (“Power Rangers”) e a novata Ella Balinska (“The Athena”). O filme que acompanha o hit só vai estrear em 14 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
GLOW vai acabar na próxima temporada
A Netflix anunciou mais um cancelamento disfarçado de renovação, e novamente é uma série bastante identificada com a marca da plataforma. Desta vez é “GLOW”. A atração recebeu o tratamento aprimorado pela Netflix para dispensar séries com público fidelizado. O cancelamento programado com antecedência foi inaugurado com “Lucifer” e neutralizou campanha dos fãs por renovação. Na prática, virou uma vacina contra a repetição da polêmica de “Sense8”, cujo final abrupto colocou assinantes contra o serviço numa campanha ruidosa, pressionando até conseguir um telefilme para encerrar a trama. Assim, “GLOW” vai retornar para a sua 4ª temporada em 2020. Mas ela será a última da comédia. Não deixa de ser melhor que um cancelamento puro e simples. Afinal, a 3ª temporada acabou num cliffhanger, que será resolvido nos próximos episódios. Inspirado em fatos reais, a série acompanha as aventuras de um grupo de mulheres reunido pelo produtor Sam Sylvia (Marc Maron) para estrelar um pioneiro programa de TV de luta livre feminina nos anos 1980. No final do terceiro ano, a estrela das lutas, Debbie (Betty Gilpin), resolveu criar sua própria produtora e profissionalizar o negócio, causando um racha. “GLOW” já foi indicada a 15 Emmys e venceu três estatuetas. Este número pode aumentar no domingo (22/9), caso Betty Gilpin vença o Emmy de Melhor Atriz Coadjuvante em Série de Comédia. Mas a Netflix não conta com isso, já que optou por cancelar em vez de aguardar o resultado da premiação. O cancelamento faz parte de uma estratégia ousada: a aposta de que séries novas geram mais interesse que novas temporadas. Entretanto, lançar novidades o tempo inteiro, sem se preocupar com continuidade, impede a Netflix de construir IPs (propriedades intelectuais) próprias. Fidelizar o público pode se tornar um problema, diante da guerra dos streamings que se ensaia com a chegada da Disney+ (Disney Plus), HBO Max, Peacock, Apple TV+ e outras plataformas, que acenam para os assinantes com a promessa de IPs consagrados – super-heróis da Marvel, da DC Comics, “Star Wars”, “Star Trek”, “Battlestar Galactica”, “Snoopy”, etc. #Glow has been renewed for a fourth and final season! pic.twitter.com/nI0OjJNjR1 — See What's Next (@seewhatsnext) September 20, 2019
Criador de Rambo diz ter vergonha de ser associado ao novo filme
O escritor David Morrell, criador de John Rambo no livro “Primeiro Sangue” (First Blood, de 1972), adaptado dez anos depois no filme “Rambo: Programado para Matar”, postou um desabafo no Twitter contra o novo longa do personagem consagrado no cinema por Sylvester Stallone. “Concordo com as críticas de ‘Rambo: Até o Fim’. O filme é uma bagunça. Me sinto envergonhado de ter meu nome associado a isso”, escreveu. Ao lado do texto, Morell incluiu um link para uma compilação de críticas negativas publicada pelo jornal USA Today, que destacam a orgia de violência e o racismo caricatural do filme, numa trama que ecoa o discurso do presidente Donald Trump ao filmar todos os homens mexicanos como encarações do mal – bandidos, estupradores e assassinos. É o “MAGA Country”, numa alusão ao slogan “Make America Great Again” usado por Trump em sua eleição, que serve de justificativa para a política imigratória mais dura da história dos Estados Unidos e para a prioridade do governo em construir um muro na fronteira do México. O filme foi destruído pela crítica norte-americana, recebendo apenas 35% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Quando se excluem os blogs de “críticos” amadores, a aprovação desaba de vez, ficando em 15% na opinião da velha e verdadeira imprensa (aquela que publica críticas em papel). As poucas resenhas positivas foram escritas por eleitores declarados de Trump e simpatizantes da extrema direita. Veja o post original de Morrell abaixo. I agree with these RAMBO: LAST BLOOD reviews. The film is a mess. Embarrassed to have my name associated with it.https://t.co/Yd2G9T7A9A pic.twitter.com/RS0gGHzL5h — _DavidMorrell (@_DavidMorrell) September 20, 2019
