Flipped: Nova série de comédia com Will Forte e Kaitlin Olson ganha primeiro trailer
A plataforma de streaming Quibi divulgou o trailer de sua primeira série de comédia, “Flipped”. E é hilário. A prévia resume a premissa, que mistura gângsteres e reality show de renovação de interiores. A série traz Will Forte (“The Last Man on Earth”) e Kaitlin Olson (“It’s Always Sunny in Philadelphia”) como um casal que entra num concurso para apresentar um programa televisivo de renovação de interiores, e ao invadir uma casa abandonada para gravar seu piloto, descobrem uma fortuna de traficantes nas paredes da residência. Com o dinheiro, resolvem contratar uma equipe profissional para fazer o trabalho para eles, ganhando o programa de TV. Mas o gângster dono da bolada logo aparece para cobrar a dívida. Eles terão que pagar cada centavo… reformando casas de todo o cartel. É que o traficante adorou o que o casal fez em seu antigo esconderijo e os coloca sob “contrato” privado. Os criadores da série, Steve Mallory (“A Chefa”) e o estreante Damon Jones, inspiraram-se no casal de apresentadores do programa americano “Fixer Upper” para conceber “Flipped”, que também traz em seu elenco os atores Andy Garcia (“Doze Homens e um Segredo”) e Eva Longoria (“Desperate Housewives”). A série estará disponível junto com o lançamento da Quibi, em abril. O detalhe é que todas as produção desse serviço tem episódios de curta duração, com 10 minutos ou menos, na contramão das longas maratonas da Netflix. A aposta é no baixo nível de atenção e foco de quem navega por celular, tanto que o conteúdo será disponibilizado via aplicativo, exclusivamente para aparelhos móveis. Saiba mais sobre a Quibi aqui.
O Fugitivo: Nova versão da série clássica ganha trailer com Boyd Holbrook e Kiefer Sutherland
A plataforma de streaming Quibi divulgou o primeiro trailer da nova versão de “O Fugitivo” (The Fugitive), série clássica dos anos 1960 que também rendeu um filme premiado em 1993. O novo fugitivo do título é interpretado por Boyd Holbrook (“O Predador”), ex-presidiário acusado de um crime que não cometeu, que passa a ser perseguido pelo detetive vivido por Kiefer Sutherland (“24 Horas”) – situação vivida por Harrison Ford e Tommy Lee Jones no cinema. Como mostra a prévia, a trama básica será atualizada com a paranoia terrorista dos dias atuais. E também com uma boa dose de fake news. A sinopse divulgada diz que, quando uma bomba explode no metrô de Los Angeles, tuítes sugerem que o personagem de Holbrook foi o responsável pelo atentado. Acusado injustamente – e muito publicamente -, ele deve provar sua inocência descobrindo o verdadeiro criminoso, antes que o lendário policial que lidera a investigação possa prendê-lo. O reboot foi criado por Nick Santora (criador de “Scorpion”) e a direção estará a cargo do cineasta Stephen Hopkins (“Raça”). A série estará disponível junto com o lançamento da Quibi, em abril. O detalhe é que todas as produção desse serviço tem episódios de curta duração, com 10 minutos ou menos, na contramão das longas maratonas da Netflix. A aposta é no baixo nível de atenção e foco de quem navega por celular, tanto que o conteúdo será disponibilizado via aplicativo, exclusivamente para aparelhos móveis. Saiba mais sobre a Quibi aqui.
