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    Eugênio Derbez, do vencedor do Oscar “No Ritmo do Coração”, passa por cirurgia após acidente

    30 de agosto de 2022 /

    O ator mexicano Eugenio Derbez, do filme vencedor do Oscar 2022 “No Ritmo do Coração”, será submetido a uma cirurgia complicada após sofrer um acidente. A informação foi divulgada pela esposa do ator, a atriz e cantora Alessandra Rosado, em um comunicado publicado na noite de segunda (29/8) em seu Instagram. Sem entrar em detalhes a respeito do acidente, Rosado afirmou que Derbez está bem, mas que as “lesões que ele sofreu são delicadas e exigirão que ele seja submetido a uma cirurgia complicada nas próximas horas”. Segundo ela, a recuperação será “longa e difícil” e exigirá “muitas semanas de descanso e reabilitação”. Rosado também agradeceu aos fãs pelo apoio e disse que sente que “todas as boas energias que estão nos enviando, com a ajuda de Deus, vão ajudar o Eugénio a recuperar em breve”. Derbez será visto em breve em “Acapulco”, série da Apple TV+ que ele produz e estrela. A 2ª temporada já foi inteiramente gravada e estreia em 21 de outubro. Ele também filmou “Aristotle and Dante Discover the Secrets of the Universe”, que terá a sua première no Festival de Toronto. Devido à sua recuperação, Derbez não deve participar dos eventos de promoção dessas atrações. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Alessandra Rosaldo (@alexrosaldo)

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    Charlbi Dean, atriz do filme vencedor da Palma de Ouro 2022, morre aos 32 anos

    30 de agosto de 2022 /

    A atriz e modelo sul-africana Charlbi Dean, estrela do filme “Triangle of Sadness”, vencedor da Palma de Ouro no Festival de Cannes deste ano, morreu na segunda-feira (29/8), vítima de um mal súbito. Ela tinha 32 anos. Nascida em 5 de janeiro de 1990, na Cidade do Cabo, Dean começou a sua carreira como modelo, aparecendo nas revista GQ (em dezembro de 2008) e Elle (em julho de 2010). Sua estreia no cinema aconteceu em 2010, com uma participação na comédia “Spud”, sobre um garoto enviado para uma escola de elite na África do Sul da década de 1990, mesma época em que Nelson Mandela foi solto da prisão. Nos anos seguinte, ela fez participações em filmes feitos direto para o mercado de home vídeo, séries e até na continuação de “Spud”, lançada em 2013 com o título de “Spud 2: The Madness Continues”. Ela também participou do terror “Don’t Sleep” (2017) e do filme religioso “Entrevista com Deus” (2018). Seu nome ficou mais conhecido quando ela interpretou a vilã Syonide na série “Raio Negro” (Black Lightning). Porém, seu papel de maior destaque foi mesmo o derradeiro. Dirigido por Ruben Östlund (“The Square: A Arte da Discórdia”), “Triangle of Sadness” é uma sátira à futilidade dos super-ricos e acompanha modelos, influenciadores e oligarcas de todo o mundo à bordo de um cruzeiro de luxo que acaba naufragando. No filme, Dean interpreta a modelo Yaya, uma dos convidadas desse cruzeiro, contracenando com o americano Woody Harrelson (“Venom: Tempo de Carnificina”), o inglês Harris Dickinson (“King’s Man: A Origem”), a filipina Dolly De Leon (“A Interrupção”), a luxemburguesa Sunnyi Melles (“Fassbinder: Ascensão e Queda de um Gênio”) e a escocesa Amanda Walker (“A Viagem”). “Triangle of Sadness” ainda será exibido no Festival de Toronto e no Festival de Nova York e ainda não tem previsão de estreia no Brasil. Assista ao trailer de “Triangle of Sadness”.

