Veja o trailer da cinebiografia de Jesse Owens, atleta negro que venceu a “Olimpíada de Hitler”
A Focus Features divulgou o primeiro trailer de “Race”, cinebiografia do atleta olímpico Jesse Owens. O vídeo sugere um melodrama televisivo, simplicando as questões raciais que estão no trocadilho do título original, ao apresentar a trama de forma esquemática, didática e praticamente sem emoção. O próprio personagem parece fugir de qualquer confrontação, tornando a prévia anticlimática. “Race” conta a história de Jesse Owens (Stephan James, de “Selma: Uma Luta Pela Igualdade”), atleta negro que superou a segregação de seu próprio país, os EUA, para vencer a prova de atletismo dos Jogos Olímpicos de 1936 na Alemanha, em pleno regime nazista e diante de um contrariado Adolf Hitler. O elenco ainda destaca Jason Sudeikis (“Família do Bagulho”), Jeremy Irons (“Trem Noturno para Lisboa”), Carice van Houten (série “Game of Thrones”), Amanda Chew (“A Incrível História de Adaline”) e William Hurt (“A Hospedeira”). Dirigido por Stephen Hopkins (“A Colheita do Mal”), “Race” chega aos cinemas americanos em 19 de fevereiro e um mês depois, em 17 de março, no Brasil.
Demolidor: primeiro teaser da 2ª temporada inclui o Justiceiro e Elektra
O site Netflix divulgou o primeiro teaser da 2ª temporada da série “Demolidor”. O vídeo abre com uma longa recapitulação, acompanhada por elogios da crítica à 1ª temporada, antes de apresentar as primeiras cenas do próximo ano da produção. A prévia passa rapidamente pelos personagens centrais, Matt Murdock/Demolidor (Charlie Cox), Karen Page (Deborah Ann Woll) e Foggy Nelson (Elden Henson), além de registrar o retorno de Claire Temple (Rosario Dawson) e as chegadas de Elektra (Elodie Yung, de “G.I. Joe: Retaliação”) e do Justiceiro (Jon Bernthal, da série “The Walking Dead”). “Demolidor” foi apenas a primeira de cinco produções do universo Marvel previstas para o site de streaming Netflix. Sua 2ª temporada ainda não tem data de estreia oficial, mas será lançada em 2016. Antes disso, em 20 de novembro, estreia a segunda série da Marvel no Netflix, “Jessica Jones”, que também trará Rosario Dawson reprisando a personagem Claire Temple.
Star Wars: Ausência de Luke Skywalker vira mistério no novo trailer de O Despertar da Força
A Disney divulgou o novo trailer de “Star Wars: O Despertar da Força”, que intrigam por conta de um mistério. A prévia mostra a volta de Harrison Ford e Carrie Fisher aos papeis de Han Solo e Princesa Leia, mas, curiosamente, esquece do Luke Skywalker vivido por Mark Hamill. Além disso, desfaz as dúvidas sobre quem protagonizará a trama, destacando os novos personagens Rey (Daisy Ridley, da série “Mr Selfridge”) e Finn (John Boyega, de “Ataque ao Bloco”), além de explorar a ameaça representada por Kylo Ren (Adam Driver, da série “Girls”), que venera o capacete retorcido de Darth Vader. O elenco ainda inclui Oscar Issac (“Inside Llewyn Davis”), Domhnall Gleeson (“Questão de Tempo”), Gwendoline Christie (série “Game of Thrones”), Andy Serkis (o Gollum da trilogia “O Senhor dos Anéis”), Lupita Nyong’o (“12 Anos de Escravidão”) e Max Von Sydow (“Tão Forte e Tão Perto”). “O Despertar da Força” é o sétimo longa da franquia “Star Wars” e um dos lançamentos mais aguardados do ano. Com roteiro de Lawrence Kasdan (“O Império Contra-Ataca”) e direção de J.J. Abrams (“Star Trek”), o filme estreia em 17 de dezembro de 2015 no Brasil, um dia antes de chegar aos cinemas americanos.
