Lars von Trier é diagnosticado com Mal de Parkinson
O polêmico cineasta dinamarquês Lars von Trier (“Ninfomaníaca”) foi diagnosticado com Mal de Parkinson. A informação foi divulgada pela empresa de von Trier, a Zentropa, por meio de um comunicado oficial. O Mal de Parkinson é uma doença crônica que causa a diminuição de dopamina no corpo, o que compromete o sistema nervoso central. Entre os sintomas mais comuns da doença estão tremedeiras nos braços, diminuição na velocidade dos reflexos, dores musculares e confusão mental. Apesar do diagnóstico, o cineasta deve continuar trabalhando na pós-produção do revival da série “O Reino”, iniciada na década de 1990. Entretanto, suas aparições públicas devem diminuir. A première da nova temporada de “O Reino”, intitulada “The Kingdom Exodus”, vai acontecer durante o Festival de Veneza. Mas não se sabe se von Trier vai comparecer ao evento. Lars von Trier já ficou afastados de eventos públicos, mas por outro motivo. Em 2011, ele causou polêmica no Festival de Cannes ao fazer declarações ambíguas sobre o nazismo – disse que era capaz de entender Hitler. Isso o levou a ser banido do festival até o ano de 2018, quando foi convidado de volta para o lançamento de “A Casa que Jack Construiu”. Ele também foi acusado de abuso sexual pela cantora Björk, que teria acontecido durante as filmagens de “Dançando no Escuro” (2001), e investigado pela polícia dinamarquesa em 2017, após denúncias de ambiente tóxico na Zentropa.
Diretor de “1917” e criador de “Veep” farão sátira de filmes de super-heróis
O cineasta Sam Mendes, vencedor do Oscar por “Beleza Americana” (2000) e indicado por “1917” (2020), vai dirigir o piloto de uma nova série de comédia de Armando Iannucci, o criador de “Veep”. Intitulada de “The Franchise” e desenvolvida para o canal pago HBO, a atração pretende satirizar a Hollywood atual, acompanhando uma equipe que trabalha na produção de um filme de super-herói. Iannucci e Mendes vão produzir o projeto, que está sendo escrito pelos roteiristas Jon Brown (“Dead Pixels”) e Keith Akushie (“Siblings”). Embora seja mais conhecido por seus filmes, Sam Mendes tem uma longa carreira como produtor televisivo, tendo trabalhado em séries como “Penny Dreadful”, “Informer” e “Britannia”. Mas essa será a primeira vez que ele vai dirigir um episódio de série. Atualmente, o cineasta trabalha na pós-produção do seu mais novo filme, intitulado “Empire of Light”, uma declaração de amor aos cinemas de outrora, que tem previsão de lançamento para dezembro.
Animação do Scooby-Doo teve trilha gravada após cancelamento da estreia
O filme da “Batgirl” não foi o único cancelamento milionário realizado pela Warner. Outro filme que já estava quase pronto e não será mais lançado é a animação “Scoob! Holiday Haunt”, continuação de “Scooby! O Filme” (2000). Mas nem o cancelamento impediu que os realizadores seguissem em frente na pós-produção do filme. O co-roteirista e produtor de “Scoob! Holiday Haunt”, Tony Cervone, postou uma foto no seu Instagram no domingo (07/08), cinco dias após o cancelamento oficial do lançamento do projeto, na qual mostrava a orquestra gravando a trilha sonora da animação. Na legenda da imagem, Cervone explicou o motivo da decisão. “Então, o que você faz quando o filme é cancelado, mas você já pagou pelo espaço e pelos músicos? Você grava a droga da trilha!”, disse ele. O diretor Bill Haller acompanhou a gravação remotamente e depois postou uma declaração emocionada. “Obrigado por todo o amor e apoio nesta semana”, disse ele. “Os fãs do Scooby são os melhores do mundo! Este fim de semana assisti via Zoom a