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  • Filme

    Estrela de “O Mundo É dos Jovens” e cantor do N’Sync farão filme sobre seu namoro

    29 de agosto de 2022 /

    A atriz Danielle Fishel (“O Mundo É dos Jovens”) e o cantor Lance Bass (ex-integrante da banda N’Sync) vão fazer um filme sobre o seu antigo namoro e a descoberta sexual de Bass. A dupla compartilhou a novidade durante o podcast “Pod Meets World”. “Lance e eu estamos trabalhando em um filme sobre nossa história de amor e sobre nossa experiência no baile de formatura”, explicou Fishel. “Eu namorei Lance por cerca de um ano enquanto eu estava em ‘O Mundo É dos Jovens’. Era meu último ano e Lance veio comigo ao meu baile do ensino médio.” A atriz lembra que pensava que iria se casar com o cantor. “Eu mantive a esperança por muito tempo de que íamos voltar a ficar juntos, nos casar e ter uma família”, disse ela. “Acontece que eu não sou o tipo de Lance”, completou, referindo-se ao fato de Bass ter assumido publicamente a sua homossexualidade em 2006. A ideia de fazer o filme em torno do baile de formatura é importante para Bass pois, segundo ele, este foi um momento de virada na sua vida. “Acho que muitas pessoas podem se identificar com essa história”, disse ele. “Para tantas pessoas na comunidade LGBTQIA+, a noite de formatura foi a noite em que eles ficaram tipo, ‘Oh, espere um minuto. Isso não pode mais acontecer’. Esse foi o catalisador que me fez começar a me aceitar, o que levou muito tempo depois disso, mas essa foi definitivamente a primeira gota.” Na ocasião, os dois chegaram a reservar um quarto de hotel para irem depois do baile. E isso deixou Bass muito nervoso durante toda a noite. “Lance e eu tivemos um relacionamento muito maravilhoso, muito caloroso e amoroso, mas era completamente carente de intimidade – intimidade no sentido romântico”, contou Fishel. “Lance e eu tínhamos um quarto de hotel reservado e eu tive uma visão do que aquela noite seria e Lance estava muito nervoso sobre qual seria minha visão para aquela noite. Essa é a noite sobre a qual Lance fala, onde ele sentiu que estava me machucando por não ser honesto consigo mesmo ou com qualquer outra pessoa sobre o que estava acontecendo em sua vida, então foi uma espécie de ímpeto para ele dizer: ‘Eu vou terminar nosso relacionamento.’” Ele terminou o relacionamento duas semanas depois, afirmando, a princípio, que o problema era a distância. Fishel contou que ficou arrasada e que a mãe dela foi a primeira pessoa a levantar a possibilidade de Bass ser gay, algo que Fishel prontamente disse que não era verdade. Apesar desse desfecho para o namoro, Fishel e Bass são amigos até hoje. O filme sobre o relacionamento dos dois será escrito pelas atrizes Lauren Lapkus (“A Missy Errada”) e Mary Holland (“Alguém Avisa?”). Ainda não há previsão de estreia. Danielle Fishel recentemente repetiu o seu papel de Topanga Matthews, sua personagem de “O Mundo É dos Jovens”, na continuação “Garota Conhece o Mundo”, do Disney Channel. Lance Bass, por sua vez, fez diversas participações no cinema e na TV, como no terror “Amaldiçoados” (2005), na comédia “Eu os Declaro Marido… e Larry” (2007) e na série “Single Parents”.

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    Joseph Gordon-Levitt e Tessa Thompson vão estrelar sci-fi espacial

    29 de agosto de 2022 /

    Os atores Joseph Gordon-Levitt (“Super Pumped – A Batalha pela Uber”) e Tessa Thompson (“Thor: Amor e Trovão”) vão estrelar a ficção científica espacial “Ash”, que será dirigida pelo músico Flying Lotus. Escrito por Jonni Remmler, o filme contará a história de uma mulher (Thompson) que acorda em um planeta distante e encontra a tripulação de sua estação espacial morta. A princípio, ela precisa decidir se deve ou não confiar no homem (Gordon-Levitt) que foi enviado para resgatá-la. Mas depois de um tempo, é ele quem começa a se perguntar se pode ou não confiar nela. “É um sonho absoluto colaborar com alguns dos atores mais talentosos do mundo!”, disse o diretor Flying Lotus, em comunicado oficial. Essa não será a primeira experiência de Flying Lotus (ou Steven Ellison) no cinema. Além de já ter trabalhado como compositor em diversos filmes e séries, ele já dirigiu o filme “Kuso” (2017) e mais recentemente comandou um segmento da antologia de terror “V/H/S/99” (2022). “Ash” terá produção do cineasta Neill Blomkamp (“Na Mente do Demônio”). O filme começa a ser rodado no ano que vem, mas ainda não tem previsão de estreia. Joseph Gordon-Levitt dublou um dos personagens animados do filme “Pinóquio”, dirigido por Robert Zemeckis (“Convenção das Bruxas”), que será lançado em 8 de setembro, e também será visto na comédia “Providence”, co-estrelada por Lily James (“Pam & Tommy”), sem previsão de estreia. Tessa Thompson, por sua vez, tem pela frente o drama “The Listener”, dirigido pelo ator Steve Buscemi (“Miracle Workers”), cuja première vai acontecer no Festival de Toronto, e o terceiro filme da franquia “Creed”, com estreia marcada para março de 2023.

