Audiência do streaming em aparelhos de TV ultrapassa canais pagos nos EUA
A audiência dos serviços de streaming superou pela primeira vez o público total dos canais pagos nos aparelhos de televisão dos EUA. Segundo uma pesquisa realizada pelo instituto Nielsen, o consumo de streaming representou 34,8% do total de conteúdos audiovisuais no mês de julho, enquanto a TV paga e a TV aberta ficaram, respectivamente, com 34,4% e 21,6%, respectivamente. As comparações feitas pelo Nielsen incluem apenas programação assistida em aparelhos de TVs e em Smart TVs. Ela não leva em consideração o streaming em dispositivos móveis (como celulares e tablets) ou na web. Caso contabilizasse esses números, a diferença seria muito, mas muito maior. O desempenho de julho não foi o primeiro em que o streaming teve mais público que a TV aberta. Mas, até então, as plataformas nunca tinham vencido a TV paga nos EUA. A Netflix foi o serviço com a maior participação dentre o número geral de visualizações, com um recorde de 8,0%. Parte desse sucesso se deu pelos quase 18 bilhões de minutos de exibição da 4ª temporada de “Stranger Things”, somados aos 11 bilhões de minutos acumulados pelas séries “Virgin River” e “The Umbrella Academy”. Entre os filmes, os mais vistos foram “A Fera do Mar” e “Agente Oculto”, com mais de 5 bilhões de minutos assistidos. A Nielsen tem como base de medição minutos e não horas vislumbradas. A segunda plataforma de maior sucesso foi o YouTube, com 7,3% de todo o público, mais do que o dobro da terceira colocada, a Hulu, com 3,6%. O bom posicionamento da Hulu se deu, em parte, pelas sucessos da 2ª temporada de “Only Murders in the Building” e a estreia de “The Bear”, que juntos tiveram mais de 3 bilhões de minutos assistidos. O Prime Video ficou com 3% das exibições, seguido por 1,8% da Disney+ e 1% da HBO Max. Outros serviços de streaming somados totalizaram mais 10,2% de toda a exibição. Os números reforçam o poder de retenção de público da Netflix, além de demonstrarem que os números de assinantes da Disney+ não se refletem no consumo dos seus conteúdos. Faz sentido, já que é uma das plataformas com menos atrações originais. No geral, o consumo de streaming em julho aumentou 3,2% em comparação ao mês anterior e ganhou 1,1 ponto de participação. O tempo gasto em streaming em julho foi em média de quase 191 bilhões de minutos por semana, e cada uma das cinco medições semanais feitas em julho agora representam cinco das seis semanas de maior audiência de streaming já registradas. A visualização da TV paga, por sua vez, caiu 2% em julho, e os pontos de participação, na comparação com junho, também caíam 0,7. Essa queda é constante. Ano após ano, o consumo de TV paga caiu 8,9% e 3,3 pontos de participação. A exibição de esportes registrou o maior declínio, caindo 15,4% em relação a junho e 34% em relação a um ano atrás, quando os Jogos Olímpicos de Tóquio começaram. Isto coincide com o avanço do streaming sobre os direitos de transmissões esportivas. Enquanto isso, a exibição de TV aberta caiu 3,7% em julho, em relação a junho, e representou uma perda de 0,8 ponto de participação. Mas vale lembrar que a TV aberta americana costuma pausar a produção de novos conteúdos nessa época do ano, retomando-os no início da temporada de outono, que começa em setembro.
