Disney planeja unificar streamings até o final do ano
A Disney anunciou que lançará um aplicativo único para juntar as programações dos streamings Hulu, ESPN+ e Disney+ até o final deste ano nos EUA. Bob Iger, CEO da Disney, descreveu a mudança como uma “progressão lógica” de suas ofertas de serviços DTC (direto ao consumidor, em tradução) e afirmou que as três plataformas também continuarão disponíveis de forma independente. No Brasil, a empresa opera as plataformas Disney+ e Star+ (a versão internacional da Hulu), que devem seguir a fusão da matriz. Isso já acontece na Europa, onde a Star é uma opção de conteúdo dentro da Disney+. A revelação de Iger acontece dias antes da Warner Bros. Discovery lançar sua nova plataforma Max, que unificará HBO Max e Discovery+. E fortalece uma tendência de consolidação no mercado dos streamings. A unificação num novo app resultará em um aumento do preço dos serviços individuais. Além disso, a Disney pretende produzir menor volume de conteúdo para seus serviços, além de anunciar que vai remover certos títulos à medida em que busca melhorar sua lucratividade. “Estamos confiantes de que estamos no caminho certo para a lucratividade do streaming”, disse Iger. Segundo ele, há oportunidades empolgantes para publicidade no novo aplicativo com os três serviços juntos. Como 40% das unidades domésticas de anúncios da empresa são endereçáveis, os anunciantes podem segmentar espectadores individuais por meio de uma variedade de características. Isso trará maiores oportunidades para os anunciantes, enquanto a unificação oferecerá aos assinantes um acesso a mais conteúdo de forma mais simplificada. A Disney assumiu o controle operacional da Hulu em 2019, após comprar a 21th Century Fox, dona de 30% da plataforma, e adquirir 10% que estavam com a Warner. No próximo ano, a empresa terá que tomar uma decisão de compra/venda contratual sobre os 30% que ainda não lhe pertencem. O negócio obrigatório dará à Disney a oportunidade de comprar o último terço da plataforma, que é da Comcast (dona da Universal Pictures, do canal NBC e da plataforma Peacock). Para fazer a aquisição, a Disney precisará pagar à Comcast pelo menos US$ 9 bilhões, com a avaliação exata a ser determinada por um árbitro. Mas a Comcast também poderá fazer uma oferta pelos 70% do serviço que pertencem ao conglomerado chefiado por Iger. Ainda não ficou claro se a Disney vai fechar um acordo para comprar a última parte da Hulu, mas a empresa teve conversas “construtivas” com a Comcast. “É muito, muito complicado tomarmos grandes decisões sobre nosso nível de investimento, nosso compromisso com esse negócio, queremos entender para onde isso pode ir”, declarou Iger. Com resultados do segundo trimestre deste ano, a Hulu registrou um crescimento de 200 mil assinaturas, totalizando 48,2 milhões de usuários da plataforma. Já o segmento esportivo da ESPN+ aumentou em 2%, alcançando 25,3 milhões de assinantes. Os números superaram as expectativas e apareceram entre os maiores triunfos da empresa no trimestre passado, após uma queda de 4 milhões de assinantes na Disney+ nesse mesmo período. A Disney+ chegou oficialmente no Brasil em novembro de 2020, enquanto a Star+, versão internacional da Hulu, foi disponibilizada em 2021.
