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  • Série

    Elenco de “Twin Peaks” volta a se reencontrar

    24 de outubro de 2022 /

    O elenco da cultuada série “Twin Peaks” se reencontro na noite de domingo (23/10) para um jantar. A reunião foi registrada pela atriz Mädchen Amick (intérprete de Shelly Johnson na atração) no seu Instagram. Na foto, Amick aparece sentada à mesa de um restaurante ao lado de Kyle MacLachlan (o agente Cooper), Sherilyn Fenn (Audrey Horne), Kimmy Robertson (Lucy Moran), Danna Ashbrook (Bobby Briggs) e Sheryl Lee (Laura Palmer). Na legenda da foto, Amick escreveu: “Momentos preciosos com amigos de longa data. Sentindo todos os sentimentos”. Ashbrook compartilhou a mesma foto, e escreveu: “Algumas das minhas pessoas preferidas na Terra”. Criada por David Lynch e Mark Frost, “Twin Peaks” conta a história do agente do FBI Dale Cooper (MacLachlan), que viaja para a pequena cidade de Twin Peaks para investigar o assassinato da jovem Laura Palmer. A série teve duas temporadas, exibidas na década de 1990, seguidas pelo filme “Twin Peaks: Os Últimos Dias de Laura Palmer” (1992) e uma 3ª temporada, intitulada “Twin Peaks: O Retorno”, lançada mais de duas décadas após a original. Além disso, o elenco também se reuniu num episódio da série “Psych” que prestou homenagem à atração clássica em 2010. No Brasil, “Twin Peaks” está disponível nos serviços de streaming Amazon Prime Video e Paramount+. O elenco se reuniu para participar do evento Spooky Empire, em Orlando, que aconteceu entre 21 e 23 de outubro. Algumas fotos da participação deles no evento também foram compartilhadas nas redes sociais. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Mädchen Amick (@madchenamick) Photo with twin peaks cast at spooky empire. Very lovely people. pic.twitter.com/6wkaDHuu3E — Boltsy (@BoltsyAmsterdam) October 23, 2022 twin peaks in real pic.twitter.com/DPBqSl6YWC — John (@MonadoBoii) October 23, 2022 I guess you could say I…………………… ……………flew the Coop.#spookyempire #twinpeaks @Kyle_MacLachlan pic.twitter.com/cXsxftKdez — PEANUS B. SPOOKY @ SPOOKY EMPIRE (@PeanusHernandez) October 22, 2022 Gran reunión de TWIN PEAKS en la convención Spooky Empire. pic.twitter.com/IQs3bDVzC5 — TerrorActo (@TerrorActo_) October 24, 2022

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  • Filme

    “Invocação do Mal” vai ganhar quarto filme

    21 de outubro de 2022 /

    A franquia “Invocação do Mal” vai ganhar um novo filme. De acordo com o site The Hollywood Reporter, o roteirista David Leslie Johnson-McGoldrick (“Aquaman”) foi contratado para escrever o 4º longa, que terá produção de James Wan (também de “Aquaman”). Johnson-McGoldrick já tem experiência com a franquia, como autor dos roteiros de “Invocação do Mal 2” e “Invocação do Mal 3: A Ordem do Demônio” (2021). Wan, por sua vez, dirigiu os dois primeiros filmes e produziu todos os derivados de “Invocação do Mal”, que já totalizaram mais de US$ 2 bilhões em bilheteria mundial. Os filmes de “Invocação do Mal” são baseados nas investigações paranormais feitas pelo casal Ed e Lorraine Warren. Mas, até o momento, não foi divulgada qual história servirá de base para a continuação. Os atores Patrick Wilson e Vera Farmiga interpretaram o casal Warren nos três filmes anteriores de “Invocação do Mal”, além de terem participado de “Annabelle 3: De Volta Para Casa” (2019). Eles devem retomar os papéis na nova produção, mas isso ainda não foi confirmado. “Invocação do Mal 4” não tem previsão de estreia. Lançado em 2013, o primeiro filme da franquia rendeu mais de US$ 320 milhões nas bilheterias mundiais, tornando-se um dos filmes de terror mais rentáveis da história. Ele também abriu caminho para continuações e derivados, como os três filmes da boneca “Annabelle”, além de “A Freira” (2018), cuja continuação já está sendo filmada. David Leslie Johnson-McGoldrick também assina o roteiro do vindouro “Aquaman e o Reino Perdido”, novamente dirigido por Wan, que chega aos cinemas no Natal de 2023, e está contratado para escrever a continuação do filme do “Flash”, que ainda nem estreou.