Emily Blunt explora Velho Oeste em fotos de nova série da Amazon
A BBC e a Amazon Prime Video divulgaram as primeiras fotos de “The English”, série de época estrelada por Emily Blunt (“Um Lugar Silencioso”). As imagens destacam a trajetória da personagem de Blunt em meio à violência do Velho Oeste. Escrita e dirigida por Hugo Blick (“The Honourable Woman”), a série se passa na década de 1890 e acompanha uma aristocrata inglesa chamada Lady Cornelia Locke (Blunt), que se une a um indígena para fazer uma travessia perigosa por uma “paisagem construída por sonhos e sangue” (de acordo com a sinopse) até a nova cidade de Hoxem, no estado americano de Wyoming. Para isso, precisam enfrentar obstáculos cada vez mais aterrorizantes que os testarão em suas essências, física e psicologicamente. O elenco ainda conta com Chaske Spencer (“Banshee”), Stephen Rea (“Não Fale Com Estranhos”), Valerie Pachner (“Uma Vida Oculta”), Rafe Spall (“Trying”), Toby Jones (“First Cow – A Primeira Vaca da América”) e Ciarán Hinds (“Belfast”). Além de estrelar, Blunt também produz a atração, ao lado de Blick. “The English” estreia em novembro no canal britânico BBC. A Amazon Prime Video vai cuidar da distribuição da série em outros territórios, como Estados Unidos, Canadá, Austrália e Nova Zelândia. Ainda não há previsão de lançamento no Brasil.
Jason Momoa prepara filme sobre “pai do surfe” e campeão olímpico havaiano
O ator Jason Momoa (“Aquaman”) vai produzir a biografia de Duke Kahanamoku, um lendário nadador olímpico havaiano. Kahanamoku quebrou os estereótipos raciais ao competir nos Jogos Olímpicos de 1912, 1920, 1924 e 1932, e vencer um total de cinco medalhas. Além do seu sucesso como nadador, Kahanamoku também é creditado como responsável pela popularização do surfe como um esporte, sendo considerado o “pai do surfe moderno”. Há, inclusive, quem alegue que o esporte das ondas não existiria sem ele. O roteirista Chris Kekaniokalani Bright foi contratado para escrever a biografia. Bright ainda não tem nenhum crédito como roteirista, mas chamou a atenção da indústria depois que seu roteiro “Conviction” figurou na Black List, a lista informal dos melhores roteiros não-filmados de Hollywood, em 2018. Não se sabe se o filme vai se focar apenas na carreira de Kahanamoku como nadador ou se vai mostrar os eventos da sua vida depois que ele se aposentou do esporte. Kahanamoku trabalhou como gerente de postos de gasolina no Havaí e foi xerife em Honolulu por quase 30 anos. Ele morreu em janeiro de 1968, aos 77 anos, em decorrência de um ataque cardíaco. Momoa vai produzir o filme em parceria com Peter Safran (“O Esquadrão Suicida”). Curiosamente, esse não é o único projeto sobre Kahanamoku de que Momoa participa. O ator narrou o documentário “Waterman — Duke: Ambassador of Aloha”, sobre a vida do atleta. A cinebiografia ainda não tem título, cronograma definido e data de estreia prevista. Jason Momoa tem diversos projetos pela frente, entre eles “Aquaman 2”, que chega em março de 2023 aos cinemas, e o décimo filme da franquia “Velozes & Furiosos”, com lançamento agendado para maio de 2023.
Atriz premiada de “Amor, Sublime Amor” vai estrelar terror culinário
A atriz Ariana DeBose, vencedora do Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante pelo seu trabalho em “Amor, Sublime Amor” (2021), vai estrelar o terror psicológico “House of Spoils”. A trama vai acompanhar uma chef ambiciosa (DeBose) que conseguiu abrir seu primeiro restaurante, mas começa a enfrentar o fantasma do antigo proprietário, que ameaça sabotá-la. “House of Spoils” foi escrito e será dirigido pela dupla Bridget Savage Cole e Danielle Krudy, responsáveis pela comédia “Afunde o Navio” (2019). “Estamos empolgados em ver a energia nova, ousada e espirituosa de Ariana, que lhe rendeu um Oscar, em um papel completamente diferente”, disse Chris McCumber, presidente da Blumhouse Television. “E com a talentosa equipe de cineastas de Bridget e Danielle, o talento na frente e atrás das câmeras é excepcional.” “House of Spoils” ainda não tem previsão de lançamento. Assim como o filme anteriores das diretoras, essa produção também está sendo desenvolvida pelo serviço de streaming Prime Video em parceria com a divisão televisiva da Blumhouse (produtora de “Halloween” e “Corra!”). A Blumhouse e o Prime Video já trabalharam juntos na antologia “Welcome to the Blumhouse” (que rendeu um total de oito filmes) e mais recentemente na comédia de terror “Totally Killer”, ainda inédita. Ariana DeBose tem diversos projetos encaminhados. Entre eles, destacam-se “Argylle”, novo filme de espionagem do cineasta Matthew Vaughn (“King’s Man: A Origem”), ainda sem data de estreia, e a adaptação dos quadrinhos do vilão do Homem-Aranha, “Kraven, o Caçador”, com lançamento agendado para janeiro de 2023.
