Chaim Topol, ator de “Um Violinista no Telhado”, morre aos 87 anos
O ator israelense Chaim Topol, conhecido por seu trabalho no drama “Um Violinista no Telhado” (1971), morreu na quarta-feira (8/3) na sua casa em Israel, após lutar durante um tempo contra o Alzheimer. Ele tinha 87 anos. Topol também é lembrado por ter interpretado o cientista louco Hans Zarkov no filme “Flash Gordon” (1980) e o contrabandista Milos Columbo no filme “007 – Somente Para Seus Olhos” (1981). Nascido em 9 de setembro de 1935 em Tel Aviv, ele demonstrou interesse em atuar desde criança. Mas só conseguiu perseguir esse sonho após seu alistamento obrigatório nas Forças de Defesa de Israel. Uma vez finalizado o serviço militar, que fez com que ele participasse da Guerra de Suez, Topol começou a atuar em teatros locais. Sua estreia nas telas aconteceu na década de 1960, quando começou a fazer pequenas participações em produções israelenses. O primeiro papel em um filme americano foi em “À Sombra de um Gigante” (1965), estrelado por Kirk Douglas. Nos anos seguintes, ele apareceu nos filmes “Ervinka” (1967), “Antes do Inverno Chegar” (1968) e “Um Homem com Muito Açúcar” (1971) . Sem abandonar o teatro, em 1966 Topol estrelou uma adaptação israelense da peça “Um Violinista no Telhado”, em que interpretou o leiteiro Tevye. A peça se passa na Rússia pré-revolucionária e acompanha um camponês judeu que tenta fazer com que três de suas filhas se casem, ao mesmo tempo que o sentimento antissemita crescente ameaça sua aldeia. O sucesso foi tamanho que Topol foi convidado para estrelar a peça na região londrina de West End. Ele fez mais de 400 apresentações. E quando chegou a hora de adaptar a história para o cinema, o diretor Norman Jewison não pensou duas vezes antes de chamar Topol como ser o protagonista. O papel lhe rendeu um Globo de Ouro e uma indicação ao Oscar. Após o sucesso de “Um Violinista no Telhado”, Topol participou dos filmes “De Olho na Esposa” (1972), ao lado de Mia Farrow, “Talento Por Amor” (1973), de Richard Quine, e interpretou o personagem-título na cinebiografia “Galileu” (1975). Porém, seus papéis de maior destaque nessa época foram como o cientista que vai parar no Planeta Mongo com o herói de “Flash Gordon” (1980) e o vilão de “007 – Somente Para Seus Olhos” (1981). Mas depois ele passou a se dedicar mais à televisão, aparecendo em séries como “Sangue, Suor e Lágrimas” (em 1983), “Queenie” (1987), “Tales of the Unexpected” (1988), “War and Remembrance” (1988-1989) e “SeaQuest” (1993). Seus últimos créditos nas telas foram no filme “Amor e Dor” e no curta “Time Elevator”, ambos lançados em 1998. Além disso, ele voltou a interpretar Tevye inúmeras vezes ao longo dos anos, sendo estimado que ele deu vida ao personagem mais de 3 mil vezes. Ao anunciar a notícia da morte do ator, o presidente de Israel, Isaac Herzog, disse que Topol era um “ator talentoso que conquistou muitos palcos em Israel e no exterior, encheu as telas do cinema com sua presença e especialmente entrou profundamente em nossos corações”.
