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  • Música

    Willow Smith raspa o cabelo enquanto toca guitarra em show ao vivo

    17 de julho de 2021 /

    A cantora Willow Smith, filha dos atores Will Smith e Jada Pinkett Smith, lançou no Facebook Watch um show que consolida a guinada roqueira de sua carreira. A performance de “Willow in Concert” acompanha o lançamento do novo álbum da artista, “Lately I Feel Everything”, que chegou nas plataformas digitais na sexta-feira (16/7). A apresentação contou com participações da cantora Avril Lavigne e do baterista Travis Barker, do Blink-182, que gravaram parcerias no disco. Mas o ponto alto foi a versão roqueira do primeiro sucesso de Willow, “Whip My Hair”, que a tornou conhecida aos 10 anos de idade. A música encerra o show. E na parte final, a jovem – agora com 21 anos – pega a guitarra para acompanhar o solo, enquanto tem seu cabelo raspado por uma máquina elétrica. Ela chegou a prometer que faria isso na véspera. “Esta será a terceira vez na minha vida que raspo minha cabeça. Estou sempre raspando minha cabeça em momentos monumentais da minha vida, quando as coisas estão realmente mudando e este é definitivamente um desses momentos”, explicou ao programa “Today”. Veja a íntegra do show com corte de cabelo abaixo.

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  • Filme

    Telefilme recria briga do Príncipe Harry e Meghan Markle com a família real

    17 de julho de 2021 /

    O canal pago americano Lifetime divulgou o trailer de sua versão do “Megxit”, o rompimento do Príncipe Harry e Meghan Markle com a família real britânica. Intitulado “Harry & Meghan: Escaping the Palace”, o novo telefilme faz parte de uma trilogia dedicada ao casal, que começou com uma produção em clima romântico, “Harry & Meghan: Um Amor Real”, em 2018, e também inclui “Harry & Meghan: Becoming Royal”, sobre as dificuldades do primeiro ano de casamento, lançado em 2019. Escrito por Scarlett Lacey e dirigido por Menhaj Huda, que assinaram toda a trilogia, o longa vai retratar os acontecimentos que levaram o casal a trocar os palácios britânicos pela vida nos EUA, em meio a ataques da imprensa inglesa e vazamentos cruéis dos funcionários da realeza, com paralelos à história da Princesa Diana, mãe de Harry. A prévia mostra até uma recriação da famosa entrevista de Oprah Winfrey, em que a família real foi acusada de racismo. Todos os três filmes trazem atores diferentes nos papéis principais. Desta vez, o duque e a duquesa de Sussex são interpretados por Jordan Dean (“O Justiceiro”) e Sydney Morton (“Ela Quer Tudo”). A estreia está marcada para 6 de setembro.

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  • Série

    Intérprete de Guzmán se despede de “Elite”

    17 de julho de 2021 /

    O ator Miguel Bernardeau se despediu da série “Elite” após quatro temporadas. Intérprete do personagem Guzmán Osuna, ele gravou um vídeo para agradecer o carinho dos fãs. “Gravar a série não foi fácil, mas foi uma experiência incrível, muito construtiva. Sou muito agradecido a Netflix por ter nos dado essa oportunidade. Adeus”, ele disse no curto vídeo. Sua saída aconteceu após o final da 4ª temporada, em que seu personagem se despediu dizendo que ia viajar o mundo. “Elite” tem sofrido grandes perdas em seu elenco desde o final da 3ª temporada. Além de Bernardeau, outros atores que deixaram a série foram Danna Paola (Lucrecia), Mina El Hammani (Nadia), Ester Expósito (Carla), Jorge Lopez (Valério), Álvaro Rico (Polo), Itzán Escamilla (Samuel) e Omar Ayuso (Omar). Por outro lado, a 4ª temporada apresentou novos personagens e o quinto ano continuará a trazer novos alunos para Las Encinas, entre eles o primeiro integrante brasileiro da série, André Lamoglia, conhecido dos assinantes do Disney Channel por “Juacas” e “Bia”. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Élite (@elitenetflix)