Angelina Jolie é acusada de tentar prejudicar Brad Pitt
O ator Brad Pitt (“Era Uma Vez em Hollywood”) acredita que sua ex-esposa, a atriz e cineasta Angelina Jolie (“Malévola”), busca prejudicá-lo ao tornar públicos os detalhes de uma briga que o casal teve à bordo de um avião, em 2016. Na ocasião, Pitt teria jogado cerveja em Angelina Jolie e a agredido, o que motivou a separação do casal. Ele também foi acusado de agarrá-la pelos ombros e a sacudir enquanto gritava. Essa informação se tornou conhecida na terça (16/8), após a revelação dos documentos de um processo que até então corria de forma anônima. “Foi investigado e não houve acusações”, disse uma fonte próxima de Pitt à revista People, referindo-se ao trabalho do FBI, que investigou a denúncia por ter acontecido num voo internacional. O Departamento de Serviços Infantis e Familiares de Los Angeles também ouviu testemunhas e inocentou Pitt. “Eles investigaram. Prepararam materiais, revisaram juntos e decidiram não denunciá-lo”, completou a fonte. Os detalhes da briga vieram à tona após Jolie processar o FBI, de forma “anônima”, para que os documentos da investigação realizada fossem tornados públicos. Mas a fonte ouvida pela People afirma que tanto Pitt quanto Jolie tem acessos aos documentos em questão há seis anos e que, ao solicitar os documentos, Jolie só pretendia “reavivar um problema que era doloroso para todos e que foi resolvido há seis anos”. “Quais são as motivações de uma pessoa para usar o tempo do tribunal e recursos públicos para preencher um pedido anônimo pela Lei de Liberdade de Informação para um material que ela têm há anos? Só há uma: infligir o máximo de dor possível em seu ex. Não há nenhum benefício nisso. É prejudicial para as crianças e toda a família que isso seja tornado público.” Apesar disso tudo, a fonte afirma que Pitt está tranquilo diante da situação, “considerando as frustrações em torno dessas circunstancias”. “São ondas e mais ondas de tentativas de prejudicá-lo”, disse a fonte. “Ele permaneceu praticamente em silêncio, exceto para reconhecer as coisas em que poderia melhorar. Ele permaneceu em silêncio sobre esse assunto porque sabe que é a melhor coisa para seus filhos, que é melhor para todos. Ele manteve essa postura apesar de uma interminável enxurrada de ataques e tentativas de usar os tribunais contra ele.” Jolie também não falou publicamente sobre os detalhes do incidente do avião. Mas, no processo, a atriz afirmou que sua briga com o ex-marido aconteceu na parte de trás do avião e ele bebia no momento da discussão. Jolie alegou que Pitt agarrou seus ombros e a sacudiu enquanto gritava: “Você está fod*ndo essa família”. Segundo a atriz, Pitt também teria agredido Maddox, depois que o filho, então com 15 anos, tentou intervir na discussão. O que consta no relatório do FBI, porém, é que Pitt xingou um dos filhos, sem especificar qual, dizendo que ele se parecia “com a droga de um menino de Columbine” – uma referência aos adolescentes que massacraram os colegas de uma escola à tiros em 1999. A denúncia também alega que Pitt supostamente causou mais de US$ 25 mil em danos ao avião particular, e que a briga teria continuado fora do voo. Jolie contou que sofreu ferimentos e até entregou uma foto de seu cotovelo machucado para apoiar as suas acusações. Logo após o incidente, o casal de celebridades se divorciou e Pitt decidiu publicamente parar de beber. Nenhuma acusação foi levada adiante contra o ator. No ano passado, Jolie comentou sobre seu divórcio. “Eu não sou o tipo de pessoa que toma decisões, como as decisões que tive que tomar, de maneira leviana”, disse ela ao jornal britânico The Gardian. “Demorou muito para eu estar em uma posição em que eu senti que tinha que me separar do pai dos meus filhos”. Na época, Jolie chegou a mencionar que “há muitas coisas que não posso falar”. Já Pitt comentou em uma entrevista de 2017 à revista GQ que “é uma chatice ter certas coisas desenterradas em público e mal interpretadas”. “Eu me preocupo mais com meus filhos, sendo submetidos a isso”, observou.
