Rooney Mara negocia viver Maria Madalena no cinema
A atriz Rooney Mara (“Carol”) está negociando estrelar uma superprodução religiosa baseada na vida de Maria Madalena, informou o site The Hollywood Reporter. O filme terá direção de Garth Davis (minissérie “Top of the Lake”), que atualmente trabalha com Rooney Mara em sua estreia no cinema, o drama “Lion”. Caso a atriz assine com a Universal para protagonizar o longa, reprisará sua parceria com o diretor. Produzido pela equipe vencedora do Oscar por “O Discurso do Rei” (2010), o filme terá roteiro de Helen Edmundson (telefilme “An Inspector Calls”) e Philippa Goslett (“Poucas Cinzas: Salvador Dalí”), e está sendo apresentado como “um retrato autêntico e humanista” de uma figuras mais enigmáticas e incompreendidas do Novo Testamento. Apesar do filão religioso ter se mostrado lucrativo nos últimos anos, a história de Maria Madalena inspira interpretações diversas, inclusive algumas de potencial polêmico. Embora tenha se popularizado a versão de que ela era uma prostituta salva por Jesus Cristo após se arrepender dos pecados, ainda sustentada nos DVDs da “Coleção Bíblia Sagrada”, muitos teólogos afirmam que nenhuma passagem do livro afirma isso categoricamente. Mais controvertida ainda, a teoria de que Maria Madalena teve filhos com Jesus Cristo também já foi explorada nos cinemas, na adaptação do best-seller “O Código Da Vinci” (2006), razão pela qual a produção foi rechaçada pela Igreja Católica. Nos cinemas, Maria Madalena já foi interpretada por grandes atrizes como Barbara Hershey (“A Última Tentação de Cristo”), Juliette Binoche (“Maria”) e Monica Bellucci (“A Paixão de Cristo”).
Elizabeth Banks será a vilã do filme dos Power Rangers
A atriz Elizabeth Banks (“A Escolha Perfeita”) assinou contrato com a Lionsgate para interpretar a vilão no novo filme dos “Power Rangers”, informou o site The Hollywood Reporter. Ela vai interpretar a clássica personagem Rita Repulsa, uma bruxa alienígena que planeja dominar o mundo. Rita Repulsa foi a vilã original da 1ª temporada da série televisava, em 1993. Já o novo filme será o terceiro longa da franquia, que já teve “Power Rangers: O Filme” (1995) e “Turbo – Power Rangers 2” (1997). A proposta é reinventar os heróis da série como um grupo de adolescentes do ensino médio que ganha poderes únicos para salvar o mundo. No filme, os Power Rangers serão interpretados por Naomi Scott (“Perdido em Marte”), Ludi Lin (série “Marco Polo”), RJ Cyler (“Eu, Você e a Garota Que Vai Morrer”), Becky Gomez (série “Empire”) e o estreante Dacre Montgomery. A história foi desenvolvida há quatro mãos pelo casal Kieran e Michele Mulroney (ambos de “Sherlock Holmes: O Jogo das Sombras”) e a dupla Matt Sazama e Burk Sharpless (do infame “Deuses do Egito”), e transformada em roteiro por John Gatins (“Need for Speed” e “O Voo”). A direção está a cargo de Dean Israelite (“Projeto Almanaque”) e a estreia acontece em 23 de março de 2017 no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Naomi Watts entra no revival da série Twin Peaks
Com o sucesso do revival de “Arquivo X”, as expectativas se voltam para outro projeto nostálgico dos anos 1990. Atualmente em pré-produção, “Twin Peaks” contratou Naomi Watts (“A Série Divergente: Insurgente”) e Tom Sizemore (“Falcão Negro em Perigo”) para a 3ª temporada da série, informou o site Deadline. A participação de Naomi permitirá um reencontro da atriz com o cineasta David Lynch, que a dirigiu em “Cidade dos Sonhos” (2001). O retorno de “Twin Peaks” terá todos os seus episódios dirigidos por Lynch. O cineasta também assina as tramas, em parceria com o co-criador do seriado, Mark Frost. O elenco também incluirá Laura Dern (“Império dos Sonhos”), Amanda Seyfried (“Ted 2”), Jennifer Jason Leigh (“Os Oito Odiados”), Balthazar Getty (“O Juiz”), Robert Knepper (série “Prison Break”) e Bailey Chase (série “Longmire”), além de alguns veteranos da série dos anos 1990, como Kyle MacLachlan, Sherilyn Fenn, Sheryl Lee, Michael Horse e Miguel Ferrer. O canal pago americano Showtime planeja exibir a “3ª temporada” de “Twin Peaks” em 2017.
