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    Netflix encomenda roteiro de Resgate 2

    4 de maio de 2020 /

    A Netflix vai mesmo produzir uma continuação de “Resgate”, como Chris Hemsworth havia insinuado num post do Instagram neste fim de semana. A plataforma encomendou um novo roteiro ao autor da trama do primeiro filme, o cineasta Joe Russo (que codirigiu “Vingadores: Ultimato” com seu irmão Anthony Russo). “Fechei negócio para escrever ‘Resgate 2’ e estamos pensando em qual seria a história”, disse Joe Russo nesta segunda (4/5) ao site Deadline. Ele também produz o longa ao lado do irmão. O contrato não prevê exatamente uma continuação. O filme pode ser um prólogo. “Ainda não sabemos se a história irá para frente ou para trás no tempo. Deixamos um final bem aberto que cria muitas dúvidas para os espectadores”. Apesar do contrato para a criação da história, os retornos de Chris Hemsworth e do diretor Sam Hargrave não estão fechados. No fim de semana, Hemsworth disse que existiam conversas sobre sua participação em mais um filme. “Houve muitas conversas e questionamentos sobre sequências, prólogos e todo tipo de coisa, e tudo o que posso dizer é ‘quem sabe?'”, apontou o ator. Ele ainda considerou que o sucesso da produção facilitava qualquer decisão. “Com essa quantidade de apoio, ficaria muito feliz em voltar”. Russo pretende contar com o ator, mas ele só deve ser procurado depois que o roteiro ficar pronto. Fenômeno do streaming, “Resgate” deve se tornar o filme mais assistido da Netflix. Após uma semana no catálogo da plataforma, a produção já teria sido vista por 90 milhões de assinantes, um recorde de consumo mensal. Mas, como a Netflix não é auditada, a informação baseia-se apenas em posts da empresa.

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  • Série

    Roteirista de Assassin’s Creed será showrunner da nova série de Battlestar Galactica

    4 de maio de 2020 /

    O roteirista Michael Lesslie foi confirmado à frente da nova versão televisiva de “Battlestar Galactica”. Responsável pelas adaptações de “Macbeth” (2015), “Assassin’s Creed” (2016) e da minissérie “The Little Drummer Girl”, ele será o showrunner da atração, desenvolvida para o serviço de streaming Peacock, da Universal. A nova versão de “Battlestar Galactica” será produzida por Sam Esmail, o criador de “Mr. Robot”, que prometeu não realizar um remake, mas “uma nova história” dentro da mitologia da saga espacial. A adaptação terá como base o cultuado reboot de 2003, criado por Ronald D. Moore (hoje à frente de “Outlander”), e não a série original de Glen A. Larson, exibida em 1978. A trama acompanha o último grupo de sobreviventes de uma guerra interplanetária contra uma raça impiedosa, conhecida como Cylons – alienígenas nos anos 1970, robôs criados pela própria humanidade nos anos 2000. Perseguida pelos inimigos, uma pequena frota de naves, liderada pela última espaçonave de combate remanescente, embarca numa jornada para uma galáxia distante, com o objetivo de encontrar refúgio numa antiga colônia perdida, um planeta chamado Terra, onde os sobreviventes pretendem reiniciar sua civilização.

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  • Etc

    John Ericson (1926 – 2020)