Anne Heche bateu seu carro a 145 km/h e morreu devido ao incêndio
A causa da morte da atriz Anne Heche foi revelada. Segundo o relatório do médico legista do condado de Los Angeles, Heche morreu em decorrência de “inalação de fumaça e lesões térmicas”. Sua morte, portanto, foi considerada um acidente. O relatório médico também cita uma “fratura do esterno devido a um forte trauma” como outro fator contribuinte para a morte. Heche foi hospitalizada no dia 5 de agosto, após o carro que ela dirigia bater em uma casa e pegar fogo na área de Mar Vista, em Los Angeles. Cerca de 60 bombeiros combateram o incêndio causado pela colisão. Outro relatório da perícia revelou que ela dirigia a 145 km/h no momento da colisão. Ela foi levada às pressas para o hospital em estado crítico. A atriz sofreu queimaduras graves e entrou em coma, sem nunca se recuperar. Heche teve a morte cerebral declarada no dia 11 e sua família tomou a decisão de retirá-la do suporte de vida depois que qualquer órgão viável pudesse ser doado. Seu coração parou de bater no domingo à noite (14/8). O escritório do legista listou a data da morte como 11 de agosto, o dia em que foi declarada a morte cerebral. Oito pessoas vão receber seus órgãos, mas as informações são mantidas em sigilo médico. A polícia chegou a investigar o acidente depois que exames de sangue mostraram a presença de “narcóticos” no sistema de Heche. Eles tentavam determinar, entre outras coisas, se as drogas foram introduzidas em seu sistema no hospital, como parte do controle da dor, ou antes. De todo modo, os resultados do teste mostraram que Heche não estava sob a influência de álcool. No domingo, depois da morte da atriz, as autoridades anunciaram que a investigação havia sido encerrada. “Perdemos uma luz brilhante, uma alma bondosa e alegre, uma mãe amorosa e uma amiga leal. Anne fará muita falta, mas ela vive através dos seus lindos filhos, do seu trabalho icônico e do seu apoio apaixonado. Sua bravura por sempre manter a sua verdade, espalhando sua mensagem de amor e aceitação, continuará a ter um impacto duradouro”, disse a família da atriz em comunicado oficial. Lynne Mishele, dona da casa onde o carro de Heche bateu, também se manifestou nas redes sociais. “A notícia da morte de Anne Heche é devastadora. Sua família, seus amigos e especialmente seus filhos sofreram uma grande perda, e meu coração está com eles”, disse ela. “Toda essa situação é trágica e realmente não há palavras. Estou enviando amor para todos os envolvidos”. Um fundo criado para ajudar Mishele com as despesas da sua casa, que foi destruída na colisão, já arrecadou mais de US$ 150 mil.
