Decisão do TCU pode mudar regras da captação de incentivos fiscais para a produção cultural no Brasil
Uma decisão do Tribunal de Contas da União (TCU) pode levar à modificação da aplicação da Lei Rouanet, que assegura incentivos fiscais a empresas patrocinadoras de eventos culturais. Em entendimento do tribunal, aprovado na quarta-feira (3/2), projetos que apresentem “forte potencial lucrativo” ou que tenham capacidade de atrair “suficientes investimentos privados” não devem mais ser beneficiados pela lei. Ao analisar a regularidade do incentivo fiscal a eventos como o “Rock in Rio”, o relator do processo, ministro Augusto Sherman, observou: “Não consigo vislumbrar interesse público a justificar a renúncia de R$ 2 milhões de receita do Imposto de Renda em benefício da realização de um projeto com altíssimo potencial lucrativo, como o ‘Rock in Rio'”. A decisão do tribunal foi motivada pela captação de R$ 6 milhões pelo “Rock in Rio”, que vendeu todos os seus ingressos com antecedência, mas a investigação começou em 2011 após denúncia do Ministério Público, que entendeu que a Lei Rouanet proíbe que esse tipo de evento receba incentivo fiscal. O Ministério da Cultura, responsável pela autorização dos projetos culturais, argumentou no processo que não poderia negar o subsídio para projetos comerciais lucrativos. Mas, segundo Sherman, a lei determina que um fundo específico (o Ficart) deveria incentivar projetos com fins meramente comerciais. Como o Ficart nunca foi criado, o Ministério acaba usando o Fundo Nacional de Cultura, originalmente criado para projetos com menor possibilidade de captar recursos, para todo tipo de incentivo. O relatório do TCU aponta que o patrocínio distorce os objetivos do Ministério da Cultura, como o incentivo à cultura regional, já que o dinheiro prioriza as estratégias de marketing das empresas patrocinadoras. Para o tribunal, isto representa uma inversão de prioridades no uso de recurso público. Caso a determinação vire lei, é possível que as comédias da Globo Filmes também sejam afetadas, uma vez que se encaixam no modelo do “forte potencial lucrativo”. Com isso, sobraria mais dinheiro para o Ministério incentivar outro tipo de padrão cinematográfico para o Brasil. Como ainda cabe recurso da decisão, não há previsão de quando a proibição entrará em vigor.
Steven Soderbergh pode abandonar “aposentadoria” para filmar Matt Damon e Channing Tatum
O diretor Steven Soderbergh pode voltar ao cinema. Quase três anos depois de anunciar sua aposentadoria de Hollywood, o cineasta está inclinado a dirigir um filme estrelado por Matt Damon e Channing Tatum, intitulado “Hillbilly Heist” (algo como “assalto caipira”). A informação é do site The Wrap, que, entretanto, não dá maiores detalhes sobre o projeto, cuja trama estaria sendo mantida em sigilo. O último filme que Soderbergh dirigiu foi o suspense “Terapia de Risco” (2013), estrelado por Rooney Mara (“Carol”). Dizendo-se decepcionado com Hollywood, após não conseguir financiamento para o filme “Minha Vida com Liberace”, ele jurou que não faria mais trabalhos para o cinema. “Minha Vida com Liberace” acabou sendo produzido para o canal pago HBO e ganhou todos os prêmios de Melhor Telefilme de 2013 que disputou. Soderbergh também desenvolveu a série “The Knick”, atualmente em sua 2ª temporada, e está produzindo “The Girlfriend Experience”, série baseada em seu filme “Confissões de Uma Garota de Programa” (2009), prevista para abril nos EUA. No passado, porém, sua relação com Hollywood foi bastante frutífera, rendendo-lhe um Oscar de Melhor Direção por “Traffic” (2000), além de sucessos de bilheteria, como “Erin Brockovich” (2000), os três filmes da franquia iniciada por “Onze Homens e Um Segredo” (2004) e “Magic Mike” (2012), coincidentemente estrelados por Matt Damon e Channing Tatum. “Hillbilly Heist” ainda não tem previsão para o início das filmagens nem data de estreia.
