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    “WandaVision” ganha primeiros Emmys da Marvel

    12 de setembro de 2021 /

    A Academia da Televisão dos EUA começou a entregar seus primeiros troféus de 2021 na noite de sábado (11/9) em Los Angeles. E a primeira das três cerimônias previstas já rendeu Emmys para o Marvel Studios em sua estreia na premiação, com duas conquistas para “WandaVision”. A série exibida na Disney+ venceu as categorias de Design de Produção (cenografia) e Figurino para produções de meia-hora e fantasia, respectivamente. Mas a atração que disparou na frente no começo do Emmy 2021 foi “O Gâmbito da Rainha”. A minissérie da Netflix conquistou nada menos que 7 troféus técnicos: Fotografia, Edição, Design de Produção, Figurino, Maquiagem, Mixagem e Edição de Som em minissérie. Outros destaques foram “The Mandalorian”, “Pose” e o humorístico “Saturday Night Live”, com três troféus cada. Este é o último Emmy de “Pose”, que se encerrou na 3ª temporada e concorre a oito prêmios ao todo. As conquistas até agora foram nas categorias de Figurino, Maquiagem e Cabelereiro de série contemporânea, que disputava como favorita. Além de “WandaVision”, a premiação destacou outra série estreante: a comédia “Ted Lasso”, da Apple TV+, com dois troféus técnicos. Entre as plataformas, a Netflix abriu frente com 12 vitórias (incluindo dois Emmys de “The Crown”), seguida pela Disney+ com seis troféus. Já em 3º lugar há um surpreendente empate entre HBO/HBO Max e Apple TV+, ambas com quatro prêmios. Chamados de Emmys das Artes Criativas, os primeiros prêmios são técnicos e entregues ao longo de dois dias. A segunda metade da premiação acontece neste domingo (12/9) em duas partes (à tarde e à noite), enquanto o evento com os prêmios principais – e único dos três dias com transmissão televisiva – está marcado para o próximo domingo (19/9). Confira abaixo todos os troféus entregues na primeira noite do Emmy 2021. Melhor Fotografia – Sitcom “Country Comfort” Melhor Fotografia – Série de Meia-Hora “The Mandalorian” Melhor Fotografia – Série de Uma Hora “The Crown” Melhor Fotografia – Minissérie ou Antologia “O Gambito da Rainha” Melhor Edição – Série de Drama “The Crown” – Fairytale Melhor Edição – Série de Comédia “Ted Lasso” – The Hope That Kills You Melhor Edição – Sitcom “The Conners” – Jeopardé, Sobrieté And Infidelité Melhor Edição – Minissérie “O Gambito da Rainha” – Exchanges Melhor Edição – Variedades “A Black Lady Sketch Show” – Sister, May I Call You Oshun? Melhor Design de Produção – Série Contemporânea “Mare of Easttown” Melhor Design de Produção – Série de Época ou Fantasia “O Gambito da Rainha” Melhor Design de Produção – Série de Meia-Hora “WandaVision” Melhor Design de Produção – Variedades “Saturday Night Live” Melhor Design de Produção – Especial de Variedades “The Oscars” Melhor Figurino – Produção de Época “O Gambito da Rainha” Melhor Figurino – Produção de Fantasia “WandaVision” Melhor Figurino – Produção Contemporânea “Pose” Melhor Cabeleireiro – Produção Contemporânea “Pose” Melhor Cabeleireiro – Produção de Época ou Fantasia “Bridgerton” Melhor Cabeleireiro – Variedades “Saturday Night Live” Melhor Maquiagem – Produção Contemporânea “Pose” Melhor Maquiagem – Produção de Época ou Fantasia “O Gambito da Rainha” Melhor Maquiagem – Variedades “Saturday Night Live” Melhor Maquiagem – Especiais e Reality Shows “Black Is King” “The Masked Singer” “Sherman’s Showcase Black History Month Spectacular” Melhor Maquiagem – Efeitos Visuais “The Mandalorian” Melhor Edição de Som – Série de Drama “Lovecraft Country” Melhor Edição de Som – Série de Comédia ou Animação “Love, Death + Robots” Melhor Edição de Som – Minissérie ou Antologia “O Gambito da Rainha” Melhor Mixagem de Som – Série de Drama “The Mandalorian” Melhor Mixagem de Som – Minissérie ou Antologia “O Gambito da Rainha” Melhor Mixagem de Som – Comédia ou Animação “Ted Lasso” Melhor Mixagem de Som – Variedades ou Especial “David Byrne’s American Utopia” Melhor Design de Abertura “The Good Lord Bird” Melhor Design de Movimento “Calls” Melhor Programa Interativo “Space Explorers: The ISS Experience” Melhor Inovação em Programa Interativo “For All Mankind: Time Capsule”

