“Lupin” faz roubo ousado no trailer da Parte 3
A Netflix divulgou um novo pôster e o trailer da Parte 3 de “Lupin”, que mostra o protagonista, vivido por Omar Sy, envolvendo-se em outro roubo ousado. A prévia também destaca os vários disfarces que ele adota. “Lupin” segue as peripécias de Assane Diop (Omar Sy), um ladrão astuto que se inspira no personagem Arsène Lupin, uma figura icônica da literatura francesa, considerado o maior ladrão da ficção. Na parte 3, ele anuncia que vai roubar uma valiosa pérola negra e nem as ações preventivas da polícia conseguem impedi-lo. Entretanto, a trama tem uma reviravolta quando sua mãe é raptada por criminosos que desejam o fruto de seu roubo. Sucesso de público As Partes 1 e 2 de “Lupin” conquistaram o público e tornaram a produção a série francesa mais vista da Netflix, graças a uma trama intensa e divertida que conduz Assane em um jogo de tudo ou nada. O clima de suspense, as referências e os easter eggs da série, bem como o enriquecedor contexto histórico, foram alguns dos elementos que contribuíram para seu sucesso. A Parte 3 estará disponível na plataforma a partir de 5 de outubro, prometendo mais tensão, aventura e reviravoltas na vida do ladrão carismático.
Giuliano Montaldo, mestre do cinema italiano, morre aos 93 anos
O renomado cineasta italiano Giuliano Montaldo faleceu nesta quarta-feira (6/9) em sua casa em Roma, aos 93 anos. A causa da morte não foi divulgada. Amplamente reconhecido por sua vasta contribuição ao cinema, Montaldo fez filmes clássicos como “Sacco & Vanzetti” (1971) e “Giordano Bruno” (1973), que levantaram muitas discussões. Sua carreira também foi marcada por uma colaboração íntima com o compositor Ennio Morricone. De sua filmografia de 20 filmes, 16 foram embalados pela música de Ennio Morricone, consolidando uma colaboração sem precedentes com o compositor famoso. Início da carreira Nascido em Gênova em 22 de fevereiro de 1930, Montaldo começou sua carreira como ator em sua cidade natal, participando de espetáculos de “teatro de massa” organizados pelo Partido Comunista. Sua transição para o cinema ocorreu após ser descoberto pelo diretor Carlo Lizzani, que lhe ofereceu um papel no filme “A Rebelde” (1951). Ele seguiu atuando nos filmes seguintes de Lizziani, “Tortura de Duas Almas” (1953) e “Os Amantes de Florença” (1954), e em papéis menores em diversas produções, até progredir para assistente de direção e, finalmente, como diretor no filme “Dilema de um Bravo”, que foi lançado em competição no Festival de Veneza de 1961. A obra de estreia explorava a consciência política de um jovem fascista e foi recebida com críticas mistas, especialmente em um contexto ideológico pós-guerra. Mas já deixava claro sua intenção de fazer cinema para incomodar e gerar discussões. ste filme serviu como um prenúncio dos temas sociais e políticos que se tornariam recorrentes em sua filmografia, abrindo portas para projetos futuros com profissionais da indústria. O filme seguinte, “Uma Vontade de Gritar” (1965), explorou a classe trabalhadora e a ascensão social na Itália do pós-guerra, e conseguiu capturar o espírito do tempo, abordando temas de exploração e desigualdade social. A obra recebeu elogios da crítica e é frequentemente citada como um dos primeiros filmes italianos a explorar esses temas, consolidando Montaldo como um diretor comprometido com questões sociais. Em 1967, “Ad Ogni Costo” mostrou uma guinada de Montaldo para o cinema de gênero. Este filme de ação e aventura trazia um elenco americano, com Edward G. Robinson e Janet Leigh. Mas mesmo sendo um thriller, não abandonou os temas éticos e morais, mostrando que Montaldo poderia equilibrar comercialismo com substância. Ele seguiu esse caminho com “A Fúria dos Intocáveis” (1969), uma produção de gângsteres que colocava um foco específico em questões de lealdade e moralidade dentro do crime organizado. A obra foi enriquecida pela atuação marcante de John Cassavetes, no papel de um criminoso recém-liberado que tenta reajustar-se à vida fora da prisão. O longa é considerado um dos grandes clássicos italianos do gênero. A consagração Em 1971, Montaldo lançou seu filme mais famoso, “Sacco e Vanzetti, que rendeu a Riccardo Cucciolla o prêmio de Melhor Ator no Festival de Cannes pelo papel de Nicola Sacco. O filme dramatiza a história real de Nicola Sacco e Bartolomeo Vanzetti, dois imigrantes italianos anarquistas acusados de assassinato nos Estados Unidos em 1920. Montaldo não apenas buscou fazer uma reconstituição histórica do caso, como também lançou um olhar crítico sobre o sistema de justiça americano e a xenofobia predominante na época. O elenco também destaca Gian Maria Volonté. A trilha sonora, composta por Ennio Morricone e com canções interpretadas por Joan Baez, é outro ponto alto da obra, acentuando o clima de tensão e injustiça que permeia a história. O resultado cinematográfico é considerado um dos filmes políticos mais importantes da época. A briga com a Igreja Depois de atacar a xenofobia americana, Montaldo posicionou sua câmera contra à Igreja Católica em “Giordano Bruno” (1973), biografia histórica do filósofo e teólogo renascentista que foi condenado pela Inquisição. O filme retrata a prisão de Bruno em Veneza e seu subsequente julgamento por heresia em Roma, culminando com sua execução