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  • Etc

    Spike Lee se desculpa por gafe no Festival de Cannes

    17 de julho de 2021 /

    O cineasta Spike Lee cometeu uma gafe durante a entrega dos prêmios do Festival de Cannes neste domingo (17/7), ao anunciar a Palma de Ouro de “Titane”, de Julia Ducournau, logo no começo da cerimônia – e não no final do evento, como é tradição. Em um momento de confusão durante o evento, Spike Lee, que presidia o júri da competição, antecipou-se e deixou escapar o maior segredo da noite. O erro aconteceu quando a anfitriã da cerimônia, a atriz francesa Doria Tillier, lhe fez uma pergunta que o levou a revelar quem tinha sido o vencedor. Ao perceber a reação de todos, Lee pediu a Dillier que falasse em inglês para evitar mais mal-entendidos. Exibido ao vivo na TV francesa pelo Canal+, a situação constrangeu os demais integrantes do júri e fez a equipe de “Titane” exultar na plateia. O diretor chegou a abordar o deslize mais tarde na cerimônia, quando finalmente veio a hora de revelar o vencedor. “Em 63 anos de vida, aprendi que as pessoas têm uma segunda chance, essa é a minha segunda chance”, disse ele. “Peço desculpas por bagunçar tudo. Tirou muito do suspense da noite, eu entendo, mas não foi de propósito.” Durante a entrevista coletiva que se seguiu à premiação, ele voltou a comentar seu vacilo. “Eu não tenho desculpas. Eu errei”, assumiu diante da imprensa. “Sou um grande fã de esportes. Então, é como o cara no final do jogo de basquete que erra o último lance livre ou o cara que erra o chute a gol. ” Lee contou que se comunicou com os representantes do festival para expressar seu arrependimento: “Fui muito específico ao falar ao povo de Cannes e pedir-lhes desculpas. Eles disseram para esquecer”. “Amamos cinema e foi uma grande honra para nós fazer parte do júri”, continuou. “Este ano, especialmente, depois da pandemia. Isso é histórico. Além de eu ter f*dido a premiação, foi histórico. ” Veja abaixo o momento da gafe. Spike Lee a accidentellement révélé le film gagnant de la Palme d'or au Festival de Cannes.😅pic.twitter.com/lVgTmHWKOV — Infos Séries (@SeriesUpdateFR) July 17, 2021