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  • Filme

    Dustin Hoffman e Sissy Spacek atuam com seus filhos em trailer de comédia

    21 de outubro de 2022 /

    A Vertical Entertainment divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Sam & Kate”, comédia romântica na qual Dustin Hoffman (“Os Meyerowitz: Família Não Se Escolhe”) e Sissy Spacek (“O Velho e a Arma”) atuam ao lado dos seus respectivos filhos, Jake Hoffman (“Wu-Tang: An American Saga”) e Schuyler Fisk (“A Babá”). A prévia destaca a relação bem humorada e cheia de conflitos entre pais e filhos. Na trama, Sam (Jake) é um jovem artista que vive com seu pai, Bill (Dustin). A relação dos dois, que já não era das melhores, é abalada quando Sam se apaixona por Kate (Fisk), uma mulher que ele conheceu recentemente, ao mesmo tempo que Bill se apaixona pela mãe dela, Tina (Spacek). O elenco ainda conta com Henry Thomas (“Missa da Meia-Noite”), Elizabeth Faith Ludlow (“Outra Vida”) e Tyler Labine (“Escape Room”). O filme foi produzido pela atriz Amy Adams (“A Mulher na Janela”) e dirigido pelo seu marido, o ator Darren Le Gallo (“Then We Got Help!”), que faz sua estreia na função. “Sam & Kate” chega aos cinemas americanos em 11 de novembro e será lançado em VOD na semana seguinte. Ainda não há previsão de lançamento no Brasil. Curiosamente, essa não é a primeira vez que Hoffman e Spacek trabalham com os filhos. Jake Hoffman já fez várias participações em filmes do seu pai, como “Rain Man” (1988), “Hook, a Volta do Capitão Gancho” (1991), “Huckabees: A Vida é uma Comédia” (2004), entre outros. Já Fisk apareceu em produções estreladas pela sua mãe, como na série “Castle Rock” (2018) e nos filmes “Uma História Americana” (1990), “Minha Mulher vai Casar” (1991) e “Mamãe Nota 10” (1994).

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  • Série

    Netflix divulga teaser de série baseada em “Cem Anos de Solidão”

    21 de outubro de 2022 /

    A Netflix divulgou o primeiro teaser da série baseada no clássico da literatura “Cem Anos de Solidão”, escrito por Gabriel García Márquez. A prévia foi disponibilizada nessa sexta (21/10), data que marca o 40º aniversário do anúncio do prêmio Nobel de Literatura a Márquez, e destaca o longo processo de criação da cidade fictícia de Macondo, que é concebida em páginas datilografadas de uma máquina de escrever, passa para uma maquete e aos poucos começa a ganhar forma. Lançado em 1967, “Cem Anos de Solidão” narra várias gerações da família Buendía, cujo patriarca fundou a cidade fictícia de Macondo. O romance é conhecido por tratar do tema da solidão e da passagem do tempo por meio do realismo mágico. A série foi escrita por José Rivera (“Na Estrada”), em parceria com os escritores colombianos Natalia Santa (“O Maior Assalto”), Camila Brugés (“Fronteira Verde”) e Albatros González (“Lynch”), e por María Camila Arias (“Amores Modernos”). Já a direção ficou a cargo de Alex García López (“Cowboy Bebop”) e Laura Mora (“Matar a Jesús”). O design de produção é assinado por Eugenio Caballero (vencedor do Oscar por “O Labirinto do Fauno”) e Bárbara Enríquez (“Roma”). Já a direção de fotografia é de Paulo Pérez (“Notícia de um Sequestro”). Por fim, a série ainda conta com as diretoras de casting Yolanda Serrano e Eva Leira, responsáveis pelo casting de séries como “La Casa de Papel” e “Elite”. Produzida por Rodrigo García e Gonzalo García Barcha, filhos de Gabriel García Márquez, a série “Cem Anos de Solidão” ainda não tem previsão de estreia. Assista abaixo ao teaser.

