Richard Belzer, de “Law & Order: SVU”, morre aos 78 anos
O ator e comediante Richard Belzer, conhecido por seu papel como o detetive John Munch nas séries “Homicídio” e “Law & Order: SVU”, morreu nesse domingo (19/2) na sua casa em Bozouls, no sudoeste da França, aos 78 anos. “Ele tinha muitos problemas de saúde, e suas últimas palavras foram ‘F*da-se, filho da p*ta'”, revelou Bill Scheft, um amigo de longa data do ator, ao site The Hollywood Reporter. Richard Jay Belzer nasceu em 4 de agosto de 1944 em Bridgeport, Connecticut. Ele desenvolveu seu gosto por comédia ainda na infância, como forma de proteção contra a mãe abusiva, que costumava bater nele e no seu irmão mais velho, Len. “Ela sempre tinha alguma justificativa para nos bater”, disse ele à revista People em 1993. “Minha cozinha foi o ambiente mais difícil em que já trabalhei. Eu tinha que fazer minha mãe rir ou levava porrada”. Na juventude, Belzer trabalhou em uma série de empregos, como recenseador, trabalhador portuário e vendedor de joias. Ele chegou a perseguir uma carreira no jornalismo e trabalhou por um tempo no jornal The Bridgeport Post. Porém, uma tragédia o fez repensar suas prioridades. Três anos depois que sua mãe, Frances, morreu de câncer de mama, seu pai, Charles, tentou suicídio em 1967. Belzer o encontrou e salvou sua vida, mas um ano depois, seu pai acabou se matando. A morte do pai o atingiu, e ele decidiu que era hora de correr um risco e tentar ganhar a vida com comédia. Seu primeiro trabalho foi na trupe de humor “The Groove Tube”, que eventualmente se transformou em um filme em 1974 – e que também marcou a estreia do comediante Chevy Chase. No ano seguinte, Belzer conseguiu um emprego animando a plateia do programa humorístico “Saturday Night Live”, que está no ar até hoje. Aos poucos, começou a aparecer em filmes como “Fama” (1980), “Autor em Família” (1982), “Scarface” (1983), “A Grande Comédia” (1989), “Fletch Vive” (1989) e “A Fogueira das Vaidades” (1990), além de séries como “A Gata e o Rato” (em 1985), “Miami Vice” (1986) e “The Flash” (1991). Belzer também se arriscou como apresentador do talk show “Hot Properties” da Lifetime, que durou pouco tempo mas rendeu ao menos um momento memorável. Em 1985, seus convidados eram Hulk Hogan e Mr. T, que estavam lá para promover a primeira edição do WrestleMania. Em certo momento, Hogan demonstrou um dos golpes de luta livre em Belzer, colocando-o numa gravata e depois largando-o, inconciente, no chão. Belzer caiu desmaiado e bateu a cabeça, que começou a sangrar. “Ele quase me matou”, disse Belzer numa entrevista em 1990. “Um especialista em medicina esportiva me disse que, se eu tivesse caído alguns centímetros para um lado ou para o outro, poderia ter ficado aleijado para o resto da vida, ou morto”. Ele processou Hogan e Mr. T e outros envolvidos, pedindo US$ 5 milhões em danos, mas recebeu apenas US$ 400 mil. Seu maior sucesso só veio depois disso tudo, ao virar um detetive de polícia na estreia de “Homicídio”, em 1993. Na série, Belzer deu vida a John Munch, um personagem baseado em um detetive real. Ele era um investigador inteligente, diligente e obstinado que acreditava em teorias da conspiração e desconfiava do sistema. Belzer interpretou Munch em todas as sete temporadas da série. E quando “Homicídio” chegou ao fim em 1999, o ator não estava pronto para se despedir do papel. Seu personagem havia aparecido em “Law & Order” em três crossovers, e o ator achou