George Miller confirma prólogo de Mad Max sobre juventude de Furiosa
O diretor George Miller ainda não desistiu de fazer outro filme do universo “Mad Max”. O projeto era para ter acontecido logo após a aclamação recebida por “Mad Max: Estrada da Fúria”, mas já se passaram cinco anos e o diretor acabou envolvido com outra produção, “Três Mil Anos de Saudade”, estrelado por Tilda Swinton e Idris Elba, que ele ainda não conseguiu filmar devido à pandemia do novo coronavírus. A culpa desse atraso foi da Warner, que quis discutir centavos – quanto Miller tinha direito a receber, como produtor, pela bilheteria de “Estrada da Fúria” – em vez de apostar nos milhões que viriam da expansão da franquia. Diretor e estúdio brigaram, foram à justiça, e o projeto acabou engavetado. O cineasta já tem 75 anos, o que preocupa os fãs que esperam por um novo “Mad Max”. Mas nesta semana ele deu uma boa notícia para diminuir a ansiedade. Em entrevista ao jornal New York Times, Miller confirmou que pretende voltar ao deserto apocalíptico logo após terminar “Três Mil Anos de Saudade”. “Quando terminarmos esse, e esperamos que tudo se resolva em relação à pandemia, veremos o que o mundo nos permite fazer com a Furiosa”, disse Miller, referindo-se ao tema da produção. O novo filme será um prólogo de “Estrada da Fúria” e pela primeira vez deixará Mad Max de lado. A história será focada na juventude de Furiosa, heroína interpretada por Charlize Theron no filme de 2015. Mas a atriz não deve voltar ao papel. Miller está procurando uma intérprete de 20 anos para a personagem. O projeto vem sendo desenvolvido desde a pré-produção de “Estrada da Fúria”. Miller e seu co-roteirista, Nick Lathouris, construíram histórias extensas para todos os personagens do filme, desde o antagonista Immortan Joe até o secundário Doof Warrior, que empunha a guitarra-lança-chamas. Mas foi Furiosa quem recebeu mais atenção. Miller procurou responder a perguntas sobre como era a vida da personagem no idílico “Green Place”, por que ela foi levada do grupo conhecido como Vuvalini e como ela se tornou a guerreira inexorável vista em “Estrada da Fúria” “Era simplesmente uma maneira de ajudar Charlize e a nós mesmos”, explicou Miller, sobre o motivo de desenvolver uma longa história sobre a personagem, numa mostrada nas telas. Nesse processo criativo, eles acharam o passado de Furiosa tão envolvente que decidiram desenvolver um roteiro completo sobre ela, antes mesmo de “Estrada da Fúria” começar a ser filmado. “Pude ler quando fui escalada”, contou Rosie Huntington-Whiteley ao Times. A atriz, que interpretou Splendid, uma das esposas de “Estrada da Fúria”, descreveu o texto como “genial”. “Eu sempre me perguntei se esse filme seria feito”, acrescentou. Miller confirmou ter encerrado a briga com a Warner e recebido aval para prosseguir, após as mudanças no estúdio ocasionadas por sua compra pela AT&T. Ele, inclusive, já começou os testes para o papel principal, mas admite que quem for escalada como Furiosa terá uma grande responsabilidade a cumprir. “Por muito tempo, pensei que poderíamos rejuvenescer Charlize com computação gráfica, mas acho que ainda não chegamos lá”, disse o cineasta. “Apesar do desafio corajoso de ‘O Irlandês’, acho que ainda há uma estranheza. Estão prestes a resolver esse problema, em particular os designers japoneses de videogame, mas acredito que ainda haja um caminho a ser percorrido”, observou. Além de Miller, outros integrantes da equipe de “Estrada da Fúria” já foram confirmados na nova produção. Um deles é o designer de produção Colin Gibson, vencedor do Oscar, que compartilhou um detalhe sobre a escala da nova produção. Para “Estrada da Fúria”, foram produzidos 135 veículos, dos quais 88 foram vistos na tela. O novo filme terá ainda mais. O projeto também contará com o diretor de fotografia John Seale, que passou os últimos anos em um estado de semi-aposentadoria. “Tive ótimas oportunidades de trabalhar depois da ‘Estrada da Fúria’, como você pode imaginar, e dispensei todas elas”, Seale revelou ao Times. “Mas dizia a George: ‘Se qualquer um me ligar, estou aposentado. Se você ligar, almoçaremos. E, sete anos depois, ele ligou”.
