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    Ni Kuang (1935-2022)

    4 de julho de 2022 /

    O veterano escritor Ni Kuang, que criou cerca de 300 roteiros para filmes de kung fu e ação de Hong Kong, faleceu no domingo (3/7) aos 87 anos, de câncer de pele. Ni nasceu em Xangai em 1935 e entrou clandestinamente em Hong Kong em 1957, nunca mais retornando à China continental. Aclamado como um gigante no mundo literário, ele publicou vários romances de artes marciais, wuxia e ficção científica, estourando na cultura chinesa com a franquia literária “New Adventures of Wisely”, em 1963. Dois anos depois, passou a escrever roteiros para os Shaw Brothers, maiores produtores do cinema de kung fu de Hong Kong. Seus créditos incluem clássicos absolutos do gênero, como “Espadachim de um Braço” (1967), “A Vingança do Kung Fu” (1970), “O Templo de Shaolin” (1976), “A 36ª Câmara de Shaolin” (1978), “Os Cinco Venenos de Shaolin” (1978), “A Vingança do Águia” (1978), “O Braço de Ouro do Kung Fu” (1979), “Os Invasores de Shaolin” (1983) e “O Lutador Invencível” (1984), entre muitos outros. Ele também criou os personagens que catapultaram Bruce Lee ao estrelato no cinema de Hong Kong, em “O Dragão Chinês” (1971) e “A Fúria do Dragão” (1972). Paralelamente, ainda escreveu cerca de 140 romances com o personagem Wisely, um homem envolvido com criaturas estranhas e alienígenas em aventuras futuristas ao redor do mundo. Estas histórias também foram levada ao cinema, além de renderem séries e adaptações em quadrinhos. Nos últimos anos, Ni recebeu duas homenagens da indústria cinematográfica de Hong Kong pelas realizações de sua carreira: do Hong Kong Film Awards (o Oscar da região) em 2012 e outro do Sindicato dos Roteiristas de Hong Kong em 2018.

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    Alex Law (1953-2022)

    4 de julho de 2022 /

    O cineasta Alex Law, do filme premiado “Echoes of the Rainbow”, faleceu num hospital de Hong Kong no sábado (2/7), de causa não informada, aos 69 anos. Law começou a carreira como roteirista nos anos 1980, trabalhando com a famosa cineasta Mabel Cheung, que conheceu enquanto estudava na Universidade de Nova York. Juntos, fizeram a “Trilogia da Migração”, formada pelos filmes “Illegal Immigrant” (1985), “An Autumn’s Tale” (1987) e “Eight Tales of Gold” (1989), que ele escreveu e ela dirigiu, além do hit de 1997 da diretora, “The Soong Sisters”, estrelado por Maggie Cheung e Michelle Yeoh. Com a ajuda de Cheung, Law passou à direção em 1988, filmando um roteiro compartilhado com a colega. “Painted Faces” venceu 11 prêmios internacionais, inclusive Melhor Filme de Estreia no Festival de Chicago. Apesar disso, sua filmografia como diretor teve apenas mais dois títulos. Também coescrita por Cheung, a comédia “Now You See It, Now You Don’t” foi lançada em 1992. E em 2010 Cheung produziu “Echoes of the Rainbow”. O filme sobre os altos e baixos de uma família de Hong Kong e sua sapataria, vista pelos olhos de seu excêntrico filho de oito anos, foi o último dirigido por Law. “Echoes of the Rainbow” venceu o Urso de Cristal de Melhor Filme da seção Generation Kplus do Festival de Berlim e outros nove troféus na Ásia.

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    HBO Max cancela produções originais na Europa

    4 de julho de 2022 /

    Um porta-voz da Warner Bros. Discovery revelou que a plataforma HBO Max não receberá novos projetos originais em quase toda a Europa. Conforme um comunicado à imprensa nesta segunda-feira (4/7), o cancelamento faz parte da revisão de conteúdo da Warner Bros. Discovery para atingir uma meta de economia de custos de US$ 3 bilhões. No entanto, a decisão de “remover uma quantidade limitada de programação original do HBO Max” não afeta os programas que já estão em produção. Já os projetos aprovados serão avaliados individualmente. O comunicado também afirma que a empresa não produzirá obras nos países nórdicos (como a Dinamarca, Suécia, Noruega e Finlândia), Europa Central, Holanda e Turquia. Em contrapartida, a nova Warner pretende conquistar o mercado cinematográfico francês, bem como manterá as atrações espanholas – que são as mais rentáveis de toda a Europa para a HBO Max. A recente fusão dos grupos WarnerMedia e Discovery trouxe como consequência o fim da produção de diversos projetos, como foi o caso do “Expresso do Amanhã”. A empresa também anunciou que os canais TNT e TBS não produziriam mais conteúdos roteirizados. Vale ressaltar que o conglomerado recém-formado, administrado pelo CEO David Zaslav, herdou uma dívida de US$ 55 bilhões da WarnerMedia, que é o principal motivo para o fim dos investimentos.

