Kevin Spacey enfrenta julgamento por assédio de ator de “Star Trek: Discovery”
O primeiro julgamento do ator Kevin Spacey (“House of Cards”) por abuso vai começar nesta quinta (6/10) em Nova York. O caso se concentra nas acusações feitas pelo ator Anthony Rapp (estrela de “Star Trek: Discovery”), que há cinco anos acusou publicamente Spacey de tê-lo assediado quando ele era menor de idade. O julgamento vai se concentrar nas acusações de violência e inflição intencional de sofrimento emocional, mas não nas alegações mais fortes de assédio sexual, que foram descartadas em junho, por prescrição. Rapp está pedindo US$ 40 milhões em danos punitivos e compensatórios. Segundo a alegação de Rapp, Spacey agiu para gratificar seu desejo sexual durante um encontro em uma festa em Manhattan, em 1986, quando ele tinha apenas 14 anos e Spacey estava com 26 ou 27 anos. O caso veio à tona em 2017, quando o site BuzzFeed publicou uma entrevista com Rapp, em que ele relatou o ocorrido. Segundo o ator, Spacey estava bêbado e o agarrou no final de uma festa com o elenco de uma peça, colocou-o em cima de uma cama, subiu em cima dele e fez avanços sexuais (tocando as suas nádegas). Logo após a publicação da história, Spacey fez um post no seu Twitter dizendo não se lembrar de nada do que foi relatado. “Se eu me comportei como ele descreve, devo a ele as mais sinceras desculpas pelo que teria sido um comportamento bêbado profundamente inapropriado, e lamento os sentimentos que ele descreve ter carregado por todos esses anos”, escreveu ele, que aproveitou para se assumir gay. Inicialmente, Rapp havia desistido de processar Spacey porque se recusava a dizer o nome do seu agressor na ação. E após o encorajamento do movimento #MeToo, já era tarde demais e o processo inicial foi descartado. Além disso, a defesa de Spacey argumentou que o ocorrido não se caracterizava como abuso sexual. “O senhor Rapp afirma que o senhor Fowler [sobrenome real de Spacey] o levantou, que a mão do senhor Fowler ‘raspou’ as nádegas vestidas do senhor Rapp por segundos enquanto o fazia, que o senhor Fowler colocou o senhor Rapp de costas em uma cama, e o senhor Fowler então brevemente colocou seu próprio corpo vestido parcialmente ao lado e parcialmente sobre o do Sr. Rapp”, afirma um documento do processo. O próprio Rapp afirmou em depoimento que “não houve beijos, ninguém se despiu, não houve toques por cima das roupas e nem declarações ou insinuações sexualizadas”. Com base nisso, os advogados de Spacey argumentaram que o processo de Rapp deveria ser arquivado, uma vez que a lei “exige” que um acusador precisa “apertar, agarrar ou beliscar uma parte sexual ou outra parte íntima” para que a acusação de abuso sexual possa se qualificar sob a lei de Nova York. “As alegações do demandante equivalem a uma alegação de que Fowler o surpreendeu ao pegá-lo, colocá-lo em uma cama e colocar um pouco de seu peso corporal contra ele, antes que o demandante ‘se contorcesse’ sem resistência”, disse o documento. Entretanto, os advogados de Rapp citaram dois casos do estado de Nova York em que homens foram condenados por abuso sexual de terceiro grau depois de “roçarem” as nádegas de mulheres nos vagões de metrô. Na ocasião, eles estavam com as mãos estendidas para fins de gratificação sexual. O julgamento de Spacey pode produzir algumas testemunhas inesperadas, uma vez que documentos do tribunal deram a entender que testemunhas envolvidas na produção de “House of Cards” podem ser chamadas para depor. Spacey foi retirado da série depois do surgimento das acusações, que levaram integrantes da equipe a fazerem suas próprias denúncias. Ele também perdeu o papel no filme “Todo o Dinheiro do Mundo” (2017), tendo sido substituído por Christopher Plummer depois que o filme já estava pronto – as refilmagens ocorrem de forma acelerada para o filme não perder sua data de estreia. O ator já foi condenado a pagar US$ 31 milhões de indenização à produtora MCR pelo cancelamento da série “House of Cards”, com o juiz do caso considerando que seu comportamento foi responsável pela decisão da Netflix de encerrar a série premiada. Mas ainda não tinha sido julgado por uma denúncia de assédio. Até então, ele vinha tendo muita sorte. Dois acusadores que o processaram morreram antes de seus casos chegarem nos tribunais. O escritor norueguês Ari Behn, ex-marido da princesa da Noruega, cometeu suicídio no Natal de 2019, três meses após um massagista que acusava o ator falecer subitamente. Para completar, ele teve outro processo, movido por um rapaz que tinha 18 anos na época do assédio, retirado abruptamente na véspera de ir a julgamento. Graças à falta de condenação, Spacey conseguiu voltar a atuar. Ele participou de um filme italiano, “L’Uomo che Disegnò Diò”, dirigido e estrelado pelo astro Franco Nero, e interpretou um vilão no filme de baixo orçamento “Peter Five Eight”, que foi levado ao Marché du Film, o mercado de negócios do Festival de Cannes, para conseguir distribuidores internacionais. Mas neste ano voltou a sofrer denúncias de abuso sexual na justiça britânica. Ele se declarou inocente em julho, na audiência preliminar do julgamento, que vai acontecer só em 2024. Além de Spacey, o diretor Paul Haggis (“Crash – No Limite”) está enfrentando uma acusação de estupro apresentada pela publicitária Haleigh Breest. O caso de Haggis também será julgado em Nova York. Já em Los Angeles, o produtor Harvey Weinstein (“Os Oito Odiados”) e o ator Danny Masterson (“That ’70s Show”) também estão enfrentando acusações criminais.