na fogueira em 1600. A obra destaca a intransigência de Bruno em renunciar à ciência em favor do negacionismo, incluindo a crença no heliocentrismo e na pluralidade dos mundos, que eram vistas como ameaças à doutrina da Igreja Católica na época. Além de destacar uma narrativa centrada no confronto entre ciência e dogma religioso, a obra também é lembrada pela força de suas performances, especialmente a de Gian Maria Volonté no papel-título, que materializa na obra a postura de resistência e protesto contra a repressão da liberdade intelectual. O final dos anos 1970 Montaldo voltou ao tema da 2ª Guerra Mundial com “L’Agnese Va a Morire” (1976), adaptação do romance homônimo de Renata Viganò, que explora os horrores e as complexidades da guerra através dos olhos de Agnese, interpretada por Ingrid Thulin. Situado na Itália ocupada pelos nazistas, o filme segue a trajetória de Agnese, que se torna uma relutante heroína da resistência italiana, em meio às complexas relações humanas que se desenvolvem em meio ao conflito, servindo como uma crítica poderosa aos horrores e às consequências devastadoras da guerra sobre as pessoas comuns. Ele encerrou a década com “Il Giocattolo” (1979), um thriller psicológico que mergulha no mundo do jornalismo e da política. Estrelado por Nino Manfredi e Marlène Jobert, o filme gira em torno de um jornalista que, em busca de um grande furo de reportagem, acaba se envolvendo em uma trama de assassinato e corrupção. O longa examina as nuances éticas e morais do jornalismo, questionando até onde um repórter irá em busca da verdade. Sucesso televisivo Na década de 1980, Giuliano Montaldo fez uma transição notável de sua carreira cinematográfica para trabalhos na televisão. Esse movimento coincidiu com um período de transformações na indústria cinematográfica italiana e global, marcado pelo declínio do cinema de autor e pelo avanço de filmes mais comerciais. A transição para a televisão permitiu que Montaldo explorasse formatos narrativos mais longos, como minisséries, que proporcionam tempo adicional para o desenvolvimento de personagens e tramas complexas. Sua incursão televisiva resultou numa obra-prima de aventura: “Marco Polo” (1982), minissérie sobre o explorador veneziano que recebeu críticas positivas e conquistou uma ampla audiência internacional. Transmitida em 46 países, a atração conquistou dois prêmios Emmy, incluindo Melhor Minissérie do ano, e contou com um elenco estelar que incluiu Ken Marshall, F. Murray Abraham, Denholm Elliott, David Warner, Anne Bancroft e Leonard Nimoy. Filmes mais recentes Montaldo voltou mais duas vezes ao tema da 2ª Guerra Mundial em obras como “Tempo de Matar” (1989), que aborda o colonialismo e traz Nicolas Cage no papel de um soldado italiano na África durante o conflito, e “Os Óculos Dourados” (1987), um drama que explora questões de identidade e perseguição durante o regime fascista na Itália, abordando temas de homossexualidade e antissemitismo, uma corajosa escolha temática para a época. Após se dedicar a documentários, ele voltou à ficção em “Demônios de San Petersburgo” (2008), em que explorou a vida do escritor Fyodor Dostoevsky, seguido por seu último longa como diretor, “L’industriale” (2011), que mergulha na vida de um industrial falido, oferecendo uma representação multifacetada da pressão corporativa e seus dilemas éticos. Ele se despediu do cinema seis anos depois com “Tudo o Que Você Quer” (2017), uma comédia dramática dirigida por Francesco Bruni, em que atuou como um idoso sofrendo de Alzheimer. Contribuições culturais Montaldo foi mais do que um cineasta; ele foi uma personalidade vibrante que contribuiu de forma significativa para a cultura e política italianas. Além de seus filmes, ele trabalhou em obras de cineastas renomados como Carlo Lizzani, Gillo Pontecorvo e Elio Petri. Entre outras obras, Montaldo foi crucial na filmagem de muitas das cenas de multidão e ação do famoso filme “A Batalha de Argel” (1966), dirigido por Gillo Pontecorvo. Marco do cinema político, que foi proibido no Brasil pela ditadura, “A Batalha de Argel” retrata a luta pela independência da Argélia contra o domínio francês e é notável por seu estilo documental e uso inovador de atores não profissionais. Montaldo foi responsável por organizar e coordenar as cenas que envolviam o maior número de figurantes, um desafio logístico considerável dada a autenticidade e a escala que a obra buscava retratar. O filme ganhou o Leão de Ouro no Festival de Cinema de Veneza e foi nomeado para três Oscars. O diretor também foi nomeado o primeiro presidente da RAI Cinema, a divisão cinematográfica da emissora estatal italiana RAI, um cargo que ocupou de 1999 a 2004. Esse período marcou um renascimento do cinema italiano, que contou com impulso de Montaldo, já que a RAI Cinema é um dos principais players na indústria cinematográfica italiana, com investimentos em uma variedade de projetos, desde produções locais até colaborações internacionais. Em seus anos finais, o cineasta ainda se aventurou no mundo da ópera. Montaldo dirigiu obras como “Turandot” na Arena de Verona e “Otello” com Plácido Domingo. Ele deixa um legado de peso, sempre com um olhar atento às questões sociais e à “insofferenza dell’intolleranza”, uma aversão à intolerância que marcou toda a sua carreira.
