PIPOCAMODERNA
Pipoca Moderna
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc

Nenhum widget encontrado na barra lateral Alt!

  • Série

    Comédia clássica Feitiço do Tempo pode virar série

    3 de julho de 2020 /

    Considerado um dos melhores filmes de Bill Murray e do diretor Harold Ramis, “Feitiço do Tempo” pode virar série. A revelação foi feita por Stephen Tobolowsky, que viveu o incômodo Ned Ryerson no longa de 1993. Durante um podcast, ele contou ter encontrado um produtor da Sony Pictures, durante participação numa série, que lhe convidou a retomar ao papel. “Eu estava trabalhando em ‘The Goldbergs’ ou ‘Schooled’, uma dessas séries, e um dos [produtores] me viu e disse ‘Stephen! Stephen! Estamos trabalhando em uma série de ‘Feitiço do Tempo’. Você poderia ser o Ned na TV?’” contou o ator para o podcast Production Meeting. “E eu respondei ‘sim, sem problemas’… Mas se passaram 30 anos para o Ned. O que aconteceu na vida dele?”. Curiosamente, o ator já voltou ao papel de Ned neste ano. Ele apareceu num comercial de carro durante o Super Bowl, em que reencontrava Bill Murray em novo loop temporal. Lançado em 1993, o filme escrito e dirigido por Harold Ramis se tornou um dos mais influentes de todos os tempos, inspirando dezenas de produções de diferentes gêneros a adotarem tramas de loop temporal. Na história, Bill Murray vivia o jornalista Phil, que faz à contragosto a cobertura do Dia da Marmota em Punxsutawney, Pensilvânia – uma festa tradicional, ligada a uma superstição sobre a duração do inverno. Ao dormir e acordar no hotel local, ele percebe que as situações do dia anterior começam a se repetir. O principal sinal era justamente a aparição de Ned, que insistia em cumprimentá-lo, sempre do mesmo jeito. Logo, Phil descobre que está preso numa repetição infinita do Dia da Marmota e não consegue sair mais da cidade. Só o que lhe resta é decidir como vai viver o mesmo dia todos os dias, optando pelas mais diferentes formas, até encontrar um final feliz de comédia romântica. Veja abaixo o trailer do filme original.

    Leia mais
  • Série

    Nova série animada de Star Trek ganha pôster e data de estreia

    3 de julho de 2020 /

    A plataforma CBS All Access divulgou o primeiro pôster da série animada “Star Trek: Lower Decks”, que revela a data de estreia da 1ª temporada. Veja abaixo. Criada por Mike McMahan, roteirista de “Rick and Morty”, a atração vai explorar a vida dos oficiais menos importantes da Federação, que realizam trabalhos sem glamour nas espaçonaves menos prestigiadas da saga. “Lower Decks” será a segunda série animada da história de “Star Trek”. A primeira, “Jornada nas Estrelas: A Série Animada” foi ao ar entre 1973 e 1974 e era escrita por alguns dos roteiristas da série original dos anos 1960, além de trazer o elenco clássico em sua dublagem. Desta vez, porém, o tom é completamente diferente, enfatizando o humor. Com isso, a produção também será a primeira comédia oficial do universo trekker. A série tira seu título de um dos episódios mais elogiados de “Star Trek: A Nova Geração”. “Lower Decks” foi ao ar na 7ª temporada da série e mostrou uma missão da nave Enterprise pelos olhos dos oficiais em treinamento, todos buscando uma promoção. A premissa agradou tanto que foram encomendadas, de cara, duas temporadas da série. “Star Trek: Lower Decks” vai se juntar a “Star Trek: Discovery”, “Short Treks” e “Star Trek: Picard” na programação da CBS All Access – e há mais duas produções em desenvolvimento derivadas desse universo em constante expansão. Com 10 episódios, a 1ª temporada estreia em 6 de agosto nos EUA. A CBS All Access ainda não está disponível no Brasil, mas suas séries têm chegado ao país pela Netflix e Amazon.

