Trainspotting 2: Continuação do clássico dos anos 1990 ganha primeiro trailer completo
A Sony Pictures do Reino Unido divulgou o pôster e o trailer completo da continuação de “Trainspotting”, que, 20 anos depois do lançamento do primeiro filme, faz referência ao texto utilizado no trailer original, com as frases sobre escolhas e a conclusão de que, em vez de escolher a vida é mais fácil escolher a heroína. A atualização fica por conta da inclusão de elementos contemporâneos no texto, como Twitter, Instagram, Facebook, reality shows, pornô de vingança e outros. E, apesar de o protagonista dizer que não usa mais heroína, a prévia mostra que a sequência terá o mesmo clima de sexo, drogas e música eletrônica, a partir do reencontro dos personagens, com a volta de Renton (Ewan McGregor) à órbita de Sick Boy (Jonny Lee Miller), Spud (Ewen Bremner) e Begbie (Robert Carlyle), e imagens de viagens profundas, ligadas ao consumo de novas drogas do século 21. Além deles e do diretor Danny Boyle, o roteirista John Hodge, que escreveu a adaptação do romance original de Irvine Welsh, também retorna à produção. Mas desta vez ele não vai se prender tanto à trama literária específica – no caso, o livro “Porno”, escrito por Welsh, que continua a trama de “Trainspotting” – para contar o que aconteceu com os personagens após duas décadas. Infelizmente, a continuação não ficará pronta a tempo de marcar os 20 anos do filme original. Mas por pouco. A estreia está marcada para 27 de janeiro no Reino Unido. E, por algum motivo, ganhou o título de “T2 Trainspotting”, que sem querer referencia “T2”, mais conhecido no Brasil como “O Exterminador do Futuro 2” (1991). Parece que também escolheram as drogas, em vez de um título adequado.
Netflix confirma que passará a oferecer downloads de filmes e séries
A Netflix vai começar a oferecer seus serviços offline em breve. O que vinha sendo especulado há algum tempo virou informação oficial, confirmada por Ted Sarandos, chefe de conteúdo do serviço, em entrevista ao canal pago americano CNBC. “Temos conversado muito sobre isso ao longo dos anos e nossa crença é que a banda larga e o wi-fi tornam-se mais e mais onipresentes, disponível em mais e mais lugares que você está, por mais e mais minutos do dia”, disse Sarandos, antes de fazer uma importante ressalva, responsável pela reavaliação do modelo do serviço. “Agora que lançamos a Netflix em mais territórios… Todos eles têm diferentes níveis de velocidade de banda larga e acesso wi-fi. Assim, nesses países os usuários se adaptaram muito mais a uma cultura de download. Então, nesses territórios emergentes começa a se tornar um pouco mais interessante [os filmes offline]”, completou. E, de fato, um dos maiores inconvenientes da Netflix é justamente o gargalo de velocidade da internet, que resultada em quedas de qualidade e travadas no streaming. Quando perguntado se esse recurso surgirá em breve, Sarandos disse que a empresa está “olhando isso agora, então vamos ver quando”. Mas, pelo que adiantou, a oferta de download do conteúdo da Netflix deve ser antecipada em países em desenvolvimento, como o Brasil. A Netflix era resistente ao recurso offline por achar que isso traria “complexidade” para a experiência do usuário, obrigando-o a gerenciar espaço e conteúdo disponíveis. Mas o público já se acostumou a isso, graças aos DVRs, gravadores digitais que se popularizaram nos últimos anos. Além disso, serviços rivais como o Amazon Prime se adiantaram e já lançaram o recurso. Agora não se trata mais de especular se a plataforma vai oferecer seus filmes e séries para download e sim quando.