É oficial: Star Trek vai ganhar nova série com Spock e a tripulação original da Enterprise
A campanha dos fãs deu certo. A plataforma CBS All Access vai lançar mais uma série live-action da franquia “Star Trek”, que será focada na tripulação da nave Enterprise. Intitulada “Star Trek: Strange New Worlds”, a atração vai acompanhar as aventuras do Capitão Pike (Anson Mount), ao lado de Spock (Ethan Peck) e da Número Um (Rebecca Romijn). Será a primeira série protagonizada pelos personagens, que tiveram grande destaque na 2ª temporada de “Star Trek: Discovery”. Mas a maior ironia é que eles deveriam ter protagonizado “Star Trek” desde o começo. O trio integrava o piloto original de 1964, que foi reprovado e quase impediu o surgimento do fenômeno “Star Trek” – ou “Jornada nas Estrelas” no Brasil. Apenas Spock foi mantido quando a série foi reformulada, com Pike substituído pelo Capitão Kirk num novo piloto, finalmente aprovado em 1966. Apesar disso, as cenas gravadas em 1964 não foram perdidas. Elas acabaram integrando a cronologia oficial num episódio duplo da 1ª temporada de “Star Trek” e apresentadas como um flashback da tripulação “original” – que incluía Pike (na época, vivido por Jeffrey Hunter), Spock (Leonard Nimoy) e a Número Um (Majel Barrett), entre outros. “Star Trek: Discovery” recuperou os personagens com grande sucesso, após revelar que Spock tinha uma irmã adotiva, nunca antes mencionada. Trata-se da protagonista da série mais recente, Michael Burnham (Sonequa Martin-Green), o que permitiu o crossover com o trio da franquia clássica. Todos os intérpretes escalados nos papéis antigos se destacaram, em especial Nathan Peck, neto do famoso astro Gregory Peck (“Meninos do Brasil”), a ponto deles retornarem após o fim da 2ª temporada de “Discovery” com participações na atração derivada “Star Trek: Shorts”. Há um ano, Alex Kurtzman, criador e showrunner de “Discovery”, disse em entrevista ao Hollywood Reporter que a repercussão do trio tinha sido tão positiva que os personagens poderiam ganhar série própria. “Os fãs foram ouvidos. Tudo é possível no mundo de ‘Star Trek'”, disse Kurtzman em abril de 2019. “Eu adoraria trazer de volta essa tripulação, mais do que tudo. Foi um enorme risco para nós. Uma das coisas mais gratificantes foi ver quão profundamente os fãs abraçaram Pike, Spock, Número Um e a Enterprise. A ideia de contar mais histórias com eles seria uma delícia para todos nós”, acrescentou. O próprio Kurtzman vai supervisionar a nova série, que se passará uma década antes do Capitão Kirk passar a comandar a Enterprise. O primeiro episódio já está escrito, assinado por Akiva Goldsman com colaboração de Kurtzman e Jenny Lumet, atuais responsáveis por “Discovery”. O trio assina a produção executiva de “Strange New Worlds” junto com Henry Alonso Myers (produtor-roteirista de “The Magicians”). “Quando dissemos que ouvimos como os fãs amaram Pike, Número Um e Spock quando eles embarcaram em ‘Star Trek: Discovery’ na última temporada, nós estávamos falando sério”, retomou Kurtzman nesta sexta (15/5), no comunicado que anunciou a atração. “Esses personagens icônicos têm uma história profunda em ‘Star Trek’. Mas embora sejam canônicos, a maioria de suas histórias ainda não foram contadas. Com Akiva e Henry no comando, a Enterprise, sua tripulação e seus fãs embarcarão em uma jornada extraordinária para novas fronteiras no universo de ‘Star Trek'”, concluiu. “Star Trek: Strange New Worlds” se juntará a “Star Trek: Discovery”, “Star Trek: Shorts” e “Star Trek: Picard” na plataforma de streaming. A nova série ainda não tem previsão de estreia, mas a 3ª temporada de “Discovery” será lançada ainda em 2020, enquanto “Picard” foi recentemente renovada para seu segundo ano de produção. Em breve, estes títulos serão reforçados ainda pela série animada “Star Trek: Lower Decks” e por um novo spin-off de “Discovery”, centrado na Seção 31 e estrelado por Michelle Yeoh – atualmente em desenvolvimento. Essa profusão de séries formam um universo “Star Trek” como nunca se viu antes, e estão todas sob controle de Kurtzman, que também escreveu o reboot da franquia no cinema.
