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    Al Pacino vira pai pela quarta vez aos 83 anos

    15 de junho de 2023 /

    O renomado ator Al Pacino tornou-se pai pela quarta vez aos 83 anos de idade. O novo membro da família Pacino é fruto do relacionamento com a namorada, Noor Alfallah. A notícia foi confirmada ao The Hollywood Reporter por um representante do ator, que também revelou que o nome do bebê é Roman Pacino.   A surpresa da gravidez O casal está “em êxtase” com a chegada do pequeno Roman, apesar do início tumultuado da gravidez. Segundo o TMZ, ele teve inicialmente dúvidas sobre a paternidade, chegando a exigir um teste de DNA. Fontes próximas ao ator relataram que ele ficou “chocado” ao descobrir que Noor estava grávida, pois acreditava ter problemas médicos que o impedissem de engravidar uma mulher. Além da idade avançada, o veterano de Hollywood tinha certeza de que não poderia engravidar sua namorada ou qualquer outra pessoa.   Pai de quatro filhos Pacino tem sido visto com Alfallah desde abril de 2022, e este é o primeiro filho do casal. O astro de Hollywood também é pai de Julie Pacino, 33, fruto do relacionamento com Jan Tarrant, e dos gêmeos Olivia Pacino e Anton James Pacino, 22, com a ex-namorada Beverly D’Angelo. Em uma entrevista ao The New Yorker em 2014, Pacino abriu o coração sobre a paternidade. O ator, que perdeu o pai ainda criança, disse que ter filhos ajudou a preencher o “elo perdido” depois da ausência do pai. “Eu sabia conscientemente que não queria ser como meu pai”, declarou o astro de “O Irlandês”. “Eu queria estar presente. Tenho três filhos. Sou responsável por eles. Fazer parte da vida deles é importante para mim e para eles”, afirmou.   Robert De Niro também virou na terceira idade Um dos amigos mais antigos de Pacino em Hollywood, Robert De Niro também se tornou pai recentemente. Com 79 anos, ele revelou o nascimento de sua sétima filha no início de maio. Ao saber que Pacino também seria pai novamente, De Niro comemorou o acontecimento no programa Today: “Al Pacino acabou de ter um bebê. Deus o abençoe, estou muito feliz por ele.”

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  • Filme

    Continuação de “A Fuga das Galinhas” ganha primeiro teaser e data de estreia

    15 de junho de 2023 /

    A Netflix divulgou o primeiro teaser da continuação de “A Fuga das Galinhas” (2000), que também ganhou data de estreia. Disponibilizado nas redes sociais da plataforma, a prévia mostra o nascimento da filha de Rocky e Ginger. Grande sucesso de crítica e maior bilheteria de uma animação em stop-motion de todos os tempos, “A Fuga das Galinhas” contava a história de um grupo de galinhas que tentava fugir do galinheiro para não virar torta. A continuação, batizada de “A Fuga das Galinhas: A Ameaça dos Nuggets”, foi anunciada durante o Festival de Annecy de 2020, na celebração de 20 anos do filme original. Na trama, Rocky e Ginger agora vivem em um santuário longe dos humanos e tem uma filha, Molly. Até que uma nova ameaça surge e Ginger é forçada a colocar as galinhas de volta à ação. O primeiro longa foi assinado pelos lendários inovadores do stop-motion da Aardman, Peter Lord (“Piratas Pirados!”) e Nick Park (“Wallace & Gromit: A Batalha dos Vegetais”), que agora trabalham apenas como produtores. Desta vez, a direção é de Sam Fell (“ParaNorman”), que estreia no estúdio britânico Aardman após brilhar no americano Laika – os dois estúdios são os mais proeminentes da animação stop-motion em todo o mundo. A volta dos dubladores originais, que incluíam Mel Gibson (“Coração Valente”) como Rocky, o galo que inspirava a fuga do título, foi descartada e a atriz inglesa Julia Sawalha (“Absolutely Fabulous”), que dublou a galinha Ginger em 2000, publicou uma carta aberta nas redes sociais dizendo-se “devastada e triste” ao ser informada por seu agente de que não faria parte da continuação. No lugar dos atores originais, as vozes de Ginger e Rocky serão dubladas em inglês por Thandiwe Newton (“Westworld”) e Zachary Levi (“Shazam!”). Já a filha do casal será dublada por Bella Ramsey (“Last of Us”). A estreia foi marcada para 15 de dezembro. ISSO AQUI É CINEMA! A Fuga das Galinhas: A Ameaça dos Nuggets, sequência do primeiro filme, estreia dia 15 de dezembro. 🥚🐔 pic.twitter.com/Lh3M28DypZ — netflixbrasil (@NetflixBrasil) June 15, 2023