The Crown: Teaser da 3ª temporada destaca mudança de intérprete da Rainha Elizabeth II
A Netflix divulgou o segundo teaser da 3ª temporada da série “The Crown”. A prévia traz a Rainha Elizabeth II ponderando a diferença de sua imagem diante dos efeitos do envelhecimento. A citação também alude, de forma metalinguística, à troca da intérprete da personagem. Olivia Colman (vencedora do Oscar 2019 por “A Favorita”) assumiu o papel, substituindo Claire Foy, que interpretou a Rainha da Grã-Bretanha nas duas primeiras temporadas da série. Os novos episódios chegam à Netflix em 17 de novembro. “The Crown” entra em nova fase a partir de seu terceiro ano de produção, com mudança completa de elenco para refletir a passagem do tempo. A série, que começou nos anos 1950, chegará nos próximos episódios na década de 1970. Além de Olivia Colman, o elenco central trará Tobias Menzies (série “Outlander”) como o príncipe Philip e Helena Bonham Carter (“Cinderela”) como a princesa Margaret – papéis anteriormente vividos por Matt Smith e Vanessa Kirby. Outros integrantes da nova fase incluem Jason Watkins (“A Bússola de Ouro”) no papel do primeiro-ministro Harold Wilson, Josh O’Connor (“Reino de Deus”) como o jovem Príncipe Charles e Emerald Fennell (“Call the Midwife”) na pele de Camilla Parker-Bowles. Por sinal, também já está definida a intérprete da Princesa Diana, a atriz Emma Corrin (“Pennyworth”), que será introduzida só na 4ª temporada da série, gravada simultaneamente pelos produtores. A 3ª temporada de “The Crown” será lançada em 17 de novembro em streaming.
The Rhythm Section: Trailer de filme de ação transforma Blake Lively em superespiã
A Paramount divulgou o pôster e o trailer de “The Rhythm Section”, filme de ação estrelado por Blake Lively (“Águas Rasas”). A prévia explora o desejo de matar da protagonista, que se mostra disposta a tudo para se vingar pelos responsáveis por um atentado que matou sua família. Recorrendo a disfarces, subterfúgios e com um dedicação mortal, ela acaba se transformando numa superespiã. O vídeo tem mais diálogos que ação, mas as cenas de luta são intensas. O que faz lembrar que a atriz machucou a mão durante as filmagens e precisou passar por uma cirurgia. O elenco coadjuvante inclui Jude Law (“Capitã Marvel”), Sterling K. Brown (“This Is Us”), Max Casella (“A Lei da Noite”), Daniel Mays (“Belas Maldições”) e Raza Jaffrey (“Perdidos no Espaço”). A trama adapta uma franquia literária de Mark Burnell sobre a personagem vivida por Lively, Stephanie Patrick. Uma curiosidade sobre o autor é que ele cresceu no Brasil e já afirmou que a principal influência na criação de Stephanie Patrick, também conhecida como Petra Reuter, foi o filme “Nikita – Criada Para Matar” (La Femme Nikita, 1990), de Luc Besson. O próprio Burnell assina o roteiro. Já a direção é de Reed Morano, que tem longa carreira como cinematógrafa, mas curta como diretora. Seu trabalho mais conhecido é a série distópica “The Handmaid’s Tale”, pelo qual venceu o Emmy de Melhor Direção em 2017. A produção, por sua vez, ficou a cargo de Michael G. Wilson e Barbara Broccoli, da Eon Productions, a empresa dos longas de 007, e é a primeira vez que eles realizam um thriller de espionagem sem James Bond. A estreia está marcada para 31 de janeiro nos Estados Unidos, mas ainda não há previsão de lançamento no Brasil.