Mostra de São Paulo premia filme venezuelano
A 40ª Mostra Internacional de São Paulo premiou o filme venezuelano “El Amparo”, estreia do diretor Rober Calzadilla, sobre o embate entre o Exército venezuelano e um grupo de colombianos acusados de serem guerrilheiros, na região da fronteira entre os dois países. “El Amparo” recebeu por unanimidade o troféu de Melhor Filme, conferido pelo júri internacional do evento, que premia apenas novos diretores, com até dois longas no currículo. Duas atrizes receberam menção honrosa: Mirjana Karanovic, como uma mulher forçada a lidar com um câncer e com o passado misterioso do marido, na coprodução da Sérvia Bósnia e Croácia “A Boa Esposa”, e Lene Cecilia Sparrok, como uma garota que é forçada a esconder os rastros de sua minoria étnica para ser aceita, no sueco “Sámi Blood”. O iraniano “Maat”, de Saba Kazemi, levou o prêmio Abbas Kiarostami, instituído este ano em homenagem ao cineasta falecido em junho, que destaca filmes que expandem o limite da narrativa clássica. A trama do vencedor gira em torno do dilema moral de um grupo de famílias, após encontrar dinheiro escondido num imóvel. O júri internacional foi composto pela diretora americana Bette Gordon, o diretor paulista Jeferson De, a produtora argentina Lita Stantic, o diretor francês Nicolas Klotz, o diretor e produtor belga Peter Brosens, e o diretor de som português Vasco Pimentel. Já os favoritos do público foram outros. Entre os filmes internacionais, o público preferiu o sul-coreano “The Handmaiden”, de Park Chan-wook e os documentários “Gurumbé”, de Miguel Rosales, sobre o flamenco, e “Gaga – O Amor pela Dança”, de Tomer Heymann, que aborda um coreógrafo israelense e não uma cantora pop americana. Entre os nacionais, a votação popular destacou “Era o Hotel Cambridge”, drama sobre uma ocupação urbana dirigido por Eliane Caffé, e “Martírio”, documentário de Vincent Carelli sobre a impunidade no assassinato de índios, denunciado pelo diretor como um verdadeiro genocídio que acontece diariamente no Mato Grosso do Sul. Por fim, a crítica premiou outra mostra de filmes: “Depois da Tempestade”, drama familiar do japonês Hirokazu Koreeda, que já tem distribuição garantida no Brasil, e o documentário brasileiro “Pitanga”, que a atriz Camila Pitanga filmou, ao lado do diretor Beto Brant, sobre seu pai, o ator Antonio Pitanga. A Mostra continua agora com sua tradicional sessão de “repescagem” no CineSesc, que até a próxima quarta (9/11) exibirá alguns dos destaques do evento. Clique nos títulos dos destaques para assistir aos trailers de cada obra.
Estreias: Doutor Estranho tem o maior lançamento, mas há outros destaques na programação
Maior estreia da semana, “Doutor Estranho” ocupa os shoppings com um novo super-herói da Marvel, numa história repleta de efeitos visuais e elenco acima da média do gênero, liderado por Benedict Cumberbatch. O filme conquistou a crítica internacional – 91% de aprovação no site Rotten Tomatoes – , mas o mais surpreendente é a forma como incorporou e traduziu a psicodelia dos desenhos originais de Steve Ditko na linguagem dos blockbusters modernos. O fato de a Marvel fazer um filme sobre uma criação da fase hippie da editora também diz muito sobre a confiança, a capacidade e o status de seu estúdio, numa lição de como criar franquias e expandir um universo cinematográfico com personagens considerados “estranhos”. Há dois outros filmes hollywoodianos na programação. “A Luz Entre Oceanos” é um melodrama rasgado, baseado num best-seller. O elenco também é ótimo, e pelo menos para o casal central foi um trabalho prazeroso – Michael Fassbender e Alicia Vikander começaram a namorar durante as filmagens. Eles interpretam um casal num farol isolado, que encontra um bebê num barco à deriva e, depois de cuidar da menina por vários anos, descobre a verdadeira mãe (Rachel Weisz), que acredita ter pedido a filha no mar. Segue-se então o embate entre Fassbender, moralmente compelido a contar a verdade, e Vikander, para quem a criança é sua filha de verdade. A trama é de partir o coração, mas também digna de telenovela. Com 59% de aprovação da crítica americana, naufragou nas bilheterias dos EUA, dando prejuízo com apenas US$ 12 milhões de arrecadação. “Indignação” rendeu ainda menos em circuito bastante restrito. Mas conquistou a crítica, com 81% de aprovação. Drama de época baseado no livro homônimo de Philip Roth (“Revelações”), marca a estreia na direção do roteirista e produtor