nossa partitura sendo magicamente produzida por nossos músicos já pagos enquanto estou ironicamente me recuperando da Covid. Foi glorioso aos meus ouvidos! #SaveScoobHolidayHaunt” O final da mensagem é um claro movimento do cineasta em busca de engajamento popular para tentar o lançamento do filme, da mesma maneira que aconteceu com “Liga da Justiça”. Resta saber se vai surtir algum resultado. “Scoob! Holiday Haunt” era uma produção original da plataforma HBO Max e foi cancelada junto de “Batgirl” – após estar praticamente pronta – por decisão do CEO da Warner Bros. Discovery, que decretou o fim das produções de filmes exclusivos para o streaming. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Tony Cervone (@tonycervone)
Kevin Smith critica Warner por cancelar “Batgirl” e manter “Flash”
O cineasta Kevin Smith (“Jay & Silent Bob Reboot”) jogou ainda mais lenha na fogueira da Warner após a polêmica do cancelamento do filme da “Batgirl”. Durante o episódio mais recente do seu podcast “Hollywood Babble-On”, Smith apontou que a escolha se reflete de maneira negativa no estúdio, que opta por cancelar um filme estrelado por uma atriz latina, mas manteve o lançamento de “The Flash”, mesmo diante das diversas acusações feitas contra o ator Ezra Miller – que incluem comportamento abusivo e agressão a mulheres. “Eu não dou a mínima para o quão ruim é o filme ‘Batgirl’, ninguém nesse filme é problemático ou tem algo na vida real que você precisa contornar. No filme ‘The Flash’, todos sabemos que há um grande problema! Flash é o Flash Reverso na vida real”, afirmou Smith. O cineasta também não acredita nessa história de que o filme é ruim. “Os dois diretores [Bilall Fallah e Adil El Arbi] que dirigiram esse filme fizeram alguns episódios de ‘Ms. Marvel’, e foi uma série maravilhosa. E eles tinham mais dinheiro para fazer ‘Batgirl’ do que para fazer um episódio de ‘Ms. Marvel’ e outras coisas”, disse ele. Vale lembrar que Smith não é estranho ao universo das super-heroínas, tendo dirigido alguns episódios da série “Supergirl”. “Eu amo todos a séries da CW, mas as séries da CW mostram suas restrições orçamentárias”, disse Smith. “Eles disseram que ‘Batgirl’ parecia muito barato porque era um filme de US$ 90 milhões. Como você faz um filme barato de US$ 90 milhões? Se parecia um pouco melhor do que um episódio de ‘Arrow’, por que não pudemos ver isso?” Assista abaixo ao episódio do podcast “Hollywood Babble-On”.
Jessica Chastain se encontra com presidente Zelensky na Ucrânia
A atriz Jessica Chastain, vencedora do Oscar 2022 por seu papel em “Os Olhos de Tammy Faye”, esteve em Kiev, capital da Ucrânia, no final de semana. Durante sua estadia no país, visitou um hospital infantil e se reuniu com o presidente Volodymyr Zelensky. Registros do encontro mostram Chastain sentada à mesa conversando com o presidente e com outros membros do seu gabinete. Entretanto, o conteúdo dessas conversas não foi divulgado. “A atriz americana Jessica Chastain está na Ucrânia hoje. Para nós, essas visitas de pessoas famosas são extremamente valiosas. Graças a isso, o mundo ouvirá, conhecerá e entenderá ainda mais a verdade sobre o que está acontecendo em nosso país. Obrigado pelo apoio!”, disse Zelensky, que também postou uma foto do encontro no seu Telegram. Chastain se junta a crescente lista de artistas que viajou até a Ucrânia em apoio ao país em meio à guerra com a Rússia. A relação inclui nomes como Ben Stiller (“Severance”), Sean Penn (“Caça aos Gângsteres”), Liev Schreiber (“Ray Donovan”) e Angelina Jolie (“Eternos”), além da banda U2, que fez um show acústico no metrô de Kiev.