Luana Piovani posará para a primeira capa do reboot da Playboy brasileira
A atriz Luana Piovani (“A Mulher Invisível”) vai estampar a capa da primeira edição do reboot da Playboy brasileira, agora em nova editora. Ainda não está claro se ela posará nua. Em comunicado divulgado à imprensa, a PBB Entertainment, que passará a publicar a revista no Brasil, afirmou que, na nova fase da Playboy, “a mulher não terá mais obrigatoriedade de exibir nudez frontal”. Nos Estados Unidos, a decisão foi ainda mais radical, extinguindo completamente a nudez. A primeira edição desta nova fase chegou às bancas americanas nesta quinta-feira (4/2), trazendo uma modelo vestida (de calcinha e top), encerrando uma tradição de mais de 60 anos de celebridades peladonas – de Marilyn Monroe à Madonna. Além disso, as fotos desta nova Playboy são livres de retoques, numa estratégia para dar aparência mais natural às modelos e atrair um público jovem, segundo Cory Jones, diretor de conteúdo da revista americana. Para comprovar a tendência, na imagem da capa a modelo parece estar tirando um selfie, e é apresentada de uma forma que simula o layout do aplicativo Snapchat. Embora tenha optado por manter a nudez, a versão brasileira seguirá um caminho que não deve agradar a ex-BBBs e outras celebridades instantâneas. Diz o release da PBB: “Os ensaios não serão mais pagos com cachê porque o corpo da mulher não tem preço. Na nova Playboy, não haverá leilão sobre qual estrela foi mais bem paga, porque nenhuma mulher vale mais que outra. As mulheres vão se despir como e o quanto quiserem, porque a nova Playboy defende que a nudez não deve ser comprada: a mulher é parceira e não terá mais obrigatoriedade de exibir nudez frontal”. Luana Piovani já foi capa de outras publicações masculinas, mas ainda era virgem na Playboy. Ela vai encarar o desafio aos 40 anos de idade, e cinco meses após dar à luz um casal de gêmeos. Tanto que usou, nas redes sociais, as hashtags #quarentamodelomusa e #mãedetrês. Seus seguidores fizeram coro de satisfação. “Tá podendo, hein?. Lacradora”, escreveu um. “Vai voltar arrasando….linda, loira e magra!”, escreveu outro. A nova Playboy brasileira chegará às bancas em março.
O Regresso é o principal lançamento do Oscar nos cinemas brasileiros
“O Regresso”, que estreia nesta quinta (4/2) em 534 salas, não é apenas o maior lançamento da semana. É o maior lançamento de um filme selecionado para o Oscar 2016. Isto representa o apelo de Leonardo DiCaprio, que conseguiu se tornar um ator prestigiado, após diversos papéis lhe renderem sucessivas indicações ao prêmio da Academia, sem, entretanto, perder a popularidade conquistada na juventude, quando as fãs idolatravam seu rosto bonito. Pois “Leo” não está nada bonito em “O Regresso”. Barbudo, sujo, marcado por cicatrizes e feridas abertas pelo corpo, ele interpreta uma força da natureza, superando feras, neve, corredeiras, traições e seu próprio funeral, tamanha sua determinação para sobreviver e se vingar. E vencer o cobiçado Oscar. A história de Hugh Glass é verídica, na medida em que os mitos surgem com bases reais. E esta é a segunda vez que inspira um filme. Outro grande ator, Richard Harris, interpretou o personagem (rebatizado de Zachary Bass) no western “Fúria Selvagem” (1971). Mas a direção do mexicano Alejandro Iñarritu, auxiliado pela fotografia de tirar o fôlego de Emmanuel Lubezki (praticamente um codiretor), fazem de “O Regresso” um espetáculo visceral bem diferente do cinema de outrora. A cena do ataque do urso já entrou para a história, só superada em sua brutalidade por filmes de terror, e de tão realista é capaz de induzir o público a acreditar que DiCaprio realmente contracenou com um urso verdadeiro. Mas há tantas outras sequências impressionantes, materializadas em ritmo intenso, que mal dá tempo para o cérebro processar o que, além da iluminação natural, é de fato real e o que não passa de ilusionismo cinematográfico. Não é à toa que “O Regresso” teve 12 indicações ao prêmio da Academia. A programação de estreias inclui outro drama indicado ao Oscar, o húngaro “O Filho de Saul”, favorito na categoria de Melhor Filme Estrangeiro. O favoritismo reflete tanto o reconhecimento prévio, que inclui o Grande Prêmio do Júri no Festival de Cannes e o Globo de Ouro da categoria, quanto seu assunto. A Academia adora premiar filmes sobre o Holocausto. Mesmo assim, o longa de László Nemes é mais sombrio que a maioria das produções sobre o tema, ao se concentrar no judeu responsável por incinerar os cadáveres das vítimas das câmeras de gás. Sem Leonardo DiCaprio, esse “filme do Oscar” chega em apenas 22 salas. O circuito limitado também destaca