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  • Filme

    “Shang-Chi” ultrapassa US$ 250 milhões mundiais

    12 de setembro de 2021 /

    “Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis” manteve-se imbatível no topo das bilheterias dos EUA e Canadá em seu segundo fim de semana em cartaz. Exibido em 4,3 mil cinemas, o filme da Marvel/Disney arrecadou surpreendentes US$ 35,8 milhões nos últimos três dias, elevando seus rendimentos a US$ 145,6 milhões no mercado doméstico. O desempenho representa o maior segundo fim de semana de todo o período da pandemia, superando os US$ 25,8 milhões de “Viúva Negra”. A diferença de resultados dá razão à Scarlett Johansson em sua disputa contra a Disney. A atriz argumenta que o lançamento simultâneo em streaming prejudicou as bilheterias de seu longa, e a queda de arrecadação foi realmente dramática após a estreia. Já “Shang-Chi”, que é exclusivo dos cinemas, manteve uma arrecadação forte. O filme também se manteve em 1º lugar em vários países do mundo, incluindo o Brasil, Austrália, França, Alemanha, Coréia, Itália, México, Rússia, Espanha e Reino Unido. O sucesso do novo herói da Marvel é tão impressionante que precisou só de 10 dias, em plena pandemia, para cruzar os US$ 250 milhões mundiais. O montante internacional está em US$ 112 milhões, o que rende um total exato de US$ 257,6 milhões em todo o mundo. E isto sem o mercado chinês, que não deve receber “Shang-Chi” por censura política. Os números reforçam a decisão da Disney de encerrar sua experiência com o Premier Access, seu PVOD na Disney+, e voltar a realizar lançamentos apenas no cinema, ainda que com uma janela bem menor de exclusividade – 45 dias, em vez dos 90 de antes da pandemia. A Disney, por sinal, também ocupa o 2º lugar nas bilheterias norte-americanas. “Free Guy – Assumindo o Controle” continua a mostrar fôlego, ultrapassando a marca de US$ 100 milhões de faturamento doméstico neste domingo (12/9), com um cume de US$ 101,8 milhões até o momento. No mundo inteiro, o valor está em US$ 276,5 milhões graças ao lançamento na China, que já rendeu US$ 76,3 milhões até o momento. A principal estreia da semana, o terror “Maligno” da Warner, abriu apenas em 3º lugar, com US$ 5,57 milhões em 3,5 mil telas nos EUA. Disponibilizado também na HBO Max, o filme não teve o desempenho esperado, especialmente diante das críticas positivas que costumam impulsionar bilheterias de terror – teve 74% de aprovação no Rotten Tomatoes. Somando as arrecadações internacionais, chegou a US$ 15,1 milhões em todo o mundo. O Top 5 ainda inclui outro terror, “A Lenda de Candyman”, com US$ 4,8 milhões em seu terceiro fim de semana para um total doméstico de US$ 48 milhões, e outra produção da Disney, “Jungle Cruise”, que fez US$ 2,4 milhões para um total doméstico de US$ 109,9 milhões após sete semanas nos cinemas.