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  • Série

    Filme britânico “O Chef” vai virar série

    21 de outubro de 2022 /

    O filme britânico “O Chef” (Boiling Point), estrelado por Stephen Graham (“Venom: Tempo de Carnificina”), vai ganhar uma continuação no formato de série, produzida pela rede BBC. Na trama do filme, Graham interpreta um chef que lida com as pressões da crítica e de funcionários, falta de ingredientes e visitas inesperadas numa noite caótica, tentando manter o controle de seu restaurante. Toda filmada em plano sequência pelo diretor Philip Barantini (“Villain”), ao estilo do filme de guerra “1917”, a obra foi indicada a quatro BAFTAs (o Oscar britânico) e tem 99% de aprovação da crítica no Rotten Tomatoes. Novamente estrelada por Graham e por Hannah Walters, a série vai se passar seis meses após o final do filme, quando (spoiler!) Andy (Graham) sofre um colapso. A série vai acompanhar a ex-sous chef de Andy, Carly (Vinette Robinson), que agora virou uma chefe de cozinha em seu próprio restaurante. Graham e Walters vão reprisar seus papéis de Andy e Emily e também serão os produtores executivos da atração. A dupla disse em comunicado oficial que a série não será rodada em plano-sequência como foi o filme, mas apresentará “tomadas extraordinariamente longas e técnicas de câmera que complementarão o puro naturalismo que foi a essência e a alma do filme”. “A incrível reação ao filme, sua história e especificamente os personagens, juntamente com o enorme desejo de saber mais e se aprofundar em seus mundos, nos levou a criar uma série dramática com a BBC na qual manteremos o público preso, intrigado e envolvidos na jornada de cada um dos personagens”, acrescentaram. A série baseada em “O Chef” ainda não tem previsão de estreia. Assista abaixo ao trailer do filme, que passou pelos cinemas brasileiros e pode ser visto atualmente em várias plataformas de VOD.

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  • Filme

    Angelina Jolie viverá a cantora de ópera Maria Callas no cinema

    21 de outubro de 2022 /

    A atriz Angelina Jolie (“Os Eternos”) vai estrelar o filme “Maria”, cinebiografia da soprano Maria Callas, uma das maiores cantoras de ópera de todos os tempos, que será dirigida por Pablo Larraín (“Spencer”). O filme será a terceira cinebiografia feminina de Larraín, após “Jackie” (sobre a ex-primeira dama Jacqueline Kennedy) e “Spencer” (sobre a Princesa Diana), e marcará uma reunião do diretor com o roteirista do último filme, Steven Knight. “Maria” vai contar a tumultuada, bela e trágica história da diva greco-americana, reimaginada durante seus últimos dias na Paris dos anos 1970. “Ter a chance de combinar minhas duas paixões mais profundas e pessoais, cinema e ópera, é um sonho antigo”, disse Larraín, em comunicado. “Fazer isso com Angelina, uma artista extremamente corajosa e curiosa, é uma oportunidade fascinante. Um verdadeiro presente.” “Levo muito a sério a responsabilidade com a vida e o legado de Maria. Darei tudo o que puder para enfrentar o desafio”, acrescentou Jolie. “Pablo Larraín é um diretor que admiro há muito tempo. Ter a chance de contar mais da história de Maria com ele, e com um roteiro de Steven Knight, é um sonho.” “Maria” ainda não tem previsão de estreia. Atualmente, Angelina Jolie está envolvida na pós-produção do filme “Without Blood”, seu quinto trabalho como diretora. Pablo Larraín, por sua vez, está trabalhando na comédia “El Conde”. Nenhum desses filmes têm previsão de estreia.

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  • Série

    Netflix reforça que “The Crown” é uma “dramatização fictícia”