    4 de maio de 2020 /

    O ator John Ericson, que estrelou várias produções famosas dos anos 1950, morreu no domingo (3/5) em Santa Fé, no Novo México (EUA), onde vivia desde a década de 1990. Ele tinha 93 anos. Nascido Joseph Meibes em 25 de setembro de 1926, em Düsseldorf, na Alemanha, Ericson estudou na Academia Americana de Artes Dramáticas de Nova York na mesma classe de Grace Kelly, Jack Palance e Don Rickles. Ele se destacou no teatro antes de chamar atenção de Hollywood. Ericson estreou no cinema em “Teresa” (1951), dirigida por Fred Zinnemann, já no principal papel masculino da produção, formando par com Pier Angeli (a Teresa do título). Em seguida, atuou em “Rapsódia” (1954) com Elizabeth Taylor, cantou no musical “O Príncipe Estudante” (1954) e foi irmão de Anne Frances no clássico criminal “Conspiração do Silêncio” (1955), de John Sturges. Sua filmografia eclética inclui ainda quatro westerns consecutivos: “Assassino a Sangue Frio” (1955), “Emboscada Selvagem” (1957), “Na Fúria de uma Sentença” (1958) e “Dragões da Violência” (1957), este último de Samuel Fuller. Em 1960, ele protagonizou a cinebiografia de gângster “Pretty Boy Floyd”, seu último grande papel antes de entrar no estágio de decadência descrito pelo filme “Era uma Vez em Hollywood”. Após estrelar as aventuras italianas “Sob Dez Bandeiras” (1960), “Semiramis” (1963) e “Operação Atlantis” (1965), Ericson percebeu-se restrito à participações em séries. Sua principal realização no período foi uma retomada da parceria com Anne Francis na série de detetives “Honey West”, que durou apenas uma temporada, mas foi muito reprisada após o cancelamento em 1966. Ele nunca mais teve outro papel fixo na TV, mas apareceu em episódios de várias séries clássicas, de “O Fugitivo” a “CHiPs”, além de ter se especializado em filmes B de terror e ação, nenhum deles memorável. Seu último trabalho foi num capítulo da série “Crash”, estrelada por Dennis Hopper, em 2008.

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  • Filme

    Nicolas Cage será Joe Exotic em adaptação da história da Máfia dos Tigres

    4 de maio de 2020 /

    O ator Nicolas Cage vai estrelar uma minissérie de ficção baseada no fenômeno documental “Máfia dos Tigres”, da Netflix. Ele vai dar vida ao polêmico Joe Exotic, que protagonizou a atração do streaming. Ex-proprietário de um zoológico particular conhecido por seus felinos selvagens, Exotic criou uma rivalidade com a ativista Carole Baskin, que acabou virando caso de polícia. A minissérie não será baseada na série documental da Netflix, vista por 34,3 milhões de assinantes americanos em seus dez primeiros dias, segundo informações não auditadas da própria plataforma, mas em reportagens da revista Texas Monthly sobre a vida de Exotic. A nova atração foi criada pelo roteirista Dan Lagana (“American Vandal”) e será produzida pela CBS Television Studios. O papel do “Tiger King” será o primeiro trabalho do ator numa série. Já o verdadeiro Joe Exotic imaginava-se interpretado por Brad Pitt numa adaptação de sua vida. Ainda não há canal definido nem previsão para a estreia da minissérie.

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  • Filme

    Taika Waititi vai escrever e dirigir o próximo filme de Star Wars

    4 de maio de 2020 /

    O diretor Taika Waititi vai comandar o próximo filme da saga “Star Wars”. A conta oficial da franquia anunciou a contratação do cineasta neozelandês, que venceu o Oscar 2020 de Melhor Roteiro Adaptado por “Jojo Rabbit” e ainda assinou o blockbuster “Thor: Ragnarok”. A roteirista Krysty Wilson-Cairns, que também concorreu ao Oscar neste ano por “1917”, vai trabalhar com Waititi no script. O anúncio foi feito nesta segunda (4/5), em que se comemora o Dia de Star Wars, graças a um trocadilho – “May the Fourth” (4 de maio, em inglês) soa como uma frase marcante da franquia, “que a Força esteja com você” (“may the Force… be with you”). O novo filme não será a primeira experiência de Waititi em “Star Wars”. No ano passado, o diretor assinou “Redemption”, episódio final da 1ª temporada de “The Mandalorian”, série da Disney+ (Disney Plus) ambientada no universo da saga, além de ter dublado o robô IG-11 em três capítulos. Com a desistência da dupla David Benioff e D.B. Weiss (criadores de “Game of Thrones”), encarregados de desenvolver uma nova trilogia, a Lucasfilm tinha ficado sem projetos cinematográficos imediatos para a franquia. A saga principal foi encerrada em “Star Wars: A Ascensão Skywalker”, no ano passado, e o chefão da Disney, Bob Iger, chegou a dizer em fevereiro que “o futuro de ‘Star Wars’ seria na TV”, exaltando o sucesso de “The Mandalorian”. O filme de Taika Waititi não tem previsão para começar sua produção, mas deve demorar, pois o diretor tem vários outros projetos encaminhados, muitos fechados enquanto as negociações para fazer “Star Wars” – reveladas em janeiro – começaram a se arrastar. Atualmente, ele trabalha na pós-produção de “Next Goal Wins” e planeja filmar “Thor: Love and Thunder” a seguir, assim que a pandemia de coronavírus permitir. Além disso, está produzindo as séries “What We Do in the Shadows” (baseada no filme “O que Fazemos nas Sombras”), que está em sua 2ª temporada, e o piloto de “Reservation Dogs”, ambas no canal pago FX, além de ter se comprometido com um reboot de “Flash Gordon”. Tem mais séries: duas animações baseadas em “A Fantástica Fábrica de Chocolate” na Netflix, “Time Bandits” (baseada no filme “Bandidos do Tempo”) na Apple TV+ e “The Auteur”, atração do Showtime estrelada por Jude Law. Sem esquecer da protelada adaptação cinematográfica de “Akira”, na Warner… Por conta disso, a estreia do próximo “Star Wars” foi marcada apenas para dezembro de 2024. Incoming news from a galaxy far, far away…. Academy Award winner @TaikaWaititi to direct and co-write a new Star Wars feature film for theatrical release; Academy Award nominee Krysty Wilson-Cairns (@WeWriteAtDawn) to co-write screenplay with Waititi: https://t.co/o3Exz8ndy9 pic.twitter.com/Yrt0LQbi7B — Star Wars (@starwars) May 4, 2020