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  • Etc,  TV

    Ator de “Carinha de Anjo” é encontrado morto em São Paulo

    12 de setembro de 2021 /

    O ator Luiz Carlos Araújo, que participou da novela “Carinha de Anjo” (2016), do SBT, foi encontrado morto no apartamento onde morava, em São Paulo, aos de 43 anos. A causa da morte está sendo investigado pelo 2º DP do Bom Retiro, região central da cidade. Sem contato com o amigo, que não atendia o celular há dias, a atriz Marilice Cosenza (“Amor e Revolução”) foi quem mobilizou o porteiro do apartamento de Araújo para verificar o que havia acontecido. “Ninguém atendeu a porta. O porteiro foi, tocou e sentiu um cheiro muito forte do apartamento. Chamaram a polícia e um chaveiro. Abriram o apartamento e encontraram o Luiz na cama, já falecido. Parece que ele estava ali há uns três, quatro dias”, disse a atriz à imprensa. Ela era uma das melhores amigas e parceira de Araújo numa produtora de vídeos. Filha do cantor Zezé Di Camargo, a atriz Camilla Camargo também lamentou a morte do ator e amigo nas redes sociais. Os dois contracenaram em “Carinha de Anjo”. “Não consigo acreditar, não dá, não quero acreditar. Te conheci com meus 9 anos e de lá para cá foram palcos divididos, histórias, abraços, carinho, que estão eternizados”, escreveu. Luiz Carlos Araújo era muito conhecido no meio artístico, tendo estrelado musicais como “Lisbela e o Prisioneiro”, “O Primo Basílio” e “Garota Glamour” no teatro. Na TV, ele também participou da minissérie “Dalva e Herivelto: Uma Canção de Amor” (2010).

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  • Série

    Astro de “This Is Us” já tem nova série engatilhada

    12 de setembro de 2021 /

    Com o fim de “This Is Us” previsto para o ano que vem, o ator Justin Hartley, intérprete de Kevin Pearson, já deu início a seu próximo projeto. Ele está desenvolvendo a adaptação de “The Never Game” para a rede NBC. Com piloto já encomendado, o projeto é baseado num best-seller de Jeffery Deaver, o autor de “O Colecionador de Ossos”. A história gira em torno de um caçador de recompensas, papel que Harley pretende desempenhar, além de produzir a série. Na trama, Colter Shaw viaja pelos Estados Unidos ajudando a polícia na resolução de crimes e na investigação de casos sobre pessoas desaparecidas. Até o dia em que descobre que também virou caça. Alguém está no seu encalço e se aproximando rapidamente. Produtor executivo de “This Is Us”, Ken Olin vai coproduzir e dirigirá o piloto, que está sendo escrito por Michael Cooney (do bom suspense “Identidade”). “Eu não poderia ficar mais feliz com a chegada de ‘The Never Game’ à CBS”, disse Hartley em comunicado. “Quando li o livro, fui imediatamente atraído para o personagem e para a história; desenvolver este projeto com Ken tem sido um verdadeiro trabalho de amor. Colter vai chutar alguns traseiros sérios, e eu mal posso esperar para o público conhecê-lo.”

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  • Série

    David Oyelowo vai estrelar série sobre Bass Reeves, o delegado negro do Velho Oeste

    11 de setembro de 2021 /

    O ator inglês David Oyelowo (“Selma”) vai produzir e estrelar uma série baseada na vida do delegado Bass Reeves. Primeiro homem da lei negro do Velho Oeste, a história de Michael Bass Reeves rendeu um filme em 2010 e foi lembrada mais recentemente por duas séries de super-heróis da DC Comics, “Watchmen” e “Legends of Tomorrow”. A série faz parte de um contrato geral firmado entre a produtora Yoruba Saxon, fundada pelo ator e sua esposa Jess Oyelowo, com o conglomerado ViacomCBS para desenvolver novos projetos. Graças ao acordo, a produção executiva ficará a cargo de Taylor Sheridan, o criador de “Yellowstone”, que também tem contrato de exclusividade com a ViacomCBS. “As histórias que Jess e eu queremos contar ultrapassam limites e estão cheias de gente do tipo que raramente vemos nas telas”, disse Oyelowo em comunicado. “A extraordinária história de Bass Reeves exemplifica exatamente isso. Colaborar com talentos de classe mundial como Taylor Sheridan para contar essas histórias para o maior público possível é nosso sonho, e acreditamos que podemos realizar nossos objetivos com a ViacomCBS e suas plataformas exclusivas.” Chris McCarthy, presidente e CEO do MTV Entertainment Group, falou em nome da ViacomCBS sobre a parceria. “David e Jessica são artistas incrivelmente talentosos e estamos ansiosos para desenvolver nosso projeto de Bass Reeves junto com eles e nosso parceiro fenomenal Taylor Sheridan”, declarou. “Como o primeiro delegado negro dos EUA a oeste do rio Mississippi, a história de Reeves é monumental, e esta série limitada trará à luz um dos maiores heróis das fronteiras da história de nosso país.” Não há previsão de estreia para a atração. A produtora de Oyelowo também está desenvolvendo um filme sobre o herói dos quadrinhos “Rocketeer” para a Disney+.