Anitta entra no elenco da 7ª temporada de “Elite”
A cantora brasileira Anitta entrou no elenco da série espanhola “Elite”. De acordo com um anúncio feito pela Netflix, a cantora fará uma participação na vindoura 7ª temporada da atração. Não foi detalhado o papel que será desempenhado por Anitta na série, nem em quantos episódios ela vai aparecer. A própria Anitta compartilhou a novidade no seu Instagram, sem dar mais informações. Um detalhe curioso é que anteriormente foi apontado que a cantora estava vivendo um affair com o ator André Lamoglia, que integra o elenco da série. Além de Lamoglia, o elenco da nova temporada vai contar com os retornos de Valentina Zenere, Álvaro de Juana, Carmen Arrufat, Álex Pastrana, Ana Bokesa, Ander Puig, Nadia Al Saidi e Omar Ayuso. E as novas adições ao elenco ainda incluem Mirela Balić (“Código: Imperador”), Fernando Lindez (“SKAM”), Iván Mendes (“O Caderno de Sara”), Alejandro Albarracín (“O Inocente”), Maribel Verdú (“O Labirinto do Fauno”) e Leonardo Sbaraglia (“Dor e Glória”). “Elite” foi criada por Carlos Montero (“Apaixonados Outra Vez”) e Jaime Vaca (“Uma Visão Diferente”). A 7ª temporada já está em produção, mas ainda não tem previsão de estreia. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Élite (@elitenetflix)
Final de “Os Winchesters” traz novo desfecho para “Supernatural”
A série “Os Winchesters”, spin-off de “Supernatural”, exibiu o último episódio da sua 1ª temporada nessa terça-feira (7/3) no canal americano The CW, oferecendo uma visão radicalmente diferente dos eventos mostrados na série original sobre o futuro do casal Mary (Meg Donnelly) e John Winchester (Drake Rodger) e o destino de seus filhos Sam e Dean. No episódio, intitulado “Hey, That’s No Way to Say Goodbye” (spoilers!), Mary e John se encontram com a versão adulta de Dean (Jensen Ackles) num crossover entre as duas séries. A trama explicou que, depois de morrer e ir para o céu no final de “Supernatural”, Dean descobriu sobre os Akrida e seu plano para exterminar a humanidade. Para manter os Akrida longe da Terra, onde Sam (Jared Padalecki) ainda vivia o restante de sua vida, Dean se deparou com o multiverso e percebeu que havia uma chance de proteger seus pais – ou essas versões alternativas dos seus pais – e lhes dar uma chance de terem uma vida feliz juntos. Para isso, Dean se apresentou como um caçador chamado James Hetfield (vocalista do Metallica), deu a John (Drake Rodger) seu próprio diário de caçador, as chaves do QG dos Homens das Letras e alertou Mary (Meg Donnelly) sobre o demônio dos Olhos Amarelos (que a mata na série original), dando-lhe a arma capaz de matá-lo, antes de desaparecer ao lado de Bobby (Jim Beaver), Jack (Alexander Calvert) e Baby (o carro que ele usava na série). A ironia é que esse diário é o mesmo que Dean acaba herdando, anos depois, para guiá-lo após o falecimento dos pais na série original. Com as informações de Dean, os Winchesters ficaram preparados e aptos a traçar um novo caminho. E, desta forma, a série apresenta um novo desfecho, praticamente um epílogo para a saga mostrada em “Supernatural”. “Todos nós, tendo assistido ‘Supernatural’ e alguns tendo vivido isso por 15 anos, sabíamos que [as versões jovens de John e Mary] não se alinhavam muito com o que tinha acontecido”, disse o showrunner da série, Robbie Thompson, ao site TV Guide. “Não queríamos fazer nada que atentasse contra o passado, presente ou futuro de ‘Supernatural'”. A alternativa encontrada foi explorar a origem de “Supernatural”, a ideia de que “os pecados do pai e da mãe voltariam para assombrar as crianças”. E por mais que o episódio pareça ter encerrado a participação de Jensen Ackles, Thompson admite que “o multiverso sempre precisa de um Dean Winchester”. “Como estabelecemos que existe um multiverso, sempre teremos acesso a essas pessoas”, explicou ele. “Portanto, nunca vou dizer não a Dean ou a qualquer outro Winchester, mas este é o primeiro capítulo da história, e estamos virando uma página e, com sucesso, na 2ª temporada, veremos como essas crianças se comportam sozinhas”. “Os Winchesters”, que ainda não foi renovada para a 2ª temporada, é disponibilizado no Brasil pela plataforma de streaming HBO Max.
