Diretor de Maze Runner escreve carta sobre acidente de Dylan O’Brien
O diretor da franquia “Maze Runner”, Wes Ball postou uma carta em sua conta no Twitter, comentando o acidente no set que deixou Dylan O’Brien hospitalizado. O jovem ator que estrela a franquia sofreu um grave acidente durante as filmagens. Segundo o site TMZ, um veículo, pilotado por um dublê, teria perdido o controle e o atingido em cheio. O’Brien foi imediatamente levado ao hospital, com vários ferimentos e fraturas ósseas, mas não corre risco de vida e, segundo o diretor, em breve voltará para terminar as filmagens de “Maze Runner: A Cura Mortal”, capítulo final da trilogia. Na carta, Wes Ball comentou: “Tem sido um turbilhão de emoções nesses últimos dias. Estou cheio de raiva, tristeza e culpa. Mas, acima de tudo, sinto um grande amor e respeito por Dylan. Ele é um osso duro de roer. Sinto muito pela preocupação que esse acidente causou a seus amigos e familiares, bem como à minha maravilhosa equipe e elenco. É assustador ver seu amigo se machucar, mas, felizmente, Dylan vai ficar bem. Depois de algumas semanas de descanso e recuperação, ele estará de volta pronto para terminar a nossa aventura juntos”. pic.twitter.com/Z0tTdB7yNp — Wes Ball (@wesball) March 19, 2016
Good Behavior: Série estrelada por Michelle Dockery ganha primeiro trailer
O canal pago TNT divulgou o primeiro trailer de “Good Behavior”, que marca a estreia da atriz inglesa Michelle Dockery (série “Downton Abbey”) como protagonista de série americana. Na prévia, ela aparece com várias perucas, movida à álcool e sedução. Desenvolvida por Chad Hodge (criador de “Wayward Pines”, a série-fenômeno produzida por M. Night Shyamalan), “Good Behavior” traz Dockery como Letty Dobesh, uma ladra e trapaceira cuja vida sempre esteve um pouco fora dos eixos — exatamente como ela gosta. Recentemente libertada da prisão, Letty se reúne com seu filho de 10 anos que está sendo criado por sua mãe, Estelle, mas precisa manter encontros regulares com seu conselheiro Christian, um viciado com motivos questionáveis para ajudá-la. O caos retorna para a vida de Letty quando ela descobre que um assassino profissional foi contratado para matar a esposa de um homem, ela resolve evitar o pior. Mas ao entrar em rota de colisão com o matador, os dois acabam envolvidos em uma relação perigosa e sedutora. O elenco também inclui o argentino Juan Diego Botto (“Roma, Um Nome de Mulher”), Terry Kinney (minissérie “Show Me a Hero”) e Lusia Strus (série “Wayward Pines”). A 1ª temporada terá 10 episódios, com estreia prevista para o fim do ano.
Rowan Atkinson vive o Comissário Maigret em trailer e fotos de telefilme britânico
A rede britânica ITV divulgou o trailer e as fotos de “Maigret Sets a Trap”, telefilme em que Rowan Atkinson (o eterno “Mr. Bean”) vive o famoso Comissário Maigret, um dos mais célebres detetives franceses da literatura de mistério. A produção adapta o livro homônimo de Georges Simenon, publicado em 1955 e levado aos cinemas em 1958 com o título nacional de “Assassino de Mulheres”. A história do serial killer também integrou a série britânica “Maigret”, dos anos 1990, na qual o detetive francês era vivido por Michael Gambon (o Dumbledore da franquia “Harry Potter”). Passado em Paris na década de 1950, o telefilme acompanha a artimanha do Comissário Jules Maigret para capturar um assassino que aterroriza a cidade, apelando para a vaidade do criminoso para determinar qual de seus três suspeitos é o verdadeiro culpado. Além desse telefilme, a ITV também adaptou “Maigret’s Dead Man”, livro de 1948 que, até então, só havia sido adaptado pela televisão francesa, na série “Les Enquêtes du Commissaire Maigret”, durante os anos 1970. As duas produções foram escritas por Stewart Harcourt, roteirista da série “Agatha Christie’s Marple”. “Maigret Sets a Trap” estreia em 28 de março e “Maigret’s Dead Man” na semana seguinte, em 3 de abril no Reino Unido. A distribuição internacional é da BBC Worldwide, que já vendeu os direitos de exibição da série para canais da França (France 3), Alemanha (ARD), Suécia (TV4) e Dinamarca (DR). Ainda não há previsão para o lançamento no Brasil.