Remake de Cabana do Inferno ganha primeiro trailer contagiante
A IFC divulgou o primeiro trailer de “Cabin Fever”, remake do terror “Cabana do Inferno”, que marcou a estreia do cineasta Eli Roth (“Bata Antes de Entrar”) em 2002. A prévia mantém a premissa típica de filme de terror, acompanhando um grupo de jovens sexualmente ativos num fim de semana numa cabana distante. Mas, em vez de um psicopata assassino, o que aparece para interromper sua diversão é um vírus sanguinário, cujo contágio alcança toda a vizinhança. O próprio Roth assina a produção, além de fazer uma figuração. A direção ficou a cargo de Travis Zariwny (“Scavengers”) e o jovem elenco inclui Gage Golightly (série “Teen Wolf”), Matthew Daddario (série “Shadowhunters”), Nadine Crocker (“Rodeo & Juliet”), Dustin Ingram (“Atividade Paranormal 3”), Samuel Davis (“Eles Existem”) e Louise Linton (“Scavengers”). A estreia está marcada para 12 de fevereiro nos EUA.
A Bruxa: Novo trailer revela cenas de nudez e tensão
O estúdio A24 divulgou um novo trailer do terror “A Bruxa”, que rendeu o prêmio de Melhor Diretor para Robert Eggers no Festival de Sundance do ano passado. A prévia investe no clima de paranoia, tensão e angústia da trama, passada numa fazenda do século 17 na Nova Inglaterra, onde vive um casal temente a Deus e seus cinco filhos. A diferença em relação aos trailers anteriores fica por conta de flashes de nudez da bruxa do título, além de destacar o destino do bebê da história. O elenco é formado por Anya Taylor-Joy (série “Atlantis”), Ralph Ineson (“Guardiões da Galáxia”), Kate Dickie (série “Game of Thrones”), Julian Richings (série “Supernatural”) e Ellie Grainger (série “The Village”). Primeiro longa escrito e dirigido por Robert Eggers, “A Bruxa” estreia em 3 de março no Brasil, duas semanas após o lançamento nos EUA (em 19/2).
George Miller, diretor de Mad Max, vai presidir o Festival de Cannes 2016
Os organizadores do Festival de Cannes anunciaram nesta terça (2/2) que George Miller, diretor de “Mad Max: Estrada da Fúria”, vai presidir o júri do famoso evento internacional de cinema em 2016. “É um imenso prazer estar no centro deste festival carregado de história”, declarou Miller, no comunicado oficial. “É uma grande honra e não perderia por nada deste mundo”, completou o cineasta, que assume o cargo ocupado no ano passado pelos irmãos Joel e Ethan Coen (“Inside Llewyn Davis”). Miller será o primeiro australiano a presidir o júri de Cannes. Além de criar a franquia “Mad Max” em 1979, que lançou a carreira internacional de seu compatriota, o ator Mel Gibson, ele também filmou comédias como “As Bruxas de Eastwick” (1987), “Babe – O Porquinho Atrapalhado na Cidade” (1998) e a animação “Happy Feet – O Pinguim”, vencedor do Oscar da categoria em 2007. Seu filme mais recente, o quarto “Mad Max”, recebeu dez indicações para o Oscar 2016. O 69º Festival de Cannes acontecerá entre 11 e 22 de maio na Riviera Francesa.