James Schamus, grande parceiro do cineasta Ang Lee em filmes como “O Tigre e o Dragão” (2000), “O Segredo de Brokeback Mountain” (2005), “Desejo e Perigo” (2007) e “Aconteceu em Woodstock” (2009). O filme também destaca uma interpretação surpreendente de Logan Lerman, como um jovem judeu de Nova Jersey, que sofre preconceito e enfrenta um clima conservador de repressão sexual ao ingressar numa Universidade nos anos 1950. O lançamento antecede outra aguardada adaptação de Philip Roth neste ano – “Pastoral Americana”. O circuito limitado também contempla os fãs de cinema indie com o relançamento de “Estranhos no Paraíso” (1984), hoje cultuadíssimo como pioneiro da revolução estética trazida pelos filmes independentes americanos. Em preto e branco e inspirado na nouvelle vague, venceu a Câmera de Ouro no Festival de Cannes como Melhor Filme de Estreia de 1984, o Leopardo de Ouro do Festival de Locarno, o prêmio de Melhor Filme da Sociedade Nacional dos Críticos dos EUA e o Prêmio Especial do Juri do Festival de Sundance. Clássico absoluto, na época parecia muito moderno. A programação internacional inclui ainda o alemão “13 Minutos”, segundo filme do cineasta Oliver Hirschbiegel (“A Queda! As Últimas Horas de Hitler”) a tratar do nazismo. Baseado em fatos reais, o longa mostra a iniciativa de um trabalhador comum alemão (Christian Friedel, de “A Fita Branca”), que cansado dos absurdos do nazismo decide traçar um plano para assassinar Hitler. Considerado traidor, o carpinteiro Georg Elser foi preso após tentar explodir o Führer, mas só executado quando a Alemanha considerava ter perdido a guerra, por ordem direta do ditador. Apenas em 2011, com a inauguração de uma estátua em sua homenagem em Berlim, ele passou a ser festejado como herói da Alemanha. A outra metade da programação (cinco filmes) é composta por filmes brasileiros – que, entretanto, não ocupam a metade (nem um décimo) das salas destinadas aos lançamentos internacionais. São duas ficções, das quais se destaca “Canção da Volta”, estreia do documentarista Gustavo Rosa de Moura nas narrativas dramáticas. No filme, ele dirige sua esposa, a também cineasta Marina Person – Moura foi um dos produtores de “Califórnia” (2015), dirigido por ela. Alçada pela primeira vez ao posto de protagonista, Marina vive uma mulher depressiva, que, após tentar o suicídio, desperta um sentimento de vigília constante no marido (João Miguel), logo transformado em paranoia e obsessão. Já “Intruso” parece um vídeo amador de terror espírita. Trata-se de um trabalho feito em 2009 por Paulo Fontenele, que chega aos cinemas só depois do diretor ter se “consagrado” no gênero besteirol, assinando “Se Puder… Dirija!” (2013), “Divã a 2” (2015) e “Apaixonados: O Filme” (2016). Pensando bem, estes também podem ser definidos como horrores. Completam a programação três documentários. O menos expressivo é “Cícero Dias, O Compadre de Picasso”, trabalho bastante didático sobre o pintor pernambucano modernista do título. Mas os outros dois tiveram até repercussão internacional. “Curumim” acompanha os últimos dias de Marcos “Curumim” Archer, brasileiro executado na Indonésia por tráfico de drogas. O longa é intenso, com imagens gravadas clandestinamente no corredor da morte pelo próprio Archer, graças ao contrabando de um celular para a prisão. Tudo feito sem nenhum apoio da embaixada do Brasil na Indonésia, que não ajudou o cineasta Marcos Prado (“Paraísos Artificiais”) nem a falar com Marcos. A première mundial aconteceu sob aplausos na mostra Panorama, do Festival de Berlim. Por fim, “Cinema Novo” é um olhar afetivo para o movimento cinematográfico do título, realizado pelo filho de seu maior expoente. Eryck Rocha tinha apenas três anos de idade quando seu pai, Glauber Rocha, morreu em 1981, e a obra permite um reencontro cinematográfico entre os dois. O documentário é um jorro contínuo de imagens, em que se destaca uma montagem vertiginosa, que intercala cenas de filmes, imagens e depoimentos da época. Não chega a contar uma história, mas forma um painel tangível da geração que levou o cinema brasileiro para as ruas, para as praças e descobriu a realidade do país – dos problemas urbanos à crise rural. A experiência é impressionista, mas também pode ser chamada de impressionante. Já em sua première, “Cinema Novo” venceu o prêmio Olho de Ouro (L’Oeil d’Or) como o Melhor Documentário do Festival de Cannes de 2016. O filme também foi escolhido para abrir o Festival de Brasília.