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  • Etc,  Filme,  Série

    Flávio Migliaccio (1934 – 2020)

    4 de maio de 2020 /

    O ator Flávio Migliaccio, visto recentemente na novela “Órfãos da Terra”, foi encontrado morto na manhã desta segunda (4/5) em seu sítio em Rio Bonito, no Rio de Janeiro, aos 85 anos. Junto com o corpo, o caseiro do sítio encontrou uma carta escrita pelo ator. A notícia foi confirmada pelo 35º BPM de Rio Bonito, delegacia que ainda investiga a causa da morte. Flávio nasceu no Brás, em São Paulo, em 15 de outubro de 1934, e teve uma longa carreira. Sua estreia como ator aconteceu no teatro, ainda nos anos 1950, ao lado da irmã, Dirce Migliaccio (1933-2009). Os dois participaram de diversas montagens do Teatro de Arena. Décadas depois, Dirce acabou virando a Emília, do “Sítio do Pica-Pau Amarelo”, e também uma das irmãs Cajazeira, de “O Bem Amado”. Do teatro, Flávio foi para as telas. E embora sua carreira televisiva tenha sido notável, seus filmes foram ainda mais impressionantes. A lista incluiu clássicos absolutos como “O Grande Momento” (1958), de Roberto Santos, precursor do Cinema Novo, a antologia “Cinco vezes Favela” (1962), no segmento de Marcos Farias, “Fábula” (1965), de Arne Sucksdorff, “A Hora e Vez de Augusto Matraga” (1965), trabalhando novamente com Santos, “Todas as Mulheres do Mundo” (1966), de Domingos de Oliveira, “Terra em Transe” (1967), de Glauber Rocha, “Arrastão” (1967), do francês Antoine d’Ormesson, “O Homem que Comprou o Mundo” (1968), de Eduardo Coutinho, “O Homem Nu” (1968), outra parceria com Roberto Santos, “Pra Frente, Brasil” (1982), de Roberto Farias, só para citar alguns, inscrevendo seu nome na história do Cinema Novo e da comédia contemporânea brasileira. Ele também foi cineasta. Escreveu e dirigiu nada menos que sete comédias, de “Os Mendigos” (1963) até uma produção dos Trapalhões, “Os Trapalhões na Terra dos Monstros” (1989). Paralelamente, deu início à carreira televisiva na antiga rede Tupi, encontrando grande sucesso em 1972 com o papel de Xerife, na novela “O Primeiro Amor”. O personagem se tornou tão popular que ganhou derivado, “Shazan, Xerife e Cia”, série infantil que Flávio estrelou com Paulo José (o Shazan). A atração marcou época. O ator se tornou muito popular com as crianças dos anos 1970, tanto pelo Xerife quanto pelo Tio Maneco, papel que ele criou e desempenhou no cinema e na TV. O primeiro filme, “Aventuras com Tio Maneco” (1971), virou fenômeno internacional, vendido para mais de 30 países. Sua criação ainda apareceu em “O Caçador de Fantasma” (1975) e “Maneco, o Super Tio” (1978), antes de ganhar série, “As Aventuras do Tio Maneco”, exibida pela TVE entre 1981 e 1985. A estreia na rede Globo aconteceu com a novela de comédia “Corrida do Ouro”, em 1974. E vieram dezenas mais, como “O Casarão” (1976), “O Astro” (1977), “Pai Herói” (1979), “Chega Mais” (1980), “O Salvador da Pátria” (1989), “Rainha da sucata” (1990), “A Próxima Vítima” (1994), “Torre de Babel” (1998), “Vila Madalena” (1999), “Senhora do Destino” (2004), “América” (2005), “Caminho das Índias” (2007), “Passione” (2010), “Êta! Mundo Bom” (2017) e a recente “Órfãos da Terra”, exibida no ano passado, em que viveu o imigrante Mamede. Ele também fez muitas séries, com destaque para “Tapas & Beijos” (2011–2015), ao lado de Andréa Beltrão e Fernanda Torres. E se manteve ligado ao universo infantil por toda a carreira, aparecendo nos filmes “Menino Maluquinho 2: A Aventura” (1998), de Fernando Meirelles, e “Os Porralokinhas” (2007), de Lui Farias. A lista enorme de interpretações de Flávio Migliaccio ainda inclui dois dos melhores filmes sobre futebol já feitos no Brasil, “Boleiros: Era Uma Vez o Futebol…” (1998) e a continuação “Boleiros 2: Vencedores e Vencidos” (2006), ambos com direção de Ugo Giorgetti. Em 2014, ele foi homenageado no Festival de Gramado com um Troféu Oscarito honorário pelas realizações de sua carreira. Seus últimos trabalhos foram a minissérie “Hebe”, da Globoplay, e o filme “Jovens Polacas”, de Alex Levy-Heller, lançado em fevereiro passado.