Mad Max: Estrada da Fúria vence o “Oscar” da Austrália
A Academia Australiana de Cinema também tem seu Oscar. Na verdade, se chama AACTA International Awards e premia os melhores filmes internacionais do ano. Algo como se a Academia Brasileira de Cinema fosse premiar produções de Hollywood. Completamente sem importância, mas, enfim, é mais uma chance de os australianos defenderem o filme de seu compatriota, George Miller, na guerra de publicidade que cerca o Oscar. “Mad Max – Estrada da Fúria” levou o prêmio de Melhor Filme de 2016, além de dar a Miller o troféu de Melhor Direção. Outra australiana “internacional” também foi premiada: Cate Blanchett faturou o AACTA International Award de Melhor Atriz por “Carol”. Sua colega de cena, Rooney Mara, também foi premiada como Melhor Coadjuvante. Blanchett e Mara, por sinal, foram as principais atrações da cerimônia, aparecendo para receberem seus prêmios, assim como Miller. E, de resto, a premiação tentou antecipar o Oscar, entregando sua estatueta de Melhor Ator para representantes de Leonardo DiCaprio, enquanto representantes de Mark Rylance ficaram com o troféu de Coadjuvante por “Ponte dos Espiões”. Favorito da crítica americana, “Spotlight” também saiu premiado, com o troféu de Melhor Roteiro entregue para Josh Singer. Vencedores do AACTA International Awards 2016 Melhor Filme “Mad Max – Estrada da Fúria” Melhor Direção George Miller, por “Mad Max – Estrada da Fúria” Melhor Roteiro “Spotlight” Melhor Ator Leonardo DiCaprio, por “O Regresso” Melhor Atriz Cate Blanchett, por “Carol” Melhor Ator Coadjuvante Mark Rylance, por “Ponte dos Espiões Melhor Atriz Coadjuvante Rooney Mara, por “Carol”
Sem apoio federal, O Menino e o Mundo apela ao público por ajuda na disputa do Oscar 2016
O cineasta brasileiro Alê Abreu, que concorre a uma indicação ao Oscar de Melhor Animação por “O Menino e o Mundo”, lançou uma campanha de crowdfunding para divulgar seu filme e tentar conquistar os votos dos eleitores da Academia. A tarefa é inglória, pois o filme está concorrendo com produções de orçamentos milionários. A campanha foi lançada no site Catarse, a primeira plataforma brasileira de financiamento coletivo online. A meta inicial é arrecadar R$ 100 mil que serão utilizados para ações de investimento em relações públicas, envio de DVDs e organização de sessões especiais para os votantes. No primeiro fim de semana, as contribuições chegaram à 40% da meta inicial, mostrando o apoio do público brasileiro à iniciativa. Para ajudar, basta entrar no site oficial da campanha. Mas… e o apoio das “autoridades”? É engraçado que o filme não conte com apoio do governo federal em sua campanha. Afinal, “Que Horas Ela Volta?”, indicado pelo Ministério da Cultura para disputar uma vaga no Oscar de Melhor Filme Estrangeiro, recebeu aporte financeiro da Ancine de R$ 250 mil, para uso na fase inicial de sua divulgação internacional, visando obter uma indicação ao Oscar. Ou seja, gastou mais que o dobro do que pede “O Menino e o Mundo” sem chegar tão longe quanto o filme de Alê Abreu. Até onde se saiba, “O Menino e o Mundo” é tão brasileiro quanto “Que Horas Ela Volta?”. Mas, em seu site oficial, a Ancine apenas “parabeniza o diretor Alê Abreu e toda a equipe do filme ‘O Menino e o Mundo’ pela indicação ao Oscar 2016 de melhor longa-metragem de animação”. Bacana, né? Veja abaixo o vídeo em que Alê Abreu pede apoio para a campanha de “O Menino e o Mundo” no Oscar 2016.