    21 de outubro de 2022 /

    A Netfix esclareceu que a série “The Crown” é uma “dramatização fictícia” da história da família real britânica. O esclarecimento foi feito por meio da adição dessa informação na descrição do trailer da 5ª temporada, no YouTube. A descrição diz o seguinte: “Inspirada em eventos reais, esta dramatização fictícia retrata a história da rainha Elizabeth II e os eventos políticos e pessoais que moldaram seu reinado.” Um porta-voz da Netflix disse ao site Variety que “‘The Crown’ sempre foi apresentado como um drama baseado em eventos históricos. A 5ª temporada é uma dramatização fictícia, imaginando o que poderia ter acontecido entre portas fechadas durante uma década significativa para a Família Real – década que já foi escrutinada e bem documentada por jornalistas, biógrafos e historiadores”. Recentemente, a Netflix tem sido alvo de críticas por apresentar conteúdos relacionados à família real que podem ser compreendidos como genuínos pelo público. A imprensa britânica informou que fontes dentro do Palácio de Buckingham estão preocupadas com a representação do caso entre o agora Rei Charles e Camilla Parker-Bowles, caso este que aconteceu enquanto ele ainda era casado com a Princesa Diana. Após a morte de Diana (que deve ser apresentada apenas na 6ª e última temporada da série), Charles se casou com Camilla. E quando ele subiu ao trono no mês passado, após a morte da rainha Elizabeth II, Camilla se tornou rainha consorte. Entretanto, ao mostrar Charles como infiel, “The Crown” poderia prejudicar a sua imagem. Por isso, o reforço sobre “dramatização ficcional” foi incluído na descrição da série. No início desta semana, a atriz Judi Dench (“Belfast”) escreveu uma carta ao jornal The Times, de Londres, chamando “The Crown” de “sensacionalismo bruto” e afirmando que a atração deveria trazer um aviso de “ficção” no início de cada episódio. A 5ª temporada de “The Crown” estreia em 9 de novembro na Netflix. Assista abaixo ao trailer.

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  • Música

    Taylor Swift lança clipe surreal com seu próprio funeral

    21 de outubro de 2022 /

    A cantora Taylor Swift lançou nessa sexta (21/10) o primeiro clipe de seu 10º álbum de estúdio. Com tema onírico e clima surreal, o vídeo de “Anti-Hero” traz a cantora assombrada por fantasmas e interagindo com duas versões de si mesma: a anti-heroína, que parece uma roqueira selvagem, e uma gigante, que assusta as pessoas apesar de ser boazinha. Dirigido pela própria cantora, o clipe ainda inclui seu próprio funeral. “Eu tenho esse sonho que minha nora me mata pelo dinheiro/ Ela acha que eu deixei eles fora do testamento”, diz a letra, no instante que a música é interrompida para mostrar dois filhos de Swift, interpretados pelos comediantes John Early (“Search Party”) e Mike Birbiglia (“Billions”), tendo um colapso por terem sido excluídos do testamento da mãe, diante do caixão. O lançamento é o primeiro de uma série de clipes gravados para promover o novo álbum, “Midnights”. Em comunicado, a cantora anunciou que os clipes “exploram visualmente o mundo desse disco. E eu amo contar histórias, amo compor, amo criar vídeos, amo dirigi-los. E esta foi uma oportunidade muito divertida de trabalhar novamente com a diretora de fotografia Rina Yang, que foi minha colaboradora no curta de 10 minutos ‘All Too Well’. Então, nós realmente queríamos nos desafiar a fazer coisas diferentes desta vez e nos esticar, e estou muito orgulhosa do que fizemos e realmente espero que vocês gostem”. Aparentemente, todas as faixas – ou pelo menos a maioria delas – vão ganhar clipes, que ainda contarão com participações de Alana Haim, Danielle Haim e Este Haim, da banda Haim, de Jack Antonoff, produtor do álbum, da modelo Laith Ashley, da atriz Laura Dern (“História de um Casamento”), da atriz Mary Elizabeth Ellis (“It’s Always Sunny in Philadelphia”), da maquiadora Pat McGrath e da ícone burlesca Dita Von Teese. São 13 faixas o todo, escritas e produzidas Swift ao lado de Antonoff, em que a cantora abandona a fase folk acústica recente pelo retorno ao pop de arranjo sintetizado. “Esta é uma coleção de músicas escritas no meio da noite, uma jornada através de terrores e dos sonhos bons”, definiu Swift na divulgação do disco. “Os andares que andamos e os demônios que enfrentamos. Para todos nós que nos jogamos e reviramos e decidimos manter as lanternas acesas e continuar procurando – esperando que talvez, quando o relógio bater meia-noite… nos encontremos.” Em um post no Instagram, Swift disse que estava muito feliz com o resultado da parceria com Jack Antonoff. “Estamos fazendo música juntos há quase uma década”, escreveu ela. “Entretanto… este é o nosso primeiro álbum que fizemos apenas nós dois como principais colaboradores.” “Jack e eu nos encontramos em Nova York, sozinhos, gravando todas as noites, ficando acordados até tarde e explorando memórias antigas e meias-noites passadas”, disse Swift. “’Midnights’ é uma colagem de intensidade, altos e baixos, e fluxos e refluxos. A vida pode ser sombria, estrelada, nublada, aterrorizante, eletrizante, quente, fria, romântica ou solitária. Assim como ‘Midnights.’” “Midnights” já está disponível em todas as plataformas de streaming de música. Assista abaixo ao clipe de “Anti-Hero”.