Andy Serkis fará série sobre criadora do museu Madame Tussaud
O ator/cineasta Andy Serkis (“Venom: Tempo de Carnificina”) vai dirigir a série “Madame!”, sobre a vida de Marie Tussaud, a artista francesa visionária conhecida por suas esculturas de cera, que batiza o famoso museu Madame Tussaud. A série vai acompanhar a vida de Marie Tussaud a Paris do século 18, durante o Iluminismo, passando pela Revolução Francesa e pelo Reinado do Terror, até ela viajar para a Inglaterra, onde abriu seu célebre museu, dedicado a figuras de cera de celebridades, que virou uma verdadeira franquia, atualmente com mais de 20 unidades ao redor do mundo. “Este não é um drama de época convencional, é uma loucura hilária, sem limites, anárquica e punk”, disse Serkis. “Marie sabia de uma coisa muito claramente – se você vai contar sua própria história de vida, torne-a divertida, mesmo que tenha que inventar, e aconteça o que acontecer, corte as partes chatas.” Além de dirigir, Serkis também vai atuar como showrunner da atração, que ainda não tem data de lançamento definida. Andy Serkis atualmente está envolvido no terceiro filme da franquia “Venom” e na adaptação do clássico da literatura “A Revolução dos Bichos”. Ambos os projetos ainda não têm previsão de estreia.
Jason Isaacs vai viver Cary Grant em série
O ator Jason Isaacs, da série “Star Trek: Discovery” e da franquia “Harry Potter”, vai estrelar a série “Archie”, que não é sobre o personagem de “Riverdale”, mas sobre a vida de Cary Grant, um dos grandes astros da era de ouro de Hollywood. Criada pelo roteirista Jeff Pope (“Philomena”), a série vai cobrir desde o nascimento do ator, em 1904, em Bristol, na Inglaterra, passando pela sua infância difícil (na qual enfrentou problemas como a pobreza extrema, o adultério do pai e a perda do irmão) e mostrar um pouco da sua adolescência, quando ele ingressou numa banda e se mudou para os EUA. A atração vai apresentar os detalhes da juventude de Grant intercalados com cenas passadas em 1961, quando o ator (nesse ponto, interpretado por Isaacs) estava no auge da sua fama, mas vivia um momento de infelicidade após o término do seu segundo casamento. Nessa época, ele conheceu a atriz Dyan Cannon, que era 30 anos mais nova do que ele e com quem ele viria a se casar. Cary Grant atuou em mais de 70 títulos, incluindo grandes clássicos como “Suspeita” (1941), “Ladrão de Casaca” (1955) e “Intriga Internacional” (1959), só para citar as vezes em que foi dirigido por Alfred Hitchcock, numa carreira que se estendeu por 34 anos. Em vez de se focar no seu sucesso como ator, porém, a série vai seguir por outro caminho. O título “Archie” é uma referência ao nome de batismo de Grant, Archibald Alexander Leach, e sugere um tom mais intimista na atração. “Havia apenas um Cary Grant e eu nunca seria tolo de tentar entrar em seus sapatos icônicos. Archie Leach, por outro lado, não poderia estar mais longe do personagem que ele inventou para se salvar”, disse Isaacs. “Archie” está sendo desenvolvida pela ITV e BritBox International e ainda não tem previsão de lançamento. Jason Isaacs será visto em breve nos filmes “Spinning Gold”, “Mother Russia” e “A Winter’s Journey”, todos ainda sem data de estreia definida.
