David Tennant dá “A Volta ao Mundo em 80 Dias”. Veja o trailer
O canal público americano PBS divulgou trailer da nova minissérie baseada em “A Volta ao Mundo em 80 Dias”, aventura clássica do escritor Jules Verne. A prévia revela a interpretação do inglês David Tennant (o melhor “Doctor Who”) como o cavaleiro Phileas Fogg, que no final do século 19 aposta ser capaz de fazer o que diz o título, utilizando-se de um balão. Além dele, também são introduzidos seus parceiros de aventura: a alemã Leonie Benesch (“Babylon Berlin”) como a jornalista Abigail Fix e o francês Ibrahim Koma (“Gare du Nord”) como o valete Passepartout. Uma das obras mais filmadas de Verne, “A Volta ao Mundo em 80 Dias” chegou às telas pela primeira vez em 1918. A versão mais famosa é de 1956, estrelada por David Niven, Shirley MacLaine e Cantinflas, que inclusive venceu o Oscar de Melhor Filme. Já entre as adaptações televisivas, o destaque é uma minissérie de 1989, que juntou Pierce Brosnan, Julia Nickson e Eric Idle. A nova versão é uma coprodução europeia, financiada pelos canais públicos France Télévisions (da França), ZDF (da Alemanha) e RAI (da Itália), e desenvolvida pelo produtor-roteirista inglês Ashley Pharoah, criador de “Life on Mars”. Com direção de Steve Barron (“Cônicos e Cômicos”), a estreia está marcada para 2 de janeiros nos EUA e Reino Unido, mas ainda não há previsão para o Brasil.
Astros de “Round 6” e “Sense8” vão à lua no teaser de “Mar da Tranquilidade”
A Netflix divulgou dois pôsteres e o teaser de “O Mar da Tranquilidade”, série sci-fi sul-coreana passada na lua. A prévia mostra Gong Yoo (“Round 6”) e Bae Doona (“Sense8”) entre outros astronautas explorando uma base lunar abandonada. A trama se passa no futuro, após a Terra se tornar quase inabitável. Mas o segredo para sobrevivência da humanidade pode ter encontrado pela equipe da base do Mar da Tranquilidade. O problema é que eles estão desaparecidos. Por isso, uma nova tripulação é enviada ao local, em busca de pistas sobre o que aconteceu e qual era o segredo. A série foi desenvolvida por Park Eun-kyo, roteirista do impactante suspense “Mother: A Busca pela Verdade”, dirigido por Bong Joon-ho (“Parasita”) em 2009, e o elenco ainda inclui o ator e cantor Lee Joon (“Vampire Detective”), que é integrante da boy band MBLAQ. “Mar da Tranquilidade” estreia em 24 de dezembro.
Filmes online: “Venom” e os lançamentos de locação digital
Super-heróis, dramas premiados, terrores brasileiros e shows clássicos de rock são as principais novidades das locadoras digitais, que também recebem “Duna” – igualmente disponibilizado em streaming, sem custo adicional. O principal título é “Venom – Tempo de Carnificina”, que chega para locação após trazer o público de volta aos cinemas. Quem preferiu esperar para assistir na segurança e conforto do lar, tem a opção de se divertir com um filme que se leva bem menos a sério que as demais produções da Marvel. Veja outras dicas abaixo. Venom – Tempo de Carnificina | Amazon, Apple, Google, Looke, Microsoft, NOW, Vivo, YouTube Filme mais visto nos cinemas brasileiros desde o começo da pandemia, o segundo “Venom” foi o primeiro blockbuster dirigido pelo ator Andy Serkis (o macaco Caesar dos filmes de “O Planeta dos Macacos”), que opta por reforçar o que deu certo no primeiro longa: a convivência forçada do protagonista (Tom Hardy) com o alienígena simbionte que batiza a franquia. O tom é de “pastelão” – com direito a ketchup na cara. Mas as gracinhas ficam um pouco de lado quando o novo vilão aparece em cena. O “Tempo de Carnificina” do título completo se refere ao personagem introduzido na cena pós-créditos do primeiro filme (vivido por Woody Harrelson), que na continuação se transforma em outro simbionte assassino, apropriadamente batizado de Carnificina. Por sinal, a cena pós-crédito de “Venom – Tempo de Carnificina” também tem um desenvolvimento importante, com provável conexão com “Homem-Aranha: Sem Volta para Casa”. Duna | Apple TV, Google Play, Looke, Microsoft Store, NOW, Vivo Play Com opção de VOD, “Duna” também está disponível em streaming – incluído no preço da assinatura normal da HBO Max. Seja qual for sua preferência, o ideal é não vê-lo num celular e sim na maior tela possível, que valorize seu visual de tirar o fôlego. A cenografia, a profundidade de campo, a ambição, tudo é gigantesco no filme de Denis Villeneuve (“Blade Runner 2049”). Adaptação do clássico sci-fi escrito originalmente por Frank Herbert em 1965 – e levado pela primeira vez às telas em 1984 com direção de David Lynch (o criador de “Twin Peaks”) – , a trama de “Duna” acompanha uma família aristocrática que assume a supervisão da mineração da Especiaria, o elemento mais valorizado do universo e que só existe no mundo de Arrakis. Quem controla a Especiaria tem uma vantagem econômica significativa diante dos adversários, o que faz com que a família enfrente complôs e sofra um atentado. Mas o filho, Paul Atreides, escapa e procura se vingar, usando a ecologia bizarra de Arrakis como sua principal arma. Em particular, os vermes gigantes que habitam as grandes dunas – e que são os verdadeiros responsáveis pela produção da Especiaria. O elenco reunido para materializar essa história é tão grandioso quanto a escala da produção, com destaque para Timothée Chalamet (“Me Chame Pelo Seu Nome”) como Paul Artreides, Jason Momoa (o “Aquaman”), Josh Brolin (o Thanos de “Vingadores: Guerra Infinita”), Oscar Isaac (“Star Wars: Os Últimos Jedi”), Rebecca Ferguson (“Missão Impossível: Efeito Fallout”), Zendaya (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”), Sharon Duncan-Brewster (“Rogue One: Uma História Star Wars”), Charlotte Rampling (indicada ao Oscar por “45 Anos”), Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”), Stellan Skarsgard (“Thor”) e Javier Bardem (“007: Operação Skyfall”). Mas atenção: “Duna” também é uma história sem fim. Villeneuve adaptou apenas a primeira metade do livro de Frank Herbert e vai concluir a história em mais um filme (já confirmado). Onde Fica o Paraíso | Amazon, Apple, Google, Looke, Microsoft, NOW, Vivo, YouTube Gemma Arterton (“João e Maria: Caçadores de Bruxas”) vive uma pesquisadora solitária e reclusa num pequeno vilarejo inglês, que tem sua vida alterada quando, durante o auge da 2ª Guerra Mundial, recebe a missão de cuidar de um jovem fugitivo dos bombardeios nazistas em Londres. A inocência e a curiosidade do menino despertam nela lembranças de um passado que estava enterrado. Com muitos elogios para a performance de Arterton, o longa de estreia da diretora Jessica Swale atingiu 78% de aprovação no Rotten Tomatoes. Os Esquecidos | Apple TV, Google Play, Looke, NOW, Vivo Play, YouTube A diretora ucraniana Daria Onyshchenko (do premiado “Eastalgia”) mergulha nas manchetes de guerra de seu país, ao explorar a relação entre uma professora e um estudante em meio à ocupação da cidade de Luhansk por separatistas russos. Premiado em festivais europeus e pela Academia Ucraniana de Cinema, “Os Esquecidos” é uma homenagem à resistência contra a opressão, numa disputa territorial que está longe de terminar. Sin Señas Particulares | Vivo Play Outra história extraída dos noticiários atuais, “Sin Señas Particulares” acompanha a odisseia de uma mãe, que parte em viagem desesperada em busca do filho, supostamente morto enquanto tentava cruzar a fronteira para os Estados Unidos. Reflexão sobre a tragédia contemporânea da imigração ilegal, o primeiro longa da cineasta Fernanda Valadez tem 99% de aprovação no Rotten Tomatoes e venceu nada menos que 26 prêmios internacionais, incluindo o prêmio do público do Festival de Sundance e nove troféus da Academia Mexicana de Cinema – entre eles, o Ariel (o Oscar mexicano) de Melhor Filme em 2021. O Novelo | Apple TV, Google Play, Looke, NOW, Vivo Play, YouTube Vencedor do Prêmio do Público e de Melhor Ator (Nando Cunha) no Festival de Gramado deste ano, o primeiro longa de Cláudia Pinheiro acompanha cinco irmãos que mal lembram do pai e perderam a mãe cedo, transformando o mais velho num pai substituto. Já adultos, recebem a notícia de que um homem em coma numa UTI pode ser seu pai desaparecido. Reunidos na sala de espera do Hospital, eles mergulham em seus conflitos e memórias, enquanto passam o tempo fazendo tricô aprendido na infância. E esta é a única tradição que os une, já que se revelam completamente diferentes. Adaptação da peça homônima de Nanna De Castro, “O Novelo” usa linguagem cinematográfica para revelar a história de cada um, transformando cada fio de trajetória em reflexões sobre o papel do homem no mundo contemporâneo. O Tio | Apple TV, Google Play, Looke, NOW, Vivo Play, YouTube Descascado | Apple TV, Google Play, Looke, NOW, Vivo Play, YouTube Dois filmes do cineasta paulista André Borelli. Em comum, “O Tio” (2020) e “Descascado” (2021) integram um universo sombrio de torturas físicas e psicológicas, em que personagens inocentes são enredados em tramas de falsos simpáticos, na verdade mal-intencionados. Ambos são terrores incômodos, que como os dois lançamentos anteriores do diretor (“Quase Livres” e “O Poço”) conseguem extrair o máximo da condição de produções independentes com a presença de poucos personagens e situações de confinamento. É quase uma marca autoral, já reconhecida no circuito dos festivais internacionais de cinema fantástico. Bruce Springsteen: The Legendary 1979 No Nukes Concerts | NOW Pink Floyd: Pulse | Apple TV, Google Play, NOW, Vivo Play, YouTube Dois documentários de shows clássicos completam a seleção, mostrando o começo de uma lenda e o final de outra. “Bruce Springsteen: The Legendary 1979 No Nukes Concerts” reúne as melhores apresentações de Springsteen no Madison Square Garden, em shows que marcaram sua estreia no ativismo político em 1979 – num protesto contra a energia nuclear após o meltdown de Three Mile Island. A ironia é que as apresentações mostram a E Street Band em sua forma mais bombástica e incendiária. Trata-se de um momento importante e pouco conhecido da transformação de Springsteen num dos roqueiros mais aclamados de seu tempo. “Pink Floyd: Pulse” também foi um marco histórico e chegou a virar disco ao vivo. Mas enquanto o álbum reuniu trechos de vários shows da turnê “The Division Bell”, o filme é o registro de um único show daquela época, realizado em 1994 em Earls Court, Londres, com o repertório integral do disco “Dark Side of the Moon”. Trata-se de uma das últimas performances oficiais da banda, àquela altura já sem Roger Waters, que se separou ao fim da turnê. Depois disso, eles só se reuniram em concertos beneficentes.