    Leia mais
  • Filme

    Sítio do Picapau Amarelo vai virar filme

    3 de julho de 2020 /

    Depois de várias séries, o “Sítio do Picapau Amarelo” vai ganhar um filme em live-action. A produção vai se chamar “De Volta ao Sítio do Picapau Amarelo” e contará uma história inédita envolvendo os personagens de Monteiro Lobato, como a boneca de pano Emília, Narizinho e Pedrinho, interpretados por novos atores. A expectativa é que as filmagens comecem em 2021, com direção de Fabrício Bittar (“Bugados”), que também assina o roteiro ao lado do escritor infantil Jim Anotsu. Mesmo sem ter nenhuma cena filmada, a produtora Clube Filmes (“Exterminadores do Além contra a Loira do Banheiro”) já divulgou o primeiro pôster do longa, que supostamente traz alguns easter eggs da nova aventura. Confira abaixo.

    Leia mais
  • Filme

    Versão definitiva de Apocalypse Now é o principal lançamento digital da semana

    3 de julho de 2020 /

    A principal novidade online do fim de semana é a “versão definitiva” de um dos filmes mais reverenciados da história do cinema. “Apocalypse Now: Final Cut” é a terceira edição oficial do clássico de guerra de Francis Ford Coppola – sem contar a “cópia de trabalho” que venceu o Festival de Cannes – , remontada pelo próprio diretor, e chega ao streaming após inaugurar o Belas Artes Drive-In Confira abaixo mais detalhes deste e de outros lançamentos digitais inéditos nas salas de cinema, que chegam aos serviços de VOD (locadoras online) e streaming neste fim de semana. A curadoria não inclui títulos clássicos (são muitos e com alta rotatividade) e produções de baixa qualidade que, em outros tempos, sairiam diretamente em vídeo. Apocalypse Now: Final Cut | EUA | 1979-2018 Depois do sucesso da exibição do filme de Francis Ford Coppola no Belas Artes Drive-In, a plataforma de streaming do cinema disponibiliza a nova versão estendida do cult de 1979 junto com dois documentários sobre seus bastidores: “Apocalipse de um Cineasta” (1991) e “Dutch Angle: Fotografando Apocalypse Now” (2019). Com 3 horas de duração, o filme em si é uma versão maior que a exibida nos cinemas em 1979 – mas menor que a disponibilizada em DVD (“Apocalypse Now: Redux”) – e conta com imagem e som remasterizados. A première deste “Final Cut” aconteceu no Festival de Tribeca, em Nova York, em abril de 2018. Disponível no Belas Artes à La Carte. Feito em Casa | EUA | 2020 Antologia de curtas realizados durante a quarentena por uma equipe seleta – e impressionante – de 17 cineastas de várias regiões do mundo. Cada curta tem de cinco a sete minutos e uma das curiosidades da produção é a primeira parceria entre o diretor chileno Pablo Larrain (“Neruda”) e a atriz americana Kristen Stewart (“As Panteras”), que a seguir trabalharão juntos em “Spencer”, cinebiografia da princesa Diana. Larrain é o produtor do projeto e ele encomendou um dos curtas a Stewart, que assina seu segundo trabalho no formato, após estrear como curtametragista em “Come Swim”, de 2017. Os demais diretores são o italiano Paolo Sorrentino (“A Grande Beleza”), a japonesa Naomi Kawase (“Esplendor”), o malinês Ladj Ly (“Os Miseráveis”), o casal libanês Nadine Labaki e Khaled Mouzanar (“Cafarnaum”), a zambiana Rungano Nyoni (“Eu Não Sou uma Bruxa”), a mexicana Natalia Beristáin (“No Quiero Dormir Sola”), o alemão Sebastian Schipper (“Victoria”), o chinês Johnny Ma (“Viver para Cantar”), as britânicas Gurinder Chadha (“A Música da Minha Vida”), de origem indiana, e Ana Lily Amirpour (“Garota Sombria Caminha pela Noite”), de origem iraniana, a atriz americana Maggie Gyllenhaal (“The Deuce”), a diretora de fotografia Rachel Morrison (“Pantera Negra”), o americano filho de brasileiros Antonio Campos (“Simon Assassino”), o chileno Sebastián Lelio (“Uma Mulher Fantástica”) e, claro, o próprio Larrain, que descreve a experiência da antologia como um “festival de cinema muito estranho, bonito e único”. Disponível na Netflix. Adú | Espanha | 2020 Três jornadas, que se entrecruzam de forma dramática, ilustram diferentes lados de uma história sobre imigrantes ilegais africanos que tentam chegar na Europa. A produção da Paramount, dirigida por Salvador Calvo (“Os Últimos das Filipinas”), foi feita para o cinema, mas acabou adquirida pela Netflix para distribuição internacional. Disponível na Netflix. Desperados | EUA | 2020 A comédia escrita, dirigida e estrelada por mulheres gira em torno de uma neurótica (Nasim Pedrad, de “Aladdin”) que encontra o “date perfeito” (Robbie Amell), mas pira quando ele fica cinco dias sem retornar suas ligações. Após enviar um email cheio de insultos, ela descobre que ele sofreu um acidente, está no hospital e a ama. Desesperada por conta das mensagens, a neurótica traça um plano com suas duas melhores amigas (Anna Camp e Sarah Burns) para pegar o celular dele antes que ele tenha alta. O detalhe é que o celular está no México. Ao chegar no hotel, ela se depara com outro ex-date (Lamorne Morris), que logo é envolvido no esquema frenético. A direção de LP (Lauren Palmigiano), que já fez muitas sitcoms, opta por um tom histérico similar às comédias brasileiras. Há quem goste. Disponível na Netflix. Lemedel | Chile | 2019 O documentário, premiado no Festival de Berlim com o Teddy de Melhor Filme LGBTQIA+, aborda a vida do escritor, artista visual e pioneiro do movimento Queer na América Latina Pedro Lemebel, que abalou as estruturas da sociedade conservadora do Chile durante a ditadura de Augusto Pinochet, nos anos 1980. Disponível em iTunes, Google Play, Now, Vivo Play e YouTube Filmes. Atleta A | EUA | 2020 O documentário relata a polêmica que se abateu sobre a ginástica olímpica dos EUA com o surgimento de denúncias de abuso sexual do médico da seleção feminina, acobertadas pela federação esportiva. Dirigido pelos cineastas Bonni Cohen e Jon Shenk (de “Uma Verdade Mais Inconveniente”), o filme se aprofunda nas denúncias devastadoras das atletas, acompanhando o trabalho dos repórteres do pequeno jornal americano IndyStar, responsáveis pela revelação da cultura de abusos a que eram submetidas as estrelas da elite olímpica americana, até o julgamento do caso, que aconteceu em 2018 e levou à renúncia de todo o comitê olímpico de ginástica feminina dos EUA. Disponível na Netflix. Bryan Stevenson: Luta Por Igualdade | EUA | 2020 Documentário sobre o advogado que inspirou o filme “Luta por Justiça” (2019), e que foi vivido por Michael B. Jordan no cinema. A produção da HBO também debate as origens da injustiça racial e como ela evoluiu até os dias de hoje. De acordo com Stevenson, o sistema de justiça criminal “te trata melhor se você é rico e culpado do que se você é pobre e inocente”. Disponível na HBO Go.