Estrelas do cinema francês cortam cabelos em apoio às mulheres do Irã
As atrizes Juliette Binoche (“A Escada”), Isabelle Huppert (“Elle”) e Marion Cotillard (“Aliados”) estão entre as mais de 50 artistas francesas que cortaram seus cabelos em apoio aos protestos que estão acontecendo no Irã. Um vídeo compilando as cenas dos cortes foi postado no perfil Soutien Femmes Iran (Apoiar as Mulheres Iranianas) no Instagram. Além delas, as atrizes Isabelle Adjani (“Possessão”), Berenice Bejo (“O Artista”), Laure Calamy (“Minhas Férias com Patrick”), Julie Gayet (“O Genro da Minha Vida”), Alexandra Lamy (“De Carona para o Amor”), Charlotte Gainsbourg (“Ninfomaníaca”) e sua mãe Jane Birkin (“A Bela Intrigante”), a veterana Charlotte Rampling (“45 Anos”), as cantoras Angele e Pomme e a cineasta Marjane Satrapi (“Persepolis”) também aparecem cortando seus cabelos em forma de apoio – entre muitas outras. O corte de mechas é simbólico, porque foi isso que causou a morte de Mahsa Amini, incidente que ganhou notoriedade mundial. Amini morreu sob custódia policial em 16 de setembro, após ser presa por não usar seu hijab adequadamente de acordo com as rígidas leis religiosas do país, e por permitir que algumas mechas de cabelo escapassem. Segundo a polícia, ela morreu de ataque cardíaco. Porém, testemunhas oculares e pessoas que foram detidas com ela relataram que Amini foi espancada pelos agentes da polícia moral iraniana. Ao redor do mundo, inúmeras mulheres estão cortando uma mecha de cabelo e postando o ato nas redes sociais, como solidariedade às iranianas submetidas ao controle rígido governo islâmico. As imagens das atrizes cortando os seus cabelos são embaladas por uma versão persa da famosa música de protesto “Bella Ciao”, cantada pela artista iraniana Gandom. “Desde a morte de Mahsa em 16 de setembro, o povo iraniano, liderado por mulheres, vem protestando com risco de vida. Essas pessoas só esperam ter acesso às liberdades mais essenciais. Essas mulheres, esses homens, estão pedindo nosso apoio”, diz a legenda do vídeo. “Sua coragem e dignidade nos obrigam [a agir]. É impossível não denunciar repetidas vezes esta terrível repressão. Houve dezenas de mortes, incluindo crianças. As prisões estão aumentando o número de prisioneiros já detidos ilegalmente e muitas vezes torturados. Decidimos responder ao chamado que nos foi lançado cortando algumas dessas mechas.” Recentemente a atriz e cineasta Angelina Jolie (“Malévola”) também divulgou o seu apoio às mulheres iranianas. Além disso, também foi publicada uma carta aberta assinada por mais de mil figuras do mundo do cinema francês, apoiando os protestos no Irã. Entre as signatárias da carta estão as cineastas Catherine Corsini (“A Fratura”), Alice Diop (“Saint Omer”), Audrey Diwan (“O Acontecimento”), Julia Ducournau (“Titane”), Eva Husson (“Filhas do Sol”), Alice Winocour (“A Jornada”) e Rebecca Zlotowski (“A Prima Sofia”). Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por SOUTIEN FEMMES IRAN (@soutienfemmesiran)
Bruno Gagliasso é provocado por irmão bolsonarista que virou deputado
Desde que conseguiu votação para ser eleito Deputado Estadual do Rio de Janeiro, Thiago Gagliasso tem provocado seu irmão mais famoso, o ator Bruno Gagliasso (“Marighella”), afirmando que o posicionamento de Bruno o ajudou a se eleger. Bruno é partidário de esquerda e já declarou o seu apoio ao ex-presidente Lula. Thiago, por sua vez, é de direita e defensor de Jair Bolsonaro. Segundo a “lógica” de Thiago, muita gente votou nele por não concordar com aquilo que o seu irmão defende. “Tive uns votinhos de protesto que eu sei. ‘Vou votar nele só por causa das m*rdas que o irmão fala’. Vocês espancaram a urna, tá? Acham que eu sou bobo? Acham que eu não sei? Brunão, obrigado, por você falar tanta m*rdas, conseguiu me dar votos. Então, obrigado!”, disse ele nos Stories do seu Instagram. Ainda em tom irônico, Thiago disse a Bruno que ele “está convidado para fazer parte do gabinete. Você não quer apoiar a cultura? Mostra para sua turma os trabalhos que a gente vai fazer e como se usa dinheiro público na cultura. Eu te ensino. Passa lá no gabinete. Quem dera o maior problema da minha vida agora fosse a opinião de alguém que não sabe nem o que fala.” Em vez de responder às provocações do irmão, Bruno Gagliasso postou uma foto no seu Stories mostrando os preparativos para a festa de aniversário da sua esposa, Giovanna Ewbank. “Sim, teremos s*rubão de Noronha”, brincou ele na legenda da foto. A briga entre os irmãos não é recente. Certa vez, Thiago participou do programa “Resenha Proibidona”, onde disse que Bruno rompeu relações depois que ele assumiu um cargo na secretaria estadual de cultura do governo de Wilson Witzel. Mas o conflito é mais antigo e começou no fim de 2017, quando Bruno cobrou que Thiago fosse mais