Gilmore Girls: Vídeos celebram os 16 anos da série e a expectativa para seu retorno
A Netflix uma coleção de vídeos para celebrar os 16 anos de “Gilmore Girls”, completados nesta quarta (5/10), e preparar os fãs para o retorno da série, que, por sinal, ganhou pôsteres. Mostrando cenas clássicas da produção, intercaladas com depoimentos atuais do elenco, o primeiro vídeo recorda o que tornou a série tão bem-sucedida, dos diálogos à química do elenco. E há ainda um playlist com sete vídeos narrados por Sean Gunn (“Guardiões da Galáxia”), o intérprete de Kirk, que resumem as sete temporadas da atração, exibidas originalmente entre 2000 e 2007. Centrada no cotidiano da mãe solteira Lorelai e sua filha Rory (Alexis Bledel) na cidadezinha fictícia de Stars Hollow, a atração serviu para lançar a carreira de muitos astros, como Melissa McCarthy (“A Espião que Sabia Demais”), que viveu a chef Sookie, e os então adolescentes Jared Padalecki (série “Supernatural”) e Milo Ventimiglia (série “Heroes”), que disputavam o coração de Rory. Todos eles participarão do revival, que também trará de volta Scott Patterson (Luke), Kelly Bishop (Emily Gilmore), Sean Gunn (Kirk), Keiko Agena (Lane Kim), Matt Czuchry (Logan) e Yanic Truesdale (Michel Gerard). A criadora da atração, Amy Sherman-Palladino, é a responsável por continuar a história, escrevendo e dirigindo mais quatro episódios especiais, que terão duração de telefilme e se passarão, cada um, numa estação diferente, no decorrer de um ano na vida das garotas Gilmore. Por isso, o revival acabou ganhando o título “Gilmore Girls: Um Ano Para Recordar”. Os novos episódios estreiam em 25 de novembro, mas todas as temporadas anteriores já podem ser revistas no Netflix.
Que Horas Ela Volta? vence o “Oscar brasileiro”
O drama “Que Horas Ela Volta?” foi o vencedor do 15° Grande Prêmio do Cinema Brasileiro, evento da Academia Brasileira de Cinema, que é apelidado de “Oscar brasileiro”. A premiação aconteceu na noite de terça-feira (4/10) no Theatro Municipal, no Rio de Janeiro, e rendeu sete troféus ao longa escrito e dirigido por Anna Muylaert: Melhor Filme, Direção, Roteiro, Montagem, Atriz (Regina Casé), Atriz Coadjuvante (Camila Márdilla) e o Prêmio do Público. “Demorei 19 anos para chegar a esse filme pronto. É o meu trabalho mais maduro. Dedico esse prêmio aos atores, que me ajudaram a terminar esse filme”, disse Anna Muylaert, em seu agradecimento. Até este prêmio demorou. “Que Horas Ela Volta?” recebeu seu primeiro prêmio internacional, no Festival de Sundance, há 21 meses. Estreou nos cinemas brasileiros há 15 meses. Desde então, Muylaert lançou outro filme, “Mãe Só Há Uma”, e já filmou um terceiro, um documentário sobre o Impeachment de Dilma Rousseff. Mas isso é chover no molhado com o Grande Prêmio do Cinema Brasileiro, cujo nome já soa antiquado como qualquer manifestação de ufanismo. Alheio ao calendário, enquanto o foco está na discussão de “Aquarius” e o Oscar 2017, o “Oscar brasileiro” celebra os melhores de 2015. Mas graças aos problemas inerentes do circuito, acaba também premiando trabalhos de cinco e até 20 anos atrás, como, por exemplo, a interpretação de Marco Ricca, vencedor do troféu de Melhor Ator por “Chatô, o Rei do Brasil”, exibido no ano passado, mas realizado ao longo de duas décadas. A Melhor Animação foi “Até Que a Sbórnia Nos Separe”, de Otto Guerra, que teve première no Festival de Gramado de 2013. A Melhor Comédia, “Infância”, de Domingos de Oliveira, fez parte da programação de Gramado em 2014. Organizada pela Academia Brasileira de Cinema, a premiação se dividiu em 25 categorias e tinha, entre seus indicados, até um filme que venceu o Festival do Rio de 2011: “A Hora e a Vez de Augusto Matraga”, que rendeu o prêmio de Melhor Ator Coadjuvante a Chico Anysio, falecido há quatro anos. Assim como os demais, “A Hora e a Vez de Augusto Matraga” também só foi exibido nos cinemas no ano passado. E este é o estado da indústria cinematográfica nacional, celebrada pelo Grande Prêmio