Sangue e Água: Série teen africana da Netflix ganha segundo trailer legendado
A Netflix divulgou o segundo trailer legendado de “Sangue e Água” (Blood & Water), sua nova série sul-africana. Bem diferente do thriller de ação “Queen Sono”, a nova atração mergulha no universo dos adolescentes privilegiados para desvendar um mistério. A trama acompanha uma adolescente que precisa se adaptar à transferência para uma nova escola, frequentada pela elite, com o objetivo de investigar, em segredo, um sequestro que afetou sua família. “De onde você é?”, pergunta uma colega logo no começo do trailer. “Não do mesmo lugar que as pessoas daqui”, responde ela. Com roteiros e direção da cineasta Nosipho Dumisa (da “janela indiscreta” sul-africana “Nommer 37”), a série tem estreia marcada para quarta-feira (20/5) na plataforma de streaming.
Katy Perry aparece nua e grávida em clipe gravado em seu “quintal”
A cantora Katy Perry lançou nesta sexta (15/5) o clipe de “Daisies”, gravado durante a quarentena no “quintal de sua casa”. O vídeo destaca a beleza – e tamanho – desse “quintal”, com direito a passeio por jardim de flores, colinas e rio com cachoeira, onde a cantora entra em contato com a natureza, despe-se da camisola (figurino da produção) e desfila nua e grávida. O vídeo ao ar livre foi filmado e produzido pela diretora Liza Voloshin a uma distância socialmente segura. O aspecto rural de “Daisies” reforça sua mensagem sobre a força inerente ao espírito humano, ao estilo do hit “Roar”. A canção traz Perry refletindo sobre a importância de resistir às críticas e dar a volta por cima. “Eles disseram que eu não ia a lugar nenhum, tentaram me descartar”, ela canta. “Peguei os paus e pedras e mostrei-lhes que poderia construir uma casa. Eles me dizem que sou louca, mas nunca vou deixar que me mudem… até que me cubram de margaridas, margaridas, margaridas.” Em seu perfil do Instagram, Katy contou que fez a música “alguns meses atrás como um chamado” visando manter-se fiel ao caminho que escolheu para si mesma, “apesar do que os outros podem pensar”. “Recentemente, isso ganhou um novo significado para mim, em face do que o mundo inteiro está passando. Cada um de nós é um em mais de 7 bilhões, com a nossa própria história de força e resistência para contar. ‘Daisies’ está lançada. Eu espero que ela seja a trilha sonora para ir atrás dos seus sonhos, especialmente aqueles deixados para trás”, concluiu. “Daisies” fará parte do quinto álbum de Katy Perry, que será lançado no mês de agosto. Acompanhando o clipe, a música foi liberada em todas as plataformas musicais.