    Leia mais
  • Filme

    Trailer de comédia da HBO Max traz Seth Rogen em papel duplo

    3 de julho de 2020 /

    A plataforma HBO Max divulgou o trailer de “An American Pickle”, comédia que traz Seth Rogen (“Vizinhos”) em papel duplo. Na trama, Rogen interpreta um imigrante do Leste Europeu que chega em Nova York com sonhos de fortuna no começo do século 20, mas logo ao chegar cai num caldo de pickles na fábrica em que trabalha e acaba “preservado” por 100 anos. Ao acordar, ele descobre que o mundo mudou radicalmente e o único parente vivo que possui é um neto que nunca conheceu, também vivido por Rogen. Os dois decidem se juntar num negócio de pickles, sonhando com o antigo plano de riqueza da família. Mas o trailer revela que, para viver no mundo moderno, o velho imigrante ainda precisará descobrir se David Bowie é homem ou mulher. Na verdade, esta é a única piada do trailer inteiro, cuja história parte de uma premissa similar a “O Dorminhoco” (1973), de Woody Allen, e a animação “Futurama”. Escrito por Simon Rich, roteirista de “Divertida Mente” (2015) e criador da série “Miracle Workers”, o filme tem direção de Brandon Trost, que trabalhou com Rogen na série “Future Man”. E o elenco também inclui Sarah Snook (“Succession”), Jorma Taccone (“Popstar: Sem Parar, Sem Limites”), Jeff Daniel Phillips (“The Gifted”) e Kevin O’Rourke (“O Irlandês”). A estreia está marcada para 6 de agosto em streaming nos EUA. A HBO Max ainda não está disponível no Brasil.

