Malala vai produzir filme com diretor de “Não Olhe para Cima”
A ativista paquistanesa Malala Yousafzai, pessoa mais jovem a ser laureada com um prêmio Nobel, vai produzir o filme “Disorientation” em parceria com o cineasta Adam McKay (“Não Olhe Para Cima”). O projeto será desenvolvido para a plataforma de streaming Apple TV+. Baseado no livro homônimo de Elaine Hsieh Chou, o filme vai contar a história de Ingrid Yang, uma estudante de doutorado de 29 anos que está desesperada para terminar sua tese sobre o falecido poeta Xiao-Wen Chou. Mas depois de anos de pesquisas, ela não tem muita coisa para mostrar. Até que Yang acidentalmente tropeça em uma nota curiosa nos arquivos do poeta e acaba fazendo uma descoberta explosiva. O projeto faz parte de uma parceria de programação entre a Apple TV+ e Malala Yousafzai, por meio da produtora da ativista, Extracurricular. A plataforma fechou um contrato de vários anos com Malala, que prevê o desenvolvimento de diversos programas originais para a plataforma. Além de “Disorientation”, outro projeto em desenvolvimento por meio dessa parceria é uma adaptação do livro “Fifty Words for Rain”, de Asha Lemmie, sobre uma mulher em busca de aceitação no Japão depois da 2ª Guerra Mundial, e um documentário sobre a sociedade matriarcal de pescadoras idosas de Haenyeo, na Coreia do Sul. Ambos os projetos de ficção serão estrelados por minorias. A protagonista de “Disorientation” é de origem taiwanês/americana, e a personagem principal de “Fifty Words for Rain” é negra/asiática. A ideia de trazer maior representatividade faz parte do objetivo de Malala com esses projetos. “O que eu espero trazer para a mesa são as vozes de mulheres não brancas, de roteiristas estreantes, e de cineastas e roteiristas muçulmanos”, disse a ativista à revista Variety. “Espero que possamos ter uma ampla gama de perspectivas e que desafiemos alguns dos estereótipos que mantemos em nossas sociedades. E também espero que o conteúdo seja divertido e que as pessoas se apaixonem pelos personagens e se divirtam juntos.” Nenhum dos projetos tem previsão de estreia. Adam McKay atualmente está envolvido no filme “Bad Blood”, sua nova parceria com a atriz Jennifer Lawrence (que estrelou “Não Olhe Para Cima”), que também não tem data de lançamento.
Samara Weaving vai estrelar terror do produtor de “Coringa”
A atriz Samara Weaving (“A Babá”) vai estrelar o filme de terror “Azrael”, produzido por Jason Cloth (“Coringa”), que tem o intuito de se transformar numa nova franquia. Detalhes sobre a trama estão sendo mantidos em segredo. Sabe-se apenas que o filme foi escrito por Simon Barrett (roteirista de “Você É o Próximo” e da vindoura continuação de “Godzilla Vs Kong”), que também será um dos produtores. A direção está à cargo de Evan Katz (“Channel Zero”) “Azrael” começa a ser rodado em outubro, na Estônia, mas ainda não tem previsão de estreia. Samara Weaving será vista a seguir na comédia de época “Babilônia”, dirigida por Damien Chazelle (“La La Land: Cantando Estações”), que estreia no Brasil em janeiro, e no sexto filme da franquia de terror “Pânico”, com lançamento marcado para março de 2023.