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  • Série

    Billy Bob Thornton vai estrelar série derivada de “Yellowstone”

    11 de setembro de 2021 /

    O ator Billy Bob Thornton, que está encerrando sua trajetória à frente de “Goliath”, na Amazon, já tem uma nova série à vista. Ele vai estrelar o spin-off de “Yellowstone”. Intitulada “1883”, a atração é um prólogo desenvolvido para a plataforma Paramount+ Com estreia marcada já para este ano, “Y: 1883” vai seguir a família Dutton enquanto embarca em uma jornada para o Oeste através das Grandes Planícies, rumo ao último bastião da América indomada do século 19. A série será um western autêntico e um drama intenso sobre uma família que foge da pobreza para buscar um futuro melhor na terra prometida de Montana. Thornton vai interpretar um delegado na trama, juntando-se ao elenco que destaca o veterano Sam Elliott (“Nasce uma Estrela”) e os cantores country Tim McGraw (“Um Sonho Possível”) e Faith Hill (“Dixieland”) como integrantes da família Dutton, além de Isabel May (“Young Sheldon”) e LaMonica Garrett (do crossover “Crise nas Infinitas Terras”) como coadjuvantes confirmados. O spin-off é um desdobramento do sucesso contínuo de “Yellowstone”, que atualmente é a série mais assistida da TV paga americana. O lançamento de “1883” está marcado para dezembro.

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    Nancy Drew enfrenta novos terrores no trailer da 3ª temporada

    11 de setembro de 2021 /

    A rede americana The CW divulgou o trailer da 3ª temporada de “Nancy Drew”. A prévia explora novos terrores que colocam a protagonista (Kennedy McMann) e seus amigos em perigo – e aparentemente uns contra os outros. Combinando o clima de “Supernatural” e “Scooby-Doo”, a série reinventou a franquia quase centenária da detetive mirim como uma série de terror adolescente e tem sido um dos maiores sucessos produzidos pelo CBS Studios para o canal americano, que é uma joint venture da CBS e da Warner (as letras C e W de seu nome). O sucesso já está rendendo, inclusive, um spin-off centrado no personagem Tom Swift, que foi introduzido na 2ª temporada. Os novos episódios de “Nancy Drew” estreiam em 8 de outubro nos EUA. No Brasil, a série é disponibilizada pela Globoplay.

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    Astros de “The Boys” comemoram final das gravações da 3ª temporada

    11 de setembro de 2021 /

    Os atores Karl Urban, Jack Quaid e Erin Moriarty anunciaram o final das gravações da 3ª temporada de “The Boys” nas redes sociais. Em seu post no Instagram, o intérprete do carrancudo Billy Bruto (Billy Butcher) agradeceu aos colegas de elenco, a equipe e a produção da Amazon e da Sony “por trabalhar duro e nos manter seguros durante a covid”, além de exaltar o showrunner Eric Kripke por criar uma temporada “totalmente insana”. “Todos vocês merecem um abraço e uma bebida… e muita terapia depois do que acabamos de fazer”, acrescentou Quaid, que vive o tímido Hughie Campbell, em seu próprio texto. “Mal posso esperar para que vocês vejam”, os dois arremataram. E só não foi em coro porque os posts foram publicados separadamente. Por sua vez, a atriz que interpreta Starlight revelou que os Boys foram mesmo tomar bebidas após o fim dos trabalhos, publicando várias imagens da celebração. “Não poderia ter um grupo melhor para passar por isso”, ela comemorou, entre brindes. As gravações duraram sete meses durante a pandemia e incluem, entre sua muitas “insanidades”, o registro de uma orgia de super-heróis, o “Herogasm”, que deu o que falar nos quadrinhos originais de Garth Ennis em que a atração se baseia. Grande vencedora do Critics Choice Super Awards, a premiação geek da crítica americana, “The Boys” também é a série mais popular da Amazon, detendo o recorde de público da plataforma de streaming em sua 2ª temporada. Sem revelar números oficiais, a empresa afirmou que a temporada passada teve o lançamento global mais assistido dentre todas as suas séries originais e, em suas primeiras semanas, quase dobrou (+ 89%) a audiência mundial atingida pelo primeiro ano de produção – já considerada uma marca elevada para a companhia – , atraindo milhões de novos espectadores a cada semana. Não por acaso, a atração vai ganhar um spin-off e receberá um reforço de peso em sua 3ª temporada: Jensen Ackles como o herói Soldier Boy, o Capitão América do mundo de “The Boys”. A 3ª temporada ainda não tem previsão de estreia. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Karl Urban (@karlurban) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Jack Quaid (@jack_quaid) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Erin Moriarty (@erinelairmoriarty)