Netflix vai exibir filme de super-heróis estrelado por Dwayne Johnson e Emily Blunt
A Netflix venceu a concorrência e vai exibir “Ball and Chain”, segundo filme consecutivo estrelado por Dwayne Johnson e Emily Blunt. A dupla vai repetir a parceria do vindouro “Jungle Cruise” (um dos próximos lançamentos da Disney) numa adaptação de quadrinhos, criados em 1999 por Scott Lobdell, Alé Garcia e Richard Bennett. “A Netflix é o parceiro perfeito para oferecer essa experiência épica de super-herói, romance e comédia, e estamos entusiasmados por fazer negócios com a equipe da Netflix”, disse Johnson, em comunicado. “Também estou empolgado por não apenas me reunir com a querida amiga Emily Blunt na frente da câmera, mas também colaborar como parceiros de produção, dando vida ao roteiro de Emily V. Gordon. ” A adaptação foi escrita por Emily V. Gordon (indicada ao Oscar pelo roteiro de “Doentes de Amor”) e o filme será produzido por Kevin Misher, responsável por deslanchar a carreira cinematográfica de Johnson com o filme “O Escorpião Rei” (2002). Antiga gíria americana para marido e mulher presos num casamento, “Ball and Chain” materializa a expressão, na forma de um casal que cansou de se sentir acorrentado e quer se separar, mas tem seus planos atropelados pelo destino. A queda de um meteoro lhes dá superpoderes, mas eles só funcionam quando os dois entram em harmonia. Por isso, precisam deixar suas diferenças de lado para aprender a lidar com a situação totalmente nova. O projeto foi apresentado ao mercado sem um estúdio definido, mas a Netflix não deixou a concorrência prosperar. Por causa da pandemia do novo coronavírus, não há previsão para “Ball and Chain” começar a ser filmado. Veja abaixo as capas da minissérie original, que foi publicada em quatro edições de quadrinhos nos EUA.
Scooby! O Filme ganha dezenas de imagens com personagens e dubladores originais
A Warner divulgou dezenas de imagens novas do longa “Scooby! O Filme” (Scoob!, em inglês), que reúnem pôsteres, cenas da animação e fotos dos dubladores. Em sua dublagem original, o filme traz astros famosos como as vozes da turma animada. Zac Efron (“Vizinhos”) dubla Fred, Amanda Seyfried (“Mamma Mia!”) faz Daphne, Will Forte (“O Último Cara na Terra”) interpreta Salsicha e Gina Rodriguez (“Jane the Virgin”) dá voz a Velma. Já Scooby continuará a ter a voz do veterano Frank Welker. Ele foi o primeiro dublador de Fred, em 1969, mas desde 2002 assumiu o papel do cachorrão falante nas séries e DVDs animados da franquia. O longa vai revelar a origem dessa turma animada, desde o primeiro encontro de Scooby e Salsicha, ainda crianças, demonstrando que a amizade do grupo é bastante antiga. Como mostrará a versão mirim dos personagens, “Scooby!” ainda tem um segundo time de vozes famosas, com as participações de Iain Armitage (“Young Sheldon”) como o Salsicha criança, Mckenna Grace (“Annabelle 3: De Volta para Casa”) como a pequena Daphne, Pierce Gagnon (“Twin Peaks: O Retorno”) dando voz ao jovem Fred e Ariana Greenblatt (“A Irmã do Meio”) como a Velma mirim. Além disso, a nova aventura envolve vários personagens clássicos das animações da Hanna-Barbera. Há desde o encontro entre Scooby e o Bionicão, do Falcão Azul, até a aparição do vilão mais famoso do estúdio: Dick Vigarista, da “Corrida Maluca”. Seguindo tendência, os outros personagens também ganham vozes estreladas: Mark Wahlberg (“Pai em Dose Dupla”) dubla o Falcão Azul, Ken Jeong (“Se Beber, Não Case”) faz o Bionicão e Jason Issacs (“Star Trek: Discovery”) dá voz ao vilão Dick Vigarista. Além deles, o elenco ainda inclui Tracy Morgan (“30 Rock”) como o Capitão Caverna e Kiersey Clemons (“A Dama e o Vagabundo”) como sua parcerinha Dee Dee. Para completar, a coleção de fotos revela participação de Simon Cowell, conhecido jurado de programas de calouros, como “American Idol”, “The X-Factor” e “America’s Got Talent”. Adivinhem quem ele vai interpretar? Ninguém menos que outro personagem famoso, que Cowell já dublou em “Os Simpsons” e “Uma Família da Pesada”: ele mesmo. O roteiro é de de Matt Lieberman (“Dr. Dolittle 4”) e a direção é assinada por Tony Cervone (“Space Jam – O Jogo do Século”), que já trabalhou na franquia – produziu a série “Scooby-Doo! Mistério, S/A” (2010-2013) e comandou o recente vídeo animado “Scooby-Doo e Kiss: O Mistério do Rock and Roll” (2015). Originalmente previsto para os cinemas, o filme será lançado direto em VOD, para locação e compra digital, nesta sexta (15/5) nos EUA – mesmo dia em que deveria estrear nas salas de exibição. Apesar de não se tornar, como previsto, a primeira animação de Scooby-Doo nos cinemas, a obra traz algumas novidades em relação às adaptações anteriores, a começar pelo uso da computação gráfica. Graças à tecnologia, os personagens ganham uma aparência diferente dos desenhos tradicionais, mas a mudança não chega a ser radical, já que os traços originais foram preservados. Confira abaixo.
