Melanie Lynskey e Elijah Wood viram justiceiros em trailer de comédia indie da Netflix
A Netflix divulgou quatro fotos e o trailer da comédia de humor negro “I Don’t Feel at Home in This World Anymore”. A prévia mostra como Melanie Lynskey (série “Two and a Half Men”) atinge o limite de paciência com a falta de educação e cortesia das pessoas ao descobrir que sua casa foi roubada. Irritada e deprimida com a ineficácia da polícia, ela encontra ajuda num vizinho intenso, vivido por Elijah Wood (série “Dirk Gently’s Holistic Detective Agency”), que a estimula a tomar uma atitude. Mas virar justiceiros não é tão fácil quanto eles imaginam. O elenco ainda inclui Jane Levy (“O Homem nas Trevas”), Christine Woods (série “About a Boy”), Devon Graye (“Os 13 Pecados”) e Robert Longstreet (“O Abrigo”). O filme marca a estreia do ator Macon Blair (“Sala Verde”) na direção e faz parte da seleção do Festival de Sundance. A estreia na Netflix vai acontecer em 24 de fevereiro.
Continuação de Uma Verdade Inconveniente ganha teaser impactante
A continuação do premiado documentário “Uma Verdade Inconveniente” (2007) ganhou seu primeiro teaser. O vídeo destaca um momento impactante da produção, em que o ex-vice-presidente dos EUA Al Gore, que é produtor do filme, lembra qual foi a cena mais criticada do longa anterior, considerada um exagero pelos críticos da teoria do aquecimento global. Em seguida, surge a profecia se cumprindo, com uma inundação na ilha de Manhattan, em Nova York. Intitulado “An Inconvenient Sequel: Truth to Power”, a produção abriu e deu o tom do Festival de Sundance 2017, posicionado como um evento que se opõe frontalmente contra as ideias defendidas na plataforma do novo presidente dos EUA, Donald Trump. “Uma Verdade Inconveniente” também teve première em Sundance e venceu o Oscar de 2007 como Melhor Documentário. A continuação vai mostrar o que aconteceu com o mundo desde então, dez anos depois, com direção de Bonni Cohen (“The Rape of Europa”) e Jon Shenk (“The Island President”). Para quem não lembra, o filme original foi um marco importante na conscientização sobre o impacto da poluição na elevação da temperatura na Terra, ao registrar, junto de cientistas, as consequências do derretimento de blocos de gelo das calotas polares e do aumento progressivo do nível do mar. Entretanto, Trump não acredita em nada disso. Ele e Al Gore pertencem a partidos políticos rivais. A continuação tem estreia marcada para 28 de julho nos EUA e ainda não possui previsão de lançamento no Brasil.
Emily Browning canta no teaser do drama indie Golden Exits
O drama indie “Golden Exits” ganhou seu primeiro teaser, que traz Emily Browining cantando, sem acompanhamento, uma versão triste de “New York Groove”, de Russ Ballard – que foi sucesso na voz do guitarrista do Kiss Ace Frehley em 1978. O filme tem roteiro e direção de Alex Ross Perry (“Rainha do Mundo”) e acompanha duas famílias do Brooklyn, em Nova York, que embarcam numa narrativa de infelicidade quando uma garota estrangeira rompe o equilíbrio de ambas. O elenco ainda inclui Analeigh Tipton (“Lucy”), Chloë Sevigny (“Amor e Amizade”), Mary-Louise Parker (série “Weeds”), Lily Rabe (série “American Horror Story”), Jason Schwartzman (“O Grande Hotel Budapeste”) e o eterno “Beastie Boy” Adam Horovitz. Selecionado para o Festival de Sundance, “Golden Exists” ainda não tem previsão de estreia comercial.