Jon Hamm doou salário para estrelar comédia
O ator Jon Hamm (“Mad Men”) doou 60% do seu salário para a realização do filme “Confess, Fletch”, que ele próprio estrelou. A revelação foi feita pelo diretor Greg Mottola (“Superbad: É Hoje”), em entrevista ao site Uproxx. Segundo o diretor, o filme precisava de um pouco mais de dinheiro para complementar o orçamento, mas o estúdio não tinha como disponibilizá-lo. E a solução encontrada foi tirar dinheiro do próprio bolso. “Então, basicamente, o que fizemos foi que Jon devolveu 60% do seu salário para o orçamento”, contou ele. “Eu devolvi parte do meu salário também, não tanto quanto Jon porque ele é mais rico do que eu e eu tenho três filhos. E pagamos mais três dias de filmagem.” Mottola explica que com esse dinheiro, eles conseguiram completar 30 dias de filmagens em Boston e mais um dia em Roma. “E nós dissemos, f*da-se, somos loucos, somos burros. Nós vamos fazer este filme. E então a Miramax realmente nos apoiou criativamente. Eles não lutaram conosco em relação às pessoas que queríamos escalar para o filme.” “Confess, Fletch” é uma continuação da comédia “Assassinato por Encomenda”, sucesso de 1985 que introduziu o comediante Chevy Chase como o repórter Irwin M. Fletch. Chamado de “Fletch” nos EUA, o longa original era baseado numa franquia literária de Gregory McDonald e chegou a ganhar uma sequência em 1989 – “Fletch Vive”. O projeto do terceiro filme existe desde 1998, mas só agora conseguiu se materializar – em parte devido ao esforço de Jon Hamm, escalado como Fletch. Escrito por Zev Borow (da série “Chuck”) com base no segundo livro de McDonald, o filme mostra Flecth envolvido numa teia de assassinatos relacionados ao roubo de obras de artes, com ele mesmo sendo um dos suspeitos. Ao mesmo tempo em que busca provar a sua inocência, o repórter investiga uma família milionária que teve a herança de arte roubada – só o Picasso valeria US$ 20 milhões. O elenco da produção promoveu uma mini-reunião de “Mad Men” entre Hann e John Slattery, e também incluiu Lorenza Izzo (“Bata Antes de Entrar”), Marcia Gay Harden (“Cinquenta Tons de Cinza”), Kyle MacLachlan (“Twin Peaks”), Roy Wood Jr. (“The Daily Show”), Ayden Mayeri (“Depois da Festa”) e Annie Mumolo (“Duas Tias Loucas de Férias”). O filme está em cartaz nos cinemas dos EUA e ainda não tem previsão de lançamento no Brasil. Assista ao trailer.
Brad Pitt e Emily Ratajkowski estão saindo juntos
O ator Brad Pitt (“Trem-Bala”) e a modelo/atriz Emily Ratajkowski (“Privacidade Violada”) estão saindo juntos e o relacionamento já começou a gerar especulações. “As pessoas especulam sobre isso há um tempo. Brad não está namorando ninguém”, disse uma fonte próxima do ator ao site Page Six, para deixar claro que ainda não há nada sério rolando entre o casal. A mesma fonte lembra que Pitt saiu com outras mulheres desde o final de seu casamento e não estaria namorando com ninguém em particular. Ainda assim, aconselhou aos fãs a “ficarem de olho” no casal. O primeiro encontro entre os dois teria acontecido em agosto, quando a revista Ok! especulou sobre o namoro, também com declarações de uma fonte: “Ele a convidou para sair, e ela disse que sim. Ela sempre pensou que Brad era fofo, e do jeito que ela encarou, o que ela tinha a perder?” Desde então, eles voltaram a ser vistos justos em outras ocasiões. Tanto Pitt quanto Ratajkowski estão no meio dos seus respectivos processos de divórcio. Pitt e a ex-mulher Angelina Jolie (“Malévola”) enfrentam uma conturbada separação, que envolve processo bilionário e acusações de agressão. Ratajkowski, por sua vez, pediu divórcio do marido Sebastian Bear-McClard, depois que ele supostamente a traiu. Na sua conta no TikTok, a modelo se refere a si mesma como uma pessoa “recentemente solteira que está pensando em namoro e outras coisas”. No passado, outros rumores a respeito da vida amorosa do ator apontavam que ele teria se envolvido com a cantora Lykke Li, e com as atrizes Alia Shawkat (“Arrested Development”) e Andra Day (“Estados Unidos vs. Billie Holiday”). Todos esses rumores foram desmentidos. Brad Pitt será visto em breve no filme “Babilônia”, novo trabalho do cineasta Damien Chazelle (“La La Land: Cantando Estações”), que estreia nos EUA no Natal, buscando uma vaga no Oscar, e em 19 de janeiro no Brasil. Já Emily Ratajkowski fez o telefilme “Bright Futures” da rede NBC, sobre um grupo de amigos num período de transição entre a juventude e a vida adulta, que ainda não tem previsão de estreia.
