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  • Filme

    Estreias de cinema destacam primeira superprodução de 2020 e filmes premiados

    8 de janeiro de 2020 /

    Graças às sessões ainda lotadas de “Star Wars: A Ascensão Skywalker” e “Minha Mãe É uma Peça 3”, a semana tem apenas quatro estreias de cinema. Com isso, a primeira superprodução do ano, “Ameaça Profunda”, chegará a poucos salas nesta quinta (9/1), disputando o circuito intermediário com títulos da temporada de premiações. Estrelado por Kristen Stewart (“As Panteras”), o filme de US$ 80 milhões é um “Alien” marinho, em que cientistas são atacados por criaturas desconhecidas numa base submersa no oceano. Após um tremor destruir suas instalações, eles precisam lutar pela sobrevivência contra ameaças que inadvertidamente liberaram ao perfurar o fundo do mar. Não faltam nem sequer as cenas gratuitas da heroína de calcinha, como no longa espacial de 1979. Por essas e outras, foi considerado medíocre, com 52% de aprovação no Rotten Tomatoes. A outra produção americana da semana é o drama “Adoráveis Mulheres”, que abriu o Festival do Rio. Trata-se da versão mais feminista já filmada da velha história de Louisa May Alcott, baseada na vida da própria escritora, sobre quatro irmãs que lutam contra as dificuldades para crescer no final do século 19, durante a Guerra Civil americana. Elas precisam lidar com a descoberta do amor, a inevitabilidade da morte, a superação de perdas, desilusões e vários desafios, que agora se impõem com viés de empoderamento. Esta trama já foi estrelada por Katharine Hepburn, Elizabeth Taylor e, em sua versão dos anos 1990, reuniu simplesmente Winona Ryder, Kirsten Dunst, Claire Danes, Susan Sarandon e Christian Bale. A nova versão, dirigida por Greta Gerwig, tem um elenco tão impressionante quanto, com Emma Watson (“A Bela e a Fera”), Meryl Streep (“Mamma Mia!”), Laura Dern (“História de um Casamento”), Florence Pugh (“Lady Macbeth”), Eliza Scanlen (“Objetos Cortantes”), Louis Garrel (“O Formidável”), James Norton (“McMafia”) e principalmente Saoirse Ronan e Timothée Chalamet (dupla que trabalhou com Gerwig em “Lady Bird”), que formam o par central. Com 95% de aprovação no Rotten Tomatoes, “Adoráveis Mulheres” venceu vários prêmios da crítica americana e está cotadíssimo para o Oscar em diversas categorias. Ainda mais feminista e abertamente LGBTQIA+, “Retrato de uma Jovem em Chamas” foi o filme francês mais premiado de 2019. Vencedor de dois troféus de Melhor Roteiro, da Academia Europeia de Cinema e do Festival de Cannes, foi também considerado o Melhor Filme nos festivais de Chicago, Hamburgo, Melbourne, etc, além de ser destaque em diversas listas de fim de ano da crítica internacional e ter 97% de aprovação no Rotten Tomatoes. Escrito e dirigido pela francesa Céline Sciamma (“Tomboy”), acompanha uma jovem artista chamada Marianne (Noémie Merlant), contratada para pintar o retrato de casamento de Héloïse (Adèle Haenel), que acabou de deixar o convento. Por a retratada ser uma noiva relutante, Marianne chega sob o disfarce de dama de companhia, observando Héloïse de dia e a pintando secretamente à noite. Inevitavelmente, as duas se aproximam. Para completar a lista de estreias, “Kursk – A Última Missão” também conta uma história de “ameaça profunda”, desta vez baseado em fatos reais. Dirigido pelo dinamarquês Thomas Vinterberg (“A Caça”), o drama de desastre marinho reúne em seu elenco o belga Matthias Schoenaerts (“A Garota Dinamarquesa”) e a francesa Léa Seydoux (“007 Contra Spectre”) para recriar o acidente do submarino do título, que aconteceu em 2000, em meio a grande negligência política. Confira abaixo mais detalhes das estreias da semana com suas sinopses e trailers. Adoráveis Mulheres | EUA | Drama As irmãs Jo (Saoirse Ronan), Beth (Eliza Scanlen), Meg (Emma Watson) e Amy (Florence Pugh) amadurecem na virada da adolescência para a vida adulta enquanto os Estados Unidos atravessam a Guerra Civil. Com personalidades completamente diferentes, elas enfrentam os desafios de crescer unidas pelo amor que nutrem umas pelas outras. Retrato de uma Jovem em Chamas | França | Drama Na França do século 18, Marianne (Noémie Merlant) é uma jovem pintora que recebe a tarefa de pintar um retrato de Héloïse (Adèle Haenel) para seu casamento sem que ela saiba. Passando seus dias observando Héloïse e as noites pintando, Marianne se vê cada vez mais próxima de sua modelo conforme os últimos dias de liberdade dela, antes do iminente casamento, chegam ao fim. Ameaça Profunda | EUA | Sci-Fi Um grupo de pesquisadores se encontra num laboratório subaquático a 11 mil metros de profundidade, quando um terremoto destrói a região e expõe a equipe ao risco de morte. Eles são obrigados a caminhar nas profundezas marítimas, com quantidade insuficiente de oxigênio, para tentar sobreviver. No entanto, conforme se deslocam pelo fundo do mar, descobrem a presença de uma criatura mortal de origem desconhecida. Kursk – A Última Missão | Bélgica, França, Noruega | Drama Baseado em fatos reais, o filme narra a explosão e o naufrágio do submarino russo Kursk no ano de 2000. Os tripulantes precisam sobreviver às águas geladas do Mar de Barents enquanto esperam por um resgate que pode não chegar por causa do descaso das autoridades.