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  • Filme

    Kiefer Sutherland vai estrelar próximo filme do diretor de “O Exorcista”

    29 de agosto de 2022 /

    O ator Kiefer Sutherland (“Designated Survivor”) está em negociações finais para estrelar o filme “The Caine Mutiny Court-Martial”, que será dirigido pelo veterano cineasta William Friedkin (de “O Exorcista” e “Killer Joe – Matador de Aluguel”). O filme é baseado no livro de Herman Wouk, que se passa na 2ª Guerra Mundial e narra o julgamento de um oficial da marinha por motim, após assumir o comando de um navio por sentir que o capitão estava agindo de maneira instável e colocando a vida da tripulação em risco. “Nunca houve um motim na Marinha dos Estados Unidos. Herman Wouk virtualmente criou o primeiro e único motim nas forças armadas dos Estados Unidos”, disse Friedkin, em entrevista ao site Deadline. “Ele o inventou e inventou tudo que aconteceria em torno desse julgamento, baseado nas leis que o cobrem.” O livro de Wouk venceu o prêmio Pulitzer e já foi adaptado diversas vezes para o cinema e para a TV, sendo que a adaptação mais conhecida é “A Nave da Revolta” (1954), estrelada por Humphrey Bogart. A nova versão, porém, será diferente. “A obra original foi escrita para a 2ª Guerra Mundial, e Wouk incluiu toda a raiva reprimida no país por causa do ataque a Pearl Harbor”, contou o diretor. “Eu atualizei para que não seja mais sobre Pearl Harbor. Eu a tornei contemporânea, envolvendo o Golfo de Ormuz e o Estreito de Ormuz, levando ao Irã.” O Estreito de Ormuz fornece a única passagem entre o Golfo Pérsico e o mar aberto. Trata-se de uma rota marítima crítica e um ponto de acesso importante na região. “The Caine Mutiny Court-Martial” ainda não tem previsão de estreia. Visto recentemente na série “The First Lady”, Kiefer Sutherland tem pela frente apenas a série de espionagem “Rabbit Hole”, também sem previsão de estreia. Já o filme mais recente de William Friedkin foi o documentário “The Devil and Father Amorth” (2017), sobre um famoso padre exorcista. Desde então, ele estava procurando um novo projeto para dirigir. O diretor está completando 87 anos nesta segunda-feira (29/8). Assista abaixo ao trailer de “A Nave da Revolta”.

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  • Série

    Diretor de “Quarteto Fantástico” vai produzir série animada do jogo “Detetive”

    29 de agosto de 2022 /

    O cineasta Tim Story, diretor de “Quarteto Fantástico” (2005) e “Tom & Jerry: O Filme” (2021), vai produzir a série de animação “Clue”, baseada no famoso jogo de tabuleiro “Detetive”. “Clue” será desenvolvida pelo comediante Dewayne Perkins (roteirista de “Brooklyn Nine-Nine”) e, segundo comunicado oficial, deve “encapsular a dinâmica emocionante e cheia de suspense que tornou o ‘Detetive’ uma sensação global por mais de sete décadas”. O jogo foi criado em 1949 por Anthony E. Pratt e segue a cartilha das histórias “whodunit” (quem matou) de detetive. Na trama, um assassinato ocorreu dentro de uma mansão, e cabe aos jogadores descobrirem em qual aposento o crime foi cometido, com qual arma e por quem. A história já foi adaptada livremente para o cinema no filme “Assassinato por Morte” (1976) e de maneira mais direta em “Os Sete Suspeitos” (1985). A Hasbro, fabricante do jogo, é coprodutora da série animada, que ainda não tem previsão de estreia. O projeto marcará a reunião de Dewayne Perkins e Tim Story depois de trabalharem juntos na comédia de terror “The Blackening”, que Perkins escreveu e Story dirigiu. O filme terá a sua première no Festival de Toronto, mas ainda não tem previsão de estreia. Lembre abaixo a famosa versão retrô do jogo.