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  • Etc

    Serial killer que matou namorada de Ashton Kutcher é sentenciado à morte

    17 de julho de 2021 /

    O chamado “estripador de Hollywood” foi sentenciado à morte na sexta-feira (17/7) pelo assassinatos de duas mulheres no começo dos anos 2000. Uma delas era namorada do ator Ashton Kutcher. O juiz do Tribunal Superior do Condado de Los Angeles, Paul Fidler, foi quem definiu a sentença de Michael Thomas Gargiulo, um faz-tudo aspirante a ator e que consertava ar-condicionados – que chegou a ser chamado de “assassino do refrigerador” pela imprensa. Gargiulo manteve a alegação de inocência durante o julgamento. Mas foi considerado culpado pelo júri pelo assassinato de Ashley Ellerin, uma estudante de moda de 22 anos que foi assassinada em sua casa em Hollywood quando se preparava para sair com Kutcher em 2001. O astro das séries “O Rancho”, “Dois Homens e Meio” e “That’s 70s Show” chegou a depor no julgamento em 2019, contando como foi até a casa da vítima instantes após sua morte. Em seu testemunho, Kutcher revelou que havia marcado de sair com Ellerin na noite de 21 de fevereiro de 2001, e que falou com ela pela última vez às 8 horas da noite daquele dia, confirmando o encontro. A polícia acredita que a jovem foi morta pouco depois de desligar o telefone, e que foi surpreendida por Gargiulo quando estava saindo do banho. O acusado teria esfaqueado a vítima nada menos do que 47 vezes, antes de fugir. Por volta das 11 horas da noite, o ator chegou na casa de Ellerin e tocou a campainha. Sem conseguir resposta, notou que as luzes estavam acesas no apartamento e espiou pela janela para a sala de estar, onde observou uma mancha vermelha no carpete, mas presumiu que se tratava de vinho tinto. “Isso não me surpreendeu, porque fui a uma festa na casa dela alguns dias antes, e estava tudo uma bagunça. Não pensei duas vezes”, comentou ele no testemunho. Na verdade, era o sangue da jovem de 22 anos. No dia seguinte, segundo Kutcher, a polícia o procurou para notificar que o corpo de Ellerin havia sido encontrado por sua colega de quarto. O ator confessou que “entrou em pânico”, achando que a polícia o considerava um suspeito. A investigação do assassinato só foi concluída recentemente, quando a polícia encontrou ligações entre o crime e outros ataques, graças a evidências de DNA que apontaram para Michael Gargiulo. Gargiulo também foi condenado por matar à facadas Maria Bruno, de 32 anos, que era sua vizinha em El Monte, Califórnia, em 2005. Ele foi preso em 2008 quando outra vítima, Michelle Murphy, de 26 anos, sobreviveu a um ataque em sua casa em Santa Mônica, Califórnia. A polícia ainda desconfia que ele pode ter matado outras mulheres.