Yoná Magalhães (1935 – 2015)
Morreu a atriz Yoná Magalhães, primeira estrela das novelas da rede Globo e protagonista de um dos maiores clássicos do cinema brasileiro. Ela estava internada desde o dia 18 de setembro na Casa de Saúde São José, no Rio de Janeiro, e faleceu na terça (20/10) após uma cirurgia para corrigir uma insuficiência cardíaca, aos 80 anos de idade. Yoná Magalhães Gonçalves Mendes da Costa nasceu em 7 de agosto de 1935 no bairro carioca do Lins de Vasconcelos, e virou atriz por necessidade, para ajudar na renda familiar quando o pai ficou desempregado, ainda na década de 1950. Começou fazendo figuração e pequenos papeis na TV Tupi, quando a TV dava seus primeiros passos e, aos 20 anos, integrou o elenco da telenovela “As Professoras” (1955), exibida ao vivo, antes da chegada dos videotapes. Apareceu em teleteatros da emissora e em dois filmes, “Pista de Grama” (1958) e “Alegria de Viver” (1958), antes de uma excursão teatral levá-la para a Bahia, onde se casou com o produtor Luís Augusto Mendes e se estabeleceu. A mudança para Salvador a levou a trabalhar com o grupo de teatro A Barca em produções da TV Itapoã. Mas principalmente a colocou no lugar certo e na hora certa em que Glauber Rocha procurava formar o elenco de sua obra-prima, “Deus e o Diabo na Terra do Sul” (1964) – com a ajuda de seu produtor, casado com Yoná. Por ocasião do cinquentário do filme, Yoná contou que o então marido, Luiz Augusto, foi quem convenceu Glauber a chamá-la para o papel de Rosa, uma personagem que lhe proporcionou umas das atuações mais importantes de sua carreira. “Creio que Glauber teria outra atriz em mente, porém se viu levado a me aceitar, cofiando mais em sua habilidade como diretor do que em meu talento. E ele estava certo: criou a Rosa e conseguiu fazer com que uma atriz iniciante, apesar de já ser profissional, realizasse uma grande performance”, ela contou no ano passado, em depoimento ao UOL. No grande clássico do Cinema Novo, Yoná interpretou a sofrida Rosa, mulher de Manoel (Geraldo Del Rey). Juntos, eles aderem ao bando do cangaceiro Corisco (Othon Bastos), braço-direito de Lampião, após Manoel, trabalhador pobre e explorado, matar o próprio patrão. O filme marcou época e se tornou a obra mais reverenciada do cinema brasileiro de todos os tempos. “Deus e o Diabo na Terra do Sol” deixou a crítica de joelhos e impulsionou a carreira de Yoná. Ela ainda faria a comédia “Society em Baby-Doll” (1965), de Luiz Carlos Maciel, mas logo não teria mais tempo para o cinema. No mesmo ano, assinou contrato de exclusividade com a recém-inaugurada TV Globo e virou a maior estrela da emissora. Yoná formou o primeiro par romântico de sucesso das telenovelas do canal com o ator Carlos Alberto, começando a parceria com “Eu Compro esta Mulher”, exibida em 1966. No mesmo ano, os dois se casaram, permanecendo juntos até 1971. O casal rapidamente se transformou na dupla preferida da novelista cubana Glória Magadan, responsável pela dramaturgia da emissora, o que transformou Yoná na rainha das telenovelas da Globo. Ela encaixou cinco produções seguidas da escritora. Além de “Eu Compro Esta Mulher”, estrelou “O Sheik de Agadir” (1965), “A Sombra de Rebeca” (1966), “O Homem Proibido” (também conhecido como “Demian, o Justiceiro”, 1968) e “A Gata de Vison” (1968). Atuou ainda em “A Ponte dos Suspiros”, de Dias Gomes, consagrando-se no período das adaptações dos folhetins de época por sua versatilidade, que lhe permitiu aparecer na telinha como espanhola, japonesa, indiana, francesa, norte-americana e italiana. Em 1970, Yoná e Carlos Alberto foram