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    Dani-se: GNT cancela programa de Dani Calabresa

    4 de julho de 2022 /

    O canal pago GNT cancelou o humorístico “Dani-se”, comandado por Dani Calabresa, após duas temporadas e 20 episódios. “‘Dani-se’ contou com duas temporadas inéditas, que estão disponíveis no Globoplay + Canais. No momento, não há previsão de estreia de uma nova temporada na TV”, diz uma nota envia à imprensa pelo GNT O programa estreou em março do ano passado, mas não teve muita repercussão entre o público e a crítica, tanto que a humorista chamou mais atenção ao participar de um quadro do “BBB 22”. Ao contrário de Calabresa, seu colega de “BBB 22”, Paulo Vieira, capitalizou seu bom desempenho no reality show com a produção de um novo programa, “Avisa lá Que eu Vou”, que também virou quadro no “Fantástico”.

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    Jogador da NBA que estrelou filme da Netflix é demitido

    4 de julho de 2022 /

    O jogador de basquete Juancho Hernángomez, que estrelou o filme “Arremessando Alto” com o ator Adam Sandler na Netflix, foi demitido de seu time. O Utah Jazz anunciou uma reformulação em seu elenco e acabou dispensando o atleta. De acordo com o jornal AS, o principal motivo para o corte foi o alto salário de Hernangómez. O atleta recebia US$ 7 milhões por temporada e a decisão precisava ser tomada antes do fim de semana, se não o time seria obrigado a pagar o salário do jogador. No filme, Sandler vive um “olheiro”, que descobre o talento de um jogador de basquete estrangeiro (Hernangómez) e o convence a vir aos EUA para tentar fazer sucesso na NBA. Entretanto, nada corre como planejado, deixando o atleta espanhol dividido por ter deixado a filha pequena para apostar num sonho cada vez mais impossível. Apesar da repercussão atingida por sua participação no filme, que aumentou as expectativas para suas atuações nos jogos da NBA da próxima temporada, ele agora está sem time e sem perspectiva de jogar o campeonato de basquete mais popular do mundo.

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    Amber Heard pede anulação e novo julgamento contra Depp por erros processuais

    4 de julho de 2022 /

    A equipe jurídica de Amber Heard entrou como uma moção para a anulação do veredito que a condenou a pagar US$ 8,35 milhões por difamação para seu ex-marido Johnny Depp. O documento foi protocolado na sexta-feira (1/7) no estado de Virgínia e requisita um novo julgamento após a verificação de falhas no processo. A princípio, a juíza Penney Azcarate tinha criado condições restritivas para uma apelação, exigindo como condição o depósito total do valor da indenização vencida por Depp como fiança. Com a alegação de falha processual, a equipe de Heard encontrou uma forma de buscar um novo julgamento sem precisar pagar este valor. O fato mais grave apontado no texto é que um dos jurados teria mentido grosseiramente sua idade, colocando sua identidade em questão e, com ela, supostamente, a idoneidade do veredito do caso. Os advogados de Heard argumentam que o jurado 15 pode ter sido selecionado ilegalmente, dando uma data de nascimento errada durante a seleção do júri – disse que era de 1945 em vez do ano real de 1970 da pessoa intimada a prestar serviço como jurado. “Essa discrepância leva a questionar se o jurado 15 realmente recebeu uma intimação para servir como jurado e se foi devidamente examinado pelo tribunal para servir no júri”, diz a moção dos advogados. “Dependendo dos resultados da investigação, isso pode justificar a anulação do veredicto em sua totalidade e a definição deste assunto para um novo julgamento”, acrescenta o texto. Até o momento, não se sabe se o jurado realmente deliberou sobre o caso. O documento protocolado pela equipe de Heard tem 43 páginas e também alega que as evidências apresentadas por Depp para desacreditar Heard não se sustentam. A moção afirma que Depp “procedeu apenas com base em uma teoria de difamação por implicação, abandonando quaisquer alegações de que as declarações de Heard eram realmente falsas”. Além disso, lembra que Depp perdeu um julgamento anterior no Reino Unido, onde o juiz do caso considerou correto chamá-lo de “espancador de esposa”, o que reforçaria o absurdo da decisão dos jurados americanos, que nem consideraram o fato de Depp já ser juridicamente um agressor doméstico. “Os dois veredictos são inconsistentes e irreconciliáveis”, diz o texto, que ainda alerta para a diferença de tratamento do júri para as indenizações devidas por Heard e Depp. O ator também foi condenado por difamação no mesmo julgamento, mas o valor que ele deveria pagar à ex-esposa é muito inferior ao montante exigido dela. “A indenização de difamação contra a Sra. Heard com um prêmio de US$ 2 milhões é inconsistente com a indenização de difamação contra o Sr. Depp com um prêmio de US$ 15 milhões”, observa a papelada, que questiona vários pontos do trabalho dos jurados. Por fim, a moção afirma que o próprio veredito é juridicamente insustentável, pois a indenização jamais poderia ter sido exigida pela falta de enquadramento no quesito de dolo real com malícia por parte da processada. “Para o júri considerar que a Sra. Heard demonstrou malícia real, o Sr. Depp foi obrigado a estabelecer, no momento em que o editorial [em que ela se disse sobrevivente de violência doméstica] foi publicado, que a Sra. Heard não acreditava que ela havia sido abusada ou que ela tinha dúvidas sobre se foi abusada. Mas o Sr. Depp não apresentou nenhuma evidência de que a Sra. Heard não acredita que ela foi abusada. Em vez disso, as evidências demonstraram esmagadoramente que a Sra. Heard acreditava que ela foi vítima de abuso nas mãos de Depp. Portanto, o Sr. Depp não atendeu aos requisitos legais para dolo real, e o veredicto deve ser anulado”. Vale lembrar que um dos jurados deu uma entrevista à imprensa dizendo basicamente que Heard perdeu a disputa por Depp ser melhor ator. Ele ainda zoou Heard: “Alguns de nós usávamos a expressão ‘lágrimas de crocodilo'” para defini-la.