Charlie Hunnam é o Rei Arthur em novo teaser repleto de efeitos visuais
A Warner Bros. divulgou o novo pôster e um teaser de “Rei Arthur: A Lenda da Espada”, dirigido por Guy Ritchie (“O Agente da UNCLE”). Ainda sem legendas, a prévia mostra uma reimaginação completa e ambiciosa da lenda de Excalibur, com Charlie Hunnam (série “Sons of Anarchy”) no papel principal, enfrentando até monstros gigantes, entre muitos efeitos visuais. A trama foi escrita por Ritchie em parceria com Lionel Wigram (outro de “O Agente da UNCLE”) e Joby Harold (que também assina o vindouro filme de origem de Robin Hood), e o elenco ainda destaca Jude Law (“A Espiã que Sabia de Menos”), Astrid Bergès-Frisbey (“Piratas do Caribe: Navegando em Águas Misteriosas”), Eric Bana (“Livrai-Nos do Mal”), Djimon Hounsou (“Guardiões da Galáxia”), Annabelle Wallis (“Annabelle”), Aidan Gillen (série “Game of Thrones”) e o jogador de futebol David Beckham. O filme vai mostrar Arthur como um malandro medieval, que, entre furtos e golpes com sua gangue, descobre ter a capacidade de tirar a famosa espada da pedra, cumprindo uma antiga profecia. Mas o homem que iria se tornar rei encontra pela frente um rei já estabelecido no trono, Vortigern (Law), que além de comandar um exército impressionante, também demonstra domínio da magia negra – o que explica a computação gráfica exagerada. Os efeitos complexos, por sinal, renderam sucessivos adiamentos para a produção, que deveria ter estreado há sete meses, mas só chegará aos cinemas em 11 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Crítica americana detona filme brasileiro no Festival de Sundance
Os críticos americanos não se empolgaram com “Não Devore Meu Coração”, primeiro filme solo de Felipe Bragança (codiretor de “A Alegria”). Exibido no Festival de Sundance com o título em inglês “Don’t Swallow My Heart, Alligator Girl!”, o longa teve alguns pontos destacados, mas a avaliação das duas principais críticas publicadas até agora é de que se trata de um trabalho amador. A resenha menos destrutiva, publicada no site Screen Daily, considerou o filme “desigual”: “Há flashes de inspiração e momentos memoráveis suficientes para garantir a atenção no circuito dos festivais, mas há também uma sensação persistente de que Bragança abocanhou mais do que poderia mastigar”. A pior avaliação veio da revista Variety, que, para ilustrar o amadorismo da produção, chega a mencionar uma cena dramática de funeral, “que não deveria produzir risadas”. Embora tenha havido menções positivas para a direção de fotografia de Glauco Firpo (“Castanha”) e a atuação Cauã Reymond (“Alemão”), estes elementos são citados como antítese. Por exemplo: “O contraste entre o popular ator brasileiro Reymond (também co-produtor), mastigando suas frases com a formação de um profissional, e os artistas amadores claramente inseguros de como dizer diálogos pouco naturais, destrói qualquer ilusão de coesão”. A lista de defeitos citados segue, arrasadora, da “edição sem brilho” à inserção “inelegante” de trechos musicais. A conclusão do crítico, que se chama Jay Weissberg, é similar à do Screen Daily, ainda que mais ácida. “Após algumas exibições em festivais, ‘Não Devore Meu Coração’ será, de fato, deglutido”. A crítica da Variety foi reproduzida no Yahoo! e em dezenas de outros sites.
Não Devore Meu Coração: Filme com Cauã Reymond ganha teaser americano
“Não Devore Meu Coração”, primeiro filme solo de Felipe Bragança (codiretor de “A Alegria”), teve um teaser divulgado. As legendas em inglês refletem a origem americana do material. Selecionado para o Festival de Sundance, o filme tem como título em inglês “Don’t Swallow My Heart, Alligator Girl!” (“Não Engula Meu Coração, Garota Crocodilo!”, em tradução literal) e busca distribuição nos EUA. A prévia destaca a fotografia, que foi elogiada pela crítica americana, e mostra apenas de passagem seu ator mais conhecido, Cauã Reymond (“Alemão”). Todos os demais pontos do filme tiveram avaliação negativa nas primeiras resenhas americanas. A trama gira em torno de Joca (o estreante Eduardo Macedo), adolescente de 13 anos, irmão do personagem de Reymond, que se apaixona por uma garota paraguaia. Ao tentar conquistá-la, ele descobre as consequências da Guerra do Paraguai e percebe os paralelos entre as disputas da gangue de motociclistas do irmão e os jovens descendentes de índios guaranis. O elenco também inclui Cláudia Assunção (“Hoje”), Leopoldo Pacheco (novela “Velho Chico”) e o cantor Ney Matogrosso (“Luz nas Trevas: A Volta do Bandido da Luz Vermelha”). O filme ainda não tem previsão de estreia comercial.