do Cinema Brasileiro. Um dia, quem sabe, os grandes filmes brasileiros não terão que esperar tanto tempo para serem reconhecidos, especialmente pelo circuito, que renega produções premiadas, chegando a deixar obras paradas por meia década, apenas para lançá-las em meia dúzia de salas. O Grande Prêmio do Cinema Brasileiro sugeriu que o tema da premiação fosse “manifesto”, numa tentativa de atualizar sua sessão de nostalgia com fatos deste ano. Mas, em vez de partir para o oba-oba, podia se manifestar de fato junto ao circuito. Podia, inclusive, dar o exemplo, aproximando mais o seu próprio calendário de premiações da estreia dos filmes que premia. Novamente, chovendo no molhado…
Nicholas Hoult viverá Nikolas Tesla no filme sobre a invenção da eletricidade
O ator Nicholas Hoult (“X-Men: Apocalipse”) entrou no elenco de “The Current War”, drama de época sobre a aurora da eletricidade. Segundo o site The Hollywood Reporter, ele viverá Nikolas Tesla, que foi o pivô da guerra das correntes do título da produção. Considerado um dos gênios mais importantes e menos referenciados de todos os tempos, Tesla já rendeu filmes, minissérie e foi vivido até por David Bowie no cinema, em “O Grande Truque”, de 2006. Ele desenvolveu seu conceito revolucionário de corrente alternada no final do século 19, quando trabalhava para Thomas Edison, o inventor da corrente contínua, depois deste lhe prometer uma fortuna se conseguisse um meio mais veloz e econômico de transportar eletricidade. Após realizar o que deveria ser impossível, Edison disse que estava brincando, mas lhe daria US$ 10 de aumento. Ele se demitiu, tentou criar sua própria empresa, faliu e após muitas reviravoltas acabou vendendo a patente da corrente alternada para George Westinghouse. A entrada em cena deste empresário deu início a uma guerra pública contra Edison, numa disputa por contratos do governo que envolveu até a invenção da cadeira elétrica. Depois da Guerra das Correntes, Tesla criou muitas outras invenções elétricas, registrando mais de uma centena de patentesque iniciaram uma revolução tecnológica, como o motor elétrico, a comunicação sem fio, a lâmpada fluorescente e até o controle remoto! No filme, Thomas Edison será interpretado por Benedict Cumberbatch (“Doutor Estranho”) e Michael Shannon (“O Homem de Aço”) viverá Westinghouse. A direção está nas mãos de Alfonso Gomez-Rejon (“Eu, Você e A Garota que vai Morrer”) e o roteiro a cargo de Michael Mitnick (“O Doador de Memórias”). As filmagens devem começar no início de dezembro, mas ainda não há previsão para a estreia.
Kit Harington vai estrelar e produzir minissérie sobre o anarquista Guy Fawkes
O ator Kit Harington (o Jon Snow de “Game of Thrones”) vai estrelar e produzir uma minissérie sobre o anarquista Guy Fawkes para a BBC. Segundo o site da revista Variety, a minissérie será composta por três episódios e contará a história verídica do ataque terrorista de Fawkes, que tentou explodir a Câmera dos Lordes no Parlamento britânico e assassinar o Rei James I em 1605. O ato de Fawkes é lembrado anualmente com festividades no Reino Unido. No começo, sancionado por celebrar o fato do Rei ter sobrevivido. Mas, ao longo dos anos, o atentado ganhou nova conotação, transformando Fawkes numa espécie de herói popular. A transição começou com publicações baratas (penny dreadfuls) do fim do século 19 e se completou com os quadrinhos de “V de Vingança” nos anos 1980, nos quais um mascarado inspirado em Fawkes combatia a política fascista de um futuro britânico distópico. Quando a minissérie de Alan Moore e David Lloyd virou filme em 2005, as máscaras de V (ou Fawkes) entraram na cultura pop mundial, ganhando as ruas em manifestações como o movimento Occupy. A minissérie estrelada por Harington será financiada pela rede BBC e está sendo desenvolvida com o título provisório de “Gunpowder” Harington, por sinal, tem uma ligação genética com a história, já que seria descendente direto de Robert Catesby, um dos conspiradores aliados de Fawkes.