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  • Série

    Diretor do novo 007 vai transformar O Último dos Moicanos em série

    8 de janeiro de 2020 /

    O cineasta Cary Joji Fukunaga, que está a frente do vindouro “007 – Sem Tempo para Morrer”, já definiu seu próximo projeto. Ele vai adaptar “O Último dos Moicanos”, obra clássica de James Fenimore Cooper, passada durante as guerras indígenas do século 18 na América do Norte, numa série para a plataforma HBO Max. “O Último dos Moicanos” tem sido filmado desde o cinema mundo. A versão mais recente de cinema foi lançada em 1992, dirigida por Michael Mann e estrelada por Daniel Day-Lewis. A trama acompanha a história de duas irmãs, Cora e Alice Munro, filhas de um comandante inglês, que viajam por território selvagem para se juntar ao pai. Nessa perigosa jornada, ambas são acompanhadas pelo mestiço Hawkeye e os seus companheiros, Chingachgook e Uncas, os últimos sobreviventes da tribo dos moicanos. A história destaca um romance improvável entre Cora e um de seus companheiros de viagem, mas tem fim trágico, após suas vidas serem ameaçadas por Mangua, um índio huron traidor, que captura as irmãs, querendo se vingar dos homens brancos que o viciaram em whisky e o fizeram cair em desgraça. Por coincidência, Wes Studi, intérprete de Mangua, é um dos homenageados do Oscar 2020 pelas realizações de sua carreira. Ele será o primeiro ator indígena a receber esse reconhecimento. Fukunaga escreveu o roteiro da nova adaptação em parceria com Nicholas Osborne (produtor de “Lembranças”), mas não vai dirigir a série. O piloto será comandado por Nicole Kassell, experiente no universo das séries – assinou episódios de “The Killing”, “Better Call Saul”, “The Americans”, “The Leftovers” e “Watchmen”. Ainda não há previsão para a estreia da atração. Já a HBO Max será lançada em maio nos EUA.

