25 fotos de Assassinato no Expresso do Oriente apresentam o elenco grandioso da superprodução
A revista Entertainment Weekly divulgou as primeiras fotos do grandioso elenco do “Assassinato no Expresso do Oriente”. Todos, à exceção do diretor Kenneth Branagh (“Operação Sombra: Jack Ryan”), são suspeitos de um assassinato cometido a bordo do tem que dá nome à superprodução da 20th Century Fox. As imagens trazem cenas do filme e também retratos de cada integrante do elenco. Além de dirigir, Branagh interpreta o icônico detetive Hercule Poirot, que no romance clássico de Agatha Christie, publicado em 1934, tenta descobrir quem é o assassino antes do trem chegar a seu destino. A longa de lista de suspeitos inclui Johnny Depp (“Alice Através do Espelho”), Michelle Pfeiffer (“Sombras da Noite”), Daisy Ridley (“Star Wars: O Despertar da Força”), Willem Dafoe (“Meu Amigo Hindu”), Penelope Cruz (“O Conselheiro do Crime”), Judi Dench (“007 – Operação Skyfall”), Josh Gad (“A Bela e a Fera”), Derek Jacobi (“Cinderela”), Olivia Colman (série “Broadchurch”), Lucy Boynton (“Sing Street”), Miranda Raison (minissérie “24 Horas: Viva um Novo Dia”), Leslie Odom Jr. (série “Pessoa de Interesse”), Tom Bateman (série “Da Vinci’s Demons”), Manuel Garcia-Rulfo (“Sete Homens e um Destino”), Marwan Kenzari (“Ben-Hur”) e Sergei Polunin (do vindouro “Red Sparrow”). O estúdio sempre pretendeu reunir um grande elenco para fazer justiça à obra, que já teve uma primeira adaptação cinematográfica dirigida por Sidney Lumet em 1974. O filme clássico, inclusive, rendeu o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante para Ingrid Bergman. Além da lendária atriz sueca, o impressionante elenco original incluía Albert Finney no papel do detetive Poirot, e os suspeitos Lauren Bacall, Jacqueline Bisset, Sean Connery, John Gielgud, Anthony Perkins, Vanessa Redgrave e Michael York. A nova adaptação foi escrita por Michael Green (“Logan”) e tem produção a cargo de Ridley Scott (diretor de “Perdido em Marte”) e Simon Kinberg (roteirista de “X-Men: Apocalipse”). A estreia está marcada para 23 de novembro no Brasil, um dia após o lançamento nos EUA.
Novo trailer de Alien: Covenant destaca confronto entre Katherine Waterston e o alienígena
A Fox divulgou um pôster e o novo trailer de “Alien: Covenant” focados na personagem de Katherine Waterston (“Animais Fantásticos e Onde Habitam”), que aparece de arma em punho prestes a enfrentar o alienígena xenomorfo a bordo de sua nave. Seu destaque vai na contramão da trama do primeiro “Alien” (1979), quando o protagonismo de Ripley, o papel icônico de Sigourney Weaver, revelava-se uma surpresa. O elenco ainda inclui Michael Fassbender (“X-Men: Apocalipse”), Danny McBride (“É o Fim”), Billy Crudup (“Spotlight”), Tess Haubrich (série australiana “Home and Away”). Demián Bichir (“Os Oito Odiados”), Amy Seimetz (“O Último Sacramento”), Carmen Ejogo (“Selma”), Callie Hernandez (série “Um Drink no Inferno”), Jussie Smollett (série “Empire”) e James Franco (“Oz, Mágico e Poderoso”), além de Guy Pearce e Noomi Rapace em participações como seus personagens de “Prometheus” (2012) . Continuação de “Prometheus” e prólogo de “Alien: o Oitavo Passageiro”, “Alien: Covenant” tem direção de Ridley Scott, que assinou ambos os filmes, e estreia em 11 de maio no Brasil, uma semana antes do lançamento nos EUA.
