Esquadrão Suicida estreia em número recorde de salas no Brasil
O lançamento de “Esquadrão Suicida” vai ocupar o maior número de salas de um lançamento no Brasil neste ano. O longa, que teve uma “pré-estreia” paga em mais de 800 salas na quarta (3/8), entra agora em seu circuito completo: 1.405 salas, incluindo um total de 912 telas 3D e todas as 12 de IMAX no país. O recorde pertence a “Star Wars: O Despertar da Força”, lançado em dezembro passado em 1.504 salas. Vale lembrar que quando “Jogos Vorazes: Em Chamas” foi lançado em 1310 salas em 2014, o impacto no circuito gerou reuniões, deliberações e ameaças da Ancine, que renderam um compromisso nunca levado a sério para impedir que isso voltasse a se repetir. Neste ano, “Batman vs. Superman”, também da Warner, já tinha sido lançado em 1331 salas. A tática da Warner é a mesma do filme anterior: tentar conquistar a maior bilheteria possível na arrancada, de preferência com algum recorde, já que a crítica odiou o filme. Apesar da antecipação alimentada por alguns dos melhores trailers do ano, “Esquadrão Suicida”, infelizmente, é uma grande decepção, que só atingiu 31% de aprovação no site Rotten Tomatoes (22% se considerar apenas as publicações relevantes, isto é, sem a opinião dos blogueiros geeks). Com os desastres se acumulando, não será surpresa se vier uma intervenção pesada nas produções de super-heróis do estúdio. Com quase 50% das salas do país inteiro ocupadas por um único filme, o segundo maior lançamento da semana chegará em apenas 85 telas. Trata-se de “Negócio das Arábias”, novo drama estrelado por Tom Hanks (“Ponte dos Espiões”). Com 70% de aprovação no Rotten Tomatoes, o filme segue um empresário à beira da falência, que viaja até a Arábia Saudita em busca de um último negócio que pode salvar sua carreira. Outro filme americano escanteado, a comédia “A Intrometida” traz Susan Sarandon em 20 salas, como uma mãe inconveniente que quer voltar a conviver com a filha (Rose Byrne, de “Os Vizinhos”), fazendo de tudo para encontrar-lhe um marido e sufocando-a com amor maternal. Os críticos americanos adoraram, com 86% de aprovação no Rotten Tomatoes. O circuito limitado também espreme três produções nacionais. Em 29 salas, “Vidas Partidas” aborda a violência doméstica em estilo televisivo, na estreia do diretor Marcos Schechtman. 11 salas passam “Fome”, de Cristiano Burlan (“Mataram Meu Irmão”), que acompanha um sem-teto (o cineasta Jean-Claude Bernardet) pelas ruas de São Paulo. E 5 mostram “A Loucura Entre Nós”, documentário que explora as fronteiras entre a sanidade e a loucura. A programação inclui ainda duas produções europeias. A comédia francesa “Um Amor à Altura”, do especialista no gênero Laurent Tirard (“As Férias do Pequeno Nicolau”), mostra em 25 salas como o baixinho Jean DuJardin (“O Artista”) se apaixona por uma mulher alta. Já o filme belga “Os Cavaleiros Brancos” dramatiza um caso real polêmico, ao acompanhar um grupo de “salvadores” brancos que contrabandeia ilegalmente crianças órfãs africanas para lares adotivos da França. Segundo melhor filme da semana, rendeu o prêmio de Melhor Direção para Joachim Lafosse (“Perder a Razão”) no Festival de San Sebastian e será exibido apenas em duas salas de São Paulo. Por fim, o melhor filme da semana é uma produção mexicana, que chega em sete salas (pulverizado entre São Paulo, Rio, Porto Alegre, Brasília e Belo Horizonte). “O Monstro de Mil Cabeças” rendeu diversos prêmios ao diretor Rodrigo Plá (“Zona do Crime”) e à atriz Jana Raluy (“Despedida de Amor”), em festivais como Varsóvia, Havana e Biaritz, além de ter vencido o troféu Ariel (o Oscar mexicano) de Melhor Roteiro de 2016. A trama gira em torno de uma mulher (Raluy), que tenta garantir o melhor tratamento ao marido doente, em estado terminal. Quando a companhia de seguros dificulta o atendimento, ela resolve confrontá-los violentamente. Com 89% de aprovação no Rotten Tomatoes, este é o verdadeiro filme de supervilões da semana, mostrando médicos, farmaceutas e burocratas estimulados a rejeitar pacientes para que os planos de saúde rendam lucro, em vez de tratamentos. O pior crime, cometido por verdadeiros monstros contra os mais fracos e inocentes.