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  • Filme

    Pelo segundo ano, Oscar não terá apresentador fixo

    8 de janeiro de 2020 /

    A cerimônia de premiação do Oscar será realizada pela segunda vez consecutiva sem um apresentador fixo. O anúncio foi feito nesta quarta-feira (8/1) por Karen Burke, presidente da rede ABC, responsável pela transmissão oficial do evento nos Estados Unidos. Burke explicou, durante um evento da TCA (Associação de Críticos de TV dos EUA), que a decisão foi tomada em conjunto com a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, que entrega as estatuetas aos melhores do ano, após considerarem que a cerimônia sem um apresentador principal “funcionou no ano passado”, e por isso a estratégia seria repetida. A decisão de realizar a cerimônia de 2019 sem apresentador não foi programada, mas consequência de circunstâncias. Originalmente, o evento seria apresentado pelo comediante Kevin Hart (“Jumanji”), mas ele desistiu em meio a uma controvérsia sobre comentários homofóbicos que havia feito no Twitter. Considerando a falta de tempo para realizar uma troca, os produtores realizaram a primeira edição do Oscar sem um apresentador principal em 30 anos. Graças a essa iniciativa, o evento se tornou mais enxuto, com menor duração e seu nível de audiência subiu levemente em relação a 2018, atingindo quase 30 milhões de espectadores. O que não chegou a ser muito comemorado porque também foi a segunda audiência mais baixa da história da transmissão, superando apenas, justamente, 2018. A 92ª edição do Oscar será realizada em 9 de fevereiro no Teatro Dolby, em Los Angeles, com transmissão ao vivo no Brasil pelos canais Globo e TNT. Este ano, a cerimônia não vai cair no carnaval, mas quem acompanha pela TV aberta não deve esperar uma (rara) transmissão integral, já que a Globo paga uma fortuna pelos direitos da premiação dos astros de Hollywood, mas tradicionalmente prefere exibir o Big Brother Brasil no horário.

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  • Filme

    Censura: Desembargador do Rio manda Netflix tirar do ar o Especial de Natal do Porta dos Fundos