Novo trailer legendado revela escala épica de Dunkirk, filme de guerra de Christopher Nolan
A Warner Bros divulgou o segundo trailer legendado de “Dunkirk”, o novo filme de Christopher Nolan (trilogia “Batman”, “Interestelar”). A prévia se concentra no desespero dos soldados aliados, completamente cercados e impotentes diante do ataque constante de aviões nazistas e torpedos, enquanto tentam fugir da morte na 2ª Guerra Mundial. A escala épica da produção também se revela, mostrando a ação em três planos distintos, entre os soldados sob bombardeio na praia, a difícil fuga pelo mar e o combate aéreo entre aviões. Curiosamente, o título do filme não foi traduzido, apesar de ser o nome de uma cidade que consta nas enciclopédias de língua portuguesa. A batalha de Dunquerque entrou para a história como uma das maiores derrotas das forças aliadas na 2ª Guerra. Mas poderia ter sido muito pior. Acuados numa ponta de praia, os soldados aliados contaram com um esforço logístico sobre-humano para não serem exterminados durante uma ofensiva por terra e ar, embarcando em fuga, sob bombardeio, para dezenas de navios mobilizados para resgatá-los rumo ao Reino Unido, inclusive com a ajuda de pequenos barcos civis, como mostra o trailer. As filmagens foram realizadas nas locações em que os fatos aconteceram e renderam muita atenção dos paparazzi, devido ao interesse pela participação do cantor inglês Harry Styles, ex-One Direction, no elenco. Além dele, o filme destaca dois jovens ainda pouco conhecidos, Jack Lowden (“71: Esquecido em Belfast”) e o estreante Fionn Whitehead, ao lado dos experientes Tom Hardy (“Mad Max: Estrada da Fúria”), Cillian Murphy (“No Coração do Mar”), Kenneth Branagh (“Operação Sombra – Jack Ryan”) e Mark Rylance (“Ponte dos Espiões”). A estreia está marcada para julho no Brasil.
Guilherme Weber publica foto de beijo em Wagner Moura em protesto contra homofobia
O ator Guilherme Weber (série “Lúcia McCartney”) usou seu Instagram para postar a foto de um beijo no colega Wagner Moura (série “Narcos”), na época em que atuavam na peça “Os Solitários”. A imagem foi incluída na madrugada de sexta-feira (5/5) como protesto contra a homofobia na Rússia. “#kiss4lgbtqrights. É um protesto contra os crimes que a Rússia vem praticando contra a comunidade lgbtq. Se quiser se manifestar, postar a foto de um beijo com essa hashtag, marque na localização ‘Kremelin'”, escreveu Weber, com essa grafia, gramática e geografia. A manifestação de Weber se une a esforços mundiais contra a denúncia que surgiu, nas últimas semanas, de prisões secretas, consideradas “campos de concentração para homossexuais”, na Chechênia, parte da Federação da Rússia. Nestes locais, homossexuais – ou aqueles vistos como homossexuais – são torturados e desaparecem. O jornal de oposição russo Novaya Gazeta publicou que mais de 100 homens gays foram presos em uma campanha das autoridades locais. Não há notícias sobre alguns deles e não se sabe se estão escondidos, presos ou mortos. Segundo a agência francesa France 24, pais estão sendo instruídos pela polícia local a matarem seus filhos gays sob a ordem de que precisam “limpar o seu sangue com a honra”. A ameaça das autoridades é de que se os familiares não o fizerem, a polícia irá matá-los. A informação foi confirmada por uma vítima de perseguição que precisou deixar a sua cidade de origem e ir para Moscou para sobreviver aos próprios familiares. O governo da Chechênia nega que existam os tais campos de concentração, mas a declaração