profissional na administração de dois restaurantes que a família deles têm no Rio de Janeiro e de uma boate em São Paulo. Na ocasião, o colunista Ancelmo Gois, do jornal O Globo, afirmou que um desses restaurantes estava sendo alvo de um processo movido pelo Banco do Brasil, por não pagar um crédito de R$ 290 mil, vencido em 2014. As desavenças se escancararam na época da eleição presidencial de 2018. Após o primeiro turno da eleição, Thiago fez críticas à imprensa. “Debate com o Bonner? Boa noite. Os ‘formadores de opinião’ que não formam mais!”, escreveu ele no Instagram. Incomodada, Giovanna Ewbank mandou uma mensagem para o cunhado, que ele resolveu divulgar nas suas redes sociais. A mensagem dizia: “Amorzinho. Espero que quando o seu desejo da ‘TV morta’ se realize (porque deve ser isso mesmo) vocês estejam preparados para: não ter o apartamento que seu irmão deu para vocês morarem no Rio de Janeiro; não ter ajuda do seu irmão quando você não pagar a escola do seu filho e ele te salvar; não ter a mesada que seu irmão dá para a sua mãe; não ter o apartamento de São Paulo do seu irmão para ficar; entre outras tantas coisas.” Thiago respondeu publicamente a mensagem, dizendo que “gostaria muito de lhe informar que não moro mais no apartamento do meu irmão (e mesmo que morasse, não teria vergonha por não pensar igual a ele, afinal, não somos gêmeos de cérebros, apesar da semelhança física). Liga lá na escola do meu filho, pergunta se estou devendo algo. Se precisasse da ajuda dele aceitaria viu. Mesada pra mãe? Eu teria orgulho em poder proporcionar a minha mãe o que ele faz por ela, o nome disso é gratidão. Não sei se você conhece. Apartamento do meu irmão para ficar? Relaxa! Tenho amigos que certamente me receberão com o maior prazer”. Em julho deste ano, quando participou da estreia do podcast de Giovanna Ewbank e Fernanda Paes Leme, Bruno Gagliasso contou que esse post o fez romper definitivamente com o irmão. “Não é por causa de eleição, isso é bom deixar claro. Não foi por causa de política, mas eu e minha mulher fomos expostos de uma forma que não queríamos ter sido. E aí ficou muito evidente nossa diferença. A gente tem pensamentos políticos completamente diferentes. Hoje em dia não existe mais a política não estar ligada à moral. Hoje, pra mim, você apoiar esse b*sta é você não ter nenhum tipo de escrúpulo, é diferente. E por isso digo que não vejo, hoje, eu voltar a falar com meu irmão ou conviver. Prefiro ficar com esse sentimento dele quando tinha 7, 10, 15 anos de idade… Vai contra tudo o que eu prego, o que eu sou, o que quero pros meus filhos. Não tem como, é inviável, então não me culpo por isso. Eu não tenho culpa, eu tenho dor. De não poder conviver com o filho dele, ter uma relação de respeito, de carinho.” Thiago Gagliasso detona o irmão pic.twitter.com/tqJJiz1MVG — Video EM OFF (@VideoEMOFF) October 4, 2022
Roteiristas de “Coringa” e “Capitão América 4” vão escrever filme do “Spawn”
Os roteiristas Scott Silver (“Coringa”) e Malcolm Spellman (de “Falcão e o Soldado Invernal” e do vindouro “Capitão América 4”) vão escrever o filme do herói demoníaco “Spawn”, criado pelo quadrinista Todd McFarlane. Em desenvolvimento desde 2017, pela produtora Blumhouse (mesma de “Corra!” e “Halloween”), o filme chegou a ter uma primeira versão do roteiro escrita pelo próprio McFarlane, que também estava sendo cotado para dirigir o filme. Mas agora aponta que a produção ficou profissional demais para ele estragar com seu amadorismo na função. “Se temos um ator de primeira, produtores de primeira, escritores de primeira, então você vai querer diretores de primeira e diretores de fotografia de primeira”, disse McFarlane ao site The Hollywood Reporter. “Vamos manter esse ritmo.” O “ator de primeira” mencionado por McFarlane é Jamie Foxx (“Dupla Jornada”), escalado em 2018 como protagonista do filme. Além dele, outro ator contratado foi Jeremy Renner (“Gavião Arqueiro”), que viveria o detetive Twitch Williams. Entretanto, com todos os atrasos de produção, a presença de Renner é incerta. Tanto Silver quanto Spellman têm experiência com adaptações de personagens dos quadrinhos. “Coringa”, co-escrito por Silver, arrecadou mais de US$ 1 bilhão nas bilheterias mundiais e ainda rendeu a Joaquin Phoenix o Oscar de Melhor Ator. E Spellman, além de ter criado “Falcão e o Soldado Invernal”, também será o roteirista do próximo filme do “Capitão América”. Os dois vão escrever o roteiro de “Spawn” em parceria com o novato Matt Mixon (responsável pelo documentário “Yesterday Was Everything”). “O personagem Spawn de Todd McFarlane sempre foi um dos meus favoritos – um super-herói negro que não era bobagem, ele era legal e lidava com questões modernas”, disse Spellman em comunicado. “Eu, Matt Mixon e Scott Silver estamos comprometidos em honrar o que Todd começou