    8 de janeiro de 2020 /

    O TJ-RJ (Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro) determinou nesta terça-feira (7/10) que a plataforma de streaming Netflix retire do ar o Especial de Natal do Porta dos Fundos, intitulado “A Primeira Tentação de Cristo”. A decisão liminar foi concedida pelo desembargador Benedicto Abicair, da Sexta Câmara Cível do TJ-RJ, a pedido da Associação Centro Dom Bosco de Fé e Cultura, uma entidade conservadora católica, que já tinha entrado com um pedido anterior de censura na justiça carioca, devidamente rechaçado. O desembargador justificou a medida “para acalmar os ânimos”, uma nova modalidade de interpretação da lei. Após ter sua sede atacada por uma célula terrorista de direita, submeter o grupo de humoristas à censura foi a solução encontrada por Abicair “para acalmar os ânimos”. Serve como dica para outras organizações de extrema direita: molotov já é considerado um instrumento para proteger a “sociedade brasileira”. Na decisão, Abicair diz que o pedido para retirar do ar o programa é “mais adequado e benéfico, não só para a comunidade cristã, mas para a sociedade brasileira, majoritariamente cristã, até que se julgue o mérito do agravo”. Segundo o desembargador, o Ministério Público do Rio se manifestou favoravelmente à decisão, em razão do que definiu como “abuso do direito de liberdade de expressão através do deboche e do escárnio com a fé cristã”. Não ficou nisso. O desembargador também criticou a forma como os comediantes do Porta dos Fundos se manifestaram após a repercussão do especial de Natal. Segundo Abicair, eles agiram com “agressividade e deboche”. “Destaco, ainda, que a primeira Agravada não foi centrada e comedida ao se manifestar, nas redes sociais, conforme transcrito nas razões da ora Agravante, pois, ao meu ver, poderiam justificar sua ‘obra’ através de dados técnicos e não agindo com agressividade e deboche. Maior comedimento possibilitaria, talvez, debate em nível mais elevado, sem ferir, acintosamente, suscetibilidades”, afirmou, acrescentando que “toda ação provoca uma reação”, numa aparente alusão ao ataque à sede da produtora no Rio. Difícil entender de outra forma que não uma defesa do ataque terrorista contra o Porta dos Fundos. Benedicto Abicair também mandou a Netflix suspender trailers, making of, propagandas “ou qualquer alusão publicitária ao filme”, numa decisão frontalmente oposta a da juiza Adriana Sucena Monteiro Jara Moura, da 16ª Vara Cível do Rio de Janeiro, que em dezembro negou o mesmo pedido de censura da Associação Centro Dom Bosco, com base no mesmo parecer do Ministério Público – assinado pela promotora Barbara Salomão Spier. Em outras palavras, o mesmo caso foi julgado duas vezes com resultados opostos. Ou melhor, três vezes. O centro Dom Bosco recorreu da decisão de Adriana Moura, mas o desembargador de plantão confirmou o entendimento da juíza e não concedeu a liminar para tirar o especial do Porta dos Fundos do ar. Com o fim do recesso no Tribunal de Justiça do Rio, o processo foi distribuído para Abicair, que tomou a terceira decisão sobre o caso, a única diferente – e radical. Vale lembrar a decisão da juíza original, que desmontou o argumento do “abuso do direito de liberdade de expressão”, lembrando os limites previstos na legislação e a jurisprudência constitucional do STF (Supremo Tribunal Federal), “a quem compete interpretar e salvaguardar nossa Constituição, seus princípios e garantias”. Ela ponderou “os limites da liberdade de expressão em contraposição a outros direitos de igual hierarquia jurídica, como os da inviolabilidade da honra e da imagem”, que são previstos em lei, para concluir que “somente deva ser proibida a exibição, publicação ou circulação de conteúdo, em verdadeira censura”, de conteúdo “que possa caracterizar ilícito, incitando a violência, a discriminação, a violação de direitos humanos, em discurso de ódio”. “Ao assistir ao filme podemos achar que o mesmo não tem graça, que se vale de humor de mau gosto, utilizando-se de expressões grosseiras relacionadas a símbolos religiosos. O propósito de muitas cenas e termos chulos podem ser questionados e considerados desnecessários, mesmo dentro do contexto artístico criado com a paródia satírica religiosa. Contudo, há que se ressaltar que o juiz não é crítico de arte e, conforme já restou assente em nossa jurisprudência, não cabe ao Judiciário julgar a qualidade do humor, da sátira, posto que matéria estranha às suas atribuições”, avaliou a juíza. Adriana Sucena Monteiro Jara Moura ainda considerou a hipótese de ataque à liberdade religiosa, afirmando não ter constatado “a ocorrência de qualquer ilícito, nem mesmo o do tipo previsto no artigo 208 do Código Penal”, que prevê crimes contra o sentimento religioso. “Também não verifiquei violação aos Direitos Humanos, incitação ao ódio, à discriminação e ao racismo, sendo que o filme também não viola o direito de liberdade de crença, de forma a justificar a censura pretendida”, acrescentou. A juíza também citou que este foi o mesmo “entendimento do Juiz do Tribunal de Justiça de São Paulo, José Zoega Coelho, ao decidir caso análogo em referência ao ‘Especial de Natal’ do mesmo grupo humorístico, exibido em 23 de dezembro de 2013, determinando, em acolhimento ao parecer Ministerial, o arquivamento de Representação Criminal e que à época foi amplamente noticiado nas mídias”. Ela concluiu dizendo que “o filme controverso está sendo disponibilizado para exibição na plataforma de streaming da ré Netflix, para os seus assinantes. Ou seja, não se trata de exibição em local público e de imagens que alcancem àqueles que não desejam ver o seu conteúdo. Não há exposição a seu conteúdo a não ser por opção daqueles que desejam vê-lo. Resta assim assegurada a plena liberdade de escolha de cada um de assistir ou não ao filme e mesmo de permanecer ou não como assinante”. O contraste com a decisão de Benedicto Abicair não poderia ser mais gritante. Mas há apenas dois anos o desembargador pensava exatamente como a juíza. “Não vejo como, em uma democracia, censurar o direito de manifestação de quem quer que seja. Gostar ou não gostar. Querer ou não querer, aceitar ou não aceitar. Tudo é direito de cada cidadão, desde que não infrinja dispositivo constitucional ou legal”, escreveu o desembargador em novembro de 2017. A diferença? Na ocasião, ele defendia o direito de Jair Bolsonaro ser homofóbico, após dar declarações controversas em outro programa humorístico, o “CQC”. Foi derrotado, já que se tratava de situação enquadrada nos limites da lei – Moura listou os motivos acima – e Bolsonaro foi condenado a pagar R$ 150 mil a um fundo de defesa de direitos LGBQ+. Diante da polêmica, o ministro do STF Marco Aurélio Mello afirmou, ao colunista Bernardo Mello Franco do jornal O Globo, que a decisão de Abicair caracterizava censura e será derrubada pelos tribunais superiores. Para o ministro, a decisão de proibir o vídeo não tem amparo na Constituição. “É uma barbaridade. Os ares democráticos não admitem a censura”, afirmou.