Angelina Jolie contratou filhos para trabalharem em seu novo filme
A atriz e cineasta Angelina Jolie (“Malévola”) contratou dois de seus filhos, Pax (de 18 anos) e Maddox (de 21), para trabalharem na equipe de “Without Blood”, seu novo trabalho como diretora. “Nós trabalhamos bem juntos”, disse ela à revista People. “Quando uma equipe de filmagem está no seu melhor, parece uma grande família, então pareceu natural.” Pax e Maddox estão trabalhando como assistentes de direção. Os dois já tinham trabalhado com Jolie em “Primeiro, Mataram o Meu Pai” (2017), e Maddox também trabalhou em “À Beira Mar” (2015), que foi coestrelado por Brad Pitt. Jolie conseguiu a guarda dos filhos depois de um processo conturbado de separação com o ator Brad Pitt (“Era Uma Vez em Hollywood”). O clima entre o casal azedou e nesta semana veio à tona que Jolie acusou Pitt de agressão. Ele foi inocentado pelo FBI e ela não se conformou, acionando a agência federal na Justiça para ter acesso aos documentos da investigação. “Without Blood” é um thriller de vingança baseado no livro homônimo de Alessandro Baricco. A trama se passa num lugar e num período não identificados, onde os inimigos de Manuel Roca o caçam para matá-lo. Entretanto, um dos assassinos não consegue matar Nina, a filha mais nova da vítima, escondida em um buraco sob o chão da fazenda. Encantado com a visão da perfeita inocência de Nina, ele fica quieto. Mas quando ela crescer, a jovem não terá mais essa aparência inocente, decidida a caçar um por um dos assassinos, mesmo em tempos de paz. Jolie não atua no filme, que é estrelado por Salma Hayek (“Eternos”) e Demián Bichir (“A Freira”). “Without Blood” está sendo rodado na Itália e ainda não tem previsão de estreia.
Diretor revela ter impedido Taylor Swift de participar de “Crepúsculo”
A cantora e atriz Taylor Swift (“Cats”) deveria ter participado da franquia “Crepúsculo”, mas o diretor Chris Weitz barrou sua presença, porque, segundo ele, seria uma “distração muito grande” do resto do filme. Diretor do segundo filme da franquia, “A Saga Crepúsculo: Lua Nova” (2009), Weitz detalhou a surpreendente quase participação da cantora durante uma entrevista no podcast “The Twilight Effect”, comandado por Ashley Greene (Alice Cullen em “Crepúsculo”) e sua colega Melanie Howe. “Taylor Swift era uma grande fã de ‘Crepúsculo’. E Taylor Swift e eu tínhamos o mesmo agente na época, que me disse: ‘Taylor gostaria de estar neste filme – não por sua causa, mas ela é uma fã de ‘Crepúsculo'”, contou Weitz. Segundo o diretor, o agente de Taylor Swift disse que ela estava disposta a fazer qualquer papel no filme. Poderia ser “alguém no refeitório, ou no restaurante ou qualquer outra coisa. Ela só queria estar neste filme.” Weitz rejeitou o pedido porque acreditava que Swift era uma estrela grande demais para aparecer no filme. “A coisa mais difícil para mim foi imaginar que, no momento em que Taylor Swift entrasse na tela, por cerca de cinco minutos ninguém iria conseguir processar mais nada”, disse Weitz. “Eu me culpo por isso, porque… imagina, eu poderia ter passando um tempo com Taylor Swift. Ela deve ter ficado pensado: ‘Quem é esse idiota?’. Mas às vezes você toma decisões pensando que isso é o melhor do filme.” A falta de Taylor Swift não parece ter afetado muito o sucesso do filme. “A Saga Crepúsculo: Lua Nova” rendeu mais de US$ 700 milhões nas bilheterias. Mas se Chris Weitz teve receio de trabalhar com Taylor Swift, outros diretores agarraram a oportunidade. Ela será vista a seguir no thriller “Amsterdam”, dirigido por David O. Russell (“Trapaça”), que chega aos cinemas americanos em 7 de outubro.