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  • Filme

    Filme de super-herói de direita pode gerar prisões nos EUA

    20 de outubro de 2022 /

    A produção do filme de super-herói racista “Rebel’s Run”, baseado numa história em quadrinhos criada pelo blogueiro de extrema-direita Theodore Beale (também conhecido como “Vox Day”), “perdeu” seu financiamento coletivo de US$ 1 milhão e pode gerar prisões aos envolvidos por desfalque. O dinheiro levantado com financiamento coletivo foi aplicado numa investidora suspeita e sumiu. O projeto do filme teve início em 2019, quando os seguidores de Beale começaram a contribuir para o futuro filme baseado numa super-heroína confederada criada por ele para a diretor de “heróis alternativos” Arkhaven Comics. Na ocasião, foi produzido um trailer que mostrava a protagonista lutando contra uma força policial global que caçava “conservadores de pensamento livre”. No vídeo, a personagem Rebel era apresentada usando um bustiê inspirado na bandeira dos antigos Estados Confederados (que, historicamente, defenderam a manutenção da escravidão nos EUA enquanto lutava um “tipo diferente de guerra”. O vídeo também incluía trechos de uma entrevista com o escritor Chuck Dixon, que trabalhou nos quadrinhos de Batman e criou Bane, e com o produtor Daniel McNicol, que tem um punhado de créditos de produção em seu nome. O longa seria dirigido por Scooter Downey (do documentário “Crossfire”), colaborador frequente do programa de extrema-direita “Tucker Carlson Tonight”, exibido na emissora Fox News. E foi graças aos nomes de Beale e Downey atrelados ao projeto que o filme arrecadou mais de US$ 1 milhão entre depósitos de financiadores individuais para sua produção. Esse dinheiro deveria ser guardado enquanto os realizadores buscavam levantar mais verba para o orçamento do filme. Porém, três anos depois, o dinheiro evaporou, assim como as esperanças de Beale de fazer o filme. “Eu não contaria que a gente vá receber o dinheiro de volta”, disse ele num vídeo publicado para os seus fãs. Beale não foi o primeiro ultraconservador a tentar realizar um filme. Na verdade, alguns projetos de tom similar chegaram muito mais longe que o dele, uma vez que existe mercado para isso. A empresa do comentarista Ben Shapiro, por exemplo, tem um site de streaming que oferece filmes de tom retrógrado, incluindo um thriller sobre um tiroteio na escola e um western estrelado pela atriz “cancelada” Gina Carano. No início deste ano, o site Breitbart News também distribuiu uma cinebiografia crítica a Hunter Biden, filho do presidente dos EUA Joe Biden. Entretanto, o colapso de “Rebel’s Run” mostra que esse salto para o cinema não é algo livre de riscos. Beale realmente achava que conseguiria fazer o filme. Chamado de “Senhor das Trevas Supremo da Maligna Legião do Mal” pelos seus seguidores, ou seus “asseclas” como eles mesmos se descrevem, o apresentador encontrou “fama” propagando os seus discursos de ódio em meio a um público que frequentemente reclama de uma suposta influência progressista imposta a videogames e filmes de super-heróis e ficção científica. Não por acaso, esse público já financiou várias histórias em quadrinhos de tom similar e encabeça campanhas de ódio contra artistas negros escalados como protagonistas em produções de fantasia. O próprio Beale é integrante do movimento Gamergate (uma campanha sexista de assédio virtual na comunidade dos games) e, além de declarações racistas, já descreveu a homossexualidade como um “defeito de nascença”. Diante desse histórico, ele dificilmente conseguiria investidores “tradicionais” para fazer seu filme. Por isso, acabou recorrendo à Ohana Capital Financial, com sede em Utah, uma empresa financeira que se apresenta como um “banco para os não-bancários”. Em 5 de novembro de 2020, ele decidiu transferir seu capital de US$ 1 milhão para lá, acreditando em juros maiores. Porém, a tal Ohana Capital Financial foi criada por James Wolfgramm, um autoproclamado bilionário de criptomoedas que costumava postar várias fotos de seus carros esportivos para explicitar a sua riqueza. Mas uma acusação federal apresentada no mês passado provou que a riqueza de Wolfgramm era uma farsa. As fotos de carros foram retiradas de outros sites e o seu negócio de mineração de criptomoedas também era falso. Segundo a acusação, Wolfgramm estava profundamente endividado com um dos outros clientes da sua empresa, que investiu mais de US$ 4 milhões em setembro de 2020 como parte de um pagamento a um fabricante chinês de máscaras profissionais de proteção contra covid-19 (produtos extremamente valorizados na época). Wolfgramm supostamente sumiu com os milhões e, para realizar a transação, teria usado o dinheiro do filme que Beale havia depositado. Pouco tempo depois, conforme Beale narrou em um vídeo, ele e seus colaboradores ficaram desconfiados e entraram em contato com o FBI, o que desencadeou a investigação contra o golpista. O proprietário da Ohana agora enfrenta quatro acusações de fraude eletrônica, tanto sobre o dinheiro de “Rebel’s Run” quanto sobre outros aspectos dos seus negócios. É possível que, com o tempo, os investidores do filme possam recuperar uma parte do seu dinheiro através de processos judiciais, mas toda essa polêmica fez Beale desistir de fazer o seu filme de super-herói. Ele também afirma, sem qualquer tipo de provas, que o golpe financeiro foi um complô para prejudicar sua base de fãs de extrema-direita. “Suspeito fortemente que tudo isso foi uma operação direcionada e destinada a quebrar nossa comunidade”, disse ele. Vale apontar que Beale ainda não desistiu de fazer filmes. Ele disse que está trabalhando em um roteiro de um filme que será estrelado pelo seu amigo, o ex-comediante antissemita Owen Benjamin. Neste novo projeto, Benjamin, que acredita que o pouso na lua foi forjado, vai interpretar um chefe da NASA.