Plataforma Quibi ganha seu primeiro comercial
A vindoura plataforma de streaming Quibi divulgou seu primeiro comercial. O vídeo foi produzido para exibição no domingo (2/2) durante o intervalo do Super Bowl (final do campeonato de futebol americano), espaço publicitário mais valorizado da TV dos EUA, mas já pode ser visto abaixo, antecipado no YouTube. Criada especificamente para celulares, a Quibi vai apresentar programas de até 10 minutos de duração. Seu nome, usado como sinônimo de atividade rápida no comercial, vem da junção das primeiras sílabas das palavras “quick” (ligeiro) e “bites” (pedaços). Jeffrey Katzenberg, o fundador da DreamWorks Animation, é o responsável pela iniciativa, que construiu um portfólio impressionante de projetos para seu lançamento. Entre outras produções em desenvolvimento, há desde séries de terror de Steven Spielberg (“Jogador Nº 1”), Guillermo del Toro (“A Forma da Água”) e Sam Raimi (“Evil Dead”), um drama sobre suicídio do cineasta Peter Farrelly (“Green Book”), um thriller de ação com Liam Hemsworth (“Jogos Vorazes”), um drama policial produzido por Antoine Fuqua (“O Protetor”), uma comédia estrelada e produzida por Anna Kendrick (“Um Pequeno Favor”), uma ficção científica com Don Cheadle (“Vingadores: Ultimato”) e Emily Mortimer (“Chernobyl”), uma comédia musical com Darren Criss (“Glee”), uma produção de super-heróis de Doug Liman (“No Limite do Amanhã”), uma adaptação do filme “Marcação Cerrada” (1999), um remake da série clássica “O Fugitivo” (1963), atrações não reveladas dos diretores Stephen Soderbergh (“Onze Homens e um Segredo”) e Paul Feig (“Um Pequeno Favor”), entre muitos projetos, incluindo reality shows. Cada programa terá capítulos de 7 a 10 minutos. O que vai na contra-mão dos novos hábitos de consumo alimentados pela Netflix, que popularizou longas maratonas de séries. A aposta é no baixo nível de atenção e foco de quem navega por celular. A plataforma conseguiu um aporte de US$ 1 bilhão de investidores como Sony Pictures, Disney, Warner Bros., MGM e Alibaba, e pretende oferecer 175 conteúdos semanais e 8,5 mil episódios ao longo de seu primeiro ano. Apesar da aposta no formato, as iniciativas de emplacar séries curtas e exclusivas de dispositivos móveis não deram certo até o momento – veja-se, como exemplo, a falta de repercussão dos lançamentos do Snapchat. A plataforma Quibi será inaugurada em 6 de abril nos EUA.
Soundtrack: Criador de série cancelada critica divulgação inexistente da Netflix
Inconformado com o cancelamento de “Sountrack” poucas semanas após seu lançamento, o criador e produtor executivo da série, Joshua Safran (criador de “Quantico ), desabafou suas frustrações com a Netflix nas redes sociais, reclamando da falta de atenção recebida pela atração. “E se você fizesse uma série e ninguém soubesse?”, ele escreveu, para introduzir o problema de divulgação que enfrentou. Dizendo que ele e a equipe “trabalharam incansavelmente” em “Soundtrack”, sentindo “que tínhamos feito algo único, novo, diferente e ótimo”, ele apontou que a série não teve repercussão alguma. “Ela simplesmente desapareceu. Quase não rendeu críticas. Pessoalmente, sinto que nem sequer estreou”. Safran reparou que, mesmo assim, “a série encontrou fãs. E normalmente eles indagavam: ‘Como é que ninguém conhece essa série?’, o que só aumentava nossa dor”. Apesar do cancelamento, ele ainda incentivou quem não viu a série a conhecê-la, porque os episódios não terminam em gancho para algo que nunca virá. “Embora tenha uma única temporada, ‘Sountrack’ tem começo e fim, e encerra sua jornada. É realmente como aquele termo temido: um filme de 10 horas de duração. E eu espero que você consiga vê-lo algum dia.” O desabafo de Safran revela que não é apenas dinheiro que a Netflix está queimando com sua atual prática de lançar séries sem divulgação em sua plataforma. A empresa também está comprando brigas com criadores de conteúdo e sinalizando para o mercado que trata sua programação com desaso. O romance passado em meio à indústria musical e estrelado por Callie Hernandez (“La La Land”), Paul James (“Greek”), Jenna Dewan (“Ela Dança, Eu Danço”) e Madeline Stowe (série “Revenge”) foi cancelado sem jamais ter rendido trailer para o mercado brasileiro. E, poucos dias depois, a mesma prática foi ensaiada com a série nacional “Onisciente”, gerando polêmica nas redes sociais. De modo significativo, o próximo trabalho de Safran será numa concorrente da Netflix, a vindoura plataforma HBO Max. Ele é cocriador e showrunner do revival de “Gossip Girl” para o serviço de streaming da WarnerMedia, que será inaugurado em maio nos EUA. Some thoughts on today. pic.twitter.com/wbFKpx90tg — Joshua Safran (@Anthologist) February 1, 2020