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    Elliot Page comemora novo passaporte após mudança de gênero

    3 de julho de 2022 /

    O ator Elliot Page compartilhou com os seguidores de seu Instagram a nova foto de seu passaporte, um ano e meio depois de iniciar sua transição de gênero. Astro da série “The Umbrella Academy”, Page deixou clara sua satisfação ao tirar o novo documento, que registra sua identidade masculina. “Nunca pensei que eu amaria uma foto de passaporte”, escreveu ele na legenda da publicação, neste domingo (3/7). Conhecido anteriormente por filmes como “Juno”, “A Origem” e por interpretar Kitty Pryde nos filmes dos X-Men, Elliot revelou publicamente que começaria a se identificar como um homem trans em dezembro de 2020. Esta mudança também foi abordada na 3ª temporada de “The Umbrella Academy”, lançada em 22 de junho na Netflix. Primeiro trabalho do ator desde o anúncio, a série também registra uma transição de seu personagem: Vanya virou Viktor Hargreeves nos novos capítulos. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por @elliotpage

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  • Série

    Astro de “Magnum” agradece fãs pelo salvamento da série

    3 de julho de 2022 /

    O ator Jay Hernandez usou o Twitter neste domingo (3/7) para agradecer aos fãs pelo apoio e campanhas que resultaram no resgate de “Magnum”. A série voltará em mais duas temporadas na rede americana NBC, após ter sido cancelada em maio pela CBS. “Ok, tenho certeza que agora todos vocês já ouviram as ótimas notícias”, disse o intérprete de Magnum no vídeo. “’Magnum’ terá uma 5ª temporada. Obrigado aos fãs pelo tremendo esforço. Quero dizer, vocês tinham petições, vocês colocaram um outdoor na Times Square. Por causa de todo esse barulho que fizeram, agora temos uma nova casa na NBC. Vejo vocês na 5ª temporada!” O vídeo foi postado após um texto anterior de agradecimento. “Foi um pouco tortuoso, mas conseguimos!” tuitou Hernandez na sexta (1/7). “O amor e apoio de vocês nos ajudaram a cruzar a linha de chegada, obrigado e obrigado também à NBC por assumir a responsabilidade! Hora de tirar o pó da camisa Aloha! Ohana”. Sexta foi o dia em que a rede NBC deu sinal verde para os produtores de “Magnum” desenvolverem duas temporadas inéditas da atração, com 10 episódios cada. O acordo foi facilitado pela participação da Universal Television na produção da série, em parceria com o CBS Studios. A Universal Television faz parte do mesmo conglomerado (NBCUniversal) do canal NBC. Além disso, a NBC já teve sucesso com o resgate de outra série cancelada por rival: após ser cancelada pela Fox, a comédia “Brooklyn Nine-Nine” retornou com uma audiência 71% maior na NBC em 2019. A decisão da CBS de cancelar “Magnum” foi um choque para os produtores e também para o mercado, porque a atração estrelada por Jay Hernandez e ambientada no Havaí tinha uma média de cerca de 7,4 milhões de espectadores e liderava seu horário de exibição nas noites de sexta-feira nos EUA. A série era a última produção do CBS Studios criada por Peter M. Lenkov, após o produtor ser demitido em 2020 por denúncias de mau comportamento no ambiente de trabalho. Ele também era responsável pelos reboots de “Hawai Five-0” e “MacGyver”, anteriormente canceladas. Jay Hernandez (o El Diablo do filme do “Esquadrão Suicida”) vivia a nova versão do detetive particular eternizado por Tom Selleck nos anos 1980, que desta vez aparecia acompanhado por uma parceira feminina: a atriz galesa Perdita Weeks (“Penny Dreadful”), numa reinvenção do papel de Higgins. “Magnum” é disponibilizada em streaming no Brasil pela Globoplay, e a mudança de canal nos EUA não deve alterar esse acordo. So many people worked very hard to make this happen. CBS, Universal, Magnum execs & all you fans out there. The tremendous effort paid off in a very unlikely move for any TV show. We can't wait to start filming again. 🙏🏽 #MagnumPISaved #NBC #ohana ❣️ https://t.co/Jz7JAZN3Mi — Jay Hernandez (@jay_hernandez) July 3, 2022 It was a bit circuitous but we did it!Your love & support helped get us over the finish line, thank you & thanks to @nbc for stepping up!Time to dust off the Aloha shirt! #ohana ❣️🍾😎🏝🌈🏎 https://t.co/wJqoJ64lEh — Jay Hernandez (@jay_hernandez) July 1, 2022