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  • Série

    HBO Max renova “Velma” após série ser detonada por público e crítica

    15 de junho de 2023 /

    A HBO Max renovou “Velma” para uma 2ª temporada após a animação ser detonada pelo público e pela crítica especializada. A série derivada de “Scooby-Doo”, retrata a personagem adolescente e conta com uma abordagem mais adulta – o streaming classificou a produção para maiores de 16 anos. Apesar disso, o tom da série não agradou e foi alvo de controvérsias. O anúncio dos novos episódios veio durante um painel realizado pela Warner Bros. Discovery no Festival de Cinema de Animação de Annecy, onde foram divulgadas novidades dos desenhos do estúdio. Pelo visto, a recepção negativa não foi vista como impedimento. “Velma” estreou em janeiro na HBO Max, apresentando uma releitura dos personagens de “Scooby-Doo”. A produção chamou a atenção pelo visual e proposta diferente para a história de Velma, Salsicha, Daphne e Fred. Vale apontar que cachorro Scooby-Doo não foi incluído na narrativa. Uma das principais mudanças na série é a alteração étnica dos personagens. Além de Velma ser retratada como indiana, Salsicha (ou melhor, Norville) tornou-se negro. Apesar da alteração parecer um saldo positivo para a representatividade na tela, esse aspecto passou longe de salvar a série de uma enxurrada de críticas negativas.   Polêmicas e críticas detonaram a produção No Rotten Tomatoes, a produção atingiu baixíssimos 7% de aprovação do público, enquanto a média das 35 críticas especializadas não passou da marca dos 40% de aprovação. As reclamações variam desde a sexualização de personagens jovens até mudanças na personalidade da protagonista. Nas redes sociais, muitos fãs não aprovaram a nova versão da personagem, chegando a chamá-la de detestável. Além disso, a falta de profundidade dos personagens também foi apontada como um ponto fraco da animação. As críticas mais sérias ainda apontam que Velma aborda de forma inadequada o movimento #MeToo, que trouxe à tona casos de estupro e assédio. Com violência, sangue e piadas adultas, a animação foi concebida por Mindy Kaling (“Projeto Mindy”), que também dubla Velma. O elenco de vozes ainda conta com Constance Wu (“Podres de Ricos”) no papel de Daphne, Sam Richardson (“Ted Lasso”), como o dublador de Norville/Salsicha e Glenn Howerton (“It’s Always Sunny In Philadelphia”) dando voz a Fred. Todos os episódios da 1ª temporada de “Velma” estão disponíveis na HBO Max, enquanto a 2ª temporada não tem previsão de estreia.

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  • TV

    Débora Falabella revela segredo de “O Clone”: substituída pela irmã sem que ninguém percebesse

    15 de junho de 2023 /

    A atriz Débora Falabella surpreendeu seus seguidores nesta quinta-feira (15/6). Durante um vídeo publicado no TikTok, a atriz contou pela primeira vez que foi substituída pela irmã mais velha, a atriz Cynthia Falabella, em algumas cenas de “O Clone” (2001). Apesar da diferença de idade, as duas chamam a atenção pelos traços parecidos. “O clone e a minha irmã”, escreveu na legenda do vídeo. Ela explica que contraiu meningite viral e precisou ser hospitalizada enquanto gravava a novela. Como vivia uma das personagens centrais da história, a dependente química Mel, a produção buscou uma solução que não atrasasse as gravações. “A novela não podia parar, e o Jayme Monjardim, diretor da novela, havia conhecido minha irmã um mês antes em Belo Horizonte e decidiu: ‘é isso, vou colocar sua irmã para te substituir, ela será sua dublê'”, revelou Débora. Em um trecho do vídeo, Cynthia apareceu e contou que precisou viajar para gravar as cenas da irmã. Ela ainda mencionou que teve que fazer adaptações nas roupas para que servissem corretamente. “A Cynthia entrou e fez simplesmente uma das cenas mais difíceis da novela”, apontou Débora. “Tudo isso para dizer que eu acho que pela primeira vez na televisão brasileira que uma irmã substitui a outra e fez isso muito bem”, afirmou. Nos comentários, os seguidores ficaram perplexos por nunca terem percebido a substituição. @deborafalabellaoficial O clone e a minha irmã ♬ Marrocos – Beth Sampaio