oficial é de uma intolerância tão grave que respalda as denúncias, em tom que beira a promessa de genocídio. “Não se pode deter ou perseguir quem simplesmente não existe na república. Se tivesse gente assim na Chechênia, os órgãos de segurança não teriam que se preocupar com eles, já que seus familiares os enviariam a um lugar de onde nunca pudessem retornar”, disse o porta-voz do governo, Alvi Karimov. #kiss4lgbtqrights É um protesto contra os crimes que a Rússia vem praticando contra a comunidade lgbtq. Se quiser se manifestar, postar a foto de um beijo com essa hashtag, marque na localização 'Kremelin" Foto espetáculo Os Solitários, direção Felipe Hirsch. Wagner Moura e Guilherme Weber Uma publicação compartilhada por Guilherme Weber (@guilherme.weber) em Mai 4, 2017 às 10:57 PDT
Filha de Michael Jackson vai estrear no cinema ao lado de Charlize Theron
Paris Jackson, que já nasceu famosa, vai estrear como atriz de cinema aos 19 anos. A filha de Michael Jackson foi escalada num filme que tem um elenco estelar, com Charlize Theron (“Mad Max: Estrada da Fúria”), David Oyelowo (“Selma”), Joel Edgerton (“Aliança do Crime”), Thandie Newton (série “Westworld”), Amanda Seyfried (“Os Miseráveis”), Sharlto Copley (“Elysium”), Michael Angarano (série “The Knick”), Harry Treadaway (série “Penny Dreadful”), Melonie Diaz (“Fruitvale Station”), Alan Ruck (série “The Exorcist”) e Kenneth Choi (série “The Last Man on Earth”). Trata-se de um projeto do australiano Nash Edgerton, o irmão dublê do ator Joel Edgerton. Nash trabalhou nas cenas de lutas de, entre outros, “O Protetor” (2014) e “Wolverine: Imortal” (2013), e também dirigiu o thriller “O Quadrado” (2008), além de, curiosamente, diversos clipes de Bob Dylan. O longa é uma mistura de comédia de humor negro e thriller sobre um homem de negócios (Oyelowo) que cruza a linha do crime, e está sendo produzido pela Amazon. Na trama, Paris retratará Nelly, descrita apenas como “uma jovem nervosa”. Será a segunda experiência da herdeira de Neverland como atriz, após participar de um episódio da série musical “Star” em março. O filme ainda não tem título definido nem data de estreia prevista.
Semana sem blockbusters infla besteirol nacional e oferece melhores opções alternativas
A primeira semana de maio é a última do ano sem lançamento de blockbuster americano. Por isso, as estreias mais amplas são um besteirol nacional, “Ninguém Entra Ninguém Sai”, e uma animação derivativa da China, “Rock Dog – No Faro do Sucesso”. Com maior distribuição, a comédia brasileira leva a 400 salas a premissa de “Vendo ou Alugo” (2013), trocando a casa à beira do morro carioca por um motel – ainda que supostamente seja baseada numa crônica de Luis Fernando Veríssimo. Já a animação, apesar de ser chinesa, tem direção do americano Ash Brannon (“Toy Story 2”) e elementos de “Kung Fu Panda” (2008) e “Sing” (2016), mas nenhuma das virtudes do roteiro ou da técnica de suas inspirações. Ironicamente, tanto a animação quanto a comédia de motel são infantis. Por sinal, “Ninguém Entra Ninguém Sai” deve ser a comédia de motel mais pudica já feita na história do cinema mundial. Quem busca uma sessão mais adulta pode se surpreender com o terror “A Autópsia”, premiado em vários festivais, inclusive no prestigioso Sitges e na mostra Midnight Madness do Festival de Toronto. A trama gira em torno da autópsia de uma mulher desconhecida, realizada por pai e filho legistas, durante a noite num necrotério. Ela foi encontrada no porão de uma casa