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  • Filme

    Filme de terror vence o Festival de Cannes 2021

    17 de julho de 2021 /

    O Festival de Cannes 2021 terminou em clima de terror com a premiação de “Titane”, de Julia Ducournau, com a Palma de Ouro de Melhor Filme. O filme radicaliza o estilo repulsivo de “Raw”, longa de estreia da Ducournau que deu muito o que falar ao ser lançado na seção Semana da Crítica de Cannes em 2016. A trama combina terror corporal, filme de serial killer feminina, fetiche sexual por carros e é estrelado pelo veterano Vincent Lindon (“O Valor de um Homem”) e a estreante Agathe Rousselle. Com a vitória, a cineasta francesa se tornou a segunda mulher vencedora da Palma de Ouro. Antes dela, apenas a neozelandesa Jane Campion tinha realizado a façanha, ao vencer em 1993 por “O Piano”. Marcada por uma gafe do presidente do júri Spike Lee, que revelou o resultado antes da hora, a Palma de Ouro também foi a segunda consecutiva da distribuidora americana Neon, que adquiriu os direitos da “Titane” para os Estados Unidos. A Neon tinha adquirido anteriormente “Parasita”, de Bong Joon-Ho, que depois de vencer o festival francês ainda conquistou o Oscar. Por falar em Oscar, um dos filmes consagrados no evento foi “A Hero”, novo drama do iraniano Asghar Farhadi, que já venceu duas vezes o Oscar de Melhor Filme Estrangeiro (por “A Separação” e “O Apartamento”). Farhadi conquistou o Grand Prix (Grande Prêmio do Júri), considerado o 2º lugar da competição. Mas neste ano o júri resolveu fazer dobradinha em seus troféus, compartilhando a premiação com “Compartment No. 6”, do finlandês Juho Kuosmanen. Curiosamente, este filme também é uma continuação de um longa de 2016, “O Dia Mais Feliz na Vida de Olli Mäki”, vencedor da mostra Um Certo Olhar no próprio Festival de Cannes. Dois filmes também dividiram o Prêmio do Júri, geralmente o 3º lugar da mostra competitiva: “Memoria”, do filipino Apichatpong Weerasethakul (que já venceu a Palma de Ouro com “Tio Boonmee, Que Pode Recordar Suas Vidas Passadas”, em 2010) e “Ahed’s Knee”, do isralense Nadav Lapid (vencedor do Urso de Ouro do Festival de Berlim com “Synonymes” em 2019). O cineasta francês Leos Carax, que abriu o festival com o drama musical “Annette”, ficou com o prêmio de Melhor Direção. O americano Caleb Landry Jones foi considerado o Melhor Ator por “Nitram”, do australiano Justin Kurzel, em que retratou o assassino perturbado responsável pelo massacre de Port Arthur em 1996 na Tasmânia, o pior tiroteio em massa na história moderna da Austrália. Já o prêmio de Melhor Atriz ficou com Renate Reinste por “The Worst Person in the World”, uma comédia romântica e sombria do dinamarquês Joachim Trier. O curta-metragem brasileiro “Céu de Agosto”, da diretora e roteirista Jasmin Tenucci, também foi lembrado na cerimônia de encerramento com uma Menção Honrosa do Júri. Coprodução entre Brasil e Islândia, o curta conta a história de uma enfermeira grávida que lida com uma crescente ansiedade – e já tinha sido exibido no início deste ano na edição online da Mostra Tiradentes. O júri ainda reconheceu “Murina”, da croata radicada nos EUA Antoneta Alamat Kusijanovic, com a Câmera de Ouro, troféu que destaca o melhor filme de estreia do festival. A complicada relação entre pai e filha é outra coprodução brasileira, financiada pela RT Features de Rodrigo Teixeira, em parceria, entre outros, com o cineasta Martin Scorsese. O Brasil também comparece com coprodução premiada nas mostras paralelas do festival. Homenageado com uma Menção Especial na seção Um Certo Olhar, “Noche de Fuego”, da salvadorenha radicada no México Tatiana Huezo, é uma parceria da produtora brasileira Desvia, de Gabriel Mascaro e Rachel Ellis, com a mexicana Pimienta Films. O longa conta a história de uma menina, que vive com sua mãe em uma região montanhosa do México, dominada pelo crime organizado, e já tem distribuição confirmada no Brasil pela Vitrine Filmes. O vencedor da Um Certo Olhar, seção destinada a trabalhos mais experimentais, foi o drama russo “Unclenching the Fists”, de Kira Kovalenko. Com isso, tanto a mostra competitiva como a principal seção paralela de Cannes foram vencidas por obras de cineastas femininas. Veja abaixo a lista dos premiados do Festival de Cannes. MOSTRA COMPETITIVA Palma de Ouro (Melhor Filme) “Titane”, de Julia Ducournau Grande Prêmio do Júri (2º Lugar) “A Hero”, de Asghar Farhadi “Compartment No. 6”, de Juho Kuosmanen Prêmio do Júri (3º Lugar) Melhor Diretor Leos Carox, por “Annette” Melhor Roteiro Hamaguchi Ryusuke e Takamasa Oe, por “Drive My Car” Melhor Atriz Renate Reinste, por “The Worst Person in the World” Melhor Ator Caleb Landry Jones, por “Nitram” Câmera de Ouro (Melhor Filme de Estreia) “Murina”, de Antoneta Alamat Kusijanovic Palma de Ouro Honorária Marco Bellocchio MOSTRA UM CERTO OLHAR Melhor Filme “Unclenching the Fists”, de Kira Kovalenko Prêmio do Júri “Great Freedom”, de Sebastian Meise Menção Especial “Noche de Fuego”, de Tatiana Huezo Prêmio de Melhor Conjunto “Good Mother”, de Hafsia Herzi Prêmio Coragem “La Civil”, de Teodora Ana Mihai Prêmio de Originalidade “Lamb”, de Valdimar Jóhannsson