Lili Reinhart começa despedida de “Riverdale” com novo filme na Netflix
A atriz Lili Reinhart, que interpreta a personagem Betty Cooper em “Riverdale”, está pronta para se despedir da série, enquanto embarca em novos projetos como o filme “Como Seria se…?”, que chegou nesta quarta (17/8) na Netflix. Em entrevista ao site da revista Variety, Reinhart definiu o momento atual como “agridoce”. “Há muitos sentimentos. Agridoce é a palavra, porque obviamente sentirei falta desse grupo de pessoas [de ‘Riverdale’] com quem passei metade dos meus 20 anos. Nós nunca estaremos todos juntos novamente trabalhando na mesma coisa, então reconheço isso e acho que todos nós reconhecemos e todos estamos tristes com isso”, contou ela. Reinhart também disse que existe, entre o elenco, uma vontade muito grande de aproveitar os últimos meses juntos, na gravação dos episódios da 7ª e última temporada. “Acho que todos nós pensamos: ‘Este é o nosso último hurra, vamos realmente tentar celebrar um ao outro e passar tempo um com o outro, porque não teremos isso novamente'”. “Será um dia muito triste quando realmente terminar, mas acho que a série fez muito por todos nós e estamos todos tão prontos para mostrar ao mundo o que mais temos. Nesse aspecto, saber o que está do outro lado é super emocionante”, acrescentou. Uma das possibilidades abertas por “Riverdale” foi a capacidade de poder escolher e produzir seus próprios filmes, como aconteceu no romance “A Química que Há Entre Nós”, lançado pela Amazon Prime Video em 2020, e novamente agora com o melodrama “Como Seria se…?”, na Netflix. “Se isso fosse há 10 anos, acho que teria sido apenas ‘Vamos dar a ela o título de produtora executiva, mas não deixá-la tomar nenhuma decisão'”, disse Reinhart sobre o trabalho como produtora. “Mas eu realmente fiz parte do filme do início ao fim, desde encontrar uma diretora até estar envolvida nas muitas reescritas e no elenco. Então, estou orgulhosa de ter participado de praticamente todos os aspectos do filme, e isso o torna mais especial para mim” Dirigido pela queniana Wanuri Kahiu (“Rafiki”), o filme acompanha Natalie (Reinhart), uma mulher ambiciosa que faz um teste de gravidez na véspera de sua formatura na faculdade. A partir daí, sua vida diverge em duas realidades paralelas: em uma ela fica no Texas e se torna uma jovem mãe, e na outra o teste dá negativo, ela não engravida e se muda para Los Angeles para perseguir seu sonho de trabalhar com animação. A atriz fez questão de destacar detalhes da trama, que fazem com que o filme não seja visto como uma escolha simplista entre ter filho ou uma carreira. “Foi muito importante para nós ter certeza de que, especialmente na vida de Natalie como uma jovem mãe, a carreira pela qual ela trabalhou tanto, o diploma que ela acabou de obter, não seja jogado fora porque ela tem um filho. Tipo, você a vê lutando para tentar manter esse caminho em sua vida, mas isso não foi algo que ela simplesmente desistiu ou deixou de lado. Ela ainda está perseguindo ativamente suas paixões como uma jovem mãe. Não é um ou outro: a carreira ou ser mãe”, apontou. Ela também considerou que ser mãe foi uma escolha consciente da personagem e não uma imposição da lei, já que estados conservadoras passaram a proibir o aborto nos EUA. “A coisa linda em nosso filme, que agora infelizmente parece um pouco distópico – tipo, em nosso mundo, não temos mais essa opção –, é que uma mulher no Texas engravida e ela é capaz de tomar a decisão sobre se quer manter o bebê ou não. Este não é um filme sobre aborto, mas é um filme sobre uma mulher que teve a oportunidade de fazer uma escolha, e a escolha foi feita por vontade própria e acabou sendo uma bela decisão para ela, porque ela pode fazê-la”. Depois dessa estreia, Reinhart tem vários outros projetos em andamento, mas todos estão em compasso de espera para que possa terminar a última temporada de “Riverdale”. “Estou incrivelmente empolgada com os projetos que venho desenvolvendo com minha produtora no último ano e meio, que estaremos prontos para filmar quando ‘Riverdale’ terminar no próximo verão”, concluiu. Veja abaixo o trailer de “Como Seria se…?”
Ator compartilha últimas fotos de Anne Heche no set de “Chicago P.D.”