Dennis the Menace terá nova série animada com visual computadorizado
A rede britânica BBC está produzindo uma nova série animada de “Dennis the Menace”, personagem clássico dos quadrinhos britânicos, que não tem nada ver com seu homônimo americano, batizado como “Dennis, o Pimentinha” no Brasil. Mas os produtores mexeram muito no visual do personagem, ao utilizar computação gráfica em vez da tradicional animação em 2D. O Dennis “à la Pixar” acabou revoltando os fãs do personagem. Confira a diferença visual acima. A “versão” britânica de Dennis surgiu no mesmo ano e quase simultaneamente ao Dennis americano, publicado em 1951 na revista de quadrinhos “The Beano”. Concebido por David Law, ele é um típico menino “levado”, mas seu comportamento hoje poderia ser mais bem descrito como “bullying”, já que Dennis apronta sempre com os meninos comportados de sua classe, a quem chama de “softies”. Para atormentar as outras crianças, ainda conta com a ajuda de um cachorro feioso, chamado Gnasher. O personagem ganhou sua primeira série animada apenas em 1990, com trilha sonora punk rock, seguidas por mais duas, em 1996 e 2006, na faixa infantil da BBC. Atualmente, a Warner desenvolve uma nova versão do Dennis americano para o cinema, com roteiro de Stacey Menear, do terror “Boneco do Mal” (2016).
Vilão de Luke Cage entra na adaptação do mangá Battle Angel Alita
O ator Mahershala Ali, que interpreta o vilão Cornell “Boca de Algodão” Stokes em “Luke Cage”, entrou no elenco de “Alita: Battle Angel”, adaptação de um mangá clássico de sci-fi com direção de Robert Rodriguez (“Sin City”) e produção de James Cameron (“Avatar”). Segundo o site The Hollywood Reporter, ele terá um papel igualmente vilanesco como Vector, o homem que gerencia as competições que combinam Roller Derby e luta de gladiadores futuristas, chamadas de Motorball. Assim, a produção segue escalando atores ocidentais para papéis originalmente asiáticos. Com japoneses no elenco, “Ghost in the Shell” tem enfrentado críticas por ser estrelado pela americana Scarlett Johnsson. Mas Hollywood parece não ligar para os fãs do material original, a não ser quando precisa explicar um desempenho ruim nas bilheterias – como, por exemplo, o “Caça-Fantasmas” feminino. Ali vai se juntar à atriz Rosa Salazar (“Maze Runner: Prova de Fogo”), que viverá o papel-título, e Christoph Waltz (“Django Livre”), cujo personagem terá o nome americanizado. Outros atores contratados recentemente incluem Jackie Earl Haley (série “Preacher”), Ed Skrein (“Deadpool”) e Keean Johnson (série “Nashville”). Nos quadrinhos, o cientista cibernético Dr Daisuke Ido resgata o corpo semidestruído da robótica Alita de um lixão. Após recuperá-la, ele descobre que, mesmo sem memórias, ela demonstra ser uma expert em artes marciais, e passa treiná-la para virar uma caçadora de recompensas. Criado por Yukito Kishiro em 1990, o mangá foi adaptado por James Cameron, que escreveu a primeira versão do roteiro na década passada. Ele próprio pretendia dirigir o filme, mas perdeu o ímpeto ao mergulhar na megalomania das sequências de “Avatar”, até hoje em processo interminável de desenvolvimento. Mesmo assim, Cameron vai produzir o filme, que acabou ganhando um título ligeiramente diferente do mangá original. “Battle Angel Alita” vai chegar aos cinemas como “Alita: Battle Angel”. As filmagens serão financiadas pelo estúdio 20th Century Fox, com orçamento típico de filme de Cameron (entre US$ 175 e 200 milhões), mas ainda vão demorar muito para começarem. O início da produção está marcado apenas para 2017 e o longa recebeu previsão de lançamento para o dia 20 de julho de 2018.