contratados a peso de ouro pela TV Tupi, para atuarem na novela “Simplesmente Maria”. Mas com o fim de seu casamento, a atriz retornou à Globo, vivendo sua primeira vilã em “Uma Rosa com Amor” (1972). Ela seguiu aparecendo em produções de sucesso, como “O Semideus” (1973), “Corrida do Ouro” (1974), “Cuca Legal” (1975), “Saramandaia” (1976) e acabou causando controvérsia em “O Grito” (1975), de Jorge Andrade, pela sensualidade de sua personagem, a secretária Kátia. Outro papel importante se materializou em “Espelho Mágico”, novela inovadora, que usava de metalinguagem. Seu personagem era Nora Pelegrine, uma atriz infeliz de novelas, que vivia das glórias e lembranças do passado. A história, porém, refletia de forma muito próxima a vida real, tanto que, após “Sinal de Alerta” (1978), a atriz cansou de viver coadjuvantes e voltou para a Tupi, onde protagonizou “Gaivotas” (1979). Na sequência, foi para a TV Bandeirantes, onde estrelou “Cavalo Amarelo” (1980), contracenando com Dercy Gonçalves, e foi a protagonista feminina de uma das mais ambiciosas produções da TV brasileira, “Os Imigrantes”, de Benedito Ruy Barbosa. Na trama, que se estendia por décadas, ela viveu a espanhola Mercedes, da juventude à velhice, bem como sua filha Mercedita. Os papéis renderam novo show de interpretação. A atriz voltou à TV Globo em 1984, com a novela “Amor com Amor se Paga”. E logo no ano seguinte participou de um dos maiores fenômenos de audiência da emissora, “Roque Santeiro” (1985). Na novela, viveu Matilde, mulher liberal, proprietária da Pousada do Sossego e da boate Sexu’s, o que lhe permitiu a criação de cenas antológicas com a colega Regina Duarte – a Viúva Porcina tinha ciúmes da amizade de Matilde com Sinhozinho Malta (Lima Duarte). Por conta do sucesso da personagem, ela foi convidada a posar nua para a revista Playboy. O detalhe: fez suas fotos sensuais no auge de seus 50 anos de idade. Sem diminuir o ritmo, viveu novos personagens marcantes, como a temperamental Índia do Brasil em “O Outro” (1987), a ex-prostituta milionária Lalá de “Vida Nova” (1988), a madastra de “Tieta” (1989), que fica alegre quando enviúva, e a fogosa e sofisticada Valentina Venturini de “Meu Bem Meu Mal” (1990). Durante a década de 1990, Yoná Magalhães atuou em mais seis novelas, quatro delas do autor Walther Negrão: “Despedida de Solteiro” (1992), “Anjo de Mim” (1996), “Era uma Vez” (1998) e “Vila Madalena” (1999). Esteve ainda em “Sonho Meu” (1993), de Marcílio Moraes, e “A Próxima Vítima” (1995), de Silvio de Abreu. Foi ainda mais ativa nos anos 2000, quando apareceu em sete novelas: “A Padroeira” (2001), “As Filhas da Mãe” (2001), “Agora É Que São Elas” (2003), “Senhora do Destino” (2004), “Paraíso Tropical” (2007), “Negócio da China” (2008) e “Cama de Gato” (2009). Além disso, completou sua participação na terceira minisséries de sua carreira: “Um Só Coração” (2004). As anteriores foram “Grande Sertão: Veredas” (1985) e “Engraçadinha” (1995). Mesmo com mais de 70 anos, a atriz ainda chamava atenção pela boa forma física. Em “Paraíso Tropical”, sua personagem tinha várias cenas em que fazia alongamentos, evidenciando sua silhueta atlética. “Eu sou vaidosa e fico feliz de ouvir as pessoas me elogiando, claro. Mas isso não é um mundo novo para mim. Sempre fiz alguma atividade”, disse em entrevista ao jornal O Globo na época, revelando o segredo de sua eterna beleza. Seus últimos trabalhos na TV foram as novelas da Globo “Tapas & Beijos” (2011) e “Sangue Bom” (2013). Ela deixa um filho, Marco Mendes, fruto do casamento com o produtor cinematográfico Luiz Augusto Mendes.