Presidente da DC Films ameaçou deixar Warner após fiasco de “Batgirl”
As tensões nos bastidores da Warner Bros. Discovery foram às alturas após a decisão da chefia do conglomerado de engavetar o filme da “Batgirl”, com repercussões muito maiores que o descontentamento da protagonista e dos diretores. Segundo apurou a revista The Hollywood Reporter, o presidente da DC Films, Walter Hamada, ameaçou se demitir por ter sido “atropelado” e chegou a consultar seus advogados sobre como proceder. Citando uma “fonte com conhecimento da situação”, a publicação afirma que, após se reunir com os executivos do conglomerado, Hamada acabou concordando em permanecer no cargo até o dia 21 de outubro, data de lançamento do filme “Adão Negro”, estrelado por Dwayne Johnson. Mas já teria se declarado demissionário e, após essa data, não pretende mais continuar na empresa. Além do fiasco de “Batgirl” e declarações do CEO da WBD, David Zaslav, que contrariam os planos de streaming da DC Films, Hamada estaria descontente por especulações públicas na imprensa sobre a busca de outro nome para comandar a divisão de mídia da DC. Ou seja, para seu cargo. Zaslav já deixou claro o seu desejo de reestruturar os filmes da DC. Durante apresentação do desempenho trimestral da WBD ao mercado, na quinta-feira (4/8), ele justificou o cancelamento de “Batgirl” como forma de valorizar os super-heróis da DC – incluindo Batman, Superman e Mulher-Maravilha – como peças centrais para a estratégia de conteúdo mais ampla da empresa. “São marcas conhecidas em todo o mundo”, disse ele. O CEO foi enfático ao elogiar os próximos lançamentos de super-heróis, dizendo que “Adão Negro”, “Shazam! Fúria dos Deuses” e até “The Flash” “são incríveis” e que a WBD pode “fazer ainda melhor” no futuro. Mas não no streaming. A ênfase de sua gestão será em lançamentos cinematográficos. O que se subentende disso é que “Batgirl” não era forte o suficiente para ser lançado nos cinemas, mas muito caro para ter um simples lançamento em streaming. Portanto, a empresa optou por dar baixa no projeto, como forma de cortar os seus custos – que ainda seriam altos na hora de somar publicidade e divulgação. E não consultou Hamada sobre isso! Fontes do Hollywood Reporter dizem que Hamada só ficou sabendo da decisão durante uma exibição teste de “Adão Negro”. Ele teria ficou muito incomodado por não ter sido consultado e preocupado com o impacto da decisão sobre os envolvidos na realização do filme, que poderia repercutir em outros projetos do estúdio. A decisão a respeito de “Batgirl” também se estenderia a outros projetos da DC para streaming, implodindo filmes esperados pelos fãs. Além disso, ninguém sabe até onde os cortes chegaram em relação às séries. Zaslav já andou reclamando da produtividade de J.J. Abrams, com quem a antiga WarnerMedia fechou um contrato milionário, e que está à frente de produções da DC que parecem estacionadas em eterno desenvolvimento. Vale lembrar que Hamada assumiu a função de presidente da DC em 2018, logo após o fracasso de “Liga da Justiça” (2017), com o objetivo de restaurar a credibilidade da marca. Sob a sua tutela, a DC passou a produzir filmes que fizeram enorme sucesso, surpreendendo o mercado no caso de “Coringa” (2019), e sem vínculos com um universo mais amplo, como “Batman” (2022), ao mesmo tempo em que deu sequência às produções derivadas do filme do grupo dos super-heróis, como “Aquaman” e “Mulher-Maravilha 1984”. Também foi ele quem trouxe James Gunn para comandar “O Esquadrão Suicida” (2021) e criar a bem-sucedida série “Pacificador” – e antes disso, foi vice-presidente executivo de produção da New Line, onde também supervisionou franquias de sucesso, como os terrores “Invocação do Mal” e “It – A Coisa”. Mas Hamada também se envolveu em polêmicas, acusado de tentar calar as acusações de Ray Fisher (o Ciborgue) sobre o ambiente tóxico nos bastidores das refilmagens de “Liga da Justiça”, e de buscar limar Amber Heard de “Aquaman 2”. Seu contrato valia até 2023 e tudo indicava que não seria renovado.