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  • Etc

    Prêmio Multishow: Anitta, Glória Groove, Jão e Ludmilla dominam indicações

    29 de agosto de 2022 /

    O canal Multishow anunciou os indicados ao Prêmio Multishow 2022, premiação voltada para a música brasileira. E Anitta, Glória Groove, Jão e Ludmilla dominaram a lista, com seis indicações cada. Além de garantirem espaço na categoria de Artista do Ano, os quatro também foram indicados a Álbum do Ano, Voz do Ano e Hit do Ano. Por sinal, as categorias Artista do Ano e Voz do Ano são novidades de 2022, criadas substituir Cantor e Cantora do Ano. Além disso, cada categoria passou a ter 8 indicados. Ludmilla ficou de fora da disputa de Clipe do Ano, em que Gloria Groove acumulou duas indicações, por “A Queda” e “Vermelho”. Nesta categoria, a lista tem Anitta (por “Boys Don’t Cry”), Jão (“Idiota”), Iza (“Fé”), Luisa Sonza (“Cachorrinhas”) e Jovem Dionísio (do meme “Acorda Pedrinho”). Jão, por sua vez, não concorre na categoria de Canção do Ano. E Anitta e Glória Groove não foram lembradas como Show do Ano. A premiação também destacou a cantora Iza como três indicações, incluindo Voz e Música do Ano, e Luísa Sonza com duas indicações. A entrega dos prêmios vai acontecer no dia 18 de outubro, no Rio de Janeiro. Confira abaixo a lista dos indicados. Artista do Ano Anitta Gloria Groove Gusttavo Lima Jão João Gomes L7nnon Ludmilla Luísa Sonza Revelação do ano Ana Castela Bala Desejo Jovem Dionísio Mari Fernandez Nattanzinho Rachel Reis Tasha & Tracie Urias Álbum do Ano “Lady Leste” – Gloria Groove “LUME” – Felipe Ret “Numanice #2” – Ludmilla “Pirata” – Jão “Pra Gente Acordar” – Gilsons “QVVJFA?” – Baco Exu do Blues “Sobre Viver” – Criolo “Versions of Me” – Anitta Voz do Ano Anitta Gloria Groove Iza Jão Liniker Ludmilla Luísa Sonza Marisa Monte Grupo do Ano Jovem Dionisio Afrocidade Bala Desejo Black Pantera Gilsons Grupo Menos é Mais Lagum Raça Negra Show do Ano Alexandre Pires e Seu Jorge Caetano Veloso Djonga Emicida Jão Ludmilla Marisa Monte Thiaguinho Música do Ano “Acorda Pedrinho” – Jovem Dionísio “Desenrola Bate Joga de Ladin” (Part. DJ Biel do Furduncinho) – L7nnon, Os Hawaianos e DJ Bel da CDD “Envolver” – Anitta “Fé” – Iza “Maldivas” – Ludmilla “Malvadão 3” – Xamã, Gustah e Neo Beats “VAMPiro” – Matuê, WIU e Teto “Vermelho” – Gloria Groove Dupla do Ano Anavitória Diego e Victor Hugo Henrique e Juliano Jorge e Mateus Maiara e Maraisa Matheus & Kauan Tasha & Tracie YOÙN Clipe TVZ do ano “A Queda” e “Vermelho” – Gloria Groove “Acorda Pedrinho” – Jovem Dionísio “Boys don’t cry” e “Envolver” – Anitta “Cachorrinhas” – Luisa Sonza “Fé” – Iza “Idiota” – Jão Hit do Ano “Acorda Pedrinho – Jovem Dionísio “Dançarina” – Pedro Sampaio e MC Pedrinho “Desenrola Bate Joga de Ladin” – L7nnon, Os Hawaianos e DJ Bel da CDD “Envolver” – Anitta “Idiota” – Jão “Maldivas” – Ludmilla “Malvadão 3” – Xamã, Gustah e Neo Beats “Vermelho” – Gloria Groove