um dos “injustiçados” da Academia, o filme indie “Tangerine”, premiado em diversos festivais, inclusive nos respeitados Karlovy Vary e Deauville. Por sinal, ele é um dos favoritos ao “Oscar independente”, o Spirit Awards. Se muito se lamenta a falta de diversidade entre os indicados ao prêmio máximo de Hollywood, “Tangerine” não pode ser mais diverso. Sua trama acompanha transexuais negros na Califórnia. Quando Sin-Dee Rella descobre que seu namorado a está traindo com outra, que não só é uma branquela como também uma mulher de verdade, sua reação é uma explosão de violência, representada de um jeito estabanado e bem-humorado. Filmado com iPhones, que realçam a iluminação das ruas e dão à produção uma textura artificial, “Tangerine” já virou um marco do cinema independente americano e entrou em diversas listas da crítica como um dos melhores filmes de 2015. Infelizmente, será lançado em circuito invisível, em poucas salas do Rio e São Paulo. Enquanto isso, três filmes muito ruins completam a ocupação das salas dos shopping centers de todo o país. Só o sucesso de “Os Dez Mandamentos” pode explicar o destaque conseguido por “Epa! Cadê o Noé?”, uma animação europeia de quinta categoria, sobre os bichinhos falantes da Arca de Noé, que chega em 232 salas. O besteirol americano “Tirando o Atraso” expõe Robert De Niro ao papel ridículo de vovô tarado, em 135 salas. Por fim, “A Escolha” serve para comprovar que os livros de Nicholas Sparks mudam de título, mas não de história, que inevitavelmente inclui um casal interiorano, que se apaixona de forma relutante, até que um acidente acontece no meio do lugar comum. A reciclagem ocupa 123 salas. Confira abaixo os trailers de todas as estreias da semana. Estreias de cinema nos shoppings Estreias em circuito limitado
Zoom: Trailer de comédia junta Alison Pill, Gael García Bernal e Mariana Ximenes
A O2 Filmes divulgou o primeiro trailer e o pôster de “Zoom”, comédia metalinguística do diretor brasileiro Pedro Morelli (“Entre Nós”), que se passa em três planos distintos, misturando animação e atores reais. A prévia se esforça em explicar a história, começando por uma artista (Alison Pill, de “Expresso do Amanhã”), que desenha uma história em quadrinhos de um diretor sexy de cinema (Gael García Bernal, em versão animada), que planeja filmar um drama sobre uma modelo brasileira (Mariana Ximenes, de “Os Penetras”). O círculo se completa quando a modelo revela seu projeto da modelo de escrever um livro sobre uma artista de quadrinhos, que desenha um diretor, etc. O elenco de apoio também inclui o Jason Priestley (da série “Barrados no Baile”), Tyler Labine (série “Reaper”) e Claudia Ohana (“A Novela das 8”). Coprodução entre o Brasil e o Canadá, “Zoom” é falado em inglês e seu roteiro, escrito pelo estreante Matt Hansen, está concorrendo ao Canadian Screen Awards, o “Oscar canadense”. A estreia nos cinemas brasileiros está marcada para 31 de março.
Vinyl: Vídeos de bastidores revelam detalhes da série roqueira de Mick Jagger e Martin Scorsese
O canal pago HBO divulgou quatro vídeos de “Vinyl”, série sobre a cena musical nova-iorquina dos anos 1970, produzida por Mick Jagger e Martin Scorsese. O mais interessante tem 7 minutos e meio de duração e faz um mergulho detalhado pelos bastidores da produção, mostrando como a série recriou a Nova York de 1973. Há também um depoimento de Mick Jagger sobre o período, uma coleção de entrevistas realizadas no tapete vermelho da première e um novo comercial. Como explica o primeiro vídeo, o projeto surgiu como ideia de Mick Jagger, que pretendia fazer um filme sobre o período. O cineasta Martin Scorsese (“O Lobo de Wall Street”), que ficou amigo do cantor durante as filmagens do documentário “Shine a Light” (2008), sobre os Rolling Stones, gostou da ideia, mas achou que renderia melhor como série. Ele próprio dirigiu o piloto aprovado pela HBO, que foi roteirizado por Terence Winter (criador da série “Boardwalk Empire”). A série é estrelada por Bobby Canavale (“Blue Jasmine”) na pele do dono de uma gravadora à beira da falência, que busca um artista capaz de “reinventar” seu negócio, em meio à reconstrução febril do estilo de vida movido a sexo, drogas e rock’n’roll da década em que o glam, o punk rock, as discotecas e o hip-hop surgiram em Nova York. O elenco também inclui Olivia Wilde (“Rush: No Limite da Emoção”) como a modelo casada com o personagem de Canavale, Ray Romano (“Everybody Loves Raymond”) como seu braço direito, Juno Temple (“Killer Joe”) como uma caçadora de talentos e James Jagger (filho de Mick) como cantor de uma banda punk. “Vinyl” tem estreia mundial marcada para 14 de fevereiro na HBO.