Esquadrão Suicida desagrada a crítica e fãs se revoltam, querendo fechar o Rotten Tomatoes
O filme “Esquadrão Suicida”, que chega aos cinemas brasileiros nesta quarta (3/8), foi recebido por críticas muito negativas nos EUA. De um modo geral, a produção foi considerada uma grande decepção, tendo em vista os trailers empolgantes que anteciparam seu lançamento, atingindo uma avaliação baixa, de apenas 31% de aprovação, segundo levantamento do site Rotten Tomatoes. Este número, porém, desaba quando saem da conta os blogs de fanboys, e registra apenas 22% entre as publicações de prestígio, como The New York Times, San Francisco Chronicle, New York Magazine, Variety, Rolling Stone, Chicago Sun-Times, USA Today, Time Magazine e The Hollywood Reporter. Mas os fãs, que ainda não viram o filme (a estreia está marcada apenas para sexta nos EUA), não se conformam. Descrições como “desperdício”, “entediante”, “incoerente”, “irrelevante”, “chance perdida”, “não vale a pena” e “que confusão” foram encaradas como afronta, agitando as redes sociais, tendo em vista que “Esquadrão Suicida” era considerado um dos lançamentos de cinema mais aguardados do ano. E acabou sobrando para o próprio Rotten Tomatoes. Um fã egípcio da DC Comics, que se identifica como Abdullah Coldwater, decidiu lançar um abaixo assinado para fechar o site, alegando que as críticas feitas às adaptações dos quadrinhos da editora são injustas. Ele lembra que “Batman vs. Superman”, que agradou aos fãs, teve apenas 27% de críticas positivas no Rotten Tomatoes. “Nós precisamos que este site seja excluído porque ele sempre dá ao Universo DC críticas injustas, e isso afeta a opinião das pessoas, mesmo que realmente seja um grande filme”, escreveu Coldwater, em seu manifesto, que em poucas horas horas somou mais de 13 mil apoiadores no Change.org. Mas vale lembrar que o Rotten Tomatoes não assina nenhuma crítica. Ele apenas reproduz a opinião da crítica norte-americana, apontando uma média, com links para cada resenha avaliada. Na verdade, o que “precisaria” ser fechado para agradar aos fãs da DC Comics são simplesmente as fontes originais das críticas: The New York Times, San Francisco Chronicle, New York Magazine, Variety, Rolling Stone, Chicago Sun-Times, USA Today, Time Magazine e The Hollywood Reporter, entre dezenas de outras publicações que detestaram o filme.