Rogue One ultrapassa US$ 1 bilhão em bilheteria mundial
“Rogue One: Uma História Star Wars” ultrapassou neste fim de semana a bilheteria de US$ 1 bilhão em todo o mundo. Ao todo, o filme arrecadou US$ 1,021 milhões em cerca de 40 dias de exibição. A sci-fi foi apenas o quarto lançamento de 2016 a atingir esta marca. Detalhe: todos os novos bilionários foram produções da Disney – além de “Rogue One”, a meta foi superada por “Capitão América: Guerra Civil”, “Procurando Dory” e “Zootopia”. Na lista geral, o spin-off de “Star Wars” foi o 28º filme a entrar no clube dos bilionários. E já na chegada deixou para trás um colega da elite, “Batman – O Cavaleiro das Trevas” (2008), ocupando o 27º lugar entre as maiores bilheterias da história do cinema. O filme também ultrapassou outro marco nos EUA, onde cruzou a barreira dos US$ 500 milhões arrecadados. Líder de arrecadação dentre as estreias de 2016 no país, já ocupa o 7º lugar entre as maiores bilheterias de todos os tempos na América do Norte, com US$ 512,2 milhões no total. Como ainda está em cartaz em vários países, “Rogue One” tende a escalar novas posições, tanto no ranking doméstico quanto no mundial, como um dos grandes campeões de faturamento de Hollywood.
xXx é desativado por terror de M. Night Shyamalan nas bilheterias dos EUA
As estreias da semana alteraram o Top 10 das bilheterias da América do Norte, mas a disputa pela liderança não chegou a ser competitiva. Afinal, o terror “Fragmentado”, de M. Night Shyamalan (“O Sexto Sentido”), faturou exatamente o dobro de “xXx: Reativado”, o novo filme de ação estrelado por Vin Diesel. Curiosamente, o abismo entre os dois longas também foi refletido pela opinião da crítica, que deu 76% para a história do psicopata de múltiplas personalidades, vivido por James McAvoy, contra 42% da volta de Diesel à franquia “Triplo X”. Com o resultado, “Fragmentado” já deu lucro em seus primeiros três dias de exibição no país. O próprio Shyamalan financiou a obra, para que pudesse manter o controle criativo e impedir interferência do estúdio. A fórmula foi a mesma de seu filme anterior, “A Visita” (2015), que custou US$ 5 milhões e rendeu US$ 98 milhões em todo o mundo, com uma fatia significativa do faturamento retornando diretamente para o diretor-produtor. Infelizmente, o público brasileiro só vai poder conferir o novo sucesso de Shyamalan daqui a dois meses, em 23 de março. Já “xXx: Reativado” ficou abaixo do esperado pela Paramount, considerando a blitz de marketing montada para divulgar a produção, orçada em US$ 85 milhões. Mas o mercado internacional respondeu bem ao elenco surreal, com jogador de futebol brasileiro, estrela de Bollywood, astro de ação de Hong Kong, campeão britânico de MMA, cantor de reggaeton, musa búlgara de série de vampiro, ex-VJ australiana da MTV, faixa-preta tailandês de taekwondo e até a Miss Colômbia 2015 – que foi Miss Universo por um minuto, graças a um equívoco do apresentador. Esse casting tresloucado de coadjuvantes ajudou Vin Diesel a escalar US$ 70,5 milhões em todo o mundo, com grande sucesso em países-chaves, como o Brasil, e impedir uma desativação precoce da franquia. Campeã das duas semanas anteriores, “Estrelas Além do Tempo” caiu para o 3º lugar, mas já acumula US$ 84,2 milhões apenas nos EUA. Orçado em US$ 25 milhões, também está dando lucro e ainda nem teve distribuição internacional significativa. Sua estreia no Brasil está marcada