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    Ator de “Shameless” vai estrelar piloto de série baseada no filme “True Lies”

    11 de setembro de 2021 /

    O ator Steve Howey, intérprete de Kevin na série “Shameless”, será o novo Arnold Schwarzenegger na versão televisiva do filme “True Lies”. Ele interpretará o agente secreto Harry, vivido por Schwarzenegger no cinema, na adaptação da rede CBS. A série vai partir da mesma premissa vista na tela grande – e em suas várias reprises na TV. Uma dona de casa suburbana insatisfeita (no filme, Jamie Lee Curtis) fica chocada ao descobrir que seu marido, consultor de informática insípido e comum, é um espião internacional habilidoso. Ela é impelida a uma vida de perigo e aventura quando é recrutada para trabalhar ao lado dele para salvar o mundo, ao mesmo tempo em que eles tentam revitalizar seu casamento, há muito tempo sem paixão, e salvar os filhos. Vale lembrar que Eliza Dushku, que interpretou a filha do casal original, depois acusou o coordenador de dublês do longa de abusar sexualmente dela nos bastidores da produção. Na época, ela tinha 12 anos. Esta é a segunda tentativa de transformar “True Lies” numa série. A Fox chegou a encomendar um piloto em 2017, dirigido por McG (“Lethal Weapon”), mas o projeto não foi aprovado. A nova tentativa também precisará ter o piloto aprovado para virar a série. A responsabilidade de acertar é do produtor-roteirista Matt Nix, criador de “Burn Notice” e “The Gifted”, que desenvolveu a premissa com apoio de ninguém menos que James Cameron, diretor do filme de 1994. Cameron será produtor executivo da série, caso o piloto seja aprovado. Veja abaixo o trailer do longa original.

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    Marvel Comics demite desenhista brasileiro

    11 de setembro de 2021 /

    A Marvel Comics anunciou na sexta-feira (10/9) que Joe Bennett, desenhista brasileiro conhecido pelos quadrinhos de “O Imortal Hulk”, não trabalha mais na empresa. O artista foi demitido após 25 anos e o motivo do desligamento não foi divulgado. No entanto, a demissão aconteceu poucos dias após críticas de um colega de trabalho, Al Ewing, que declarou em suas redes sociais que não trabalharia mais com ele após um problema na edição nº 43 de “O Imortal Hulk”, onde a vitrine de uma joalheria foi desenhada com inclusão de uma estrela de Davi e um erro de grafia (jewery), cuja combinação foi considerada uma citação racista. “Esta não foi a primeira vez que tive ciência de um problema com o Joe. Eu tenho falado nos bastidores, mas isso não conforta as pessoas que são as vítimas dessa propaganda brutal”, disse Ewing sobre o quadrinho desenhado por Bennet. Bolsonarista, Bennett já tinha gerado controvérsias ao fazer uma ilustração do então deputado Jair Bolsonaro em 2017 como um herói que enfrentava figuras animalizadas de outros políticos brasileiros e ao celebrar o tapa dado por Augusto Nunes em Glenn Greenwald num dos maiores vexames do programa “Pânico”, da Jovem Pan. “Esse tapa foi meu também! Devia ter dado era um soco!!”, escreveu o quadrinista em sua rede social. Após os leitores da Marvel reclamarem, ele apagou o post e pediu desculpas a Greenwald. Artista de traços impactantes e viscerais, Bennett ainda não se manifestou sobre os comentários do roteirista Al Ewing ou sobre sua demissão. O trabalho de Bennett e Ewing em “O Imortal Hulk” foi indicado ao Eisney Award, o Oscar dos quadrinhos, em 2019.