onde aconteceu um massacre e quanto mais os dois descobrem sobre a causa de sua morte, mais o necrotério se torna sombrio como um local mal-assombrado, com direito a tempestade e eventos sobrenaturais. Apesar de falada em inglês, a direção é do norueguês André Øvredal, do cultuado “O Caçador de Troll” (2010). O resto da programação é restrita ao circuito limitado, mas as opções alternativas são um verdadeiro festival de cinema, com títulos que podem ser considerados obrigatórios para os cinéfilos que gostam de preencher listas de melhores do ano. A melhor sugestão americana vai para o drama “Melhores Amigos”, que só entrou em cartaz em 12 salas. Para se ter ideia, o longa tem 98% de aprovação no Rotten Tomatoes, foi premiado em festivais, apareceu entre os filmes favoritos da crítica americana em 2016, figurou em troféus indies e muitos questionaram sua ausência no Oscar, especialmente na categoria de Melhor Roteiro, onde se destaca um brasileiro, Mauricio Zacharias. Ele é parceiro do diretor Ira Sachs neste e em outros dramas premiados, como “O Amor é Estranho” (2014) e “Deixe a Luz Acesa” (2012), além de ter escrito no Brasil o excelente “O Céu de Suely” (2006). Em “Melhores Amigos”, Zacharias e Sachs contam a história de dois adolescentes cuja amizade precisa enfrentar disputas financeiras entre suas famílias, num retrato sensível sobre como as dificuldades econômicas deixam marcas. Melhor que este, só “Clash”, uma alternativa que parece arriscada, já que se trata de uma produção egípcia distribuída também em apenas 12 salas, mas não lhe faltam a tensão e a ousadia que o cinema americano há muito perdeu. Com impressionantes 100% de aprovação no Rotten Tomatoes, é um suspense dramático passado durante a Primavera Árabe no Egito. Claustrofóbico, acompanha um grupo confundido com integrantes da Irmandade Islâmica, trancafiado pela polícia num caminhão de oito metros com fanáticos reais. Neste espaço exíguo, o que menos importa é provar sua identidade, já que o conflito acontece a seu redor, nas ruas e ao lado, entre os prisioneiros. A direção é de Mohamed Diab, que antes fez o igualmente impactante “Cairo 678” (2010), sobre mulheres em busca de justiça contra o assédio sexual na sociedade muçulmana. Com todos os elementos que rendem filmes cults, abriu a mostra Um Certo Olhar, do Festival de Cannes do ano passado, e foi premiado em diversos festivais. Outro drama indie bem cotado, “Norman – Confie em Mim” traz uma performance arrebatadora do veterano Richard Gere (“O Exótico Hotel Marigold 2”), obcecado em seu objetivo de conhecer pessoas importantes e conectá-las visando aumentar seu networking, até que, por acaso, finalmente tem a sorte de criar laços com o futuro Primeiro Ministro de Israel. O filme, que tem 89% de aprovação no Rotten Tomatoes, marca a estreia em Hollywood de Joseph Cedar, aclamado por seu filme anterior, “Nota de Rodapé” (2011). Apesar de ter feito carreira em Israel, ele nasceu em Nova York. “A Filha” é uma adaptação australiana e contemporânea de “O Pato Selvagem”, peça do final do século 19 do norueguês Henrik Ibsen. A conhecida fábula moral mostra que a mentira pode ter mais valor que a verdade, diante de uma revelação com capacidade de destruir uma família e conduzir ao suicídio. O diretor e roteirista estreante Simon Stone ganhou vários prêmios em seu país pela obra, que tem 76% de aprovação no Rotten Tomatoes. “Sobre Viagens e Amores” marca a volta de Gabriele Muccino ao cinema italiano, mas sem sair dos EUA. Especialista