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    As 10 melhores séries de junho

    3 de julho de 2022 /

    Com a quantidade de séries lançadas todas as semanas na disputa pelas assinaturas de streaming, alguns títulos importantes podem passar em branco. Como ninguém consegue acompanhar uma centena de temporadas novas por mês, esse seleção mensal reúne as 10 estreias que merecem mais atenção. Encabeçada pelo fenômeno “The Boys”, a mostra de maio favorece super-heróis e ficção científica. Metade da seleção são produções fantasiosas, mas também há comédias muito divertidas, dramas de arte e tramas criminais, tanto de época quanto inspirados em fatos da atualidade. Confira abaixo o Top 10 com detalhes e trailers de cada destaque.   | THE BOYS # 3 | AMAZON PRIME VIDEO   A série de super-heróis com mais sexo e violência já feita voltou ainda mais explícita e extrema, com closes urológicos, orgia de super-heróis e chuvas de vísceras, numa temporada marcada por banhos de sangue literais – e que ainda contrabandeia uma participação surpreendente de Charlize Theron (“The Old Guard”) em sua abertura. Baseada nos quadrinhos adultos de Garth Ennis (que também criou “Preacher”), a produção acompanha um grupo de vigilantes que pretende revelar o segredo sujo dos super-heróis: eles são serial killers de sangue frio, que escapam impunemente de seus crimes graças ao trabalho da empresa de marketing que os financia e comercializa suas imagens. Na verdade, aqueles que normalmente seriam considerados vilões é que são os verdadeiros heróis, lutando contra um esquema superpoderoso que mantém a farsa para dominar a economia e a política dos EUA. Esta luta desigual pelos corações e mentes da população começou a se equilibrar com a revelação de que Tempesta (Storm Front, interpretada por Aya Cash), uma das integrantes dos Sete (a Liga da Justiça da trama), era em segredo uma nazista alucinada. Mas se a desgraça da personagem na 2ª temporada jogou nova luz sobre os heróis, ela também alimentou a psicopatia crescente do Capitão Pátria (Homelander, vivido por Antony Starr), o líder dos Sete, que começa a surtar com a morte da namorada, com a revelação de seus podres e com a chegada de um rival à altura: Soldier Boy (Jensen Ackles, o Dean de “Supernatural”), resgatado após décadas de prisão na Rússia pelos boys de Billy Bruto (Billy Butcher, de Karl Urban). Grande vencedora do Critics Choice Super Awards, a premiação geek da crítica americana, “The Boys” também é a série mais popular da Amazon, quebrando o o recorde de público da plataforma de streaming em sua 3ª temporada. Não por acaso, a atração ganhou um spin-off animado, “The Boys: Diabolical” (veja antes de começar os novos episódios) e prepara um spin-off juvenil, centrado em estudantes de uma universidade de super-heróis, que contará com participação do brasileiro Marco Pigossi (“Cidade Invisível”).   | MS. MARVEL # 1 | DISNEY+   A primeira heroína muçulmana do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel) arrancou elogios até de Malala Yousafzay, que aos 17 anos se tornou a pessoa mais jovem a receber o Prêmio Nobel da Paz – por sua luta pelo direito à educação de meninas paquistanesas. Apresentada como uma comédia adolescente, a história de Kamala Khan também é a mais fofa e adorável das séries já produzidas pela Marvel. A trama chegou na Disney+ como uma grande homenagem aos fãs dos super-heróis, dando a Iman Vellani, a novata de 18 anos que foi selecionada entre várias candidatas, o papel da fangirl definitiva. Na trama, Kamala é uma adolescente geek obcecada pela Capitã Marvel, que sofre bullying na escola e repressão na família muçulmana tradicional, mas não abre mão de seus sonhos, mostrando enorme talento artístico para desenhar, criar vídeos e até fantasias de cosplay. Para incrementar uma dessas fantasias, ela decide usar um velho bracelete largado entre as lembranças encaixotadas de sua família, que de repente lhe confere superpoderes. Desenvolvida pela roteirista Bisha K. Ali (“Sex Education”), a produção conta com direção da dupla Adil El Arbi e Bilall Fallah (diretores do blockbuster “Bad Boys Para Sempre” e do vindouro filme da “Batgirl”), da paquistanesa Sharmeen Obaid-Chinoy (vencedora de dois Oscars de Melhor Documentário em Curta-metragem) e Meera Menon (que já trabalhou na Marvel na série “O Justiceiro”).   | PEAKY BLINDERS # 6 | NETFLIX   A grandiosa e épica produção britânica chega ao final numa 6ª temporada repleta de violência, explosões, mortes e vinganças – além de boinas, roupas masculinas impecáveis, rock contemporâneo, visual espetacular e luta contra o fascismo. Embora tenha chegado apenas em junho na Netflix, a reta final da produção foi exibida no Reino Unido entre 27 de fevereiro e 3 de abril, e o episódio de estreia atingiu a maior audiência de toda a série ao mostrar o destino de Polly Shelby, personagem da atriz Helen McCrory, que morreu em abril do ano passado devido a um câncer de mama. O final teve praticamente a mesma audiência e ainda rendeu comoção nacional. “Peaky Blinders” se baseia livremente em fatos reais para contar como Thomas Shelby (Cillian Murphy), um veterano da 1º Guerra Mundial, transformou sua família e amigos numa perigosa gangue de rua dos anos 1920 e, pouco a pouco, estabeleceu uma reputação de ser um homem tão perigoso quando respeitável, ampliando sua influência por todo o Reino Unido. Não contente em conquistar seu bairro, ele expandiu seus negócios ilícitos até os EUA e virou político, sendo eleito para o parlamento britânico. Mas também conquistou inimigos à sua altura, entre gangues e políticos rivais, além do IRA, grupo terrorista que luta pela independência da Irlanda. Desde sua estreia em 2013, a série criada por Steven Knight recebeu críticas elogiosíssimas, mas só virou um enorme fenômeno ao começar a ser transmitida na Netflix. Entre os prêmios conquistados, estão o BAFTA TV (o Emmy britânico) de Melhor Série Dramática do Reino Unido em 2018.   | IRMA VEP # 1 | HBO MAX   A minissérie estrelada pela sueca Alicia Vikander, vencedora do Oscar por “A Garota Dinamarquesa” (2015), é baseada no filme homônimo do francês Olivier Assayas, originalmente lançado em 1996, e tem seus oito episódios escritos e dirigidos pelo próprio cineasta. Na trama, Vikander interpreta Mira, uma estrela de Hollywood desiludida com sua carreira em filmes de super-heróis e enfrentando uma separação recente, que se muda para a França para estrelar um remake do clássico do cinema mudo “Les Vampires”. Aos poucos, porém, as distinções entre atriz e personagem passam a se apagar, graças aos métodos alucinados do diretor à frente do projeto. A atração inclui entre seus produtores Sam Levinson, o criador de “Euphoria”, e ainda traz em seu elenco os atores Tom Sturridge (o “Sandman” da Netflix), Adria Arjona (“Morbius”), Vincent Lacoste (“Amanda”), Byron Bowers (“Personal Shopper”), Fala Chen (“Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis”), Carrie Brownstein (“Portlandia”), Jeanne Balibar (“Barbara”) e a estreante Devon Ross.   | ONLY MURDERS ON THE BUILDING # 2 | STAR+   A série de comédia traz Selena Gomez, Steve Martin e Martin Short como três vizinhos obcecados por documentários criminais, que resolvem criar um podcast ao se depararem em seu prédio com um mistério igual aos que amam assistir – o que, por azar, também os transforma nos principais suspeitos do crime. Na 2ª temporada, eles se veem confrontados por uma pessoa misteriosa interessada em incriminá-los e vê-los presos, ao mesmo tempo em que surge um podcast rival e todos no prédio passam a olhá-los com desconfiança. Para completar, a trama ainda passa a contar com novas e variadas participações especiais, incluindo a premiada atriz Shirley MacLaine (vencedora do Oscar por “Laços de Ternura”), a comediante Amy Schumer (“Descompensada”) e a modelo/atriz Cara Delevingne (“Esquadrão Suicida”). Criada por Steve Martin e John Robert Hoffman (roteirista de “Grace and Frankie”), a atração é a primeira série da carreira do veterano comediante de e marca a volta de Selena Gomez ao formato, uma década após “Os Feiticeiros de Waverly Place” – encerrada em 2012 no Disney Channel.   | FOR ALL MANKIND # 3 | APPLE TV+   Em sua 3ª temporada, a ousada sci-fi da Apple TV+ chegou aos anos 1990 em meio a uma nova corrida espacial, desta vez rumo ao planeta Marte. Desenvolvida por Ronald D. Moore, criador do reboot de “Battlestar Galactica” e da série “Outlander”, a atração explora uma linha temporal alternativa da história, que leva a Guerra Fria até o espaço com consequências dramáticas. Na realidade da série, os astronautas soviéticos foram os primeiros a pousar na Lua e a trama imagina o impacto deste feito na corrida espacial entre Estados Unidos e União Soviética. A 1ª temporada concentrou-se principalmente numa recriação alternativa da década de 1970, com avanços que não existiram na época – como a participação de astronautas femininas nos primeiros voos para a Lua. A 2ª temporada levou a história aos anos 1980, com a criação de uma Força Espacial americana para enfrentar batalhas lunares, e os novos episódios mostram como a competição das duas potências acelerou a conquista de Marte. O protagonista é o ator Joel Kinnaman (“Esquadrão Suicida”), que vive um dos principais astronautas da NASA, e o elenco também inclui Michael Dorman (“Patriot”), Wrenn Schmidt (“The Looming Tower”), Jodi Balfour (“The Crown”), Chris Bauer (“True Blood”), Sarah Jones (“Damnation”), Sonya Walger (“Lost”), Shantel VanSanten (“O Atirador”) e Michael Harney (“Orange Is the New Black”).   | WESTWORLD # 4 | HBO MAX   A 4ª temporada retoma os mistérios da premiada sci-fi em clima apocalíptico. Bem diferente de tudo que veio antes, a trama é culminação da luta entre androides e humanos, e envolve um plano de extermínio levado adiante por Charlotte (Tessa Thompson) – a principal antagonista após a morte de Dolores (Evan Rachel Wood) – com ajuda da versão androide do Homem de Preto (Ed Harris) e insetos de laboratório capazes de colocar a humanidade sob seu controle, invertendo a premissa original da série. Alguns anos se passaram desde a última temporada, tempo suficiente para que Caleb (Aaron Paul) tenha se casado e virado pai, mas principalmente para que os parques temáticos fossem reabertos – agora com um passeio pela era do jazz e dos gângsteres (anos 1930), que serve de crítica, como metatexto, à cultura dos reboots. Mas depois de deter Dolores, Maeve (Thandiwe Newton) está alerta e pronta para enfrentar a nova ameaça. Só que nada é realmente o que parece. Entre outros detalhes, Evan Rachel Wood reaparece como uma nova personagem, envolvida em segredos obscuros e stalkeada por Teddy (James Marsden), ambos em participações enigmáticas. São tantos personagens e jornadas que Bernard (Jeffrey Wright) e Ashley (Luke Hemsworth) só ressurgem no 3º episódio, junto com uma força de “resistência” no deserto. Ainda mais intrincada que o costume, a trama começa a encaixar a partir do 4º capítulo, quando uma reviravolta explica o papel de Aurora Perrineau (“Prodigal Son”) – e é uma guinada estilo “Matrix”, ou a sequência de “Matrix” que os fãs gostariam de ter visto. Certamente, com um episódio liberado por semana, pode ser cansativo esperar até lá. Mas não seria “Westworld” se não fosse lento e cerebral. Entre as novidades do elenco, destacam-se ainda Ariana DeBose (vencedora do Oscar por “Amor, Sublime Amor”) e Daniel Wu (“Into the Badlands”).   | THE UMBRELLA ACADEMY # 3 | NETFLIX   Partindo da cena que encerrou a temporada passada, os heróis interpretados por Elliot Page, Tom Hopper, David Castañeda, Emmy Raver-Lampman, Robert Sheehan e Aidan Gallagher voltam dos anos 1960 para se deparar com um presente completamente diferente do que lembravam – e com uma nova equipe de heróis instalada em sua residência: a Sparrow Academy. Os integrantes da Academia Umbrella logo percebem que criaram um paradoxo ao viajar no tempo e, só para variar, tornaram-se novamente responsáveis por eventos cataclísmicos que irão acabar com o mundo – pela terceira vez. A série é baseada nos quadrinhos do cantor Gerard Way (ex-My Chemical Romance) e do desenhista brasileiro Gabriel Bá (publicados no Brasil como “A Academia Umbrella”), e entre brigas com a Academia rival e planos para salvar o mundo, os novos episódios também mostram a transformação da personagem Vanya em Viktor, refletindo...