De Volta ao Futuro: Chegada de Marty McFly a 2015 é celebrada pela publicidade
O futuro chegou. Na quarta-feira, 21 de outubro de 2015, Marty McFly desceu de seu DeLorean vermelho num mundo repleto de maravilhas, como skates voadores, tênis que se amarram sozinhos e trailers de cinema que anunciam continuações de blockbusters em 3D. Na verdade, isto foi há 26 anos, em “De Volta para o Futuro — Parte II” (1989), quando o protagonista dos filmes viajou pela primeira vez ao futuro, chegando em 2015. Agora, diversos eventos e campanhas comemoram o sucesso da trilogia original, aproveitando também os 30 anos do lançamento do primeiro longa. A data foi celebrada com maratonas dos três filmes em vários cinemas do mundo (inclusive no Brasil). Também estão chegando um box em Blu-ray da franquia, que traz gravações exclusivas de uma nova viagem ao futuro de Emmett “Doc” Brown, o personagem de Christopher Lloyd, além de um livro sobre as filmagens, “De volta para o Futuro: os Bastidores da Trilogia”, e o documentário “Back in Time”, financiado por fãs, que traz entrevistas inéditas e analisa a influência da trilogia na cultura pop dos últimos 30 anos. É impressionante a permanência da produção, que continua, após três décadas, a inspirar produtos e homenagens à visão futurista dirigida por Robert Zemeckis e estrelada por Michael J. Fox. Ao menos na publicidade, muitas das previsões da trilogia para 2015 se tornaram realidade nos últimos dias, como se pode ver por novas propagandas da Pepsi, Burger King, Nike, Ford e Universal Pictures inspiradas em produtos exibidos em “De Volta para o Futuro – Parte II”. Para completar, ao final da seleção abaixo, um vídeo lembra que, embora os produtos mais “coloridos” do filme não tenham se materializado, pelos menos 11 coisas previstas no longa já existem no mundo real. De verdade.
Carol: Romance lésbico de Cate Blanchett e Rooney Mara ganha 45 fotos e novos pôsteres
A TWC divulgou 45 fotos e o novo pôster de “Carol”, romance lésbico estrelado por Cate Blanchett (“Blue Jasmine”) e Rooney Mara (“Terapia de Risco”). As fotos são repleta de olhares e gestos compartilhados de forma discreta, que revelam a forma recatada com que o casal se envolve, mostrando pouco afeto em público, durante os anos 1950. As imagens também a família de Carol (Blanchett): o marido vivido por Kyle Chandler (série “Friday Night Lights”) e a filha interpretada pela jovem estreante Kk Heim. “Carol” é a adaptação do livro “The Price of Salt”, escrito em 1952 pela famosa autora de suspenses Patricia Highsmith (sob o pseudônimo de Claire Morgan), mais conhecida por suas histórias de crimes, que inspiraram filmes como “Pacto Sinistro” (1951), de Alfred Hitchcock, e “O Talentoso Ripley” (1999), de Anthony Minghella. Na trama, Carol Aird (Blanchett) é uma mulher refinada, que está presa em um casamento sem amor, mas que lhe sustenta financeiramente. Após seu último envolvimento com uma amante (Sarah Paulson, da série “American Horror Story”), seu marido (Chandler) lhe ameaça com o divórcio e a perda da guarda de sua filha. Mas sua disposição em se conformar com o jogo de aparências é colocada em xeque quando ela conhece Therese Belivet (Mara), uma jovem que trabalha numa loja de departamentos e sonha com uma vida melhor. O que começa com uma troca de olhares logo se torna cada vez mais sedutor e irresistível. A adaptação foi roteirizada pela diretora de teatro Phyllis Nagy (“Mrs. Harris”) e dirigida por Todd Haynes, que antes já havia transformado Cate Blanchett em homem no filme “Não Estou Lá” (2007). Elogiadíssimo em sua passagem pelo Festival de Cannes, o drama rendeu o prêmio de Melhor Atriz para Rooney Mara. A estreia acontece em 18 de dezembro nos EUA e um mês depois, em 14 de janeiro, no Brasil.
O Bom Dinossauro: Vídeo especial comemora 20 anos de amizade nas animações da Pixar
Os estúdios Pixar prepararam um pequeno vídeo comemorativo dos 20 anos de seu primeiro longa, “Toy Story” (1995), para celebrar suas duas décadas de “histórias de amizade”. O objetivo, porém, é mesmo divulgar seu novo longa, “O Bom Dinossauro” (2015), que mostra a improvável amizade entre um bebê humano e um jovem apatossauro chamado Arlo. Dirigido por Peter Sohn, que trabalhou como animador em “Ratatouille” (2007), o filme estreia em 25 de novembro nos EUA e apenas em 7 de janeiro no Brasil.