Série jurídica dos anos 1980, L.A. Law vai ganhar nova versão
A série jurídica “L.A. Law”, sucesso dos anos 1980, vai ganhar uma nova versão. O criador da atração original, Steven Bochco (atualmente à frente de “Murder in the First”), revelou que está desenvolvendo o projeto para a rede Fox, durante uma participação no programa Rich Eisen Show Monday. Ele contou que sempre é convidado a fazer um reboot, mas que só passou a considerar a ideia a quatro meses atrás, quando um dos roteiristas da atração original, Bill Finkelstein, veio com uma proposta interessante. “Eu liguei para os meus amigos na Fox, porque eles têm os direitos da série, e ficaram muito interessados em conversar sobre isso”, disse Bochco. “Então, Billy e eu sentamos juntos e meio que atualizamos ‘L.A. Law’, mostrando como a série seria 30 anos depois”, afirmou o produtor, Bochco adiantou que também pretende trazer de volta alguns membros do elenco original. Isto, obviamente, não inclui Richard Dysart, falecido no ano passado aos 86 anos, e Larry Drake, que morreu em março aos 66 anos, mas pode representar a reunião de rostos bem conhecidos de fãs de séries mais recentes, como Corbin Bernsen (série “Psych”), Blair Underwood (série “Agents of SHIELD”), Jimmy Smits (série “Sons of Anarchy”), Alan Rachins (série “Rizzoli & Isles”), Harry Hamlin (série “Mad Men”) e Susan Dey (série “Third Watch”, mas lembrada por gerações de crianças dos anos 1970 como a musa Laurie Partridge, da “Família Dó-Ré-Mi”). Produzida pelos estúdios Fox, a série girava em torno dos casos de uma grande firma jurídica de Los Angeles. Foi originalmente exibida entre 1986 e 1994 pela rede americana NBC e durou oito temporadas, num total de 171 episódios.
Meu Amigo, o Dragão revela a criatura do título em seis cenas do filme
A Disney divulgou seis cenas sem legendas do remake do clássico infantil “Meu Amigo, o Dragão”. As prévias mostram o dragão do título com bastante detalhes, revelando que ele é praticamente um bicho de pelúcia gigante, bem diferente das criaturas escamosas de “Game of Thrones” e todas as outras produções sobre dragões que não são da Disney. O filme é uma reinvenção do original de 1977, que girava em torno de um menino chamado Pete e seu melhor amigo Elliot, um dragão imaginário. Enquanto o primeiro foi um musical, passado numa vila de pescadores na virada do século 20, a nova história acontece na floresta de uma comunidade de madeireiros e se concentra nos aspectos dramáticos da história. Na trama atual, Pete é um menino cujos pais morreram em um acidente de carro e que foi posteriormente criado por Elliot, o dragão que reside numa floresta ameaçada. Em resumo, “Mogli” com um dragão no lugar de lobos. Mas logo a trama leva Pete ao encontro com a civilização para comprovar aquilo que todas as crianças sabem de cor: adultos são idiotas. Além do jovem Oakes Fegley (“Fort Bliss”), que vive o personagem central, o elenco destaca Bryce Dallas Howard (“Jurassic World”), como a guarda florestal que encontra o menino, e o veterano Robert Redford (“Até o Fim”), que interpreta o pai dela. Também participam da produção os atores Karl Urban (“Star Trek”), Wes Bentley (“Jogos Vorazes”), Craig Hall (“Meu Monstro de Estimação”), Isiah Whitlock Jr. (série “The Wire/A Escuta”) e a menina Oona Laurence (“Nocaute”). Roteiro e direção estão a cargo de David Lowery, autor de um dos filmes mais elogiados do Festival de Sundance de 2013, o drama criminal “Amor Fora da Lei” (Ain’t Them Bodies Saints). A estreia está marcada para 29 de setembro no Brasil, mais de um mês após o lançamento nos EUA, que acontece em 12 de agosto.
Death Note: Willem Dafoe será o espírito da morte na adaptação do mangá
O ator Willem Dafoe (“Ninfomaníaca”) entrou no elenco da adaptação americana do mangá “Death Note”. Segundo informação do site Mashable, ele dará voz a um dos personagens principais da trama: Ryuk (ou Ryūku), o Shinigami (um espirito da morte) que deixa seu “caderno da morte” cair na terra. Na história, o sinistro e poderoso objeto vai parar nas mãos do estudante Light Yagamii (Nat Wolff, de “A Culpa É das Estrelas”), que usa o artefato para matar bandidos, mas chama a atenção do incansável detetive conhecido apenas como L. Pela informação, aparentemente Ryuk será criado por computação gráfica, como nos filmes com atores já lançados no Japão. Curiosamente, ao contrário do que aconteceu com a ocidentalização dos personagens de “Ghost in the Shell”, até agora nenhum movimento de protesto tem se manifestado contra a escalação de atores americanos nos papeis originais japoneses. “Death Note” foi criado por Tsugumi Ohba e Takeshi Obata e já foi adaptado em duas séries (uma anime e outra com atores), além de três filmes live action no Japão. Por sinal, um quarto longa já vai estrear em outubro. A Warner Bros. tentava desenvolver a adaptação americana há cerca de seis anos, até que desistiu, permitindo ao Netflix assumir a produção. O roteiro é de Jeremy Slater (“Quarteto Fantástico”) e a direção de Adam Wingard (“Você É o Próximo”).