Bruno de Luca depõe sobre atropelamento de Kayky Brito: “Estou traumatizado”
O apresentador Bruno de Luca compareceu hoje à 16ª DP (Barra da Tijuca) para prestar depoimento sobre o atropelamento de Kayky Brito, ocorrido na madrugada de sábado (2/9). Ao chegar, ele disse: “Estou traumatizado. Pior coisa que aconteceu na minha vida. Ainda estou muito assustado”. Bruno também destacou que Kayky é seu melhor amigo e ambos trabalhavam juntos em um projeto teatral. “Estava ali se divertindo, depois fui pagar a conta e aconteceu o que vocês viram”. Questionado sobre sua falta de ações imediatas após o acidente, quando apenas colocou a mão na cabeça e não foi socorrer o amigo, ele disse: “Foi a única reação que eu tive, vocês viram. Não aguento mais ver [o vídeo do acidente]. Se vocês puderem parar, eu agradeço muito”. O depoimento, que durou aproximadamente 1h40, foi marcado por visíveis contradições. O delegado Ângelo Lages questiona várias atitudes, entre elas o fato de ele ter abandonado seu carro no local e saído de táxi. Também chamou atenção Bruno só ter ido buscar o veículo no dia seguinte. Bruno ainda declarou não saber que Kayky era a vítima até o dia seguinte ao ocorrido, apesar de ter estado com ele momentos antes do acidente. O apresentador diz que achou que Kayky tinha ido embora no momento em que ele foi pagar a conta. O motorista do aplicativo Diones Coelho da Silva, 41 anos, o motorista do aplicativo que atropelou Kayky, declarou ter parado e chamado o socorro imediatamente. “Eu parei de imediato, chamei os bombeiros e fui até a vítima. O socorro chegou rápido, menos de 10 minutos”, explicou. Exames confirmam que ele não havia consumido álcool ou substâncias tóxicas. No boletim de ocorrência, registrado como lesão corporal culposa, Diones alegou que Kayky cruzou a pista repentinamente e não conseguiu evitar a colisão. A perícia ainda busca definir a velocidade do veículo no momento do acidente. “A perícia de áudio e vídeo da polícia vai utilizar as imagens obtidas no local do acidente, para precisar o deslocamento do carro e chegar até a velocidade que ele vinha”, disse o delegado. Estado atualizado de Kayky Brito O Hospital Copa D’Or divulgou novo boletim médico sobre o estado de saúde do ator Kayky Fernandes Brito, que segue internado desde o dia 2 de setembro. “O paciente Kayky Fernandes Brito permanece sedado e em ventilação mecânica. Submetido a novos exames de tomografia, com sinais de melhora evolutiva”, informou a instituição médica. O atropelamento resultou em traumatismo craniano e múltiplas fraturas pelo corpo. Kayky Brito passou por uma cirurgia para fixação de fratura da pelve e outra para tratar uma fratura do braço direito. O último comunicado sugere uma evolução positiva, embora o artista ainda permaneça em estado grave, sedado e sob cuidados intensivos.
Astro de “Elvis” vira motoqueiro em trailer dramático
O 20h Century Studios divulgou o pôster e o trailer de “The Bikeriders”, que traz Austin Butler (“Elvis”) e Tom Hardy (“Venom: Tempo de Carnificina”) numa gangue de motociclistas. Ambientada na década de 1960, a trama vai mostrar a ascensão de um motoclube do meio-oeste americano, e é narrada pela mulher do personagem de Butler, vivida no filme por Jodie Comer (“Killing Eve”). Ao longo de uma década, o clube deixa de ser um local de encontro para fãs de motos e passa a ser uma gangue violenta. Embora seja uma obra totalmente ficcional, o filme é inspirado pelo livro de fotografias de mesmo nome de Danny Lyon, que retratou motoqueiros em 1967. “The Bikeriders” até inclui uma versão fictícia do fotógrafo, vivido por Mike Faist (“Amor, Sublime Amor”), que é para quem Jodie Comer conta sua história. Com direção de Jeff Nichols (“Loving: Uma História de Amor”), o filme teve première mundial no Festival de Telluride, na semana passada, quando atingiu 91% de aprovação no Rotten Tomatoes. A estreia comercial está marcada para 1 de dezembro nos EUA e ainda não há previsão para o Brasil.