#MeChamaDeBruna: Atrizes se fingiram de prostitutas para ensaiar papéis na série
As atrizes da série “#MeChamaDeBruna”, versão televisiva da história de Bruna Surfistinha, passaram por laboratório em um bordel. Isto significa que elas foram estudar prostitutas em seus locais de trabalho para melhor interpretar suas personagens. E para testar se convenciam, chegaram a se fingir de prostitutas reais nas ruas do Rio de Janeiro. O resultado foi uma mistura de asco e preconceito. A atriz Nash Laila detalhou a experiência, em entrevista para o UOL. “Depois de um tempo de ensaio, eu e Maria [Bopp] fomos experimentar a rua por um dia, só para ver o que iria acontecer. Colocamos salto alto e minissaia. De fato, os caras começaram a parar, era uma coisa estranha. Tem a parte do medo, um homem abordou Maria na frente de um shopping, onde tem famílias. As pessoas já olham para você de lado, olham diferente. Pessoas com quem você está acostumada a falar na rua já não se comportam do mesmo jeito”, relatou. Carla Ribas, que interpreta a gerente do “privê” (bordel), disse que o simples fato de colocar tatuagens para viver sua personagem já foi o suficiente para causar rejeição. “Eu tinha 19 tatuagens para gravar e [nos intervalos] saía no Leblon assim, era verão, estava calor. É impressionante o preconceito, a rejeição, o nojo que as pessoas têm. Eu entrava às vezes numa loja e as pessoas me tratavam quase como se [eu] desse choque”, contou. Para Maria Bopp, que interpreta a Bruna Surfistinha em seu segundo papel como atriz profissional – após uma pequena participação na série “Oscar Freire 279”, do Multishow, também sobre prostituição – , o fato de a direção de “#MeChamaDeBruna” ter sido feita por Marcia Faria (diretora assistente de “Diários de Motocicleta”, “Xingu” e “Chatô”) ajudou bastante às atrizes aceitarem o desafio. “Me surpreendi comigo mesma, achei que teria mais dificuldade, que poderia travar, ficar com medo mesmo. Mas aconteceu tudo muito naturalmente. O fato de ter uma diretora mulher me tranquilizou, eu acreditava que teria um olhar responsável por trás das câmeras, que [ela] não exploraria meu corpo gratuitamente”, disse. A série focará o começo da carreira de Raquel Pacheco, mais conhecida por seu pseudônimo, concentram-se no período em que viveu num “privê”, mostrando seu cotidiano com as outras garotas do prédio, sua cafetina, o filho dela e a clientela do estabelecimento. Antes de cada episódio, Bruna/Raquel falará ao público por meio de uma câmera digital, como se estivesse ao vivo em um “vlog”, num recurso que mantém o tom de diário de seu texto original, ao mesmo tempo em que atualiza a história para os dias de hoje. Na vida real, Raquel escrevia num blogue com o nome que a tornou famosa, mais tarde transformado no livro “O Doce Veneno do Escorpião”. O livro, por sua vez, inspirou o filme “Bruna Surfistinha” (2011), campeão de bilheterias nacional, e agora, como diz o trailer da série, essa história chega na TV. Enquanto o filme foi estrelado pela famosa Déborah Secco, a série destaca a praticamente estreante Maria Bopp no papel principal. O elenco também inclui Carla Ribas (“Aquarius”), Luciana Paes (“Mãe Só Há Uma”), Nash Laila (“Amor, Plástico e Barulho”), Jonathan Haagensen (“Cidade de Deus”), Stella Rabello (série “Tapas & Beijos”) e Perfeito Fortuna (“O Homem do Ano”), entre outros. A estreia acontece em 8 de outubro no canal pago premium Fox+.