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  • Filme

    Festival de Veneza é criticado por exibir filme póstumo de Kim Ki-duk

    29 de agosto de 2022 /

    Diferentes entidades cinematográficas estão criticando a organização do Festival de Cinema de Veneza por ter adicionado o filme “Call of God”, do cineasta Kim Ki-duk, à sua programação. Os protestos são alimentados pelo fato de o diretor, morto em 2020 por complicações causadas pela covid-19, ter sido acusado de abuso sexual. “Só porque ele está morto, isso não significa que o que aconteceu desaparecerá de repente”, disse Lee Sang-gil, diretor da Federação Sindical dos Trabalhadores do Cinema Sul-Coreano. “Kim nunca se desculpou com suas vítimas e, em vez disso, negou suas alegações por meio de uma série de ações judiciais. Para as vítimas, seu tempo com Kim permanecerá sempre como uma cicatriz inesquecível em suas carreiras. Nenhuma das vítimas conseguiu se recuperar após os incidentes e voltar a trabalhar em sets de filmagem”. As acusações contra Kim vieram à tona quando ele foi condenado por agressão contra uma atriz durante as filmagens de “Moebius” (2013). A vítima, cuja identidade foi mantida em sigilo, acusou Kim em 2017 de lhe dar três tapas e forçá-la a realizar cenas sexuais sem roupa, que não estavam no roteiro. A acusadora afirmou que Kim forçou-a a pegar o pênis de um ator, apesar de uma garantia anterior de que uma prótese seria usada. Devido a seus protestos, ela foi substituída por outra atriz no filme. O que a levou a entrar na justiça. Na ocasião, o tribunal sul-coreano multou Kim em US$ 4,6 mil por agressão, mas os promotores não consideraram as acusações de abuso sexual, citando a falta de provas. Conforme lembrou a Korea Womenlink, uma organização de advocacia que trabalha para combater a violência contra as mulheres, “embora Kim claramente tenha cometido um crime terrível, ele tentou rastrear a acusadora e processou a vítima por difamação em vez de se desculpar. Mas o Festival Internacional de Cinema de Veneza decidiu exibir seu filme para honrá-lo apesar desse fato, exonerando-o de sua violência sexual.” Kim Ki-duk tem uma relação longa com o Festival de Veneza. Em 2004, ele venceu o Leão de Prata de Melhor Diretor por “Casa Vazia” e, em 2012, levou o Leão de Ouro de Melhor Filme por “Pietá”. E foi essa relação que influenciou a seleção do novo filme do cineasta. Filmado na Estônia, “Call of God” foi finalizado postumamente pelo produtor Artur Veeber. “Quando vimos o filme, ficou claro que estávamos lidando com o último trabalho de Kim Ki-duk”, disse Alberto Barbera, diretor do Festival de Veneza, ao site The Hollywood Reporter. “E ele foi de certa forma descoberto por Veneza, em 2000 com ‘A Ilha’, o que o tornou, imediatamente, um cineasta de filmes de arte muito conhecido em todo o mundo”. Barbera também disse que não poderia deixar passar essa oportunidade, atribuindo a seleção a “uma espécie de fidelidade ao diretor, uma espécie de respeito mútuo e confiança entre o cineasta e o festival” “Sabíamos que ele havia sido acusado de mau comportamento sexual. Não conheço os detalhes e não estou em posição de julgar se é verdade ou não”, continuou Barbera. “Não quero fazer nenhum julgamento sobre um problema pessoal. Acho que muita gente vai se interessar em assistir ao último filme que Kim Ki-duk não conseguiu completar. E acho justo mostrá-lo no festival que provavelmente tem a relação mais longa e profunda com o diretor.” Alberto Barbera não é alheio a reclamações, conforme ele mesmo lembra. “Tivemos que enfrentar a mesma situação, por exemplo, dois anos atrás, quando apresentamos ‘O Oficial e o Espião’ (2019), de Roman Polanski, em competição”, contou. “Acho que o que eu disse na época ainda está de pé. Não somos um tribunal. Não sou um juiz que pode decidir sobre a personalidade de um homem ou de uma mulher. Eu sou um crítico de cinema. Estou aqui para julgar a qualidade do que é submetido ao festival. Acho que essa separação entre o homem e o artista é inevitável. Faz parte da história da arte. Já disse antes que sabemos que [o pintor italiano] Caravaggio era um assassino. Mas ele fez algumas das obras-primas mais importantes da pintura italiana do século 17. O que deveríamos fazer? Tirar as pinturas dos museus porque Caravaggio era um assassino? Eu acho que não. Não estamos aqui para julgar a pessoa ou o homem. Estamos aqui para julgar a qualidade da coisa que ele faz. Às vezes, as pessoas que fazem coisas boas também fazem coisas ruins.” Assim como no caso de “O Oficial e o Espião”, a decisão de Barbera tem causado muita polêmica. “É lamentável que Veneza esteja convidando e comemorando o filme de Kim sem mencionar seus atos como autor de agressão sexual”, disse Choi Eun-min, porta-voz do Deun Deun Center, uma organização que se concentra na prevenção de agressão sexual em sets e no apoio a sobreviventes. “A razão pela qual os perpetradores do #MeToo podem retornar e continuar seu trabalho é porque esses organizadores permanecem em silêncio sobre sua associação com violência sexual e violações de direitos humanos, e elogiam os filmes [dos perpetradores]. Isso pode ser visto como um perdão aos perpetradores pelos seus atos de violência.” Apesar dos protestos, “Call of God” será exibido numa sessão de gala, fora de competição, no dia 6 de setembro.