que poderia se encaixar naquela série. “Quando ‘Homicídio’ foi cancelada, eu estava na França com minha esposa e ela disse: ‘Vamos abrir uma garrafa de champanhe e brindar: você fez este personagem por sete anos’”, relembrou Belzer no livro “Law & Order: Special Victims Unit Unofficial Companion” de 2009. “E então eu lembrei que Benjamin Bratt estava saindo de ‘L&O’, e então eu liguei para o meu empresário e disse: ‘Ligue para Dick Wolf [criador da série] – talvez Munch possa se tornar o parceiro de Briscoe’ – porque havíamos trabalhado juntos no crossover. Então ele ligou e Dick disse: ‘Que ideia ótima, mas eu já escolhi Jesse Martin para ser o novo cara’”. Porém, Wolf estava desenvolvendo um spin-off de “Law & Order” que iria se concentrar na Unidade de Vítimas Especiais da polícia de Nova York. E ele queria Munch para essa série. O estilo de Munch funcionou perfeitamente com “Law & Order: SVU” e o ator permaneceu na série por 14 temporadas, até anunciar sua aposentadoria em 2014 – embora ainda tenha feito outra participação alguns anos depois. O personagem de Belzer também apareceu em outras séries, como “Arquivo X”, “The Beat”, “Law & Order: Trial by Jury”, “The Wire”, “Arrested Development”, “30 Rock”, “Unbreakable Kimmy Schmidt” e até “Vila Sésamo”. “Eu nunca pedi a ninguém para estar na série deles. Então é duplamente lisonjeiro para mim me ver retratado em um roteiro e perceber que sou tão reconhecível e adorável como o detetive sarcástico e espertinho”, disse Belzer em uma entrevista de 2008. “Ele é um ótimo personagem para eu interpretar, é divertido para mim. Então, não estou chateado por ser rotulado de forma alguma.” Ao saber da morte do ator, diversos colegas prestaram homenagens nas redes sociais. Dick Wolf escreveu que “o detetive de Richard Belzer, John Munch, é um dos personagens mais icônicos da televisão. Trabalhei pela primeira vez com Richard no crossover ‘Law & Order’/’Homicídio’ e amei tanto o personagem que disse a Tom (Fontana) que queria fazer dele um dos personagens originais de ‘SVU’. O resto é história”. O rapper e ator Ice T, que atuou ao lado de Belzer em “SVU”, também prestou a sua homenagem. “Altos e baixos… Depois de uma das semanas mais incríveis da minha vida. Acordei com a notícia de que perdi meu amigo hoje. Belz se foi.. Droga! Mas lembre-se disso… ‘Quando você estiver se divertindo de verdade e realmente feliz. APROVEITE ao máximo! Porque a dor está inevitavelmente chegando.’ Vou sentir sua falta Homie”. Diversos comediantes, como Billy Crystal, Marc Maron, Patton Oswald, Bill Burr e Natasha Lyonne também prestaram suas homenagens ao ator. Confira abaixo alguns dos principais comentários. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Wolf Entertainment (@wolfentertainment) Highs and Lows… After one of the most amazing weeks of my life. I wake up to the news I lost my friend today. Belz is gone.. Damn it! But remember this..’When you ARE having real fun and are Truly Happy. ENJOY it to the fullest! Cause Pain is inevitably coming.’ I’ll miss you… https://t.co/WmaHvj629b pic.twitter.com/Fca9qiaDLV — ICE T (@FINALLEVEL) February 19, 2023 Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Mariska Hargitay (@therealmariskahargitay) Good bye mon ami. I love you.#TheBelz pic.twitter.com/CPJIyNDxYk — Chris Meloni (@Chris_Meloni) February 19, 2023 Missing Richard Belzer today. Working with him on Homicide to SVU has been a hilarious, surprising and always joyful experience. I'm sure he's giving 'em all a lot of laughs upstairs. 