para 2 de fevereiro. A terceira grande estreia da semana não teve o mesmo desempenho. “Fome de Poder”, a história da fundação da rede McDonald’s, rendeu apenas US$ 3,7 milhões, com lançamento em 1,1 mil cinemas, num distante 9º lugar, o que compromete sua ambição de chamar atenção na temporada de premiações. A Weinstein Company apostou suas fichas numa divulgação voltada a destacar o ator Michael Keaton, cotando-o para uma indicação ao Oscar. O Top 10 ainda registra o sucesso contínuo de “Rogue One: Uma História Star Wars”, que cruzou as duas barreiras vislumbradas na semana passada, superando os US$ 500 milhões em arrecadação doméstica e US$ 1 bilhão em arrecadação mundial. O ranking também confirma o fracasso dos novos filmes de Martin Scorsese e Ben Affleck. Tanto “Silêncio”, de Scorsese, quanto “A Lei da Noite”, de Affleck, saíram do Top 10 em sua segunda semana de exibição. Com tombo mais forte, “Silence”, na verdade, caiu para baixo até do Top 20. Os dois filmes são os primeiros grandes fiascos comerciais de 2017. Suas estreias estão marcadas para fevereiro no Brasil. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Fragmentado Fim de semana: US$ 40,1 milhões Total EUA: US$ 40,1 milhões Total Mundo: US$ US$ 45,9 milhões 2. xXx: Reativado Fim de semana: US$ 20 milhões Total EUA: US$ US$ 20 milhões Total Mundo: US$ 70,5 milhões 3. Estrelas Além do Tempo Fim de semana: US$ 16,2 milhões Total EUA: US$ 84,2 milhões Total Mundo: US$ 84,2 milhões 4. Sing – Quem Canta Seus Males Espanta Fim de semana: US$ 9 milhões Total EUA: US$ 249,3 milhões Total Mundo: US$ 427,9 milhões 5. La La Land – Cantando Estações Fim de semana: US$ 8,3 milhões Total EUA: US$ 89,6 milhões Total Mundo: US$ 173,3 milhões 6. Rogue One – Uma História Star Wars Fim de semana: US$ 7 milhões Total EUA: US$ 512,2 milhões Total Mundo: US$ 1 bilhão 7. Monster Trucks Fim de semana: US$ 7 milhões Total EUA: US$ 22,6 milhões Total Mundo: US$ 41,9 milhões 8. O Dia do Atentado Fim de semana: US$ 6 milhões Total EUA: US$ 23,6 milhões Total Mundo: US$ 25,9 milhões 9. Fome de Poder Fim de semana: US$ 3,7 milhões Total EUA: US$ 3,7 milhões Total Mundo: US$ 3,7 milhões 10. Sleepless Fim de semana: US$ 3,7 milhão Total EUA: US$ 15,1 milhões Total Mundo: US$ 15,1 milhões
Comercial da série Powerless promete a cura para o gás do riso do Coringa
A rede NBC divulgou um novo comercial de “Powerless”, que por sua vez se passa por um comercial da empresa fictícia Wayne Security. O vídeo mostra uma das invenções da companhia, prometendo a cura para o gás do riso do Coringa. “Powerless” é a primeira série de comédia passada no universo dos super-heróis da DC Comics, centrada no cotidiano e nas invenções dos funcionários da Wayne Security, subsidiária da Wayne Enterprises, chefiada por ninguém menos que o próprio primo de Bruce Wayne, Van Wayne. Além de Alan Tudyk (a voz do robô K-2SO em “Rogue One”) no papel de Van Wayne, o elenco inclui Vanessa Hudgens (“Spring Breakers”), Danny Pudi (série “Community”), Christina Kirk (série “A to Z”) e Ron Funches (série “Undateable”). Definida como “The Office” com super-heróis, a atração foi desenvolvida por Ben Queen (roteirista de “Carros 2” e criador de “A to Z”) e não é baseada em nenhuma revista específica, focando personagens criados para a TV. Mas alguns heróis secundários da DC devem fazer aparições. A estreia de “Powerless” está marcada para 2 de fevereiro nos EUA.