Diários revelam que Alan Rickman quase desistiu de “Harry Potter”
O ator Alan Rickman, imortalizado pela sua icônica atuação como Severo Snape nos filmes de “Harry Potter”, quase desistiu do papel quando a franquia ainda estava no início. A revelação foi feita por meio da divulgação de diversas postagens do diário pessoal do ator, publicadas pelo jornal The Guardian. Rickman, que morreu em 2016, fez diversas anotações no seu diário sobre como se dedicou ao papel de Snape, mas também como não gostava da ideia de ficar preso a uma franquia por tanto tempo. Além disso, suas opiniões sobre alguns dos filmes não eram das melhores. Em 2001, depois de estreia de “Harry Potter e a Pedra Filosofal”, ele escreveu que o “filme só deve ser visto em uma tela grande. Ele adquire uma escala e profundidade que combinam com a horrenda trilha sonora de John Williams. A festa depois no Savoy foi muito mais divertida.” No ano seguinte, logo após o lançamento de “Harry Potter e a Câmara Secreta” (2002), o ator escreveu que tinha tido uma reunião com seu empresário. “Reiterando, chega de Harry Potter. Eles nem querem ouvir sobre isso”, escreveu ele. Apesar das suas reservas, Rickman continuou a interpretar o papel. E quando foi diagnosticado com câncer de próstata, ele decidiu levar o personagem até o fim. “Finalmente, sim para o Harry Potter 5”, escreveu ele. “A sensação não é nem para cima nem para baixo. O argumento que vence é aquele que diz: ‘Vá até o fim. É a sua história.’” A reação dos fãs ajudaram Rickman a mudar de opinião. Ele disse que se sentiu como um Beatle durante a première de “Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban” (2004). E na estreia do último filme da franquia, “Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte 2” (2011), o ator escreveu um relato sobre a reação animada do público (e sobre a sua própria opinião sobre o filme). “Para a praça Trafalgar – que leva uma hora. Uma vez lá, tapetes vermelhos em todos os lugares. Uma tela, uma plataforma, um entrevistador e milhares gritando e cantando, ‘Snape, Snape, Severo Snape…’ O tapete serpenteia até a praça Leicester para o filme às 20h. Achei [o filme] inquietante de assistir – ele tem que mudar de andamento no meio do caminho para contar a história de Snape e a câmera perde a concentração. O público, no entanto, muito feliz”, descreveu ele. O ator também afirmou que ficou feliz com o fim da história do seu personagem. “Snape morre heroicamente e Potter o descreve para seus filhos como um dos homens mais corajosos que ele já conheceu e chama seu filho de Alvo Severo”, contou Rickman, pouco depois do lançamento do último livro escrito por J.K. Rowling. As anotações dos diários de Alan Rickman serão compiladas e publicadas no formato de um livro, intitulado “Madly, Deeply: The Diaries of Alan Rickman”, cujo lançamento está agendado para 18 de outubro.
Asthon Kutcher admite que “Amizade Colorida” e “Sexo Sem Compromisso” são filmes iguais
O ator Asthon Kutcher finalmente admitiu que a comédia romântica “Sexo Sem Compromisso” (2011), que ele estrelou ao lado de Natalie Portman, é “basicamente o mesmo filme” que “Amizade Colorida”, estrelado por sua esposa, Mila Kunis, e Justin Timberlake no mesmo ano. A revelação nada surpreendente foi feita durante uma gravação do programa “Our Future Selves”, em que Kutcher conversa com outras pessoas enquanto corre numa esteira. E a pessoa com quem ele conversou foi justamente Natalie Portman, que confirmou a similaridade entre os dois filmes. “Acho que a primeira vez que realmente começamos a sair juntos foi quando filmamos ‘Sexo Sem Compromisso'”, disse Kutcher. “E quem pensaria que 20 anos depois estaríamos juntos em uma esteira?”, completou Portman. “Também é estranho porque minha esposa estava filmando basicamente o mesmo filme, chamado ‘Amizade Colorida'”, completou ele. E, mantendo o tom de brincadeira, Portman completou: “E Mila e eu tínhamos acabado de filmar ‘Cisne Negro’ juntas. Então estávamos todos nos beijando.” Tanto “Sem Sem Compromisso”, dirigido por Ivan Reitman, quanto “Amizade Colorida”, dirigido por Will Gluck, contam a história de dois amigos que decidem fazer sexo, mas sem se tornarem namorados ou se apaixonarem um pelo outro. E, em ambos os filmes, eles percebem que isso é mais difícil do que aparenta. @onepeloton i stan this cinematic universe 😘 ♬ original sound – Peloton Confira os trailers dos dois filmes.