💔💔 — Julie Martin (@JulieMartinNY) February 19, 2023 I'm so sad to hear of Richard Belzer's passing. I loved this guy so much. He was one of my first friends when I got to New York to do SNL. We used to go out to dinner every week at Sheepshead Bay for lobster. One of the funniest people ever. A master at crowd work. RIP dearest. pic.twitter.com/u23co0JPA2 — Laraine Newman (@larainenewman) February 19, 2023 Richard Belzer was simply hilarious. A genius at handling a crowd. So sad he’s passed away. — Billy Crystal (@BillyCrystal) February 19, 2023 Oh man, not another awesome person. I worked with Belzer back in the 90s as an actor and he was such a lovely, funny guy. We laughed the entire time. A huge talent. Thanks for sharing it with all of us, Richard. #RIPBelzer https://t.co/X9fivtaRAO — Paul Feig (@paulfeig) February 19, 2023 Richard Belzer died. He was an original. One of the greats, babe. I loved the guy. RIP — marc maron (@marcmaron) February 19, 2023 Oh man, not another awesome person. I worked with Belzer back in the 90s as an actor and he was such a lovely, funny guy. We laughed the entire time. A huge talent. Thanks for sharing it with all of us, Richard. #RIPBelzer https://t.co/X9fivtaRAO — Paul Feig (@paulfeig) February 19, 2023 Aw goddamit, RIP Richard Belzer. I just always thought he’d be around ‘cause it seemed like he always was. A true original. #TheBelzBabe — Patton Oswalt (@pattonoswalt) February 19, 2023 R.I.P. Richard Belzer. https://t.co/eEEQ9kT2Oq — Bill Burr (@billburr) February 19, 2023 Sleep well, sweet prince. ♥️ Loved #RichardBelzer. Seen here w Lou. pic.twitter.com/ULYgKDVJJi — natasha lyonne (@nlyonne) February 19, 2023
Emma Mackey vai sair de “Sex Education”
A atriz Emma Mackey, a Maeve Wiley de “Sex Education”, vai sair da série após a vindoura 4ª temporada. A informação partiu da própria atriz, quando foi questionada pela revista Radio Times a respeito de uma possível 5ª temporada da série. “5ª temporada? Eu acabei de terminar a 4ª na semana passada!”, disse ela. “Não, eu não acho que estarei na 5ª temporada. Eu me despedi da Maeve”. Ela já havia revelado antes que sua participação na 4ª temporada seria menor. “É um sentimento muito familiar! E é um pouco mais esporádico porque temos mais personagens. Então, eu não estou tão presente”, disse ela antes de filmar a 4ª temporada. “Mas estamos no meio das filmagens agora, e estou animada para voltar. E sim, estou curiosa para saber o que vai acontecer – porque eu também não sei. Estou descobrindo à medida que vamos adiante, então será divertido!” Mackey não é a única estrela de “Sex Education” que vai deixar a série após a 4ª temporada. O ator Ncuti Gatwa também se despediu recentemente do seu personagem, Eric. “Último dia. Última vez. Tchau bubs, obrigado por todas as lições e por toda a força”, compartilhou ele em uma postagem no Instagram. Gatwa será visto em breve como o novo protagonista da longeva série “Doctor Who”. Outros atores que deixaram “Sex Education” foram Rakhee Thakrar, Tanya Reynolds, Patricia Allison e Simone Ashley. A 4ª temporada de “Sex Education” ainda não tem previsão de estreia. As três primeiras temporadas estão disponíveis na Netflix. Emma Mackey, que venceu o BAFTA de “Estrela em Ascensão” no domingo (19/2), será vista em breve no filme “Barbie”, dirigido por Greta Gerwig (“Adoráveis Mulheres”), que chega aos cinemas em julho.