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  • Música

    Shows clássicos: Veja 25 apresentações raras dos Beatles, Stones, Doors, Led Zeppelin, etc

    4 de maio de 2020 /

    Pipoca Moderna apresenta uma coleção de especiais de TV e shows de música pop dos anos 1960, especialmente selecionados nos arquivos profundos do YouTube, com o objetivo de oferecer mais opções de passatempo nesses dias de isolamento social. É a primeira parte de um festival virtual de atrações musicais, com início pela era dos compactos de vinil. A curadoria passa pela Beatlemania, o movimento mod, a invasão britânica, o folk engajado, a surf music, a música soul, a psicodelia, o blues pesado e a origem do heavy metal. Alguns vídeos são especiais ou documentários completos. Outros, trechos de programas televisivos. Há desde um mini-concerto dos Beatles feito para promover o disco “Help!” até uma performance da banda The Who tocando o LP duplo “Tommy” completo, em registros raros da TV britânica e alemã, respectivamente. Entre os vídeos de importância histórica, incluem-se o primeiro show televisado do Led Zeppelin, num especial dinamarquês de 1969, e o show de despedida do Cream, que também foi a única apresentação do grupo exibida na TV, numa produção da BBC de 1968. A maioria dos vídeos selecionados destaca uma banda ou artista solo, mas há uma exceção: um episódio temático do programa “Ready Steady Go” de 1965, dedicado à gravadora Motown, com apresentação da cantora Dusty Springfield e participação de várias lendas do soul, das Supremes à Stevie Wonder. Confira abaixo. #FiqueEmCasa #StayHome The Beach Boys | 1964 The Beatles | 1965 Herman’s Hermits | 1966 The Byrds | 1965 Bob Dylan | 1964 Donovan | 1967 Simon & Garfunkel | 1966 Melanie | 1969 Marianne Faithfull | 1966 The Rolling Stones | 1964 The Spencer Davis Group | 1967 The Animals | 1966 Otis Redding | 1966 Sam & Dave | 1967 Aretha Franklin | 1968 Nina Simone | 1968 Nancy Sinatra | 1967 Motown: Vários | 1965 Janis Joplin | 1969 The Doors | 1968 The Small Faces | 1967 Cream | 1968 Jimi Hendrix | 1967 Led Zeppelin | 1969 The Who | 1969