e o que Spawn é em sua essência, entregando algo relevante e ousado e diferente de qualquer outro filme de super-heróis por aí.” Criado por McFarlane em 1991, “Spawn” foi o maior sucesso da então recém-criada editora Image Comics, vendendo 1,7 milhão de exemplares do seu primeiro número. A trama dos quadrinhos gira em torno de Al Simmons, um ex-agente de operações secretas da CIA que é traído e assassinado. Após sua morte, sua alma é enviada para o inferno, mas chama atenção de um demônio por todos os inocentes que ele matou. Assim, Simmons acaba fazendo um acordo, que lhe permite retornar ao plano terrestre. No entanto, cinco anos se passaram e sua esposa seguiu em frente, enquanto ele se tornou uma criatura desfigurada e superpoderosa do inferno, que é caçado por anjos e tem que lidar com outras ameaças, incluindo o Violator, outro demônio enviado à Terra para cultivar o mal e gerar mais soldados para o exército do inferno. No auge de sua popularidade, “Spawn” gerou linhas de brinquedos, videogames e uma série de animação na HBO, além de um filme de 1997, estrelado por Michael Jai White. O filme original – único longa live action da carreira do diretor Mark A.Z. Dippé – foi um fracasso tanto de crítica (teve só 18% de aprovação no Rotten Tomatoes) quanto de público (rendeu apenas US$ 87,8 milhões nas bilheterias) e enterrou projetos de novas adaptações do personagem por mais de duas décadas. O novo filme do “Spawn” ainda não tem previsão de estreia. Assista ao trailer do primeiro filme.
Comédia “Animal”, com Rob Schneider, terá continuação
A comédia “Animal” (The Animal, 2001), estrelada por Rob Schneider, deve ganhar uma continuação mais de duas décadas após o lançamento do original. No filme de 2001, Schneider interpretou um escriturário do arquivo da polícia que sofre um acidente e recebe transplantes de órgãos de animais. Ele então usa os seus novos “poderes”, provenientes desses órgãos, para proteger a comunidade. Rumores apontam que a continuação vai abandonar qualquer resquício de originalidade e mostrar o personagem de Schneider sofrendo um novo acidente, recebendo transplantes de órgãos animais de novo e usando os seus não tão novos “poderes” para proteger a comunidade. Além de estrelar, Schneider também vai dirigir o filme, a partir de um roteiro que ele próprio escreveu em parceria com a sua esposa, Patricia Maya Schneider, e com Jamie Lissow (ambos de “Real Rob”). “The Animal 2” está sendo desenvolvido para a plataforma americana Tubi, o streaming da rede Fox. O projeto já está bem encaminhado, dependendo apenas da aprovação do estúdio Revolution, responsável pelo filme original. Caso as negociações se concretizem, “The Animal 2” deve estrear em 2023 na Tubi. Dirigido por Luke Greenfield (“Show de Vizinha”), o primeiro “Animal” não foi nenhum grande sucesso, tendo rendido cerca de US$ 84 milhões nas bilheterias, um valor baixo quando comparado ao seu orçamento de US$ 47 milhões. Entretanto, o filme foi lançado no auge do mercado de home video, o que lhe deu segunda vida. Além disso, nos últimos anos a obra adquiriu um status de cult. Assista ao trailer de “Animal”.
“Rust” voltará a ser rodado após acordo com família de cinematógrafa morta no set
A família de Halyna Hutchins, diretora de fotografia morta em um acidente no set do western “Rust”, chegou a um acordo judicial com os produtores do filme, incluindo o ator Alec Baldwin, responsável pelo tiro que tirou a vida da profissional. De acordo com o comunicado oficial, o filme voltará a ser rodado em janeiro. “Chegamos a um acordo, sujeito à aprovação do tribunal, para nosso caso de homicídio culposo contra os produtores de ‘Rust’, incluindo Alec Baldwin e Rust Movie Productions, LLC. Como parte desse acordo, nosso caso será arquivado”, disse Matthew Hutchins, marido de Halyna Hutchins. Parte desse acordo dará a Matthew Hutchins o cargo de produtor executivo no filme. “Não tenho interesse em me envolver em recriminações ou atribuição de culpa (aos produtores ou ao Sr. Baldwin)”, continuou ele. “Todos nós acreditamos que a morte de Halyna foi um acidente terrível. Sou grato que os produtores e a comunidade de entretenimento se uniram para homenagear o trabalho final de Halyna.” A cinematógrafa Halyna Hutchins morreu em decorrência do ferimento causado por um tiro disparado por Alec Baldwin, após ele receber uma arma que supostamente estava “fria”, ou seja, continha apenas balas de festim. Porém, o revólver estava carregado com balas de verdade. O próprio ator fez uma declaração sobre a retomada da produção. Em uma postagem no seu Instagram, ele escreveu que “temos o prazer de anunciar hoje o acordo do processo civil aberto em nome da família da diretora de fotografia Halyna Hutchins. Ao longo desse difícil processo, todos mantiveram o desejo específico de fazer o que é