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  • Série

    Novos quadrinhos do criador de “Stargirl” vão virar série

    20 de outubro de 2022 /

    A história em quadrinhos “Geiger”, concebida por Geoff Johns (criador dos quadrinhos e da série de “Stargirl”), vai virar uma série com produção da Paramount. Segundo o site Deadline, a adaptação ficará a cargo do cineasta Justin Simien (“Cara Gente Branca”), que vai escrever o piloto e atuar como showrunner da atração. Escrita por Johns e desenhada por Gary Frank, “Geiger” se passa no ano de 2050 e acompanha um homem radioativo chamado Tariq Geiger, que passa seus dias e noites fazendo de tudo para proteger o abrigo nuclear onde vive a sua família. Depois que Geiger luta contra um grupo de ladrões, ele passa a enfrentar a ira de um império do crime. “Geiger” teve seis edições, lançadas em 2021 pela Image Comics, e também gerou uma minissérie derivada, “Junkyard Joe”, sobre um heróico soldado-robô. A série ainda não tem previsão de estreia. Johns, que também é cocriador das séries “The Flash” e “Titãs” – além de roteirista de “Aquaman” e “Mulher-Maravilha 1984” – , está atualmente à frente da 3ª temporada de “Stargirl”, disponibilizada no Brasil pelo serviço de streaming HBO Max. Ele também é produtor de “Adão Negro”, recém-lançado nos cinemas, e de “Shazam! Fúria dos Deuses”, que estreia em março de 2023.