Novo trailer de A Era do Gelo: O Big Bang apresenta ameaça apocalíptica
A Fox Film do Brasil divulgou o segundo trailer da animação “A Era do Gelo: O Big Bang”, em versões legendada e dublada. A prévia mostra mais cenas inéditas, concentrando-se nas consequências das ações de Scrat no curta “Scratástofre Cósmica”, divulgado na íntegra em novembro. No vídeo, o esquilo pré-histórico Scrat leva sua obsessão por nozes ao espaço. Isto acontece quando ele liga, por acidente, um disco voador congelado, causando uma série de catástrofes que realinham os planetas do sistema solar e enviam meteoros em direção à Terra. Ao ver o fenômeno, Sid (dublado por John Leguizamo, no original) acha que são estrelas cadentes e faz um pedido, levando todos a acreditarem que seu pedido vai causar o fim do mundo. O quinto “A Era do Gelo” tem direção de Mike Thurmeier (co-diretor de “A Era do Gelo 3” e “4”) e Galen T. Chu (animador de todos “A Era do Gelo”) e estreia apenas em 29 de junho no Brasil, duas semanas antes do lançamento nos EUA.
Arrow: Vídeo e fotos destacam o retorno de Arsenal
A rede americana CW divulgou uma cena e fotos que mostram a volta do herói Arsenal (Colton Haynes) à série. A prévia inclui menções ao vilão Calculador. Interpretado por Tom Amandes (série “Everwood”), ele usa suas habilidades avançadas em ciência da computação e manipulação da internet para chantagear Roy Harper (identidade de Arsenal), fazendo o personagem reaparecer. Há boatos, alimentados pela própria equipe de produção da série, de que o Calculador teria ligação com o passado de Felicity. Alguns rumores sustentam que ele seria o próprio pai da personagem interpretada por Emily Bett Rickards. Intitulado “Unchained”, o 12º episódio da 4ª temporada de “Arrow” vai ao ar nesta quarta (3/2) nos EUA. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Warner.
Green Room: Banda punk tenta sobreviver a ataque de skinheads em trailer tenso de suspense
A A24 divulgou um novo pôster e o primeiro trailer completo do suspense “Green Room”. A prévia resume a premissa, acompanhando o drama de bastidores de um show de punk rock. Após testemunhar um assassinado, os músicos se trancam no camarim (“green room”, em inglês), enquanto skinheads violentos tentam matá-los. O clima é extremamente tenso e violento, a ponto de o trailer receber classificação para maiores nos EUA. O elenco inclui Anton Yelchin (“Star Trek”), Imogen Poots (“A Hora do Espanto”), Alia Shawkat (série “Arrested Development”), Callum Turner (“Queen and Country”), Joe Cole (série “Peaky Blinders”), Macon Blair (“Blue Ruin”), Mark Webber (“Scott Pilgrim Contra o Mundo”) e Patrick Stewart (“X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”), que vive o mentor dos skinheads. Escrito e dirigido por Jeremy Saulnier (do elogiado suspense “Blue Ruin”), “Green Room” foi exibido em vários festivais, inclusive no Rio, e estreia em 15 de abril nos EUA. Ainda não há previsão para seu lançamento comercial no Brasil.
Diretora de Psicopata Americano quer filmar crimes de Charles Manson
A diretora Mary Harron e a roteirista Guinevere Turner, que fizeram juntas “Psicopata Americano”, vão retomar a parceria para contar a história de um psicopata americano real, Charles Manson. Intitulado “The Family”, o filme examinará os assassinatos infames cometidos pela “família” de Manson, uma seita de hippies assassinos que barbarizou os EUA no final dos anos 1960. A trama será centrada na estudante Karlene Faith, que se junta a outras jovens que sofreram lavagem cerebral como parte da seita de Manson. O roteiro, já finalizado, é baseado no livro “The Long Prison Journey of Leslie van Houten: Life Beyond The Cult”, escrito por Faith, e também no livro de Ed Sanders, “The Family”, sobre os assassinatos da família Manson. No momento, “The Family” está em processo de escalação de elenco para iniciar suas filmagens na metade do ano, em Los Angeles.