Atriz critica “Não Se Preocupe, Querida” por participação cortada
Mais uma suposta polêmica ganhou vida num comentário sobre os bastidores de “Não Se Preocupe, Querida”, após a atriz KiKi Layne (“Tico e Teco: Defensores da Lei”) revelar no seu Instagram que sua participação no filme foi bastante reduzida. Ela postou um vídeo e duas fotos onde aparece ao lado e Ari’el Stachel (“Law & Order: SVU”), com quem atuou no longa dirigido por Olivia Wilde. E na legenda disse que a melhor parte de trabalhar no filme foi conhecê-lo. Os dois começaram a namorar durante a produção. “Eles nos cortaram da maior parte do filme, mas nós prosperamos na vida real”, escreveu ela em tom de crítica, reforçada pelas hashtags: #GanheiMeuPagamento #GanheiMeuHomem #TudoAcontecePorUmMotivo. O comentário de Layne acabou viralizando e rendendo manchetes. Ela própria postou uma montagem da repercussão no Stories, acompanhada por um emoji de uma carinha escondendo o rosto com as mãos. Alguns portais destacaram que se tratava de mais uma polêmica envolvendo o filme. Entretanto, cortes de cenas são comuns e afetam até protagonistas, uma vez que o filme passa por muitas modificações durante a montagem/edição. O fato do shade repercutir é reflexo do circo montando em torno da produção de “Não Se Preocupe, Querida”. Notícias que circularam nos últimos meses apontaram uma suposta briga entre a atriz Florence Pugh e a diretora Olivia Wilde, com direito a gritos no set, diferença entre o salário da atriz e o do ator/cantor Harry Styles (que começou a namorar Wilde) e até uma história de que Styles teria cuspido no colega Chris Pine durante a première do filme no Festival de Veneza. Diante de tudo isso, cerca de 40 profissionais da equipe, da roteirista à maquiadora, passando por figurinista, diretor de fotografia e cenografista, emitiram uma nota para desmentir todos os boatos. Todos elogiam Wilde como “uma líder e diretora incrível, que esteve presente e envolvida com todos os aspectos da produção”. A declaração também repudia as mentiras escritas para atrair audiência, afirmando que “as alegações sobre comportamento não profissional no set de ‘Não se Preocupe, Querida’ são completamente falsas”. “Não Se Preocupe, Querida” entrou em cartaz na quinta-feira (21/9) nos cinemas brasileiros e liderou as bilheterias dos EUA no fim de semana. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por KiKi Layne (@kikilayne)
Irmã de vítima de Jeffrey Dahmer reclama da série Netflix: “Apenas ganância”
Rita Isbell, irmã de Errol Lindsey, uma das vítimas de Jeffrey Dahmer, está indignada com a série “Dahmer: Um Canibal Americano”, na Netflix. Ela falou que nunca foi contatada pelos realizadores. “Eu sinto que a Netflix deveria ter perguntado se nos importaríamos ou como iríamos nos sentir. Não me perguntaram nada. Eles apenas fizeram aquilo”, ela disse ao site Insider. Isbell explicou que não precisaria de nenhuma compensação financeira pelo uso do seu nome na série, mas reconheceu que “é triste que eles estão apenas ganhando dinheiro com essa tragédia. Isso é apenas ganância.” Com sentimento dividido sobre a série, ela aponta que a produção “traz à tona sentimentos antigos e isso doeu, mas também me beneficia”, disse ela. “Eu me beneficio porque hoje posso lidar com isso de maneira diferente do que fiz no passado. Eu posso falar sobre isso sem tanta raiva.” Os produtores a transformaram numa dos personagens da série, interpretada pela atriz DaShawn Barnes (“Bosch”), e reproduziram seu pronunciamento durante o julgamento do assassino. Na ocasião, ela quis falar sobre como a morte do seu irmão havia afetado a sua família. Mas “quando cheguei na frente dele foi um jogo totalmente novo. Eu reconheci o mal. Eu estava cara a cara com o puro mal”, explicou. “Eu não tinha escrito nada”, contou Isbell sobre seu testemunho. “Se eu tivesse, eu teria rasgado de qualquer maneira. Não teria