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  • Série

    Gravações de “Bridgerton” são interrompidas duas vezes por covid-19

    17 de julho de 2021 /

    As gravações da 2ª temporada de “Bridgerton” sofreram duas interrupções em uma semana após testes positivos de covid-19 entre membros da equipe. A produção da série da Netflix está acontecendo na Inglaterra, onde o número de casos da variante delta vem aumentando nos últimos meses. Graças à contaminação no set, as gravações entraram em pausa e não tem previsão para serem retomadas. Isto geralmente acontece quando a infecção atinge algum integrante do elenco ou da equipe criativa, mas a identidade de quem testou positivo está sendo preservada. A única informação confirmada é que as pessoas contaminadas estão em isolamento. Chama atenção o fato da segunda paralisação ter gerado reação bem diferente dos produtores. Na quinta, quando surgiu o primeiro teste positivo, a paralisação durou apenas 24 horas. Na ocasião, circulou a informação de que nenhum membro do elenco foi afetado. Desta vez, esta informação foi omitida do comunicado e a pausa será maior. Lançada no final de dezembro, “Bridgerton” rapidamente se tornou a série mais bem-sucedida da Netflix. Segundo a plataforma, a atração da produtora Shonda Rhimes foi vista por 82 milhões de assinantes em seu primeiro mês, tornando-se o maior hit da sua história. Com isso, teria superado o recorde anterior de 76 milhões de visualizações que pertencia a “The Witcher”. A série é baseada na coleção literária “Os Bridgerton”, de Julia Quinn, que possuiu ao todo nove volumes, e atualmente encontra-se renovada até sua 4ª temporada.

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  • Série

    Após processo, AMC paga US$ 200 milhões ao criador de “The Walking Dead”

    17 de julho de 2021 /

    O processo do criador da série “The Walking Dead”, o cineasta Frank Darabont, contra o canal pago AMC chegou ao fim após oito anos de disputas na Justiça dos EUA com um acordo milionário. Darabont aceitou a proposta da emissora de lhe pagar US$ 200 milhões como participação nos lucros. O cineasta foi quem concebeu “The Walking Dead”, levando a adaptação dos quadrinhos de Robert Kirkman para o canal em 2010. Ele escreveu, dirigiu, escalou o elenco original e produziu a 1ª temporada, que impressionou crítica e público, e foi demitido na metade das gravações do segundo ano por reclamar do baixo orçamento e baixa qualidade da equipe contratada pela AMC para trabalhar na produção. Darabont não se conformava com o fato de “Mad Men” ter pouca audiência, mas dez vezes mais dinheiro do canal, enquanto “The Walking Dead”, com dez vezes mais público, era tratada como produção barata. A reclamação pública incomodou a equipe da AMC, que optou pela decisão drástica. Após sua saída, “The Walking Dead” virou o carro-chefe do canal, gerando inclusive um spin-off bem-sucedido, “Fear the Walking Dead”. Como o AMC estava claramente se beneficiando de seu trabalho, o cineasta entrou na Justiça, junto com a agência que lhe representa profissionalmente, em busca de uma parte dos lucros. Após um processo marcado por trocas de acusações duras entre as duas partes, o acerto se aproximou dos desejos de Darabont, que buscava US$ 300 milhões na Justiça. Além de receber US$ 200 milhões, ele também ficou com direitos relativos a novos negócios de streaming de “The Walking Dead” e “Fear the Walking Dead” (que usa um personagem que ele escalou, Morgan Jones, vivido por Lennie James). Analistas de Wall Street vinham calculando o lucro do canal em 2021 em aproximadamente US$ 200 milhões. Com o pagamento, o ano está sendo considerado perdido. Entretanto, a decisão de encerrar a disputa também pode ser analisada como investimento, uma oportunidade para a AMC romper os laços do diretor com a franquia. Pelo acordo, Darabont aceita abrir mão de direitos sobre novos projetos relacionados a “The Walking Dead”, no momento em que o universo dos zumbis está se expandindo como novas séries e até filmes. Embora “The Walking Dead” esteja chegando ao fim em sua vindoura 11ª temporada, que começa a ser exibida em agosto, sua história vai continuar com os personagens de Norman Reedus (Daryl) e Melissa McBride (Carol), ambos contratados originalmente por Darabont, numa nova atração prevista para 2023. Só que a luta pelo futuro da franquia continua. O fim do processo milionário não apaziguou as disputas judiciais em torno dos zumbis, uma vez que a AMC enfrenta outro processo, aberto em 2017, pelos produtores Gale Anne Hurd, Glen Mazzara (que substituiu Darabont) e até o próprio criador dos quadrinhos, Robert Kirkman. Eles moveram uma ação similar por lucros não contabilizados, que está andando de forma mais lenta e ainda aguarda decisão na Corte de Los Angeles.