Convergente não tira Zootopia da liderança das bilheterias dos EUA
Maior lançamento do fim de semana nos EUA, “A Saga Divergente: Convergente” não foi capaz de tirar “Zootopia – Essa Cidade É o Bicho” da liderança das bilheterias do país. A animação de bichos falantes da Disney fez mais US$ 38 milhões e se manteve como o filme mais visto da América do Norte pela terceira semana consecutiva. O sucesso de “Zootopia” tem surpreendido até a própria Disney. Com sua arrecadação atual, o filme já fez mais de US$ 200 milhões nos EUA e está a um dia de atingir US$ 600 milhões em todo o mundo. Para se ter ideia, “Frozen – Uma Aventura Congelante” levou uma semana a mais para chegar nesses números. Além de “Frozen”, apenas “Operação Big Hero” superou US$ 600 milhões em arrecadação, entre todos os lançamentos da história da Disney Animation. Por sua vez, “A Saga Divergente: Convergente” fez US$ 29 milhões, muito abaixo do desempenho dos dois filmes anteriores da franquia – “Divergente” fez US$ 54,6 milhões em 2014 e “Insurgente” rendeu US$ 52,2 milhões em 2015. Para piorar, foi também o título de pior recepção crítica entre as franquias distópicas que tem sido produzidas em série nos últimos anos, com apenas 10% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Até o público parece concordar, dando nota B na pesquisa do CinemaScore (contra notas A de “Divergente” e A- de “Insurgente”). A Lionsgate, porém, anteviu o problema e tomou iniciativas importantes. Primeiro, antecipou o lançamento no mercado internacional, evitando a contaminação das críticas negativas e o desempenho pífio nos EUA. Resultado disso é que, no Brasil, o filme liderou as bilheterias da semana passada, faturando R$ 10 milhões. A arrecadação brasileira só perdeu para a estreia na França, com US$ 8,1 milhão. Assim, a soma mundial do filme está agora em US$ 82,4 milhões. O problema é que “Convergente” custou, só em produção, US$ 110 milhões, e já é o segundo fiasco milionário do estúdio em 2016, após a implosão de “Deuses do Egito”. Neste contexto, os produtores foram rápidos em sua segunda iniciativa: demitir o diretor Robert Schwentke, que será substituído por Lee Toland Krieger (“A Incrível História de Adeline”) no último filme da “Série Divergente”, intitulado “Ascendente”, que continua previsto para 2017. O 3º lugar ficou com outro lançamento, “Milagres do Paraíso”. Distribuído em mais de 3 mil cinemas, fez US$ 18,5 milhões – uma arrecadação por sala relativamente baixa. Embora o baixo rendimento reflita uma certa descrença do público na atual onda de filmes sobre milagres religiosos contemporâneos, seu desempenho não é nem de longe um desastre de proporções bíblicas, já que custou apenas US$ 13 milhões e se pagará, a princípio, com uma bilheteria na casa dos US$ 35 milhões, algo que nem depende de muita fé para se tornar realidade. O Top 5 tem ainda “Rua Cloverfield, 10”, que chegou a US$ 45 milhões em dez dias nos EUA, e “Deadpool”, que aumentou seu recorde de arrecadação para US$ 340 milhões no mercado doméstico. Para se ter ideia, o filme de censura “R” (para maiores de 17 anos) agora só perde para quatro lançamentos PG-13 (para maiores de 13 anos) da Marvel: “Vingadores” (2012), “Vingadores: Era de Ultron” (2015) e “Homem de Ferro 3” (2013), além dos dois primeiros “Homem-Aranha” da Sony. Em todos os tempos. No mercado mundial, “Deadpool” chegou a impressionantes US$ 730 milhões, o que o deixa a apenas US$ 17 milhões de superar “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido” (2014) e assumir a condição de filme de super-herói mais bem-sucedido do estúdio 20th Century Fox. Vale observar que ele também é o mais autoral e radical de todos esses filmes citados. BILHETERIA: TOP 10 EUA 1. Zootopia Fim de semana: US$ 38 milhões Total EUA: US$ 201,8 milhões Total Mundo: US$ 591,7 milhões 2. A Série Divergente: Convergente Fim de semana: US$ 29 milhões Total EUA: US$ 29 milhões Total Mundo: US$ 82,4 milhões 3. Milagres do Paraíso Fim de semana: US$ 18,5 milhões Total EUA: US$ 18,5 milhões Total Mundo: US$ 18,5 milhões 4. Rua Cloverfield, 10 Fim de semana: US$ 12,5 milhões Total EUA: US$ 45,1 milhões Total Mundo: US$ 52,3 milhões 5. 5. Deadpool Fim de semana: US$ 8 milhões Total EUA: US$ 340,9 milhões Total Mundo: US$ 730,6 milhões 6. Invasão a Londres Fim de semana: US$ 6,8 milhões Total EUA: US$ 50 milhões Total Mundo: US$ 50 milhões 7. Uma Repórter em Apuros Fim de semana: US$ 2,8 milhões Total EUA: US$ 19,2 milhões Total Mundo: US$ 19,2 milhões 8. The Perfect Match Fim de semana: US$ 1,9 milhão Total EUA: US$ 7,3 milhões Total Mundo: US$ 7,3 milhões 9. 5. Irmão de Espião Fim de semana: US$ 1,4 milhão Total EUA: US$ 5,9 milhões Total Mundo: US$ 22,6 milhões 10. O Regresso Fim de semana: US$ 1,2 milhão Total EUA: US$ 181,1 milhões Total Mundo: US$ 483,1 milhões