sido lido. Aquela foi a minha primeira vez na frente dele. O que quer que eu pensei que ia dizer, isso não aconteceu. Tudo acabou saindo naquele momento.” Ela explicou o que a motivou. “A razão pela qual eu disse o que disse durante aquela declaração foi porque, durante o julgamento, eles o retratavam como alguém tão fora de controle que não conseguia se conter”, disse ela. “Mas você tem que estar no controle para fazer as coisas que ele estava fazendo. Você tem que estar muito no controle. Então é por isso que eu disse: ‘Deixe-me mostrar o que é fora de controle. Isso é alguém fora de controle.’ Eu estava fora do corpo. Eu não era eu naquele momento.” Em seu desabafo, ela comentou que só assistiu aos episódios em que a sua “versão ficcional” aparece. “Não assisti a série inteira. Eu não preciso assistir. Eu vivi aquilo. Eu sei exatamente o que aconteceu.” Ao contrário de Rita, seu primo Eric Isbell foi mais contundente nas suas críticas à atração. “Eu não estou dizendo a ninguém sobre o que assistir. Eu sei que a mídia de ‘true crime’ é enorme agora, mas se você está realmente curioso sobre as vítimas, minha família (os Isbells) está furiosa com essa série”, afirmou ele no Twitter. Criada por Ryan Murphy e Ian Brennan (“Glee”), “Dahmer: Um Canibal Americano” mostra como Dahmer (Evan Peters, “American Horror Story”), um dos mais famosos serial killers dos EUA, conseguiu assassinar e esquartejar 17 homens e garotos entre 1978 e 1991 sem ser pego, muitas vezes, inclusive, contando com a ajuda da política e do sistema de Justiça dos EUA por conta de seu privilégio branco. Bem apessoado, sempre recebia pedidos de desculpas quando policiais eram chamados por sua vizinha negra, que suspeitava dos crimes. A minissérie estreou na quarta-feira (21/9) na Netflix. Netflix Jeffrey Dahmer’s victim’s sister and the real Rita in 1992 #jeffreydahmer #serialkillers #truecrime #truecrimecommunity pic.twitter.com/t8fZe1S2oT — Carol DaRonch (@CarolDaRonch) September 21, 2022
Morte de Chadwick Boseman é base de “Pantera Negra 2”: “Está na história”
A equipe do vindouro filme “Pantera Negra: Wakanda para Sempre” enfrentou o desafio de produzir uma continuação de “Pantera Negra” (2018) sem o ator principal, Chadwick Boseman, morto em 2020 de câncer. Em entrevista à revista Empire, diretor, produtor e equipe afirmaram que o choque de perder o protagonista norteou toda a concepção de “Pantera Negra: Wakanda para Sempre”. “As conversas eram inteiramente sobre ‘o que vamos fazer a seguir?’ E como isso poderia fazer o legado de Chadwick – e o que ele fez para ajudar Wakanda e o Pantera Negra a se tornarem essas ideias incríveis, inspiracionais e icônicas – continuar?”, explicou o produtor Kevin Feige. Feige também disse que eles nunca consideraram substituir Chadwick Boseman no papel e continuar sem que nada tivesse acontecido – como aconteceu com o Hulk, por exemplo. “Parecia que era muito cedo para escalar outro ator. Stan Lee sempre disse que a Marvel representa o mundo fora da sua janela. E conversamos sobre como, por mais extraordinários e fantásticos que sejam nossos personagens e histórias, há um elemento relacionável e humano em tudo o que fazemos. O mundo ainda está processando a perda do Chad. E [o diretor] Ryan Coogler fez com que isso estivesse na história”, explicou ele. Coogler explicou que o filme vai tratar de “como você consegue seguir em frente diante de probabilidades aparentemente intransponíveis”. Essa ideia já estava presente no roteiro original, mas “tornou-se superrelevante quando perdemos nosso irmão.” O diretor também revelou que foi difícil encontrar o tom certo da adaptação. “Para mim, foi tipo, ‘como eu faço para descobrir uma música que eles ainda podem chegar lá e cantar’, à luz do que estávamos lidando?”, explicou o diretor. A solução foi focar nos personagens ao redor de T’Challa, incluindo sua irmã Shuri (Letitia