Disney+ perde mais de 4 milhões de assinantes
A Disney+ perdeu mais de 4 milhões de assinantes no segundo trimestre de 2023, marcando sua segunda queda trimestral consecutiva. No final do ano passado, o streaming enfrentou sua primeira queda desde seu lançamento em 2019. Agora, a Disney+ registra 157,8 milhões de assinantes, em comparação aos 161,8 milhões do trimestre passado. Segundo a empresa, a segunda queda foi impulsionada por um declínio sequencial de 4,6 milhões na Disney+ Hotstar, a versão do serviço oferecida na Índia e em partes do Sudeste Asiático. No ano passado, a Disney perdeu os direitos de transmissão dos jogos de críquete da Indian Premier League (IPL), que gera paixões equivalentes ao do Campeonato Brasileiro de Futebol, o que diminuiu a expectativa de crescimento na região. No entanto, a companhia conseguiu reduzir suas perdas de negócios de streaming em US$ 400 milhões, uma queda de 26% ano a ano, graças ao aumento no preço da assinatura do serviço. Apesar da queda no número de assinantes, a Disney superou as expectativas de Wall Street para ganhos e receitas trimestrais, graças ao desempenho impressionante dos parques temáticos da empresa no primeiro trimestre do ano. Inclusive, em Orlando, a Disney encara uma disputa territorial com o governador da Flórida, Rick DeSantis. A empresa de entretenimento abriu um processo em que alega que DeSantis violou seus direitos constitucionais e dificulta o desenvolvimento dos parques temáticos. A empresa também passa por um momento de demissões em massa, que devem afetar cerca de 7 mil funcionários. Em paralelo, ainda enfrenta a greve dos roteiristas nos Estados Unidos, que paralisou produções do estúdio, como o longa “Blade” e a série “Andor”. Os títulos fazem parte das franquias mais lucrativas do estúdio, Marvel e Star Wars, respectivamente. Embora os desafios mencionados e a perda de assinantes da Disney+ sejam marcos negativos, outros serviços da empresa conseguiram obter êxito. A plataforma Hulu, que opera apenas na América do Norte, ganhou 200 mil assinantes no trimestre, ficando em 48,2 milhões, enquanto ESPN+ aumentou em 2%, totalizando 25,3 milhões. Como sempre, a Disney não revelou o desempenho da Star+ (a Hulu da América do Sul). Segundo a empresa, a Disney passa por um momento de mudança, que conduzirá a um processo de revisão de conteúdo de seus serviços DTC (direto ao consumidor, em tradução). “No futuro, pretendemos produzir volumes menores de conteúdo em alinhamento com essa mudança estratégica”, justificou a CFO Christine McCarthy, num teaser. Vem aí a unificação das plataformas Hulu/Star+ com a Disney+!
Trailer do filme “FlaminHot” mostra origem do salgadinho Cheetos picante
A Searchlight Pictures revelou o primeiro trailer do filme “FlaminHot: O Sabor que Mudou a História”, biografia que fala sobre a origem do Cheetos picante. A produção é baseada no livro “Um Menino, um Burrito e um Biscoito: De Zelador a Executivo”, escrito por Richard Montañez, que se inspira em suas experiências de vida e sua esposa, Judy. E marca a estreia da atriz Eva Longoria (“Desperate Housewives”) na direção de um longa-metragem de ficção. O filme traz a perspectiva de Montañez sobre a criação do Cheetos Flamin’ Hot, mas existem outras versões desta história. A prévia, narrada por Jesse Garcia (“Narcos: México”), mostra como Montañez baseou-se em suas origens mexicanas para conceber o Cheetos Flamin ‘Hot, descrito como “o petisco que mudou a indústria alimentícia e tornou-se um fenômeno da cultura pop global”, de acordo com a sinopse oficial. O trailer mostra o momento em que ele descobre que adicionar tempero de pimenta aos Cheetos trará um delicioso sabor picante ao produto e conquistará um mercado muito mais amplo nos EUA. “Eu tive uma ideia. É um salgadinho picante. Isso vai mudar tudo”, Montañez diz ao seu gerente cético, interpretado por Matt Walsh (“Detox Digital”). Outros céticos iniciais incluem o CEO da Frito-Lay, Roger Enrico, interpretado por Tony Shalhoub (“Maravilhosa Sra. Maisel”), que questiona Montañez durante uma ligação: “E você é um faxineiro?”. No final, o persistente inventor criou o icônico salgadinho Flamin’ Hot Cheetos, que bombou na indústria. O longa é protagonizado por Garcia e Annie Gonzalez (“Vida”). O elenco ainda conta com Dennis Haysbert (“Longe do Paraíso”), Emilio Rivera (“Aurelia la Texana”), Pepe Serna (“Bernarda”), Bobby Soto (“O Cobrador de Impostos”), Brice Gonzalez (“Lopes vs Lopes”), Vanessa Martinez (“Atração Fatal”), Mario Ponce (“O Preço do Talento”), Hunter Jones (“Small Engine Repair”), Jimmy Gonzales e Fabian Alomar (ambos de “Mayans M.C”) Escrito por Lewis Colick (“Brigada 49”) e Linda Yvette Chávez (“Gentefied”), o filme estreia em 9 de junho na Star+.