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  • Etc

    Atriz Glenda Jackson, vencedora de dois Oscars, morre aos 87 anos

    15 de junho de 2023 /

    A atriz britânica Glenda Jackson, vencedora de duas estatuetas do Oscar, faleceu nesta quinta-feira (15/6) em Londres, aos 87 anos. Ao longo da carreira, ela também chamou a atenção por ingressar na política e atuar como membro do Parlamento do Reino Unido. A notícia da morte foi confirmada por seu agente, Lionel Larner, que revelou o falecimento decorrente de uma breve doença. Jackson era conhecida pelos seus papéis em clássicos como “Mulheres Apaixonadas” (1969) e “Um Toque de Classe” (1973), que lhe renderam as vitórias no Oscar na categoria de Melhor Atriz. Mas, ao longo da carreira, ela marcou as telas com várias outras obras famosas, incluindo “Domingo Maldito” (1971) e “Mary Stuart, Rainha da Escócia” (1971). Sucesso nos cinemas, a atriz também conquistou a televisão como a Rainha Elizabeth I na série “Elizabeth R”, pela qual ganhou dois prêmios Emmy como Melhor Atriz. Já no teatro, foi aclamada pela sua atuação nas peças “Quem Tem Medo de Virginia Woolf?”, “Hedda Gabler” e “Interlúdio Estranho”.   Começo da carreira Nascida na cidade de Birkenhead, na Inglaterra, Glenda May Jackson ingressou nos estudos das artes cênicas na Academia Real de Arte Dramática em 1954, aos 18 anos. Ela fez sua estreia na peça “Separate Tables”, do dramaturgo britânico Terence Rattigan. E deu seus primeiros passos na carreira com pequenas aparições em filmes, como o clássico “O Pranto de um Ídolo” (1954), de Lindsay Anderson. Após mais de 10 anos nos palcos, ela se tornou membro da Royal Shakespeare Company, a mais consagrada companhia de teatro do Reino Unido. Nesse período, ela estrelou a peça “A Perseguição e o Assassinato de Jean-Paul Marat Desempenhados pelos Loucos do Asilo de Charenton sob a Direção do Marquês de Sade” (1967), abreviada para “Marat/Sade”. Aclamado pelo público, o espetáculo foi adaptado para os cinemas, sob a direção de Peter Brook, lançando a atriz em seu primeiro papel de destaque nas telas. Em seguida, ela protagonizou o romance deturpado “Negatives” (1968), de Peter Medak, e fez rápidas aparições em séries televisivas. Até que, em 1969, estabeleceu-se como um dos principais nomes no cinema – e um grande símbolo sexual da época.   Símbolo sexual O longa “Mulheres Apaixonadas” (1969), adaptação de D.H. Lawrence dirigida por Ken Russel, foi importante por retratar a revolução sexual e a liberdade feminina numa Inglaterra ainda fortemente conservadora. Ela surpreendeu o público com a sua personagem, Gudrun Brangwen, uma mulher de personalidade complexa, inteligente e emocional. Antes disso, a maioria das atrizes que se tornavam símbolos sexuais eram passivas e sujeitas às vontades dos homens. No longa, era a sua personagem quem dava as ordens. Apesar do filme ter sido escrito e dirigido por homens, a produção buscava uma atriz capaz de interpretar uma mulher dos anos 1920 que estivesse a frente do seu tempo. Com sua vitória no Oscar como Melhor Atriz, ficou claro que Jackson foi a escolha certa para o papel. No ano seguinte, ela continuou sua parceria com o diretor no longa “Delírio de Amor” (1970), onde voltou a dar o que falar, como a esposa ninfomaníaca de um homossexual torturado – ninguém menos que o famoso compositor russo Tchaikovsky, interpretado por Richard Chamberlain.   Coleção de prêmios O ano de 1971 foi bastante marcante em sua carreira. Ela provou seu talento na televisão com sua versão da Rainha Elizabeth I na série “Elizabeth R” (1971), produzida pela BBC, levando dois prêmios Emmy pela atuação. E ainda repetiu o papel no filme “Mary Stuart, Rainha da Escócia” (1971). Mas foi o papel no filme “Domingo Maldito”, do diretor John Schlesinger, que novamente rendeu comentários. No filme, ela participava de um triângulo amoroso envolvendo dois homens bissexuais. A produção lhe rendeu um prêmio BAFTA e mais uma indicação ao Oscar. Pouco tempo depois, a atriz embarcou em outra grande produção, a comédia romântica “Um Toque de Classe” (1973), estrelada com o ator George Segal. Mantendo seu semblante de mulher empoderada, ela recebeu muitos elogios pela performance e conquistou sua segunda estatueta do Oscar como Melhor Atriz.   Papéis marcantes A atriz passou a ser exaltada como uma das estrelas mais populares nas bilheterias britânicas. E se superou em 1975, quando estrelou três de seus filmes mais famosos. Sempre ousada, flertou com o lesbianismo na adaptação da peça “As Criadas”, de Jean Genet, transformou infidelidade em criatividade em “A Inglesa Romântica”, dirigida por Joseph Losey, e conquistou sua quarta indicação ao Oscar com outra adaptação teatral, “Hedda”, baseada na peça de Ibsen sobre uma femme fatale nórdica. Ela também deu vida à lendária Sarah Bernhardt, mais famosa atriz teatral de todos os tempos, em “A Incrível Sarah” (1976). Até que, de uma hora para outra, passou a preferir estrelar comédias, como “Um Toque de Humor” (1979), “Os Alunos da Sra. McMichael” (1979), “Política do Corpo e Saúde” (1980) e duas parcerias com o comediante americano Walter Matthau, “Um Viúvo Trapalhão” (1978) e “O Espião Trapalhão” (1980). Depois de passar boa parte dos anos 1980 no teatro, ela voltou às telas em nova comédia, “Além da Terapia” (1987), de Robert Altman, e em duas novas parcerias com Ken Russell: “A Última Dança de Salomé” (1988), adaptação da peça de Oscar Wilde no papel da vingativa Herodias, e “O Despertar de Uma Mulher Apaixonada” (1989), retomando o universo do filme de 1971 que lhe rendeu o primeiro Oscar.   Carreira política No ano de 1992, a atriz surpreendeu a todos ao trocar a carreira artística por uma chance de virar política. Ao ser eleita pelo Partido Trabalhista como membro do Parlamento do Reino Unido, Jackson interrompeu de forma drástica suas atividades como atriz. Quando seu Partido assumiu o governo britânico em 1997, ela foi nomeada Ministra Júnior dos Transportes. Mas, anos depois, desgostosa por não conseguir disputar a prefeitura de Londres, declarou que não iria se candidatar novamente, encerrando sua vida política em 2015.   Retorno premiado Logo que saiu do cargo, ela fez um retorno inesperado como atriz e até venceu um BAFTA e um Emmy Internacional pelo telefilme “Elizabeth Is Missing”, da BBC, no qual interpretou um mulher com demência, lutando para resolver o desaparecimento de uma amiga. Ela também estrelou drama “O Domingo das Mães”, dirigido por Eva Husson, lançado no Festival de Cannes em 2021 – e um dos poucos trabalhos em que Jackson teve a oportunidade de trabalhar com uma diretora mulher. Antes de morrer, ela finalizou o ainda inédito “The Great Escaper”, no qual voltou a se reunir com Michael Caine, seu parceiro em “A Inglesa Romântica”. Com direção de Oliver Parker (“O Retorno de Johnny English”), seu último filme não tem previsão de estreia.

