Festival Cine-PE completa 20 anos valorizando o cinema brasileiro
O Festival Cine-PE completa 20 anos de existência numa época de bastante valorização do cinema pernambucano, um dos mais efervescentes e criativos da nova safra autoral brasileira. A mais recente consagração foi a inclusão de “Aquarius”, novo filme de Kleber Mendonça Filho (“O Som ao Redor”), na mostra competitiva do Festival de Cannes. A fase de reconhecimento global ao cinema brasileiro teve uma consequência bem-vinda no festival pernambucano, que parece ter abandonado sua desfocada pretensão de virar um evento internacional, passando a valorizar o que fez de melhor em suas duas décadas de existência: lançar novos clássicos nacionais. A crise econômica (a questão cambial) também ajudou na composição das mostras, que voltam a ser exclusivas de filmes brasileiros. São três mostras competitivas: uma de longas, outra de curtas e uma terceira de curtas do estado de Pernambuco. Debates e workshops também entram na programação, que ainda presta homenagem às carreiras do ator Jonas Bloch (“Amarelo Manga”) e da atriz-cineasta Carla Camurati (“Carlota Joaquina: Princesa do Brazil”). Mesmo com a exclusão de filmes internacionais, a mostra competitiva de longas permanece bastante enxuta, com apenas seis títulos, mas, paradoxalmente, eclética ao extremo, incluindo na mesma seleção um filme alegórico de cineasta da velha guarda, um documentário sobre forró e uma animação infantil. A disputa começa com a exibição de “Por Trás do Céu”, do paulista Caio Sóh, diretor de “Teus Olhos Meus” (vencedor do prêmio do público da Mostra de São Paulo de 2011) e marido da protagonista, a atriz Nathalia Dill (“Paraísos Artificiais”). Filme encantado pelo céu azul nordestino, foi rodado no Cariri paraibano, a “Roliúde Nordestina”, onde se passaram clássicos como “São Jerônimo” (1999), de Júlio Bressane, “O Auto da Compadecida” (2000), de Guel Arraes, e “Cinema, Aspirinas e Urubus” (2005), de Marcelo Gomes. A mencionada projeção internacional se reflete na exibição da comédia “O Prefeito”, de Bruno Safadi (“Éden”), sobre um prefeito fictício (Nizo Neto) que quer a independência do Rio. O filme integra uma quadrologia (com obras de outros cineastas) que foi lançada no Festival de Locarno no ano passado. Um dos filmes mais esperados da competição é “Guerra do Paraguay”, do mítico Luiz Rosemberg Filho, lenda-viva do chamado Cinema de Invenção, que interrompeu um longo hiato com “Dois Casamento$”, seu filme mais pop, lançado em apenas duas salas em 2015. Na ocasião, comparou a burocracia da Ancine à ditadura que o censurava nos anos 1970. Sua nova obra é uma crítica alegórica ao fascismo, contada em tom de fábula. Com apelo mais popular, o documentário “Danado de Bom”, de Deby Brennand, celebra o forró, ao relembrar a carreira musical de João Silva, grande parceiro de Luiz Gonzaga. O filme da cineasta pernambucana já foi exibido no festival É Tudo Verdade, no mês passado. Voltado ao público infantil, a animação “As Aventuras do Pequeno Colombo”, de Rodrigo Gava (“Turma da Mônica em Uma Aventura no Tempo”), contrasta com a seriedade da seleção, acompanhando uma aventura do jovem Chris (Christóvão Colombo) e seus amigos Leo (Leonardo da Vinci) e Lisa (Monalisa) em busca dos tesouros da lendária Ilha de Hi-Brasil. Assumidamente comercial, a produção já assegurou sua estreia no circuito em dezembro. Completa a programação “Leste Oeste”, primeiro longa-metragem dirigido pelo cineasta Rodrigo Grota, que envolve pilotos de corridas e parece ter sido rodado em outro país, onde há neblinas e manhãs frias. Antítese do cenário ensolarado das demais obras selecionadas, foi filmado em Londrina, na “república” do Paraná.