Michelle Yeoh comete infração que pode custar indicação ao Oscar
A atriz Michelle Yeoh, favorita ao Oscar de Melhor Atriz por “Tudo Em Todo Lugar ao Mesmo Tempo”, cometeu uma infração contra as regras da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas ao compartilhar um artigo contra sua colega Cate Blanchett, indicada ao mesmo prêmio por sua atuação em “Tár”. Yeoh publicou nas suas redes sociais um texto da Vogue que questionava se Blanchett precisava de outro Oscar, sendo que ela já tem dois. A publicação também defendia que, caso Yeoh vença o Oscar, isso seria uma “mudança de vida” para a atriz. “Detratores diriam que o desempenho de Blanchett é mais forte – a veterana atriz é, indiscutivelmente, incrível como a prolífica regente Lydia Tár -, mas deve-se notar que ela já tem dois Oscars”, diz o artigo da Vogue compartilhado por Yeoh. “Um terceiro confirmaria talvez seu status como um titã da indústria, mas, considerando seu corpo de trabalho expansivo e incomparável, ainda precisamos de mais confirmação?” A matéria em questão tem o título de “Já se passaram mais de duas décadas desde que tivemos uma vencedora não branca de melhor atriz. Isso mudará em 2023?”. O texto ainda afirma que se Yeoh vencesse o Oscar, “seu nome seria para sempre precedido pela frase ‘vencedora do Oscar’, e isso deveria resultar em papéis mais substanciais, depois de uma década de uso criminosamente inadequado em Hollywood”. Yeoh acabou deletando a sua publicação, feita horas antes do fechamento das votações da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas. Porém, ao ter compartilhado a publicação da Vogue, a atriz corre o risco de ter violado a regra “Referências a Outros Indicados”. De acordo com as regras da academia, publicações em redes sociais de pessoas associadas a um filme elegível que joguem uma “luz negativa ou depreciativa em um filme ou candidato concorrente não serão toleradas”. “Qualquer tática que singularize ‘a competição’ pelo nome ou título é expressamente proibida”, afirma outra norma da votação. Em casos como este, a penalidade pode incluir a exclusão do(a) candidato(a) da categoria em que foi indicado(a). Porém, não está claro se o ato de compartilhar uma notícia feita por um veículo jornalístico constitui uma violação. O ato de Yeoh está sendo comparado à polêmica envolvendo Andrea Riseborough, indicada ao mesmo prêmio por “To Leslie”, cuja indicação precisou passar por uma investigação da Academia com intuito de determinar se não houve nenhuma violação das regras. Uma das táticas usadas pela equipe de marketing foi fazer postagens na conta oficial do filme no Instagram que também faziam referência a Blanchett. A Academia determinou que a atividade não atingiu o nível de rescisão da indicação da atriz. Ainda assim, o CEO da Academia, Bill Kramer, compartilhou em um comunicado afirmando que as táticas de mídia social “causaram preocupação”. Portanto, se a indicação de Riseborough foi mantida mesmo após as polêmicas, é provável que Yeoh também mantenha a sua. A 95ª cerimônia do Oscar acontece já no domingo, dia 12 de março, em Los Angeles, com apresentação do humorista Jimmy Kimmel. A transmissão no Brasil vai acontecer pelo canal pago TNT e pela plataforma HBO Max.
Daniel Brühl será o estilista Karl Lagerfeld em série da Disney
O ator Daniel Brühl (“Nada de Novo no Front”) vai interpretar o estilista Karl Lagerfeld em “Kaiser Karl”, série europeia desenvolvida para o streaming da Disney. A série de seis episódios vai narrar a ascensão de Karl Lagerfeld no mundo da alta moda parisiense dos anos 1970, começando em 1972, quando Lagerfeld (então com 38 anos) aspirava se tornar o estilista francês mais famoso do mundo, em um época em que Yves Saint Laurent (Arnaud Valois, de “120 Batimentos por Minuto”) reinava supremo. Lagerfeld acabou se tornando o designer-chefe e diretor criativo da Chanel, Fendi e da sua própria marca. A série também vai explorar a rivalidade entre ele e o parceiro de Yves Saint Laurent, Pierre Berge (Alex Lutz, de “Guy”), bem como sua história de amor com Jacques de Bascher (Théodore Pellerin, de “Tem Alguém na sua Casa”). O elenco ainda vai contar com Agnès Jaoui (“Boas Intenções”) como Gaby Aghion, fundadora da marca Chloé, que ajudou a elevar Lagerfeld, Sunnyi Melles (“Triângulo da Tristeza”) no papel da atriz Marlene Dietrich, Jeanne Damas (“Sincerity”) interpretando Paloma Picasso, Paul Spera (“Marie Antoinette”) como Andy Warhol, e a cantora Claire Laffut no papel da designer Loulou de la Falaise. “Kaiser Karl” foi criada por Isaure Pisani-Ferry (“Submundo do Crime”), Jennifer Have (“Os Pequenos Crimes de Agatha Christie”) e Raphaëlle Bacqué (“A Número Um”), autora do livro que será usado como base da trama. A atração, que já começou a ser rodada, conta com a direção de Jérôme Salle (“Kompromat: O Dossiê Russo”) e Audrey Estrougo (“A Condenada”). Ainda não há previsão de estreia, que no Brasil deve acontecer na plataforma Star+. Esse não é o único projeto sobre Karl Lagerfeld em desenvolvimento. Recentemente foi anunciado que o ator Jared Leto (“Esquadrão Suicida”) interpretará o famoso estilista em uma cinebiografia. Daniel Brühl será visto a seguir em “The Collaboration”, sobre a amizade entre Andy Warhol e Jean-Michel Basquiat. O filme ainda não tem data de lançamento definida.