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  • Etc

    Kevin Spacey é inocentado em processo de violência sexual

    20 de outubro de 2022 /

    O ator Kevin Spacey (“House of Cards”) foi inocentado da acusação de agressão sexual feita pelo ator Anthony Rapp (“Star Trek: Discovery”). O caso estava sendo julgado em Nova York e chegou a uma conclusão nessa quinta (20/10). O júri responsável pelo caso concluiu que a defesa de Rapp não foi capaz de comprovar as alegações de que Spacey agiu para gratificar seu desejo sexual durante um encontro em uma festa em Manhattan, em 1986, quando Rapp tinha apenas 14 anos e Spacey estava com 26 ou 27 anos. O caso veio à tona em 2017, quando o site BuzzFeed publicou uma entrevista com Rapp, em que ele relatou o ocorrido. Segundo o ator, Spacey estava bêbado e o agarrou no final de uma festa com o elenco de uma peça, colocou-o em cima de uma cama, subiu em cima dele e fez avanços sexuais (tocando as suas nádegas). Rapp processou Spacey por agressão e inflição intencional de sofrimento emocional em novembro de 2020. Durante o julgamento, o juiz Lewis A. Kaplan rejeitou a alegação de sofrimento emocional, mas permitiu que o restante do processo prosseguisse. Anthony Rapp relembrou o ocorrido no tribunal, mas Spacey negou as acusações, dizendo que ele nunca chegou a ficar sozinho com o ator de “Star Trek”. Durante as suas argumentações finais, o advogado de Rapp pediu aos jurados que não levassem em conta a lembrança de Spacey dos eventos. “É inconsistente. Não é digno de sua crença”, disse o advogado, Richard Steigman, citando supostas lacunas na memória de Spacey a respeito do ocorrido. Já a advogada de Spacey, Jennifer Keller, argumentou que a história de Rapp era uma invenção. Ela apresentou várias teorias sobre o motivo de o ator ter mentido, incluindo um desejo de atenção e ciúme em relação ao sucesso de Spacey. “Estamos aqui porque o Sr. Rapp alegou falsamente um abuso que nunca ocorreu em uma festa que nunca foi realizada em um quarto que não existia”, disse ela. “O Sr. Rapp está recebendo mais atenção neste julgamento do que em toda a sua vida de ator”, completou. Keller também pediu aos jurados que ignorassem a política sexual do caso. “Este não é um esporte de equipe em que você está do lado do #MeToo ou do outro lado”, disse Keller. “Vocês estão aqui para julgar os fatos. Aconteceu? Não, não aconteceu.” Após a sentença, a advogada de Spacey disse à imprensa, ao lado do ator, que estava “muito grata ao júri por ter visto essas falsas alegações”. Já Rapp publicou um comunicado no Twitter, afirmando estar “profundamente grato pela oportunidade de ter meu caso ouvido perante um júri”. Ele ainda agradeceu “aos membros do júri por seu serviço”. “Trazer este processo sempre foi uma questão de iluminar, como parte de um movimento maior, o enfrentamento de todas as formas de violência sexual”, acrescentou, prometendo continuar defendendo “um mundo livre de violência sexual de qualquer tipo. ” Richard Steigman, o advogado de Rapp, também emitiu um comunicado, em que pondera: “Anthony disse sua verdade no tribunal. Embora respeitemos o veredicto do júri, nada muda isso”. Embora tenha conquistado uma vitória, Spacey foi acusado por mais de 20 homens de má conduta sexual, um volume tão expressivo que acabou com sua carreira, apesar de ter conquistado dois Oscars, por “Os Suspeitos” (1995) e “Beleza Americana” (1999). Desde a acusação inicial de Rapp em 2017, ele foi retirado da série “House of Cards” (uma vez que os integrantes da equipe fizeram suas próprias denúncias contra ele) e também perdeu o papel no filme “Todo o Dinheiro do Mundo” (2017), tendo sido substituído por Christopher Plummer depois que o filme já estava pronto – as refilmagens ocorrem de forma acelerada para o filme não perder sua data de estreia. O ator já foi condenado a pagar US$ 31 milhões de indenização à produtora MCR pelo cancelamento da série “House of Cards”, com o juiz do caso considerando que seu comportamento foi responsável pela decisão da Netflix de encerrar a série premiada. Mas outras acusações feitas contra ele acabaram não indo adiante por diferentes motivos. Dois acusadores que o processaram morreram antes de seus casos chegarem nos tribunais. O escritor norueguês Ari Behn, ex-marido da princesa da Noruega, cometeu suicídio no Natal de 2019, três meses após um massagista que acusava o ator falecer subitamente. Para completar, Spacey teve outro processo, movido por um rapaz que tinha 18 anos na época do assédio, retirado abruptamente na véspera de ir a julgamento. Graças à falta de condenação, Spacey conseguiu voltar a atuar. Ele participou de um filme italiano, “L’Uomo che Disegnò Diò”, dirigido e estrelado pelo astro Franco Nero, e interpretou um vilão no filme de baixo orçamento “Peter Five Eight”, que foi levado ao Marché du Film, o mercado de negócios do Festival de Cannes, para conseguir distribuidores internacionais. Mas neste ano voltou a sofrer denúncias de abuso sexual na justiça britânica. Ele se declarou inocente em julho, na audiência preliminar do julgamento, que vai acontecer só em 2024. Além de Spacey, o diretor Paul Haggis (“Crash – No Limite”), o produtor Harvey Weinstein (“Os Oito Odiados”) e o ator Danny Masterson (“That ’70s Show”) também estão enfrentando julgamentos criminais por assédio, abuso e violência sexual neste mês de outubro.