Destacamento Blood: Novo filme de Spike Lee ganha fotos
A revista Vanity Fair divulgou quatro fotos do novo filme do diretor Spike Lee, “Destacamento Blood” (Da 5 Bloods), que será lançado pela Netflix. O filme tem roteiro assinado por Lee e Kevin Willmott, que dividiram o Oscar por “Infiltrado na Klan”, e acompanha veteranos traumatizados da guerra, que décadas depois resolvem retornar ao Vietnã em busca do corpo do líder do seu esquadrão, que nunca foi recuperado, e também de uma fortuna em ouro que estaria enterrada com ele. Chadwick Boseman (“Pantera Negra”), que não aparece nas fotos, é o líder do destacamento, enquanto Delroy Lindo (“The Good Fight”), Clarke Peters (“His Dark Materials”), Norm Lewis (“Scandal”) e Isiah Whitlock Jr. ( Infiltrado na Klan”) interpretam as versões maduras dos ex-soldados. O elenco também inclui Jonathan Majors (“A Rebelião”) como filho do personagem de Delroy Lindo (“The Good Fight”), além de Jean Reno (“O Profissional”), Mélanie Thierry (“Um Dia Perfeito”), Jasper Pääkkönen e Paul Walter Hauser (ambos também de “Infiltrado na Klan”). A estreia está marcada para 12 de junho em streaming.
Próximo crossover do Arrowverso vai juntar apenas duas séries
O próximo crossover das séries de super-heróis da rede americana The CW será bem diferente de “Crise nas Infinitas Terras”. Desta vez, envolverá apenas duas séries e só acontecerá em 2021. Considerado já um evento anual do Arrowverso, o encontro de 2021 vai envolver as séries “Batwoman” e a estreante “Superman & Lois”, e será realizado “esperançosamente, no primeiro ou no segundo trimestre de 2021”, disse o presidente da CW Mark Pedowitz nesta quinta (14/5), durante uma teleconferência sobre a nova programação do rede. “Será um evento menor que o habitual”, confirmou Pedowitz. “Estamos planejando um evento de duas horas. Estamos falando de juntar Superman [ & Lois ] e Batwoman, com participação de outros personagens de nossas séries”. O crossover deve ir ao ar como um bloco de duas horas em um domingo, acrescentou Pedowitz. “Superman & Lois”, estrelado por Tyler Hoechlin e Elizabeth Tulloch, vai estrear em janeiro nos EUA, junto com a 2ª temporada de “Batwoman”, que já se consolidou como um dos maiores sucessos do canal.