Radiohead lança clipe animado com referência ao terror cult O Homem de Palha
A banda britânica Radiohead criou clima, tirando suas páginas oficiais do ar, para voltar à vida de forma impactante, oito anos após seu último álbum, com o lançamento de “Burn the Witch”. A nova música veio acompanhada de um clipe, que é praticamente um curta animado. Feito com massinhas e animado por meio da técnica de stop-motion, o vídeo replica o estilo do clássico programa infantil “Camberwick Green”, de Gordon Murray, produção de 1966 que se passava numa vila pitoresca. O detalhe é que a vila do clipe demonstra-se particularmente sinistra para seu visitante, um funcionário do governo que toma notas, enquanto é introduzido pelo prefeito às atrações, artes e produtos típicos do lugar, como arranjos florais de forcas, balanços para afogamentos e brincadeiras de roda em torno de mulheres amarradas. Ao final, ele é levado a inaugurar a maior atração do festival local, um gigantesco boneco de madeira, no qual é aprisionado e supostamente queimado vivo. Trata-se, na verdade, de uma recriação da vila e do desfecho do terror “O Homem de Palha” (1973), filme cultuadíssimo da produtora Hammer, estrelado por Christopher Lee, sobre uma comunidade pagã que seguia os rituais celtas de sacrifícios humanos. A direção é do cineasta Chris Hopewell (“Um Fantástico Medo de Tudo”), que já tinha trabalhado com a banda em 2003 no clipe de “There There”, utilizando outro tipo de animação. A música, por sua vez, incluiu um arranjo de cordas que remete às orquestrações minimalistas de Steve Reich, obtendo um efeito tétrico sobre a melodia, como trilha de filme de terror. O single será lançado oficialmente na quarta-feira (4/5), já pelo novo selo da banda, Dawn Chorus, LLP.
Cinema chinês vai ganhar seu primeiro drama transexual
O diretor chinês Zhang Wei, conhecido por filmar os marginalizados de seu país, vai filmar “The Rib”, sobre um jovem transexual que enfrenta o preconceito da sociedade chinesa e de sua família. Será a primeira vez que o tema será abordado no cinema chinês, embora a homossexualidade já tenha sido bastante explorada por cineastas de Taiwan, que a China não reconhece como país independente. Zhang precisou ter autorização do governo para filmar a história. Em comunicado, ele agradeceu a permissão, dizendo que seu filme finalmente poderá “abordar assuntos que eram tabu há poucos anos atrás”. O diretor também acrescentou que está “determinado a contar essa história importante apesar de quaisquer obstáculos que possa enfrentar.” Anunciado como história verídica, “The Rib” vai retratar um adolescente chinês transgênero, nascido em uma família cristã, cuja mãe se torna profundamente desestabilizado quando descobre que ele quer virar mulher. Mas, após o conflito inicial, eles superam suas diferenças e enfrentam juntos o preconceito que a comunidade LGBT sofre na sociedade chinesa. Os filmes anteriores de Zhang Wei incluem “Factory Boss” (2014), sobre um empresário pressionado a trabalhar com baixa margem de lucro para manter seu negócio à tona, e “Destiny” (2015), sobre a luta de uma mãe para conseguir que seu filho autista tivesse direito a uma boa educação na China. “The Rib” está em pré-produção, com as filmagens marcadas apenas para o início de 2017.