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  • Filme

    Allison Janney e Kristen Bell arrasam casamento em trailer de comédia

    20 de outubro de 2022 /

    A Amazon Prime Video divulgou o pôster e o trailer da comédia “Os Odiados do Casamento” (The People We Hate at the Wedding), que traz Allison Janney (“Mom”) e Kristen Bell (“The Good Place”) como mãe e filha. A trama acompanha Alice (Bell) e Paul (Ben Platt, de “Querido Evan Hansen”), dois irmãos que viajam até Londres, acompanhados da mãe (Janney), para participarem do casamento da meia-irmã deles, Eloise (Cynthia Addai-Robinson, de “O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder”). Mas o que deveria ser uma chance para a família se reconectar acaba se transformando em um pesadelo, com direito a brigas, discussões e até prisões. O elenco ainda conta com Dustin Milligan (“Schitt’s Creek”), Isaach De Bankolé (“Godfather of Harlem”), Karan Soni (“Deadpool”), Tony Goldwyn (“Scandal”), Jorma Taccone (“Popstar: Sem Parar, Sem Limites”), Julian Ovenden (“Knightfall: A Guerra do Santo Graal”) e John Macmillan (“Back”). Baseado no livro de Grant Ginder, “Os Odiados do Casamento” foi escrito por Wendy Molyneux e Lizzie Molyneux-Logelin (ambas da animação “The Great North” e do vindouro “Deadpool 3”) e dirigido por Claire Scanlon (“Brooklyn Nine-Nine”). O filme estreia em 18 de novembro na Amazon Prime Video.

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    “Terror em Silent Hill” vai ganhar continuação e série

    20 de outubro de 2022 /

    O filme “Terror em Silent Hill” (2006), baseado na franquia de games “Silent Hill”, vai ganhar uma nova continuação. O anúncio foi feito na noite de quarta (19/10), num evento online organizado pela Konami, desenvolvedora dos games. “Terror em Silent Hill” conta a história de uma mulher que procura pela sua filha adotiva numa cidade estranha e desolada chamada Silent Hill. O filme original foi escrito por Roger Avary (“Pulp Fiction”) e dirigido por Christophe Gans (“A Bela e a Fera”), e chegou a ganhar uma sequência em 2012, “Silent Hill: Revelação”, baseada no terceiro game. Intitulado “Return to Silent Hill”, o novo filme será novamente dirigido por Gans (que também vai escrever o roteiro) e acompanhará um homem que retorna à cidade em busca de sua amada, mas se depara com uma cidade coberta de névoa e habitada por monstros assustadores. Ainda sem previsão de estreia, o filme deve trazer elementos do Mito de Orfeu e mostrar o quão longe uma pessoa pode ir para salvar aqueles que ela ama. Ao mesmo tempo, será baseado no game “Silent Hill 2”, lançado em 2001, e que também vai ganhar um remake para PlayStation 5 e Windows. Em participação no evento online, Gans prometeu uma abordagem fiel ao material original, com o intuito de agradar aos fãs de “Silent Hill”. A produtora Konami ainda aproveitou o evento para anunciar o projeto de uma série interativa chamada “Silent Hill: Ascension”, que possibilitará ao público decidir os rumos da história (como foi feito no episódio “Bandersnatch”, de “Black Mirror”), que contará com produção do cineasta J.J. Abrams (“Star Wars: A Ascensão Skywalker”). E vem aí mais dois novos jogos da franquia. O primeiro, intitulado “Silent Hill F”, será ambientado na década de 1960 no Japão. O game foi escrito por Ryukishi07, do grupo 07th Expansion, que também ficou responsável pelo design dos personagens. Já o segundo, chamado “Silent Hill: Townfall”, será desenvolvido pela No Code e publicado pela Annapurna Interactive (dos jogos “Stray” e “Gorogoa”). De acordo com os desenvolvedores, “Silent Hill: Townfall” vai aproveitar tudo de melhor que foi lançado na franquia, além de introduzir novos elementos ao game. Assista abaixo aos trailers de “Silent Hill F” e “Silent Hill: Townfall”.

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