Gwyneth Paltrow é acusada de promover charlatanismo em série sobre saúde da Netflix
A atriz Gwyneth Paltrow (“Vingadores: Ultimato”) está às voltas com uma nova polêmica envolvendo seu negócio como empresária-celebridade. A série da Netflix em que divulga sua grife de produtos femininos e dá dicas para mulheres foi considerada um “risco considerável à saúde” por Simon Stevens, diretor-executivo do respeitado Serviço Público de Saúde Britânico (NHS, na sigla em inglês). Durante um evento acadêmico realizado na quinta (30/1) em Oxford, Stevens condenou os “produtos duvidosos de bem-estar e tratamentos suspeitos” oferecidos pela Goop, empresa de Paltrow, que são abordados na série de streaming “The Goop Lab”, apresentada pela atriz. Para ele, a série serve apenas para espalhar “mitos” e “desinformação”. A crítica contundente levou a Netflix a divulgar uma nota, em que afirma que o programa foi “criado para entreter e não para fornecer orientações médicas”. “The Goop Lab”, que estreou em 24 de janeiro, testa a suposta eficácia de terapias alternativas para doenças físicas e mentais — e é gravada na sede da Goop. Uma porta-voz da empresa também disse que eles são “transparentes ao abordar tópicos que podem não ter respaldo científico ou estar em estágios iniciais de avaliação”. Ao longo da série de seis capítulos, Paltrow se cerca de médicos, pesquisadores e profissionais de medicina alternativa para avaliar práticas que variam de “exorcismos energéticos” ao uso de drogas psicodélicas no tratamento de distúrbios de saúde mental. Mas, para Stevens, o resultado é a simples promoção do charlatanismo às custas da saúde dos espectadores. “A Goop acaba de lançar uma nova série de TV, na qual Gwyneth Paltrow e sua equipe testam tratamentos como ‘facelift do vampiro’ e apoiam um massagista que afirma curar tanto traumas psicológicos agudos quanto efeitos colaterais, simplesmente ao mover as mãos duas polegadas acima do corpo do cliente”, disse o chefe do NHS. “A marca dela vende repelente para vampiros, diz que filtro solar químico é uma péssima ideia, promove a lavagem intestinal e máquinas para enema de café, apesar de apresentarem riscos consideráveis à saúde.” “Enquanto antes as notícias falsas costumavam passar de boca em boca, agora todo mundo sabe que mentiras e informações incorretas podem circular pelo mundo com um clique”, continuou Stevens. “Os mitos e a desinformação foram turbinados pela disponibilidade de informações equivocadas online. Embora o termo ‘fake news’ leve a maioria das pessoas a pensar em política, a preocupação natural com a própria saúde e, especialmente, com a de seus entes queridos, torna esse terreno particularmente fértil para charlatães, impostores e excêntricos”, acrescentou. A Goop surgiu em setembro de 2008 como uma newsletter sobre estilo de vida produzida por Paltrow para seus amigos. Desde então, se transformou em um negócio de beleza e estilo de vida avaliado em US$ 250 milhões, com um site, loja online, lojas físicas, uma revista e, agora, a série da Netflix. Mas todo esse crescimento foi acompanhado por polêmicas e até processos judiciais. Em 2018, a Goop fez um acordo para pagar uma multa de US$ 145 mil por ter feito “afirmações não científicas” sobre o uso de “ovos vaginais” de pedras e cristais, que estava vendendo. A empresa dizia que os ovos de jade e quartzo rosa, inseridos no canal vaginal, eram capazes de equilibrar os hormônios e regular o ciclo menstrual, entre outras coisas. Segundo especialistas médicos, o uso de tais ovos não tinha embasamento científico e poderia até ser perigoso para a saúde. O pagamento foi feito rapidamente num acordo dentro de um processo de propaganda enganosa movido pelo Departamento de Proteção ao Consumidor da Califórnia, que acusou a Goop de fazer afirmações infundadas sobre supostos benefícios para a saúde do ato de inserir pedras na vagina. Apesar disso, os chamados “ovos de jade” continuam a ser comercializados até hoje no site da companhia. Veja abaixo o trailer da série de Paltrow.