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    Tom Cruise faz 60 anos com revelação de imagem insana de “Missão: Impossível 7”

    3 de julho de 2022 /

    Para comemorar o aniversário de 60 anos de Tom Cruise, o diretor Christopher McQuarrie compartilhou nas redes sociais uma foto inédita de “Missão: Impossível – Acerto de Contas, Parte 1”. Na imagem, o aniversariante deste domingo (3/7) aparece desafiando a morte, segurando-se – sem paraquedas – nas asas de um pequeno aeroplano que voa de cabeça para baixo a dezenas de metros de altura. “Feliz 60º aniversário, Tom”, escreveu o cineasta ao lado da imagem. Novamente escrito e dirigido por McQuarrie, responsável pelos dois filmes anteriores da franquia, o sétimo filme da franquia “Missão: Impossível” tem estreia marcada para 13 de julho de 2023 no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA. Happy 60th Birthday, Tom. pic.twitter.com/IfWUguhM7c — Christopher McQuarrie (@chrismcquarrie) July 3, 2022

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  • Filme,  Música

    Documentário vai apresentar música inédita de Cazuza

    3 de julho de 2022 /

    O documentário “Cazuza: Boas Novas”, atualmente em desenvolvimento, vai apresentar uma canção inédita de Cazuza, que ele nunca gravou. A música se chama “Dúvidas” e faz parte do acervo de registros raros reunidos para a produção, que vai revisitar os últimos dois anos do cantor, desde o diagnóstico da Aids até a morte. O longa vai se concentrar no lado humano e na urgência de criação que acometeu o artista ao saber da doença. Produtor musical de Cazuza, o diretor Nilo Romero reuniu várias imagens pouco vistas — do cantor cuspindo na bandeira nacional durante um show no Rio de Janeiro à performance no casamento do músico George Israel — entremeadas com depoimentos de quem conviveu com ele em sua fase terminal. Entre os entrevistados, estão Gilberto Gil, Leo Jaime, Frejat, Flavio Colker, Arthur Dapieve e Ney Matogrosso, além de Lucinha Araújo, mãe do cantor. A filmagem é realizada pela produtora 5e60 e será exibida no Canal Curta no início de 2023.