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  • TV

    Antônia Fontenelle diz que “pobre não deveria ter carro” e viraliza

    15 de junho de 2023 /

    A YouTuber bolsonarista Antônia Fontenelle viralizou nesta quinta (15/6) por conta de uma fala considerada preconceituosa. Ela afirmou na Jovem Pan que carros populares não deveriam existir e pobres devem andar de ônibus. Seu nome acabou nos tópicos mais comentados do Twitter por conta da declaração. O comentário veio como crítica ao incentivo do governo Lula para a produção de automóveis mais baratos e opinou que o investimento deveria ser realizado em transporte público coletivo.   O que disse Fontenelle “Não deveria ter carro popular. Deveriam investir em transporte público, como os países desenvolvidos fazem. Carro popular pra ficar arrebentando com o trânsito? Ninguém vai pra frente nem pra trás”, iniciou Antonia Fontenelle. “Criem vergonha na cara de vocês! Melhorem o transporte público pra todo mundo andar. Até eu andaria de transporte público… Todo mundo!” Ele reforçou sua argumentação: “Nos países desenvolvidos, ninguém fica andando de carro pra arrebentar com o trânsito. Que carro popular, que nada! As pessoas têm que ter é dignidade”. Para completar, disse que pobre não poderia bancar os custos de um carro: “Ter um carro popular não é ter dignidade não, gente. É pra ficar sofrendo no trânsito. Porque tem que pagar IPVA, seguro, prestação do carro… E pobre, que ganha um salário mínimo, tem dinheiro pra isso?”. “Vamos parar de devanear? Chega! O que tem dentro dessa cachaça de vocês?”, encerrou Fontenelle.   Repercussão Publicada nas redes sociais, a declaração deu o que falar. “Quanta ignorância! As pessoas querem carro por necessidade, não por luxo”, disse um internauta. “É repleta de preconceito e falta de empatia. A mobilidade é um direito básico, menosprezar pessoas com base em sua condição financeira é uma atitude lamentável e desrespeitosa”. apontou outro. “O que ela queria mesmo, pelo tom da conversa, é exterminar com os pobres, para reduzir o congestionamento? É o suco mais podre da extrema-direita”, lamentou mais um. Mas houve quem desse razão à comentarista. “Ela tá certa… Essa obsessão por carros tem que acabar. Só prejudica o meio ambiente e o trânsito”, publicou um simpatizante. Veja um pouco da repercussão abaixo. 🚨 VEJA: Antonia Fontenelle disse que “pobre não deveria ter caro” e que devem viver de transporte público. pic.twitter.com/0iJbWqJZsX — POPTime (@siteptbr) June 15, 2023 Mas vejam aí a Antônia Fontenelle dizendo que não deveria haver carro popular. O que ela queria mesmo, pelo tom da conversa, é exterminar com os pobres, para reduzir o congestionamento? É o suco mais podre da extrema-direita pic.twitter.com/xuMnwBeJ7J — Sérgio A J Barretto (@SergioAJBarrett) June 15, 2023 Antônia Fontenelle revivendo Caco Antibes:"Odeio pobres. Carro popular para pobres?" Antônia Fontenelle chegou ao topo da imbecilidade e arrogância. Como será o amanhã, madame? https://t.co/kt9JhvSAzt — Monja de Bacurau🌳🏹🌳🪢 (@ileuscatin) June 15, 2023 Antônia Fontenelle, diz que carros populares não deveriam existir e pobres devem andar de ônibus, é repleta de preconceito e falta de empatia. A mobilidade é um direito básico, menosprezar pessoas com base em sua condição financeira é uma atitude lamentável e desrespeitosa. pic.twitter.com/Vt9F6l6bVO — Aurelio Nery 🌎 (@AurelioNery17) June 15, 2023 Antonia Fontenelle ,"calada você ainda tá errada. " pic.twitter.com/gOqiq3GPUP — Gladzoldafofoqueira (@xandabarreto73) June 15, 2023 A bolsonarista Antônia Fontenelle afirma que carro popular não deveria existir, porque pessoas pobres não têm dinheiro para pagar despesas e devem andar de ônibus. Uma fala desprezível que revela o preconceito da extrema-direita, que ñ aceita ascensão de pessoas pobres. pic.twitter.com/jNrKYjCO3d — Barbudinho (@oBarbudinho) June 15, 2023 Esse é o desprezo que a elite tem com pobre!! Para a elite o pobre tem que ficar no seu devido lugar e se contentar com o suficiente para sobreviver… Essa tal de Antônia Fontenelle só é um pedacinho do côco da elite brasileira. A ELITE FEDE!!! pic.twitter.com/wn1sP3abXP — 𝕄𝕠𝕣𝕘𝕒𝕟𝕒 ℝ𝕖𝕓𝕠𝕝ç𝕒𝕤🧙🏻‍♀️❣️ (@nana_rebolcas) June 15, 2023 REVOLTANTE!Fontenelle diz que carro popular não deveria existir, pois pobres não têm dinheiro e devem andar de ônibus (vídeo)Extremista usou todo seu preconceito para atacar o programa do governo Lula de incentivo ao desconto de carros populareshttps://t.co/TEqqBapqFX — Akai Shiri (@Akai_Shiri) June 15, 2023 Primeiro que Antônia Fontenelle tem pensamento burguês bolsonarista: tudo para o rico e nada para o pobre. Segundo que carro popular não é para quem ganha 1 salário mínimo. Ela tirou isso do koo preconceituoso dela.💩💩💩 https://t.co/5U2kt8HAwq — Tobias Carrieri🚩#VamosJuntosPeloBrasil (@TobiasCarrieri) June 15, 2023 Falar que nos países desenvolvidos as pessoas andam dignamente de transporte público, te dói? Vai passear em Nova York, Suiça, Paris…. Quem sabe vc passa a entender o que Antonia Fontenelle disse e para de destilar ódio na internet 😊 Não vai infartar hein! pic.twitter.com/iHbV6HRs3a — Andrew (@GgmAndrews) June 15, 2023 Deus me livre ficar do lado de Antônia Fontenelle, mas ela tem um ponto que eu concordo: pobre não tem condições de manter um carro e os esforços do Governo deveriam de ser melhorar o transporte público https://t.co/Qb3qfg2YJe — Luciano Carvalho (@otaldebochado) June 15, 2023 Ela tá certa Cho.. essa obsessão por carros tem que acabar, além de tudo só prejudica o meio ambiente e o trânsito — camarada habrev ☭ (@habrevv) June 15, 2023 Antônia Fontenelle em partes está certa, mas se esquece de dizer q o "mito" dela passou 4 anos andando de Jet ski, de moto, negando a pandemia e conspirando contra a democracia e NADA FEZ pra melhorar o transporte público brasileiro. E ela ficou aplaudindo.Então cara boca fia! https://t.co/1g368L9S3D — Nosli Melissa (@MelissaNosli) June 15, 2023 Ué? Mas não era essa galera (tipo FONTENELLE) que no período eleitoral estava com "medo do Brasil virar uma Cuba ou Venezuela"? Citavam justamente a frota de carros antigos nesses países?? Desde qd se preocupam com transporte público? pic.twitter.com/FpB3NlPxqC — Larissa Machado (mulheresdelutta) (@larimachadoh) June 15, 2023 Xô, Antônia Fontenelle! pic.twitter.com/GZ7joSMapA — Gerson1909 (@Gerson19091) June 15, 2023