Gravidez de Emma Roberts vira pesadelo no trailer de “American Horror Story”
Após vários teasers, o canal pago americano FX divulgou o aguardado trailer da 12ª temporada da série “American Horror Story” (AHS), intitulada “Delicate”. A prévia revela detalhes da trama, trazendo a personagem de Emma Roberts dividida entre a carreira de atriz e o desejo de se tornar mãe. Porém, o seu sonho se torna um pesadelo quando a gravidez coincide com visões e paranoia. Trama da temporada Baseada no romance “Delicate Condition” de Danielle Valentine, a trama de “AHS: Delicate” é descrita como uma “atualização feminista de ‘O Bebê de Rosemary'”. A história aborda temas de gravidez, maternidade, autonomia corporal das mulheres e o conceito do controle masculino sobre os corpos femininos. Danielle Valentine, autora do romance que inspirou a temporada, explicou a essência da obra: “É essencialmente um romance de terror sobre a gravidez. Explora não apenas a fisicalidade grotesca do que é a gravidez, mas também o menosprezo médico que até mulheres modernas e privilegiadas experimentam durante suas gestações”. Elenco e estreia Além de Emma Roberts (“Amor com Data Marcada”), que retorna à franquia após um hiato de quatro anos, o elenco também inclui a socialite Kim Kardashian (“Oito Mulheres e um Segredo”), Cara Delevingne (“Esquadrão Suicida”), Zachary Quinto (“Star Trek”), Michaela Jaé Rodriguez (“Pose”), Matt Czuchry (“O Residente”), Annabelle Dexter-Jones (“Succession”), Odessa A’zion (“Aquele que Habita em Mim”), Debra Monk (“A Idade Dourada”) e Denis O’Hare (“The Nevers”), que também é veterano da franquia. A estreia está marcada para 20 de setembro nos Estados Unidos, mas a temporada será dividida em duas partes.
Joe Jonas e Sophie Turner oficializam divórcio
O cantor Joe Jonas e a atriz Sophie Turner confirmaram sua separação nesta quarta-feira (6/9), após quatro anos de matrimônio. As especulações que pairavam na internet se concretizaram em mensagens postadas nas redes sociais do casal. Ambos solicitaram respeito à sua privacidade “por nós e nossas filhas”. O anúncio segue uma reportagem da revista People, na terça-feira (5/9), que indicou que Jonas foi o proponente do divórcio. Segundo informações do site Page Six, a separação seria motivada pelo comportamento mais “festeiro” de Turner, atriz conhecida por seu papel em “Game of Thrones” e na franquia “X-Men”. O artista, integrante da banda Jonas Brothers, teria tentado preservar o casamento, dada sua relutância em desagregar a família. No entanto, nenhuma dessas informações foi corroborada pelos envolvidos. strong>Histórico do relacionamento O relacionamento de Joe e Sophie ganhou manchetes em 2016 com os primeiros rumores de namoro. Três anos depois, o casal oficializou a união com duas cerimônias: a primeira em Las Vegas, em maio, logo após a apresentação dos Jonas Brothers na premiação Billboard Music Awards, e a segunda na França, em um castelo em Sarrians. O casal teve duas filhas. Willa, a primogênita, nasceu em julho de 2020. A segunda menina chegou em setembro de 2022, mas seu nome nunca foi revelado por Joe e Sophie – nos documentos do divórcio, a criança é chamada de DJ. Estilos de vida divergentes O pedido de divórcio surge após rumores recentes sobre o estado do casamento, incluindo aparições públicas de Jonas sem sua aliança de casamento. Informações do portal TMZ, veiculadas na terça-feira, sugerem que estilos de vida distintos seriam o cerne da decisão. Enquanto Turner é descrita como uma pessoa de hábitos sociais mais intensos, Jonas seria mais caseiro. Mas as crises no relacionamento teriam ocorrido nos últimos seis meses. De acordo com o mesmo portal, Jonas estaria cuidando das filhas “praticamente o tempo todo” nos últimos meses e teria entregado os documentos para o divórcio, incluindo o pedido de custódia compartilhada das crianças. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por J O E J O N A S (@joejonas)
Rolling Stones anunciam novo álbum e revelam clipe com atriz de “Euphoria”