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  • Série

    Ozark ganha teaser e data de estreia da 3ª temporada

    8 de janeiro de 2020 /

    A Netflix divulgou o teaser da 3ª temporada de “Ozark”, thriller criminal premiado no Emmy 2019 com os troféus de Melhor Atriz Coadjuvante e Direção. O vídeo não mostra cenas da trama, mas alude ao clima de riscos da próxima temporada, mostrando um croupier numa mesa de cassino, além de revelar a data de estreia em 27 de março. Criada por Bill Dubuque (roteirista de “O Contador”) e Mark Williams (diretor de “Um Homem de Família”), “Ozark” acompanha a família formada pelo contador Marty (Jason Bateman), sua mulher (Laura Linney) e seus filhos, que se mudam para uma região remota dos Estados Unidos após ele se envolver com um cartel do narcotráfico mexicano. O elenco também inclui Skylar Gaertner e Sofia Hublitz como os filhos do casal, além de Julia Garner, a vencedora do Emmy, como uma criminosa local que se associa a Marty. Além de estrelar, Bateman também é produtor e dirige vários episódios. Foi pelo trabalho no episódio de estreia da 2ª temporada, que ele levou o Emmy de Melhor Direção.

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  • Série

    Locke & Key: Série de terror “amaldiçoada” ganha primeiro trailer legendado

    8 de janeiro de 2020 /

    A Netflix divulgou oito fotos e o primeiro trailer legendado da série “Locke & Key”, baseada nos quadrinhos homônimos de Joe Hill, filho do escritor Stephen King. A prévia marca o fim da maldição que impedia a produção de sair do papel. O detalhe é que a prévia não é muito assustadora, especialmente quando comparada à “A Maldição da Residência Hill”, sugerindo mais uma trama de fantasia que de terror. “Locke & Key” acompanha uma mãe e seus três filhos que se mudam para a antiga casa da família após o brutal assassinato do pai. No local, eles são assombrados por uma entidade do mal chamada Dodge, determinada a assombrá-los até conseguir o que quer: chaves para outras dimensões, que estão escondidas na residência. Os jovens Connor Jessup (“Falling Sky”), Emilia Jones (“Utopia”) e Jackson Robert Scott (“It: A Coisa”) vivem, respectivamente, os irmãos Tyler, Kinsey e Bode Locke, enquanto a mãe é interpretada por Darby Stanchfield (a Abby de “Scandal”). Trata-se do terceiro elenco diferente da produção, que antes de ganhar sinal verde da Netflix teve dois pilotos recusados, pela Hulu e pela Fox. Por sinal, Jackson Robert Scott, intérprete do pequeno Georgie em “It: A Coisa”, já estava escalado num piloto anterior. O anúncio da estreia é o fim de um trauma, após a produção sofrer quase uma década de rejeições. Vale lembrar que a Fox encomendou a primeira adaptação em 2011 – para Alex Kurtzman, Roberto Orci (roteiristas de “Star Trek” e criadores da série “Fringe”) e Josh Friedman (criador da série “Terminator: The Sarah Connor Chronicles”). E naquela ocasião o piloto, dirigido pelo cineasta Mark Romanek (“Não Me Abandone Jamais”), foi rejeitado. O produtor que conseguiu materializar a série foi Carlton Cuse (de “Lost” e “Bates Motel”), que se envolveu com o material durante o desenvolvimento de um segundo piloto para a Hulu. Na época, a falta de entusiasmo daquela plataforma chegou a surpreender o mercado, já que se tratava de uma produção do diretor Andy Muschietti, de “It: A Coisa”, e tinha em seu elenco três jovens atores daquele filme. Com a recusa do piloto de Muschietti, Cuse e Hill decidiram assumir a produção e levá-la para a Netflix. Mas mesmo após seu afastamento, Muschietti continua creditado como produtor. A 1ª temporada terá 10 episódios, que serão lançados em 7 de fevereiro.