Personagem clássico da franquia vai voltar a aparecer em Missão Impossível 7
O diretor e roteirista Christopher McQuarrie revelou o retorno de um inimigo clássico de Ethan Hunt no próximo “Missão: Impossível”. Ele postou uma foto de Henry Czerny (mais conhecido pelo papel de vilão da série “Revenge”), que viveu Eugene Kittridge, diretor da Força Missão: Impossível (IMF, na sigla em inglês) no primeiro longa, comandado por Brian De Palma em 1996. Ao lado da foto de Czerny, McQuarrie escreveu no Instagram: “Não há como escapar do passado”, seguido das hashtags dos próximos filmes da franquia. Para quem não lembra do personagem, ele foi o responsável por ordenar a perseguição à Ethan Hunt após ser levado a acreditar que o agente tinha se tornado um traidor. E estrelou várias cenas memoráveis, incluindo a que leva o agente interpretado por Tom Cruise a pronunciar a frase clássica: “Kittridge, você nunca me viu muito chateado”. Relembre abaixo. McQuarrie vai escrever e dirigir dois novos filmes da franquia de ação da Paramount, que serão o sétimo e oitavo capítulos da saga. Eles serão filmados consecutivamente para chegar aos cinemas com um ano de diferença entre si, em julho de 2021 e agosto de 2022. Além de Tom Cruise e o recém-anunciado Henry Czerny, o elenco contará com Nicholas Hoult (“X-Men: Fênix Negra”), Hayley Atwell (“Agent Carter”), Shea Whigham (também de “Agent Carter”), Pom Klementieff (“Guardiões da Galáxia”) e os retornos de Rebecca Ferguson e Simon Pegg, respectivamente como Ilsa Faust e Benji Dunn. Ver essa foto no Instagram There is no escaping the past… #MI7MI8 Uma publicação compartilhada por Christopher McQuarrie (@christophermcquarrie) em 1 de Fev, 2020 às 8:00 PST
Velozes e Furiosos 9: Volta de Han foi planejada como ajuste de contas
O diretor de “Velozes e Furiosos 9”, Justin Lin, que voltou à franquia após comandá-la entre o terceiro e o sexto filmes, comentou outro retorno importante do novo filme: do personagem de Han (Sung Kang), revelado no primeiro trailer do longa. Segundo o cineasta, a decisão por trás da volta de Han não foi apenas um gesto para agradar os fãs, mas sim para fazer justiça ao personagem, morto em “Velozes e Furiosos 6”. “Quando eu saí da franquia, senti que fizemos de modo apropriado e encerramos a jornada do personagem, mas algumas coisas aconteceram depois que não fizeram sentido para mim, então eu quis que ele voltasse e queria explorar o por quê”, disse o cineasta, durante a entrevista do lançamento do trailer – a Universal fez um evento grandioso para a revelação do vídeo, na sexta-feira (31/1), com direito até a show musical. Lin provavelmente se refere ao fato de o assassino de Han, Deckard Shaw (Jason Statham), ter se tornado parte do grupo de Dominic Toretto (Vin Diesel) e até ganhado seu próprio derivado, “Velozes e Furiosos”: Hobbs & Shaw. Esta linha narrativa causou revolta entre os fãs da franquia, que taxaram a transformação de Shaw de injustiça, protestando nas redes sociais com a hashtag #JusticeForHan. O pôster que destaca individualmente a volta de Han faz referência a esse tema. “Justiça está chegando”, diz o texto em inglês, que acompanha a imagem do ator Sung Kang. Han Seul-oh, que soa como Han Solo, numa homenagem ao herói clássico de “Star Wars”, na verdade surgiu antes de estrelar “Velozes e Furiosos: Desafio em Tóquio”. O personagem foi introduzido em “Better Luck Tomorrow” (2002), o primeiro filme dirigido por Justin Lin, e posteriormente incorporado à família “Velozes”. Não é à toa que o diretor tem um carinho especial por ele. Mas Lin não está sozinho na admiração pelo personagem e seu intérprete. Na verdade, o arco de ajuste de contas foi planejado antecipadamente pelo roteirista e produtor da franquia, Chris Morgan. O