Em evento realizado no teatro Hackney Empire, em Londres, nesta quarta-feira (6/9), a banda britânica The Rolling Stones anunciou o lançamento de seu novo álbum “Hackney Diamonds”, o 25º disco de estúdio de sua longa carreira. Com lançamento marcado para 20 de outubro, “Hackney Diamonds” é o primeiro disco com canções originais da banda em quase duas décadas. O anúncio do álbum foi um evento minuciosamente planejado que começou a criar burburinho semanas antes. Um anúncio enigmático publicado em um jornal local no mês passado alimentou as especulações. O anúncio fazia alusões criptografadas a sucessos anteriores da banda e ao título do novo álbum, criando um ambiente de expectativa. Trechos da canção “Angry” foram estrategicamente postados em um site chamado “don’tgetangrywithme.com”, adicionando mais combustível às chamas da expectativa. Na data marcada, Mick Jagger, Keith Richards e Ronnie Wood chegaram ao teatro Hackney Empire em um táxi londrino, com Jagger pagando a corrida em dinheiro. “Estamos aqui para apresentar nosso novo single, que se chama ‘Angry’, e seu vídeo. ‘Angry’ é o primeiro single do nosso novo álbum, que se chama ‘Hackney Diamonds’, e será lançado em 20 de outubro”, anunciou Jagger. Clipe com atriz de “Euphoria” Participando de uma transmissão ao vivo com o apresentador Jimmy Fallon, a banda revelou o clipe de “Angry”, que conta com a participação da atriz Sydney Sweeney, conhecida por seus papéis em séries como “Euphoria” e “The White Lotus”. Ela aparece de couro preto, dançando num conversível vermelho, enquanto passa por outdoors dos Stones nas ruas de Los Angeles. Os outdoors registram a banda em suas mais diferentes fases, desde os anos 1960 até os dias de hoje, e ganham vida, via inteligência artificial, para mostrar os Stones tocando a nova música. A última imagem é de um cartaz com a banda reduzida a trio e com suas idades atuais. O legado de Charlie Watts O novo álbum também marca uma fase significativa para a banda, sendo o primeiro lançamento após a morte do baterista Charlie Watts em agosto de 2021. Duas faixas do álbum, “Live By The Sword” e “Mess It Up”, contam com gravações de bateria feitas por Watts em 2019. Nas demais faixas, a banda contou com a participação de Steve Jordan, que foi um membro temporário dos Stones durante a ausência de Watts em turnês anteriores. No anúncio do disco, Mick Jagger afirmou que “Steve era a escolha natural. Ele entende a alma e o ritmo desta banda.” Segundo Keith Richards, o substituto contou com a benção de Charlie Watts. “Teria sido incrivelmente mais difícil seguir em frente sem a bênção dele. Mas ele falou isso há muito tempo, que se algo acontecesse, Steve Jordan era o cara”. Participações especiais O disco ainda conta com algumas participações especiais, como do ex-Beatle Paul McCartney, do ex-Stones Bill Wyman e da cantora Lady Gaga. A produção ficou a cargo de Don Was e Andrew Watt, conhecidos por trabalhar com artistas como Bob Dylan e Post Malone. “Hackney Diamonds” será lançado em 20 de outubro, marcando a volta à ativa de uma das bandas mais influentes da história do rock.
Humorista de “A Praça é Nossa” é internada em UTI após desmaios
A humorista Marlei Cevada, conhecida por interpretar os personagens Nina e Sangue no programa humorístico “A Praça é Nossa”, encontra-se internada em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) desde o último sábado (2/9), após sofrer um desmaio em sua casa. A informação foi confirmada pela própria atriz nas redes sociais, onde mencionou que ainda aguarda uma bateria de exames para esclarecer a situação. “No sábado, 02/09 à tarde, eu tive um desmaio repentino no banheiro de casa, que me rendeu um galo enorme na testa. Fui pro hospital para checar a cabeça e lá tive outro apagão. Aí, fui direto pra UTI”, compartilhou Marlei, que tem 48 anos. A artista afirmou que a situação a fez repensar prioridades relacionadas à sua saúde, algo que vinha postergando. “Vou cuidar da Marlei, pra Marlei poder cuidar da Nina e do Sangue [seus personagens no programa]. No momento é um turbilhão de pensamentos, mas… eu só preciso de uma pausa para me cuidar”, ressaltou. Pausa por tempo indeterminado Em virtude dos recentes acontecimentos, Marlei Cevada anunciou uma pausa por tempo indeterminado em sua agenda de shows e apresentações. Segundo a humorista, novas informações sobre seus compromissos profissionais serão reveladas em breve por meio de suas redes sociais. Nas redes sociais, a publicação de Marlei gerou reações imediatas. Personalidades como Tatá Werneck e Sergio Marone expressaram desejos de melhoras para a atriz. “Vai dar tudo certo, amém”, disse Tatá. “Se cuida! Fique boa logo”, comentou Sergio. Ainda houve mensagens de Beca Milano, que declarou: “Meu amor! Fica bem, todo carinho e amor do mundo pra você! Em oração pela sua recuperação, te amo!” Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Marlei Cevada (@marleicevada)
Juliano e Leticia Cazarré anunciam sexto filho