Um dia após perder o pai, Vanessa Hudgens arrasa em Grease Live. Veja 11 clipes do musical
O especial “Grease Live”, apresentação ao vivo do musical “Grease”, superou as expectativas da crítica e diversas dificuldades inesperadas para se tornar o maior sucesso da noite de domingo no canal americano Fox. A produção atraiu 12,2 milhões de espectadores e marcou 4.3 pontos na medição demográfica do instituto Nielsen, que foca a audiência do público-alvo dos anunciantes. A transmissão teve que enfrentar uma chuva imprevista nas cenas ao ar livre, trocas de figurino complicadas e uma angustiante perda de áudio, mas os principais comentários nas redes sociais se focaram no drama de bastidores de Vanessa Hudgens. Seu pai faleceu de câncer um dia antes da apresentação e, mesmo assim, ela participou do espetáculo, dando vazão ao velho mote de que “o show não pode parar”. Ao final, ela deu a melhor performance da noite, como Betty Rizzo, e os créditos do especial homenagearam a memória de seu pai. Vanessa não cantava numa produção desde a franquia televisiva “High School Musical” (2006-2008) e o filme “High School Band” (2009). Sua colega em “High School Musical”, Ashley Tisdale prestou sua solidariedade no Twitter. “Eu não esperaria menos do que isso. Vanessa Hudgens está detonando! Tão orgulhosa da minha garota!”, ela escreveu. O espetáculo foi baseado na peça homônima de 1971, mas manteve referências ao sucesso de cinema “Grease: Nos Tempos da Brilhantina” (1978), estrelado por John Travolta (“Dupla Implacável”) e Olivia Newton-John (“Depois dos 30”), a maior bilheteria de um filme musical na história. Aaron Tveit (série “Graceland”) e Julianne Hough (“Rock of Ages”) ficaram com os papeis principais, como o casal Danny Zucko e Sandy. “Grease Live” foi o segundo maior sucesso dos revivals musicais que viraram moda na TV americana desde a exibição de “The Sound of Music”, versão ao vivo de “A Noviça Rebelde” estrelada pela cantora Carrie Underwood em 2014. Sua audiência só perdeu para a do próprio “The Sound of Music”, visto por 18 milhões de espectadores. Os demais especiais foram “The Wiz” (11,5 milhões) e “Peter Pan Live” (9,2 milhões). Confira abaixo algumas cenas do especial:
Terror e Sci-fi marcam novos projetos da rede americana CW
Além de “Riverdale” e “No Tomorrow”, a rede americana CW encomendou mais quatro pilotos de séries novas, todos de temática fantasiosa e centrados em protagonistas femininas. Entre as novas opções, destaca-se uma versão do filme “Alta Frequência” (2000). Desenvolvido por Jeremy Carver (criador da série “Being Human”), “Frequency” vai acompanhar uma policial que entra em contato, pelo rádio, com seu pai falecido. Policial veterano, ele a ajuda a resolver um caso, mas isso cria um efeito borboleta no presente. O filme original (imagem acima) contava a história de um policial (Jim Caviezel, da série “Person of Interest”) que consegue se comunicar com o pai (Dennis Quaid, de “A Qualquer Preço”), um bombeiro falecido há 30 anos, por meio de um rádio amador. Conforme o pai o ajuda a desvendar um mistério, o policial tenta salvar a vida dele no passado. Também lidando com o sobrenatural, “Transylvania” vai se passar em 1880 e acompanhar a busca de uma mulher por seu pai desaparecido, que a leva de Nova York até a Transilvânia, na Romênia, onde se junta a um detetive descreditado da Scotland Yard para testemunhar o nascimento dos monstros e vilões mais famosos da história. Criação de Hugh Sterbakov (série “Frango Robô”), o projeto tem produção da equipe de “Zoo”, Jeff Pinkner, Josh Appelbaum, Andre Nemec e Scott Rosenberg. Há um terceiro projeto sobrenatural, ainda sem título, desenvolvido por Kevin Williamson (criador das séries “The Vampire Diaries” e “The Following”). A trama gira em torno de uma jovem, que começa a experimentar fenômenos