Murilo Benício vai virar diretor de cinema com apoio da Ancine
A estreia de Murilo Benício como diretor, o filme “O Beijo”, vai receber R$ 700 mil do Fundo Setorial do Audiovisual. A produção entrou em um edital da Ancine (Agência Nacional do Cinema). Antes de conseguir o apoio, ele vinha colocando dinheiro do próprio bolso no projeto. Rodado em preto e branco, o longa é uma adaptação da peça “O Beijo no Asfalto”, de autoria de Nelson Rodrigues, e tem no elenco a atriz Débora Falabella, namorada de Murilo. O casal também está trabalhando junto na minissérie “Nada Será como Antes”, atualmente em exibição na rede Globo. O longa de Benício será a segunda filmagem da peça. A primeira, com o título original “O Beijo no Asfalto”, foi dirigida por Bruno Barreto (“Flores Raras”) e lançada em 1981.
Desventuras em Série: Primeiro teaser revela humor e data de estreia da série
A Netflix divulgou a primeira foto oficial e o teaser de “Desventuras em Série” (A Series of Unfortunate Events), a série baseada na coleção literária homônima de Daniel Handler, mais conhecido pelo pseudônimo Lemony Snicket. Além de divulgar a data de estreia, o vídeo destaca o humor negro e a metalinguagem da atração, trazendo Patrick Warburton (o homem da foto, visto antes na série “Rules of Engagement”) como Lemony Snicket, em meio aos cenários vazios da produção. Segundo ele, a equipe e os atores não puderam continuar trabalhando após tantas tragédias que acontecem na trama. Mas nem todos ficaram deprimidos, como demonstra a risada ouvida ao fundo – de Neil Patrick Harris (série “How I Met Your Mother”) ensaiando as maldades do vilão Olaf. Os livros de Handler/Snicket foram publicados entre 1999 e 2006 e contam a saga dos irmãos órfãos Violet, Klaus e Sunny Baudelaire e como eles enfrentam provações, tribulações, infortúnios e um tio maldoso que quer se apoderar de sua fortuna. Tudo isso enquanto buscam descobrir o segredo da morte de seus pais. A franquia já vendeu mais de 65 milhões de exemplares e foi traduzida para 43 línguas, além de ter sido transformada no filme “Desventuras em Série”, de 2004, que tinha Jim Carrey (“Kick-Ass 2”) no papel do vilão Olaf, Emily Browning (“Sucker Punch”) como Violet e Jude Law como a voz de Lemony Snicket. Na nova versão, as crianças Malina Weissman (a jovem Kara nos flashbacks da série “Supergirl”) e o estreante Louis Hynes viverão Violet e Klaus Baudelaire, mas a intérprete da caçula Sunny (um bebê) ainda não foi divulgada. A série é uma produção da divisão televisiva da Paramount, estúdio responsável pelo filme, em parceria com a Netflix. A estreia vai acontecer em 13 de janeiro.
Haters Back Off: Série sobre a “origem” de YouTuber famosa ganha divertido trailer legendado
A Netflix divulgou o trailer legendado de “Haters Back Off”, sua nova série de comédia, inspirada na vida da famosa Youtuber americana Miranda Sings. Miranda Sings existe. Mas não é real. Trata-se de uma personagem criada pela comediante Colleen Balinger, um “tipo” caricatural como a Velhinha da “Praça É Nossa” ou a Valéria do “Zorra Total”. A diferença é que o canal do YouTube passa a impressão que se trata de uma pessoa de verdade, o que Colleen reforça ao aparecer na mídia como Miranda Sings. Além de viver a personagem na internet, ela já visitou os programas de Jimmy Fallon e Jerry Senfield à caráter. Isto porque, ao contrário da história da série, Miranda se tornou uma celebridade, com alguns de seus vídeos vistos mais de 3 milhões de vezes. A série vai contar a “origem” de Miranda, mostrando como uma garota comum, pouco inteligente, nada atraente e sem nenhum talento acredita que pode virar um fenômeno popular ao postar vídeos de si mesma na internet. Com estímulo do tio, que têm planos para sua carreira de atriz, cantora e mágica, ela começa a postar dicas de maquiagem, vídeos em que canta, dança e compartilha detalhes de seu cotidiano. Mas o resultado não sai como esperado. Tudo o que ela arranja é a atenção de trolls desocupados que não poupam esforços para desmoralizá-la, lançando-a numa espiral de depressão. A sátira de humor negro detona a obsessão por atenção que gerou a cultura das celebridades da internet. E chega no momento perfeito, quando vários youtubers começam a materializar os planos traçados pelo tio de Miranda Sings para virarem atrizes, cantoras e mágicas (ou o equivalente masculino). Além de Balinger, a série conta com Steve Little (série “Eastbound and Down”) como seu tio impróprio e Angela Kinsey (série “The Office”) como sua mãe superprotetora. Com oito episódios, a 1ª temporada de “Haters Back Off” chega à Netflix em 14 de outubro.