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  • Filme

    “Minions 2” vira animação de maior bilheteria da pandemia

    3 de julho de 2022 /

    “Minions 2: A Origem de Gru” precisou de apenas três dias para virar a animação de maior bilheteria de todo o período da pandemia na América do Norte. A produção da Universal arrecadou US$ 108 milhões em seu fim de semana de estreia nos EUA e Canadá. E como segunda-feira é feriado nos EUA – Dia da Independência – , projeções do mercado sugerem que chegará a US$ 127,9 milhões em seus primeiros quatro dias. Ironicamente, “Lightyear” (em 6º lugar) tinha superado “Encanto” neste fim de semana, ao atingir US$ 105,3 milhões em 18 dias no mercado norte-americano. Mas, em vez de marcar uma nova liderança, esse valor agora representa a segunda maior arrecadação de uma animação durante a contaminação de covid-19 na América do Norte. “Minions 2” bateu esse total em três dias. De forma impressionante, o quinto filme da franquia “Meu Malvado Favorito” teve um desempenho de blockbuster pré-pandemia. Sua venda de ingressos quase igualou o antecessor, “Minions”, que em 2015 estreou com US$ 115 milhões em três dias. Mais que isso, a projeção para os quatro dias é um recorde de todos os tempos: maior abertura do Dia da Independência, superando o blockbuster “Transformers: O Lado Oculto da Lua”, que fez US$ 115,9 milhões ao longo de quatro dias em 2011. O sucesso foi mundial. Lançado em mais 61 países, somou US$ 93,7 milhões no exterior e registrou as maiores estreias de animação na era da pandemia em 52 desses territórios. Foi até além na Argentina, Arábia Saudita, Israel e Venezuela, onde teve a maior abertura de uma animação da História. Com isso, o filme já ultrapassou US$ 200 milhões de bilheteria global – acima dos US$ 187,5 milhões de “Lighyear”, mas ainda abaixo dos US$ 256,2 milhões de “Encanto” no mercado mundial. Fora dos EUA e Canadá, “Minions 2” teve suas maiores bilheterias no Reino Unido e Irlanda (US$ 12,9 milhões), seguidos por México (US$ 12,4 milhões), Alemanha (US$ 4,8 milhões), Espanha (US$ 3,6 milhões), Indonésia (US$ 3,4 milhões), Argentina (US$ 3,3 milhões) e Brasil (US$ 3,2 milhões). O público atribuiu ao filme uma nota “A” no CinemaScore, resultado de pesquisas na saída dos cinemas dos EUA. Mas a crítica norte-americana não se empolgou tanto, somando 68% de provação no Rotten Tomatoes. Em 2º lugar no ranking dos EUA, “Top Gun: Maverick” caiu apenas 14% em relação à semana anterior, arrecadando US$ 25,5 milhões em seu sexto fim de semana em cartaz. Até o feriado de segunda-feira, as vendas de ingressos devem chegar a US$ 32,5 milhões. O total da bilheteria doméstica da produção da Paramount está em US$ 570 milhões, o maior faturamento do ano na América do Norte. Em todo o mundo, a marca é de US$ 1,11 bilhão, também a maior de 2022. Líder do fim de semana passado, “Elvis” caiu para o 3º lugar, arrecadando US$ 19 milhões no fim de semana. Até agora, a cinebiografia musical da Warner Bros. acumulou US$ 67 milhões na América do Norte e US$ 113 milhões globalmente, embora ainda não tenha estreado em muitos países. O lançamento no Brasil está marcado para 14 de julho. Em estado de graça, a Universal também conquistou o 4º e o 5º lugares do ranking, com “Jurassic World: Domínio” e “O Telefone Preto”, dando ao estúdio três raras posições entre os cinco filmes mais vistos do fim de semana nos EUA. O sexto capítulo da franquia “Jurassic” arrecadou US$ 15,6 milhões e, após quatro semanas, acumula US$ 335,3 milhões nas bilheterias domésticas, com robustos US$ 824,5 milhões em todo o mundo. Fechando o Top 5, o terror “O Telefone Preto” arrecadou US$ 12,3 milhões e, depois de dois fins de semana, soma US$ 49,7 milhões na América do Norte e US$ 74,4 milhões globalmente. Ainda inédito no Brasil, o filme de Scott Derrickson (diretor de “Doutor Estranho”) estreia em 21 de julho no Brasil.

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    Thiago Gagliasso é condenado por divulgar fake news

    3 de julho de 2022 /

    O irmão bolsonarista do ator Bruno Gagliasso, Thiago Gagliasso (“Os Mutantes”), foi condenado pela Justiça por divulgar fake news. Segundo informou o jornal O Globo, o ex-participante de “A Fazenda” terá que pagar R$ 10 mil a Adriana Santana de Araújo Rodrigues, mãe de um dos jovens assassinados na chacina do Jacarezinho em maio do ano passado. Ela processou Gagliasso depois que ele postou em suas redes sociais o vídeo de uma mulher segurando um fuzil, afirmando ser a mãe de Marlon Santana de Araújo, filho real de Adriana, morto na ação policial. A postagem buscava criar uma narrativa de que os mortos seriam todos criminosos, assim como suas famílias. A própria polícia disse que a mulher das imagens não era da mãe do jovem. Em seu Instagram, Thiago ironizou a informação da condenação. “Bom dia pra quem acordou condenado e sequer foi notificado do processo! Hahaha tamo junto globolinda, obrigado pela divulgação, gostei do influencer hahahaha, prende o TGZinhoooooou! Lula livre, TGzinho preso”. De acordo com o advogado João Tancredo, representante de Adriana, Thiago Gagliasso foi o sétimo bolsonarista condenado pelo mesmo crime. Além dele, o ex-senador Magno Malta, os deputados federais Capitão Alberto Neto e Luis Miranda, e os deputados estaduais Filippe Poubel, Gil Diniz e Delegada Sheila também foram condenados pela Justiça a indenizar Adriana pela divulgação das imagens falsas. O blogueiro Allan dos Santos também foi processado, mas ainda não foi julgado porque está “foragido” nos EUA. Apesar das condenações, o advogado reclamou do valor da pena. “É praticamente um estímulo para continuar mentindo”, disse João Tancredo. Vale lembrar que bolsonaristas, como Thiago Gagliasso, gostam de postar fotos de si mesmos carregando armas. De forma paradoxal, ao contrário do estigma que tentaram criar para a família do rapaz assassinado, eles acreditam que essas imagens os retratam como gente de bem e representantes da “família brasileira”.

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