Julianne Moore e Sydney Sweeney serão mãe e filha em filme da Apple TV+
As atrizes Julianne Moore (“Sharper – Uma Vida de Trapaças”) e Sydney Sweeney (“Euphoria”) vão estrelar o filme “Echo Valley”, projeto da plataforma de streaming Apple TV+ produzido pelo cineasta Ridley Scott (“Casa Gucci”). “Echo Valley” foi escrito por Brad Ingelsby (criador da série “Mare of Easttown”) e vai acompanhar Kate Garrett (Moore), uma mulher que sofreu uma tragédia pessoal e passa seus dias treinando cavalos na fazenda isolada e pitoresca de Echo Valley. Certa noite, sua filha rebelde Claire (Sweeney) chega na fazenda assustada, tremendo e coberta do sangue de outra pessoa. A partir daí, o filme vai mostrar até onde uma mãe consegue ir para salvar sua filha. Dirigido por Michael Pearce (“Encounter”), “Echo Valley” começa a ser rodado na metade do ano, mas ainda não tem previsão de estreia. O projeto marcará a mais nova parceria de Julianne Moore com a Apple TV+ após ter estrelado a minissérie “Lisey’s Story” (2021) e o suspense “Sharper – Uma Vida de Trapaças” (2023). A atriz será vista a seguir no drama “May December”, dirigido por Todd Haynes (“Carol”), que não tem data de lançamento. Sydney Sweeney, por sua vez, estará no filme da “Madame Teia”, spin-off do “Homem-Aranha”, que chega aos cinemas em fevereiro de 2024, além de estrelar a 3ª temporada de “Euphoria”, ainda sem previsão de estreia na HBO. Por fim, Ridley Scott está trabalhando na pós-produção do épico “Napoleon”, estrelado por Joaquin Phoenix (“Coringa”) e também desenvolvido pela Apple TV+.
Minissérie “Belgravia” vai ganhar continuação
A plataforma de streaming MGM+ encomendou uma continuação da minissérie “Belgravia”, produção baseada no livro de Julian Fellowes, mesmo autor de “Downton Abbey”. A continuação vai se chamar “Belgravia: The Next Chapter” e já definiu seu elenco. A série original foi ambientada no começo do século 19, quando a aristocracia inglesa começa a conviver com os empresários industriais emergentes. A trama começava durante a Batalha de Waterloo, em junho de 1815, no lendário baile oferecido em Bruxelas pela duquesa de Richmond em homenagem ao duque de Wellington. Pouco antes de uma da manhã, os convidados são surpreendidos pela notícia de que Napoleão invadiu o país e o duque de Wellington precisa partir imediatamente com suas tropas, com muitos oficiais ainda vestidos com os uniformes de gala. Passados 25 anos, as consequências daquele terrível episódio ainda são marcantes e ficarão cada vez mais enredadas em uma teia de fofocas e intrigas que fervilham no interior das mansões da Belgrave Square. Já “Belgravia: The Next Chapter” vai se passar em 1871, três décadas após os eventos retratados na série anterior e vai contar a história de amor de Frederick Trenchard (Ben Wainwright, do curta “Volkov”), que cresceu como o terceiro Lorde Trenchard, e seu novo interesse amoroso, Clara Dunn (Harriet Slater, de “Pennyworth”), uma recém-chegada à sociedade londrina. Sem saber que seu nascimento foi produto de um caso entre sua mãe Susan e o canalha John Bellasis, uma infância conturbada deixou Frederick profundamente inseguro, o que desafia seu namoro e casamento com Clara. O elenco ainda contará com Edward Bluemel (“A Descoberta das Bruxas”), Claude Perron (“Bigbug”), Elaine Cassidy (“No Offence”), Toby Regbo (“A Descoberta das Bruxas”), Hannah Onslow (“Império da Luz”), Sophie Thompson (“Detectoristas”) e Sophie Winkleman (“Two and a Half Men”). “Belgravia: The Next Chapter” foi escrita pela dramaturga e roteirista Helen Edmundson (“Maria Madalena”) e já começou a ser gravada. A estreia deve acontecer no final do ano. Confira abaixo o trailer da série original.