Dolph Lundgren revela batalha contra câncer terminal
O veterano ator Dolph Lundgren (“Rocky IV”) revelou uma batalha de oito anos contra um câncer que foi considerado terminal até uma rodada de tratamento que ele considera mais bem-sucedida. Em uma entrevista para o programa “In Depth with Graham Bensinger”, Lundgren contou pela primeira vez que foi diagnosticado em 2015 com câncer no rim, que foi removido. Após a cirurgia, ele permaneceu sem sintomas por cerca de cinco anos. Porém, durante uma visita ao médico em uma viagem à Suécia em 2020, foram encontrados outros tumores no rim, no fígado, no estômago e na coluna. O tumor no fígado era grande demais e não podia ser removido através de cirurgia. Com isso, o médico que o atendia na época afirmou que Lundgren teria apenas dois ou três anos de vida e aconselhou-o a passar mais tempo com sua família. Na entrevista, ele relata que, na época, pensou: “Eu tive uma vida ótima. Eu vivi com cinco vidas a mais. Então, não foi como se eu me sentisse amargo, mas senti muito por meus filhos e minha noiva”, disse. Depois disso, Lundgren foi atrás de uma segunda opinião com a oncologista Dra. Alexandra Drakaki, do UCLA Medical Center. A partir disso, o artista foi submetido a uma medicação desenvolvida recentemente. Segundo ele, o tratamento tem mostrado uma eficácia de 90%. Dolph Lundgren ainda precisa passar por uma cirurgia adicional, mas acredita que depois dela não haverá mais “atividade cancerígena” em seu corpo. A Dra Drakaki afirma no vídeo que agora espera que a taxa de sobrevivência do ator possa ser medida em anos em vez de meses. “Minha esperança e objetivo é tentar mantê-lo nessa medicação o máximo possível e continuar fazendo biópsias à medida que as coisas mudam em seu corpo para tentar identificar novos alvos para o tratamento”, disse ela. Questionado sobre sua perspectiva atual, Lundgren diz: “Você simplesmente agradece por ter sorte o suficiente para estar vivo e agradece por cada momento”.
Fox renova série criticada pelo PETA: “Sopa repugnante de exploração animal”
A emissora norte-americana Fox anunciou a renovação da comédia “Animal Control” para uma 2ª temporada. Criada por Bob Fisher (“Família do Bagulho”), Rob Greenberg (“Overboard”) e Dan Sterling (“Casal Improvável”), a trama acompanha um grupo de trabalhadores de controle de animais, que lidam com as preocupações com o mundo animal e com a vida humana. A série é estrelada por Joel McHale, conhecido pelo papel de Jeff Winger na sitcom “Community” (2009). Na trama, McHale interpreta Frank Shaw, um oficial de controle de animais excêntrico e obstinado. Sendo um ex-policial, Frank tentou expor a corrupção em seu departamento, mas seus esforços o demitiram. Embora carregue uma personalidade cínica e mal-humorada, ele tem um talento surpreende para entender os animais. “Estamos emocionados por nossos espectadores terem gostado de ‘Animal Control’ tanto quanto nós”, disse Michael Thorn, da Fox Entertainment. “O elenco incrivelmente talentoso, liderado por Joel McHale, junto com nossa equipe criativa, Bob Fisher, Rob Greenberg, Dan Sterling e Tad Quill – para não mencionar um zoológico de atores com métodos de animais selvagens – entregaram uma série hilária que é afiada, espirituosa e calorosa, semana após semana”. Em fevereiro, a série recebeu duras críticas da organização PETA (Pessoas pelo Tratamento Ético de Animais, na sigla em inglês). O grupo de direitos dos animais divulgou uma declaração criticando a série por supostamente explorar animais. Nos primeiros episódios, a produção já apresentou avestruzes, cachorros, furão e um urso vivos. “‘Animal Control’ é uma sopa repugnante de exploração animal que fez a PETA questionar se Joel McHale está vivendo sob uma rocha”, disse a diretora de bem-estar dos animais em cativeiro da organização, Debbie Metzler. “Ele não sabe ou não se importa que seja 2023 e que CGI, VFX e outras formas humanas de tecnologia devam ser usadas, em vez de arrastar animais maltratados para a TV e os sets de filmagem”. “Animal Control” também é estrelada por Michael Rowland, Vella Lovell, Ravi Patel, Grace Palmer, Alvina August, Kelli Ogmundson e Gerry Dee. A série é uma produção da Fox Entertainment Studios e ainda não possui exibição no Brasil.