Superman & Lois, Kung Fu, Republic of Sarah e Walker, Texas Ranger ganham primeiros cartazes
A rede The CW divulgou os pôsteres de suas quatro estreias confirmadas para 2021, que destacam suas respectivas datas de exibição. “Superman & Lois”, série derivada do Arrowverso, e “Walker, Texas Ranger”, remake da atração estrelada por Chuck Norris nos anos 1990, são as únicas estreias de janeiro – quando começa pra valer a próxima temporada do canal americano. Já “Republic of Sarah” e o reboot de “Kung Fu” serão exibidas apenas no verão (entre junho e agosto) do ano que vem. Das quatro, duas são produções de Greg Berlanti (“Superman & Lois” e “Kung Fu”), produtor responsável por praticamente metade da programação do CW. A atração do Arrowverso vai trazer os atores Tyler Hoechlin e Elizabeth Tulloch nos papéis principais. O casal já tinha aparecido em “Supergirl” e em crossovers do Arrowverso. O mais recente, “Crise nas Infinitas Terras”, encerrou-se em janeiro passado. Segundo a sinopse oficial, a série “segue o super-herói e a jornalista mais famosos dos quadrinhos” enquanto eles “lidam com todo o estresse, pressão e complexidades de pais que trabalham na sociedade de hoje”. A produção escalou os adolescentes Jordan Elsass (“Little Fires Everywhere”) e Alex Garfin (dublador de Linus em “Snoopy & Charlie Brown: Peanuts, o Filme”) para os papéis de filhos do casal. O remake/reboot de “Walker, Texas Ranger” – que foi exibida no Brasil com o nome de “Chuck Norris: Homem da Lei” – tem roteiro de Anna Fricke (criadora de outro remake, “Being Human”) e vai trazer Jared Padalecki (o Sam de “Supernatural”) como Cordell Walker. Na sinopse divulgada, Walker volta para sua cidade natal após servir na força policial de elite do Texas. Pai viúvo de dois filhos, ele chega em sua casa em Austin depois de dois anos trabalhando infiltrado em um caso de alta prioridade, e acaba descobrindo que tem muito mais o que fazer em sua comunidade. Já “Kung Fu” e “Republic of Sarah” são séries dramáticas com protagonistas femininas, que estavam circulando há alguns anos por diferentes canais televisivos. Criada por Jeffrey Paul King (roteirista-produtor de “Elementary”), “Republic of Sarah” chegou a ganhar piloto no passado, com Sarah Drew (ex-“Grey’s Anatomy”) no papel principal. Na ocasião, foi recusada pela rede CBS. A versão aprovada traz Stella Baker (“Tell Me Your Secrets”) como a professora do ensino médio Sarah Cooper, que aproveita uma lacuna cartográfica para declarar independência de sua pequena cidade, antes que uma empresa de mineração gananciosa possa assumir controle do local. “Agora, Sarah deve liderar um jovem grupo de desajustados enquanto tenta iniciar seu próprio país do zero”, diz a sinopse oficial. O elenco também destaca Luke Mitchell (“Blindspot”) no papel de irmão de Sarah, que também é o advogado da empresa de mineração. “Kung Fu”, por sua vez, teve duas versões diferentes recusadas pela rede Fox nos últimos três anos. A produção aprovada na CW foi desenvolvida por Greg Berlanti em parceria com Christina M. Kim (produtora-roteirista de “Blindspot” e “Hawaii Five-0”) e lembra mais uma série do Arrowverso que a trama original, grande sucesso dos anos 1970. Como muitos ainda lembram, “Kung Fu” trazia David Carradine (o Bill de “Kill Bill”) como o “gafanhoto” Kwai Chang Kane, filho órfão de um americano e de uma chinesa que, após ser criado num mosteiro Shaolin, acaba vagando pelo Velho Oeste americano do século 19. Em contraste com a versão criada por Ed Spielman em 1972, o remake vai se passar no século 21 e acompanhar uma mulher de descendência asiática, que deixa a faculdade após uma crise e embarca numa jornada que mudará sua vida, num mosteiro isolado na China. Quando ela volta aos EUA, encontra sua cidade natal invadida por crimes e corrupção, e passa a usar suas habilidades em artes marciais para proteger a comunidade e levar criminosos à justiça – enquanto procura o assassino que matou seu mentor Shaolin e que agora está em seu encalço. O papel principal será desempenhado por Olivia Liang, intérprete da vilã Alyssa Chang em “Legacies” (também da CW). Como é praxe na programação do canal americano, metade das produções aprovadas vem da CBS Television e a outra parte da WBTV (Warner Bros. Television). As letras CW representam, justamente, as siglas de CBS e Warner, joint venture que formou a rede em 2006, a partir da junção dos antigos canais Warner e UPN (da Paramount, hoje pertencente ao conglomerado ViacomCBS).