Ed Fury, que estrelou a franquia “Ursus”, morre aos 94 anos
O ex-ator e fisiculturista Ed Fury, conhecido por interpretar o personagem-título na franquia italiana “Ursus”, morreu aos 94 anos. Sua morte aconteceu no dia 24 de fevereiro, mas só foi anunciada agora por familiares e amigos. A causa da morte não foi divulgada. Além do trabalho como ator, Fury também teve uma carreira consagrada como fisiculturista. Ele foi vencedor do concurso Mr. Muscle Beach de 1951, o que acabou impulsionando sua carreira cinematográfica. Edmund Holovchik (seu verdadeiro nome) nasceu em 6 de junho de 1928, em Nova York. Ele começou a levantar pesos quando ainda estava no ensino médio. Após se mudar para a Califórnia no final dos anos 1940, Holovchik começou a modelar para estúdios de físico como Athletic Model Guild e Bruce of LA. Nessa época, ele apareceu em capas das revistas e fez pequenas participações no cinema. Em 1953, Fury já era um dos fisiculturistas mais procurados por Hollywood. Toda vez que uma produção precisava de um sujeito musculoso, o seu nome era o primeiro da lista. Ele fez participações não creditadas em filmes como “Abbott e Costello no Planeta Marte”, “Salve a Campeã”, “Os Homens Preferem as Louras” e “Geleiras do Inferno”, todos lançados em 1953. Fury continuou fazendo pequenas participações ao longo da década de 1950 – foi até gladiador em “Demétrius e os Gladiadores” (1954) – , até chamar atenção da Cinecittà e fazer seu primeiro papel de destaque na produção italiana “Colossus and the Amazon Queen” (1960), estrelada por Rod Taylor. O filme apresentou uma abordagem cômica do subgênero conhecido como “espada e sandália”. No ano seguinte, ele começou a interpretar seu papel mais conhecido, como o personagem-título na aventura de fantasia italiana “Ursus”. O filme chegou a ser exibido na TV americana com o título de “Ursus, Filho de Hércules”, embora o personagem não tivesse relação com Hércules. Fury reprisou o papel nas continuações “Ursus no Vale dos Leões” (1961) e “Ursus na Terra do Fogo” (1963). No intervalo entre um filme e outro, ainda estrelou outras duas produções italianas do gênero: “Os 7 Desafios” (1961) e “Maciste Contra os Mouros” (1962). Após encerrar a franquia “Ursus”, Fury voltou para o EUA, onde passou a fazer diversas participações em séries de TV como “A Ilha dos Birutas” (em 1965), “Jornada nas Estrelas” (1968), “Missão Impossível” (1968), “Columbo” (1973-1974), “Shazam!” (1976) e “Ilha da Fantasia” (1979). Ele se aposentou da atuação no final dos anos 1970 e só retornou às telas uma última vez para fazer uma participação na comédia “Dinosaur Valley Girls” (1996), em que interpretou um personagem chamado Ur-So, numa clara homenagem ao seu papel de maior sucesso.
Sharon Stone diz que “Instinto Selvagem” custou guarda do filho
A atriz Sharon Stone (“Ratched”) revelou que o papel interpretado por ela no thriller sexual “Instinto Selvagem” (1992) teve consequências graves na sua vida. Em entrevista ao podcast “Table for Two With Bruce Bozzi”, a atriz disse que o papel fez com que ela perdesse a custódia do seu filho. “Eu perdi a custódia do meu filho”, contou Stone. “Quando o juiz perguntou ao meu filho, meu pequeno menino, ‘Você sabe que sua mãe faz filmes de sexo?’, foi um tipo de abuso pelo sistema, que considerava o tipo de mãe que eu era porque eu fiz aquele filme.” Além de conter diversas cenas de situações sexais, o filme é lembrado até hoje por causa de uma cena em que a personagem de Stone cruza e descruza as pernas durante um interrogatório, revelando que ela estava sem calcinha. A atriz também contou que a perda da guarda do filho lhe afetou tanto na época que ela precisou ser levada para o hospital. E, conforme ela mesma aponta, as cenas que foram consideradas chocantes na época, hoje em dia são comuns. “As pessoas estão andando por aí sem roupas na TV aberta agora, e você viu talvez um 16º de segundo de uma possível nudez minha, e eu perdi a custódia do meu filho”, disse ela. Esta não é a primeira vez que Stone fala sobre como a mudança de perspectiva em relação ao que foi mostrado no filme e o que é visto hoje em dia. “Agora as pessoas andam mostrando seus pênis na Netflix, mas, nos velhos tempos, o que estávamos fazendo era muito novo”, disse ela, em 2021, à revista The New Yorker. “Este foi um longa-metragem para um grande estúdio, e tínhamos nudez, sexo, homossexualidade, todas essas coisas que, na minha era, estavam quebrando normas”. Apesar das polêmicas e de todas as críticas que recebeu, “Instinto Selvagem” foi um enorme sucesso, rendendo mais de US$ 350 milhões nas bilheterias. Confira o trailer abaixo.