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  • TV

    Chris Hemsworth diz se inspirar nos surfistas Ítalo e Medina: “Amo esses caras”

    15 de junho de 2023 /

    Chris Hemsworth (“Thor: Amor e Trovão”) revelou ser um grande fã dos surfistas brasileiros Ítalo Ferreira e Gabriel Medina. “Eu amo esses caras”, ele disse ao jornal Extra. Na entrevista, Hemsworth afirmou que suas maiores referências vêm dos esportes. “Eu interajo com eles nas mídias sociais. Sou ator, já conheci alguns dos meus heróis do ramo, mas os verdadeiros heróis, para mim, são os surfistas, especialmente os que vêm desse país. Esses caras são inspiração para mim há anos”, revelou o astro australiano, que mora de frente pro mar e demonstra em seu Instagram ser grande adepto do surfe. Hemsworth acrescentou ter trocado mensagens com Ítalo antes de chegar a São Paulo, onde veio participar da divulgação do filme “Resgate 2” no evento Tudum. “Eu estava trocando mensagem com o Ítalo Ferreira nesta manhã (15/6). E ele disse que estava com uma piscina de onda aqui perto pronta para a gente surfar”, afirmou o interprete de Thor, dos filmes da Marvel. Apesar do convite, Hemsworth lamentou não poder se encontrar com o ídolo, pois tem a agenda lotada de compromissos. “Estou nessa viagem de imprensa e não poderei ir. Fiquei arrasado”, completou. O ator é uma das estrelas internacionais do Festival Tudum, evento da Netflix que ocorrerá na Bienal do Ibirapuera neste fim de semana.

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    Bill Cosby enfrenta 9 acusações novas de agressão sexual

    15 de junho de 2023 /

    Bill Cosby, ator e comediante americano, enfrenta novas acusações de agressão sexual. Ao todo, nove mulheres alegam que foram drogadas e agredidas por Cosby entre os anos de 1979 e 1992, em casas, vestiários e hotéis em Las Vegas, Reno e Lake Tahoe, nos Estados Unidos. De acordo com o site The Hollywood Reporter, os processos foram abertos em um tribunal federal de Nevada. Em uma das acusações, a vítima relata que Cosby a chamou de Nova York para Nevada, alegando que seria seu “mentor de atuação”. Ao invés disso, o ator a estuprou em um quarto de hotel após drogá-la com uma bebida que ele afirmava ser espumante sem álcool.   Nova lei viabiliza acusações contra Cosby O novo processo surge algumas semanas após o governador de Nevada, Joe Lombardo, assinar uma lei que suspende o prazo de prescrição de dois anos para adultos que desejam entrar com processos por abuso sexual. Dessa forma, não há mais uma restrição de tempo para uma vítima poder denunciar o agressor, viabilizando punições por crimes cometidos há muitos anos. Uma das acusadoras de Cosby, identificada como Lise-Lotte Lublin, é natural do estado e apoiou a mudança na lei. “Durante anos, lutei pelos sobreviventes de agressão sexual, e hoje é a primeira vez que poderei lutar por mim mesma”, declarou. “Com a nova mudança na lei, agora posso levar meu agressor Bill Cosby ao tribunal. Minha jornada está apenas começando, mas sou grata por esta oportunidade de buscar justiça”. Ela afirmou que o ator a estuprou em um hotel em Las Vegas em 1989. A lista de denunciantes inclui uma ex-modelo da Playboy, que alegou ter sido drogada e agredida sexualmente por Cosby, juntamente com outra mulher, em sua residência em 1969. O responsável pelas relações públicas de Cosby, Andrew Wyatt, criticou essas leis em um comunicado, afirmando que as mulheres estão buscando atenção da mídia ao processar o ator. “A partir de hoje, não permitiremos mais que essas mulheres apresentem múltiplas alegações supostas contra o Sr. Cosby sem que sejam examinadas no tribunal de opinião pública e no tribunal em si”, declarou.   #MeToo colocou o ator na prisão por 3 anos Anteriormente, o artista de 85 anos chegou a ser condenado por estupro, além de enfrentar acusações de agressão e assédio sexual por mais de 60 mulheres. Cosby foi a primeira celebridade a ser julgada e condenada na época do movimento #MeToo, movimento liderado por diversas artistas e ativistas para incentivar mulheres a denunciarem crimes de violência sexual. Ele passou quase três anos em uma prisão estadual na Filadélfia antes de ter sua condenação anulada por um tribunal superior em 2021. Mesmo assim, o ator voltou a enfrentar processos. No início deste ano, um júri de Los Angeles concedeu uma indenização de US$ 500 mil a uma mulher que afirmou ter sido abusada sexualmente por Cosby na Mansão Playboy quando ela tinha apenas 16 anos, em 1975.