The Flash, Riverdale e as séries da rede CW só voltarão em 2021
A rede americana The CW anunciou nesta quinta (14/5) sua programação para a próxima temporada. E assim se tornou o primeiro canal a assumir o adiamento de suas estreias para o inverno norte-americano, devido à pandemia do novo coronavírus. O presidente da CW, Mark Pedowitz, revelou que “Riverdale”, “The Flash” e demais séries só voltarão a ser exibidas a partir de janeiro de 2021. Na apresentação, Pedowitz disse que, após conversas com os estúdios WBTV (Warner Bros Television) e CBS Television, responsáveis pelas produções do canal, ficou claro que as gravações só poderiam começar em setembro. Isto o motivou a adquirir conteúdos exibidos em streaming e no exterior para criar uma temporada-tampão durante o outono (entre setembro e novembro) e assim ganhar tempo para programar a retomada dos capítulos inéditos de suas atrações tradicionais em janeiro. A exceção será “Supernatural”, que chegou perto de concluir as gravações, antes da suspensão dos trabalhos em março passado. A produção ainda tem sete episódios inéditos, cinco deles já totalmente gravados, para completar sua 15ª e última temporada. Como faltam cenas, especialmente no último capítulo, elenco e equipe desta série precisarão voltar ao trabalho antes dos demais para que a estreia aconteça no outono. Caso isso não seja possível, também ficará para janeiro. “Estamos comprometidos a encerrar a série do jeito adequado”, garantiu Pedowitz. Além do final de “Supernatural”, a programação de outono contará com o 3º ano de “The Outpost”, adiada do verão, “Two Sentence Horror Stories”, originalmente exibida no serviço de streaming do canal, CW Seed, e quatro aquisições: “Swamp Thing” (Monstro do Pântano), vinda da DC Universe, “Tell Me a Story”, da CBS All Access, “Dead Pixels”, produção do Channel 4 inglês, e “Coroner”, da rede canadense CBC. A temporada oficial, que ficou para o inverno, sofrerá ainda um adiamento por força maior: “Supergirl” só voltará no verão de 2021, após a estrela Melissa Benoist retornar de licença maternidade – ela anunciou a gravidez em março. A série da heroína será exibida junto de “Republic of Sarah” e “Kung Fu”, recentemente encomendadas, e as atrações de midseason, como “Legends of Tomorrow”, “Dynasty”, “In the Dark” e “Roswell, New Mexico”. Por outro lado, “Katy Keene”, que também ficou de fora do cronograma de janeiro, só ganhará mais episódios se tiver bom desempenho em streaming – no serviço HBO Max. Pedowitz também afirmou que não descartou ainda os spin-offs de “Arrow” e “The 100”, que, segundo ele, seguem em análise. E confirmou a produção de “The Lost Boys”, baseada no filme de vampiros “Os Garotos Perdidos”, para o próximo ciclo de desenvolvimento – isto é, em 2022. Em janeiro, a programação do CW só prevê duas estreias: “Superman & Lois” e “Walker, Texas Ranger”.
Luca Guadagnino vai dirigir remake de Scarface
Depois de “Suspiria”, Luca Guadagnino vai dirigir o remake de outro clássico. Ele foi contratado pela Universal Pictures para comandar o terceiro “Scarface”. Howard Hawks dirigiu o original, ambientado em Chicago, em 1932, que foi reimaginado por Brian De Palma em 1983 com uma história sobre o tráfico de drogas de Miami. Filme favorito de muitos rappers, essa versão ficou marcada pela performance de Al Pacino, que deu vida ao memorável Tony Montana. O enredo de ambas as versões centravam-se num imigrante, que procura ascender na sociedade por meio do submundo do crime. No primeiro filme, o personagem principal era um italiano (interpretado por Paul Muni), enquanto no remake era um cubano (Al Pacino). Ambos buscavam concretizar seu “sonho americano” através da violência. A nova versão será ambientada em Los Angeles e foi escrita pelos irmãos cineastas Joel e Ethan Coen (“Onde os Fracos Não Têm Vez”). Há três anos, Diego Luna (“Narcos”) chegou a ser anunciado no papel principal. Isto ajuda a lembrar que o estúdio planeja o remake de “Scarface” há mais de uma década. O roteiro original foi escrito por David Ayer (“Esquadrão Suicida”) e revisado por Paul Attanasio (“Donnie Brasco”), Jonathan Herman (“Straight Outta Compton: A História do NWA”) e Terence Winter (criador da série “Boardwalk Empire”), até ser reescrito pelos irmãos Coen. O próprio Ayer e Antoine Fuqua (“O Protetor”) também negociaram dirigir o filme. O que parece ter sobrado do projeto inicial foi a ideia de adaptar os elementos em comum das produções anteriores e trazer a trama para os dias de hoje, dessa vez tendo como protagonista um mexicano ou um negro. A dúvida reside na situação de Diego Luna. Com os adiamentos, sua participação não está mais garantida. O ator tem vários projetos encaminhados, entre eles uma série “Star Wars” na Disney+ (Disney Plus). Por enquanto, o terceiro “Scarface” segue sem previsão de filmagem.