mentor da franquia detalhou seus planos para Han durante uma entrevista ao site Vulture sobre o spin-off “Velozes & Furiosos: Hobbs & Shaw”, em agosto do ano passado. “Vou dizer algumas coisas sobre isso. Primeiro, Han é um dos meus personagens favoritos no mundo de ‘Velozes’, sem mencionar que Sung Kang é um bom amigo. Nós o amamos tanto que quando ele morreu no final do terceiro filme, mudamos a linha do tempo para mantê-lo vivo por mais três filmes”. E explicou: “Há um grande arco acontecendo. E esse arco é: Deckard Shaw e justiça para Han. Eu amo o fato de as pessoas estarem pedindo por isto. Fico feliz porque eu sinto isso também. É algo que queremos dar a devido atenção. É algo que estamos construindo. Há um toque disso neste filme [‘Hpbbs & Shaw’], uma frase que Deckard diz logo antes da batalha em Samoa: ‘Há coisas que eu tenho que reparar’. Isso foi escrito especificamente porque ele está pensando em Han”. Morgan ainda acrescentou que o ajuste de contas deve se estender por vários filmes – não por acaso, “Velozes e Furiosos 10″ já está confirmado. “Queremos garantir espaço suficiente, porque é um grande super arco, uma história gigante que acho que o público abraçará e ficará feliz. É importante. A Justiça está chegando”, completou, usando, cinco meses atrás, as mesmas palavras do pôster revelado em janeiro de 2020.
Regina Duarte irrita colegas que a apoiavam e culpa “resistência ideológica”
A polêmica de Regina Duarte com os colegas de classe aumentou. A decisão de juntar no Instagram diversas fotinhas de atores que apoiaram sua decisão de assumir a Secretaria Especial de Cultura do governo Bolsonaro causou inúmeras reclamações. Poucas horas após colocar o post no ar, na sexta (31/1), ela precisou retirar uma das fotos, atendendo ao pedido de Carolina Ferraz. Regina substituiu a imagem por uma foto de Carla Daniel, que também reclamou, pedindo para que sua imagem não fosse usada. Na própria noite de sexta, foi ao ar uma terceira versão da montagem com apoiadores. Mas logo outros artistas se manifestaram. E Regina acabou tirando o post inteiro do ar neste sábado (1/2), reclamando de “resistência ideológica”. No post original, as imagens apareciam reunidas sob o título: “Artistas quebram o silêncio e apoiam Regina Duarte”. Vendo a montagem, Carolina enviou um áudio de WhatsApp, que vazou na internet, desaprovando o uso de sua foto pela equipe da colega. “Eu não imaginei que você fosse colocar minha foto ou de qualquer um né, colega nosso, sem pedir autorização da gente, né”, disse a atriz no áudio, que a Folha confirmou ser de autoria de Carolina. Na mensagem, ela admite que torce pela colega, mas não quer ter seu nome associado a “um governo que desprestigia tanto a classe artística”. “Realmente, torço para que você consiga exercer e fazer a diferença em um governo que desprestigia tanto a classe artística, que persegue tanto a classe artística”, continuou a atriz. “Mas eu não quero ser usada como alguém que está ali no seu Instagram, porque dá a entender que apoio o governo Bolsonaro e eu não apoio, Regina. Eu nunca aprovei e nunca compactuei com esse governo e inclusive não votei no Bolsonaro”, completou. Ao aparecer na montagem, Carla Daniel também reclamou publicamente. “Regina, vamos deixar claro uma coisa com todo carinho. Apoiei a sua coragem e seu amor à Cultura. Não compactuo com esse governo e nem o anterior. Torço pela sua gestão”, escreveu Carla nas redes sociais. Além de Carolina Ferraz e Carla Daniel, também sumiram da montagem Beth Goulart e Mario Frias, que não se manifestaram publicamente. Maitê Proença, que vinha defendendo a atriz em entrevistas, registrou: “Eu também NÃO GOSTEI de ter sido usada em uma montagem que dá a entender o apoio a um governo que não aprovo. Que