em dramas lacrimosos, ele caiu nas graças de Hollywood com “À Procura da Felicidade” (2006), estrelado por Will Smith e seu filho Jaden, mas seus filmes seguintes foram fraquinhos, fraquinhos. Desta vez, conta a história de um casal de estudantes italianos que viajam para San Francisco, nos EUA, onde vão passar uma temporada na casa de um casal gay. O problema é que a menina é católica e homofóbica e não sabia deste detalhe da hospedagem. “A Mulher que se Foi” é um longa típico do filipino Lav Dias, com as características que marcam sua filmografia peculiar. Ou seja, trata-se de um drama filmado em preto e branco, com takes demorados, longuíssima duração (em torno de 4 horas) e consagrado em festivais de prestígio. A história contemplativa acompanha uma mulher que, após passar 30 anos presa, resolve se vingar do antigo amante. Venceu simplesmente o Leão de Ouro do Festival de Veneza do ano passado. Dois filmes brasileiros que também marcaram grandes mostras internacionais completam a programação. “Beduíno”, do eterno marginal Júlio Bressane, tem uma das piores distribuições da semana. Traz Fernando Eiras e Alessandra Negrini encenando fantasias num apartamento, numa metáfora sobre a vida e a arte, de proposta similar ao experimentalismo de Jacques Rivette (1928-2016) nos anos 1960. Foi selecionado para os festivais de Locarno e Roterdã. Por fim, com exibição num único horário de uma única sala do Grupo Estação, no Rio, o provocante “Éden” finalmente faz sua estreia. O longa que consagrou Leandra Leal como Melhor Atriz nos festivais do Rio de 2012 e Gramado de 2013, e também passou no Festival de Roterdã, demorou cinco anos para chegar aos cinemas. E chega assim, escondidinho, no momento em que seu diretor, Bruno Safadi, vem recebendo elogios por sua trabalho numa novela, “Novo Mundo”. “Éden” foi rodado com baixíssimo orçamento e em tempo exíguo, mas chama atenção pela proposta ousada. Tão ousada que seu drama psicológico, que critica a exploração e o fanatismo evangélico, foi evitado pelas distribuidoras de cinema. Felizmente, o longa também está ganhando distribuição por streaming, pelo Telecine Play. Clique nos títulos dos lançamentos para ver os trailers de todas as estreias da semana.
Paramore revela segundo clipe de estética e som new wave
A banda Paramore lançou o segundo clipe de sua nova fase, após perder um baixista, recuperar um baterista e passar três anos se reinventando. De forma consistente, assim como o vídeo anterior, “Told You So” tem uma pegada e estética new wave. A narrativa simples, que alterna cenas da cantora Hayley Williams sozinha numa casa, esperando os dois integrantes remanescentes da banda, que se encaminham num carro, remete às produções dos anos 1980, quando os clipes eram mais despojados. Não falta sequer a indefectível cena do guitarrista tocando seu instrumento desplugado. O carro é do próprio baterista, Zac Farro, que retorna para banda após longa ausência. Ele próprio concebeu e dirigiu o vídeo, que ainda usou a casa do guitarrista Taylor York como locação. A música, por sua vez, também ecoa uma época em que o rock tinha batidas mais dançantes, mas essa revisão estética não é totalmente nostálgica, já que incorpora harmonias do indie contemporâneo, com escalas que evocam o Vampire Weekend. Os fãs da antiga banda emo chamada Paramore podem odiar, mas a nova banda pop Paramore é surpreendentemente refrescante. O quinto álbum do Paramore, intitulado “After Laughter”, tem lançamento marcado para 12 de maio.