Diretores do novo “Dungeons & Dragons” farão série sobre “pânico satânico”
O serviço de streaming Peacock encomendou a série “Hysteria!”, que será produzida e dirigida pela dupla de cineastas John Francis Daley e Jonathan Goldstein. Os dois são responsáveis pelas comédias “Férias Frustradas” e “A Noite do Jogo”, e estão à frente do vindouro filme de “Dungeons & Dragons”, que estreia em 2023. Criada por Matthew Scott Kane (assistente de produção na série “It’s Always Sunny In Philadelphia”), “Hysteria!” trata de um tema que foi explorado recentemente em “Stranger Things”: o chamado “Satanic Panic”. “Satanic Panic”, ou “pânico satânico” em tradução literal, foi uma espécie de histeria coletiva que tomou conta dos EUA nas décadas de 1980 e 1990, que considerava tudo ligado ao heavy metal e jogos de RPG (como “Dungeons & Dragons”) como exemplos de satanismo e da influência do diabo sobre a juventude. Assim como aconteceu com o Hellfire Club de “Stranger Things”, “Hysteria!” vai acompanhar um grupo de jovens no ensino médio dos anos 1980 que acaba se vendo no alvo do pânico satânico. A diferença é que, desta vez, o envolvimento é proposital. A sinopse oficial indica que, quando um jogador de futebol do time do colégio desaparece, uma banda de estudantes percebe que pode capitalizar o súbito interesse da cidade pelo ocultismo construindo sua reputação como uma banda de metal satânico. Mas uma série de assassinatos, sequestros e “atividades sobrenaturais” desencadeia uma verdadeira caça às bruxas, para a qual não estavam preparados. “Este thriller de roer as unhas mergulha em um pânico moral em massa e em todos os medos, desejos, raiva e pavor que levaram a esses dias sombrios”, disse Beatrice Springborn, presidente da UCP, estúdio responsável pela produção. “O roteiro de Matthew é original, intrigante e captura perfeitamente a energia frenética do Pânico Satânico. Mal podemos esperar para que o público experimente esta série no Peacock.” “Hysteria!” ainda não tem previsão de estreia.
Diretor de “O Telefone Preto” vai produzir novo filme de terror
O cineasta Scott Derrickson, responsável pelo primeiro “Doutor Estranho” e o recente sucesso de terror “O Telefone Preto”, já começou a produzir um novo filme sobrenatural. Trata-se de “Room 428”, que será escrito e dirigido pela dupla Brett e Drew T. Pierce (“A Bruxa da Casa ao Lado”). Detalhes sobre a trama ainda não foram divulgados. O projeto será co-produzido por C. Robert Cargill (co-roteirista de “O Telefone Preto”) e Sherryl Clark (produtora de “Cloverfield: Monstro”), mas ainda não tem previsão de estreia. Sucesso de público e crítica, “O Telefone Preto” já rendeu mais de US$ 140 milhões e está com 83% de aprovação no site Rotten Tomatoes, o que recolocou a carreira de Derrickson novamente em evidência, após se afastar da produção do segundo filme do Doutor Estranho durante a fase de preparação.
Tarantino amou o novo “Top Gun”: “Verdadeiro espetáculo”
O cineasta Quentin Tarantino (“Era Uma Vez em Hollywood”) não poupou elogios ao filme “Top Gun: Maverick”. Em entrevista ao podcast ReelBlend, ele declarou que o filme é “um verdadeiro espetáculo cinematográfico”. “Normalmente, eu não falo muito sobre filmes novos, porque aí sou forçado a elogiar, senão acabo esculachando alguém. Mas nesse caso, eu amei ‘Top Gun: Maverick’ pra c*****o. O filme é fantástico. Assisti no cinema. Esse filme e o ‘Amor, Sublime Amor’, do Spielberg, foram verdadeiros espetáculos cinematográficos. Do tipo que eu achei que nunca mais veria”, ele elogiou. Tarantino disse que tinha preocupações a respeito da realização desse filme após a morte de Tony Scott, diretor do longa original de 1986. Ele chegou a conversar com Tom Cruise sobre isso, e o astro o tranquilizou, dizendo que tinham encontrado a história certa para contar no filme. No final, Tarantino concordou com as decisões criativas do diretor Joseph Kosinski, contratado para assumir o comando do filme. “É o mais próximo que chegaremos de ver mais um filme de Tony Scott.”, disse ele. O público parece compartilhar da opinião de Tarantino. “Top Gun: Maverick” faturou mais de US$ 1 bilhão nas bilheterias mundiais, tornando-se a maior bilheteria de 2022. Por enquanto, Quentin Tarantino não tem nenhum novo projeto cinematográfico anunciado. Atualmente ele se dedica ao podcast “The Video Archives”, que apresenta ao lado do cineasta Roger Avary (“Regras da Atração”).