Super-herói Cavaleiro da Lua pode virar série do Netflix
O site Netflix pode adaptar os quadrinhos do Cavaleiro da Lua, um dos personagens que vem sendo ogitado como candidato a série desde 2010. O rumor foi requentado pelo site Heroic Hollywood. Maldosamente chamado de “Batman de Marvel”, Marc Spector era um mercenário que, ao ser abandonado para morrer no Egito, tem uma visão com o deus egípcio da lua e decide se transformar em super-herói. Assim como Batman, ele assume a identidade de um milionário e se mostra um mestre dos disfarces, trabalhando também como um taxista comum para obter informações do submundo do crime. Criado em 1975 por Doug Moench, como coadjuvante de uma história em quadrinhos do Lobisomem, o personagem apareceu em vários gibis antes de ganhar sua revista própria em 1980. Segundo a especulação, o Cavaleiro da Lua pode ser introduzido numa das séries de super-heróis produzidas pelo Netflix, seguindo o exemplo do Justiceiro, que estreará em 2016 na 2ª temporada de “Demolidor”. Após essa participação, ele ganharia uma série própria. Nem Marvel nem Netflix confirmam os planos para o personagem.
Séries Defiance e Dominion são canceladas
O canal pago americano SyFy cancelou duas séries cultuadas de sua programação, “Defiance” e “Dominion”. “Defiance” era a série de maior audiência do SyFy, mas tinha um custo de produção muito elevado, por conta dos efeitos visuais, que inviabilizavam sua manutenção. Além disso, sua trama chegou num ponto propício para o cancelamento. Criada por Rockne S. O’Bannon (da cultuada série “Farscape”), a série era ambientada em um futuro próximo, após a Terra ser devastada por uma guerra interplanetária e um armistício dar início à convivência entre a humanidade e diversas espécies alienígenas. A trama se passava na cidade Defiance, erguida sobre as ruínas de Saint Louis, que servia como uma espécie de campo de refugiados e era comandada por duas forças da lei, o xerife Jeb Nolan (Grant Bowler) e a prefeita Amanda Rosewater (Julie Benz). A série foi encerrada ao final de sua 3ª temporada, com um desfecho que mostrou Nolan rumo ao espaço distante. O episódio foi assistido por 1,9 milhão de telespectadores em 28 de agosto. “Dominion”, por sua vez, era uma adaptação do filme “Legião” (2010) desenvolvida por Vaun Wilmott (roteirista de “Sons of Anarchy”). A trama se passava após os eventos mostrados no filme e acompanhava um jovem soldado (Christopher Egan, da série “Kings”), que descobre ser o improvável salvador da humanidade, após o arcanjo Gabriel (Carl Beukes, de “Mandela”) declarar aberta a temporada do apocalipse. O cancelamento foi motivado pela baixa audiência da 2ª temporada, em torno de 800 mil telespectadores por episódio, uma queda de 45% em relação ao público da temporada inaugural. Infelizmente, o último episódio, exibido no dia 1º de outubro, não trouxe conclusão para a trama, introduzindo um novo embate, contra Lúcifer, que jamais se materializará.
John Carpenter vence ação de plágio contra Sequestro no Espaço, de Luc Besson
É oficial: o filme de ficção científica “Sequestro no Espaço” (2012), escrito e produzido pelo cineasta Luc Besson, é plágio descarado de “Fuga de Nova York” (1981), clássico escrito e dirigido por John Carpenter. O veterano cineasta venceu a ação que moveu contra a empresa de Besson, a EuropaCorp, na França. A justiça francesa reconheceu as muitas similaridades entre os dois filmes, dando ganho de causa ao mestre do suspense americano. “Sequestro no Espaço” trazia Guy Pearce como Snow, um ex-militar forçado a se infiltrar numa prisão espacial para resgatar a filha do Presidente americano (Maggie Grace), prisioneira dentro da instalação. Já em “Fuga de Nova York”, Kurt Russell interpreta Snake Plissken, um ex-militar forçado a uma missão de resgate do Presidente americano, cujo avião foi derrubado dentro da Ilha de Manhattan, transformada numa superprisão. Ao proferir sua sentença, a corte francesa ainda lembrou que várias críticas de “Sequestro no Espaço”, que foi dirigido pela dupla James Mather e Stephen St. Leger, chamaram atenção para as semelhanças entre os dois filmes. A EuropaCorp foi condenada a pagar 50 mil euros para a produtora de “Fuga de Nova York”, 20 mil euros para Carpenter e 10 mil euros para Nick Castle, co-roteirista do filme de 1981. Apesar da multa ser considerada baixa, o advogado do estúdio avisou que vai recorrer. Carpenter está atualmente envolvido, como produtor, num projeto de refilmagem de “Fuga de Nova York”, e isso pode ter influenciado sua decisão de processar a EuropaCorp, cuja “homenagem” (agora, oficialmente plágio) pode ter enfraquecido o projeto.