Wright), sua mãe Ramonda (Angela Bassett) e sua parceira Nakia (Lupita Nyong’o). Ainda assim, a ideia parecia impossível. “Uma vez que o perdemos, o pensamento de que poderíamos continuar, era simplesmente insondável para mim”, disse a atriz Lupita Nyong’o. Seus receios só foram aplacados depois que Coogler explicou sua visão para o filme, que homenagearia Boseman e T’Challa, algo que ela própria chamou de “totalmente verdadeiro e bonito. No final, eu estava em lágrimas.” O elenco do novo filme também vai contar com os retornos de Winston Duke, Danai Gurira, Florence Kasumba e Martin Freeman, além das novas adições de Tenoch Huerta (“Uma Noite de Crime: A Fronteira”) como o vilão Namor e Dominique Thorne (“Judas e o Messias Negro”) como Riri Williams, a Coração de Ferro, que terá sua própria série na Disney+ em 2023. A estreia de “Pantera Negra: Wakanda Para Sempre” está marcada para 10 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA. Assista ao trailer do filme.
Sobrinho revela “último filme” de Jean-Luc Godard
O cineasta Paul Grivas (“Film Catastrophe”), sobrinho de Jean-Luc Godard (“Acossado”), divulgou na sua conta do Vímeo um vídeo que pode ter sido o último registro feito pelo ícone da nouvelle vague francesa. No vídeo, Godard aparece olhando para a câmera e fumando um charuto. O registro é intitulado “Oh! Revoir”, que pode ser traduzido como “ver de novo”, mas que também serve como um trocadilho fonético para “Au revoir” (adeus). Godard recorreu ao suicídio assistido na Suíça, onde vivia desde os anos 1970, no dia 13 de setembro. Fontes próximas ao diretor falaram que “ele não estava doente, estava simplesmente exausto” e, por conta disso, decidiu dar fim à sua vida. O diretor deixou um legado imensurável para a história do cinema, tendo dirigido verdadeiros clássicos que ajudaram a revolucionar o cinema francês, como “Acossado” (1960), “Viver a Vida” (1962) e “O Demônio das Onze Horas” (1965).
“A Casa do Dragão” terá novos saltos temporais: “Guerra de gerações”
Os produtores Ryan Condal e Miguel Sapochnik, que também são showrunner e diretor do sucesso “A Casa do Dragão”, explicaram algumas das decisões criativas e desafios no desenvolvimento do primeiro spin-off de “Game of Thrones”. Em entrevista ao site The Hollywood Reporter, eles contaram que um desses desafios foi escolher onde começar a contar a história da série, visto que o livro que serve como base para a atração, “Fogo & Sangue”, de George R. R. Martin, cobre mais de 150 anos da história de Westeros. “Estou animado com o ritmo e a estrutura da história que estamos contando na 1ª temporada”, disse Condal. “É muito complexo. Acontece por um longo período de tempo porque as crianças precisam se casar e depois crescer e depois ter seus próprios filhos que crescem para contar a história dessa guerra de gerações que é travada. “A HBO deu essa liberdade criativa para contar essa história incrivelmente complexa de uma maneira realmente paciente e orientada para os personagens, que configura uma primeira temporada para que lance você em um dos conflitos mais famosos e sangrentos da história de Westeros – se não o mais famoso”, continuou ele. Na trama de “A Casa do Dragão”, a disputa se instala porque Viserys Targaryen (interpretado por Paddy Considine) escolheu sua filha, a princesa Rhaenyra Targaryen como herdeira do Trono de Ferro. Apesar de preparada para reinar desde a infância, sua ascensão não é aceita por aqueles que preferem um homem no poder: o irmão do rei, príncipe Daemon, ou o filho mais novo, príncipe Aegon. Esta, porém, não foi a ideia inicial. Nas primeiras versões do roteiro, a série começaria de maneira similar a “Game of Thrones”, mostrando a morte do Rei. Entretanto, eles logo perceberam que, ao fazer isso, deixariam de fora uma parte fundamental da história, que impactou diretamente tudo o que aconteceu a seguir. Então, quando Condal entrou