fique claro. Não aprovo este governo mas apoiarei até a morte o direito de quem pensa diferente de mim”. O comediante Luiz Fernando Guimarães ficou ainda mais revoltado. Ele publicou: “Pessoal, sobre a minha imagem estar sendo divulgada fazendo menção ao apoio do governo atual, é MENTIRA! Apoio a querida Regina, e espero que ela faça um belo trabalho, porém não concordo com a administração atual, e não compactuo dos mesmos pensamentos e ideias. Já solicitei que retirassem minha imagem das postagens”. Questionado por fãs em sua conta no Instagram se apoia o governo, já que foi incluído nas montagens divulgadas por Regina Duarte, Ary Fontoura repetiu mais de uma vez: “Não apoio ninguém”. Em suma, Regina Duarte confundiu o afeto dos colegas com apoio político. Ao publicar suas imagens sem autorização, percebeu que está realmente isolada, praticamente sozinha entre os atores da Globo, ao se posicionar a favor de Bolsonaro. Carlos Vereza é a exceção, tendo comparecido em Brasília neste sábado para manifestar seu apoio. Ao excluir a montagem polêmica de seu perfil, ela publicou nova mensagem dizendo: “Vou tirar post com artistas porque agora é a Maitê pedindo pra sair”. Para justificar porque publicou fotos de artistas sem autorização, optou por politizar o incômodo que causou. “Meu desejo de pacificar, de UNIFICAR a classe artística já mostra que a RESISTÊNCIA IDEOLÓGICA vai bater forte e tentar impedir que a polarização reinante possa ser vencida. Vou, no entanto, lutando para que a CULTURA do nosso país possa estar acima de ideologias e partidos.”
Atrizes reclamam após Regina Duarte incluí-las em foto-montagem de apoio
A atriz Regina Duarte arrumou a primeira polêmica com os colegas de classe na noite de sexta (31/1), ao resolver juntar no Instagram diversas fotinhas de atores que apoiaram sua decisão de assumir a Secretaria Especial de Cultura do governo Bolsonaro. Poucas horas após colocar o post com as imagens no ar, ela precisou retirar uma das fotos, atendendo ao pedido de Carolina Ferraz. Carolina enviou um áudio de WhatsApp, que vazou na internet, desaprovando o uso de sua imagem pela equipe da colega. No post original, as imagens apareciam numa montagem sob o título: “Artistas quebram o silêncio e apoiam Regina Duarte”. “Eu não imaginei que você fosse colocar minha foto ou de qualquer um né, colega nosso, sem pedir autorização da gente, né”, disse a atriz no áudio, que a Folha confirmou ser de autoria de Carolina. Na mensagem, ela admite que torce pela colega, mas não quer ter seu nome associado a “um governo que desprestigia tanto a classe artística”. “Realmente, torço para que você consiga exercer e fazer a diferença em um governo que desprestigia tanto a classe artística, que persegue tanto a classe artística”, continuou a atriz. “Mas eu não quero ser usada como alguém que está ali no seu Instagram, porque dá a entender que apoio o governo Bolsonaro e eu não apoio, Regina. Eu nunca aprovei e nunca compactuei com esse governo e inclusive não votei no Bolsonaro”, completou. O post foi substituído por um novo, trazendo a atriz Carla Daniel no lugar de Carolina. Mas a troca rendeu outro problema. Carla Daniel também reclamou publicamente. “Regina, vamos deixar claro uma coisa com todo carinho. Apoiei a sua coragem e seu amor à Cultura. Não compactuo com esse governo e nem o anterior. Torço pela sua gestão”, escreveu Carla nas redes sociais. Assim, uma terceira versão do post, sem título sensacionalista, foi ao ar, desta vez com Rosamarinho Murtinho ao lado de Ary Fontoura, Maitê Proença, Márcio Garcia, Carlos Vereza, Beth Goulart e a autora de novelas Gloria Perez, entre outros. Regina, porém, não deixou barato. Ela também fez questão de publicar as mensagens originais que recebeu de Carolina e Carla apoiando a sua nomeação. Precisava? Nenhuma das duas negou o apoio crítico. Anteriormente, Antonio Fagundes disse ter pena de Regina por ter aceitado o cargo. “Tenho pena de artista que entra nessa jogada“, disse o ator. “Temos tanta coisa para fazer e o jogo sujo da política só pode trazer coisa ruim”. Ver essa foto no Instagram 🥰🤩👍🙏🙏🙏💞💞💝💝 Uma publicação compartilhada por Regina (@reginaduarte) em 31 de Jan, 2020 às 5:28 PST