    Leia mais
  • Etc,  Filme,  TV

    Leonardo Villar (1923 – 2020)

    3 de julho de 2020 /

    O ator Leonardo Villar, consagrado pelo Festival de Cannes em “O Pagador de Promessas” (1962), morreu na manhã desta sexta-feira (3/7) em São Paulo, aos 96 anos, vítima de uma parada cardíaca. Ele tinha sido internado em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) após se sentir mal na noite de quarta. Nascido em Piracicaba, no interior de São Paulo, Leonildo Motta (seu nome de batismo) foi virar Leonardo Villar no teatro. Ele atuou em peças da Companhia Dramática Nacional (CDN), no Teatro Brasileiro de Comédia (TBC) e no programa televisivo de clássicos da dramaturgia “Grande Teatro Tupi” (entre 1952 e 1959) antes de ser alçado ao estrelato mundial como Zé do Burro, o personagem principal de “O Pagador de Promessas”. O filme tinha sido rejeitado pelo autor da peça original, Dias Gomes, após mudanças no texto promovidas pelo então galã transformado em cineasta Anselmo Duarte. Até os diretores do Cinema Novo atacaram a produção, jamais superando a inveja por sua consagração. Mas o fato é que “O Pagador de Promessas”, com um galã atrás das câmeras e um estreante no cinema diante delas, encantou a crítica mundial e faturou a Palma de Ouro. É até hoje, 58 anos depois, o único filme brasileiro vencedor de Cannes. E com o seguinte detalhe: venceu “apenas” os clássicos absolutos “O Anjo Exterminador”, de Luís Buñuel, “Cléo das 5 às 7”, de Agnès Varda, “O Eclipse”, de Michelangelo Antonion, e “Longa Jornada Noite Adentro”, de Sidney Lumet. Foi também o primeiro filme da carreira de Villar. Ator de teatro, ele ficou com o papel por insistência de Duarte, que recusou “sugestões” sucessivas para que Mazzaropi estrelasse o longa, o que facilitaria seu sucesso comercial. A grande ironia é que o filme tornou-se um sucesso justamente pela interpretação crível e inesquecível do ator, que deu vida ao simples Zé do Burro, um homem que só queria pagar uma promessa, carregando uma cruz gigante contra a vontade da Igreja local. Villar foi a alma de “O Pagador de Promessas”, carregando-o nas costas como o personagem, até o tapete vermelho da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos EUA, que encerrou a trajetória consagradora do longa com uma indicação ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro. Graças à fama de Zé do Burro, Villar se estabeleceu como um dos principais astros do cinema brasileiro, dando vida a outros personagens e obras icônicas, como os papéis-títulos de “Lampião, Rei do Cangaço” (1964), de Carlos Coimbra, e o excepcional “A Hora e a Vez de Augusto Matraga” (1965), de Roberto Santos, que lhe rendeu o troféu Candango de Melhor Ator no Festival de Brasília. Estabelecendo uma bem-sucedida parceria com Coimbra, ainda estrelou dois sucessos do diretor, “O Santo Milagroso” (1967) e “A Madona de Cedro” (1968), sem esquecer o maior título da carreira de Cacá Diegues, “A Grande Cidade ou As Aventuras e Desventuras de Luzia e Seus 3 Amigos Chegados de Longe” (1966). Ele viveu até Jean Valjean na versão brasileira de “Os Miseráveis”, clássico de Victor Hugo transformado em novela por Walther Negrão em 1967, na Bandeirantes. Mas a partir da entrada na rede Globo, com “Uma Rosa Com Amor” em 1972, praticamente trocou o cinema pelas novelas, com passagens por cerca de 30 sucessos da emissora, incluindo “Estúpido Cupido”, “Tocaia Grande”, a versão original e o remake de “Os Ossos do Barão”, “Barriga de Aluguel”, “Laços de Família”, “Pé na Jaca”, até “Passione”, seu último trabalho em 2011, em que viveu o divertido Antero Gouveia. Entre uma novela e outra, intercalou telefilmes da Globo, entre eles “O Duelo” (1973) e “O Crime do Zé Bigorna” (1974), com Lima Duarte, mas isso também significou longos períodos afastado do cinema. De todo modo, os poucos filmes da fase final de sua carreira marcaram época, como “Ação Entre Amigos” (1998), de Beto Brant, “Brava Gente Brasileira” (2000), de Lúcia Murat, e “Chega de Saudade” (2007), de Laís Bodanzky.