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  • Filme

    Documentário vai investigar se filho de Angelina Jolie foi roubado

    17 de julho de 2021 /

    Um documentário em desenvolvimento sobre adoções de crianças no Camboja irá investigar se Maddox, filho de Angelina ​Jolie e Brad Pitt, atualmente com 19 anos, foi roubado de sua família biológica. Intitulado “The Stolen Children” (as crianças roubadas, em tradução literal), o filme é realizado pela estudante de cinema Elizabeth Jacob, de apenas 21 anos. A produção começou como projeto universitário em 2020, levantou fundos via financiamento coletivo e acabou ganhando apoio da Film Independent, organização por trás do prêmio Spirit Awards para o cinema independente. A motivação de sua jovem diretora é descobrir as circunstâncias de sua própria adoção no Camboja. Seus pais adotivos recorreram à americana Lauryn Galindo, a mesma agente que intermediou a adoção de Maddox e de outras centenas de crianças do país. Entre 1997 e o começo dos anos 2000, metade das adoções do Camboja para os Estados Unidos (800 entre 1.600) passaram pela agência Seattle International Adoptions, que pertencia a Galindo e sua irmã, Lynn Devin. Maddox foi adotado por Jolie em 2002 e depois por Pitt, em 2006, quando os dois atores oficializaram seu relacionamento. Mas um ano após a adoção do menino, as duas foram acusadas de falsificar documentos para a obtenção de vistos americanos para as crianças. Em 2004, Galindo foi condenada a 18 meses de prisão por esse crime e por lavagem de dinheiro. Ela nega que tenha comedido qualquer irregularidade, afirmando que já houve uma série de investigações sobre a adoção de Maddox e que ele não foi roubado de seus pais biológicos. “Eu não tenho nenhuma razão para acreditar que haja algo sobre Maddox. Eles foram muito cuidadosos, especialmente considerando sua mãe famosa”, disse Galindo ao jornal britânico The Sun. “Eu acho que isso foi duplamente checado, e sei que Angelina não estava no país durante essas investigações, porque estava fazendo o filme ‘Amor Sem Fronteiras’ na Namíbia. Portanto, não houve interferência da mãe adotiva, e nem eu estava envolvida nas investigações de qualquer forma.” Galindo também disse que a cineasta Elizabeth Jacob não a contatou para a produção do documentário, mas que ela ficaria feliz em poder responder perguntas sobre seu passado. Após conseguir financiamento para seu filme, Jacob deve viajar ao Camboja no fim deste ano. “O principal motivo de fazer o documentário é que, sem dúvida, Galindo estava envolvida nisso, mas por que fui encaminhada para adoção?”, afirmou a jovem ao The Sun. “Eu lembro de ter me interessado quando criança pela adoção feita por Angelina Jolie. Se eu nunca tivesse a oportunidade de fazer esse documentário, eu nunca teria olhado para os meus documentos. Eu nunca falaria sobre o escândalo por trás disso.” Veja abaixo o vídeo realizado por Jacob em 2020 para buscar apoio para seu projeto.