Arrow: Atriz de Continuum entra na série como Talia al Ghul
Conhecida por estrelar séries de ficção científica, a atriz Lexa Doig (“Andromeda”, “The 4400”, “Stargate SG-1”, “V” e “Continuum”) entrou no elenco de “Arrow” num papel recorrente e bem importante. Ela interpretará Talia al Ghul num longo arco da 5ª temporada. Criada pelo roteirista Dennis O’Neil em 1971, Talia é filha de Ra’s al Ghul e mãe do filho de Batman, Damian Wayne (o quinto Robin). Seu pai já teve um arco importante na série, vivido por Matt Nable, assim como sua meia-irmã Nyssa (Katrina Law), que, apesar estar desaparecida na atual temporada, é uma das personagens favoritas do público. Vale lembrar que Nyssa se casou com Oliver Queen no final da 3ª temporada, o que torna Talia cunhada do Arqueiro Verde. Talia é descrita pela sinopse do CW como experiente e culta, uma guerreira de elite que não escolhe lados, mas sim seu próprio caminho. Sua estreia vai acontecer no décimo episódio da temporada, previsto apenas para janeiro, que marcará o retorno da série após uma pausa de fim de ano.
Karen Gillan vai virar diretora de cinema
A atriz Karen Gillan (ex-“Doctor Who” e atualmente na franquia “Guardiões da Galáxia”) vai virar diretora de cinema. Segundo o site Deadline, ela fará sua estreia atrás das câmeras em “The Party’s Just Beginning”, filme que ela também escreveu e vai estrelar. Embora não haja maiores informações sobre a trama, o título sugere uma comédia. A produção também vai marcar o lançamento de uma nova produtora indie, Mt. Hollywood Films, que tem como missão realizar filmes comercialmente viáveis dirigidos por mulheres e minorias. As filmagens de “The Party’s Just Beginning” vão acontecer em janeiro na Escócia, terra natal da atriz-roteirista-diretora, mas ainda não há previsão para a estreia. Além de reprisar seu papel como Nebula em “Guardiões da Galáxia Vol. 2”, Karen Gillan também está no elenco da continuação de “Jumanji”, na sci-fi “The Circle” e, segundo rumores, até em “Vingadores: Guerra Infinita”, todos candidatíssimos a virarem blockbusters.
Cormoran Strike: Holliday Grainger entra na série de detetive baseada nos livros de J.K. Rowling
A atriz Holliday Grainger (a Lucrécia da série “Os Bórgias”) terá o principal papel feminino da série “Cormoran Strike”, produção da BBC baseado nos livros do personagem criado por J.K. Rowling. Segundo o site Deadline, ela terá o papel de Robin Venetia Ellacott, a assistente e secretária do personagem-título, vivido por Tom Burke (o Athos da série “The Musketeers”). Strike é um veterano de guerra que após ser ferido em combate decide se tornar um detetive particular, tendo como QG uma sala minúscula em Londres. Rowling lançou três livros com suas histórias, usando o pseudônimo de Robert Galbraith para diferenciar o tom da obra das aventuras juvenis de seu personagem mais famoso, Harry Potter. A BBC vai adaptar os três livros, cada um como uma minissérie distinta e completa. São eles “O Chamado do Cuco” (The Cuckoo’s Calling), “O Bicho da Seda” (The Silkworm) e “Vocação para o Mal” (Career Of Evil). A primeira minissérie terá três episódios, enquanto as duas últimas contarão apenas com dois capítulos cada. Cada episódio terá 60 minutos de duração. Os roteiros das adaptações foram escritos por Ben Richards (criador da série “The Tunnel”) e Tom Edge (série “Lovesick”). O canal pago americano HBO será responsável pela exibição na América do Norte (o que pode significar que a atração chegue ao Brasil por ele). Por sinal, o HBO também foi a responsável pela exibição de “Morte Súbita” (The Casual Vacancy), outra obra adulta de Rowling, no mercado internacional. Ainda não há previsão para a estreia.