O ator Juliano Cazarré e sua esposa Leticia revelaram que estão à espera de seu sexto filho. A notícia vem em meio a um cenário de rotina familiar que já inclui cuidados especiais para a filha caçula, Maria Guilhermina. O casal anunciou a novidade pelas redes sociais e compartilhou sentimentos sobre a expansão da família, que já conta com Vicente, 11 anos, Inácio, de 10, Gaspar, 3, Maria Madalena, 2, e Maria Guilhermina, de 1 ano. “Como nós sempre dizemos: A vida quer viver! Agora somos oito! Estamos esperando mais um bebê com muito amor! Celebrando e dividindo com vocês nossas conquistas, nossas lutas, nossa rotina”, declarou Letícia numa publicação que também foi compartilhada por Juliano. A bióloga ainda disse que o novo membro da família é motivo de alegria e que não foi totalmente uma surpresa. “Tem mais um pãozinho no forno e que será recebido com muita alegria, muito amor e de braços abertos. Essa não foi exatamente uma surpresa. Um misto de sentimentos. É isso pessoal. Agora, contem aí para a gente, tem pãozinho no forno aí também?” Desafios familiares e cuidados especiais Em conversa com o Gshow, Letícia informou que está na 12ª semana de gestação. Ela também comentou sobre a reação dos filhos mais velhos à notícia, que a receberam com entusiasmo. “Eles já pediam e, quando anunciei a gravidez, ficaram super felizes!” Letícia manifestou certa preocupação em engravidar no momento atual devido aos cuidados com Maria Guilhermina, a filha mais nova, que possui uma condição cardíaca que requer atenção especial. “Eu tinha um pouco de receio de engravidar agora por causa da Guilhermina, que ainda inspira muitos cuidados da gente. Gostaríamos de esperar mais um pouco, mas existe Deus que sabe mais do que a gente do que é melhor”, ressaltou a bióloga. Juliano Cazarré já havia falado sobre os cuidados especiais que a família dedica a Maria Guilhermina, que nasceu com uma anomalia cardíaca chamada Ebstein. O ator enfatizou a importância do carinho entre os irmãos para o bem-estar da caçula. “Todos passam pelo quarto da Maria Guilhermina ao longo do dia para fazer uma visitinha. Ela já reconhece os irmãos, sorri quando eles chegam. Esse carinho é o melhor que podem fazer por ela.” Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Leticia Cazarré (@leticiacazarre)
Justiça arquiva processo dos “meninos” da capa de “Clube da Esquina”
A Justiça do Rio reconheceu a prescrição do processo dos “meninos” da capa do álbum “Clube da Esquina”, movido contra os músicos Milton Nascimento, Lô Borges, Ronaldo Bastos, a gravadora EMI (hoje, Universal) e a editora Abril. Antônio Carlos Rosa de Oliveira, o “Cacau”, e José Antônio Rimes, o “Tonho”, pediam R$ 500 mil em indenização por uso indevido de imagem. Durante o processo, Milton Nascimento e Lô Borges afirmaram não poder responder, como intérpretes das gravações, pelo atos praticados pela gravadora na produção do álbum. Eles também citaram a transferência de todos os seus direitos sobre as interpretações à gravadora EMI Music Brasil. Em sua decisão, o juiz Marcus Vinicius Miranda Gonçalves da Silva Mattos, da 1ª Vara Cível da Comarca de Nova Friburgo, concordou que a utilização da imagem de Tonho e Cacau não se vincula diretamente à atividade artística de Milton Nascimento e Lô Borges. Por isso, determinou a extinção do processo sem análise do mérito em relação aos dois. O magistrado também aceitou os argumentos das outras partes denunciadas e reconheceu que o tempo previsto em lei para que os autores entrassem como uma ação judicial havia expirado — ou seja, a pretensão indenizatória estaria prescrita. A história da foto Tonho e Cacau acionaram a Justiça em 2012, mais de 40 anos depois de serem fotografados. Eles foram fotografados em 1971. Na época, eram crianças e foram vistos pelo fotógrafo Carlos da Silva Assunção Filho e por Ronaldo Bastos, que passaram de carro por eles. O fotógrafo gritou para que os meninos olhassem em sua direção e o clique virou a capa clássica do disco “Clube da Esquina”. Cacau e Tonho alegam que só souberam que eram capa do álbum na celebração de 40 anos, quando o jornal Estado de Minas os procurou para realizar uma matéria comemorativa. Por não ter havido “autorização para a utilização da imagem, destinada a fins empresariais”, entraram na Justiça para pedir indenização. Na sentença, da qual ainda cabe recurso, o juiz afastou os argumentos dos autores citando a “ampla divulgação da obra artística”. Trata-se de um dos discos mais famosos da música popular brasileira. Advogados vão recorrer O magistrado ainda determinou que Tonho e Cacau pagassem os honorários dos advogados das partes vitoriosas no processo. Segundo o jornal Folha de S. Paulo, a defesa de Tonho e Cacau pretende recorrer da decisão. Em seu argumento, os advogados alegam que não houve prescrição, já que a imagem da capa do disco continua sendo utilizada sem autorização em vendas e streamings. Por isso, o prazo da prescrição deve ser reiniciado a cada uso da imagem, que configurariam, no entendimento da acusação, novas violações.