Trailer de Tudo e Todas as Coisas explora novo romance juvenil de doença
A Warner divulgou dois pôsteres e um novo trailer de “Tudo e Todas as Coisas” (Everything, Everything), que segue a linha mórbida dos romances juvenis de doença, que viram moda em Hollywood. Assim como “A Culpa É das Estrelas” (2015), o sucesso responsável por reintroduzir a tendência de “Love Story” (1970), trata-se de uma adaptação de best-seller – desta vez, de Nicola Yoon. O filme gira em torno de Maddy (Amandla Stenberg, de “Jogos Vorazes”), uma jovem de 18 anos que sofre de uma doença rara que a impede de sair de casa. Ela é basicamente alérgica a tudo e precisa viver em um ambiente cuidadosamente hermético e limpo. Mas aí, como é óbvio, conhece o vizinho Olly (Nick Robinson, de “Jurassic World”), se apaixona e começa a questionar sua vida, desejando conhecer o mundo e viver o primeiro amor. A trama é basicamente uma atualização de “O Rapaz da Bolha de Plástico” (1976), outro romance juvenil de doença e ambiente hermético, da época em que John Travolta era adolescente. E comprova a tese de que é possível contar várias vezes a mesma história, com algumas alterações, após alguns anos, e ela parecer totalmente inédita para as novas gerações. Por sinal, o fracassado “O Espaço Entre Nós”, lançado aqui no final de março, também contava história parecida, com o detalhe de o ambiente hermético do protagonista ser uma base espacial. A adaptação de “Tudo e Todas as Coisas” foi escrita por J. Mills Goodloe (“A Incrível História de Adeline”), a direção é de Stella Meghie (“Jean of the Joneses”) e a estreia está marcada para 15 de junho no Brasil, um mês depois do lançamento nos EUA.
Ludmilla faz seu high school musical com o clipe de “Cheguei”
Quem tirar o som do novo clipe de Ludmilla pode achar que se trata de um lançamento americano. Afinal, o vídeo de “Cheguei” é uma verdadeira high school musical. Lá estão os indefectíveis armários de colégio americano, camisetas que só trazem frases em inglês, cheerleaders com uniforme azul, vermelho e com estrelas brancas… E, em vez de futebol, o esporte que essa juventude feliz prestigia é o de Zac Efron no telefilme colegial da Disney. Pelo excesso de cor-de-rosa, a ideia seria uma recriação de outro filme, “Meninas Malvadas”. A diferença é que a turma popular da historinha não é a das loiras, lindas e ricas, e sim o pessoal que geralmente fica de lado nessas produções. Os esquisitos, as drags, os trans, as carecas, os nerds, os goths e outras opções estilosas, que põem todo mundo para dançar. Alguns dos coadjuvantes são “celebridades da internet” e drag queens conhecidas, como Lia Clark. No cenário do clipe, também é possível ver vários cartazes com mensagens de inclusão, como “ser gay é ok”, “machistas não passarão”, “não ao bullying” e “girl power”. Por conta disso, dá para relevar o fato de o elenco ser claramente velho demais para frequentar o ensino médio, ainda que esse detalhe cause desconforto. De resto, a letra é uma coleção de frases feitas que todo jovem diz pelo menos uma vez por semana. Parece durar para sempre, mas tem só três estrofes, repetidas ad nauseum. Melhor tirar o som e imaginar tudo em inglês mesmo. “Cheguei” é o terceiro single do mais recente álbum de Ludmilla, “A Danada Sou Eu”, lançado em outubro de 2016, e a direção do clipe é de Felipe Sassi, que já tinha feito “24 Horas Por Dia” para a cantora.