Longmire é renovada para sua 6ª e última temporada
O serviço de streaming Netflix renovou a série “Longmire” para sua 6ª e última temporada. Uma das melhores e mais subestimadas séries da atualidade, “Longmire” foi resgatada pela plataforma após ter sido cancelada em sua 3ª temporada pelo A&E, quando era, ironicamente, a série mais assistida do canal pago e a quinta maior audiência do verão nos EUA. A decisão se provou acertada, pois com a renovação a Netflix terá produzido quase o mesmo número de episódios que a atração exibiu na televisão. A diferença será de apenas três capítulos a mais no A&E. “Longmire” foi criada por Hunt Baldwin e John Coveny, roteiristas de “The Closer”. Adaptada da franquia literária “Walt Longmire Mystery”, escrita por Craig Allen Johnson, a série é um drama policial rural, que acompanha as investigações de Walt Longmire, o xerife de Absaroka, uma pequena comunidade do Wyoming que convive com crimes em clima de Velho Oeste, com direito inclusive a conflitos constantes com os nativos de uma reserva indígena da região. A 6ª temporada terá mais 10 episódios com o ótimo elenco da atração, que inclui Robert Taylor (o agente Jones, de “Matrix”) no papel-título, além de Katee Sackhoff (série “Battlestar Galactica”), Lou Diamond Phillips (série “Stargate: Universe”) e Cassidy Freeman (série “Smallville”). Os novos capítulos serão exibidos em 2017, em data ainda não determinada.
All We Had: Primeiro filme dirigido por Katie Holmes ganha trailer
A Gravitas divulgou o pôster e o trailer do drama indie “All We Had”, primeiro filme dirigido pela atriz Katie Holmes. Ela também estrela a produção, no papel de uma mãe solteira que enfrenta problemas financeiros. Despejadas e com o carro quebrado, ela e sua filha decidem recomeçar a vida numa nova cidade, arranjando trabalho numa lanchonete e formando laços inesperados com simpáticos desconhecidos. O elenco também inclui Stefania LaVie Owen (série “The Carrie Diaries”), Richard Kind (série “Gotham”), Luke Wilson (série “Roadies”), Judy Greer (“Homem-Formiga”), Eve Lindley (série “Mr. Robot”), Mark Consuelos (série “Pitch”) e Katherine Reis (série “Unbreakable Kimmy Schmidt”). O filme teve première no Festival de Tribeca e conquistou a crítica, com 80% de aprovação no site Rotten Tomatoes. A estreia comercial vai acontecer em circuito limitado nos Estados Unidos no dia 9 de dezembro, mas não há previsão para o lançamento no Brasil.
Dakota Johnson, Riley Keough e Andrew Garfield vão estrelar novo filme do diretor de Corrente do Mal
O diretor David Robert Mitchell, que chamou atenção com o premiado terror “Corrente do Mal”, iniciou a pré-produção de seu próximo longa-metragem. Intitulado “Under the Silver Lake”, o longa é descrito pelo site The Hollywood Reporter como um “suspense noir moderno” e reuniu um elenco notável, encabeçado por Dakota Johnson (“Cinquenta Tons de Fúria”), Riley Keough (“Mad Max: Estrada da Fúria”), Andrew Garfield (“O Espetacular Homem-Aranha”) e Topher Grace (“Homem-Aranha 3”). O filme vai se passar em Los Angeles nos dias de hoje, mas não há mais detalhes sobre a trama, que deverá evocar os filmes de femme fatales dos anos 1940. A produção está a cargo de Michael de Luca (“Cinquenta Tons de Cinza”) e o financiamento é do estúdio indie A24. A estreia deve acontecer no final de 2017.