Fernando Meirelles vai dirigir série internacional dos criadores de “Aruanas”
O cineasta Fernando Meirelles (“Dois Papas”) vai dirigir a série “Esperanza”, criada por Estela Renner e Marcos Nisti, que desenvolveram o sucesso do Globoplay “Aruanas”. Assim como “Aruanas”, a nova série também será focada em ativistas ambientais. A trama vai girar em torno da tripulação de um navio chamado Esperanza, que luta por direitos ambientais e sociais ao redor do mundo. A atração está sendo desenvolvida pela produtora americana Participant em parceria com a brasileira Maria Farinha Films. “A Maria Farinha Films é uma parceira natural da Participant, compartilhando nossa missão de promover mudanças no mundo real por meio de conteúdo de alta qualidade”, disse Miura Kite, executiva da Participant. “Com nossa experiência coletiva, estou confiante de que ‘Esperanza’ vai cativar o público enquanto ilumina muito merecidamente as lutas dos ativistas e a importância oportuna dos problemas que eles lutam.” Além de criar a série, Renner e Nisti também atuarão como showrunners e produzirão a atração junto do próprio Meirelles. “Esperanza” ainda não tem previsão de estreia. Fernando Meirelles atualmente está envolvido também na série “Pico da Neblina”, na HBO, e desenvolve “Sugar”, um projeto que ainda está em seus estágios iniciais.
Casal Patrick J. Adams e Troian Bellisario fará primeira série junto
O casal de atores Patrick J. Adams (“Suits”) e Troian Bellisario (“Pretty Little Liars”) vai estrelar junto a série de viagem no tempo “Plan B”, desenvolvida pelo canal canadense CBC. A trama acompanha um homem que descobre a possibilidade de viajar no tempo e usa esse poder para tentar salvar o seu relacionamento, o seu escritório de advocacia e a sua família disfuncional. Mas ele logo percebe que mesmo a menor mudança tem repercussões em sua vida e na vida dos outros. Essa não será a primeira vez que Adams e Bellisario contracenam nas telas. Ele já fez participação na série “Pretty Little Liars”, assim como ela já participou de “Suits”. Mas nunca tinham vivido personagens fixos numa mesma atração. Na tela grande, porém, compartilharam alguns curtas e o longa-metragem “Clara – Um Amor Além do Universo” (2018). “Plan B” também será o primeiro papel de destaque de Bellisario em uma série desde que terminou “Pretty Little Liars” e deu à luz a duas filhas. A produção é adaptação de uma série francesa homônima. Os criadores da original, Jean-François Asselin e Jacques Drolet, também desenvolvem essa nova versão, ao lado da roteirista Lynne Kamm (“19-2”). O elenco do remake ainda conta com Karine Vanasse (“Revenge”), François Arnaud (“Midnight Texas”) e Joshua Close (“Fargo”). A série deve estrear em 2023. Patrick J. Adams será visto em breve no drama “The Swearing Jar” e no thriller “He Went That Way”, ambos sem data de estreia definida. Já Troian Bellisario tem pela frente a comédia “Chuck Hank and the San Diego Twins”, sem previsão de lançamento.