Punho de Ferro: Teaser da série anuncia a data da estreia
A plataforma de streaming Netflix divulgou a primeira foto oficial (acima) e o primeiro teaser de “Punho de Ferro”, sua quarta série de super-herói da Marvel. O vídeo anuncia a data de estreia da atração, mas sua imagem também aponta que a produção será fiel à origem mística do personagem. O caldeirão que exala uma fumaça na forma de um dragão assinala a parte final do ritual que deu a Daniel Rand o poder do Punho de Ferro. Por sinal, o dragão se chama Shou-Lao e não é por acaso que a fumaça de sua silhueta seja idêntica à “tatuagem” que Daniel carrega no peito. E, sim, não é uma tatuagem. Estrelada por Finn Jones (o Loras Tyrell de “Game of Thrones”) e desenvolvida pelo produtor-roteirista Scott Buck, showrunner das séries “Dexter” e “A Sete Palmos” (Six Feet Under), a série vai estrear em 17 de março de 2017, com 13 episódios.
O Justiceiro: Surgem fotos de Jon Bernhtal gravando cenas como o anti-herói da Marvel
Surgiram as primeiras fotos de gravações de cenas do Justiceiro. Os paparazzi do site Just Jared registram imagens de Jon Bernthal barbado, circulando pelas ruas de Nova York com uma mochila nas costas. Confira acima. Até então, a Netflix só tinha informado que produziria a série do anti-herói, derivada da 2ª temporada de “Demolidor”, mas não a inclui entre os projetos previstos para 2017. Anteriormente, o chefe de conteúdo da empresa, Ted Sarandos, afirmou que a plataforma disponibilizaria apenas duas séries de heróis por ano “para manter a qualidade”, e as séries anunciadas para 2017 foram “Punho de Ferro”, que se encontra em produção, e a minissérie dos “Defensores”, que reunirá todos os heróis da Marvel já apresentados em atrações individuais. Neste sentido, pode ser que a cena do Justiceiro seja relativa à sua participação em “Os Defensores”. Entretanto, há indícios de que a série “Justiceiro” poderia ser lançada em 2017. Um erro no aplicativo da Netflix “vazou” esta informação. O mesmo erro já tinha revelado o uniforme do Demolidor antes da hora e os títulos dos episódios de “Jessica Jones”, que acabaram se confirmando. Pela previsão inicial, “Justiceiro” chegaria ao catálogo do serviço somente em 2019, após as novas temporadas de “Jessica Jones” e “Demolidor”, previstas apenas para 2018.
Doutor Estranho ganha mais um comercial engraçadinho com sua capa apaixonada
Afinal, qual será o tom de “Doutor Estranho”? Após os trailers bastante sérios e sombrios, a Marvel está divulgando uma leva de comerciais de comédia. O mais recente junta a piada infame do “Sr. Doutor” e a capa apaixonada pelo herói. “Doutor Estranho” introduz o primeiro super-herói místico da Marvel com roteiro de C. Robert Cargill (“A Entidade”), Thomas Dean Donnelly (do remake de “Conan, o Bárbaro”) e Dan Hamon (criador da série “Cummunity”) e direção de Scott Derrickson (“A Entidade”, “Livrai-Nos do Mal”). A estreia está marcada para o dia 3 de novembro no Brasil, uma semana antes do lançamento nos EUA.