Impeachment de Collor vai virar filme
Os produtores de cinema e séries começa a reagir ao ambiente político brasileiro. Depois do projeto de um filme sobre o Plano Real e de uma série sobre a operação Lava Jato, a RT Features anuncia a produção de um longa-metragem focado no impeachment do presidente Fernando Collor de Melo, em 1992. Segundo informou o jornal Folha de S. Paulo, a RT Features comprou os direitos do livro “Notícias do Planalto”, escrito por Mário Sérgio Conti, para fazer a versão cinematográfica. A produtora, responsável por filmes como “Alemão”, “Tim Maia”, “Frances Ha” e “A Bruxa”, deve começar as filmagens apenas no segundo semestre de 2017 e, no momento, busca um ator para viver Collor. Eleito em 1989, na primeira eleição direta a presidente do Brasil após o período da ditadura militar, Fernando Collor de Melo começou o governo cercado de esperanças, mas logo após sua posse lançou o Plano Collor, que confiscou a poupança dos brasileiros e aprofundou a recessão econômica, sem debelar a inflação na casa de 1200%. A situação se deteriorou com as denúncias de corrupção envolvendo seu tesoureiro, Paulo César Farias, reformas milionárias em sua residência, presentes de empresários e uma entrevista bombástica de seu irmão, Pedro Collor de Melo, à revista Veja. Horas antes de ser julgado no Senado, o político alagoano renunciou à Presidência da República, deixando o cargo para o mineiro Itamar Franco. Ao recuperar seus direitos políticos, elegeu-se senador por Alagoas e se aliou ao presidente Lula, voltando a participar da corrupção federal, flagrado durante a operação Lava-Jato no escândalo conhecido como Petrolão.
José Padilha vai fazer série americana sobre a Lava-Jato
O cineasta José Padilha quer transformar a Operação Lava-Jato numa série policial americana. O diretor, que se especializou em filmes e séries sobre crime e corrupção, vê na investigação sobre as entranhas da política brasileira todos os ingredientes de uma série envolvente, com apelo internacional. Ao contrário de Wagner Moura, que estrelou os dois “Tropa de Elite” e a série “Narcos”, produções comandadas por Padilha, o diretor acredita que a Lava-Jato “não tem viés político nenhum”. Enquanto Moura defende que a politização da investigação ameaça a democracia, Padilha diz que, ao contrário, são os roubos cometidos em nome de um partido que fraudam o processo democrático. “Toda vez que alguém fala dos indícios avassaladores contra Lula, um petista diz que o PSDB também rouba. Tenta-se transformar tudo numa questão ideológica. Mas tudo é caso de polícia”, ele resumiu, em entrevista à revista Veja. Padilha, que vive nos Estados Unidos com a mulher e o filho de 12 anos, contou à Veja que seu projeto sobre a Lava-Jato será baseada em um livro ainda inédito, composto por entrevistas com os envolvidos no escândalo. “O objetivo é narrar a operação policial em si e mostrar inúmeros detalhes esclarecedores que a própria imprensa desconhece”, ele adiantou. Como a série será uma produção internacional, ela terá título em inglês. Padilha trabalha com o nome provisório de “Jet Wash”, mas isso deve mudar, já que, nos Estados Unidos, a tradução literal não faz sentido. Lá, lava-jato é Car Wash – título de uma famosa comédia dos anos 1970. Atualmente, Padilha prepara a 2ª temporada de “Narcos” para o Netflix e desenvolve uma atração sobre a história das gangues das prisões americanas, intitulada “The Brand”, para o canal pago Showtime. Além disso, vaidirigir o filme de ação “Entebbe”, sobre uma operação histórica de combate contra o terrorismo.