Papai Noel às Avessas 2: Fotos voltam a reunir o elenco da comédia original
Após lançar o teaser, a Broad Green Pictures divulgou as primeiras fotos de “Bad Santa 2”, continuação da cultuada comédia “Papai Noel às Avessas” (2003). A prévia volta a mostrar o ator Billy Bob Thornton (série “Fargo”) como um Papai Noel de ressaca e mau humor, novamente acompanhado por Tony Cox (“Oz: Mágico e Poderoso”) e Brett Kelly (“Contos do Dia das Bruxas”), respectivamente seu “elfo” auxiliar e a criança que acreditava no Natal. Lançado em 2003, “Papai Noel às Avessas” acompanhava um homem boca-suja que usava a roupa do “bom velhinho” para aplicar golpes em lojas de departamento. A sequência vai envolver uma tentativa de roubo num evento beneficentes na véspera de Natal. O roteiro foi escrito por Doug Ellin (criador da série “Entourage”) e Shauna Cross (“Se Eu Ficar”). A direção é de Mark Waters (“Meninas Malvadas”, “Academia de Vampiros”) e as novidades do elenco são Kathy Bates (série “American Horror Story”), Christina Hendricks (série “Mad Men”) e Ryan Hansen (série “Veronica Mars”). A estreia está marcada para 9 de dezembro no Brasil, duas semanas após o lançamento nos EUA.
Aubrey Plaza vai perseguir Elizabeth Olsen em comédia de humor negro
As atrizes Aubrey Plaza (“Os Caça-Noivas”) e Elizabeth Olsen (“Vingadores: Era de Ultron”) vão viver uma espécie de “Louca Obsessão” da era das redes sociais numa comédia indie de humor negro. Segundo o site Variety, elas vão estrelar “Ingrid Goes West”, sobre uma jovem obcecada por uma celebridade das redes sociais, que decide largar tudo para se tornar amiga da famosa. A partir daí, o comportamento da personagem-título vai se tornando cada vez mais perturbado e perigoso. Aubrey vai viver Ingrid e Elizabeth o alvo da sua adoração. O filme foi escrito por Marc Spicer, que também vai estrear como diretor nas filmagens. A produção já começou a ser rodada em Los Angeles. .
Cegonhas: Entrega de bebê vira aventura fofa em trailer de animação
A Warner divulgou mais três pôsteres e um novo trailer da animação “Cegonhas: A História que Não Te Contam”, ainda sem legendas. A prévia explica que as cegonhas abandonaram o perigoso negócio de entrega de bebês para entrar no lucrativo serviço de entregas de celular de última geração. Mas um bebê misterioso acaba chegando no ninho, quer dizer, no depósito das mercadorias, e uma jovem órfã ruiva, que nenhuma cegonha entregou, convence o herdeiro do negócio a retomar o hábito perdido e encontrar uma família para o pequeno pacote babão. Um detalhe que deve agradar as crianças e irritar os adultos é que a maioria das piadas exalta como o bebê é fofo. Em todo o vídeo, ele tampouco chora nem suja as fraldas – “cheira à flores”, diz um lobo. Por ironia, esta singela premissa veio da mente de um adulto especialista em piadas sexuais, Nicholas Stoller, roteirista de “Sex Tape: Perdido na Nuvem” e diretor de “Vizinhos” (ambos de 2014), que acumula as duas funções no novo trabalho. Stoller também escreveu os recentes filmes dos “Muppets”, provando sua versatilidade. Em sua primeira animação, ele divide a direção com Doug Sweetland, animador experiente da Pixar – trabalhou em “Toy Story” (1999), “Procurando Nemo” (2003) e “Os Incríveis” (2004). A produção, por sua vez, está a cargo de uma dupla especialista em bom-humor animado, Phil Lord e Christopher Miller, os diretores de “Tá Chovendo Hambúrguer” (2009) e “Uma Aventura Lego” (2014). Ainda que não sejam ouvidas no Brasil, as dublagens originais são de Andy Samberg (série “Brooklyn Nine-Nine”), Kelsey Grammer (“Transformers: A Era da Extinção”), Katie Crown (“Dakota”), Ty Burrel (série “Modern Family”) e Jennifer Aniston (“Família do Bagulho”). A estreia está marcada para 22 de setembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
É Fada: Estreia de Kéfera Buchmann no cinema ganha poster, fotos e primeiro trailer
A Imagem Filmes divulgou duas fotos, o pôster e o primeiro trailer de “É Fada”, comédia que marca a estreia da celebridade do YouTube Kéfera Buchmann no cinema. A prévia mostra que ela já começa como protagonista, no papel de uma fada madrinha bastante folgada, que tenta transformar uma adolescente sem graça (Klara Castanho, da novela “Além do Tempo”) numa Cinderela brasileira. Certos detalhes parecem um pouco adultos para o contexto, o que tende a diferenciar o filme de uma produção da Xuxa e aproximá-lo da leva besteirol recente. Entre apelações e mensagens equivocadas – aparência e popularidade são tudo, ensina Kéfera nos minutos exibidos, o que faz sentido para quem vive de aparecer e ser popular – , sobram algumas boas piadas. O filme é uma adaptação do livro “Uma Fada Veio Me Visitar”, de Thalita Rebouças, com direção de Cris D’Amato, responsável pela franquia “S.O.S – Mulheres ao Mar”, e produção de Daniel Filho, o diretor da franquia “Se Eu Fosse Você”. A estreia está marcada para 6 de outubro nos cinemas brasileiros.
Festival de Brasília anuncia lista de filmes em competição
A organização do Festival de Brasília anunciou os nove longas selecionados para sua mostra competitiva. Todos são inéditos no circuito dos festivais brasileiros, mas dois já foram exibidos no exterior: a produção amazonense “Antes o Tempo Não Acabava”, de Sérgio Andrade e Fábio Baldo, que teve première no Festival de Berlim, e “A Cidade Onde Envelheço”, de Marilia Rocha, presente no Festival de Roterdã. A lista inclui ainda “Deserto”, dirigido pelo ator Guilherme Weber, “Elon Não Acredita na Morte”, de Ricardo Alves Jr., “Malícia”, de Jimi Figueiredo, “O Último Trago”, de Luiz Pretti, Pedro Diogenes e Ricardo Pretti, e “Rifle”, de Davi Pretto. Os documentários “Martírio”, de Vincent Carelli, com Ernesto de Carvalho e Tita, e “Vinte anos”, de Alice de Andrade, completam a seleção. Ao todo, 132 filmes foram inscritos para participar da 49ª edição do festival, e os selecionados representam diferentes abordagens e regiões do país. Há desde estreantes, como Guilherme Weber, até veteranos do circuito dos festivais, como os irmãos Pretti e Pedro Diogenes. A comissão julgadora foi formada pelo cineasta e crítico Eduardo Valente, novo curador do festival, ao lado da produtora Andréa Cals, do crítico Marcus Mello e do professor Pablo Gonçalo. O Festival de Brasília deste ano acontecerá de 20 a 27 de setembro na capital federal.