Jonathan Majors vai estrelar produção de Will Smith, com provável direção de Spike Lee
O ator Jonathan Majors, em alta após estrelar os sucessos “Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania” e “Creed III”, vai estrelar e produzir o filme “Da Understudy”, um projeto da produtora do astro Will Smith (“Bad Boys para Sempre”), que deve ser dirigido por Spike Lee (“Infiltrado na Klan”). Lee ainda está negociando a direção do filme. Caso as negociações se concretizem, o projeto vai marcar seu reencontro com Majors, após terem trabalhado juntos em “Destacamento Blood” (2020). Escrito pelo trio Tom Hanada (“Motherland: Fort Salem”), Zach Strauss (“NCIS: Nova Orleans”) e Tyler Cole (“Deacon”), o filme vai contar a história de um ator da Broadway que encontra um papel que ele está disposto a matar para conseguir. “Da Understudy” está sendo desenvolvido pela produtora de Smith, Westbrook, para a Amazon e ainda não tem previsão de estreia. Além de estar em cartaz atualmente com “Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania” e “Creed III”, Jonathan Majors está envolvido em diversos projetos da Marvel, como “Vingadores: Dinastia Kang”, que chega aos cinemas em maio de 2025. Spike Lee, por sua vez, também está envolvido em diversos projetos, entre eles um filme musical sobre a criação do remédio Viagra e uma nova versão da história clássica de Romeu e Julieta, ambos sem previsão de lançamento.
Série “Barry” vai acabar. Veja o trailer da 4ª e última temporada
A série de comédia “Barry”, criada e estrelada por Bill Hader (“It – Capítulo Dois”), vai acabar na vindoura 4ª temporada. E para divulgar o final da série, o canal pago americano HBO divulgou o primeiro trailer da 4ª temporada. O trailer mostra o personagem-título na prisão, arrependido dos seus atos. Porém, aos poucos o clima muda, e o sentimento de arrependimento do protagonista dá lugar à raiva e vingança. “Foi uma jornada incrível fazer essa série, e é agridoce que a história tenha chegado à sua conclusão natural”, disse Hader, em comunicado. “Barry” foi criada por Hader e Alec Berg (“Silicon Valley”), e acompanha um assassino de aluguel desiludido (Bill Hader) que, durante um “serviço” em Los Angeles, depara-se com uma comunidade de teatro amador e começa a crer que sua verdadeira vocação é ser ator. O problema é que o passado não quer lhe dar uma chance de mudar de vida. O elenco da série ainda conta com Henry Winkler (o eterno Fonzie de “Happy Days”), Sarah Goldberg (“Um Golpe Perfeito”), Anthony Carrigan (“Gotham”), Stephen Root (“Corra!”), D’Arcy Carden (“The Good Place”) e Michael Irby (“Mayans M.C.”). “Depois de três temporadas magistrais de ‘Barry’, estamos ansiosos para que os espectadores vejam a conclusão poderosa, complexa e hilária da história de Barry Berkman. Foi um prazer trabalhar com essa equipe imensamente talentosa, incluindo Bill Hader, Alec Berg, Aida Rodgers e todo o elenco e equipe excepcionais”, disse Amy Gravitt, vice-presidente executiva de comédia da HBO/HBO Max. A 4ª e última temporada começa a ser exibida em 16 de abril, e vai mostrar Gene Cousineau (Winkler) sendo aclamado como um herói, já que a prisão de Barry (Hader) teve consequências chocantes. Porém, isso vai culminar em um capítulo final explosivo e hilário.
Série de Leonardo DiCaprio e Martin Scorsese é cancelada
A plataforma de streaming Hulu cancelou o desenvolvimento da série “The Devil in the White City”, que seria produzida pelo ator Leonardo DiCaprio e pelo cineasta Martin Scorsese (ambos de “O Lobo de Wall Street”). “The Devil in the White City” é uma adaptação do romance homônimo (“O Demônio na Cidade Branca”, no Brasil) escrito por Erik Larson, e conta a história verídica de dois homens, um arquiteto e um assassino em série, cujos destinos se tornaram interligados pela Feira Mundial de Chicago de 1893. A produção estava em desenvolvimento há muito tempo. DiCaprio comprou os direitos do livro em 2010, com o intuito de transformá-lo num filme que seria dirigido por Scorsese. Essa ideia acabou não indo adiante. Mas, em 2019, a Hulu anunciou que estava desenvolvendo o projeto como uma série de grande orçamento, com a dupla envolvida como produtores executivos. Desde então, a produção tem enfrentado um problema atrás do outro. O ator Keanu Reeves (“Matrix Resurrections”) chegou a ser contratado como protagonista, mas desistiu do projeto. Pouco tempo depois, o cineasta Todd Field (“Tár”), contratado para dirigir os oito episódios da atração, também desistiu. Apesar de todos os problemas, “The Devil in the White City” estava programada para estrear em 2024 na Hulu. Mas agora a plataforma de streaming desistiu de vez da produção. Agora o estúdio televisivo ABC Signature está procurando uma nova casa a série, na esperança de que o projeto seja resgatado em outro lugar. Apesar disso, Leonardo DiCaprio e Martin Scorsese poderão ser vistos em breve em uma nova colaboração, o filme “Assassinos da Lua das Flores”, desenvolvido pela Apple TV+, que ainda não tem previsão de estreia.