Wagner Moura grava vídeo em que critica politização da Lava-Jato
O ator Wagner Moura gravou um vídeo, postado no Facebook, em que, sem dizer o nome da Lava-Jato, tece críticas à politização da investigação criminal que atingiu em cheio os governantes do país, dizendo-se preocupado com o rumo das investigações. O vídeo já foi compartilhado por vários integrantes do Partido dos Trabalhadores. Nele, Moura afirma ser favorável a que se investigue a corrupção no país, mas faz várias ressalvas e insinuações, dizendo que a grande imprensa de hoje é a mesma que esteve envolvida no golpe de 1964 e dando a entender que as prisões dos corruptos, referendadas pelo Supremo Tribunal Federal, seriam usadas como “massa de manobra política” de interesses escusos. “Me preocupam essas prisões midiáticas e a Justiça brasileira estar trabalhando sob uma influência de uma agenda política ou sob influência de um circo midiático fazendo uma determinada parte da população bater palma. Sou a favor das investigações, mas sou mais a favor da democracia”, ele diz. Segundo o ator, a Justiça estaria visando apenas o PT, esquecendo que vários caciques do PMDB e do PP constam das investigações do Ministério Público, além das delações terem atingido o presidente do PSDB. Buscando construir sua teoria de conspiração, Wagner sintetiza seu pensamento de forma curiosa: “Eu quero que políticos corruptos sejam presos, julgados e condenados, mas eu quero que tudo isso aconteça de forma democrática e que siga os ritos democráticos, a Constituição, o Código Penal brasileiro”. As contradições da peça transpiram um intertexto preocupante, como se o ator defendesse que se investigue apenas até certo ponto. Afinal, seu desejo por uma justiça “democrática” não é diferente daquilo que vem sendo feito pela força tarefa e pelo juiz Sérgio Moro. Ou, por acaso, todos os passos da operação Lava-Jato não estão sendo realizados de acordo com a legislação, a Constituição e, para não deixar dúvidas, com aval dos poderes instituídos, como o Ministério Público e o Supremo Tribunal Federal? Para deixar claro: é impossível ser mais constitucional, legal e democrático que isto neste país. Vale lembrar ao ator seu próprio desempenho – por sinal, brilhante – na série “Narcos”, em que incorpora o traficante Pablo Escobar. Na trama, o chefão do crime também virou político e foi eleito democraticamente, mas encontrou um Congresso disposto a destituí-lo, uma polícia federal firme e um judiciário intransigente, que impediu a Colômbia de ser governada por bandidos. A História – e a série estrelada por Wagner Moura – demonstra que uma justiça destemida apenas fortalece a democracia. Como registro, é interessante considerar que José Padilha, diretor e produtor de “Narcos”, tem opinião contrária a de Moura sobre o tema. Curta Verdade sem manipulação (y)Wagner Moura sempre sensato e inteligente. Publicado por Verdade sem manipulação em Terça, 15 de março de 2016
Hush: Novo terror do diretor de O Espelho ganha primeiro trailer
A Blumhouse Productions divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Hush”, novo terror de Mike Flanagan, diretor do ótimo “O Espelho” (2013). A prévia acompanha uma mulher muda, ou seja, incapaz de gritar, que se vê aterrorizada numa casa isolada por um homem mascarado, que brinca com sua insegurança como os psicopatas dos filmes slasher. A mulher é vivida por Kate Siegel, que também trabalhou em “O Espelho” e coescreveu o roteiro do novo longa-metragem. Além dela, o elenco inclui John Gallagher Jr. (“Rua Cloverfield, 10”), Michael Trucco (série “Battlestar Galactica”) e Samantha Sloyan (série “Grey’s Anatomy”). “Hush” teve sua première mundial no Festival SXSW (South by Southwest) em 12 de março, quando foi adquirido pelo Netflix. O lançamento será exclusivo do serviço de streaming. A estreia está marcada já para o dia 8 de abril.