melhor para o filho de Halyna. Agradecemos a todos que contribuíram para a resolução desta situação trágica e dolorosa.” O diretor Joel Souza, que também ficou ferido quando a bala atingiu seu ombro, deu uma declaração sobre o filme. “Aqueles que tiveram a sorte de ter passado um tempo com Halyna sabiam que ela era extremamente talentosa, gentil, criativa e uma incrível fonte de energia positiva. Eu só gostaria que o mundo a conhecesse em circunstâncias diferentes, como certamente teria acontecido por meio de seu incrível trabalho.” “Em minhas próprias tentativas de me curar, qualquer decisão de voltar para terminar de dirigir o filme só faria sentido para mim se fosse feito com o envolvimento de Matt e da família Hutchins”, continuou ele. “Embora certamente seja um sentimento agridoce, estou satisfeito que, juntos, nós vamos completar o que Halyna e eu começamos. Todos os meus esforços neste filme serão dedicados a honrar o legado de Halyna e deixá-la orgulhosa. É um privilégio ver isso em seu nome.” Os promotores do Novo México ainda não se manifestaram em relação a essa decisão. Em agosto, a promotora distrital Mary Carmack-Altwies pediu ao estado US$ 635.500 em fundos de emergência para pagar por até quatro julgamentos criminais. O Conselho Estadual de Finanças aprovou metade desse valor em setembro. A investigação criminal ainda está em andamento. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Alec Baldwin (@alecbaldwininsta)
Golpista se passa por Johnny Depp e rouba R$ 200 mil de aposentada
Um golpista que se passava pelo ator Johnny Depp (“Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald”) no Instagram conseguiu enganar uma aposentada brasileira, roubando-lhe mais de R$ 200 mil. O caso aconteceu na cidade de Osasco, na Grande São Paulo, e começou com uma série de conversas “inocentes” pelo Instagram (iniciadas em setembro de 2020). Porém, com o passar do tempo, o “ator” passou a pedir dinheiro para cobrir os custos dos processos em que ele estava envolvido. De fato, Depp estava envolvido em diversos processos desde 2018, que culminaram no infame julgamento público entre ele e sua ex-esposa, a atriz Amber Heard (“Aquaman”) recentemente. Na ocasião, Depp estava pedindo US$ 50 milhões em danos morais por causa de um artigo que Heard escreveu no jornal The Washington Post, no qual ela afirmou que foi vítima de violência doméstica. Heard, por sua vez, também processou Depp, pedindo US$ 100 milhões em indenizações. Os processos tiveram repercussão mundial e serviram como “comprovação” das afirmações do golpista. Além de tentar ajudar o ator, a aposentada também foi alimentada pela promessa de se mudar para os Estados Unidos para morar com ele. Ao todo, ela fez três depósitos para ele, nos valores de R$ 15 mil, R$ 40,4 mil e R$ 153 mil. O dinheiro foi transferido para uma conta em nome de Antônio, identificado como um amigo brasileiro do advogado de Johnny Depp. Para isso, a aposentada precisou vender a casa e o carro, e teve seus cheques bloqueados. Foi aí que o filho dela desconfiou de fraude e questionou sua mãe sobre as transações bancárias. Ela lhe mostrou as conversas com o falso ator no seu celular. Uma vez que o caso foi desvendado, a vítima entrou na justiça processando o banco onde as transações foram realizadas. Ela está pedindo mais de R$ 200 mil em indenização. Entretanto, a justiça considerou a ação improcedente. “Embora a autora afirme ter sido vítima de um golpista, nada nos autos comprova toda a sua narrativa. Note-se que a autora anexou aos autos apenas e tão somente os comprovantes de transferência bancária, que por livre e espontânea vontade efetuou, mas não junta o tal perfil do Instagram que a enganou”, escreveu a juíza Clarissa Rodrigues Alves, em decisão publicada em 28 de setembro. Entretanto, a defesa da vítima afirma que ela foi enganada e que isso precisa ser levado em consideração. “A pandemia contribuiu para que a Autora acreditasse em toda mentira contada pelo golpista, haja vista o abalo emocional vivenciado, a mesma só procurava uma ‘saída ou mudança de vida’, realizando até uma cirurgia plástica acreditando ir morar em Los Angeles”, defendeu a advogada da aposentada. A defesa da vítima conseguiu localizar o nome do dono da conta bancária em sites de “caçadoras de golpistas”, dedicados a desmascarar suspeitos de golpes similares. Essa mesma conta do tal “amigo do advogado de Depp” já foi usada em outro caso, em que o sujeito se identificou como “médico David” e conversou com uma vítima por sete meses, até finalmente lhe pedir dinheiro para vir ao Brasil. Falando à imprensa, a caçadora de golpistas Glauce Lima, que identificou a conta bancária, lamentou que a Justiça brasileira não esteja dando a devida importância a esse tipo de golpe, que tem aumentado exponencialmente diante da impunidade.