The Handmaid’s Tale vira maior sucesso da Hulu e é renovada para 2ª temporada
A plataforma de streaming Hulu anunciou a renovação da série sci-fi distópica “The Handmaid’s Tale”, que teve seus primeiros episódios disponibilizados na semana passada. A atração vai retornar para uma 2ª temporada em 2018. Como a Netflix e outros serviços de vídeo sob demanda, a Hulu não divulga informações de audiência, mas a estreia de “The Handmaid’s Tale” foi um sucesso retumbante entre a crítica, com 98% de aprovação no site Rotten Tomatoes, além de ter conquistado grande repercussão nas redes sociais. Mesmo sem dar números, a Hulu afirma que a estréia da série foi assistida por mais espectadores do que qualquer outra de seu catálogo. “A resposta que tivemos de ‘The Handmaid’s Tale’ em apenas uma semana desde sua estréia foi absolutamente incrível”, disse Craig Erwich, diretor de conteúdo original da Hulu, em um comunicado. “‘The Handmaid’s Tale’ é exatamente o tipo de narrativa emocionante e estimulante que queremos trazer para os telespectadores.” Para a Hulu, que tem investido fortemente em conteúdo original nos últimos dois anos, a série é a primeira que gera tanta atenção quanto as produções de seus concorrentes mais famosos, Netflix e Amazon. Tudo indica que “The Handmaid’s Tale” atrairá para a plataforma o mesmo tipo de atenção que “House of Cards” e “Transparent” trouxeram para seus rivais. Baseada no livro de Margaret Atwood, traduzido no Brasil como “O Conto da Aia” e já filmado em 1990 como “A Decadência de uma Espécie”, a trama de “The Handmaid’s Tale” se passa num futuro distópico, após desastres ambientais e uma taxa de natalidade em queda levar a sociedade a explorar as mulheres férteis como propriedade do estado. A adaptação foi criada por Bruce Miller (roteirista da série “The 100”) e traz Elizabeth Moss como a protagonista Offred, forçada à servidão sexual para, na condição de uma das últimas mulheres férteis, cumprir seu papel na repopulamento do planeta. Assim, ela é obrigada a transitar entre comandantes, suas esposas cruéis e outros tipos perigosos, lidando com todos com um único objetivo em mente: encontrar a filha que lhe tiraram. Para isso, conta com a ajuda de sua melhor amiga, vivida por Samira Wiley (série “Orange Is the New Black”), que está passando pelo mesmo tipo de treinamento e que serve como conexão de Offred com uma vida anterior a todo essa humilhação. O ator Joseph Fiennes (“Ressurreição”) também tem destaque como o Comandante Fred Waterford, um dos fundadores da sociedade distópica. E o elenco ainda inclui Max Minghella (“Amaldiçoado”), Alexis Bledel (série “Gilmore Girls”), Yvonne Strahovski (série “Chuck”), Ever Carradine (série “Major Crimes”), Madeline Brewer (série “Hemlock Grove”) e Ann Dowd (série “The Leftovers”).
Os Defensores se juntam no primeiro trailer legendado da série mais aguardada do ano
A Netflix divulgou seis fotos oficiais e o trailer da série mais aguardada do ano, “Os Defensores”, que vai unir os heróis das quatro séries da Marvel na plataforma de streaming em uma única história. Ao som de “Come as You Are”, do Nirvana, o vídeo mostra como Demolidor (Charlie Cox), Jessica Jones (Krysten Ritter), Luke Cage (Mike Colter) e Punho de Ferro (Finn Jones) se juntam para enfrentar uma ameaça que coloca toda Nova York em risco. A prévia revela que essa parceria não se dá de forma muito amistosa, devido à grande diferença de personalidades. E. como se poderia imaginar, é Claire Temple (Rosario Dawson) quem surge como ponto em comum entre esses heróis, apaziguando os ânimos de Luke Cage e Punho de Ferro após um primeiro confronto. O vídeo traz muitos outros detalhes da produção, como a volta de Elektra (Elodie Yung), a participação de Stick (Scott Glenn), Coleen Wing (Jessica Henwick), Misty Knight (Simone Missick) e até a introdução da grande vilã vivida por Sigourney Weaver. Mas a cena em que os quatro se juntam numa luta repleta de ação é mesmo o ponto alto da apresentação. “Os Defensores” estreia em 18 de agosto na Netflix.