Netflix cancela Soundtrack, série sem divulgação no Brasil
A Netflix oficializou o cancelamento de “Soundtrack”. Nunca viu? A plataforma não divulgou no Brasil. A série musical era estrelada pela atriz Jenna Dewan (“Ela Dança, Eu Danço”) e foi desenvolvida originalmente como “Mixtape” para a rede americana Fox. A Netflix entrou no negócio após o projeto ser rejeitado na TV e investiu na produção de 10 episódios. Só que não fez muita questão de divulgar, resultando no óbvio: poucos souberam de seu lançamento em dezembro. Esta prática de gastar fortunas em produções de séries e economizar na divulgação tem sido a característica mais marcante da onda de cancelamentos recentes da plataforma. Nesta semana, a Netflix jogou a série brasileira “Onisciente” em seu catálogo do mesmo jeito, gerando polêmica nas redes sociais. Contraproducente, a estratégia de lançar conteúdo demais com divulgação de menos gera desequilíbrio fiscal, uma vez que representa o que bom-senso popular chama de “queimar dinheiro”. Trata-se de um luxo que a guerra dos streamings vai cobrar caro mais adiante. O fato é que “Soundtrack” não teve muita divulgação nem nos EUA, onde ganhou apenas um trailer e nenhum vídeo de bastidores. Criação de Joshua Safran (criador de “Quantico” e produtor do similar “Smash”), a série acompanhava um grupo variado de pessoas interconectadas pela música em Los Angeles, explorando se o tempo podia curar um coração partido e se o amor podia resistir às tragédias da vida. O par central da história era formado por Callie Hernandez (“La La Land”) e Paul James (“Greek”). Jenna Dewan era coadjuvante, como Madeline Stowe (série “Revenge”), Megan Ferguson (“O Artista do Desastre”) e Jahmil French (série “Degrassi: A Próxima Geração”). A produção foi realizada pelo estúdio Annapurna, mais conhecido por produções de prestígio no cinema – como “Trapaça”, “Joy”, “Foxcatcher”, “Ela”, “Mulheres do Século 20” e “Trama Fantasma”. Veja abaixo o trailer americano da série.
As Telefonistas: Trailer anuncia final da primeira série espanhola da Netflix
A Netflix divulgou o trailer da 5ª temporada de “As Telefonistas” (Las Chicas del Cable), sua primeira série espanhola, que vai concluir sua trama. Os episódios finais serão divididos em duas partes, com a primeira metade chegando em 14 de fevereiro. Drama de época passado em Madri nos anos 1920, a série acompanhava originalmente quatro mulheres que conseguem emprego como telefonistas, conquistando independência financeira numa sociedade ainda dominada pelo machismo. Mas a prévia mostra que a trama em tom de telenovela será substituído por um drama de guerra, conforme a história avança nos anos 1930 para retratar a luta contra os fascistas na Espanha. A série foi criada pelo trio Ramón Campos, Teresa Fernández-Valdés e Gema R. Neira, que escreveram juntos “Seis Hermanas”, uma novela passada quase na mesma época. O elenco é liderado por Blanca Suárez (“A Pele que Habito”), Ana Polvorosa (“Mentiras y Gordas”), Maggie Civantos (“Temporal”) e Nadia de Santiago (“Ninho de Musaranho”), mas vai destacar também a estreante Anahí Civantos, que na vida real é filha de uma das atrizes centrais e interpreta justamente no papel de filha da personagem, uma jovem idealista que se torna guerrilheira contra os exércitos franquistas. Confira abaixo.