Stella Stevens, atriz de “O Professor Aloprado”, morre aos 84 anos
A atriz Stella Stevens, conhecida por seus papeis em filmes como “Garotas e Mais Garotas” (1962), “O Professor Aloprado” (1963) e “O Destino do Poseidon” (1972), morreu nessa sexta-feira (17/2), após uma longa batalha contra o Mal de Alzheimer. Ela tinha 84 anos. Nascida em 1º de outubro de 1938 em Yazoo City, a loira platinada começou sua carreira no cinema em 1959, fazendo pequenas participações nos filmes “Aventuras de Ferdinando”, “Prece para um Pecador” e “O Anjo Azul”. E começou a ganhar mais atenção ao estampar a revista Playboy em janeiro de 1960. Nos anos seguintes, Stevens se especializou em viver beldades irresistíveis em filmes como “Beco Sem Saída” (1961), sobre dois ladrões que tentam roubar o aeroporto de São Francisco, “Canção da Esperança” (1961), drama dirigido por John Cassavetes, em que sua beleza faz um jazzista trair sua banda e seu próprio comprometimento com a música, e “Garotas e Mais Garotas” (1962), em que interpretou o interesse amoroso de Elvis Presley. Ainda na década de 1960, estrelou “Papai Precisa Casar” (1963), dirigido por Vincente Minnelli, e chamou atenção como a garota que inspira Jerry Lewis a criar a poção de “O Professor Aloprado” (1963), maior sucesso da carreira do comediante, em que ele se transforma em músico galã irresistível, numa sátira ao ex-parceiro Dean Martin. Por coincidência ou não, o filme seguinte de Stevens foi “Como Salvar um Casamento e Arruinar Sua Vida” (1968), ao lado de Dean Martin. Ela trabalhou bastante na TV nos anos 1970, fazendo aparições em séries como “Histórias Fantásticas” (1972), “Mulher-Maravilha” (1975), “The Oregon Trail” (1977) e “Casal 20” (1979). No cinema, participou ainda de “O Destino do Poseidon” (1972), clássico de desastre sobre o naufrágio de um navio de luxo, “No Mundo do Cinema” (1976), darma de Peter Bogdanovich sobre o início do cinema, e “Manitou – O Espírito do Mal” (1978), terror estrelado por Tony Curtis. A atriz arranjou um papel recorrente na novela “Flamingo Road” e passou a trabalhar majoritariamente na TV durante os anos 1980. Mas foi nessa época que ela dirigiu seu único filme, a comédia “The Ranch” (1989). Depois disso, restringiu-se a participar de terrores e thrillers de baixo orçamento como “Ira de Mutantes 2” (1991), “O Aniversário do Demônio” (1993), “Uma Paixão Incontrolável 4” (1995), “Reencarnação” (2004) e “Megaconda” (2010) “Eu fiz o melhor que pude com as ferramentas que tinha e as oportunidades que me foram dadas”, disse ela certa vez. “Eu era uma mãe divorciada com um filho pequeno aos 17 anos. E a Playboy fez tanto mal quanto ajudou. Mas apesar desse começo difícil, eu me saí bem.”
Judi Dench não consegue mais ler roteiros por problema de visão
A veterana atriz Judi Dench (“Belfast”) revelou que sua condição degenerativa dos olhos tem tornado cada vez mais difícil para ela ler roteiros e decorar suas falas. A revelação foi feita durante a participação de Dench no programa “The Graham Norton Show”. “Isso se tornou impossível e, como tenho uma memória fotográfica, preciso encontrar uma máquina que não apenas me ensine minhas falas, mas também me diga onde elas aparecem na página”, disse Dench. “Costumava ser muito fácil para mim aprender e lembrar as falas. Eu poderia fazer toda a peça ‘Noite de Reis’ agora mesmo.” Essa não foi a primeira vez que Dench falou sobre seu problema de visão. Em 2021, durante uma conversa com a Vision Foundation (instituição de caridade em Londres que ajuda pessoas com perda de visão), a atriz revelou que precisava pedir ajuda aos amigos para ler os roteiros em voz alta, para que ela pudesse memorizar suas falas. “Você encontra uma maneira de simplesmente seguir em frente e superar as coisas que considera muito difíceis”, disse Dench na época. “Eu tive que encontrar outra maneira de aprender falas e outras coisas, que foi tendo grandes amigos repetindo tudo de novo e de novo e de novo. Então, tenho que aprender através da repetição e só espero que as pessoas não notem muito se todas as falas estiverem completamente desastrosas!” Apesar da condição degenerativa, Dench conseguiu manter o bom humor. Ela até lembrou de um caso engraçado que aconteceu durante o seu trabalho. “Eu estava fazendo ‘Branagh Theatre Live: The Winter’s Tale’ com Kenneth Branagh há alguns anos, interpretando Paulina, e depois de nos apresentarmos por três semanas ou mais no [teatro] Garrick, ele me disse[..]: ‘Judi, se você dissesse esse discurso cerca de dois metros à sua direita, estaria dizendo para mim e não para a equipe'”, lembrou ela. “Eu dependo das pessoas para me dizerem!” Judi Dench será vista a seguir no drama “Allelujah”, que chega aos cinemas britânicos em 17 de março.