Charlie Hunnam e Robert Pattinson enfrentam índios na Amazônia em novo trailer épico
O StudioCannal divulgou o trailer britânico do drama épico “The Lost City of Z”, de James Gray (“Era uma Vez em Nova York”). A prévia acompanha expedições à floresta amazônica no começo do século 20, com direito a ataques indígenas aos personagens de Charlie Hunnam (“A Colina Escarlate”), Robert Pattinson (“Mapas para as Estrelas”) e Tom Holland (o novo Homem-Aranha do cinema). O roteiro, escrito pelo próprio Gray, é baseado no livro “Z – a Cidade Perdida”, de David Grann, sobre a história real do Coronel Percy Harrison Fawcett (Hunnam), que deixou a carreira militar para se tornar explorador. Obcecado pela Amazônia, o britânico se embrenhou nas matas sul-americanas para encontrar uma cidade que ele chamava de “Z” e acreditava ser El Dorado, a cidade de ouro. Após várias expedições infrutíferas e a perda de seu financiamento, Fawcett decidiu realizar uma última viagem com seu próprio dinheiro, levando consigo seu filho Jack Fawcett, então com 21 anos, e outros homens de confiança. O grupo partiu em 1925 para o Mato Grosso e nunca mais foi visto. O elenco também inclui Sienna Miller (“Sniper Americano”) e Angus Macfadyen (série “Turn”). A produção está a cargo da Plan B, empresa de Brad Pitt, e o lançamento está marcado para 20 de abril no Brasil, um mês após o lançamento britânico.
Rumor: Candidatos para viver Lanterna Verde incluem Tom Cruise, Bradley Cooper e até Ryan Reynolds
Nosso amigo Umberto Gonzalez, que já foi ridicularizado recentemente pelo diretor James Mangold por uma notícia “exclusiva” do filme “Logan”, inventou outra. Ele listou alguns dos atores mais famosos de Hollywood e publicou no site The Wrap que eles estão cotados para estrelar o novo filme do Lanterna Verde. A lista inclui Tom Cruise, Bradley Cooper, Jake Gyllenhaal, Armie Hammer, o comediante Joel McHale e até Ryan Reynolds, que viveu o herói no primeiro filme, um grande fracasso de bilheteria lançado em 2011. A suposta notícia não passa de especulação e não tem base alguma, além de uma “fonte” anônima que diz que Warner estaria considerando dar o papel para um destes. E Ryan Reynolds já chegou a afirmar em entrevista que não voltaria a viver o personagem. O filme vai se chamar “Tropa dos Lanternas Verdes” e, ao contrário do filme de 2011, estrelado por Reynold, a produção dividirá o protagonismo entre Hal Jordan, o Lanterna clássico, e John Stewart, o Lanterna negro. O site Deadline aproveitou a parceria para descrever a produção como um “Máquina Mortífera no espaço”. O roteirista David S. Goyer, responsável por “Batman Begins” (2005), “Batman: Cavaleiro das Trevas” (2008) e “O Homem de Aço” (2013), vai escrever o novo filme junto com Justin Rhodes (“Candidatos à Encrenca”), com quem trabalhou no roteiro do remake de “Viagem Fantástica”, próximo filme do diretor Guilherme Del Toro. A estreia está marcada para 19 de junho de 2020 nos EUA.