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  • Etc

    Liam Neeson visita crianças venezuelanas refugiadas em Roraima

    8 de janeiro de 2020 /

    O ator irlandês Liam Neeson está no Brasil. Embaixador da Boa Vontade do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), ele visitou na terça-feira (7/1) crianças venezuelanas instalados em um alojamento de refugiados em Pacaraima, cidade de Roraima, localizada na fronteira do Brasil com a Venezuela. Bastante assediado, ele foi flagrado dançando com as crianças. Veja abaixo um dos muitos vídeos da passagem do ator por Roraima, que circulam nas redes sociais. A Unicef informou que “por questões de segurança, as informações sobre essa atividade não são públicas”, acrescentando que vai divulgar os detalhes da visita de Neeson nos próximos dias. O ator de 67 anos se tornou embaixador da Unicef em 2011. Em 2016, ele esteve no maior campo de refugiados do mundo, próximo à fronteira com a Síria. A ONU calcula que, atualmente, existem cerca de 240 mil venezuelanos no Brasil — a estimativa é que chegam cerca de 500 novos migrantes por dia. Mas a maioria dos refugiados venezuelanos está em outros países. O total excede 3 milhões de pessoas, segundo a ONU, principalmente na Colômbia e no Peru. Em dezembro, o Brasil concedeu o status de refugiado a 21.432 venezuelanos de uma só vez. A decisão foi tomada pelo Comitê Nacional de Refugiados (Conare), devido à gravidade da situação dos direitos humanos na Venezuela. Liam sings and dances with the children from Pacaraima. He is perfect. I'm very happy that he's so close to me … But I can't hug him as I would like. #liamneeson #pacaraima #roraima #brasil #venezuela @unicef pic.twitter.com/MDVGiTtqfy — LNfanBr💚🍀 (@liamneesonfanbr) January 7, 2020

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  • Série

    Crise nas Infinitas Terras: Novo pôster inclui transformação de Oliver Queen no Espectro

    8 de janeiro de 2020 /

    A rede The CW divulgou um novo pôster de “Crise nas Infinitas Terras”, o megacrossover de séries do Arrowverso, que se encerra na semana que vem. A arte traz um grande spoiler em relação ao line-up de heróis: a transformação de Olive Queen (Stephen Amell) no Espectro. Após sua morte, o Arqueiro Verde foi convocado por Jim Corrigan (Stephen Lobo) no purgatório para assumir seu papel na Crise. Nos quadrinhos, o Espectro original, Jim Corrigan, surgiu na década de 1940, criado por ninguém menos que Jerry Siegel, um dos “pais” do Superman. Ele também foi assassinado em sua história de origem, vítima de criminosos que investigava. Como sua alma se recusa a partir e entrar no além, ele retorna como Espectro, um espírito de vingança obcecado com a justiça, que possui poderes sobrenaturais praticamente ilimitados. Corrigan já tinha aparecido na série “Constantine” (2014), que acabou integrada ao Arrowverso, mas interpretado por outro ator (Emmett J Scanlan, o Lobo de “Krypton”). Além desse “detalhe”, o novo pôster da atração destaca as participações de Lex Luthor (Jon Cryer), de Raio Negro (Cress Williams), do estreante Ryan Choi (Osric Chau, de “Supernatural”) e ainda enfatiza a parceria entre as heroínas Batwoman (Ruby Rose) e Supergirl (Melissa Benoist), colocadas em posição central na luta contra o Anti-Monitor (LaMonica Garrett). Disparado o maior crossover já tentado na história da televisão, a versão live-action de “Crise nas Infinitas Terras” começou a ser exibida em 8 de dezembro nos Estados Unidos, ao longo de cinco episódios individuais das séries “Supergirl”, “The Flash”, “Legends of Tomorrow”, “Arrow” e a estreante “Batwoman”. Embora sua série tenha ficado de fora desta lista, o herói Raio Negro (Black Lightning) também participa da história, assim como personagens de diversas outras atrações, tanto atuais quanto clássicas. Após a exibição dos três primeiros episódios, o evento entrou em hiato de fim de ano e será concluído em 14 de janeiro nos Estados Unidos, com a exibição de capítulos consecutivos de “Arrow” e “Legends of Tomorrow”. Ainda não há previsão para a estreia do crossover no Brasil, que deve acontecer pelo canal pago Warner.