Documentário de Joan Baez destaca parceria com Bob Dylan. Veja a cena
A Submarine Entertainment divulgou uma cena inédita do documentário “Joan Baez: I Am a Noise”, sobre a vida e a obra da icônica cantora folk. O vídeo mostra o início da parceria de Baez com o cantor Bob Dylan. Conforme a cantora explica, no início da década de 1960, ela convidava Dylan para subir ao seu palco, mas o público vaiava, porque não estava interessado em escutar outra voz que não fosse a dela. As reações mudavam assim que Dylan começava a cantar. Pouco tempo depois, os dois iniciaram um relacionamento. Dirigido por Karen O’Connor, Miri Navasky (“Frontline”) e Maeve O’Boyle (“The 8th”), “Joan Baez: I Am a Noise” explora os maiores momentos da carreira de Baez, como ao se apresentar em Woodstock ou ser introduzida ao Hall da Fama do Rock and Roll, sem esconder seus piores momentos, como as ansiedades pessoais e doenças mentais que ela sofreu em segredo. Com acesso exclusivo aos arquivos da família de Baez – contendo centenas de cartas, filmagens caseiras, fotografias de família, esboços e gravações de áudio que Baez fez quando jovem – , as cineastas pintam um retrato verdadeiramente íntimo da famosa cantora e ativista política. “Joan Baez: I Am a Noise” tem première mundial nesta sexta (17/2) no Festival de Berlim, mas ainda não tem previsão de lançamento comercial.
Atriz de “Elite” vai estrelar filme de terror
A atriz Ester Expósito, intérprete de Carla Roson na série “Elite”, vai estrelar o filme espanhol de terror “The Wailing” (“El Llanto”), desenvolvido para a Amazon Prime Video. O filme vai girar em torno de um mal que ninguém pode ver a olho nu, mas que sempre marcou presença. Há 20 anos, esse mal perseguia Camila e Marie. Agora, a 10 mil quilômetros de distância, Andrea começou a ouvir o lamento maligno que indica a chegada do perigo. O elenco ainda conta com Mathilde Ollivier (“1899”), Malena Villa (“O Anjo”) e Àlex Monner (“[REC]³ Gênesis”). “The Wailing” foi escrito por Isabel Peña (“As Bestas”) em parceria com Pedro Martín Calero, que também vai dirigir o filme. Essa será a estreia de Calero no comando de um longa-metragem. Antes disso, ele dirigiu curtas, comerciais e videoclipes, como “Secrets”, de The Weeknd. “Acreditamos que este é um filme inovador verdadeiramente único que trará algo muito novo para o gênero de terror. Martín Calero tem uma maneira inteligente e sofisticada de contar uma história divertida totalmente imbuída no comentário social contemporâneo”, disse Vicente Canales, diretor da produtora Film Factory, que está desenvolvendo o filme. As filmagens de “The Wailing” já começaram, mas o filme ainda não tem previsão de estreia.