Príncipe Harry e Meghan Markle brigam com Netflix por documentário de suas vidas
O príncipe Harry e Meghan Markle estariam em desacordo com a Netflix a respeito do que eles querem revelar ao público na vindoura série documental sobre suas vidas. A série faz parte de um acordo de produção entre o casal e o serviço de streaming, mas informações obtidas pelo site Page Six apontam até mesmo uma possível quebra de contrato. O casal supostamente quer cortar grandes pedaços do documentário, que eles estão filmando há mais de um ano, algo que a cineasta Liz Garbus (“Até o Fim: A Luta Pela Democracia”), diretora da série, não concorda. E a Netflix ficou do lado da realizadora. “Harry e Meghan estão repensando sua própria história, seu próprio projeto”, disse uma fonte da Netflix ao Page Six. De acordo com outra fonte, “Harry e Meghan estão em pânico por tentar suavizar até mesmo a linguagem mais básica. Mas é a história deles, contada de suas próprias bocas”. “Eles fizeram pedidos significativos para retirar o conteúdo que eles mesmos forneceram”, complementou a fonte, que ainda disse que, se os pedidos forem atendidos, o projeto provavelmente será arquivado. Mas “a Netflix deixou claro que o projeto vai seguir adiante.” O Page Six revelou anteriormente que eles queriam editar o documentário após a morte da rainha Elizabeth II no mês passado. Isso levantou questionamentos a respeito de possíveis conteúdos envolvendo possíveis falas do casal sobre o rei Charles III e outros membros da família real. Entretanto, fontes do site apontam que o casal já estava descontente com o conteúdo antes mesmo da morte da monarca. Numa entrevista anterior, Markle foi questionada a respeito da série, que ela definiu como “o pedaço da minha vida que não pude compartilhar, que as pessoas não puderam ver – nossa história de amor”. Ela também não poupou elogios ao trabalho da documentarista Liz Garbus, que ela definiu como “incrível”. Entretanto, o contrato de Harry e Markle com a Netflix deve lhes dar o direito ao “corte final” nas suas produções. Portanto, é possível que o trabalho “incrível” de Garbus seja podado em benefício do casal. Outra possibilidade seria o cancelamento total do projeto, algo que o público apoia. Em uma pesquisa online feita no Reino Unido, intitulada “Megan e Harry deveriam cancelar sua série na Netflix?”, a maioria dos participantes votou em favor do cancelamento. Ao todo, 6298 pessoas participaram da pesquisa e 88% votaram positivamente. Alguns comentários ainda diziam que eles “deveriam cancelar todos os contratos” ou que “nem deveriam ter feito esses contratos para começo de conversa”. Outro usuário brincou dizendo que não faz diferença se cancelarem ou não, porque “eu não vou assistir de qualquer maneira.” Porém, alguns comentários foram contrários ao cancelamento. Um usuário disse que era bom revelar tudo de uma vez. Outro afirmou ainda que “a série deve continuar e os dois devem assumir as consequências.” A Netflix planejava lançar a série documental logo após a estreia da 5ª temporada de “The Crown”, que chega ao serviço em novembro. Porém, até o momento a produção permanece sem previsão de estreia.
Kristen Stewart vira estrela da Chanel na Semana da Moda de Paris
A atriz Kristen Stewart (“Crimes do Futuro”) estrelou um curta-metragem da grife Chanel que homenageou o universo do cinema. Com pouco mais de um minuto de duração, o curta foi exibido durante Semana de Moda de Paris na terça-feira (4/10). No curta, Stewart interpreta a si mesma e é vista saindo de uma sessão de cinema do clássico da nouvelle vague “O Ano Passado em Marienbad” (1961). Do lado de fora do cinema, uma repórter pergunta a Stewart sobre “o que a deixa esperançosa em relação ao futuro”. A pergunta leva Stewart a filosofar a respeito da atualidade e da sua identidade. As respostas dela são intercaladas com belas imagens em preto e branco de ruas, bares e casas parisienses. A referência à “O Ano Passado em Marienbad” não é gratuita. A fundadora da marca, Gabrielle Chanel, mais conhecida como Coco Chanel, desenhou o figurino da atriz Delphine Syrig para o filme dirigido por Alain Resnais. Kristen Stewart também assistiu como convidada de honra ao desfile da Chanel (que foi recheado de referências ao filme) em Paris. Ela chegou ao evento acompanhada da modelo Charlotte Casiraghi, neta de Grace Kelly e filha de Caroline de Mônaco que abriu o desfile desse ano. “Das pessoas ao meu redor, (Stewart) é a mais próxima de Gabrielle Chanel”, escreveu a diretora artística da Chanel, Virginie Viard, nas notas do desfile. “Ela entende Chanel, a roupa. E com ela, fica ainda mais moderno.” Assista ao curta.