Gen V: Spin-off da série “The Boys” ganha primeiro trailer violento
A Amazon Prime Video divulgou um novo pôster e o primeiro trailer de “Gen V”, spin-off da série “The Boys”. A prévia mantém o clima violento da série original, com muito sangue, vísceras e palavrões. Na atração original, “V” é o nome da droga usada pela empresa Vought para dar superpoderes à população. O spin-off vai apresentar a Universidade Godolkin, uma faculdade exclusivamente de super-heróis, comandada pela Vought. No local, a nova geração V estuda como controlar seus poderes, enquanto disputa os melhores contratos de patrocínio como representantes da companhia, além de uma possível vaga no supergrupo Os Sete. Entretanto, a prévia revela que nem tudo corre como o previsto. Os estudantes acabam descobrindo uma conspiração no campus e começam a se rebelar. Produzida por Seth Rogen (“Super Mario Bros. O Filme”) e Evan Goldberg (“Loucas em Apuros”), a série recebeu uma classificação “R-Rated” – para maiores de 17 anos nos EUA. Em entrevista à revista Empire, os produtores confessaram que esse aspecto concede mais liberdade para criar conteúdo sem muitas restrições. Elenco com brasileiro Marco Pigossi Inicialmente, a série foi desenvolvido pelo roteirista Craig Rosenberg (“O Mistério das Duas Irmãs”), que faz parte da equipe de “The Boys”, mas ele abandonou o projeto durante a produção do piloto, alegando diferenças criativas. Em seu lugar, Michele Fazekas e Tara Butters, criadoras de “Reaper” e “Emergence”, assumiram o posto de showrunners e fizeram várias mudanças no projeto – inclusive no elenco inicialmente cogitado. Com participação do brasileiro Marco Pigossi (“Cidade Invisível”), visto brevemente no trailer, o elenco destaca Jaz Sinclair e Chance Perdomo (ambos de “O Mundo Sombrio de Sabrina”), Lizze Broadway (“Here and Now”), Maddie Phillips (“Caçadoras de Recompensas”), London Thor (“Shameless”), Derek Luh (“Shining Vale”), Shelley Conn (“Bridgerton”), Patrick Schwarzenegger (o filho de Arnold), Sean Patrick Thomas (“A Tragédia de Macbeth”) e o estreante Asa Germann. “Gen V” estreia no catálogo da Amazon em 29 de setembro, com episódios lançados semanalmente até o dia 3 de novembro.
Último disco do Nirvana vai ganhar edição de 30 anos com 53 faixas inéditas
O álbum “In Utero”, último disco com gravações inéditas de estúdio do Nirvana, vai ganhar uma edição especial em seu aniversário de 30 anos com 53 faixas inéditas. A edição comemorativa será lançada em 27 de outubro e vai reunir todas as músicas e outtakes do álbum (faixas que ficaram de fora), juntamente com dois shows completos da turnê de divulgação, somando 72 faixas ao todo – sendo 53 delas inéditas, segundo informações da revista Variety. Shows e faixas bônus As faixas inéditas são gravações ao vivo de shows completos de Los Angeles e Seattle, além de seis faixas bônus ao vivo de Springfield, Nova York e Roma (de um dos últimos shows da banda). O produtor e engenheiro Jack Endino, que comandou o álbum de estreia da banda em 1988, “Bleach”, reconstruiu as faixas ao vivo a partir de fitas de mesa de som estéreo, melhorando o som das performances. Além disso, as 12 faixas originais do álbum, mais cinco faixas bônus e lados B que acompanharam os singles da época, também foram remasterizadas para o lançamento especial. Kit para fãs Além da edição em CD, fãs também poderão comprar kits com vários materiais promocionais da época, incluindo painel removível de acrílico com o anjo presente na capa do álbum, um livro de capa dura de 48 páginas com fotos inéditas, um fanzine de 20 páginas, uma litografia de pôster da turnê de Los Angeles; réplicas da promoção da loja de discos de 1993, Angel Mobile, três folhetos de shows, dois canhotos de ingressos para Los Angeles e Seattle, um laminado de turnê All-Access e quatro passes de pano para os bastidores: imprensa, foto, pós-show e equipe local. O lançamento também vai acontecer em vinil, numa edição limitada com nada menos que 8 LPs. O terceiro e último álbum do Nirvana, “In Utero” não tem o mesmo impacto cultural de seu antecessor, “Nevermind”, que causou uma verdadeira mudança de paradigma, trazendo o rock alternativo para o mainstream. Mas inclui algumas das melhores canções de Kurt Cobain e marca a despedida da banda mais importante do final do século 20.