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  • Filme

    Self Made: Fotos da minissérie mostram Octavia Spencer como primeira negra milionária dos EUA

    7 de janeiro de 2020 /

    A Netflix divulgou as primeiras fotos de “Self Made: Inspired by the Life of Madam C.J. Walker”, minissérie estrelada por Octavia Spencer (“A Forma da Água”), que será lançada no Brasil com o título de “A Vida e a História de Madam C.J. Walker”. A produção vai contar a história real da personagem do título, vivida por Spencer. Sarah Breedlove, que ficou conhecida como Madam C.J. Walker, foi a primeira milionária afro-americana, que enriqueceu ao lançar uma linha de produtos de beleza focada no cabelo e na pele das mulheres negras, até então ignoradas pela indústria de cosméticos. Walker construiu seu império durante a virada do século 19 para o século 20, em meio ao clima hostil da segregação racional que se seguiu à abolição da escravatura nos EUA, e enfrentando, além do racismo, o machismo dos comerciantes americanos. Seu pioneirismo foi muito além do nicho de mercado. Com o sucesso de seus produtos, Walker se tornou a primeira mulher (de qualquer cor) na história dos Estados Unidos a faturar US 1 milhão com um negócio próprio e sem contar com qualquer dinheiro de herança. A série foi criada pela roteirista Nicole Asher (da telebiografia da cantora Toni Braxton e do musical “Love Beats Rhymes”), e tem produção de Spencer, do jogador de basquete LeBron James e da cineasta Kasi Lemmons (“Harriet”), que vai dirigir pelo menos três capítulos. Com oito episódios, a minissérie também inclui em seu elenco Blair Underwood (“Agents of SHIELD”), Kevin Carroll (“The Leftovers”), Carmen Ejogo (“Alien: Covenant”), Tiffany Haddish (“A Viagem das Garotas”), Keeya King (“Van Helsing”), Garrett Morris (“2 Broke Girls”) e Sydney Morton (“Ela Quer Tudo”). A estreia está marcada para 20 de março em streaming.

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  • Etc,  Série

    Silvio Horta (1974 – 2020)

    7 de janeiro de 2020 /

    Silvio Horta, o criador e showrunner da série “Ugly Betty”, foi encontrado morto em sua residência, em Miami, nesta terça-feira (7/1). Seu agente confirmou a morte, mas não informou a causa. Ele tinha apenas 45 anos. Filho de imigrantes cubanos, Horta nasceu e cresceu em Miami, e estreou em Hollywood com a venda do roteiro original do terror “Lenda Urbana”, grande sucesso do gênero, lançado em 1998 com Jared Leto num dos papéis principais. O filme ganhou uma continuação em 2000, que deu prejuízo sem seu envolvimento. Depois disso, Horta se voltou para a televisão, criando sua primeira série, a sci-fi “Jake 2.0”, em 2003. Mas a atração estrelada por Christopher Gorham só durou uma temporada. Ele teve mais sucesso ao abraçar suas raízes latinas em “Ugly Betty”, que adaptou a telenovela colombiana “Betty, a Feia”. Lançada em 2006, a série virou um fenômeno de popularidade, rendendo um Emmy para a atriz America Ferrera por seu retrato da nova-iorquina latina Betty Suarez, e um WGA Award, o prêmio do Sindicato dos Roteiristas, para seu criador. Horta esteve à frente das quatro temporadas da série, que também deu bastante espaço para personagens LGBTQIA+ ao longo de sua exibição. Após o fim de “Ugly Betty” em 2010, o produtor-roteirista teve dificuldades para emplacar uma nova série. Ele chegou a desenvolver vários projetos, mas nenhum foi aprovado. Um dos pilotos recusados, “The Curse of the Fuentes Women” (de 2015), tinha a brasileira Sonia Braga (“Bacurau”) em seu elenco.

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  • Filme

    Fellini 8½ vai ganhar exibição com música ao vivo em São Paulo

    7 de janeiro de 2020 /

    O clássico do cinema “Fellini 8½”, de Federico Fellini, ganhará uma sessão especial no Museu da Imagem e do Som, em São Paulo, no próximo domingo (12/1), que contará com sonorização ao vivo proporcionada pela banda O Campo e a Cidade. A sessão acontecerá às 15h do dia 12 de janeiro, com ingressos que variam entre R$ 10 e R$ 20, à venda na bilheteria do Museu e pela internet. O evento faz parte das comemorações do centenário do grande mestre do cinema italiano. Vencedor do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro de 1963, “8½” conta a história de um cineasta em crise (vivido por Marcello Mastroianni) que se perde entre memórias e fantasias ao tentar encontrar a trama ideal para seu novo filme. O elenco também inclui Anouk Aimée, Claudia Cardinale e Barbara Steele. A trama já foi adaptada para Broadway e voltou ao cinema, como musical americano, em 2009. Chamado de “Nine”, o remake se provou um desastre comercial e crítico.