Águas Rasas: Blake Lively é atacada por tubarão em trailer legendado de suspense
A Sony Pictures divulgou o pôster e o primeiro teaser legendado do suspense “Águas Rasas” (The Sallows), estrelado por Blake Lively (“A Incrível História de Adaline”). A prévia mostra a situação tensa da surfista vivida por Lively, que, após um acidente no mar, vê-se isolada num pequeno recife, enquanto um grande tubarão bloqueia sua fuga para a costa. Para piorar, a maré está subindo. Escrito por Anthony Jaswinski (“Mistério da Rua 7”) e dirigido por Jaume Collet-Serra (“Sem Escalas”), “Águas Rasas” ainda conta em seu elenco com Óscar Jaenada (“Cantinflas: A Magia da Comédia”) e a estreante Sedona Legge. A estreia está marcada para 11 de agosto no Brasil.
Genius: Jude Law vive o escritor Thomas Wolfe em trailer de cinebiografia
A Roadside Attractions divulgou o primeiro trailer de “Genius”, filme que narra a complicada relação de trabalho entre o escritor Thomas Wolfe (vivido por Jude Law, de “A Espiã que Sabia de Menos”) e seu primeiro editor, Max Perkins (Colin Firth, de “Kingsman – Serviço Secreto”). A prévia mostra como Perkins, que lançou escritores icônicos como F. Scott Fitzgerald e Ernest Hemingway, percebeu o talento bruto no autor que ninguém queria publicar, mas precisou contornar a difícil personalidade de Wolfe e sua falta de disciplina para realizar um trabalho insano de edição e transformá-lo num escritor referenciado. Tudo isso a um enorme custo pessoal. A obsessão dos dois pelo trabalho se prova demais para quem os acompanha, mas forja uma amizade complexa, celebrada pela literatura. Apesar de Perkins ter revelado Wolfe para o mundo, há quem sustente que ele sufocou seu talento cru, a ponto de a versão recuperada, sem edições, de seu manuscrito original ser considerada superior ao texto editado em “Look Homeward, Angel” (1929). Seja como for, o próprio Wolfe teve dúvidas a este respeito, mudando de editor em seus livros finais. O roteiro de “Genius” foi escrito por John Logan (“007 Contra Spectre”), com base no livro “Max Perkins – Um Editor de Gênios”, de A. Scott Berg, e a direção ficou a cargo de Michael Grandage, diretor de teatro que faz sua estreia no cinema. O elenco ainda conta com Nicole Kidman (“Segredos de Sangue”), Dominic West (série “The Affair”), Guy Pearce (“The Rover – A Caçada”), Laura Linney (“Sr. Sherlock Holmes”) e Vanessa Kirby (“Questão de Tempo”). “Genius” chega aos cinemas americanos em 29 de julho e ainda não tem previsão de lançamento no Brasil.