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    Netflix comemora 25 anos de atividade

    29 de agosto de 2022 /

    A Netflix está completando 25 anos. Fundada em 29 de agosto de 1997 por Reed Hastings e Marc Randolph, a Netflix surgiu como um serviço de locação e compras de filmes pelo correio, bem antes de virar a plataforma líder do streaming mundial. Para marcar a data, a empresa divulgou um vídeo em tom nostálgico, que registra sua evolução desde a época em que entregava DVDs pelo correio. O vídeo também destaca a diversidade de suas produções originais, como as séries “Orange Is the New Black”, “Stranger Things” e “Round 6”. Segundo a lenda, a ideia para o serviço surgiu quando Hastings recebeu uma multa de US$ 40 pelo atraso na devolução do filme “Apollo 13” (1995) que ele havia alugado na locadora Blockbuster. Ele passou a imaginar, então, um modelo de negócios em que não haveriam multas por atraso de devolução. Em busca de patrocínio, ele e o sócio conseguiram um capital inicial de US$ 1,9 milhões para lançar o que, a princípio, seria apenas uma loja online para compra e aluguel de filmes. Mas o modelo não gerava lucro. Os DVDs eram caros, os custos com correios muito altos e o retorno era mínimo. Os fundadores chegaram a considerar a possibilidade de vender a Netflix para a Amazon – e para a própria Blockbuster – , mas resolveram insistir com outra ideia: um serviço com mensalidades fixas. Foi o que salvou a empresa, atraindo mais de 200 mil assinantes. Em 2002, o número de assinantes ultrapassou os 600 mil e, com os avanços em velocidade e a queda na instabilidade da internet, o serviço de streaming foi introduzido em 2010. Isso possibilitou um crescimento astronômico. Um ano após virar serviço de streaming, o número de assinantes da Neflix nos EUA chegou aos 20 milhões. Com o lançamento de “Lilyhammer” em 2012, a plataforma deu outro passo, iniciando a exibição de conteúdos exclusivos e originais. Logo aconteceu a expansão para outros países. E, durante uma década, a Netflix dominou sozinha o mercado de streaming, tornando-se sinônimo de filmes vistos na internet. Foi só recentemente que a empresa começou a perder o seu reinado, com perda de quase 1 milhão de usuários no trimestre passado. Confira o vídeo comemorativo.