“John Wick 4” é aclamado após première: “Adrenalina pura”
O filme “John Wick 4: Baba Yaga” teve sua première oficial na noite de segunda-feira (6/3) em Londres, e embora as críticas estejam embargadas, os comentários de quem assistiu ao filme na primeira sessão já foram parar no Twitter. “Adrenalina pura”, “f*da demais”, “me deu arrepios”, “você não está preparado” e “absolutamente espetacular” foram alguns dos elogios postados. Os críticos que participaram da sessão atestam que a obra apresentação sequências de tirar o fôlego. Muitos deles destacaram uma cena em específico envolvendo uma espingarda de sopro de dragão. Outro ponto positivo apontado foram os personagens coadjuvantes, interpretados por Donnie Yen, Hiroyuki Sanada, Marko Zazor, Scott Adkins e Rina Sawayama. Eles se saíram tão bem no filme que os críticos já querem spin-offs deles. Já entre os pontos negativos, alguns apontaram que a história do filme é fraca, mal desenvolvida e que, principalmente, a duração de três horas é desnecessária. “John Wick 4: Baba Yaga” vai mostrar o conflito entre personagem interpretado por Keanu Reeves e o exército de assassinos que quer vê-lo morto. Numa tentativa de encerrar essa luta sem fim, John Wick faz um desafio ao Marquês de Gramont, chefe da organização secreta de assassinos, vivido por Bill Skarsgard (“Noites Brutais”). Os dois concordam em duelar até a morte, permitindo a Wick viver o resto da vida em paz, caso vença o combate. O roteiro é de Shay Hatten (“John Wick 3” e “Army of the Dead”) e Michael Finch (“Predadores”) e, como em todos os anteriores, a direção segue a cargo de Chad Stahelski. A estreia vai acontecer 23 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA. Confira algumas impressões compartilhadas nas redes sociais após a première. “Eu realmente gostei de ‘John Wick 4’. Incrível lembrar que blockbusters de grandes franquias podem ser assim (ainda bem). Dan Lausten, você tem meu coração, minha espada, meu tudo. Não demorou muito, você pode ignorar a tradição (quem se importa!!). Tem uma (1) coisa que eu odiei (porque é burra)”, disse Katie Walsh, do site The Wrap. I really liked #JohnWick4! Amazing to remember that big franchise blockbusters can look like this (good). Dan Lausten, you have my heart, my sword, my whatever. Didn't feel too long, you can ignore the lore (who cares!!). There is one (1) thing that I hated (because it's dumb). — Katie Walsh (@katiewalshstx) March 7, 2023 “‘John Wick 4: Baba Yaga’é f*da demais. Literalmente tive que arrancar meu queixo do chão de algumas das partes insanas e inventivas. Você não está preparado para o que Keanu faz com a espingarda de sopro do dragão. Donnie Yen também trouxe o seu melhor. Mal posso esperar para vê-lo novamente”, afirmou Steven Weintraub, do site Collider. #JohnWickChapter4 is f*cking awesome. Literally had to pick my jaw off the ground from some of the insane and inventive set pieces. You are not prepared for what Keanu does with the dragon's breath shotgun. Also @DonnieYenCT brought his A game. Can't wait to see it again. pic.twitter.com/gf6sm5Ijal — Steven Weintraub (@colliderfrosty) March 7, 2023 “Forte, ousado e durão, ‘John Wick 4’ equilibra brilhantemente as apostas com uma viagem emocionante absolutamente espetacular e de alta octanagem. Um capítulo crescente e abrasador da saga. O tempo mais louco que você vai passar no cinema este ano. Uma adrenalina pura”, disse Courtney Howard, do site Variety. Ela também não poupou elogios ao elenco coadjuvante. “O elenco de apoio de ‘John Wick 4 está repleto de titãs. Donnie Yen: tão afiado e rápido como sempre. Hiroyuki Sanada: incrível. Marko Zaror: um monstro implacável. Scott Adkins faz um trabalho profundo de personagem. A maneira como Rina Sawayama não quebra o contato visual jogando fora o quimono me deu arrepios”. #JohnWick4’s supporting cast is stacked with titans. Donnie Yen: as sharp & swift as ever. Hiroyuki Sanada: amazing. Marko Zaror: an unrelenting beast. Scott Adkins does deep character work. The way Rina Sawayama doesn’t break eye contact tossing off her kimono gave me goosebumps pic.twitter.com/G6sglaICew — Courtney Howard (@Lulamaybelle) March 6, 2023 “Eu tinha reservas sobre o tempo de execução de quase três horas de ‘John Wick 4: Baba Yaga’, mas o filme vale a pena. É um épico com ritmo inteligente que nunca deixa a ação cansativa, e as sequências são fenomenais. Grande elenco de novatos na série, mas Donnie Yen é o melhor”, contou Eric Eisenberg, do CinemaBlend. I had reservations about John Wick: Chapter 4's nearly three hour runtime, but the movie earns it. It's an epic with smart pacing that never lets the action feel exhausting, and the set pieces are phenomenal. Great cast of series newcomers, but Donnie Yen is the MVP. #JohnWick4 pic.twitter.com/xyMbLXmXUM — Eric Eisenberg (@eeisenberg) March 6, 2023 “‘John Wick 4: Baba Yaga’ é absolutamente ENORME. Sim, é longo, mas suas sequências escandalosamente boas mais do que compensam isso. Um épico de ação elegante, brutal e elegante que mostra Keanu Reeves se esforçando mais do que antes, e com momentos que farão os fãs comentarem”, afirmou Ian Sandwell, do site Digital Spy. John Wick: Chapter 4 is absolutely HUGE. Yes, it's long, but its outrageously good set pieces more than make up for it. A slick, brutal and stylish action epic that sees Keanu Reeves push himself further than before, and with moments that'll have fans talking… #JohnWick4 pic.twitter.com/6zNg6c3KX5 — Ian Sandwell (@ian_sandwell) March 6, 2023 “Então, ‘John Wick 4: Baba Yaga’. A ação emocionante é perfeitamente executada, mas a história é burra – então, novamente, estamos todos aqui para assistir Keanu Reeves arrasar, e ele faz isso muito bem. Os fãs vão adorar uma cena tumultuada em particular. (Dica: espingarda de sopro de dragão)”, disse Eammon Jacobs, do site The Insider. “Infelizmente, eu realmente senti o atraso do tempo de execução – e tudo ficou muito confuso no final. Mas é um deleite absoluto para os fãs de ação. PS. Rina Sawayama merece seu próprio spin-off. Ela detona. Assim como Donnie Yen, porque é claro que sim”, completou. Unfortunately, I really felt that run time drag – and it all got very messy by the finale. But it's an utter treat for action fans. PS. Rina Sawayama deserves her own spin-off. She kills it. As does Donnie Yen, because of course he does. #JohnWickChapter4 pic.twitter.com/PRAKiM6zhe — Eammon Jacobs (@EammonJacobs) March 6, 2023 “‘John Wick 4: Baba Yaga’ é o melhor filme que já vi em anos!”, declarou Vanessa Armstrong, do site Slash Film. “É como um épico grego que é, sim, cheio de ação incomparável (e armas), e as sequências são fenomenais. Mas também é sobre relacionamentos e amor. Que história de tirar o fôlego, de partir o coração! Mal posso esperar para ver novamente”. #JohnWick4 is the best movie I've seen in ages! It's like a Greek epic that's, yes, full of unparalleled action (and guns), and the set pieces are phenomenal. But it's also about relationships and love. What a breathtaking, heartrending story! I can't wait to see it again. pic.twitter.com/n5cJjWa73B — Vanessa Armstrong (@vfarmstrong) March 6, 2023 “‘John Wick 4: Baba Yaga’ é um festival de matança sangrento e cheio de ação, e é isso que o torna bom! Normalmente não gosto de tanta ação em meus filmes, mas Stahelski faz valer cada quadro. Sim, é ridículo. Sim, é lógica de videogame. Sim, é extra como o inferno. Sim, vou assistir novamente!”, contou Therese Lacson, do Collider. “Também estou pensando muito sobre a personagem de Rina Sawayama e como ela vai precisar de sua própria sequência porque ela era minha favorita!”, completou. also i’m thinking long and hard about rina sawayama’s character and how she’s going to need her own sequel because she was my favorite!! pic.twitter.com/4Mnc0yMMxr — therese lacson • 宋蕾蕾 (@bamfpire) March 6, 2023