Ilha da Fantasia: Novo trailer transforma série clássica em filme de terror barato
A Sony divulgou novos pôster, fotos e trailer de “Ilha da Fantasia”, adaptação da série clássica dos anos 1970, que vai chegar aos cinemas como um filme de terror barato da produtora Blumhouse (de “Corra!” e “Atividade Paranormal”). Como esperado diante dessa premissa, a prévia é completamente diferente da série. Para quem não lembra, “Ilha da Fantasia” mostrava hóspedes recém-chegados à ilha-resort do título para viver fantasias providenciadas por um misterioso anfitrião, o Sr. Roarke (Ricardo Montalban, na série clássica), com a assistência do anão Tattoo (Hervé Villechaize). Mas para terem os prazeres que almejam, eles precisam passar por testes de caráter e desafios psicológicos. O filme mantém o Sr. Roarke, agora vivido por Michael Peña (“Homem Formiga e a Vespa”), que, segundo a sinopse, “faz os sonhos secretos dos seus convidados sortudos se tornarem realidades em seu luxuoso, porém remoto, resort tropical”. Só que essas fantasias se transformam em pesadelos e podem custar as vidas dos “convidados sortudos”. O elenco não inclui um novo Tattoo, mas traz Parisa Fitz-Henley (a Fiji de “Midnight, Texas”) na função. O resto do elenco destaca Lucy Hale (a Aria Montgomery de “Pretty Little Liars”), Maggie Q (a “Nikita”), Portia Doubleday (a Angela de “Mr. Robot”), Michael Rooker (o Yondu, de “Guardiões da Galáxia”), Ryan Hansen (Dick Casablancas de “Veronica Mars”) e Jimmy O. Yang (“Podres de Ricos”). A direção está a cargo de Jeff Wadlow, cujo filme anterior, “Verdade ou Desafio” (2018), também foi um terror barato estrelado por Lucy Hale. A estreia no Brasil está marcada para 16 de abril, dois meses depois do lançamento nos Estados Unidos.
Filmes sobre Suzane Von Richthofen ganham primeiros vídeos
A Galeria Distribuidora divulgou dois vídeos de “A Menina que Matou os Pais” e “O Menino Que Matou Meus Pais”, filmes com narrativas paralelas sobre o caso Von Richthofen. Um dos vídeos é uma montagem com os pôsteres individuais de cada obra e o outro, com cenas da prisão e julgamento do casal, serve de teaser para o primeiro trailer, que será disponibilizado na segunda-feira (31/1). Os filmes abordam a história a partir de diferentes perspectivas: pela ótica de Suzane Von Richthofen e na versão de Daniel Cravinhos. Os dois foram condenados pelo assassinato dos pais de Suzane. O elenco destaca a atriz Carla Diaz (da novelinha “Rebeldes”) como Suzane e Leonardo Bittencourt (da novelinha “Malhação”) no papel de Daniel, além de Vera Zimmermann (“Os Dez Mandamentos: O Filme”) e Allan Souza Lima (“A Cabeça de Gumercindo Saraiva”). Os longas têm direção de Mauricio Eça (“Carrossel: O Filme”) e roteiros escritos por Raphael Montes (“Praça Paris”) em parceria com Ilana Casoy, criminóloga que é considerada a maior especialista em serial killers do Brasil. A estreia está marcada para 2 de abril. Confira o cartaz teaser dos filmes A MENINA QUE MATOU OS PAIS e O MENINO QUE MATOU MEUS PAIS, que contará a história de um dos crimes mais famosos do país. DIA 02 DE ABRIL NOS CINEMAS! @galeriadistribuidora @santaritafilmes#ameninaquematouospais #omeninoquematoumeuspais pic.twitter.com/SsjaTZKMCQ — Galeria Distribuidora (@GaleriaDistrib) January 31, 2020