Bad Moms: Mila Kunis e Kristen Bell são mães estressadas em trailer de comédia
A STX Entertainment divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Bad Moms”, comédia estrelada por Mila Kunis (“O Destino de Júpiter”) e Kristen Bell (“A Chefa”). A prévia mostra como a maternidade pode levar mulheres ao estresse ou à loucura. Escrita e dirigida pela dupla Jon Lucas e Scott Moore (roteiristas de “Se Beber, Não Case!”), a trama gira em torno da personagem de Kunis, uma mãe solteira que tem dificuldades em equilibrar o trabalho, os filhos e todas as responsabilidades que cercam a maternidade, até que ela explode numa reunião da APM (Associação de Pais e Mestres) da escola das crianças. Estressada, estafada e infeliz, ela acaba encontrando apoio em outras mães sofredoras, vividas por Kristen Bell e Kathryn Hahn (“A Vida Secreta de Walter Mitty”), que a convencem a desistir de tentar ser perfeita e buscar se divertir. O problema é que a supermãe que preside a APM (Christina Applegate, de “Férias Frustradas”) não permite que mães relaxem. E assim se arma um clima de guerra maternal. “Bad Moms” estreia dia 29 de julho nos EUA e ainda não tem previsão de lançamento no Brasil.
Star Wars: Fotos do cenário do Templo Jedi são reveladas
O site do jornal irlandês Independent publicou as primeiras fotos do set do Templo Jedi que irá aparecer em “Star Wars: Episódio VIII”. O cenário foi erguido na península de Dingle, em Kerry, o ponto mais a Oeste de toda a Irlanda. A estrutura se assemelha a uma construção medieval de pedras e rochas, e supostamente representa o planeta AHCH-To, o lar do Primeiro Templo Jedi que Luke Skywalker buscou no exílio. Segundo um boato que circula na internet, inclusive, o título do “Episódio VIII” pode ser “Star Wars: Tale of the Jedi Temple” (O Conto do Templo Jedi, em tradução literal). A Disney deve divulgar o título e detalhes da trama no dia 4 de maio, celebrado como o “Dia de Star Wars“, data em que fãs se reúnem anualmente em eventos sobre a franquia. Na semana passada, o diretor Rian Johnson (“Looper”) confirmou no Tumblr que as filmagens do novo Episódio já chegaram na metade.
Diretores de Capitão América: Guerra Civil desenvolvem série baseada em quadrinhos
Os irmãos cineastas Anthony e Joe Russo (“Capitão América: Guerra Civil”) vão produzir uma nova série baseada em quadrinhos para a rede americana Fox. Desta vez, porém, a produção terá tom de comédia. Trata-se da adaptação de “Sexcastle”, publicação indie criada por Kyle Starks. A trama gira em torno de Shane Sexcastle, o ex-maior assassino do mundo, que, após trocar as matanças por uma aposentadoria numa cidadezinha pacata, vê-se trazido de volta à força para seu velho negócio. Segundo o site The Hollywood Reporter, o projeto está sendo escrito por outra dupla de irmãos, Daniel e Matthew Libman (série “Happy Endings”). Blake Anderson (série “Workholics”) já está escalado para viver o papel principal e o piloto será dirigido por Kyle Newacheck (criador de “Workholics”). Por enquanto, a encomenda é apenas para o piloto, que precisará agradar aos executivos da Fox para virar série.