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  • Filme

    Entre Facas e Segredos: Rian Johnson já escreve a continuação

    7 de janeiro de 2020 /

    O diretor e roteirista Rian Johnson revelou que já está trabalhando na história de uma sequência de “Entre Facas e Segredos”, centrada em um novo caso investigado pelo detetive Benoit Blanc, personagem de Daniel Craig no longa. Johnson contou a novidade à jornalistas americanos durante uma das festas do Globo de Ouro, e afirmou estar animado com a perspectiva de fazer um novo filme nesse universo. Ele ainda adiantou que gostaria de começar as filmagens no próximo ano. No mesmo evento, Ram Bergman, produtor parceiro de Johnson, afirmou que Daniel Craig também gostaria de viver o detetive Benoit Blanc em um novo mistério, tendo se divertido muito ao trabalhar no primeiro filme. “Entre Facas e Segredos” se tornou um caso raro no cinema americano de 2019: uma produção original bem-sucedida. Num mercado dominado por sequência e remakes, conseguiu se pagar apenas com a bilheteria doméstica, faturando US$ 130 milhões nos EUA e Canadá, cobrindo seu orçamento de US$ 40 milhões. Além disso, em todo o mundo, seu faturamento já está na casa dos US$ 250 milhões. Para completar, o filme também está recebendo diversas indicações a prêmios, do Globo de Ouro aos troféus dos sindicatos da indústria cinematográfica, como o WGA (dos roteiristas) e o PGA (dos produtores). Ainda em cartaz nos cinemas brasileiros, o longa presta uma homenagem bem-humorada aos velhos filmes de mistério do gênero “whodunit”, popularizado pelos livros de Agatha Christie, Ellery Queen e outros mestres do começo do século 20, que investigam suspeitos de um assassinato até descobrir “quem matou”. A trama da vez gira em torno do assassinato de um escritor rico e famoso, morto durante a festa de seu aniversário por um de seus parentes. Além de Daniel Craig (o James Bond) como o detetive, o elenco traz Lakeith Stanfield (“Atlanta”) como parceiro policial, Christopher Plummer (“Todo o Dinheiro do Mundo”) como a vítima e uma galeria de suspeitos formada por Chris Evans (o Capitão América), Michael Shannon (“A Forma da Água”), Jamie Lee Curtis (“Halloween”), Ana de Armas (“Blade Runner 2049”), Katherine Langford (“13 Reasons Why”), Toni Colette (“Hereditário”), Jaeden Martell (“It: A Coisa”) e Don Johnson (“Do Jeito que Elas Querem”).

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  • Série

    Melissa McCarthy vai estrelar minissérie com Nicole Kidman

    7 de janeiro de 2020 /

    A atriz Melissa McCarthy (“Caça-Fantasmas”) juntou-se à Nicole Kidman no elenco da minissérie “Nine Perfect Strangers”, atualmente em desenvolvimento para a plataforma Hulu. Trata-se de uma nova atração baseada em livro de Liane Moriarty, autora de “Big Little Lies”, com produção de David E. Kelley, que foi o responsável pela adaptação daquela obra na HBO. O livro de Moriarty, que recebeu o título de “Nove Desconhecidos” no Brasil, acompanha nove pessoas que devem passar dez dias num spa longe da civilização, sem carro ou celular, buscando uma mudança de vida e saúde. Cada um terá um drama distinto e Nicole Kidman viverá Masha, a diretora do spa. McCarthy, por sua vez, interpretará Frances, uma romancista em má fase, que teve o último manuscrito rejeitado por sua editora. Além de atuar, ela também compartilhará a produção com Kidman, Moriarty, Kelley e John-Henry Butterworth (roteirista de “Ford vs. Ferrari”). “Nine Perfect Strangers” tem previsão de estreia para o final de 2020.

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