Aguinaldo Silva produzirá série luso-brasileira sobre romance gay do século 17
O dramaturgo vencedor do Emmy Aguinaldo Silva (“Império”) supervisionará a série luso-brasileira “Land of Shadows”, baseada em seu livro, “No País das Sombras”, de 1982. O drama fala sobre o romance gay proibido entre dois soldados no século 17. A história é ambientada em Olinda, no Brasil, durante a Capitania de Pernambuco entre 1604 e 1605. O enredo pretende mostrar como a igualdade dos soldados os colocava contra o Santo Ofício da Inquisição de Portugal. A trama ainda vai abordar abusos contra mulheres, perseguição a Novos Cristãos e também o romance entre a esposa de um fazendeiro e um de seus escravos. Aguinaldo Silva, que atualmente vive em Portugal, atuará como produtor executivo na série, em seu primeiro trabalho após três anos afastado da Globo. A atração será dirigida por Pedro Vasconcelos (também de “Império”) e roteirizada por Luiz Felipe Petruccelli (“Gosto de Fel”). Os nomes do elenco ainda não foram revelados, mas devem incluir apenas atores brasileiros e portugueses, apesar de ser falada 100% em inglês. Conforme o site americano Deadline, cerca de 70% das gravações serão realizadas em Portugal e o restante acontecerá no Brasil. O produtor de “Land of Shadows”, Guto Colunga (“O Astro”), afirmou ao site que a série será construída para deixar o público emocionado. “Procuramos envolver o amor entre nossos protagonistas em um cenário lírico que desperte no público o mesmo nível de empatia que qualquer história protagonizada por um casal heterossexual”, afirmou. Guto, que fundou a produtora Diosual Entertainment, afirmou querer que os espectadores sintam a mesma intensidade de “Romeu e Julieta”. Por enquanto, “Land of Shadows” não possui canal/plataforma definido nem previsão de estreia.
Noites sem dormir, facas e brigas. Novo documentário foca Britney Spears após fim da tutela
A cantora Britney Spears terá sua vida documentada novamente, desta vez pela emissora americana Fox. O novo especial da série investigativa “TMZ Investigates” vai narrar a vida da artista no último ano e meio, desde que sua tutela terminou. Intitulado “Britney Spears – The Price Of Freedom” (em tradução O Preço da Liberdade), o programa irá ao ar nos Estados Unidos na próxima segunda-feira (15). No trailer divulgado, uma sequência de revelações mostra a cantora lidando com um sério vício em cafeína. Ela aparece bebendo litros de bebidas com cafeína – café, energéticos e chás – que a fizeram ficar acordada durante três dias seguidos. Outro momento que ganhou destaque na prévia foram comentários de pessoas que cuidavam da artista, que recomendaram manter facas longe de seu alcance. Informantes afirmaram ao TMZ que Spears via as facas como objetos de proteção, por medo de ser internada à força novamente. Em 2008, a cantora foi hospitalizada duas vezes na ala psiquiátrica, para tratar de distúrbios mentais. A situação levou a criação da tutela da cantora, mantida pelo seu pai até a Justiça encerrá-la em 2021. A produção também irá detalhar a relação da Princesa do Pop com a família, marido e filhos. A cantora é mãe de Jayden (16 anos) e Sean (17 anos), frutos de sua relação com o dançarino Kevin Earl Federline. Atualmente, ela é casada com o modelo Sam Asghari. Os dois subiram ao altar em uma cerimônia secreta na casa da cantora, em junho de 2022, mas segundo as fontes do TMZ tem passado por várias brigas, inclusive com violência por parte de Britney. Por sua vez, a cantora planeja lançar sua própria biografia para contar sua história sob seu ponto de vista. Inicialmente, a obra chegaria em fevereiro deste ano, mas precisou ser adiada, após a editora Simon & Schuster receber cartas enviadas por advogados de dois astros que temem ser expostos pela estrela. As preocupações legais sobre a situação causaram o atraso e a obra não tem uma nova previsão de lançamento.