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  • TV

    Carlos Alberto de Nóbrega propõe entrada de Marcius Melhem no SBT

    15 de junho de 2023 /

    Carlos Alberto de Nóbrega sugeriu a contratação de Marcius Melhem no SBT. No YouTube, o humorista avisou que fará a sugestão para Daniela Beyruti, a filha de Silvio Santos que assumiu a vice-presidência da emissora. A dupla de comediantes se uniu em uma transmissão ao vivo, quando Carlos fez sua proposta inédita. “Sempre gostei de você, você sempre foi um cavalheiro comigo, você deu a chance a muitos comediantes… Eu gostaria muito se você um dia viesse para o SBT fazer um programa de humor”, afirmou. Melhem, por sua vez, aceitou o convite sem pensar duas vezes. “Eu também gostaria muito. Muito, muito mesmo”, garantiu o comediante. “Se você me permite, está havendo uma nova mentalidade agora com a posse da Daniela, filha do Silvio. Hoje, o dia inteiro, houve um encontro lá, mais de 400 pessoas”, detalhou Carlos Alberto. O comandante de “A Praça É Nossa” disse que poderá sugerir um novo programa de humor para ser comandado por Melhem: “Se você me permite, eu vou sugerir um programa de humor. Eu gostaria muito se um dia você pudesse esbarrar comigo no corredor”, comentou ele. Marcius Melhem está afastado da TV há três anos, envolvido em acusações de assédio moral e sexual contra atrizes e roteiristas da Globo.

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  • Música

    Beyoncé é acusada de promover alta da inflação na Suécia

    15 de junho de 2023 /

    Beyoncé foi acusada de promover alta da inflação na Suécia devido a turnê “Renaissance World Tour”. A busca pelos ingressos da cantora disparou na Europa, segundo o jornal Financial Times. Desde fevereiro, banqueiros europeus consideram a turnê da popstar como um fator determinante para o aumento da inflação no país, ainda mais depois que Beyoncé decidiu iniciar seus shows em Estocolmo em maio deste ano. O economista-chefe do Danske Bank, Michael Grahn, destacou que a turnê aumentou o preço dos hotéis e restaurantes na região com a chegada de cerca de 46 mil fãs para cada show. “É bastante surpreendente para um único evento. Nunca vimos isso antes”, afirmou. Vale reforçar que a Suécia foi o país nórdico mais disputado pelos fãs, pois os ingressos do show de Beyoncé estão mais baratos devido à cotação da moeda sueca. Devido ao “efeito Beyoncé”, Grahn apontou que a inflação regional será de curta duração e deve baixar nos próximos meses.

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  • Filme

    Amigos de Jean-Pierre Léaud pedem ajuda para o ator de clássicos do cinema francês