Meghan Markle critica “Kill Bill” por estereótipo asiático. Lucy Liu diz que isso é racismo
Meghan Markle voltou a seu podcast para criticar os filmes “Kill Bill – Volume 1” (2003) e “Austin Powers em o Homem do Membro de Ouro” (2002) pela sua representação negativa e estereotipada das mulheres asiáticas. No episódio mais recente do podcast “Archetypes”, Markle acusou esses e outros filmes de representarem aquilo que ficou conhecido como a “Dama Dragão” (Dragon Lady), um estereótipo usado para definir mulheres asiaticas como fortes, dominadoras, misteriosas e sexualmente atraentes. Entretanto, a atriz Lucy Liu, que estrelou “Kill Bill”, já desbancou essa acusação, chamando a própria afirmação de racista. “Filmes como ‘Austin Powers’ e ‘Kill Bill’ apresentaram essas personagens de mulheres asiáticas como sexualizadas ou agressivas”, disse Markle. “E não são apenas esses dois exemplos, há muitos outros. Isso se infiltrou no nosso entretenimento. Mas esse estereótipo tóxico de mulheres de ascendência asiática não termina após a exibição dos créditos dos filmes.” A convidada de Markle no podcast foi Nancy Wang Yuen, que escreveu sobre o estereótipo da “Dama Dragão” no seu livro “Reel Inequality: Hollywood Actors and Racism”. Yeun contou o caso de um homem que gritou para ela a frase “me so horny” (eu tão excitada), originalmente dita por uma prostituta vietnamita no filme “Nascido para Matar” (1987). “Eu mesma fui abordada em um aeroporto em Atlanta por um estranho que disse: ‘me so horny’. Ele apenas gritou isso para mim”, contou Yeun. “Eu sabia o motivo porque olhei em volta e vi que eu era a única mulher asiática naquele local. Eu sabia que ele estava falando comigo, embora eu nem saiba se ele tinha visto ‘Nascido para Matar.’” Vale apontar que a frase foi sampleada num hit do grupo de rap 2 Live Crew, que fez muito mais sucesso que o filme na época. De todo modo, Lucy Liu, a suposta dama dragão de “Kill Bill – Volume 1″, já foi categórica sobre esse tipo de interpretação. Em 2021, a Teen Vogue publicou um ensaio intitulado “Hollywood desempenhou um papel na hipersexualização das mulheres asiáticas”. Nesse ensaio, a autora India Roby definiu a Dragon Lady como uma personagem que “usa sua sexualidade como uma poderosa ferramenta de manipulação, mas muitas vezes é emocional e sexualmente fria e ameaça a masculinidade”. Roby, assim como Markle, citou a personagem O-Ren Ishii (interpretada por Liu) como um exemplo contemporâneo do estereótipo. Porém, Liu contestou essa alegação. Em uma publicação no Washington Post, ela afirmou que a acusação não faz sentido, já que Quentin Tarantino, roteirista e diretor de “Kill Bill”, criou outras personagens femininas semelhantes para o filme. “‘Kill Bill’ apresenta três outras mulheres assassinas profissionais além de Ishii. Por que não chamar Uma Thurman, Vivica A. Fox ou Daryl Hannah de dama dragão?” Liu questionou. “Só posso concluir que é porque elas não são asiáticas”, continuou ela, explicitando o racismo da acusação. “Eu poderia estar vestindo um smoking e uma peruca loira, mas ainda assim teria sido rotulada como uma dama dragão por causa da minha etnia”, acrescentou. “Se eu não posso interpretar certos papéis porque os americanos convencionais ainda me veem como Outro, e eu não quero ser escalada apenas em papéis ‘tipicamente asiáticos’ porque eles reforçam estereótipos, eu começo a sentir as paredes da caixa metafórica onde nós, as mulheres asiáticas, somos colocadas”, concluiu.
“Dahmer: Um Canibal Americano” bate recorde de audiência na Netflix
A série “Dahmer: Um Canibal Americano”, criada por Ryan Murphy e Ian Brennan (ambos de “Ratched”), se tornou um dos maiores sucessos na Netflix em todos os tempos. Durante a sua segunda semana, a série acumulou quase 300 milhões de horas assistidas, liderando com folga o Top 10 semanal do serviço de streaming. Os números são impressionantes e classificam a atração como a segunda série em inglês mais assistida da Netflix numa única semana – atrás apenas da 4ª temporada de “Stranger Things”. Ao todo, após 12 dias de disponibilidade, “Dahmer: Um Canibal Americano” já foi visto por um total de 496,1 milhões de horas. A Netflix também revelou que pelo menos 56 milhões de lares já consumiram todos os 10 episódios da série até agora. Com a audiência atual, “Dahmer: Um Canibal Americano” já é a 9ª série mais popular da Netflix. E deve subir mais posições em breve, uma vez que a série tem mais 16 dias para fechar o mês – a Netflix contabiliza somente as horas visualizadas nos primeiros 28 dias de disponibilidade de cada título. “Dahmer: Um Canibal Americano” mostra como Jeffrey Dahmer (Evan Peters, de “American Horror Story”), um dos mais famosos serial killers dos EUA, conseguiu assassinar e esquartejar 17 homens e garotos entre 1978 e 1991 sem ser pego, muitas vezes, inclusive, contando com a ajuda da polícia e do sistema de Justiça dos EUA por conta de seu privilégio branco. Bem apessoado, sempre recebia pedidos de desculpas quando policiais eram chamados por sua vizinha negra, que suspeitava dos crimes. Apesar do sucesso, a atração tem gerado protestos de parentes das vítimas, que reclamam da exploração da história. A produção também não agradou à crítica, sendo considerada mediana pela média das resenhas compiladas no agregador Rotten Tomatoes – 50% de aprovação. Fechando o Top 5 semanal da Netflix, estão ainda – de forma surpreendente, pela audiência pífia na TV – a 5ª temporada de “Dinastia” (que acumulou 44,6 milhões de horas assistidas), a 2ª temporada de “Fate: A Saga Winx” (com 26 milhões de horas assistidas), a 5ª temporada de “Cobra Kai” (20 milhões de horas) e a 1ª temporada de “Heartbreak High: Onde Tudo Acontece” (14 milhões de horas).