As Marvels: Continuação de “Capitã Marvel” tem lançamento adiado
O filme “As Marvels”, continuação de “Capitã Marvel” (2019), teve seu lançamento adiado. Anteriormente planejado para chegar aos cinemas em 28 de julho nos EUA, o filme agora só vai estrear em 10 de novembro. Para reforçar a nova data, a Marvel divulgou o primeiro pôster do longa, que pode ser visto abaixo. A mudança é significativa, porque o mês de julho é um dos mais disputados entre os estúdios, por ser a época do verão nos EUA, quando as escolas estão de férias e o público frequenta mais as salas de cinema. Os estúdios tendem a lançar nessa época os filmes com maiores chances de sucesso. Ao retirar a produção dessa data, a Marvel pode ter dado um indicativo a respeito da qualidade do filme. Vale destacar que essas mudanças ocorreram depois que o CEO da Disney, Bob Iger, indicou que a empresa se concentrará em uma melhor curadoria de marcas como Marvel, Star Wars e Pixar, além de controlar melhor os custos. “As Marvels” foi escrito por Megan McDonnell (da equipe de “WandaVision”) e dirigido por Nia DaCosta (“A Lenda de Candyman”). Além do retorno de Brie Larson como Carol Danvers/Capitã Marvel e Samuel L. Jackson como Nick Fury, a continuação de “Capitã Marvel” também traz Teyonah Parris, a Monica Rambeau de “WandaVision”, e Iman Vellani como Kamala Khan/Ms. Marvel. Anteriormente, a atriz Brie Larson havia declarado que o roteiro do filme era ousado. “Posso dizer que, quando eu li o roteiro pela primeira vez, não conseguia acreditar no que estava lendo. Fiquei tipo: ‘Isto é insano'”, disse ela, numa entrevista ao site Uproxx. “Eles [a Marvel] continuam a fazer aquilo que você nunca achou que seria possível nesses filmes. E eles não estão com medo de chegar lá. Então, eu estou super empolgada com o que fizemos”. Com a saída de “As Marvels” do “horário nobre”, a data de 28 de julho será preenchida com o lançamento da nova versão de “Mansão Mal-Assombrada”, que teve seu lançamento adiantado em duas semanas. Baseado em uma famosa atração dos parques da Disney, o filme tem direção de Justin Simien (“Dear White People”) e é estrelado por Rosario Dawson (“Dopesick”), LaKeith Stanfield (“Atlanta”), Tiffany Haddish (“Depois da Festa”), Owen Wilson (“Loki”), Dany DeVito (“It’s Always Sunny in Philadelphia”), Jared Leto (“Morbius”) e Jamie Lee Curtis (“Halloween Ends”).
Rami Malek será agente da CIA em thriller de espionagem
O ator Rami Malek (“Bohemian Rhapsody”) vai estrelar o thriller de espionagem “Amateur”, que vai marcar a estreia no cinema do diretor televisivo James Hawes (“Slow Horses”). Escrito por Gary Spinelli (“Feito na América”), o filme vai contar a história de um criptógrafo da CIA que, depois que sua esposa foi tragicamente morta em um ataque terrorista em Londres, exige que seus chefes persigam as pessoas responsáveis. Porém, uma vez que fica claro que os seus chefes não agirão devido a prioridades internas conflitantes, ele chantageia a agência para treiná-lo e deixá-lo ir atrás dos terroristas sozinho. Além de estrelar, Malek também vai produzir o filme, que está sendo desenvolvido para o 20th Century Studios, da Disney. Ainda não há previsão de estreia. Rami Malek será visto a seguir no drama biográfico “Oppenheimer”, dirigido por Christopher Nolan (“Tenet”), que chega aos cinemas brasileiros em 20 de julho. Ele também está envolvido numa minissérie sobre a vida do ícone do cinema mudo Buster Keaton, mas este projeto ainda não tem previsão de lançamento.