    Leia mais
  • Etc,  Série

    Globoplay chega ao quinto programa caseiro durante o isolamento social

    3 de julho de 2020 /

    O Globoplay estreou nesta sexta-feira (3/7) “Cada um no Seu Quadrado”, seu quinto programa produzido de forma caseira durante o período de isolamento social. O acúmulo de produções, num período em que poucos estão gravando – até os estúdios da Globo estão fechados – , demonstra uma grande capacidade criativa, bem como o arsenal de talentos envolvidos com a plataforma. O primeiro lançamento foi o humorístico “Sinta-se em Casa”, criado e protagonizado por Marcelo Adnet em sua casa. A iniciativa superou as limitações das “lives” com imitações divertidas e um texto cheio de graça, mas que também reflete a situação política do país. Depois veio “Que Tal um Pouco de Esperança e Boas Notícias”, feito por Luciano Huck, que é basicamente o “Some Good News” do ator e cineasta John Krasinski (“Um Lugar Silencioso”). Trata-se de uma tentativa de passar mensagens positivas e valorizar boas ações durante a pandemia. O terceiro programa foi “Sterblitch Não Tem um Talk Show: o Talk Show”, que combina gravações de “lives”, em que o comediante Eduardo Sterblitch interage com o público, e entrevistas com personalidades. Disponibilizado na semana passada, “Diário de um Confinado” é a primeira obra de ficção da leva, estrelada por Bruno Mazzeo como um personagem solteiro e solitário que tem que lidar com as dificuldades da quarentena. A série de comédia com 12 episódios curtos (“quibis” de 10 minutos) foi criada pelo ator em parceria com sua mulher, Joana Jabace, que é diretora de séries e novelas da Globo. Por isso, mesmo lidando com as restrições do confinamento, com gravações em sua própria casa e sem auxílio de equipe técnica, o resultado surpreende pelo acabamento profissional – tem o famoso “padrão Globo”. Vale observar que a produção também conta com participações remotas de peso – Renata Sorrah, Fernanda Torres, Debora Bloch, Lucio Mauro Filho, Luciana Paes, etc. Por fim, a estreia desta sexta, “Cada um no Seu Quadrado”, é uma espécie de talk show comandado por Fernando Caruso e Paulo Vieira, que recebem quatro convidados rotativos. Na estreia, eles se reúnem com os amigos Débora Lamm, Fabiula Nascimento, Bruno Mazzeo e Lúcio Mauro Filho simulando um bate-papo caseiro, por videoconferência, em que conversam, brincam e se questionam sobre temas relacionados à situação de isolamento atual. Com a exceção do programa de Adnet, aberto ao público em geral, todos os demais estão disponíveis apenas para assinantes da plataforma. Já “Diário de um Confinado” será lançado na TV aberta neste sábado (4/7), pela rede Globo. Veja abaixo o trailer da estreia de “Diário de um Confinado” na televisão, com trilha dos Titãs.

    Leia mais
  • Filme

    Produção de Michael Bay sobre a pandemia é paralisada por descumprir regras de proteção