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  • Série

    Série sobre o psicopata Jeffrey Dahmer ganha primeira imagem

    26 de agosto de 2022 /

    A Netflix divulgou a primeira imagem de “Monster: The Jeffrey Dahmer Story”, nova série do produtor Ryan Murphy (“American Horror Story”). A imagem mostra o ator Evan Peters (também de “American Horror Story”) caracterizado como o assassino Jeffrey Dahmer. Baseada em uma história real, a série vai narrar a vida de Dahmer, um dos mais famosos serial killers dos EUA, que assassinou e esquartejou 17 homens e garotos entre 1978 e 1991. A crueldade e sadismo dos seus assassinatos, somado ao fato de praticar necrofilia e canibalismo, chocou o público e lhe rendeu o apelido de Canibal de Milwaukee. O mais impressionante é que ele escapou várias vezes de ser capturado em flagrante por conta de seu privilégio branco. Bem apessoado, sempre recebia pedidos de desculpas quando policiais eram chamados por sua vizinha negra, que suspeitava dos crimes. A minissérie sobre o serial killer foi co-criada por Murphy e seu velho parceiro Ian Brennan. Entre as várias atrações concebidas em conjunto pela dupla estão “Glee”, “Screem Queens”, “Hollywood” e “The Politician” – as duas últimas na Netflix. Além de Evan Peters, o elenco de “Monster: The Jeffrey Dahmer Story” conta com Niecy Nash (“Claws”), Penelope Ann Miller (“American Crime”), Shaun J. Brown (“Future Man”), Colin Ford (“Daybreak”) e o veterano Richard Jenkins (“A Forma da Água”). Já a direção dos episódios ficarão por conta de Paris Barclay (“Sons of Anarchy”), Carl Franklin (“Mindhunter”) e Janet Mock (“Pose”). “Monster: The Jeffrey Dahmer Story” ainda não tem previsão de estreia. A história da Jeffrey Dahmer já foi contada diversas vezes, em muitos casos em produções pouco vistas, como os filmes “Dahmer – O Canibal de Milwaukee” (1993), “Raising Jeffrey Dahmer” (2006), “The Jeffrey Dahmer Files” (2012) e a minissérie “Jeffrey Dahmer: Killer Cannibal” (2019). As versões mais famosas da história do assassino canibal são os filmes “Dahmer – Mente Assassina” (2002), no qual o serial killer foi vivido pelo ator Jeremy Renner (o Gavião Arqueiro da Marvel), e “O Despertar de Um Assassino” (2017), adaptação da excelente história em quadrinhos “Meu Amigo Dahmer”, escrita por Derf Backderf.

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  • Série

    Astro de “Round 6” vai estrelar série baseada no filme “Livrai-nos do Mal”

    26 de agosto de 2022 /

    O ator Lee Jung-jae, protagonista de “Round 6”, vai estrelar a série “Ray”, que será um spin-off do filme sul-coreano “Livrai-nos do Mal” (2020). A série será centrada em seu personagem no filme de ação. “Livrai-nos do Mal” conta a história de In-Nam (interpretado por Hwang Jung-min), um ex-agente de operações especiais que viaja até a Tailândia para resolver um caso de sequestro. Chegando lá, ele é perseguido por Ray (personagem de Lee Jung-jae), um bandido coreano-japonês cujo irmão foi morto por In-Nam. A série vai contar o passado do personagem de Lee, mostrando como ele se tornou o assassino cruel visto em “Livrai-nos do Mal” e colocando-o em conflito com outros vilões ao redor do mundo. Além de estrelar, Lee Jung-jae também vai produzir a série, que foi escrita por Kim Bo-tong (“D.P.”) e será dirigida por Shin Woo-seok (do curta-metragem “D-24”) e Hong Won Chan (diretor do próprio “Livrai-nos do Mal”). “Ray” deve começar a ser rodada em 2023, mas por enquanto ainda há previsão de estreia. “Livrai-nos do Mal” foi lançado em agosto de 2020, durante uma pausa nas medidas de isolamento da pandemia na Coréia do Sul, e foi um sucesso absoluto. A bilheteria total do filme foi de US$ 34 milhões. Além disso, o longa-metragem também rendeu a Lee Jung-jae o prêmio de ator do ano no Asia Artist Awards. Recentemente, Lee Jung-jae fez a sua estreia como diretor com o thriller de espionagem “Hunt”, exibido no Festival de Cannes. O filme não recebeu críticas muito entusiasmadas no festival francês, o que impulsionou Lee a reeditá-lo para o público internacional. A nova versão do filme terá a sua première no Festival de Toronto, que acontece entre 8 e 18 de setembro. Assista abaixo ao trailer de “Livrai-nos do Mal”.