Lucky Hank: Nova série do astro de “Better Call Saul” ganha primeiro trailer
O canal pago americano AMC divulgou o teaser, o trailer e o pôster de “Lucky Hank”, nova série estrelada por Bob Odenkirk (“Better Call Saul”). A prévia destaca o descontentamento do personagem de Odenkirk, um professor universitório que enfrenta uma crise da meia-idade, à medida que se aproxima rapidamente de um colapso emocional. Na trama, Odenkirk vive William Henry “Hank” Devereaux Jr., o improvável e relutante diretor do departamento de inglês de uma faculdade subfinanciada no interior da Pensilvânia. Seu descontentamento está enraizado em questões não resolvidas com seu pai, com um corpo estudantil medíocre e autoritário, e com o fato de que seu departamento é mais selvagemente dividido do que a ex-Iuguslávia. Sua esposa, Lily Devereaux (Mireille Enos, da série “The Killing”), é a vice-diretora da escola secundária local na zona rural da Pensilvânia, onde eles moram. À medida que a vida de Hank começa a desmoronar, Lily questiona o caminho em que está e as escolhas que fez. Ela começa a explorar outras oportunidades para si mesma enquanto faz o possível para manter Hank e sua filha (Olivia Scott Welch, da trilogia “Rua do Medo”) no caminho certo. A trama é baseada no romance homônimo de Richard Russo (roteirista dos filmes “A Sangue Frio” e “De Bico Calado”), e é produzida pelos produtores-roteiristas Aaron Zelman (“The Killing”) e Paul Lieberstein (“The Office”). Além disso, os episódios contarão com direção de Peter Farrelly, vencedor do Oscar de Melhor Filme por “Green Book – O Guia” (2018). O elenco ainda conta com Oscar Nunez (“The Office”), Tom Bower (“Senior Love Triangle”), Kyle Maclachlan (“Twin Peaks”), Chris Diamantopoulos (“Silicon Valley”), Diedrich Bader (“Better Things”), Suzanne Cryer (“Silicon Valley”), Cedric Yarbrough (“Reno 911!”), Alvina August (“Nancy Drew”), Jackson Kelly (“V/H/S/99”) e Arthur Keng (“O Beijo do Destino”). “Lucky Hank” estreia em 19 de março.
“Starsky & Hutch” vai ganhar remake estrelado por mulheres
O canal americano Fox está desenvolvendo um remake da série clássica “Starsky e Hutch – Justiça em Dobro”. Segundo o site The Hollywood Reporter, a nova versão será estrelada por duas mulheres. A série original de “Starsky e Hutch – Justiça em Dobro” durou quatro temporadas, exibidas entre 1975 a 1979, e foi estrelada por David Soul, como Kenneth “Hutch” Hutchinson, e Paul Michael Glaser, no papel de Dave Starsky. Durante sua exibição, também ficou conhecida como a série mais violenta da TV. O remake de “Starsky & Hutch” vai acompanhar as detetives Sasha Starsky e Nicole Hutchinson, que resolvem crimes na cidade de Desert City enquanto tentam descobrir quem mandou seus pais para a prisão há 15 anos por um crime que eles não cometeram. O presidente de entretenimento da Fox, Michael Thorn, afirmou que vai ler ao menos dois roteiros da série, escritos pelas roteiristas/showrunners Sam Sklaver (“Filho Pródigo”) e Elizabeth Peterson (“The Resident”), antes de tomar uma decisão sobre o prosseguimento da atração. Caso vá adiante, essa não será a primeira vez que “Starsky e Hutch” ganha uma nova versão. A série também rendeu uma comédia nos cinemas em 2004, estrelada por Ben Stiller e Owen Wilson, e que ainda contou com participação de Snoop Dogg e figurações dos protagonistas originais. A nova versão de “Starsky & Hutch” ainda não tem previsão de estreia. Confira abaixo a abertura clássica da série original.
Série baseada no clássico “Grandes Esperanças” ganha trailer
O canal pago americano FX divulgou o primeiro trailer e o pôster de “Great Expectations”, série baseada no clássico da literatura “Grandes Esperanças”, de Charles Dickens. A prévia destaca uma mudança feita pela série em relação ao livro: o fato de trazer atores e atrizes negros interpretando personagens descritos como brancos no livro original. Com isso, a atração segue o caminho de “Bridgerton” em sua proposta mais inclusiva. O livro de Dickens narra a história de amadurecimento de um órfão chamado Pip a quem foi concedida uma fortuna a fim de ele se tornar um cavalheiro. O elenco é formado por Fionn Whitehead (“Dunkirk”), Olivia Colman (“A Favorita”), Matt Berry (“O Que Fazemos nas Sombras”), Shalom Brune-Franklin (“The Tourist”) e Ashley Thomas (“Eles”). “Great Expectations” foi criada por Steven Knight (“Peaky Blinders”), e a produção ficou por conta do ator Tom Hardy (“Venom: Tempo de Carnificina”) e do cineasta Ridley Scott (“Casa Gucci”). A série estreia em 26 de março, no canal FX e na plataforma de streaming Hulu.