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  • Filme

    Diretor celebra final das filmagens de “Missão: Impossível 7”

    11 de setembro de 2021 /

    Uma das filmagens mais longas da história de Hollywood chegou ao fim. O diretor Christopher McQuarrie agradeceu à equipe de “Missão: Impossível 7” pela verdadeira missão impossível que foi enfrentar quase dois anos de produção. Junto de uma foto em que aparece ao lado de Tom Cruise no cenário, ele refletiu sobre o trabalho árduo e elogiou os esforços que lhe permitiram finalizar a fotografia principal. “Tudo o que você precisa são boas pessoas. Para nosso elenco e equipe indomáveis, imparáveis: mesmo nas melhores circunstâncias, deveria ser impossível. Mesmo vendo tudo isso, não podemos acreditar no que vocês conquistaram. Nunca teremos palavras adequadas para expressar a nossa gratidão e admiração – não apenas para vocês, mas também para seus familiares. Vocês são os melhores do mundo”, o diretor exaltou. As filmagens de “Missão: Impossível 7” começaram há 18 meses, em fevereiro de 2020 em Veneza, e sofreram quatro interrupções – uma por acidente no set e as demais por contágio de coronavírus. Durante a produção, o astro Tom Cruise ainda foi roubado e, segundo afirmam tabloides ingleses, iniciou um namoro com a colega Hayley Atwell (a Agente Carter da Marvel). Ainda sem título oficial, “Missão: Impossível 7” tem previsão de lançamento para setembro de 2022, mas Tom Cruise não terá folga, porque a continuação do longa já está encomendada e deverá começar a ser rodada em seguida. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Christopher McQuarrie (@christophermcquarrie)

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  • Filme

    Disney anuncia fim de lançamentos simultâneos em streaming, mas impõe derrota aos cinemas

    11 de setembro de 2021 /

    A Disney anunciou o fim de sua experiência com lançamentos híbridos. Após o processo de Scarlett Johansson contra a estreia simultânea de “Viúva Negra” nos cinemas e no Premier Acess (um PVOD) da Disney+, e do sucesso de “Shang Chi e a Lenda dos Dez Anéis” nas bilheterias, os próximos filmes do estúdio serão lançados primeiro nos cinemas, antes de estarem disponíveis em streaming. Com isso, o filme de animação “Encanto” estreará nos cinemas no dia 24 de novembro e não aparecerá na plataforma Disney+ até 24 de dezembro. Todos os demais lançamentos previstos para 2021, como “O Último Duelo” de Ridley Scott, “Eternos” de Chloé Zhao e “Amor, Sublime Amor” de Steven Spielberg, terão ao menos 45 dias de exclusividade nas salas de cinema. O circuito exibidor dos EUA considerou a decisão uma vitória. Anteriormente, a Associação Nacional de Donos de Cinemas dos Estados Unidos (NATO, na sigla em inglês) chegou a divulgar um comunicado agressivo contra a Disney, apontando que “Viúva Negra” teve uma queda de 67% de arrecadação em sua segunda semana em cartaz por não ser um lançamento exclusivo dos cinemas. Argumentos deste comunicado foram utilizados no processo movido por Johansson contra o estúdio. Mas a verdade é que os donos de cinemas, que se dizem felizes agora, perderam a disputa. E perderam muito. O anúncio da Disney consolida a janela de 45 dias de exibição e se segue à iniciativas anteriores da Warner e da Paramount no mesmo sentido. Antes da pandemia, porém, a exclusividade dos cinemas durava o dobro do tempo: 90 dias. Há anos, Hollywood tentava diminuir o tempo de exclusividade dos filmes nos cinemas, mas os exibidores nunca permitiram, ameaçando boicotar quem ousasse lançar em vídeo qualquer filme antes dos 90 dias tradicionais. No começo da pandemia, quando a Universal tirou “Trolls 2” do circuito cinematográfico norte-americano e celebrou um dos maiores faturamentos de VOD de todos os tempos, as grandes redes peitaram o estúdio com ameaças contra suas futuras produções. O tom mudou muito desde então e agora as redes comemoram cortar pela metade sua janela anteriormente intocável. Trata-se de uma vitória de Hollywood, que em dois anos – e com a ajuda da pandemia – mudou de forma radical sua relação com os donos de cinema. O lançamento de várias plataformas ligadas aos estúdios tirou do circuito cinematográfico seu poder de barganha, consolidando uma alternativa mais viável que as salas de exibição para levar conteúdo ao público. A troca de paradigma fragilizou a posição dos cinemas, que agora comemoram perder “apenas” metade de seu antigo poder.