    3 de julho de 2020 /

    O filme “Songbird”, que pretendia ser a primeira grande produção hollywoodiana a abordar a pandemia de coronavírus, teve suas filmagens proibidas. Justamente por causa da pandemia de covid-19. Produzido por Michael Bay (“Transformers”), o filme contaria com astros como Demi Moore (“Margin Call”), Craig Robinson (“Ghosted”) e Peter Stormare (“Deuses Americanos”), mas recebeu ordem do SAG-AFTRA, o sindicato dos atores dos EUA, para não iniciar os trabalhos. O SAG-AFTRA acusou os responsáveis pelo filme de “não serem transparentes sobre suas medidas de segurança” relacionadas ao coronavírus. “Isso é algo que, obviamente, nós levamos muito a sério”, disse o porta-voz da instituição ao site The Hollywood Reporter. “Além disso, como explicitamos na ordem que enviamos ao filme, os produtores não aceitaram assinar o nosso acordo”, completou, referindo-se a um documento do sindicato estabelecendo as regras obrigatórias para todas as produções que quiserem retomar atividades em meio à pandemia. O filme tem direção de Adam Mason (“A Cadeira do Diabo”), um especialista em terrores baratos, que co-escreveu o roteiro com Simon Boyes (“Má Conduta”). Os dois já trabalharam juntos em sete filmes, desde a estreia de ambos em “Jogos Sangrentos” (2006). A trama abordaria um futuro próximo que mostraria o agravamento do quadro da pandemia, no qual o mundo continuaria sob severas ordens de isolamento. A produção cita filmes como “Atividade Paranormal” e “Cloverfield” como influências para criar “um clima de paranoia” na sua trama. Os dois filmes são mais conhecidos por usar cenas captadas por câmeras amadoras, manipuladas pelos próprios atores. São exemplos da estética “found footage”, cuja narrativa é construída sobre vídeos “encontrados” após os fatos, com as imagens da trama. A equipe acertou detalhes da pré-produção através de videoconferências, tecnologia que também foi usada no processo de escalação e preparação dos atores. “Songbird” foi o segundo filme proibido de iniciar suas filmagens pelo sindicato devido à problemas no protocolo de proteção da covid-19. Anteriormente, o SAG-AFTRA tinha impedido as filmagens de uma comédia chamada “Courting Mom & Dad”, estrelada por Scott Baio (“See Dad Run”) e Kristy Swanson (“SEAL Team”).

    Leia mais
  • Música

    Karol Conka reflete “Tempos Insanos” em clipe influenciado pela pop art

    3 de julho de 2020 /

    A rapper Karol Conka lançou o clipe de “Tempos Insanos”, parceria com WC no Beat, que impressiona por evocar uma instalação de arte moderna. O vídeo manifesta a letra de Karol usando basicamente cenários diminutos e efeitos de edição visual. Estão lá o isolamento, protestos contra a violência policial, a crise habitacional, notícias do Brasil e do mundo sobre os dias de apocalipse viral e social. Minimalista, o vídeo usa referências das artes plásticas para enfatizar sua mensagem. Em vez de dançarinas de fundo, coreografia brega ou apelo sensual abundante, a cenografia rouba literalmente a cena com seus ambientes icônicos. Há uma simulação de ocupação residencial, concebida com muito grafite e colorido espraiado à la Jackson Pollock, e um cubículo forrado com páginas de jornal, que lembra as colagens de Robert Rauschenberg. Além disso, a própria Karol sofre intervenções gráficas que evocam tanto Andy Warhol quanto a fase criativa da MTV. Basquiat, Aguilar, Richard Hamilton, pop art, abstrata, referências em remix na colagem sonora hip-pop atual. A direção é da dupla Arthur Carratu e Haruo Kaneko, do Studio Curva, que trabalhou no projeto com o escultor-grafiteiro Jey77.

    Leia mais
  • Música

    Ludmilla lança clipe de música que fãs acham ser sobre Anitta

    3 de julho de 2020 /

    A cantora Ludmilla lançou o clipe de sua nova música, “Cobra Venenosa”, que muitos fãs estão considerando uma alusão à Anitta, dias depois de a cantora trocar farpas com a colega nas redes sociais. O vídeo dirigido por João Monteiro (de “Verdinha”) tem uma estética “Mad Max” do subúrbio. Gravado num terreno abandonado, traz Ludmilla num Jeep customizado com ferro-velho, acompanha por dançarinas vestidas de couro preto e metal dourado. Não faltam sequer alfinetes de segurança nos detalhes de acabamento visual, enfeite icônico do pós-apocalipse punk. Nada disso seria usado para alfinetar Anitta, garante a funkeira. Em entrevista ao jornal O Globo, ela jurou que música foi composta, na verdade, há três anos. “Ela [Anitta] até tem no celular. Quando a gente se falava, ela pediu todas as minhas músicas 150 [BPM, um subgênero de funk]. A inspiração veio do dia a dia, de tudo que vivo, que vejo e ouço as pessoas reclamarem”, disse. Só um detalhe. A líder da gangue rival, que aparece no clipe, é interpretada por Luiza Drewanz, conhecida por ser sósia de Anitta… Em publicações no Instagram, a cantora revelou que todas as pessoas envolvidas da gravação do vídeo foram submetidas a testes para a covid-19. Com isso, Ludmilla e a mulher, Brunna Gonçalves, acabaram descobrindo que já tiveram a doença causada pelo novo coronavírus.