Alexandre Nero viverá o maestro João Carlos Martins em cinebiografia
A produção do filme “João, o Maestro”, cinebiografia do maestro João Carlos Martins, anunciou seu elenco e equipe, preparando-se para o início das filmagens ainda neste mês. O roteiro e direção são assinados por Mauro Lima (“Meu Nome Não É Johnny” e “Tim Maia”), e João Carlos Martins será interpretado por Rodrigo Pandolfo (“O Concurso”) e Alexandre Nero (novela “Império”), nas fases jovem e adulta do maestro. As filmagens serão realizadas em São Paulo, Uruguai e Nova York e abordarão momentos como o primeiro concerto internacional, a relação com as mulheres, a teimosia e a busca do perfeccionismo. “Vamos focar na compulsão do João Carlos pela música, pelo piano, e no quanto ele lutou para superar todas as dificuldades que teve pelo caminho”, disse Mauro Lima, durante a apresentação do projeto para a imprensa, referindo-se, evidentemente, à perda dos movimentos das mãos do maestro. “As pessoas aqui no Brasil não conhecem a história do João. É um prazer imenso poder contar isso. O João é um brasileiro que todo mundo precisa conhecer”, disse Nero. “Receber uma homenagem como essa, ainda vivo, é uma das maiores emoções da vida”, completou Martins. O elenco também inclui Fernanda Nobre (“Leo e Bia”) no papel de Sandra, primeira mulher do maestro, e Alinne Moraes (“Tim Maia”) como Carmen, atual esposa. Além delas, também há destaque para Caco Ciocler (“Disparos”) como Kliass, o professor de piano de João Carlos. Com produção da LC Barreto, empresa do veterano produtor Luiz Carlos Barreto (“O Que É Isso, Companheiro?”), o lançamento está previsto para o primeiro semestre de 2017.
Capitão América: Guerra Civil quebra recorde de bilheteria em estreia no Brasil
Saíram os números oficiais da bilheteria nacional. “Capitão América: Guerra Civil” vendeu 2,6 milhões de ingressos e faturou R$ 43,8 milhões em seus primeiros quatro dias de exibição no Brasil, segundo levantamento da empresa de monitoramento comScore. O valor é o maior faturamento de um fim de semana estendido (de quinta a domingo) já registrado no país, superando o antigo recordista, “Batman vs. Superman: A Origem da Justiça” (R$ 39,9 milhões). Vale lembrar que apenas a partir de março de 2014 os filmes passaram a estrear às quintas no Brasil, não mais às sextas, aumentando suas bilheterias de “fim de semana”. O resultado não chega a ser surpresa, tendo em vista que sua distribuição foi uma das maiores de todos os tempos no país, ocupando quase 50% de todas as telas disponíveis no parque exibidor nacional – 1,4 mil salas. Ao todo, “Capitão América: Guerra Civil” foi lançado em 37 países entre quinta e sexta passadas, arrecadando US$ 200,2 milhões no mercado internacional. Com isso, o filme liderou a bilheteria mundial no fim de semana. Na próxima sexta (6/5), a produção chega aos Estados Unidos, onde a Disney espera arrecadar algo em torno de US$ 200 milhões, e também à Rússia e à China, podendo até triplicar sua arrecadação mundial. Com aprovação unânime da crítica – 94% no Rotten Tomatoes – , o filme da Marvel pode se tornar o maior sucesso do cinema em 2016. Leia a crítica aqui.
Roteirista de Boneco do Mal vai escrever novo filme de Dennis, o Pimentinha
A Warner Bros. contratou a roteirista Stacey Menear, do terror “Boneco do Mal” (2016), para escrever uma nova adaptação dos quadrinhos de “Dennis, o Pimentinha”. O projeto está sendo produzido por Gil Netter (“As Aventuras de Pi”) e ainda não tem diretor ou atores contratados. O produtor e a roteirista trabalham atualmente juntos no desenvolvimento da comédia “Mixtape”, sobre uma garota que, após destruir acidentalmente um K7 adorado por sua mãe, vai atrás de todas as músicas obscuras da fita. “Dennis, o Pimentinha” foi criado como tira de jornal em 1951 por Hank Ketcham, que se inspirou em seu filho hiperativo de quatro anos, Dennis. O título original, “Dennis the Menace” (Dennis, a Ameaça), surgiu quando sua mulher se impressionou com a capacidade destrutiva da criança e lhe disse: “Nosso filho é uma ameaça”. Os quadrinhos seguiam as artimanhas do moleque, capaz de enlouquecer os pais e especialmente o vizinho, sua vítima favorita. O personagem fez tanto sucesso que ganhou uma série em 1959, um desenho animado em 1986 e até um filme da própria Warner em 1993, escrito pelo mestre John Hughes (“Esqueceram de Mim”) e estrelado pelo pequeno Mason Gamble e o veterano Walter Matthau (“Um Estranho Casal”) como o vizinho sofredor George Mitchell.