Ira! homenageia Marielle Franco e militância feminina em novo clipe
A banda Ira! voltou a compor, 13 anos depois de lançar seu último disco de estúdio. E uma das novas músicas, “Mulheres à Frente da Tropa”, ganhou nesta semana um clipe em tom engajado, mostrando que, embora siga uma linha mais banquinho e violão (ao estilo de “Ira! Folk”), a ira de Edgar Scandurra e Nasi continua forte. Gravado nas ruas do centro de São Paulo, com direito a passeata feminina (e LGBTQIA+) no minhocão e cenas nas dependências da Ocupação 09 de Julho, o clipe também presta homenagem à Marielle Franco, vista em pinturas e murais, além de Dandara dos Palmares, ícone da luta contra a escravidão, e Preta Ferreira, líder do movimento MSTC (Movimento Sem Teto do Centro). A líder indígena guarani Sônia Ana Mirim, a bailarina Sandra Miyazawa, Carmen Silva do MSTC e várias outras ativistas, estudantes e artistas também participam da gravação, que foi dirigida por Luciana Sérvulo (do documentário “Hijos de La Revolución”) e termina em momento de realismo mágico, com Miyazawa de punho erguido, voando entre os prédios. Outro detalhe, desta vez musical, caracteriza a participação feminina na gravação. Um coro de vozes acompanha a melodia. Entra elas, está a da cantora Virginie Boutaud, que fez sucesso nos anos 1980 à frente da banda Metrô. “Mulheres à Frente da Tropa” é o primeiro clipe do próximo disco do Ira!, que já teve algumas faixas (muito boas) reveladas por Scandurra em versões “psicoacústicas”, durante lives da quarentena do novo coronavírus.
White Lines: Primeira série em inglês do criador de La Casa de Papel ganha segundo trailer legendado
A Netflix divulgou o segundo trailer legendado de “White Lines”, nova série do espanhol Álex Pina, criador de “La Casa de Papel”. Trata-se da primeira atração do produtor-roteirista falada em inglês, ainda que passada em Ibiza, ilha espanhola que é ponto turístico de baladeiros do mundo inteiro, tanto pelas praias quanto pela agitação noturna. A prévia abraça os extremos de Ibiza, com excesso de cocaína, festas e também crimes, ao acompanhar a busca de uma mulher pelo assassino de seu irmão, um jovem DJ inglês. Vale lembrar que “white lines” é gíria para cocaína – e título de uma música famosa sobre o consumo da droga, cantada pelo rapper Melle Mel, um dos Furious Five do DJ Grandmaster Flash, em 1982. Na trama, o cadáver do irmão da protagonista é encontrado em Ibiza 20 anos após seu misterioso desaparecimento. Sua irmã retorna à ilha para investigar e mergulha em um mundo repleto de adrenalina, clubes noturnos, mentiras e dissimulações. Em um lugar onde todos vivem no limite, ela é forçada a encarar o lado mais sombrio de sua própria personalidade. A protagonista é vivida pela atriz inglesa Laura Haddock, que interpretou a mãe de Peter Quill na franquia “Guardiões da Galáxia”, além de ter estrelado “Transformers: O Último Cavaleiro” e a série “Da Vinci’s Demons”. O elenco também destaca Daniel Mays (“Rogue One”), Tom Rhys Harries (“Britannia”), Pedro Casablanc (“Dor e Glória”), Belén López (“Holmes & Watson. Madrid Days”) e Jade Alleyne (“Years and Years”). “White Lines” estreia nesta sexta (15/5) em streaming.