no projeto, ele propôs a ideia de uma história que se estenderia por décadas. “É assim que você conta essa história corretamente”, explicou ele. “Estamos contando a história de uma guerra de gerações. Preparamos tudo para que, quando o primeiro golpe de espada cair, você entenda quem são os jogadores – onde eles estão e por que estão lá. Toda a história está lá, em vez de ser contada para você em exposição. Assim você vê tudo acontecer.” “Ninguém nunca nos disse: ‘Quando o drama vai começar?'”, completou Sapochnik. “Há uma vantagem real em dedicar um tempo para conhecer os personagens porque o investimento vale a pena. A 1ª temporada de ‘A Casa do Dragão’ é cozida em fogo baixo. E vale a pena porque há elementos suficientes para manter todo mundo interessado, mas tentamos propositadamente nos afastar do espetáculo para que, quando voltarmos ao espetáculo, possamos fazê-lo corretamente.” No 6º episódio da série, exibido no último domingo (25/9), houve uma mudança temporal, com Emma D’Arcy (de “Truth Seekers”) e Olivia Cooke (de “Bates Motel”) assumindo os papéis de Rhaenyra e Alicent. Alguns fãs chegaram a questionar os motivos para a mudança no elenco, visto que vários intérpretes masculinos continuaram vivendo as versões mais velhas dos seus personagens. Mas a mudança serve como preparação para o futuro da série, uma vez que vão acontecer outros pulos temporais e as atrizes poderão interpretar essas personagens mais velhas. Muito em breve, por exemplo, o filho de Alicent, Aegon, ficará mais velho que Alicent no primeiro episódio da série. “A Casa do Dragão” foi renovada para a 2ª temporada cinco dias após a estreia. O episódio inaugural foi visto por 20 milhões de espectadores nos EUA durante este período, e informações da HBO indicam que cada novo capítulo posterior teve ainda mais audiência.
Netflix revela erros de gravação de “Stranger Things” e “The Umbrella Academy”
A Netflix divulgou, durante o Tudum, dois vídeos de bastidores mostrando erros de gravação das temporadas mais recentes de “Stranger Things” e “The Umbrella Academy”. Embora a 4ª temporada de “Stranger Things” tenha apresentado um clima mais sombrio, o vídeo mostra os atores rindo muito enquanto erram as suas falas, tropeçam no cenário ou improvisam diálogos. Em um momento, é possível ver Joe Keery (Steve) e Maya Hawke (Robin) repetindo a palavra “peitinhos” diversas vezes. Em outro, Joseph Quinn (Eddie Munson) tropeça enquanto caminha e prontamente diz: “acho que acordamos Vecna”. Todos esses momentos são acompanhados de muitas risadas. As risadas também seguem os erros de gravação da 3ª temporada de “The Umbrella Academy”. No vídeo, os atores aparecem constantemente errando as suas falas e sem conseguir se levar a sério, mesmo durante as gravações das cenas mais dramáticas. Ambas as séries estão se encaminhando para suas últimas temporadas. Tanto a 5ª temporada de “Stranger Things” quanto a 4ª temporada de “The Umbrella Academy” vão encerrar as produções. Mas elas ainda não começaram a ser gravadas e nem têm previsão de estreia.
Pôsteres de “The Witcher”, “The Crown” e “1899” anunciam datas de estreia
A Netflix divulgou uma série de cartazes das suas vindouras atrações durante o evento Tudum. Junto com a divulgação dos pôsteres, o serviço de streaming também disponibilizou a data de estreia de algumas dessas atrações. A 3ª temporada de “The Witcher”, que estreia em 2023, ganhou uma arte com um medalhão quebrado. Já o pôster da minissérie derivada, “The Witcher: A Origem” (The Witcher: Blood Origin), traz duas armas se cruzando e a data de estreia em 25 de dezembro. O cartaz da 5ª temporada do drama “The Crown” destaca uma rachadura na parede e a estreia em 9 de novembro. Por fim, o pôster do misterioso projeto “1899”, nova série dos criadores de “Dark”, mostra um barco à beira de um redemoinho, acompanhado pela data da série: 17 de novembro.