    Leia mais
  • Filme

    Katy Keene é cancelada após 1ª temporada

    3 de julho de 2020 /

    A rede The CW cancelou “Katy Keene”, spin-off de “Riverdale” estrelado por Lucy Hale (a Aria de “Pretty Little Liars”), após uma temporada. Ela foi a única série atual da CW não renovada para a próxima temporada em janeiro – à exceção, claro, daquelas que se encerram neste ano: “Supernatural”, “Arrow” e “The 100”. O cancelamento inspirou posts de despedida de Lucy Hale e do criador Roberto Aguirre-Sacasa, no Instagram. Apesar disso, a produtora Berlanti Productions anunciou que tentará buscar uma nova casa para a atração. E já tem até um endereço preferencial em vista, pois a série também é exibida pela plataforma HBO Max. A trama tinha ligação íntima com “Riverdale” por conta de uma personagem transplantada, Josie McCoy. Na produção, Ashleigh Murray reprisava seu papel de Josie, que se muda para Nova York para perseguir seu sonho de virar cantora profissional. Lá, ela vai morar com a amiga nova-iorquina de Veronica, Katy Keene, passando a dividir apartamento também com a drag queen Jorge/Ginger Lopez (Jonny Beauchamp, a Angelique de “Penny Dreadful”). O elenco ainda destacava Julia Chan (a Dra. Maggie Lin de “Saving Hope”) como Pepper Smith, uma promoter trambiqueira cheia de contatos, e Lucien Laviscount (“Scream Queens”) no papel de Alexander Cabot, um aspirante a empresário musical. Apesar da ligação com “Riverdale”, o tom de “Katy Keene” foi completamente diverso da outra série de Aguirre-Sacasa, pelo fato dos personagens serem adultos (e não estudantes colegiais) e por seus dramas serem… dramas (e não mistérios criminais). Todos os personagens buscam realizar seus sonhos na cidade grande, mas enfrentam sucessivas desilusões e a inveja de rivais poderosos. “Katy Keene” foi a terceira criação de Roberto Aguirre-Sacasa baseada em personagens da Archie Comics, após “Riverdale” e “O Mundo Sombrio de Sabrina” na Netflix. Lançada nos anos 1940, a personagem original dos quadrinhos costumava ser uma atriz, modelo e “rainha das pin-ups”, mas na série foi apresentada como uma vendedora de loja de roupas que sonhava virar estilista de moda. A série também era a terceira menos vista da CW – acima só de “Dynasty” e “In the Dark”. E para piorar, teria tido um desempenho abaixo do esperado em streaming, de acordo com apuração do site Deadline. No Brasil, “Katy Keene” teve sua única temporada exibida pela HBO. O cancelamento foi a segunda má notícia recebida por Aguirre-Sacasa nesta semana. Na segunda (29/6), a rede ABC anunciou ter rejeitado seu projeto de série “The Brides”, sobre as noivas vampiras de Drácula. A decisão da CW pode, ainda, ter relação com outro projeto da Berlanti Productions. Criada como uma joint venture entre as empresas CBS e Warner (daí a abreviatura CW), a rede costuma aprovar sempre uma série de cada sócio, e agora abriu-se uma vaga para um novo título da Warner, que tem duas produções aguardando definição: os spin-offs de “The 100” e de “Arrow”. Na sexta passada, o produtor Marc Guggenheim afirmou que a rede se manifestaria sobre o spin-off “Green Arrow and the Canaries” nos próximos dias, fosse de forma positiva ou negativa. Como esta série também é realizada pela Berlanti Productions, o cancelamento de “Katy Keene” pode representar uma inclinação maior para sua aprovação. Ver essa foto no Instagram Sad to deliver this news ! But I love the show. I love what it stands for. And mostly I love YOU. To the cast, crew, and all involved… 👏🏻👏🏻👏🏻 adore you. Uma publicação compartilhada por Lucy Hale (@lucyhale) em 2 de Jul, 2020 às 7:02 PDT Ver essa foto no Instagram From the first #katykeene table read. It seems like a dream. So proud of this show and the beautiful souls who came together to make it.💔 Uma publicação compartilhada por Roberto Aguirre-Sacasa (@writerras) em 2 de Jul, 2020 às 5:51 PDT