Filmes online: “Duna” e as estreias de streaming
“Duna” é a grande estreia de streaming da semana. Mas com um detalhe: quem não for assinante da HBO Max também poderá vê-lo, pagando mais caro que a assinatura mensal, numa das muitas plataformas de VOD que passam a oferecer sua locação digital simultaneamente nesta sexta (26/11). Entre os demais dicas, há dois filmes de Natal e muitos lançamentos premiados no circuito dos festivais, com destaque para “Annette”, musical que conquistou dois troféus do Festival de Cannes deste ano e que é inédito no circuito oficial dos cinemas brasileiros. Veja abaixo 10 sugestões para aproveitar o melhor do streaming no fim de semana. Duna | HBO Max Maior sucesso cinematográfico da Warner durante a pandemia, “Duna” chega “de graça” ao streaming – incluído no preço da assinatura normal da HBO Max – para ser conferido de preferência numa Smart TV de tela gigante, que valorize seu visual de tirar o fôlego. A cenografia, a profundidade de campo, a ambição, tudo é gigantesco, babilônico. Escrita originalmente por Frank Herbert em 1965 e levada pela primeira vez às telas em 1984 com direção de David Lynch (o criador de “Twin Peaks”), a trama de “Duna” acompanha uma família aristocrática que assume a supervisão da mineração da Especiaria, o elemento mais valorizado do universo, que só existe no mundo de Arrakis. Quem controla a Especiaria tem uma vantagem econômica significativa diante dos adversários, o que faz com que a família enfrente complôs e sofra um atentado. Mas o filho, Paul Atreides, escapa e procura se vingar, usando a ecologia bizarra de Arrakis como sua principal arma. Em particular, os vermes gigantes que habitam as grandes dunas – e que são os verdadeiros responsáveis pela produção da Especiaria. Se em primeiro plano há uma grande aventura, em segundo subsiste uma crítica ao colonialismo e à cobiça, com paralelos nos dias de hoje à crise energética e às disputas viscerais pelo mercado entre as grandes corporações. O elenco reunido para materializar essa história é tão grandioso quanto a escala da produção, com destaque para Timothée Chalamet (“Me Chame Pelo Seu Nome”) como Paul Artreides, Jason Momoa (o “Aquaman”), Josh Brolin (o Thanos de “Vingadores: Guerra Infinita”), Oscar Isaac (“Star Wars: Os Últimos Jedi”), Rebecca Ferguson (“Missão Impossível: Efeito Fallout”), Zendaya (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”), Sharon Duncan-Brewster (“Rogue One: Uma História Star Wars”), Charlotte Rampling (indicada ao Oscar por “45 Anos”), Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”), Stellan Skarsgard (“Thor”) e Javier Bardem (“007: Operação Skyfall”). Mas atenção: “Duna” também é uma história sem fim. O diretor Denis Villeneuve (“Blade Runner 2049”) adaptou apenas a primeira metade do livro de Frank Herbert e vai concluir a história em mais um filme – ou dois, pois planeja fazer a adaptação do livro seguinte, “O Messias de Duna”. Annette | MUBI Primeiro filme falado em inglês de Leos Carax (“Os Amantes de Pont Neuf”), que venceu o troféu de Melhor Direção no Festival de Cannes neste ano, é um musical que destaca o estilo surreal do cineasta francês em cenas de visual impactante e muita música. Originalmente concebida como uma ópera rock pela banda Sparks, que assina a trilha sonora original, também premiada no festival francês, a trama acompanha Adam Driver (“Star Wars: A Ascensão Skywalker”) como um arista de “stand up” e Marion Cotillard (“Aliados”) como uma cantora da fama internacional, que formam um casal cercado de glamour. Mas o nascimento de sua filha Annette, uma “menina misteriosa com um destino excepcional”, altera o rumo de suas vidas. The Trouble with Being Born | MUBI Uma das tramas de ficção científica mais provocadoras dos últimos tempos, “The Trouble with Being Born”, premiado no Festival de Berlim do ano passado, acompanha Elli, um robô androide com forma de criança, programada com memórias que significam tudo para seus donos, mas nada para ela. A trama traz o ponto de vista da máquina e choca a princípio com imagens de sexualização infantil, que sugerem abuso da relação entre dono e “filha” – e as insinuações de incesto foram suficientes para o Festival de Melbourne desistir de exibir o filme da cineasta austríaca Sandra Wollner (“The Impossible Picture”) em sua programação. Mas este é só o começo da história. Num impulso de fuga, Elli vai parar nas mãos de outra proprietária, assumindo outro visual e relacionamento tóxico. Trata-se, ao final, de uma parábola moral, que vai além de um óbvio comentário sobre os efeitos desumanizadores da tecnologia. Ferida | Netflix A estreia da atriz Halle Berry na direção é um mergulho no mundo das lutas profissionais femininas. Além de estar atrás das câmeras, ela também estrela a produção no papel de Jackie Justice, uma lutadora de MMA fracassada, que abandonou o filho recém-nascido seis anos atrás. Sua vida tem uma reviravolta quando o pequeno Manny inesperadamente retorna para sua vida e ela se vê precisando sustentar a criança. Com seu currículo sem brilho, a forma de fazer isso é dar a volta por cima, num esforço para