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  • Série

    Unidade Básica: 2ª temporada estreia após hiato de quatro anos

    3 de maio de 2020 /

    A série médica brasileira “Unidade Básica” voltou ao ar, após quatro anos, em plena pandemia do novo coronavírus. Com estreia neste domingo, às 23h, pelo canal pago Universal, a 2ª temporada terá episódio duplos semanais, retomando a abordagem do sistema de saúde no Brasil por meio da ficção. “Unidade Básica” é similar, porém anterior à “Sob Pressão”. É fácil esquecer qual veio primeiro, devido ao espaçamento muito grande entre os episódios iniciais e os novos da produção da Gullane para a Universal. Como a gravação foi feita no ano passado, os novos capítulos não abordam a pandemia, mas outros temas potencialmente polêmicos, como feminicídio e aborto, além dos diagnósticos imediatistas e o corporativismo. A série acompanha a rotina de médicos, enfermeiros e outros profissionais de uma UBS (Unidade Básica de Saúde) na periferia de São Paulo, concentrando-se em dois pontos de vistas conflitantes. De um lado está o dr. Paulo (Caco Ciocler, de “Um Namorado para Minha Mulher”), médico de família que trabalha há mais de dez anos na mesma UBS. Ele se envolve com as histórias de vida de cada paciente, dá importância a questões emocionais e busca soluções não convencionais para os casos. Do outro, está a jovem médica Laura (Ana Petta, de “Trabalhar Cansa”). Recém-formada, seu projeto é ficar pouco tempo na UBS, onde pretende ganhar experiência e logo se tornar uma bem-sucedida especialista. Anna e a irmã, Helena Petta, infectologista que faz doutorado na USP, com período em Harvard, foram as idealizadoras da série, produzida pela Gullane, empresa com currículo cinematográfico premiado, de “Bicho de Sete Cabeças” (2001) a “Que Horas Ela Volta?” (2015). O roteirista-produtor Newton Cannito (“Reza a Lenda” e “Bróder”) completa a equipe criativa. Embora seja uma obra de ficção, todos os casos da série são baseados em fatos reais. Seguindo um antigo padrão das redes de TV americanas, a produção mostra, em cada episódio, um desafio médico diferente. Entre os casos da 1ª temporada, destacaram-se uma paciente diabética que não aderiu ao tratamento e um doente terminal de câncer que tem indicação de cuidados paliativos. Veja abaixo o trailer da 2ª temporada.

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  • Filme

    Resgate: Chris Hemsworth agradece sucesso do filme e fala em voltar numa continuação

    3 de maio de 2020 /

    O ator Chris Hemsworth usou as redes sociais para agradecer aos fãs pelo sucesso mundial de “Resgate”, longa de ação que deve se tornar a produção mais vista da Netflix. Após uma semana no catálogo da plataforma, “Resgate” já teria sido visto por 90 milhões de assinantes, um recorde de consumo mensal. Como a Netflix não é auditada, a informação baseia-se apenas num post anterior da conta do Instagram do ator. “Ei, pessoal, espero que vocês estejam bem. Só quero agradecer a todos que viram ‘Resgate’ – vocês o tornaram o filme número um no planeta no momento e parece que ele será o maior longa-metragem da Netflix de todos os tempos, o que é absolutamente alucinante”, disse Hemsworth, em vídeo gravado numa academia de ginástica, entre pesos e equipamentos. Ele continuou dizendo: “Estamos impressionados com a resposta e o apoio. Em nome de mim, dos irmãos Russo, da Netflix e de nosso diretor Sam Hargrave, muito obrigado. Nós amamos vocês”. Filmado na Índia e na Indonésia, o longa foi produzido pelos irmãos Russo (diretores de “Vingadores: Ultimato”), por meio de sua empresa AGBO, e o elenco ainda traz David Harbour (o Xerife Hopper de “Stranger Things”), Derek Luke (“13 Reasons Why”) e Golshifteh Farahani (“Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”). “Resgate” também foi primeiro filme dirigido por Sam Hargrave, dublê do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel) que chegou a trabalhar como diretor assistente dos Russo em “Vingadores: Guerra Infinita”. O sucesso da produção, lançada no mês passado em streaming, tem gerado conversas sobre uma possível continuação. E Hemsworth também abortou esse assunto em seu vídeo. “Houve muitas conversas e questionamentos sobre sequências, prólogos e todo tipo de coisa, e tudo o que posso dizer é ‘quem sabe?'”, apontou o ator, completando: “Mas com essa quantidade de apoio, ficaria muito feliz em voltar”. Ver essa foto no Instagram 🙏🙏🙏 EXTRACTION @thesamhargrave @therussobrothers @netflix @netflixfilm Uma publicação compartilhada por Chris Hemsworth (@chrishemsworth) em 2 de Mai, 2020 às 4:14 PDT