Diretor de Syriana vai filmar a adaptação do game The Division
O cineasta Stephen Gaghan foi oficialmente escalado para escrever e dirigir a adaptação do game “The Division”, da Ubisoft. Será mais uma tentativa de Hollywood de lançar um filme baseado em game sem perder dinheiro. Neste jogo, o prejuízo tem vencido todas as esperanças. “Estou animado para trabalhar com a Ubisoft Motion Pictures e colaborar com sua equipe na Massive Entertainment para trazer ‘The Division’ para as telas do cinema. Eles são ótimos, excepcionalmente criativos e dispostos a assumir riscos”, disse Gaghan, em comunicado. O jogo, que saiu no ano passado, rendeu mais de US$ 330 milhões em vendas em menos de cinco dias, impressionando o mercado e, claro, Hollywood. A trama acompanha a ação de um agente da SHD (Strategic Homeland Division) em uma Nova York pós-apocalítica após uma pandemia de varíola dizimar a população. O protagonista precisa ajudar a reconstruir as operações da agência em Manhattan, combater o crime e investigar a origem do surto. O papel principal será vivido pelo ator Jake Gyllenhaal (“Evereste”), que também vai assinar a produção. Mas a escolha de Stephen Gaghan para comandar a adaptação não deixa de ser curiosa. Claro, Gaghan é conhecido da indústria dos games, tendo escrito o roteiro de “Call of Duty: Ghosts” (2013). Mas sua trajetória cinematográfica dos últimos anos é um hiato de mais de uma década. Depois de vencer o Oscar de Melhor Roteiro por “Traffic” (2000), ele se lançou como diretor e voltou a despontar com “Syriana – A Indústria do Petróleo” (2005), que gerou nova indicação ao prêmio da Academia. Mas, desde então, foram mais de dez anos longe de Hollywood. Ele só veio a dirigir outro longa-metragem no ano passado: “Ouro”, estrelado por Matthew McConaughey, que estreia em maio no Brasil.
Criador do Arrowverse pode emplacar mais cinco séries em 2017
Para quem pensa que Ryan Murphy, Dick Wolf e Shonda Rhimes são os produtores mais supervalorizados da TV americana, Greg Berlanti tem números incomparáveis para exibir. Enquanto Murphy responde por quatro séries (com uma quinta a caminho), Wolf e Rhimes por cinco (com mais três projetos encomendados à Shondaland), Berlanti já tem seis atrações no ar e prepara mais cinco, das quais duas já ganharam sinal verde: as séries animadas de “Constantine”, sobre o ocultista John Constantine, e “Freedom Fighters: The Ray”, sobre o super-herói Ray. Como os fãs de séries sabem, Berlanti é o “dono” do universo DC na rede CW, respondendo pela produção das séries “Arrow”, “The Flash”, “Legends of Tomorrow” e “Supergirl” – o chamado “Arrowverse” – , e em breve ainda terá as duas novas séries animadas citadas acima no CW Seed, a plataforma de streaming da rede. Por isso, é até inevitável que, entre seus novos projetos, haja mais super-heróis da DC – mas desta vez, num projeto para a Fox O produtor está desenvolvendo uma adaptação do herói Raio Negro, com roteiro a cargo do casal Salim e Mara Brock Akil (séries “The Game”, “Being Mary Jane”). O piloto de “Black Lightning” encontra Jefferson Pierce após ele deixar seu uniforme de lado, anos atrás. Porém, com uma filha que teima em buscar justiça, ele será levado de volta à vida de vigilante mascarado. Os outros dois projetos são para a rede ABC, onde Berlanti já assina, com sucesso, a produção de “Blindspot”. O mais promissor é justamente uma nova parceria com o criador de “Blindspot”, Martin Gero. Intitulado “Deception”, o piloto foi escrito por Chris Fedak (criador de “Chuck”) e acompanha um mágico que, ao ter a carreira arruinada por um escândalo, vira consultor do FBI, ajudando a resolver crimes que desafiam a explicação. A produção ainda contará com a assistência do ilusionista David Kwong, que é consultor da franquia “Truque de Mestre” e responsável pela criação dos quebra-cabeças de “Blindspot”. Além disso, o piloto terá direção de David Nutter (série “Game of Thrones”). Por fim, o terceiro projeto é uma comédia desenvolvida por Diablo Cody, a roteirista de “Juno” (2007) e “Jovens Adultos” (2011), que volta à TV após a elogiada série “The United States of Tara” (2009-2011). Trata-se de um remake da sitcom britânica “Raised by Wolves”. A versão americana vai girar em torno de uma mãe solteira, que luta para sustentar seus cinco filhos excêntricos numa cidade do Meio-Oeste dos Estados Unidos. Enquanto estas séries entram em fase de piloto, uma nova atração de Berlanti já estreia na próxima quinta (26/1) na TV americana: “Riverdale”, adaptação dos quadrinhos da Archie Comics, que vai juntar a Turma do Archie e Josie e as Gatinhas numa trama de mistério criminal adolescente. Programada pela CW nos EUA, a série será disponibilizada pela Netflix no Brasil.