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  • Música

    Biz Markie (1964–2021)

    17 de julho de 2021 /

    O ator e rapper Biz Markie morreu na sexta-feira (16/7), aos 57 anos, em um hospital de Baltimore de complicações de diabetes. Nascido Marcel Theo Hall no Harlem, em Nova York, ele adotou o nome artístico de Biz Markie ao buscar sucesso como rapper nos anos 1980. Seu álbum de estreia, “Goin ‘Off”, foi lançado em 1988 e emplacou o hit “Make the Music with Your Mouth, Biz”, que destacava sua habilidade como beat box humano. Mas foi o segundo disco, “The Biz Neverleep”, de 1989, que o catapultou para o topo das paradas de sucesso, graças à faixa “Just a Friend”, um rap romântico até hoje em evidência graças à inúmeros samples em gravações da nova geração. Sua carreira sofreu um baque na época do terceiro álbum. “I Need a Haircut” (1991) foi tirado de circulação pela gravadora Warner após um processo ruidoso do compositor Gilbert O’Sullivan, devido ao uso sem permissão de um trecho de seu sucesso de 1972, “Alone Again (Naturally)”. O caso se provou histórico e forneceu uma lição cruel para os artistas de hip-hop, demonstrando a necessidade de obter autorização dos detentores dos direitos autorais antes de utilizar discos de terceiros como bases musicais. Biz Markie brincou com a situação com o título de seu quarto álbum, “All Samples Cleared!” (todos os samples liberados, de 1993), mas o lançamento não fez o mesmo sucesso de outrora e ele só foi lançar outro disco dez anos depois – “Weekend Warrior” (2003), que teve ainda menos repercussão e encerrou sua discografia. Apesar disso, ele continuou sendo celebrado como pioneiro do rap por seus trabalho clássicos, recebendo convites para parcerias com vários artistas ao longo dos anos, incluindo os Beastie Boys em três álbuns – “Check Your Head” (1992), “Ill Communication” (1994) e “Hello Nasty” (1998) – , além de Snoop Dogg (o single “The Vampors”), Will Smith (“So Fresh”) e até os Rolling Stones (“Anybody Seen My Baby?”). Ao mesmo tempo em que a carreira musical estagnava, Markie foi convidado pelo cineasta Robert Townsend para interpretar a si mesmo na comédia de super-herói “Homem Meteoro” (1993). Entusiasmado com a experiência, fez aparições no humorístico “In Living Color” em 1994, mas a carreira de ator não fez sombra a seu legado como rapper. Ainda assim, fez algumas figurações que chamaram atenção, como um rapper alienígena em “Homem de Preto II” (2002) e um pizzaiolo em “Sharknado 2: A Segunda Onda” (2014). Nos últimos anos, ainda apareceu como ele mesmo em episódios das séries “Empire” (em 2016) e “Black-ish” (em 2016), além de fazer discotecagens e apresentar um programa de rádio. O artista estava trabalhando num filme chamado “Chaaw” antes de passar mal e precisar ser internado. Notícias de sua morte chegaram a circular na semana passada, mas foram prematuras. Ele deixa sua esposa, Tara Hall. Lembre abaixo o grande sucesso de Biz Markie.

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  • Etc,  Filme

    Libero de Rienzo (1978–2021)