retomar a carreira e o prestígio em lutas contra estrelas jovens do esporte. Para as filmagens, a atriz de 55 anos treinou com a brasileira Cris Cyborg, lutadora profissional e campeã de MMA. O treino foi puxado, mas ela encerrou a preparação para o papel com uma barriga tanquinho – “não há melhor sensação”, chegou a postar no Instagram. Reação em Cadeia | Amazon Prime Video Márcio Garcia se arrisca como diretor de thriller de ação em seu primeiro “filme brasileiro” – após rodar dois longas nos EUA – e o resultado surpreende. Mesmo sem orçamento hollywoodiano, “Reação em Cadeia” tem sequências decentes de perseguição de carros sem efeitos especiais exorbitantes. Mas seu grande trunfo é o roteiro escrito em parceria entre o diretor, Thiago Dottori (dos dois filmes da “Turma da Mônica”) e Bráulio Mantovani (dos dois “Tropa de Elite” e “Cidade de Deus”). Com uma trama que aborda crime e corrupção, entrega um retrato autêntico da podridão política no Brasil. O protagonista (Bruno Gissoni) é o auditor fiscal de uma empresa que, sem querer, depara-se com um grande esquema de corrupção que abastece o sistema político brasileiro. A situação envolve o crime organizado e coloca sua família em risco. Mas, ao contrário dos filmes de ação de Hollywood, o herói não resolve a parada armando-se até os dentes. Sua principal arma é a inteligência com que enfrenta as ameaças e reviravoltas do enredo, traçando um plano para retomar sua vida normal. Chega no sábado (27/11) na Amazon. O Fim do Mundo | Filmicca Espécie de “Cidade de Deus” português, filmado com atores não profissionais, “O Fim do Mundo” acompanha um jovem de 18 anos que passou os últimos 8 em uma unidade de internação de menores e tenta retomar sua vida na Reboleira, uma favela de Lisboa. Seus amigos de infância continuam lá, assim como os cariocas e as festas. Mas também o tráfico e inimigos jurados. Buscar o equilíbrio é ainda mais difícil conforme as escavadeiras começam a demolir o bairro e todos tentam se agarrar a sonhos, sejam românticos ou violentos. Melhor Filme Português do IndieLisboa do ano passado, o segundo longa de Basil da Cunha fez bastante sucesso no circuito dos festivais internacionais, revelando um universo pouco visto no cinema europeu, e que já tinha aparecido no primeiro filme do diretor luso-suíço, “Até Ver a Luz”, no já distante ano de 2013. Tirem o Sorriso do Rosto | Filmicca Aclamado pela crítica ao passar nos festivais de Berlim e Tribeca, a estreia do diretor americano Daniel Patrick Carbone acompanham dois irmãos enquanto amadurecem abruptamente pelo choque da morte de um amigo. Perturbados de uma forma que não conseguem entender, eles buscam refúgio longe da cidade, enquanto ponderam os mistérios da natureza e a própria mortalidade. Ao filmar esta jornada, Carbone entrega um retrato belamente fotografado do interior rural americano sob a ótica distorcida da juventude. Natal em 8 Bits | HBO Max Um dos mais divertidos filmes de temática natalina deste ano, “Natal em 8 Bits” gira em torno das desventuras de um adolescente do final dos anos 1980 para conseguir o presente de seus sonhos: a última palavra em consoles de videogame, o Nintendo Entertainment System. Mesmo tendo o pedido de Natal recusado pela família, ele não desiste e entra num concurso repleto de desafios para ganhar o grande prêmio. A história lembra a conhecida epopeia do menino de “Uma História de Natal” (1983), mas também compartilha do humor doce e irônico de “A Princesa Prometida” (1987), na forma como Neil Patrick Harris (“How I Met Your Mother”) conta a história para sua filha, jurando que tudo é verdade e aconteceu em sua infância. Sem falar que é repleto de referências da década mais pop de todas. Um Menino Chamado Natal | Netflix A qualidade dos efeitos e o bom elenco diferenciam esta fantasia dos muitos títulos natalinos lançados pela Netflix neste final do ano. A história se revela conforme Maggie Smith (“Downton Abbey”) conta para um grupo de crianças como o Natal realmente começou, quando um menino chamado Nicholas e seu rato falante embarcaram numa jornada impossível em busca de um pouco de mágica. Com roteiro e direção de Gil Kenan (“Poltergeist – O Fenômeno”), o elenco também inclui Kristen Wiig (“Mulher-Maravilha 1984”), Sally Hawkins (“A Forma da Água”), Toby Jones (“Capitão América: O Primeiro Vingador”), Jim Broadbent (“Harry Potter”) e o menino estreante Henry Lawfull. Becoming Cousteau | Disney+ Premiado no Festival de Londres, este documentário celebra a carreira e realizações, mas também lembra as tragédias que marcaram a vida do famoso explorador e ambientalista Jacques Cousteau (1910–1997). Ele próprio foi um documentarista premiado – vencedor de três Oscars – , que por muitos anos teve seu nome associado às maiores aventuras submarinas da vida real, além de ter sido responsável por invenções importantes e despertado a paixão oceanográfica em várias gerações que cresceram assistindo a seus programas televisivos, como “O Mundo Submarino de Jacques Custeau”, “A Odisséia de Custeau” e tantos outros – fez até uma série dedicada à exploração dos rios da Amazônia nos anos 1980.