Netflix lança trailer de documentário sobre Arnold Schwarzenegger
A Netflix divulgou o pôster e o trailer de “Arnold”, série documental sobre o ator Arnold Schwarzenegger (“O Exterminador do Futuro”). Com três episódios, a produção narra o sucesso do ícone de ação no fisiculturismo, sua ascensão nas bilheterias de Hollywood e sua carreira política como governador da Califórnia. “Haverá problemas e problemas, mas quero fazer as coisas que todo mundo chama de impossível”, diz Schwarzenegger em uma das cenas da prévia, que mostra as várias atividades do astro e também detalhes sobre a sua vida pessoal. O projeto conta com a direção de Lesley Chilcott (“Watson”) e produção executiva de Allen Hughes (“O Livro de Eli”). Além disso, o astro está prestes a protagonizar, na mesma Netflix, a comédia de ação “Fubar”, que estreia em 25 de maio. “Arnold” chega ao streaming em 7 de junho.
“A Grande Conquista” escala criminoso em liberdade condicional
O reality “A Grande Conquista” estreou há poucos dias, mas já está rendendo uma polêmica digna de “Cidade Alerta”. Acontece que a Record TV não checou os antecedentes criminais de todos os participantes e acabou escalando Igor da Silva Cavallo, um ex-condenado que está em liberdade condicional. Até agora, Cavallo se tornou inimigo de duas famosas muito queridas pelo público: Fernanda Medrado (“A Fazenda 13”) e Natália Deodato (“BBB 22”). Caso o professor de jiu jitsu não controle seu temperamento explosivo e intimidador, ele pode muito bem colecionar novos processos. Segundo o colunista Gabriel Perline, os processos judiciais de Cavallo são tantos que a papelada completa possui mais de 7 mil páginas. Dentre as barbaridades, o participante cometeu uma série de delitos como roubo, fraude, estelionato e falsidade ideológica. Em dezembro de 2013, o lutador foi acusado de roubar um carro e mais R$ 2 mil de um rapaz, portando uma arma de fogo, no bairro do Tatuapé, em São Paulo. A sentença saiu apenas em 2020, quando ele foi levado para o Centro de Detenção Provisória de Pinheiros. Em outro momento, Cavallo foi condenado à prisão por passar um cheque sem fundo num fotógrafo, que decidiu vender seu equipamento por R$ 5.300. De acordo com os relatos, a vítima teria sido ameaçada e sofreu intimidação. Em 2016, Cavallo foi condenado a uma pena de dois anos de reclusão por um furto cometido em abril de 1999. No entanto, o professor de jiu jitsu conseguiu cumprir a pena em regime aberto. A decisão judicial durou até 30 de maio de 2016, quando ele aplicou um golpe usando notas falsas. Na ocasião, Cavallo tentava comprar um vídeo game e um par de luvas de boxe por uma plataforma de compras e vendas, dando cinco notas de R$ 100 para o vendedor. No mesmo dia, o vendedor identificou que as cédulas eram falsas e tinham o mesmo número de identificação. A vítima entrou em contato com o lutador pelo WhatsApp na tentativa de negociar, mas Cavallo se recusou a pagar e o bloqueou em todas as plataformas. A decisão da Justiça saiu no ano passado e ele foi condenado a 1 ano e 4 meses de prisão. Em agosto do mesmo ano, Cavallo se envolveu em outro roubo de veículos. Na época, ele intimidou a vítima se passando por policial e fazendo graves ameaças. O lutador foi condenado a quase 12 anos de prisão em regime fechado, mas seus advogados conseguiram tirá-lo da cadeia. No momento, Igor da Silva Cavallo está em liberdade condicional. E não pode sair do país. No ano passado, ele foi proibido de viajar para o Uruguai para trabalhar como sócio de uma academia de lutas. Até agora, a Record TV não se pronunciou sobre a decisão de escalar um participante com extensa ficha criminal.