Continuação de “Eu Sou a Lenda” vai se basear em final alternativo do filme
A vindoura continuação da sci-fi “Eu Sou a Lenda” (2007) vai se basear em um final alternativo do filme, que mostra o protagonista (vivido por Will Smith) sobrevivendo aos ataques das criaturas sobrenaturais. A revelação foi feita pelo roteirista do filme, Akiva Goldsman, em entrevista ao site Deadline. O primeiro filme foi uma adaptação do clássico romance distópico homônimo de Richard Matheson, publicado em 1954 e que já tinha rendido dois filmes antes, “Mortos que Matam” (1974) com Vincent Price e “A Última Esperança da Terra” (1971) com Charlton Heston. A versão estrelada por Smith foi a mais bem-sucedida de todas, arrecadando US$ 585 milhões. “Nós retornamos ao livro original de [Richard] Matheson e ao final alternativo em oposição ao final lançado no filme original”, explicou Goldsman. “O que Matheson estava falando era que o tempo do homem no planeta como espécie dominante havia chegado ao fim. Isso é uma coisa realmente interessante que vamos explorar. Haverá um pouco mais de fidelidade ao texto original.” Além de trazer Will Smith de volta, o novo “Eu Sou a Lenda” também vai contar com uma adição de peso ao elenco. O ator Michael B. Jordan (“Pantera Negra”) vai co-estrelar e produzir o lançamento. “O filme vai começar algumas décadas depois do primeiro”, explicou Goldsman. “Estou obcecado por ‘The Last of Us’, em que vemos o mundo no pós-apocalipse, após um lapso de 20 a 30 anos. Você vê como a terra reclama o mundo, e há algo bonito na questão de, à medida que o homem deixa de ser o inquilino principal, o que acontece? Isso será especialmente visual em Nova York. Não sei se eles vão subir até o Empire State Building, mas as possibilidades são infinitas.” A continuação de “Eu Sou a Lenda” ainda não tem previsão de estreia. Confira abaixo o final alternativo do filme.
Filme sobre criação do jogo “Tetris” ganha primeiro trailer
A plataforma de streaming Apple TV+ divulgou o primeiro trailer de “Tetris”, filme que vai mostrar a origem do famoso jogo homônimo. Embalada pela canção “The Final Countdown”, da banda Europe, a prévia detalha as perseguições e conspirações políticas envolvidas na exportação do jogo “Tetris” da União Soviética para os EUA em plena Guerra Fria. Escrito por Noah Pink (criador da série “Genious”), o filme conta a história real de Henk Rogers (Taron Egerton, de “Rocketman”), o sujeito responsável por colocar o “Tetris” dentro do console Game Boy e transformar os dois em fenômenos de vendas. Na trama, Rogers se envolve em negociações com oficiais da União Soviética e várias batalhas legais enquanto tenta trazer o criador do jogo, Alexey Pajitnov (Nikita Efremov, de “Syostry”), para os Estados Unidos. O elenco ainda conta com Toby Jones (“O Pálido Olho Azul”), Roger Allam (“Endeavour”), Anthony Boyle (“The Plot Against America”), Togo Igawa (“Invasão”), Ken Yamamura (“Pássaro do Oriente”), Ben Miles (“The Crown”) e Matthew Marsh (“Knightfall: A Guerra do Santo Graal”). Dirigido por Jon S. Baird (“Stan & Ollie”), “Tetris” fará sua première no Festival SXSW em 15 de março, antes de chegar à Apple TV+ em 31 de março.