Séries online: “Star Trek” e “Aruanas” são novidades do fim de semana
Depois de uma avalanche de estreias no meio da semana, as plataformas de streaming ainda guardaram novidades para o fim de semana. E com direito a lançamentos de surpresa, já que dois dos principais títulos desta sexta (26/11), “Star Trek: Discovery” e “Galera do Barulho” (Saved by the Bell), eram esperados só em 2022. Com a chegada de “Elfos” no domingo, a disponibilização da 2ª temporada de “Aruanas” e alguns títulos que não couberam na lista inicial, a seleção abaixo dobra a quantidade de opções para ver na semana, juntando-se às dicas de quarta (24/11), em que os destaques foram “Gavião Arqueiro” e “The Beatles: Get Back”. Veja abaixo as últimas novidades para maratonar no fim de semana. Star Trek: Discovery | Paramount+ A série que revitalizou o universo “Star Trek” tem nova Capitã e endereço. “Star Trek: Discovery” deixou o catálogo da Netflix na semana passada e estreia sua 4ª temporada nesta sexta na Paramount+, trazendo a primeira missão liderada por Michael Burnham (Sonequa Martin-Green) como Capitã da nave espacial que batiza a atração – a quarta pessoa a ocupar o cargo desde o começo da produção. E ela enfrenta logo de cara uma ameaça capaz de destruir mundos num piscar de olhos. Apresentada nos dois primeiros episódios disponibilizados, a anomalia gravitacional se prova um terror para o qual não existe defesa – e que rende efeitos visuais cinematográficos. Aruanas | Globoplay As ativistas vividas por Débora Falabella, Leandra Leal, Taís Araujo e Thainá Duarte encontram-se divididas e endividadas na 2ª temporada de “Aruanas”, justamente quando enfrentam seu maior desafio: o poderoso lobby da indústria do petróleo. Com R$ 1 trilhão de isenção de impostos em jogo, elas embarcam numa aventura por uma cidade modelo de sustentabilidade (do prefeito Lázaro Ramos), após um petroquímica causar um desastre ecológico na região, e suas descobertas as tornam alvo de criminosos, políticos e empresários. Quem também volta é a lobista interpretada por Camila Pitanga, mais intensa e incisiva, com uma nova cartela de clientes e interesses, agora defendendo petroleiros – como o vilão maior da trama, o astro português Joaquim de Almeida (“Velozes e Furiosos 5”). O papel é o último trabalho guardado da atriz na Globo – ela assinou com a HBO Max – e aproveita-se de sua assumida bissexualidade para desenvolver a sexualidade da personagem em cenas românticas com Elisa Volpatto – ex-namoradas na trama. Galera do Barulho | HBO Max Lançado ironicamente sem barulho, o revival da série clássica “Galera do Barulho” (Saved by the Bell) chegou de surpresa na HBO Max, dois dias após a estreia da 2ª temporada nos EUA – onde lidera a audiência da plataforma Peacock, inexistente no Brasil. Concebida como uma sequência da série adolescente imensamente popular dos anos 1990, a nova produção se foca nos filhos dos personagens originais – mais ou menos como aconteceu com “Fuller House”, na Netflix. O revival traz de volta Mark-Paul Gosselaar, Mario Lopez, Elizabeth Berkley e Tiffani Thiessen a seus papéis clássicos, agora como os adultos da trama, que ainda segue acompanhando os estudantes adolescentes da Bayside High School. A premissa explora o que acontece quando o governador da Califórnia, Zack Morris (Gosselaar), fica em apuros por fechar muitas escolas de Ensino Médio que atendiam a população de baixa renda, e propõe o envio dos estudantes afetados às escolas mais bem financiadas do estado – incluindo Bayside High. O afluxo de novos alunos dá às crianças privilegiadas de Bayside uma dose muito necessária de realidade – entre eles, o próprio filho de Zack, vivido por Mitchell Hoog (de “Freaky – No Corpo de um Assassino”). Os personagens Jessica Spano (Elizabeth Berkley) e A.C. Slater (Mario Lopez) agora trabalham na escola em que cresceram e lideram um elenco que também destaca John Michael Higgins (“A Escolha Perfeita”) como diretor do colégio e, no meio da nova turma de alunos, Belmont Cameli (“Empire”) como o filho de Jessica. Legacies | HBO Max A série dos herdeiros sobrenaturais do universo de “The Vampire Diaries” chega a sua 4ª temporada focando no destino da protagonista Hope Mikaelson (Danielle Rose Russell), que pretende se tornar “tríbrida” para enfrentar Malivore, a grande ameaça que paira sobre a série desde seu episódio inaugural. Filha do primeiro híbrido (vampiro e lobisomem), Klaus Mikaelson, Hope preferiu seguir o caminho da tia bruxa Freya, especializando-se em encantamentos na escola para crianças sobrenaturais de Mystic Falls. Entretanto, eventualmente desencadeou a maldição de lobisomem de seu sangue e agora considera também morrer para retornar como vampira, tornando-se ainda mais poderosa para vencer Malivore. Claro que isso pode lhe custar sua humanidade. Elfos | Netflix Com lançamento no domingo (28/11), esta série dinamarquesa é uma verdadeira antíteses das fantasias adocicadas programadas para a (extensa) temporada de Natal na Netflix. Escrita por Stefan Jaworski, criador do suspense nórdico “Those Who Kill”, a trama gira em torno de uma família que, em viagem de fim de ano, vai parar numa ilha distante com um segredo terrível