John Krasinski vai estrelar série do agente secreto Jack Ryan
O ator John Krasinski vai voltar a estrelar uma série, três anos após o final de “The Office”. Ele interpretará a nova versão do agente secreto Jack Ryan, que já rendeu cinco filmes, numa atração desenvolvida pelo roteirista-produtor Carlton Cuse (“Lost”, “Bates Motel”) para o serviço de streaming Amazon. A informação é do site Deadline. A série não será uma adaptação literal dos livros de Clancy, como foram os primeiros filmes, mas uma nova versão contemporânea do personagem, utilizando os romances como fonte. Embora não seja um recruta iniciante como no longa mais recente, “Operação Sombra – Jack Ryan” (2014), ele vai aparecer como um analista da CIA, cujo trabalho brilhante acaba levando-o para sua primeira missão de campo, em pleno Oriente Médio. O projeto foi uma iniciativa da Paramount, estúdio responsável pelos filmes, que buscou Michael Bay para monetizar seu catálogo de propriedades. Cuse, que é fã assumido do personagem, entrou a bordo a convite de Bay. Nos romances, Ryan começou como um corretor de investimentos da bolsa de valores, antes de assumir uma posição na Academia Naval dos EUA e posteriormente ingressar na CIA, subindo na carreira até virar diretor-adjunto e, eventualmente, tornar-se Presidente da Estados Unidos. Ao contrário de outros heróis literários, que se tornaram bastante identificados com seus intérpretes de cinema, Jack Ryan já foi vivido por quatro atores diferentes em cinco filmes. O único a repetir o papel foi Harrison Ford nos anos 1990. A história do agente Jack Ryan no cinema começou em 1990 com o longa “Caçada ao Outubro Vermelho”, que tinha Alec Baldwin no papel principal. Depois vieram “Jogos Patríoticos” (1992) e “Perigo Real e Imediato” (1994) com Harrison Ford como protagonista. A franquia tentou um primeiro reboot com Ben Affleck em “A Soma de Todos os Medos” (2002) e uma nova tentativa de recomeço com Chris Pine em “Operação Sombra – Jack Ryan” (2014), o que acabou rendendo um rejuvenescimento contínuo do personagem, que viveu suas aventuras praticamente em ordem decrescente. Essas mudanças constantes acabam por facilitar a reintrodução do personagem na série, pois a franquia não conseguiu fixar um ator no papel. Segundo o Deadline, Krasinski foi a principal escolha de Cuse para viver Jack Ryan desde que o projeto começou a ser desenvolvido. A série também marcará um reencontro entre Krasinski e Bay, que o dirigiu no thriller de ação militar “13 Horas: Os Soldados Secretos de Benghazi”. O roteiro do piloto já está pronto, escrito por Cuse em parceria com Graham Roland (“Lost”, “Fringe”), e as gravações devem começar em breve. A série de “Jack Ryan”, por sinal, seguirá um modelo diferente do mais utilizado até o momento pela Amazon. Assim como fez com Woody Allen, o serviço de streaming encomendou a série sem ver o piloto, baseando-se apenas nos nomes envolvidos. Isto sinaliza uma nova tendência do Amazon, que até então condicionava a produção de uma série à aprovação de seu piloto pelo público, via disponibilização gratuita na internet.