Frankie Goes To Hollywood: Banda pop dos anos 1980 vai ganhar cinebiografia
A história da icônica banda britânica Frankie Goes To Hollywood será contada em um novo filme biográfico. Intitulado “Relax”, em homenagem ao sucesso do grupo lançado em 1983, o longa será baseado no livro de memórias do vocalista Holly Johnson, “A Bone in My Flute”, e contará com Callum Scott Howells (“It’s A Sin”) no papel principal. Dirigido por Bernard Rose, mesmo diretor do videoclipe de “Relax”, o filme explorará a criação e o impacto da música que celebra o amor homossexual. A canção chegou a ser banida pela BBC, emissora de rádio e televisão do Reino Unido, em 1984, mas no mesmo ano entrou na trilha do suspense “Dublê de Corpo”, sucesso de Brian De Palma, o que a ajudou a estourar no mundo inteiro. A Universal Music é detentora do catálogo da banda e manifestou apoio ao projeto, que deve incluir outras músicas como “Two Tribes” e “The Power of Love”. A produção será uma parceria entre a Working Title e a Independent Entertainment. “Frankie Goes To Hollywood foi uma banda inovadora e inabalável que abriu caminho para tantos jovens artistas hoje. A parceria com a Working Title para trazer sua história para a tela é incrivelmente emocionante. Não conseguimos pensar em ninguém melhor do que Bernard Rose e nosso talentoso jovem protagonista, Callum Scott Howells, para dar vida a este momento icônico da história do pop”, comentou Luc Roeg, da Independent Entertainment. Um dos grupos de maior sucesso dos anos 1980 no Reino Unido, Frankie Goes To Hollywood era formada por Holly Johnson (vocal), Paul Rutherford (vocal, teclados), Peter Gill (bateria, percussão), Mark O’Toole (baixo) e Brian Nash (guitarra). O grupo se separou amargamente em 1987, após uma briga antes de um show no Estádio de Wembley, em Londres. Recentemente, os integrantes se reencontraram e subiram juntos ao palco pela primeira vez em quase 40 anos. A banda foi responsável por abrir o Festival Eurovision no último domingo (7/5). “Relax” ainda não tem previsão de lançamento. Lembre o clipe original, a versão do filme “Duble de Corpo” e veja, mais abaixo, o retorno da banda aos palcos. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Holly Johnson (@mrhollyjohnson)
Reboot de “Matlock” e spin-off de “The Good Wife” ganham primeiros trailers
A rede americana de televisão CBS divulgou os primeiros trailers de “Matlock” e “Elsbeth”, novas séries de sua programação da temporada que começa no outono norte-americano (nossa primavera). “Matlock” é um reboot da série clássica de mesmo nome, que foi sucesso nos anos 1980. A nova versão foi criada por Jennie Snyder Urman (“Jane the Virgin”) e, como aconteceu com “The Equalizer”, vai trocar o sexo do protagonista. A atração acompanhará Madeline Matlock (vivida por Kathy Bates, de “American Horror Story”), uma advogada septuagenária que retorna à ativa para expor casos de corrupção. Além de estrelar, Bates também vai produzir a atração. A série original foi estrelada por Andy Griffith e durou nove temporadas, exibidas entre 1986 e 1995. “Elsbeth” é um novo spin-off de “The Good Wife” centrado na personagem Elsbeth Tascioni, interpretada por Carrie Preston. Criada por Robert e Michelle King (mesmos criadores de “The Good Wife”), a produção vai acompanhar a advogada inteligente e não convencional que, após uma carreira de sucesso em Chicago, se muda para Nova York e ajuda a polícia a capturar criminosos. A atração é o segundo spin-off de “The Good Wife”, que também rendeu “The Good Fight”, centrada na advogada Diane Lockhart (vivida por Christine Baranski) e encerrada no ano passado após seis temporadas. Devido à greve de roteiristas, o número de episódios das atrações ainda não foi especificado. As estreias vão acontecer durante a temporada 2023-2024.