e sanguinário: ela abriga os elfos de Natal, que na verdade são criaturas mais parecidas com gremlins. MotherFatherSon | Starzplay Com um elenco imponente, “MotherFatherSon” teve o azar de sair depois de “Succession”, com quem divide premissa similar, mas não os mesmos textos irônicos. Desenvolvida por Tom Rob Smith, criador de “American Crime Story”, a minissérie britânica gira em torno da disputa de poder numa empresa de mídia dominada por uma poderosa família, encabeçada por Richard Gere (“Chicago”) e a recentemente falecida Helen McCrory (“Peaky Blinders”). Super Crooks | Netflix Mestres do Universo: Salvando Eternia | Netflix Solar Opposites | Star+ F is for Family | Netflix Quatro animações completam a relação, das quais apenas é novidade completa. Desenvolvida em estilo anime pelo estúdio Bones (de “Fullmetal Alchimist”, “Wolf’s Rain” e “Godzilla Ponto Singular”), “Super Crooks” adapta os quadrinhos homônimos de Mark Millar, passados no mesmo universo de “O Legado de Júpiter”, e segue um grupo de supervilões que planejam um golpe monumental. A lista inclui outra série de ação, “Mestres do Universo: Salvando Eternia”, que é concluída com o lançamento de sua Parte 2. A iniciativa do cineasta Kevin Smith (“O Balconista”) visava justamente dar um fim à trama inacabada da animação clássica do He-Man dos anos 1980. Mas apesar do tom nostálgico, os personagens passaram por uma grande repaginação, aproximando-os do visual de “Castlevania”. Não por acaso, a série tem produção da Powerhouse Animation – o estúdio por trás de “Castlevania”. As demais são comédias. A 2ª temporada da hilária “Solar Opposites”, de Justin Roiland (cocriador de “Rick & Morty”), mostra novas confusões da família alienígena que escapou da explosão de seu mundo para se refugiar nos subúrbios dos EUA. Já a 5ª temporada de “F Is For Family” despede-se da família criada por Michael Price (produtor-roteirista de “Os Simpsons”) e o humorista Bill Burr (“Pai em Dose Dupla”), que ajudou a lembrar como eram inacreditáveis os anos 1970, época em que “você podia bater no seu filho, beber ao volante, fumar em restaurantes e levar uma arma para o aeroporto”, segundo os criadores.
Filme do Homem-Aranha ganha novos pôsteres com o Doutor Estranho
A Sony divulgou três novos pôsteres de “Homem-Aranha: Sem Volta para Casa”, que destacam a parceria do herói vivido por Tom Holland com o Doutor Estranho (Benedict Cumberbatch). Um dos cartazes também dá espaço para os vilões da história, incluindo um visual diferente do Duende Verde, que deixa mais claro que ele é novamente interpretado por Willem Dafoe, como no primeiríssimo “Homem-Aranha” de 2002. Os demais vilões são o Doutor Octopus (Alfred Molina), de “Homem-Aranha 2” (2004), Electro (Jamie Foxx), de “O Espetacular Homem-Aranha 2” (2014), o Lagarto (até aqui visto apenas como efeito visual) de “O Espetacular Homem-Aranha” (2012) e um pó voador que corresponde ao Homem-Areia de “Homem-Aranha 3” (2007). Eles entram na trama graças justamente ao Doutor Estranho, que acidentalmente abre as dimensões alternativas ao atender um pedido de Peter Parker, desesperado para que as pessoas esqueçam que ele é o Homem-Aranha. O elenco confirmado também conta com Marisa Tomei (Tia May), Tony Revolori (Flash Thompson), Angourie Rice (Betty Brant), J.K. Simmons (J.J. Jameson) e Jon Favreau (Happy Hogan). E a abertura do multiverso faz os fãs sonharem ainda com as presenças de Tobey Maguire e Andrew Garfield, repetindo seus papéis como Homens-Aranhas de outras dimensões – fato que Tom Holland e Andrew Garfield têm negado repetidamente. Novamente dirigido por Jon Watts, o fecho da nova trilogia do herói aracnídeo tem lançamento previsto para 16 de dezembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Personagens de “Sing” estrelam comercial de tema natalino
A Comcast resolveu aproveitar a sinergia de suas marcas, usando os personagens da animação “Sing”, da Universal, num comercial de seu serviço de banda larga e TV paga, Xfinity. O resultado é um curta-metragem de tema natalino, que mostra como a TV aproxima as famílias. Com produção do estúdio Illumination e direção de Garth Jennings, o diretor-roteirista dos filmes da franquia animada musical, o vídeo é intitulado “Come Home” e apresenta uma nova família de bichos cantores. Na trama, uma enfermeira canina corre para chegar em casa a tempo de assistir o musical favorito de seus filhos no Natal, mas acaba sem gasolina no meio de uma tempestade de neve. Buscando abrigo num local distante e iluminado, ela acaba chegando ao estúdio onde o musical é gravado. Sua entrada inesperada, porém, machuca um dos cantores, e ela acaba convidada a substitui-lo no programa prestes a ir ao ar. Sua aparição na tela ao lado dos artistas de “Sing” surpreende sua família, já conformada com seu atraso e a possibilidade de não vê-la naquela noite. Os personagens de “Sing” vão realmente apresentar um espetáculo no Natal, só que nos cinemas, com a estreia da continuação do filme de 2016 marcada para 23 de dezembro. Além de reunir o elenco estrelado e afinado do primeiro longa, a sequência ainda contará com reforço de ninguém menos que Bono, do U2, entre os cantores da animação-karaokê.