    Leia mais
  • Série

    The Great: Série com Elle Fanning é renovada para 2ª temporada

    3 de julho de 2020 /

    A plataforma Hulu renovou “The Great”, série de época que traz Elle Fanning (“Mulheres do Século 20”) no papel da imperatriz Catarina, a Grande, para sua 2ª temporada. A produção de época terá mais 10 episódios em sua 2ª temporada, após se tornar, de acordo com o anúncio, “uma das comédias originais de melhor desempenho” na Hulu, que não fornece informações sobre audiência. “The Great” é a segunda atração recente sobre a imperatriz russa. O período mais avançado de seu reinado foi coberto pela minissérie “Catherine the Great”, lançada no ano passado na HBO, com Helen Mirren (“A Rainha”) no papel principal. A série da Hulu se diferencia de outras produções similares pelo humor marcante de seu criador, Tony McNamara, indicado ao Oscar pelo Roteiro de “A Favorita” (2018) – por sinal, outra atração sobre uma monarca do século 18. A série é influenciada pelo tom de “Maria Antonieta” (2006), que se evidencia pelo uso de diálogos e padrões modernos de comportamento e pela alteração sutil de fatos históricos que resultam numa “história ligeiramente real”, como diz a sinopse. A trama se passa antes da ascensão de Catarina II, que reinou na Rússia entre 1762 e 1796, mostrando-a como “uma jovem idealista e romântica que chega à Rússia para um casamento arranjado com o Imperador Pedro. Esperando por amor, ela encontra um mundo perigoso e depravado que decide mudar. Tudo o que ela precisa fazer é matar o marido, derrubar a igreja, enganar os militares e conquistar a corte”. Além de Elle fanning, o elenco destaca Nicholas Hoult (“Mad Max: Estrada da Fúria”) como o czar Pedro III, imperador da Rússia. A produção representa o primeiro papel significativo de Fanning numa série e também um retorno ao formato para Hoult, que ganhou projeção ao participar da britânica “Skins”, em 2007. No Brasil, a série foi disponibilizada em 18 de junho na plataforma Starzplay.

    Leia mais
  • Filme

    Astros de Jurassic Park terão grande participação no novo Jurassic World

    2 de julho de 2020 /

    O ator Sam Neill revelou que seu papel em “Jurassic World: Dominion” não será apenas uma participação especial, como muitos especulavam após sua escalação – ao lado de Jeff Goldbum e Laura Dern, protagonistas do primeiro “Jurassic Park”, de 1993 Em entrevista para o site Yahoo Movies UK, o ator disse que o seu personagem, o paleontologista Dr. Alan Grant, fará parte do longa inteiro, assim como a paleobotanista Dr. Ellie Sattler (Dern) e o matemático Ian Malcolm (Goldblum). “Estamos em todo o filme, Jeff, eu e Laura”, disse Neill. O ator ainda brincou que “provavelmente não estará correndo tão rápido quanto 27 anos atrás”, quando os três precisaram escapar de velociraptors. Os personagens de Neill e Dern não apareciam nos filmes da franquia desde “Jurassic Park III”, em 2001. Já Goldblum ressurgiu como Ian Malcolm em “Jurassic World: Reino Ameaçado”, de 2018, mas numa pequena participação. Além dos três, o elenco também contará com Chris Pratt e Bryce Dallas Howard, que protagonizam a nova trilogia jurássica. Após a paralisação das filmagens em março, devido à pandemia de coronavírus, a produção será a primeira a retomar seus trabalhos no Reino Unido. A previsão é que as filmagens recomecem na segunda-feira (6/7) no Pinewood Studios. Para isso, os atores ficarão juntos em quarentena. “Todos nós vamos morar na mesma casa por três ou quatro meses, então será divertido. E todo mundo também ama Chris e Bryce, então acho que seremos um grupo muito feliz”, completou Neill na entrevista. A estreia de “Jurassic World: Dominion” está prevista para 11 de junho de 2021.

    Leia mais
 Mais Pipoca
Mais Pipoca 
@Pipoca Moderna 2025
Privacidade | Cookies | Facebook | X | Bluesky | Flipboard | Anuncie