Scarlett Johansson e Zoe Kravitz vão estrelar comédia de humor negro
As atrizes Scarlett Johansson (“Capitão América: Guerra Civil”) e Zoe Kravitz (“Mad Max: Estrada da Fúria”) vão estrelar a comédia de humor negro “Rock That Body”, escrita e dirigida por Lucia Aniello (série “Broad City”), informou o site da revista Variety. O roteiro de Aniello, escrito em parceria com Paul W. Downs (também de “Broad City”), apareceu na Black List de 2015 (a lista dos melhores roteiros não produzidos de Hollywood) e motivou uma disputa entre grandes estúdios, que acabou vencida pela Sony Pictures. O filme gira em torno de cinco amigas que alugam uma casa de praia em Miami para um fim de semana de despedida de solteira e, acidentalmente, acabam por matar um stripper. Aniello está em alta em Hollywood. Após ser indicada a prêmio pelo Sindicato dos Roteiristas, por seu trabalho na série “Broad City”, ela lançou sua primeira criação televisiva, a minissérie de comédia sci-fi “Time Traveling Bong”, exibida em abril nos EUA. Ela também está trabalhando no roteiro de um filme derivado da franquia “Anjos da Lei” e fará sua estreia como diretora de cinema em “Rock That Body”. A data de início da produção ainda não foi definida pelo estúdio, que se recusou a comentar sobre o casting.
Southside With You: Romance indie sobre Michelle e Barack Obama ganha primeiro trailer
A Roadside Attractions divulgou o trailer de “Southside With You”, romance indie sobre o início do namoro dos jovens Michelle Robinson e Barack Obama. A prévia é fofa de doer, acompanhando o primeiro encontro do casal, que começa com a resistência de Michelle, mas termina como um dia perfeito. A trama se passa em 1989, quando Barack trabalhava como associado numa empresa de advocacia em Chicago e tomou coragem de convidar a outra única advogada negra da firma, Michelle Robinson, para um encontro. Os dois visitaram o Instituto de Arte e assistiram ao filme “Faça a Coisa Certa”, de Spike Lee (“Oldboy – Dias de Vingança”), antes de encerrarem o dia com um jantar romântico. “Southside With You” foi escrito e dirigido pelo estreante Richard Tanne e destaca em seu elenco Tika Sumpter (“Policial em Apuros”) como Michelle e Parker Sawyers (“Monstros 2: Continente Sombrio”) como Barack Obama. Exibido no Festival de Sundance, o filme estreia em 26 de agosto nos EUA. Não há previsão para seu lançamento no Brasil.
Tulip Fever: Alicia Vikander vive romance proibido em trailer de drama de época
A Weinstein Company divulgou o primeiro trailer do drama de época “Tulip Fever”. A prévia destaca o triângulo amoroso entre o casal formado por Alicia Vikander (“O Agente da UNCLE”) e Christoph Waltz (“007 Contra Spectre”) e o pintor vivido por Dane DeHaan (“O Espetacular Homem-Aranha 2”). Baseado no livro homônimo de Deborah Moggach, o filme se passa em Amsterdam, no ano de 1630, época em que a “tulipomania” estava em alta – período em que flores de tulipa atingiram preços exorbitantes. Na trama, a jovem Sophia (Vikander) tem um romance proibido com o artista (DeHaan) contratado por seu marido (Waltz) para pintar o seu retrato. O elenco também inclui Judi Dench (“007 – Operação Skyfall”), Zach Galifianakis (“Se Beber, Não Case”), Tom Hollander (“Missão Impossível: Nação Secreta”), Holliday Grainger (“Cinderela”), Jack O’Connell (“Invencível”), Matthew Morrison (série “Glee”), Kevin McKidd (série “Grey’s Anatomy”), David Harewood (série “Supergirl”), a socialite britânica Cressida Bonas e as top models Cara Delevingne (“Cidades de Papel”) e Daisy Lowe (“Sob Pressão”). A adaptação foi escrita pelo dramaturgo Tom Stoppard (“Shakespeare Apaixonado”) e a direção é de Justin Chadwick (“Mandela – O Caminho para a Liberdade”). A estreia está marcada para 15 de julho nos EUA e ainda não há previsão de lançamento no Brasil. https://www.youtube.com/watch?v=puqEadT824c