Warner vai lançar canal pago de novelas no Brasil
A Warner Bros. Discovery está prestes a lançar o TNT Novelas, um novo canal pago somente com tramas estrangeiras que já estão no catálogo do streaming HBO Max. TNT Novelas vai exibir folhetins turcos e mexicanos de sucesso, mas a produtora negocia obras brasileiras para exibir em horário nobre e, quem sabe, até bater de frente com o canal Viva. Além disso, a aquisição nacional servirá para cumprir a demanda que um canal estrangeiro é obrigado a incluir no catálogo. Segundo a assessoria da Warner, a nova programação deverá substituir o canal TBS, dedicado a filmes e produções de humor. Portanto, o TNT Novelas estará incluso nas maiores operadoras televisivas do país, entre elas, a Claro e a Sky. Até o momento, duas novelas turcas já foram confirmadas na programação: o folhetim “Será Isso Amor?, exibido entre 2010 e 2013, e a trama de “Um Milagre”, que é uma versão da série “The Good Doctor”. Ainda neste ano, a Warner começa a produção de “Beleza Fatal”, novela escrita por Raphael Montes e dirigida por Maria de Médicis para o streaming Max. O elenco com conta Camila Pitanga e Murilo Rosa nos papéis principais.
Al Pacino estrelará filme dirigido por Johnny Depp
Johnny Depp revelou o elenco de seu primeiro longa como diretor em 26 anos. Intitulado “Modi”, o filme será estrelado pelo italiano Riccardo Scamarcio (“John Wick Chapter 2”), o vencedor do Prêmio César Pierre Niney (“Yves Saint Laurent”) e pelo icônico Al Pacino (“O Irlandês”). O roteiro é baseado em uma peça de Dennis McIntyre (“Um Tiro de Misericórdia”) e será adaptado por Jerzy e Mary Kromolowski (“Às Margens de um Crime”). A produção é uma cinebiografia do artista italiano Amedeo Modigliani, interpretado por Scarmacio, e contará sobre sua estadia em Paris em 1916. A história se passa ao longo de 48 horas turbulentas, que o levam a fugir da polícia pelas ruas e bares da capital francesa devastada pela guerra. Por outro lado, seu desejo de encerrar prematuramente a carreira e deixar a cidade é rejeitado por outros boêmios, como o artista francês Maurice Utrillo, papel de Pierre Niney, o bielorrusso Chaim Soutine e sua musa e amante inglesa, Beatrice Hastings. Modigliani então procura conselhos de seu amigo negociante de arte polonês Leopold Zborowski, mas o caos aumenta quando ele se depara com um colecionador, interpretado por Al Pacino, que pode mudar sua vida. As filmagens começarão em Budapeste, na Hungria, entre setembro e novembro deste ano. O longa marca o retorno de Depp à direção, após experimentar a função no drama “O Bravo”, lançado em 1997, que ele também estrelou ao lado de Marlon Brando (“O Poderoso Chefão”). O ator será visto a seguir como o rei Luís XV em “Jeanne du Barry”, drama de época da francesa Maïwenn (“DNA”) que vai abrir o Festival de Cannes na próxima terça (16/5), marcando sua volta ao cinema após o turbulento processo por difamação contra sua ex-mulher, Amber Heard. “Modi” ainda não tem previsão de lançamento.