Tom Hanks tenta fazer negócios na Arábia no trailer da adaptação de Um Holograma para o Rei
A Roadside Attractions divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Negócio das Arábias” (A Hologram for the King), nova dramédia estrelado por Tom Hanks (“Ponte de Espiões”). A prévia é bem interessante, desde o começo, em que Hanks encarna um videoclipe dos Talking Heads (“Once in a Lifetime”) como forma de demonstrar sua falência, até o choque cultural que está no centro da trama, sobre um americano que tenta vender tecnologia de ponta (o holograma do título) na Arábia, para um rei saudita. Como a produção é hollywoodiana, o vídeo também trata de encaixar um desencaixado romance entre o protagonista e uma mulher árabe. O filme é uma adaptação do romance “Um Holograma para o Rei” do escritor Dave Eggers, publicado nos EUA em 2012 e lançado no Brasil no ano passado pela Companhia das Letras. Curiosamente, Hanks vai estrelar neste ano outra adaptação do mesmo autor, a sci-fi “O Círculo”, baseado no livro seguinte de Eggers. Na trama, Hanks vive Alan Clay (Hanks), um empresário americano falido que busca novas oportunidades na Arábia Saudita, para continuar pagando os estudos de sua filha. Na cidade de Jeddah, onde ele arruma trabalho, Alan é levado todo dia de carro para encontrar o Rei Abdullah, que pretende transformar o deserto numa cidade vibrante com tecnologia de ponta. O problema é que o rei sempre falta ao compromisso. Com roteiro e direção do alemão Tom Tykwer (“A Viagem”), o filme também traz em seu elenco os atores Tom Skerritt (“Alien – O Oitavo Passageiro”), Ben Wishaw (“007 Contra Spectre”), Sarita Choudhury (série “Homeland”), Sidse Babett Knudsen (“O Duque de Burgundy”), Jay Abdo (“Rainha do Deserto”), Dhaffer L’Abidine (série “Hunted”) e Atheer Adel (também da série “Homeland”). “Negócio das Arábias” tem estreia marcada para o dia 22 de abril nos EUA e ainda não tem previsão de lançamento no Brasil.
Jonathan Rhys Meyers entra na 5ª temporada da série Vikings
O canal History renovou a série “Vikings” para a 5ª temporada, que terá 20 episódios como a 4ª e atual temporada. Além disso, revelou que o ator Jonathan Rhys Meyers (série “Drácula”) entrará no elenco da atração como um importante personagem. A escalação será um reencontro entre Meyers e o produtor-roteirista Michael Hirst, criador de “Vikings”. Os dois já trabalharam juntos em “The Tudors”, também criada por Hirst. Misturando história e fantasia, a trama acompanha as aventuras e desdobramentos políticos do avanço dos Vikings pela Europa, com intrigas, traições e muitas batalhas violentas. A atração encontra-se apenas no primeiro quarto de sua 4ª temporada, acompanhando Ragnar Lothbrok (Travis Fimmel), o rei dos vikings, que, ciente da própria mortalidade, percebe a necessidade de definir quem será seu herdeiro ao trono, incluindo seu filho mais velho, Bjorn (Alexander Ludwig), e os de sua segunda esposa, a Rainha Aslaug (Alyssa Sutherland). Enquanto isso, seu irmão Rollo (Clive Standen) faz seus próprios planos, traindo os vikings numa aliança com os francos de Paris. A série é exibida no Brasil pelo canal pago NatGeo.
Robert Knepper vai voltar a viver o vilão T-Bag no revival de Prison Break
A produção do revival de “Prison Break” confirmou o retorno de três integrantes do grupo original de prisioneiros da atração, entre eles Robert Knepper, que roubou todas as cenas com sua interpretação magistral do vilão Theodore “T-Bag” Bagwell . O personagem fez tanto sucesso que, após aparecer nas quatro temporadas de “Prison Break”, ainda deu as caras em “Breakout Kings”, dois anos após o final da série original. Segundo o site Variety, além de Knepper, também foram confirmados Rockmond Dunbar e Amaury Nolasco, intérpretes, respectivamente, de C-Note e Sucre, aliados dos irmãos Michael Scofield (Wentworth Miller) e Lincoln Burrows (Dominic Purcell). Eles se juntarão a Sara Tancredi (Sarah Wayne Callies) e Lincoln, na tentativa de resgate de Michael, cuja morte teria sido forjada no final original da série. Na trama, Sara estará casada com um novo marido (interpretado por Mark Feuerstein, de “Royal Pains”), quando descobre que Michael está vivo e em apuros. Voltando a encontrar Lincoln (Dominic Purcell), ela e o irmão de Michael precisarão planejar a maior fuga de toda a série. E para isso contarão com velhos aliados. O time da produção original, que durou quatro temporadas e um telefilme entre 2005 e 2009, também retornará, incluindo o criador Paul T. Scheuring e os produtores Neal Moritz (franquia “Velozes e Furiosos”), Mary Adelstein (série “Aquarius”) e Dawn Olmstead (série “The Whispers”). As gravações vão começar em abril em Vancouver, no Canadá, para uma estreia na próxima temporada de outono nos EUA, entre setembro e novembro deste ano.