MPF arquiva procedimento que tentava impedir shows de Roger Waters no Brasil
A Procuradoria Regional do Rio de Janeiro arquivou um procedimento administrativo que pedia a proibição dos shows de Roger Waters no Brasil, e pedia que fosse escoltado por policiais se as apresentações ocorressem. As medidas cautelares foram pedidas após o cantar usar um uniforme que foi confundido com nazista durante show em Frankfurt, na Alemanha. O traje era do filme “Pink Floyd – The Wall” (1982), inspirado nas músicas de Waters no mesmo disco, lançado pela banda Pink Floyd em 1979. À época, ele foi às redes sociais dizer que suas performances eram um clara demonstração de oposição ao fascismo. Os procuradores Jaime Mitropoulos, Julio José Araujo Junior e Aline Caixeta entenderam que as medidas cautelares são desproporcionais para o caso concreto e promoveram o arquivamento. Decisão da Justiça Em um trecho da peça, os procuradores observam que “a forma escolhida para realizar a crítica aos regimes autoritários, à extrema-direita e ao Estado de Israel pode ser considerada chocante e de mau gosto, mas expressa o pensamento político do cantor na apresentação. A liberdade de expressão, como garantia que permite a pluralidade de ideias e de pensamentos, fornece mecanismos para que Waters possa ser criticado pelos métodos utilizados e pela escolha da manifestação artística veiculada em seu show, mas não censurado por sua forma de pensar – ainda que a expressão de suas ideias possa ter ocorrido por meio de ‘comportamentos expressivos’ inadequados ou deseducados.” A conclusão afirma: “Diante de todo o exposto, considerando que as manifestações proferidas por George Roger Waters estão protegidas pelo direito à liberdade de expressão, garantia que possui posição preferencial na Constituição Federal, e que as medidas cautelares requeridas pelos noticiantes são desproporcionais para o caso concreto, entendemos não subsistir motivos que justifiquem o prosseguimento da atuação desta PRDC na espécie, razão pela qual promovemos o arquivamento do presente feito.” A iniciativa de impedir as apresentações partiu do Instituto Memorial do Holocausto e a Confederação Israelita do Brasil (CONIB), por meio do advogado Ary Bergher, que solicitaram ao Ministério da Justiça, uma semana após o anúncio da turnê, que Waters fosse impedido de entrar no país e de se apresentar. Segundo Bergher, o músico pratica condutas e faz declarações nitidamente antissemitas, com uma série de episódios destacados pelo advogado como exemplos. O uniforme polêmico O figurino que está sendo citado como apologia ao nazismo lembra, de fato, os trajes que eram usados pelos oficiais da SS, que tinham a função de proteger o ditador Adolf Hitler e seu partido. Só que todos os fãs de Waters e do Pink Floyd sabem que se trata de uma crítica. É o mesmo traje usado por Bob Geldof no final do filme “The Wall” (1982), quando o cantor Pink (inspirado por Waters) se deixa levar pela influência do fascismo. Baseado no álbum “The Wall”, do Pink Floyd, o visual no filme serve, na verdade, como uma condenação forte do fascismo. O cantor é notoriamente conhecido por suas críticas a governos que considera totalitários, tendo inclusive prestado homenagem à vereadora brasileira Marielle Franco em um de seus shows anteriores no Brasil. Entretanto, tem sido criticado por políticos e associações ligadas a Israel por suas posições favoráveis à causa Palestina, que geraram acusações de antissemitismo. Em diversos momentos de sua carreira, e até em aspectos visuais de seus shows, o músico fez críticas às ações de Israel em relação à Palestina, incluindo a comparação da ocupação de terras palestinas com técnicas nazistas de guerra. Recentemente, ele também causou polêmica por se posicionar a favor da Rússia na guerra contra a Ucrânia. Turnê de despedida A turnê de despedida do cantor, “This is Not a Drill”, passará pelo Brasil entre 24 de outubro e 12 de novembro, com sete shows marcados para as cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Brasília, Curitiba e Porto Alegre. Os shows marcam a despedida do artista de suas apresentações ao vivo e, apesar das polêmicas e contestações, muitos fãs brasileiros aguardam com expectativa as apresentações, uma vez que o músico pretende se afastar dos palcos após as apresentações na América Latina. O repertório inclui cerca de 20 clássicos de Roger Waters e do Pink Floyd, como “Us & Them”, “Comfortably Numb”, “Wish You Were Here”, e “Is This The Life We Really Want?”. Waters também apresenta uma nova composição, “The Bar”. A expectativa é tão grande que alguns shows da turnê estão sendo transmitidos ao vivo em cinemas ao redor do mundo. Veja abaixo a cena do filme “The Wall”, dirigido por Alan Parker, em que o uniforme polêmico foi introduzido pela primeira vez. A música que acompanha a cena, “In The Flesh”, deixa claro que se trata de uma crítica às imagens de fanatismo exibidas. E é a mesma música cantada por Roger Waters no uniforme polêmico durante a turnê. Confira.