Novo trailer de Mulher-Maravilha mostra mais humor que toda projeção de Batman vs. Superman
A Warner Bros. divulgou um novo trailer do filme da “Mulher-Maravilha” durante o intervalo de “Gotham”, na TV americana. Repleto de cenas inéditas, ele mostra o treinamento árduo da heroína interpretada pela atriz Gal Gadot, com cenas na ilha das amazonas e sua decisão de ir ao mundo dos homens para enfrentar a guerra que ameaça a paz mundial. Não faltam cenas de ação e efeitos visuais, mas o que chama mais atenção é o humor resultante do choque cultural da chegada da amazona ao mundo “moderno” – na verdade, o começo do século 20. Há mais piadas no curto vídeo de 1 minuto que em toda a projeção de “Batman vs. Superman”. A principal diferença em relação às adaptações anteriores da DC Comics é que, desta vez, o roteiro é de dois autores de quadrinhos, Allan Heinberg (também criador da série “The Catch”) e Geoff Johns (criador da série “The Flash”). A direção é de Patty Jenkins (“Monster – Desejo Assassino”), primeira mulher a assinar um filme de super-heróis neste milênio, e a estreia está marcada para 1 de junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA. The @WonderWomanFilm looks amazing! ? Here’s an exclusive first look that aired during #Gotham. pic.twitter.com/KJGn9zpgxm — Gotham (@Gotham) May 2, 2017
Ridley Scott revela que Alien 5, que traria Ripley de volta, “nunca verá a luz do dia”
Ridley Scott acabou com as esperanças dos fãs de ver uma continuação da franquia “Alien” dirigida por Neill Blomkamp (“Elysium”). Em entrevista ao site francês Allocine, ele afirmou que o projeto de “Alien 5”, desenvolvido por Blomkamp, “nunca verá a luz do dia”. Ele acrescentou que “nunca houve um roteiro, foi uma ideia que surgiu de umas 10 páginas, mas não evoluiu”. Scott disse que estava envolvido como produtor, mas o projeto não foi para frente “porque a Fox decidiu que não queria fazer esse filme”. O filme de Blomkamp traria de volta Ripley (Sigourney Weaver), heroína da franquia, além de Dwayne Hicks (Michael Biehn) e a menina Newt, personagens de “Aliens – O Resgate” (1986). Tanto Hicks quanto Newt se tornaram personagens muito populares após “Aliens – O Resgate”, a ponto de terem aparecido na primeira história em quadrinhos derivada da franquia, que, na época, era uma continuação direta do filme – escrita por Mark Verheiden (futuro roteirista de “Battlestar Galactica”) em 1988. O problema é que “Alien 3” (1992) resolveu matar os dois fora de cena, na viagem espacial até o planeta prisão em que Ripley, a única sobrevivente, desperta. Muitos fãs ficaram inconformados com o destino da dupla. Até que, sem alarde, Hicks reapareceu na franquia, resgatado no game “Colonial Marines” (2013), outra continuação em mídia diferente de “Aliens – O Resgate” (escrita por Bradley Thompson e David Weddle, ambos também de “Battlestar Galactica”). O game apresentava uma explicação convincente para justificar sua sobrevivência e, mais importante, chegou a ser considerado parte oficial da cronologia de “Aliens”. Blomkamp pretendia oficializar este status. Quando apresentou para a Fox seus planos para realizar “Alien 5”, o diretor sugeriu que o longa seria uma continuação direta do filme de 1986. “Eu quero que esse filme seja literalmente um irmão genético de ‘Aliens’, então seria ‘Alien’ (1979), ‘Aliens’ e esse filme”, ele disse, em entrevista sobre o projeto. Os planos, porém, foram interrompidos logo em seguida pelo estúdio, que decidiu adiar indefinidamente o projeto de “Alien 5” para priorizar “Alien – Covenant”, a sequência de “Prometheus” (2012), dirigida por Ridley Scott. É que ambos os filmes tratam do mesmo universo. Enquanto a história de “Prometheus” serve de prólogo para o primeiro “Alien”, o filme de Blomkamp seria a continuação da franquia. Como o estúdio também anunciou que “Prometheus” será uma trilogia, ficou ainda mais difícil “Alien 5” sair do papel. E agora Ridley Scott oficializa o status da produção, que jamais irá acontecer.