Rogue One: Muita tensão no primeiro comercial do spin-off de Star Wars
A Disney divulgou o primeiro comercial de “Rogue One – Uma História Star Wars”, que explora o clima de tensão com o som de um alarme ressoando sobre cenas de correria, tiros e explosões. Com roteiro original de Chris Weitz (“Cinderela”) e direção de Gareth Edwards (“Godzilla”), o filme será o primeiro spin-off da franquia “Star Wars”, produzido fora de sincronia com a saga central. A trama gira em torno da missão de um grupo de rebeldes para roubar os planos de construção da Estrela da Morte. No filme clássico “Guerra nas Estrelas” (1977), estes planos acabam nas mãos da Princesa Leia, que os transfere para o robô R2-D2, enquanto é caçada por Darth Vader. O elenco inclui Felicity Jones (“A Teoria de Tudo”), Diego Luna (“Elysium”), Mads Mikkelsen (série “Hannibal”), Alan Tudyk (série “Firefly”), Forest Whitaker (“O Mordomo da Casa Branca”), Ben Mendelsohn (“O Lugar Onde Tudo Termina”), Riz Ahmed (“O Abutre”), Donnie Yen (“O Grande Mestre”) e Jiang Wen (“Guerreiros do Céu e da Terra”), além da voz de James Earl Jones, que desde “Guerra nas Estrelas” dubla o vilão Darth Vader. “Rogue One: Uma História Star Wars” estreia em 15 de dezembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
The Tick: Piloto da nova série do super-herói atrapalhado ganha 15 imagens
O serviço de streaming Amazon divulgou 15 fotos do piloto da série do “super-herói” Tick, que mostram o ator Peter Serafinowicz (“Guardiões da Galáxia”) no papel-título e alguns coadjuvantes importantes, como Superian (Brendan Hines, da série “Scorpion”), Arthur (Griffin Newman, da série “Vinyl”) e Whoppi (Whoopi Goldberg, de “As Tartarugas Ninja”). Personagem de quadrinhos, The Tick ganhou sua primeira revista em 1988, escrita e desenhada pelo jovem Ben Edlund, então com 20 anos de idade. O personagem, que se disfarça de carrapato azul, surgiu como paródia das histórias de super-heróis, e a publicação o mostrava em luta com os mais diferentes vilões, sempre de forma atrapalhada. Fez tanto sucesso que ganhou uma versão animada em 1994. A atração durou três temporadas e é reprisada até hoje. Mas o personagem também teve uma série com atores reais, estrelada por Patrick Warburton (série “Rules of Engagement”), que virou cult, apesar de ter rendido apenas nove episódios em 2001. Assim como as anteriores, a nova atração está sendo desenvolvida pelo criador do personagem dos quadrinhos, o roteirista-produtor Ben Edlund (que também escreve a série “Supernatural”). O elenco também inclui Valorie Curry (série “The Following”), Yara Martinez (série “Jane the Virgin”), Berto Colon (minissérie “Show Me a Hero”) e Kyle Catlett (“Uma Viagem Extraordinária”). Por enquanto, apenas o piloto foi encomendado, com direção de Wally Pfister (“Transcendence”). Como de praxe, o Amazon disponibilizará o piloto na internet para ser avaliado pelo público, e apenas após esse feedback determinará se a produção ganhará uma temporada completa.
50 Cent desenvolve série de super-herói com o criador de Bates Motel
O rapper, ator e produtor Curtis “50 Cent” Jackson está desenvolvendo uma nova série de super-heróis para o canal pago Starz. Segundo o site Deadline, a atração será o primeiro projeto de um novo acordo de produção firmado entre o canal e 50 Cent, após o sucesso da série “Power”, que ele estrela e produz. Intitulada “Tomorrow, Today”, a série vai acompanhar um veterano que é condenado por um crime que não cometeu, jogado na cadeia e usado como como cobaia para os experimentos de um médico maluco, que tenta transformá-lo no “homem perfeito” – e numa máquina de matar. O experimento foge do controle e transforma o protagonista em fugitivo da justiça, que, mesmo assim, busca usar seus novos poderes para fazer o bem. Se a trama parece familiar é porque se trata, basicamente, da origem de Luke Cage nos quadrinhos. 50 Cent garante que o personagem é original. Ele irá assinar a produção ao lado dos roteiristas Anthony Cipriano (criador de “Bates Motel”) e Dan Kay (“Regresso do Mal”). Ainda não há cronograma de produção nem previsão para a estreia de “Tomorrow, Today”.