O ator Jesse Lee Soffer, que interpreta o detetive Jay Halstead em “Chicago P.D.”, compartilhou algumas fotos do último dia de gravação da atriz Anne Heche na série policial. Postadas no Instagram de Soffer, as fotos mostram Heche vestindo o uniforme da superintendente Katherine Brennan, personagem que interpretou entre a 6ª e a 7ª temporada da série, exibidas em 2018 e 2019. Heche aparece abraçada com Soffer e com a atriz Tracy Spiridakos. “Eu realmente não sei o que dizer. Eu só quero prestar meus respeitos. Anne era uma pessoa tão gentil. Sempre generosa. Sempre engraçada. Sinto muito pela família dela. Espero que eles saibam quantas pessoas ela realmente tocou. Acho que essas fotos eram de seu último dia no set conosco”, disse Soffer, na legenda. Conhecida pelos seus papeis em filmes como “Volcano: A Fúria” (1997) e “Seis Dias, Sete Noites” (1998), Heche foi hospitalizada após o carro que ela dirigia bater em uma casa e pegar fogo na área de Mar Vista, em Los Angeles. Cerca de 60 bombeiros combateram o incêndio causado pela colisão. A atriz sofreu queimaduras graves e entrou em coma, sem nunca se recuperar. Ela teve morte cerebral declarada na última sexta-feira (12/8). Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Jesse Lee Soffer (@jesseleesoffer)
Jamie Foxx culpa tempos politicamente corretos pelo cancelamento de sua estreia como diretor
O ator Jamie Foxx (“Dupla Jornada”) colocou a culpa no “estado da comédia” pelo cancelamento de “All-Star Weekend”, seu primeiro trabalho como diretor. O filme foi rodado em 2016, mas até hoje não viu a luz do dia. E o motivo da falta de lançamento seria a desaprovação atual sobre certa abordagem da produção, que se tornou politicamente incorreta. A trama acompanha dois amigos que ganham ingressos para o evento anual da NBA e embarcam numa viagem para Los Angeles para participar do All-Star Game. Mas a jornada deles é interrompida por um punhado de personagens malucos. Além de dirigir, Foxx também protagonizou o filme ao lado de um elenco estrelado, formado por Jeremy Piven (“Entourage”), Robert Downey Jr. (“Vingadores: Ultimato”), Benicio del Toro (“Sicário: Dia do Soldado”), Gerard Butler (“Destruição Final: O Último Refúgio”) e Eva Longoria (“Desperate Housewives”). Mesmo assim, é possível que o filme nunca seja lançado. “Tem sido difícil com a configuração do terreno quando se trata de comédia”, Foxx disse ao CinemaBlend. “Estamos tentando abrir os cantos sensíveis para que as pessoas voltem a rir novamente… Esperamos mantê-los rindo e levá-los direto para o ‘All-Star Weekend’, porque definitivamente estávamos indo nessa direção.” Quando fala de “configuração do terreno”, Foxx está se referindo ao fato de o ator Robert Downey Jr. interpretar um mexicano no filme, algo que pode ser visto como racismo. Vale lembrar que esse tipo de atitude costumava ser comum em Hollywood, quando atores brancos costumavam interpretar personagens de outras etnias. Um dos casos mais conhecidos foi o do ator Charlton Heston, que teve a sua pele escurecida com maquiagem para interpretar um personagem mexicano no clássico “A Marca da Maldade” (1958), de Orson Welles. A prática era comum até pouco tempo. Na década de 1990, por exemplo, um estúdio chegou a cogitar contratar a atriz Julia Roberts para interpretar a ex-escrava e abolicionista Harriet Tubman. Mas, após décadas de luta das melhor representatividade, esse tipo de escalação não é mais praticada – ou ao menos não costuma ser. O próprio Downey Jr. já se envolveu numa polêmica similar quando interpretou um personagem negro na comédia “Trovão Tropical” (2008). Aliás, esse foi o motivo de o ator ser contratado para “All-Star Weekend”. “Liguei para Robert e disse: ‘Preciso que você interprete um mexicano’. Você interpretou o cara negro e você arrasou com essa merda'”, explicou Foxx em entrevista ao podcast de Joe Rogan, em 2017. Já o ator Jeremy Piven declarou, em entrevista ao programa “Get Some with Gary Owen”, que os fãs “nunca verão” o filme porque “Jamie não quer lançá-lo”. “É uma daquelas coisas em que Foxx é provavelmente o cara mais talentoso que eu já conheci”, disse Piven. “Eu tive o melhor momento da minha vida… Foxx é muito duro consigo mesmo. Ele é um desses caras, você sabe, ele quer que seja perfeito, então ele está segurando essa coisa por cinco anos”, explicou ele. Por enquanto, não há previsão de lançamento de “All-Star Weekend”.