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  • Música

    Rolling Stones disponibilizam shows antigos no YouTube. Veja

    3 de maio de 2020 /

    Os Rolling Stones anunciaram que vão exibir documentários de antigas turnês em seu canal no YouTube, para ajudar a entreter os fãs durante o período de isolamento social. O projeto recebeu o nome de “Extra Licks” e vai durar seis semanas, apresentando um show diferente a cada domingo, sempre a partir das 16 horas. O primeiro vídeo já foi disponibilizado neste domingo (3/5) e traz 53 minutos de shows da turnê de 2016, realizados na Argentina, Brasil (no Morumbi) e no Peru, durante a última passagem da banda pela América Latina. Partes dessa performance já apareceram no documentário da turnê, “Olé Olé Olé: A Trip Across Latin America”, lançado em Blu-ray há quatro anos e que também inclui cenas no Brasil. Depois disso, os Stones só fizeram mais uma turnê mundial, a “No Filter Tour”, que foi interrompida duas vezes, primeiro por uma cirurgia cardíaca de Mick Jagger e mais recentemente pela pandemia do novo coronavírus.

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  • Etc

    J.K. Rowling doa 1 milhão de libras para ajudar vulneráveis à pandemia de coronavírus

    3 de maio de 2020 /

    A escritora J.K. Rowling, que criou “Harry Potter” e assina os roteiros da franquia “Animais Fantásticos”, anunciou a doação de 1 milhão de libras esterlinas (aproximadamente R$ 6,8 milhões) para ajudar populações vulneráveis afetadas pela pandemia da covid-19. O anúncio foi feito no sábado (2/5), dia do 22º aniversário da Batalha de Hogwarts, que na saga de “Harry Potter” marca o maior confronto entre os aliados do bruxinho e as forças de Lord Voldemort. Após dizer que parecia inadequado falar de mortes da ficção neste momento em que vivemos, em que tantas pessoas estão perdendo seus entes queridos, Rowling afirmou que faria a doação para ajudar “os mais pobres e mais vulneráveis, que são mais afetados”. Metade da quantia doada pela autora será destinada a uma organização que presta auxílio aos sem-teto, enquanto a outra metade irá para uma instituição voltada a mulheres em situação de violência doméstica. “Como sempre em uma crise deste tipo, os mais vulneráveis são os que mais sofrem”, ela escreveu no Twitter. A doação ocorre um mês após Rowling, que tem 54 anos e é casada com um médico, dizer que havia se recuperado de uma suspeita de covid-19 após ficar doente por duas semanas. Ela disse ter três profissionais de serviços essenciais em sua família imediata e que estava dividida entre “orgulho e ansiedade”. A contribuição de Rowling marca a mais recente doação de uma celebridade aos esforços de assistência. Longe de ser um “grande equalizador”, como disse Madonna, repetindo alguns políticos, a pandemia não afeta ricos do mesmo modo que os pobres, por isso a solidariedade se mostra absolutamente relevante para preservar vidas.