paranormais e busca ajuda de um parapsicólogo. Trata-se do terceiro piloto de Williamson na temporada, após as encomendas do thriller de espionagem “Recon” na Fox e a sci-fi de viagem no tempo “Time After Time” na ABC. O diretor David Nutter (dos episódios mais falados de “Game of Thrones”) vai comandar o novo piloto, com a intensão de manter sua fama de sempre aprovar os projetos que assina – desde “Space: Above and Beyond”, em 1995! Outro projeto sem título vai combinar mistério e sci-fi. Criado por Doris Egan (roteirista-produtora de “Dark Angel”, “Tru Calling”, “Torchwood” e “Black Sails”), a trama acompanha a chegada de uma equipe de exploradores na primeira colônia humana de Marte, apenas para encontrar o acampamento vazio. Liderados por uma mulher, cujo marido está entre os desaparecidos, eles precisam se adaptar à surpresa, mudando sua missão para investigar e sobreviver ao que quer que tenha acontecido. O piloto está sem título porque, originalmente, deveria se chamar “Colony”, mas outra série com este nome tomou a sua frente e já entrou no ar. Caso alguma dessas séries seja aprovada, o CW terá que encontrar espaço em sua programação, substituindo as atrações que lutam com audiências baixas. No ano passado, o canal chamou a atenção por ter sido o que menos fez cancelamentos na temporada – apenas dois: “Hart of Dixie” e a estreante “The Messengers” – , mas já em novembro anunciou que a renovação de “Beauty and the Beast” seria para sua última temporada. Atualmente, as séries de menor audiência do CW incluem as duas mais premiadas, as comédias “Crazy Ex-Girlfriend” (média de 878 mil telespectadores) e “Jane the Virgin” (1 milhão), além de “The Originals” (985 mil), o drama de época “Reign” (1 milhão) e – surpresa! – “The Vampire Diaries” (1,2 milhão). Recentemente, Mark Pedowitz, presidente do CW, disse que só cancelaria “The Vampire Diaries” se os intérpretes dos irmãos Salvatore, Paul Wesley e Ian Somerhalder, lhe pedissem.
No Tomorrow: Versão americana de Como Aproveitar o Fim do Mundo tem piloto encomendado
A minissérie brasileira “Como Aproveitar o Fim do Mundo” deu mais um passo para ganhar versão americana. A rede americana CW aprovou o roteiro e encomendou a produção do piloto da atração, que recebeu o nome de “No Tomorrow”. Escrita por Corinne Brinkerhoff e produzida por Ben Silverman (que juntos produzem “Jane the Virgin”, adaptação bem-sucedida de uma novela venezuelana), o piloto da comédia vai acompanhar a gerente de um grande depósito de vendas que passou a vida inteira evitando riscos, até se apaixonar por um homem aventureiro. Ela descobre que ele vive intensamente por acreditar que o apocalipse é iminente, e é convencida a embarcar numa jornada para realizar todos os seus desejos antes que o mundo acabe. A série brasileira era estrelada por Alinne Moraes e Danton Mello, e tinha como história central a ideia de que, segundo uma profecia maia, o mundo acabaria em 21 de dezembro de 2012. Durou oito episódios e foi cancelada na véspera da data em que o planeta “acabaria”, mas mesmo assim conseguiu ser indicada ao Emmy Internacional em 2013, chamando atenção dos produtores americanos. Relatos anteriores da imprensa americana viam dificuldades na adaptação, porque a Globo insistia em créditos de coprodução, o que estaria emperrando as negociações. Mas este é o único piloto de comédia encomendado pelo CW para a próxima temporada, gênero que, se não tem atraído público, vem rendendo reconhecimento crítico ao canal, graças aos prêmios conquistados pela própria “Jane the Virgin” e, mais recentemente, “Crazy Ex-Girlfriend”. Caso “No Tomorrow” tenha seu piloto aprovado e vire série, será a segunda aprovação da temporada para um projeto de Brinkerhoff, que já emplacou “American Gothic”, sobre os filhos de um serial killer, no calendário de verão da rede CBS.