    15 de junho de 2023 /

    Jean-Pierre Léaud, ator francês conhecido pelos clássicos “Os Inocentes” (1959) e “A Chinesa” (1967), está enfrentando problemas financeiros e de saúde. A informação foi divulgada por familiares e amigos do artista, que lançaram uma campanha de arrecadação na plataforma Leetchi, afirmando que o ator de 79 anos está passando por um momento difícil. “Apesar de uma carreira excepcional, Jean-Pierre está atravessando um momento difícil em termos morais, físicos e materiais”, diz a página dedicada ao ator no site. “Seu amigo Serge Toubiana, testemunha dessa preocupante situação, acaba de mobilizar diversos contatos no meio cinematográfico e apelar à generosidade de todos”. Embora a campanha não forneça detalhes específicos sobre a condição do ator, Toubiana, presidente da Unifrance e ex-diretor da Cinemateca Francesa, revelou à imprensa francesa que Léaud teria enviado diversas mensagens preocupantes durante a última edição do Festival de Cannes, em maio. Segundo ele, o ator disse estar com dificuldades para se levantar. O ex-diretor também afirmou que Léaud teria se envolvido em muitos jogos de azar na juventude, o que o levou a perder o dinheiro acumulado ao longo de sua carreira. A campanha no Leetchi já alcançou a meta de € 15 mil, estipulada pelos amigos de Léaud – equivalente a aproximadamente R$ 78 mil.   Sucesso no cinema e Palma de Ouro Jean-Pierre Léaud é um ícone do cinema francês há muitos anos. Nascido em Paris, o ator deu início a carreira ainda na infância, aos 14 anos. Com essa idade ele estrelou o longa “Os Inocentes” (1959), dirigido por François Truffaut, um dos filmes franceses mais famosos de todos os tempos. Seu personagem, Antoine Doinel, era um menor abandonado. Ele voltou a viver Doinel e trabalhar com Truffaut em “O Amor aos Vinte Anos” (1962), “Beijos Roubados” (1968), “Domicílio Conjugal” (1970) e “Amor em Fuga” (1979), transformando-se em alter-ego do diretor. Léaud estrelou os quatro longas-metragens ao lado da atriz Claude Jade, que na época era noiva de Truffaut. O ator também trabalhou em filmes icônicos de Jean-Luc Godard, como “A Chinesa” (1967), “Alphaville” (1965) e “O Demônio das Onze Horas” (1965), além de colaborar com outros diretores da Nouvelle Vague e inovadores do cinema dos anos 1960 e 1970. Sua filmografia inclui inúmeros clássicos como “O Testamento de Orfeu” (1960) de Jean Cocteau, “Não me Toque” (1971) de Jacques Rivette, “O Último Tango em Paris” (1972), de Bernardo Bertolucci, “A Mãe e a Puta” (1973) de Jean Eustache, e até “O Leão de Sete Cabeças” (1970), do brasileiro Glauber Rocha. Mais recentemente, Léaud apareceu “Irma Vep” (1996), de Olivier Assayas, protagonizou “O Pornógrafo” (2001), de Bertrand Bonello, e viveu o personagem-título de “A Morte de Luís XIV” (2016), de Albert Serra, que lhe rendeu o prêmio Lumière de Melhor Ator. No mesmo ano, ele recebeu uma Palma de Ouro honorária no Festival de Cannes, em reconhecimento à sua contribuição para o cinema.

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  • Filme

    Festival In-Edit vai de Elis Regina a Rita Lee em sua 15ª edição

    15 de junho de 2023 /

    O In-Edit, Festival Internacional do Documentário Musical, chegou em sua 15ª edição. O evento reúne uma seleção de filmes nacionais e internacionais, que serão disponibilizados nas salas de cinema de São Paulo e também online até o dia 25 de junho. Reunindo longas e curta-metragens, o festival de documentários apresenta mais de 60 títulos, que incluem filmes inéditos e também produções clássicas. Artistas como Tom Jobim, Elis Regina, Rita Lee, e até Michael Jackson estão entre as personalidades retratadas nas obras. As sessões presenciais ocorrem na capital paulista nas salas do CineSesc, Cinemateca Brasileira, Spcine Olido, Spcine Paulo Emílio (CCSP) e Cine Cortina. O acesso às exibições é gratuito, com exceção do CineSesc, com ingressos que partem de R$ 8. Para a entrada franca nas sessões presenciais é necessário fazer a retirada dos ingressos na bilheteria uma hora antes do início de cada sessão. Com parte de sua programação, os títulos estarão disponíveis de forma gratuita e on-demand (sob demanda) em quatro serviços de streaming, sendo eles Sesc Digital, Itaú Cultural Play, Spcine Play e In-Edit Brasil TV. Além das exibições de filmes, o festival também oferece uma série de conteúdos exclusivos com foco cultural. Isso inclui entrevistas com cineastas, homenagens, uma feira de discos de vinil e shows ao vivo.   Documentário sobre Elis Regina concorre ao prêmio principal Assim como outros festivais de cinema, o In-Edit também tem uma competição, definida por um júri. Dentre os filmes que concorrem este ano, destaca-se o documentário “Elis & Tom, Só Tinha que Ser com Você”. Dirigido por Roberto de Oliveira e Jom Tob Azulay, a produção mostra os bastidores da gravação do “Elis & Tom”, o álbum histórico de Elis Regina e Tom Jobim lançado em 1974. O longa de 1h20min traz as filmagens inéditas de uma câmera 16mm, que foram restauradas em 4K. A competição também inclui “Famoudou Konaté – The King of Djembe”, “Fausto Fawcett na Cabeça”, “Frevo Michiles”, “Miúcha, a Voz da Bossa Nova”, “Peixe Abissal”, “Terruá Pará” e “Villa-Lobos em Paris”.   De Pink Floyd a Backstreet Boys Entre os destaques internacionais, o documentário “Sonic Fantasy”, do diretor espanhol Saúl Benejama, vai mostrar a história por trás da gravação de “Thriller”, álbum do cantor que impactou não somente a música pop, mas toda a indústria musical. A programação também inclui “Have You Got It Yet? The Story of Syd Barrett and Pink Floyd”. Dirigido por Roddy Bogawa e Storm Thorgerson, a produção conta a história do músico Syd Barrett, fundador da icônica banda de rock Pink Floyd que acabou em um hospício. Fãs da banda americana Backstreet Boys serão contemplados com o documentário “Backstreet Boys: Show ‘Em What You’re Made Of”, do diretor Stephen Kijak. O projeto aborda desde a infância até a fase adulta dos integrantes do grupo, que foi um fenômeno adolescente nos anos 1990. Entre altos e baixos, eles seguem juntos até hoje – e realizaram shows no Brasil em janeiro deste ano. E não falta nem rap, com um filme sobre o rapper XXXTENTACION, que foi assassinado em 2018. O documentário “Look At Me: XXXTENTACION” é dirigido por Sabaah Folayan e vai mostrar a vida tumultuada do artista acusado de diversos crimes antes de sua morte.   Diferentes estilos ao redor do mundo Apesar de enfatizar produções sobre artistas da música pop, o festival também é uma oportunidade para o público conhecer novos sons e histórias. Entre eles, estão “La danza de Los Mirlos”, do diretor Álvaro Luque, que apresenta uma banda que toca cumbia amazônica psicodélica do Peru. Outro é “Max Roach: The Drum Also Waltzes”, dirigido por Samuel Pollard e Ben Shapiro, uma biografia do lendário baterista de jazz que explora suas lutas pessoais e políticas, bem como o legado que deixou.   Homenagem a Rita Lee encerra o festival Encerrando a vasta programação, o In-Edit presta homenagem a Rita Lee, que faleceu no mês passado, com exibição do documentário “Ovelha Negra”, de 2007. O longa de 79 minutos foi dirigido por Roberto de Oliveira e conta a trajetória da roqueira, passando pela sua infância, família, escola, os Mutantes, o Tropicalismo e a parceria com a banda Tutti Frutti. A exibição será responsável por fechar o festival no dia 25 de junho em uma sessão especial na Cinemateca Brasileira. Vale lembrar que, além das exibições de filmes, o festival também oferece uma série de atividades paralelas, que ocorrem em diversos pontos da cidade de São Paulo. Eventos e feiras, bem como os horários e salas de exibição dos filmes podem ser conferidos em detalhes na programação do site oficial: https://br.in-edit.org.