Will Poulter vira bandido romântico em trailer de musical
O filme independente britânico “The Score” ganhou pôster e seu primeiro trailer, que revela uma curiosa mistura de gêneros. A trama acompanha dois criminosos num café de beira de estrada, aguardando o momento para realizar um assalto, ao mesmo tempo em que um deles desenvolve um enredo romântico paralelo com a garçonete. O detalhe é que tudo acontece em clima de musical, com os atores cantando parte da história. O elenco é liderado por Will Poulter (“Maze Runner”), Naomi Ackie (“As Panteras”) e Johnny Flynn (o David Bowie de “Stardust”), que também assina as músicas originais. Já o roteiro e a direção são de Malachi Smyth (“Nocturne”) Ainda não há previsão de estreia.
Filme independente revela fotos de intérpretes dos Beatles
No mesmo dia em o documentário “The Beatles: Get Back” estreia na Disney+, outro projeto envolvendo a banda mais famosa de todos os tempos começa a ganhar vida, com a divulgação das primeiras fotos dos intérpretes de John, Paul, George e Ringo no filme independente “Midas Man”. As imagens não devem atrair muitos fãs à produção, que tem baixo orçamento e é no mínimo conturbada. O sueco Jonas Akerlund, veterano diretor de clipes e da cinebiografia de rock “Mayhem – Senhores do Caos” (2018), abandonou o projeto em meio às filmagens e foi substituído por Sara Sugarman (“Confissões de uma Adolescente em Crise”) – sem maiores explicações. As filmagens ficaram interrompidas por quase um mês, mas foram recentemente retomadas em Liverpool, cidade que serviu de cenário para o surgimento dos Beatles. Os atores Jonah Lees (“Carta ao Rei”) vive John Lennon, Blake Richardson (“Eleven Days”) é Paul McCartney, Harvely Elledge (“Creation Stories”) interpreta George Harrison e o estreante Campbell Wallace assume as baquetas de Ringo Starr. Ao lado dos atores caracterizados com o visual de no máximo 1965, é possível ver em destaque um amplificador Orange, que só foi inventado em 1968. De todo modo, a história é centrada, na verdade, no “quinto beatle”, Brian Epstein (1934-1967), o homem com o toque de Midas, que é considerado um dos maiores responsáveis pelo sucesso da banda nos anos 1960. Dono de uma loja de discos em Liverpool e gay numa época em que isso não era bem aceito pela sociedade, ele se impressionou com uma apresentação da banda no Cavern Club e decidiu que iria conseguir um contrato com uma gravadora para a banda. O quarteto achou engraçado. Mas oito meses depois de conhecê-lo, assinaram o contrato que levou ao lançamento de “Love Me Do” e ao começo da Beatlemania. Ele também mudou o visual da banda, colocando os músicos em terninhos combinados e, para completar, ainda lançou a cantora Cilla Black, amiga dos Beatles, que também teve uma carreira de sucesso. A expressão “quinto beatle” foi cunhada por Paul McCartney, que disse: “Se alguém pudesse ser considerado o quinto Beatle, seria Brian”. Muitos ligam a morte precoce de Epstein ao começo do fim da banda. No filme, Epstein será interpretado por Jacob Fortune-Lloyd, que viveu D.L. Townes em “O Gambito da Rainha”. O elenco também inclui Adam Lawrence (“Peaky Blinders”) como Pete Best, primeiro baterista dos Beatles, Jay Leno (“The Tonight Show”) como o lendário apresentador Ed Sullivan, Emily Watson (“Chernobyl”) e Eddie Marsan (“Ray Donovan”) como os pais do empresário, Rosie Day (“Por um Corredor Escuro”) como Cilla Black e Charley Palmer Rothwell (“Jack Ryan”) no produtor musical George Martin. Ainda não há previsão para a estreia.
Casamento e veraneio marcam trailer de “Downton Abbey 2”
A Universal divulgou a versão legendada em português do trailer do novo filme de “Downton Abbey”. A prévia revela que a trama vai se passar em clima festivo, com cenas do casamento de Thomas Branson (Allen Leech) e Lucy Bagshaw (Tuppence Middleton), além de uma viagem de veraneio, após a Condessa Viúva de Grantham (Maggie Smith) revelar ter herdado uma villa na Riviera Francesa Intitulado “Downton Abbey II: Uma Nova Era”, o filme terá a volta do elenco que participou do primeiro filme, lançado em 2019, incluindo Maggie Smith, Hugh Bonneville, Michelle Dockery, Elizabeth McGovern, Jim Carter, Brendan Coyle, Kevin Doyle, Joanne Froggatt, Robert James-Collier, Phyllis Logan, Sophie McShera, Allen Leech, Tuppence Middleton, Lesley Nicol, Imelda Staunton e Penelope Wilton. Já as novidades no elenco são Hugh Dancy (“Hannibal”), Laura Haddock (“White Lines”), Nathalie Baye (“É Apenas o Fim do Mundo”) e Dominic West (“The Affair”). O criador Julian Fellowes, que conduziu a série original entre 2010 e 2015, continua à frente do roteiro, enquanto Simon Curtis (“Sete Dias com Marilyn”) assina a direção. A estreia está prevista para março de 2022.