Brenton Thwaites vai estrelar suspense do diretor de Maníaco
O ator australiano Brenton Thwaites vai estrelar o suspense indie “Entry Level”, após ver seus dois últimos projetos de blockbusters fracassarem – “O Doador de Memórias” (2015) e “Deuses do Egito” (2016). Segundo o site da revista Variety, o filme o trará como um jovem que desperta misteriosamente em um prédio de escritórios de alta segurança e se vê obrigado por um estranho a completar uma série de tarefas que o colocam em risco e o incriminam em um homicídio. O filme tem direção do francês Franck Khalfoun, especialista em terrores tensos e baratos, como “P2 – Sem Saída” (2007) e o remake de “Maníaco” (2012). As filmagens de “Entry Level” estão previstas para o primeiro trimestre de 2017, mas ainda não data de estreia definida. Thwaites conseguiu mais reconhecimento justamente num filme de terror, o ótimo “O Espelho” (2013), mas será visto a seguir em outro candidato a blockbuster, “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”, com lançamento em 25 de maio.
Milla Jovovich e Snoop Dogg estão em sci-fi pós-apocalíptica dirigida por James Franco
Após dirigir adaptações de clássicos literários que não impressionaram a crítica, James Franco comandou em segredo a sua primeira sci-fi. Segundo o site The Hollywood Reporter, o filme já se encontra em pós-produção e começa a fechar acordos para sua distribuição internacional. Intitulada “Future World”, a sci-fi se passa num futuro pós-apocalíptico em que um menino viaja por terras devastadas com um robô em busca de uma cura para sua mãe. A trama é baseada num conto escrito por Franco e foi roteirizada por Jeremy Cheung e Jay Davis, todos iniciantes na função. Mas o que chama atenção no projeto é o elenco. “Future World” reúne Milla Jovovich (a estrela da franquia “Resident Evil”), Lucy Liu (série “Elementary”), Margarita Levieva (série “Revenge”), a modelo Suki Waterhouse (“Orgulho e Preconceito e Zumbis”) e os rappers Snoop Dogg (“A Escolha Perfeita 2”) e Method Man (série “Luke Cage”). Ainda não há previsão para a estreia.
Tom Holland e Katherine Waterston se juntam a Benedict Cumberbath em filme sobre inventores da eletricidade
O drama de época “The Current War”, sobre os inventores da eletricidade, eletrificou ainda mais o seu potencial com as contratações de Tom Holland (o novo Homem-Aranha) e Katherine Waterston (do vindouro “Animais Fantásticos e Onde Habitam”). Eles vão se juntar a um elenco que já conta com Benedict Cumberbath (“Doutor Estranho”) no papel de Thomas Edison, Michael Shannon (“O Homem de Aço”) como George Westinghouse e Nicholas Hoult (“X-Men: Apocalipse”) como Nikolas Tesla. Segundo o site The Hollywood Reporter, Holland viverá um assistente de Edison e Waterson a esposa de Westinghouse. O filme vai girar em torno da rivalidade entre Edison e Westinghouse, que travaram uma feroz disputa comercial que ficou conhecida como “A Guerra das Correntes”, em relação às patentes de cada um, a corrente continua de Edison e a corrente alternada de Westinghouse (criada por Nikola Tesla), que concorriam por contratos de eletricidade em cidades e estados no final dos século 19. Para determinar qual das correntes era melhor, até a pena de morte entrou no debate, culminando na invenção da cadeira elétrica. O projeto já tem quatro anos. O cineasta cazaque Timur Bekmambetov (“Ben-Hur”) adquiriu os direitos sobre a trama em 2012. Mas, após seus recentes fracassos comerciais, não vai dirigir o longa, ficando apenas como produtor. A direção está nas mãos de Alfonso Gomez-Rejon (“Eu, Você e A Garota que vai Morrer”) e o roteiro a cargo de Michael Mitnick (“O Doador de Memórias”). As filmagens devem começar no início de dezembro, mas ainda não há previsão para a estreia.