Vin Diesel anuncia a produção de mais três Velozes e Furiosos até 2021
O astro Vin Diesel usou seu Instagram para anunciar os planos da Universal Pictures para a franquia de ação “Velozes e Furiosos”. Ele já havia mencionado que o próximo filme iniciaria uma trilogia, e agora é oficial. Além do já anunciado “Velozes e Furiosos 8”, mais dois longas foram confirmados até 2021. O anúncio resume o feito de forma publicitária: “duas décadas, dez filmes, uma saga”. (veja acima) O cronograma oficial é o seguinte: “Velozes e furiosos 8” estreia em 14 de abril de 2017, seguido por “Velozes e Furiosos 9” em 19 de abril de 2019 e “Velozes e Furiosos 10” em 2 de abril de 2021. Além do protagonista Vin Diesel, a franquia conta ainda com Dwayne Johnson, Tyreese Gibson, Michelle Rodriguez, Ludacris e o vilão Jason Statham. O elenco original contava ainda com Paul Walker, morto em um acidente automobilístico no final de 2013. A Universal também planeja lançar spin-offs da franquia, baseados em seus personagens coadjuvantes. Rumores indicam que Eva Mendes, vista em “+Velozes +Furiosos” (2003), o segundo filme, seria reincorporada à trama com este objetivo.
Revival: Diretor de A Culpa É das Estrelas prepara adaptação do novo livro sobrenatural de Stephen King
Pode não parecer por seu filme “A Culpa É das Estrelas”, mas o diretor Josh Boone é fã de terror. Seu próximo projeto será uma adaptação do romance sobrenatural “Revival”, de Stephen King, informou o site Variety. O próprio Boone já escreveu o roteiro, atraindo o interesse da Universal, que pode bancar a produção. Um dos mais recentes livros de King, publicado em 2014, “Revival” foi lançado no Brasil com o título original e segue um pregador que perde sua fé quando sua esposa e filho são mortos em um acidente. Ele logo se torna obcecado em encontrar o poder cura por meio da corrente elétrica, transformando-se num curandeiro. Um de seus primeiros milagres ajuda um jovem, que combate seus próprios demônios e é aliciado pelo pregador a auxiliá-lo em sua obsessão mortal. Trata-se da segunda adaptação de Boone para um romance de Stephen King. Ele escreveu o roteiro e pretende dirigir a adaptação do clássico best-seller “The Stand – A Dança da Morte”, mas a trama apocalíptica é tão ambiciosa que enfrenta diversos problemas, inclusive financeiros, para sair do papel. Além disso, ele também está envolvido na adaptação das “Crônicas Vampíricas” da escritora Anne Rice.
Filme Segundas Intenções pode ganhar continuação como série
A rede americana NBC aprovou o roteiro e deu sinal verde para a produção do episódio piloto de uma série derivada do filme “Segundas Intenções”, produção de 1999 estrelada por Ryan Phillippe, Sarah Michelle Gellar e Reese Witherspoon. Segundo o site Deadline, a atração seria uma continuação dos eventos mostrados no cinema. Assim, a trama seria encenada nos dias atuais, acompanhando o filho adolescente de Sebastian Valmont (o papel de Phillippe) e Annette Hargrove (Witherspoon). Ao encontrar o diário de seu falecido pai, o jovem descobre o legado da família, que ele não sabia que existia. Em busca de respostas, ele troca sua pequena cidade do Kansas por uma bolsa de estudos na prestigiada Brighton Preparatory Academy em San Francisco e logo se vê envolvido em um mundo de sexo, dinheiro, poder e corrupção que ele nunca poderia ter imaginado. A equipe que está desenvolvendo essa adaptação inclui Roger Kumble, roteirista e diretor do filme original, além de produtor Neal H. Moritz. Junto com eles, estão Lindsey Rosin e Jordan Ross, que realizaram a montagem de uma paródia musical chamada “Unauthorized Musical Parody of Cruel Intentions”, que fez bastante sucesso em Los Angeles. Vale lembrar que “Segundas Intenções” já era uma espécie de paródia, uma versão teen do romance clássico “Ligações Perigosas”, publicado por Choderlos de Laclos em 1782. A obra original ganhou diversas outras adaptações cinematográficas, sendo a mais bem-sucedida a versão dirigida por Stephen Frears em 1988, estrelada por Glenn Close, John Malkovich e Michelle Pfeiffer, que venceu três Oscars. Recentemente, a produção ganhou uma versão brasileira, exibida como minissérie na Rede Globo. A produção segue a tendência atual da TV americana, de adaptar filmes como séries, que tem rendido produções desiguais. Só nesta temporada, foram lançadas a bem-sucedida “Limitless”, que continua a trama de “Sem Limites” (2011), e a fracassada “Minority Report”, sequência do filme homônimo de 2002, já cancelada.