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  • Música

    Morre Luiz Schiavon, tecladista e fundador da banda RPM

    15 de junho de 2023 /

    Luiz Schiavon, tecladista e fundador da banda RPM, morreu aos 64 anos nesta quinta-feira (15/6). O músico estava internado no Hospital São Luiz, em Osasco, na região metropolitana de São Paulo, e não resistiu a uma cirurgia. Os familiares de Schiavon esclareceram que o compositor lutava contra uma doença autoimune, ainda não revelada. Há dois anos, Luiz se afastou dos palcos devido aos problemas de saúde. “É com pesar que a família comunica o falecimento de Luiz Schiavon. Ele vinha lutando bravamente contra uma doença autoimune há quatro anos, mas, infelizmente, ele teve complicações na última cirurgia de tratamento e não resistiu.” Segundo o comunicado oficial, a despedida do músico será restrita a parentes e amigos próximos. “Luiz era, na sua figura pública, maestro, compositor, fundador e tecladista do RPM, mas acima de tudo isso, um bom filho, sobrinho, marido, pai e amigo.” “Portanto, a família decidiu que a cerimônia de despedida será reservada para familiares e amigos próximos e pede, encarecidamente, que os fãs e a imprensa compreendam e respeitem essa decisão.” “Esperamos que se lembrem dele com a maestria e a energia da sua música, um legado que ele nos deixou de presente e que continuará vivo em nossos corações. Despeçam-se, ouvindo seus acordes, fazendo homenagens nas redes sociais, revistas e jornais, ou simplesmente lembrando dele com carinho, o mesmo carinho que ele sempre teve com todos aqueles que conviveram com ele”, conclui o comunicado.   O sucesso musical Em 1983, o tecladista Luiz Schiavon fundou a banda RPM com Paulo Ricardo (baixo e vocais). E logo se juntaram a eles Fernando Deluqui (guitarras) e, um pouco mais tarde, Charles Gavin (bateria) – substituindo um baterista de 15 anos. O primeiro compacto, “Louras Geladas”, virou hit das danceterias em 1984 – enquanto a música “Revoluções por Minuto” foi censurada. Mas a banda insistiu com a faixa e a lançou seu primeiro álbum com o título “Revoluções Por Minuto” em 1985, aproveitando-se da abertura democrática no Brasil. Com Gavin indo para os Titãs, o disco marcou a estreia do baterista Paulo Pagni. E estourou com as músicas de sucesso “Olhar 43”, “Rádio Pirata” e o single “Louras Geladas”. No ano seguinte, “Rádio Pirata ao Vivo”, registro de um show, fez História com uma pré-venda de 500 mil cópias e vendagem de mais de 3,7 milhões discos. Os números fizeram do RPM os artistas de maior vendagem da indústria fonográfica nacional até então. O fenômeno rendeu até edição especial do programa “Globo Repórter”, que pode ser vista na íntegra logo abaixo.   As muitas separações O sucesso desmedido gerou planos ambiciosos. A banda resolveu criar um selo próprio, RPM Discos, pelo qual lançou a banda Cabine C. E o fracasso da empreitada acabou gerando a primeira crise e separação provisória do quarteto, que ainda assim lançou “Os Quatro Coiotes” em 1988 antes de separar no ano seguinte. Paulo Ricardo, que seguiu carreira solo em 1989, ainda retomou uma formação da banda sem Schiavon em “Paulo Ricardo & RPM”, de 1993 – com som mais pesado e menos sucesso. E o RPM seguiu indo e vindo, com disco ao vivo na MTV em 2002 e um último álbum de estúdio, “Elektra”, em 2011, novamente com Schiavon nos teclados. Ao todo, o RPM teve mais de 30 anos de carreira musical, entre idas e vindas. Luiz Schiavon também participou como integrante da banda do “Domingão do Faustão” nos anos 2000. E foi o autor da música que introduzia as “Videocassetadas” nos últimos anos. Além disso, criou as trilhas sonoras das novelas “Rei do Gado”, “Terra Nostra”, “Esperança” e “Cabocla”, além da minissérie “Mad Maria”. Neste mês, o tecladista havia lançado sua nova canção “Promessas”, composta em parceria com Fernando Deluqui.

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