A Garota Dinamarquesa: Eddie Redmayne muda de sexo em trailer de cinebiografia
A Focus Features divulgou o novo trailer do drama “A Garota Dinamarquesa”, história do primeiro transexual a mudar cirurgicamente de sexo. O vídeo resume a trama, mostrando como Einar Wegener, interpretado por Eddie Redmayne (vencedor do Oscar por “A Teoria de Tudo”), enfrentou preconceitos e contou com o apoio de sua esposa (Alicia Vikander, de “O Agente da UNCLE”) para alterar sua identidade sexual. Vikander, por sinal, parece se candidatar a prêmios em suas fortes aparições na prévia. A cinebiografia tem direção de Tom Hooper (vencedor do Oscar por “O Discurso do Rei”) e é baseada no livro homônimo de David Ebershoff sobre o dinamarquês que em 1930 se tornou um dos primeiros homens na história a se submeter a uma operação de mudança de sexo. O roteiro foi escrito por Lucinda Coxon (“Matador em Perigo”). “A Garota Dinamarquesa” marca o reencontro do diretor com Redmayne, depois de terem trabalhado juntos no musical “Os Miseráveis” (2012). O elenco também inclui Amber Heard (“3 Dias Para Matar”), Matthias Schoenaerts (“Ferrugem e Osso”) e Ben Whishaw (“007 – Operação Skyfall”). Exibido sob aplausos efusivos no Festival de Veneza, o filme estreia em 27 de novembro nos EUA e apenas em fevereiro de 2016 no Brasil.
Kate Winslet estrelará cinebiografia da top model que virou fotógrafa de guerra
A atriz Kate Winslet (“Divergente”) vai protagonizar a cinebiografia de Elizabeth “Lee” Miller, modelo aclamada dos anos 1920 que foi capa da Vogue e virou uma fotógrafa de prestígio durante a 2ª Guerra Mundial. A informação é do site The Hollywood Reporter. Além de modelo de moda, Elizabeth “Lee” Miller colaborou e foi musa de artistas como Man Ray e Pablo Picasso, sendo aclamada como repórter fotográfica por suas imagens da guerra, que registraram para a revista Vogue momentos históricos, como o bombardeio de Londres, a libertação de Paris e o Holocausto, em fotos chocantes dos campos de concentração nazistas. Ainda sem título definido, o filme será baseado no livro “The Lives of Lee Miller”, escrito pelo filho dela, Antony Penrose. Não há previsão de estreia.
Um Homem Só: Vladimir Brichta ganha clone em trailer e pôsteres de comédia brasileira
Um Homem Só: Vladimir Brichta ganha clone em trailer e pôsteres de comédia brasileira O ator Vladimir Brichta, que recentemente foi “Muitos Homens num Só”, agora é “Um Homem Só”, no trailer e nos pôsteres da comédia homônima. Divulgado pela Downtown Filmes, o vídeo mostra Brichta infeliz no casamento e no trabalho, até que encontra uma versão ruiva e exêntrica da atriz Mariana Ximenes (“Os Penetras”), que sacode seu mundo. Entre idas e vindas, ele acaba chegando à conclusão que a solução para sua felicidade passa pela criação de um clone. Claro que ele vai se arrepender da ideia na hora H e claro que será tarde demais. “Um Homem Só” segue o filão do humor fantasioso desbravado por “Se Eu Fosse Você” e “Mulher Invisível” no Brasil, mas a prévia também lembra, inevitavelmente, as comédias americanas “Eu, Minha Mulher e Minhas Cópias” e “Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças”. Dirigido por Cláudia Jouvin (roteirista de “O Gorila” e da série “A Grande Família”), “Um Homem Só” ganhou três Kikitos no Festival de Gramado de 2015, entre eles o de Melhor Atriz para Ximenes e Ator Coadjuvante para Otávio Muller (“O Gorila”). Também estão no elenco Ingrid Guimarães (“De Pernas pro Ar”), Eliane Giardini (novela “Avenida Brasil”), Milhem Cortaz (“O Lobo Atrás da Porta”), Natália Lage (“Vai que dá Certo”), Cadu Fávero (“Paraísos Artificiais”), Aramis Trindade (“Sorria, Você Está Sendo Filmado”) e o argentino Daniel Aráoz (“Querida, Vou Comprar Cigarros e Já Volto”). O filme também teve sessões na Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, mas só tem previsão de estreia comercial para setembro de 2016.