Ellie Woods será mãe em “Legalmente Loira 3”
A trama de “Legalmente Loira 3” vai mostrar uma nova transformação da antiga patricinha Ellie Woods. A produtora Pamela Abdy adiantou à revista The Hollywood Reporter que a personagem mais famosa da atriz Reese Whitherspoon será retratada como uma mãe de família e um dos temas do filme será a maternidade. “Está realmente acontecendo […] estamos todos desenvolvendo o filme juntos. A premissa é: ‘Como é Elle Woods aos 40 anos?’. Ela é uma mãe de família, mas também tem uma carreira próspera. Estou ansiosa para ver o roteiro pronto, acredito que deva ser finalizado nos primeiros meses de 2022”, a produtora revelou. Os responsáveis pelo roteiro são Mindy Kaling e Dan Goor, dupla conhecida por criar séries de sucesso. Mindy criou e estrelou “Projeto Mindy” (The Mindy Project) e, mais recentemente, lançou “Eu Nunca…” (Never Have I Ever) na Netflix e “The Sex Lives of College Girls” na HBO Max. Já Dan Goor é criador de “Brooklyn Nine-Nine”, além de ter escrito-produzido “Parks & Recreation”. Além de Reese Witherspoon, nenhum outro nome encontra-se confirmado no elenco. Perguntada sobre Luke Wilson, par romântico da protagonista nos filmes anteriores, Abdy disse esperar “que ele possa voltar quando estiverem prontos para começar as filmagens”. É que o ator atualmente está comprometido com a série “Stargirl” e pode haver conflito de agenda com o filme, que ainda não tem cronograma de produção. Há pouco mais de um ano, o estúdio MGM chegou a anunciar o lançamento para maio de 2022, mas essa expectativa provou-se muito otimista, considerando a quantidade de projetos de Whiterspoon. A atriz está atualmente filmando a nova comédia de Aline Brosh McKenna, “Your Place or Mine”, e tem outros longas engatilhados – inclusive a versão live-action de “Tinkerbell” – sem mencionar seus projetos televisivos e trabalhos como produtora bem-sucedida de filmes e séries.
Veja a abertura da 6ª temporada de “Outlander”
O canal pago americano Starz adiantou a abertura da 6ª temporada da série “Outlander” em suas redes sociais. Veja abaixo. Mantendo o costume de adaptar um livro da escritora Diana Gabaldon por temporada, o sexto ano seguirá a história de “Um Sopro de Neve e Cinzas” (2005) e vai encontrar o casal protagonista Jamie (Sam Heughan) e Claire (Caitriona Balfe) no lar que eles construíram na Carolina do Norte, em meio às tensões crescentes entre a coroa britânica e o habitantes das colônias americanas. O detalhe é que eles sabem qual lado irá vencer. Líder de audiência da TV paga dos Estados Unidos, com média de 1,5 milhões de telespectadores ao vivo – que sobe para 5,8 milhões em todas as plataformas, “Outlander” já se encontra renovada para sua 7ª temporada. Isto indica que a série vai adaptar todos os oito livros da “Saga Outlander”, também conhecida pelo nome do primeiro volume, “A Viajante do Tempo”. A trama possui elementos de romance, sci-fi, história e aventura, e acompanha a enfermeira britânica Claire Randall em uma viagem de surpresa no tempo, ao entrar numa ruína celta, nos anos 1940, e ir parar no século 18, onde se apaixona por um jovem rebelde (Sam Heughan). Desde esse começo, a trama foi e voltou no tempo várias vezes, junto com a protagonista, alguns conhecidos e até parentes do futuro. Ainda sem previsão exata, a 6ª temporada de “Outlander” vai estrear no começo de 2022. A série é disponibilizada no Brasil pelas plataformas Star+ e Netflix.
Bichos cantores ensaiam novo espetáculo no trailer de “Sing 2”
A Universal Pictures divulgou novos pôsteres e trailer de “Sing 2”, continuação de “Sing: Quem Canta Seus Males Espanta” (2016), animação-karaokê em que bichos falantes cantam grandes sucessos da música pop. A prévia mostra ensaios para um novo espetáculo, ao som de “Levitating”, de Dua Lipa. Na sequência, os integrantes do concurso de calouros convencem um magnata do entretenimento a bancar seu grande show, mentindo que um cantor lendário será a atração principal. Só que o tal ídolo do rock se encontra recluso desde a morte da esposa. Além da volta dos dubladores originais, incluindo Matthew McConaughey, Reese Witherspoon, Scarlett Johansson, Taron Egerton, Tori Kelly e Nick Kroll, “Sing 2” acrescenta ninguém menos que Bono Vox, do U2, como o tal cantor icônico. A produção ainda conta com as vozes dos cantores Pharrell Williams e Halsey, além de novos personagens dublados por Bobby Cannavale (“O Irlandês”), Letitia Wright (“Pantera Negra”), Eric Andre (“A Noite é Delas”) e Chelsea Peretti (“Brooklyn Nine-Nine”). Para não ficar atrás, a versão dublada em português também incluiu vários cantores brasileiros, com destaque para Sandy, Lexa, Wanessa Camargo, Paulo Ricardo, Any Gabrielly e até a dupla de pai e filho Fábio Jr e Fiuk. Diretor e roteirista do primeiro longa, Garth Jennings volta a comandar a sequência para a Illumination, mesma produtora das animações de “Meu Malvado Favorito”, “Minions” e “Pets – A Vida Secreta dos Bichos”. A estreia vai acontecer em 23 de dezembro no Brasil, um dia depois dos EUA. Veja abaixo duas versões do trailer, dubladas em português e em inglês.