Naomi Watts e Chloë Sevigny vão estrelar 2ª temporada de “Feud”
As atrizes Naomi Watts (“A Série Divergente: Convergente”) e Chloë Sevigny (“Boneca Russa”) vão estrelar a 2ª temporada da quase esquecida série “Feud”, criada por Ryan Murphy (“American Horror Story”). Para quem não lembra, a 1ª temporada de “Feud” foi exibida em 2017 e se focava na famosa rivalidade entre as atrizes Bette Davis e Joan Crawford, estrelas da Era de Ouro de Hollywood. Assim como “American Crime Story”, a proposta da atração era ser uma antologia de casos conhecidos de brigas célebres – e o divórcio entre o Príncipe Charles e a Princesa Diana chegou a ser cogitado como 2ª temporada. Após cinco anos sem novidades, a atração vai retornar com um novo escândalo. Intitulada “Feud: Capote’s Women”, a série vai narrar a história da confusão armada pelo famoso escritor Truman Capote (“À Sangue Frio”) com algumas das suas melhores amigas (a quem ele chamava de “cisnes”). Watts vai interpretar a socialite Babe Paley, esposa do executivo do canal CBS, Bill Paley, enquanto Sevigny dará vida à estilista, socialite, escritora e atriz C. Z. Guest. O elenco ainda conta com Tom Hollander (“Bird Box”) no papel de Capote, Diane Lane (“Trumbo – Lista Negra”) como a socialite americana e ícone da moda Nancy “Slim” Keith, e Calista Flockhart (“Supergirl”) interpretando Lee Radziwill, cunhada do presidente John F. Kennedy. Em 1975, Capote se inspirou na sua relação com essas mulheres para escrever o seu conto “La Cote Basque 1965”, publicado na revista Esquire. O conto é uma crítica à alta sociedade nova-iorquina, com direito à exposição de muitos dos segredos das suas “cisnes” – de adultério até assassinato. A publicação acabou com as amizades de Capote, assim como com a sua reputação. “Feud: Capote’s Women” foi escrita por Jon Robin Baitz (“Brothers & Sisters”) e será dirigida por Gus Van Sant (“A Pé Ele Não Vai Longe”). A série será exibida no canal americano FX. No Brasil, “Feud” será disponibilizada no serviço de streaming Star+. Ainda não há previsão de estreia. Naomi Watts será vista em breve no remake do terror “Boa Noite, Mamãe”, que estreia em setembro, e na série “The Watcher”, também criada por Murphy. E Sevigny participou recentemente do drama “Bones and All”, de Luca Guadagnino (“Me Chame pelo Seu Nome”), com estreia marcada para novembro.
Diretor de “Homem-Aranha” fará comédia sobre casamento desastrado
O cineasta Jon Watts (“Homem-Aranha: Sem Volta para Casa”) vai produzir a comédia “Disaster Wedding”, sobre uma festa de casamento que deu errado. Detalhes sobre a trama ainda não foram divulgados. Sabe-se apenas que a primeira versão do roteiro foi escrita por Jeff Kaplan e Ian Springer (“The Last of the Great Romantics”), e agora está sendo reescrita por Dave Holstein (“Kidding”). “Disaster Wedding” terá direção de Max Barbakow, responsável pela ótima comédia sobre looping temporal “Palm Springs” (2020), outro filme sobre um festa de casamento que deu errado. Ainda não há previsão de lançamento. Jon Watts está trabalhando atualmente na série “Skeleton Crew”, nova produção do universo de “Star Wars”, e também está envolvido em um filme que deve voltar a reunir os atores Brad Pitt e George Clooney (“Onze Homens e um Segredo”). Ambos os projetos ainda não tem data de estreia definida.