Riverdale: Turma do Archie pode virar série com atores reais
O canal CW encomendou o piloto de uma série baseada nos quadrinhos e desenhos animados da “Turma do Archie”. A produção está a cargo de Greg Berlanti, que com os sucessos de “Arrow” e “The Flash” vem se especializando em adaptações televisivas de quadrinhos. O piloto foi escrito por Roberto Aguirre-Sacasa (roteirista da série “Glee” e do remake de “Carrie, a Estranha”), que tem realizado uma verdadeira revolução como diretor criativo da Archie Comics, tornando a editora das histórias do Archie uma das mais faladas da atualidade, graças à introdução de temas de terror e tramas adultas. Aparentemente, a série vai refletir essa abordagem. E isto chegou a ser considerado um problema logo de cara. Intitulado “Riverdale”, o projeto foi originalmente desenvolvido para a rede Fox, que, entretanto, considerou o roteiro sombrio demais. A CW comemorou. “A abordagem sombria é consequência de ter Roberto e Greg, e se eles colocam algo na cabeça, você tem que aproveitar e lhes dar corda”, disse Mark Pedowitz, presidente da CW, defendendo a abordagem para o site The Hollywood Reporter. “É por isso que topamos ir para as sombras com eles”. O título “Riverdale” se refere à cidade fictícia e à escola frequentada por Archie, Betty, Veronica, Reggie, Moleza e demais personagens da “Turma do Archie”, a Riverdale High School. Uma cultuada banda punk americana também adotou o nome de The Riverdales em homenagem à criação de Vic Bloom e Bob Montana. Os quadrinhos dos Archies são publicados desde 1941 nos EUA, acompanhando o cotidiano do estudante Archie Andrews e seus amigos do colegial. Eles se tornaram conhecidos no Brasil pela série animada dos anos 1960 “A Turma do Archie”, que também fez sucesso no rádio, quando a música “Sugar, Sugar”, tocada pela banda The Archies, supostamente formada pelos personagens, saiu da animação para se tornar um fenômeno pop internacional. A produção ainda ganhou um spin-off que acabou se tornando ainda mais popular que a turma original, sobre a feiticeira adolescente “Sabrina”. A ideia de Aguirre-Sacasa é incluir outros personagens famosos da Archie Comics, como a própria Sabrina e Josie e as Gatinhas, uma banda feminina que também teve um desenho animado popular em 1970. A trama, porém, não terá elementos de nostalgia, pois vai se passar no presente, explorando o clima surrealista da vida na cidade pequena que lhe dá nome, com direito à toda escuridão e estranheza que borbulha sob a fachada saudável de Riverdale. A escalação do elenco deve começar nas próximas semanas, e será curioso ver quem viverá o popular estudante Archie Andrews, a garota do lado Betty Cooper e a socialite rica Veronica Lodge, além de todo o elenco de apoio da franquia, inclusive o personagem gay Kevin Keller, recentemente criado nos quadrinhos. Entretanto, a 1ª temporada só será encomendada se o piloto agradar.
Playlist: 13 clipes de clássicos do rock psicodélico
Uma viagem psicodélico pelos anos 1960, em homenagem à cantora Signe Toly Anderson e ao guitarrista Paul Kantner, membros do Jefferson Airplane que faleceram em 28 de janeiro. O cantor Marty Balin resumiu tudo, ao dizer: “Eu imagino que ela e Paul acordaram no Céu e disseram: ‘E aí, o que você está fazendo aqui? Vamos fazer uma banda”. A jornada começa atrás do coelho branco do Jefferson Airplane, e segue por Electric Prunes, The Animals, Amboy Dukes, Strawberry Alarm Clock, Lemon Pipers, The Monkees, Iron Butterfly, Vanilla Fudge, Yardbirds, Jimi Hendrix, Country Joe & The Fish até The Doors, “The End”.