“Thriller”, icônico disco de Michael Jackson, vai ganhar documentário
A história do álbum “Thriller”, de Michael Jackson, vai ser contada num documentário. Ainda sem título, o projeto será dirigido por Nelson George (“A Ballerina’s Tale”), conhecido historiador musical, jornalista e documentarista. Um dos discos mais vendidos de todos os tempos, “Thriller” vendeu 34 milhões de cópias só nos EUA e mais de 100 milhões de cópias em todo o mundo. Também venceu oito prêmios Grammy e rendeu sete singles no top 10. Além da faixa-título, o álbum de 1982 ainda conta com sucessos como “Billie Jean”, “Wanna Be Startin’ Something”, “Human Nature”, e “The Girl Is Mine”, um dueto com Paul McCartney. Segundo comunicado oficial, o documentário vai “levar os fãs de volta no tempo para a produção do álbum recordista e do lançamento dos curtas-metragens revolucionários que redefiniram o formato do videoclipe e cativaram o público globalmente. ‘Billie Jean’ continua sendo a música de Michael Jackson mais ouvida e ‘Thriller’ é o único videoclipe que foi introduzido na elite do Registro Nacional de Cinema da Biblioteca do Congresso.” A nota informa que o filme será composto por “filmagens nunca antes vistas e entrevistas sinceras”, narrando “o ponto na carreira de Jackson que lançou o cantor ao estrelato e criou um fenômeno da cultura pop que continua a influenciar até hoje os mundos da música, televisão, dança, moda e muito mais.” “O lançamento de ‘Thriller’ redefiniu Michael Jackson, levando-o de estrela adolescente a estrela adulta, que compôs músicas memoráveis, cantou lindamente e alcançou o mais alto nível de performance no palco”, disse o diretor. “’Beat It’ foi um novo tipo de híbrido pop-rock e demoliu a antiga segregação entre música negra e branca com a guitarra incendiária de Eddie Van Halen”, observou. “Em ‘The Girl Is Mine’, um homem negro e um homem branco brincavam sobre querer a mesma garota. E quando a MTV, que programava quase exclusivamente artistas brancos de rock, recusou-se a exibir o vídeo de ‘Billie Jean’, a pressão foi tanta que o muro caiu, a audiência da MTV disparou e a porta foi escancarada para uma geração de artistas afro-americanos.” “O álbum, e os clipes que ele inspirou, criaram um novo modelo para casar música e imagem. Foi um privilégio explorar este álbum extraordinário e revisitar sua magia”, completou George. O projeto está sendo desenvolvido pelos administradores do espólio de Michael Jackson em parceria com a Sony Music Entertainment. Este será o terceiro documentário musical focado em um disco de Michael Jackson. Os anteriores foram “Bad 25” (2012) e “Michael Jackson’s Journey from Motown to Off the Wall” (2016), ambos dirigidos por Spike Lee. Além desses, também há o famoso “This Is It” (2009), sobre os ensaios do artista para a turnê que ele morreu antes de realizar, dirigido por Kenny Ortega. O novo projeto ainda não tem previsão de estreia. Assista abaixo aos dois clipes mais famosos de “Thriller”.
Novo desenho de “Scooby-Doo” confirma que Velma é lésbica
A animação mais recente do “Scooby-Doo” vai tirar do armário um dos segredos pior guardados da infância de gerações. Em “Doces ou Travessuras Scooby-Doo!” (Trick or Treat Scooby-Doo!), Velma Dinkley vai demonstrar ser lésbica. Numa cena da produção que viralizou no Twitter, Velma fica de olhos arregalados e sem palavras ao se encontrar com a estilista Coco Diablo pela primeira vez. O crush confirma o que os fãs de “Scooby-Doo” já sabiam – ou suspeitavam – há muito tempo. Tanto o cineasta James Gunn (“Guardiões da Galáxia”), que escreveu os primeiros filmes live action de “Scooby-Doo”, quanto Tony Cervone, produtor das mais recentes animações dos personagens, já tinham confirmado a sexualidade de Velma, mas nunca conseguiram torná-la oficial. Em 2020, Gunn revelou no seu Twitter que “tentou” transformar Velma em lésbica nos filmes, mas não conseguiu. “Em 2001, Velma era explicitamente gay no meu roteiro inicial”, escreveu ele. “Mas o estúdio continuou diluindo e diluindo, tornando ambíguo (na versão filmada), depois nada (na versão lançada) e culminando com ela tendo um namorado (na sequência).” Durante o Mês do Orgulho LGBTQIAP+ de 2020, Cervone fez uma postagem no seu Instagram relatando uma dificuldade semelhante. “Eu já disse isso antes, mas Velma em ‘Mystery Incorporated’ não é bi. Ela é gay”, disse ele. “Nós sempre planejamos que Velma agisse um pouco desconfortável quando ela estava namorando Salsicha porque esse relacionamento era errado para ela e ela tinha uma dificuldade tácita com o porquê. Há dicas sobre o porquê naquele episódio com a sereia, e se você seguir todo o arco de Marcie, fica tão claro quanto poderíamos fazer 10 anos atrás. Eu não acho que Marcie e Velma tiveram tempo de agir de acordo com seus sentimentos durante a cronologia original, mas após o reset, elas seriam um casal. Vocês podem não gostar, mas essa era a nossa intenção.” “Doces ou Travessuras Scooby-Doo!” ainda não tem previsão de lançamento no Brasil, mas será lançado em 16 de outubro na HBO Max dos EUA. Assista abaixo as cenas que indicam de forma clara a sexualidade de Velma. Velma first meets Coco Diablo in “Trick or Treat Scooby-Doo”#Scoobydoohistory pic.twitter.com/TnWGS0B5GK — Scooby-Doo History (@scoobyhistory) October 4, 2022 this my fave scene of her !! pic.twitter.com/V07OfY1nsS — Pia 🍃 (@soleildiddle) October 4, 2022