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    Festival de Veneza premia temáticas e cineastas femininas

    11 de setembro de 2021 /

    O drama francês “Happening”, da cineasta Audrey Diwan, venceu neste sábado (11/9) o Leão de Ouro no Festival de Veneza, numa premiação histórica, que pode ser vista como uma forte mensagem pelos direitos das mulheres, com muitos troféus distribuídos para cineastas e temas femininos. “Sinto-me ouvido esta noite!”, disse Diwan ao aceitar o prêmio. Adaptação do romance homônimo de Annie Ernaux, “Happening” (L’Événement, em francês) conta a história de uma brilhante estudante universitária francesa do início dos anos 1960 que vê sua emancipação ameaçada ao engravidar. Sem opções legais disponíveis, ela tenta encontrar uma maneira de abortar ilegalmente. Além de escolher este filme, o Júri de Veneza, presidido pelo diretor sul-coreano Bong Joon-ho (“Parasita”), também enalteceu um filme sobre maternidade, “Madres Paralelas”, de Pedro Almodóvar, dando à Penélope Cruz o troféu de Melhor Atriz. Numa premiação bastante focada em conquistas femininas, o troféu de Melhor Direção foi para outra cineasta, a neozelandesa Jane Campion por seu primeiro longa em 12 anos, o faroeste empoderador da Netflix “The Power of the Dog”. Para completar o festival das mulheres, a atriz Maggie Gyllenhaal levou o prêmio de Melhor Roteiro por sua estreia na direção, “The Lost Daughter”, adaptação de um romance da escritora italiana Elena Ferrante (pseudônimo de autor desconhecido). O filme masculino mais bem cotado foi o nostálgico “The Hand of God”, inspirado pela juventude do diretor italiano Pablo Sorrentino, que ganhou o Grande Prêmio do Júri (2º lugar) e rendeu ao protagonista Filippo Scotti o troféu de Melhor Jovem Ator. O filipino John Arcilla ficou com a Copa Volpi de Melhor Ator por “On The Job: The Missing 8”, e “Il Buco”, exploração cinematográfica do italiano Michelangelo Frammartino de uma das cavernas mais profundas do mundo, com o Prêmio Especial do Júri. Veja abaixo a premiação completa. Leão de Ouro (Melhor Filme) “Happening”, de Audrey Diwan Grande Prêmio de Júri (2ª Lugar) “The Hand of God”, de Paolo Sorrentino Leão de Prata (Melhor Direção) Jane Campion (“The Power of the Dog”) Copa Volpi Feminina (Melhor Atriz) Penélope Cruz (“Madres Paralelas”) Copa Volpi Masculina (Melhor Ator) John Arcilla (“On The Job: The Missing 8”) Osella de Ouro (Melhor Roteiro) Maggie Gyllenhaal (“The Lost Daughter”) Prêmio Especial do Júri (3ª Lugar) “Il Buco”, de Michelangelo Frammartino Prêmio Marcello Mastroianni (Melhor Ator Jovem) Filippo Scotti (“The Hand of God”) Leão do Futuro (Melhor Filme de Estreia) “Imaculat”, de Monica Stan e George Chiper-Lillemark

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