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  • Etc

    Sebastião Salgado lança campanha contra extermínio indígena por covid-19 com apoio da O2 Filmes

    2 de maio de 2020 /

    A O2 Filmes realizou um vídeo em apoio a uma campanha do fotógrafo Sebastião Salgado para que os poderes Executivo, Legislativo e Judiciário brasileiros intervenham e evitem um extermínio indígena por conta da pandemia do novo coronavírus. Produzido pelo cineasta Fernando Meirelles (“Dois Papas”), o vídeo tem narração do premiado fotógrafo e é ilustrado por fotos que ele tirou ao longo dos sete anos em que conviveu com os povos da Amazônia, além de incluir os rostos de alguns apoiadores famosos. A campanha busca assinaturas numa petição que já conta com mais de 6 mil signatários, incluindo algumas personalidades nacionais e internacionais, como Paul McCartney, Madonna, Chico Buarque, Brad Pitt, Richard Gere, Meryl Streep, Glenn Close, Sylvester Stallone, Sting, João Carlos Martins, Caetano Veloso e os cineastas Oliver Stone, Pedro Almodóvar, Alfonso Cuarón, Alejandro G. Iñárritu e, claro, Fernando Meirelles. A lista também traz os nomes do escritor Mario Vargas Llosa, da modelo brasileira Gisele Bündchen, da apresentadora e empresária americana Oprah Winfrey, do príncipe Albert de Mônaco, do cientista brasileiro Carlos Nobre e muitos outros. “Os povos indígenas do Brasil enfrentam uma ameaça extrema à sua própria sobrevivência devido à pandemia de coronavírus. Há cinco séculos atrás, esses grupos étnicos foram dizimados por doenças trazidas pelos colonizadores europeus. Desde então, sucessivas crises epidemiológicas mataram a maioria de suas populações. Agora, com esse novo flagelo se espalhando rapidamente por todo o Brasil, povos indígenas, como aqueles que vivem isolados na Bacia Amazônica, podem ser completamente eliminados, uma vez que não têm defesa contra o Coronavírus. Sua situação é duplamente crítica, porque os territórios reconhecidos para o uso exclusivo dos povos indígenas estão sendo invadidos por atividades ilegais de garimpeiros, madeireiros e grileiros”, alerta o fotógrafo na petição. “Esses povos indígenas fazem parte da extraordinária história de nossa espécie. Seu desaparecimento seria uma grande tragédia para o Brasil e uma imensa perda para a humanidade. Não há tempo a perder”, completa o texto da campanha, assinado por Salgado e sua esposa, Lélia Wanick Salgado. Para completar a mensagem, o vídeo produzido por Meirelles pede: “pressione o governo”, além de pedir para que a campanha seja compartilhada. O endereço da petição é este aqui), e a iniciativa também tem uma página no Instagram: 2020 Indígenas. Salgado, Meirelles e a O2 Filmes já tinham trabalhado juntos anteriormente num vídeo sobre a Amazônia concebido para eventos da Cúpula do Clima, da ONU, em setembro passado.

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  • Filme

    Diretor de Aquaman e roteirista de John Wick farão sci-fi distópica

    2 de maio de 2020 /

    O diretor e produtor James Wan, responsável pela franquia “Invocação do Mal” e “Aquaman”, juntou-se a Derek Kolstad, roteirista da trilogia “John Wick”, para realizar um longa de ficção científica com temática distópica. Intitulado “Hunting Season”, a trama se passa no futuro, quando subversivos são enviados ao passado para servirem de caça e entreter aristocratas. Mas quando um membro da classe privilegiada é condenado ao mesmo destino, o sistema começa a ser questionado. Apesar da trama estar sendo comparada à sci-fi “O Sobrevivente” (1987), trata-se de uma adaptação do livro homônimo de Frank M. Robinson (1926-2014), lançado em 1951 nos EUA. Robinson também é autor da obra que inspirou o clássico filme de desastre “Inferno na Torre” (1974), além de ter sido o escritor dos discursos do político assassinado Harvey Milk, tema de um longa de 2008, que rendeu um Oscar a Sean Penn. Wan vai produzir o filme por meio de sua empresa, a Atomic Monster, mas não deve dirigir. Até o momento, não foi confirmado quem será o diretor oficial do longa. “Hunting Season” também não teve sua data de estreia definida.

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