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  • Filme

    Mark Ruffalo aponta futuro estelar do Hulk na Marvel

    26 de agosto de 2022 /

    O ator Mark Ruffalo, interprete do personagem Hulk nas produções da Marvel, comentou e o possível futuro do personagem após ser visto indo ao espaço em sua última aparição na série “Mulher-Hulk”. Em meio ao segundo episódio de “Mulher-Hulk”, o personagem de Banner foi visto à bordo de uma nave sakaariana. Quando questionado sobre a possibilidade de vermos o Hulk de volta ao planeta Sakaar, onde Thor o encontrou em “Thor: Ragnarok”, o ator afirmou que o episódio “certamente sugere isso.” “Houve algumas conversas sobre o que aconteceu nos dois anos em que Hulk abandonou Banner e os Vingadores [indo parar em Sakaar], e o surgimento do Hulk Inteligente, que nunca foram totalmente respondidas”, disse Ruffalo, em entrevista ao site Variety. “É realmente uma parte interessante e emocionante da história do Hulk e da história de Banner”, completou, referindo-se aos quadrinhos da Marvel. Com isso, o ator sugere que a viagem interestelar de Hulk abre a possibilidade de se adaptar histórias clássicas do personagem, como “Planeta Hulk” ou “Hulk Contra o Mundo”. Outra possibilidade é explorar a jornada de Bruce Banner e Hulk para finalmente ficarem em paz um com o outro. “Isso é realmente interessante para mim, e eu sinto que há algum interesse em explorar isso no futuro.” Ruffalo é um dos poucos atores do elenco original dos “Vingadores” que continua atuando nos filmes e séries da Marvel. Mas ele reconhece que “estou neste outro estágio, como se fosse o crepúsculo de mim mesmo e da minha carreira, que provavelmente está acabando de certa forma. E eu sinto que a mesma coisa está acontecendo com Banner. Ele é um dos três que permanecem e isso provavelmente vai, em algum momento, chegar ao fim também.” Quando questionado a respeito do seu interesse em continuar interpretando o personagem, Ruffalo brincou, dizendo que “sempre me surpreendo por ainda estar por aqui”. Mas afirmou que pretende continuar dando vida ao Hulk enquanto houver interesse das pessoas em vê-lo nesse papel. Assista ao trailer do segundo episódio de “Mulher-Hulk”, disponibilizado na quinta (25/8) na Disney+.

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  • Filme

    Neil Gaiman sabotou filme de “Sandman”: “Pior roteiro que já li”

    26 de agosto de 2022 /

    Os fãs de “Sandman” precisaram aguardar por décadas para verem uma adaptação da cultuada história em quadrinhos. Mas a espera talvez não fosse tão longa se um projeto de adaptação cinematográfica não tivesse sido sabotado pelo próprio autor da HQ, Neil Gaiman. Quem fez a revelação foi ele mesmo, Neil Gaiman, em entrevista à revista Rolling Stone. Ele contou que chegou a receber um roteiro da adaptação em 1998, que seria produzido por Jon Peters, mas fez o possível para que nunca fosse filmado. Em suas palavras, aquele era “o pior roteiro que eu já li”. “Um cara no escritório de Jon Peters me ligou e disse: ‘Então Neil, você teve a chance de ler o roteiro que lhe enviamos?’ E eu disse: ‘Bem, sim. Sim eu li. Não li tudo, mas li o suficiente.’ E ele disse: ‘Então, muito bom, né?’ E eu disse: ‘Bem, não. Realmente não é’. Ele disse: ‘Deve haver algo lá que você gostou’. Eu disse que: ‘não havia nada lá que eu adorasse’. Não havia nada lá que eu gostasse. Foi o pior roteiro que eu já li. Não era apenas o pior roteiro de ‘Sandman’. Era o pior roteiro que já recebi.” Em suma, a história implicava que Lúcifer, Sandman e o Coríntio eram trigêmeos idênticos, que disputavam uma corrida para ver quem conseguia o rubi, o elmo e o saco de areia antes da meia-noite de 1999, porque quem conseguisse antes do início do novo milênio seria o vencedor. Com o intuito de prejudicar aquela produção e impedir que ela acontecesse, Gaiman vazou anonimamente o roteiro para o site Ain’t It Cool News, que já foi o maior portal de notícias de cinema da internet. “Eu me perguntei o que o Ain’t It Cool News acharia do roteiro que eles receberiam anonimamente”, contou o escritor. “E eles escreveram um artigo fabuloso falando sobre como aquele foi o pior roteiro que eles já receberam. E de repente, a perspectiva daquele filme acontecer foi embora.” A ação de Gaiman deu o resultado esperado. Afinal, após inúmeras idas e vindas, “Sandman” finalmente ganhou uma adaptação que ele considera digna na Netflix, onde tem liderado a audiência do streaming.

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