    17 de julho de 2021 /

    O ator italiano Libero de Rienzo morreu na sexta-feira (16/7) aos 44 anos, após sofrer um ataque cardíaco em sua residência na cidade de Roma. Ele virou ator seguindo os passos do pai, Fiore De Rienzo, que teve uma trajetória curta na TV, mas trabalhou nos bastidores de vários filmes entre os anos 1970 e 1980. Depois de estrear num telefilme de 1998, rapidamente começou a se destacar no cinema, em filmes como “Para Minha Irmã” (2001), da polêmica Catherine Breillat, e na comédia “Santa Maradona” (2002), de Marco Ponti, que lhe rendeu o primeiro prêmio de sua carreira, o David di Donatello de Melhor Ator Coadjuvante. De Rienzo foi indicado mais duas vezes ao “Oscar italiano”, pelo drama “Fortapàsc” (2009), de Marco Risi, em que interpretou o jornalista napolitano Giancarlo Siani, assassinado pela Camorra em setembro de 1985, e por um papel coadjuvante na comédia “Paro Quando Quero” (2014). Entre seus últimos trabalhos estão a comédia “Amigos Para Sempre” (2018), de Antonello Grimaldi, e o drama “Dois Papas” (2019), dirigido pelo brasileiro Fernando Meirelles. Além de atuar, ele também escreveu, dirigiu e editou um longa-metragem: “Sangue: La Morte Non Esiste”, que venceu o Festival de Brooklyn, nos EUA, em 2006. O ministro da Cultura da Itália, Dario Franceschini, lamentou sua morte nas redes sociais. “A notícia da morte repentina de Libero De Rienzo é terrível e nos deixa todos sem palavras. Perdemos um jovem talento, um protagonista do cinema italiano que já tinha visto sua arte ser reconhecida com vitória no David di Donatello. O mundo da cultura italiana abraça sua família, seus filhos pequenos, sua esposa e todas as pessoas que o amavam, estimavam e apreciavam com carinho e condolências”. O ator era casado com a figurinista e designer de produção Marcella Mosca, com quem trabalhou pela primeira vez num de seus últimos filmes, a sci-fi “Fortuna” (2020), e deixa dois filhos de 6 e 2 anos de idade.

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  • Série

    Batwoman: Ruby Rose diz que alergia a tirou da série

    17 de julho de 2021 /

    A atriz Ruby Rose finalmente deu uma explicação para seu abandono do papel de Kate Kane e saída do elenco de “Batwoman” ao final da 1ª temporada. Em entrevista ao “Kyle and Jackie O Show”, ela afirmou que era alérgica ao látex da máscara da heroína. “Eu descobri que era alérgica ao látex. Eu estava ficando cada vez pior, porque à medida que você tem mais contato com ele, acho que você obtém mais reações. Tirei a máscara no final e meu rosto ficou só com urticária. Minha garganta estava toda machucada. Era como se saísse de um filme de terror”, afirmou a atriz. Foi a própria Rose que anunciou sua saída em maio de 2020, afirmando que a iniciativa era dela, mas sem entrar em detalhes. Na época, circularam várias versões sobre o motivo da decisão repentina, desde problemas de saúde até dificuldades de relacionamento nos bastidores. Logo que começou a gravar a série, ela decidiu dispensar dublês para as cenas de ação. Mas nos primeiros dias sofreu um acidente que a fez passar por uma cirurgia na coluna e correr risco de ficar paraplégica. Fontes ouvidas pelo editor do site TVLine, Michael Ausiello, também revelaram que ela “não estava feliz trabalhando na série”. A atriz não teria se adaptado à vida em Vancouver, no Canadá, onde “Batwoman” é gravada, nem às longas horas de trabalho que são requeridas para a produção de uma série. Com a saída da atriz, a produção decidiu introduzir outra personagem, Ryan Wilder, interpretada por Javicia Leslie, que assumiu o traje da Batwoman na 2ª temporada. Apesar disso, a história de Kate Kane continuou e, a partir da metade da temporada, a atriz Wallis Day foi apresentada como nova intérprete da Batwoman original – que na trama sofre um acidente desfigurador e precisa passar por cirurgia plástica radical. A escalação de Wallis Day tinha objetivo de explicar porque Kate Kane tinha sumido repentinamente, mas a atriz fez tanto sucesso no papel que, embora tenha se despedido na season finale, pode voltar na 3ª temporada.

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  • Série

    Chucky: Teaser anuncia data de estreia da série do Brinquedo Assassino

    17 de julho de 2021 /

    O canal pago americano Syfy divulgou o pôster e um teaser de “Chucky”, série baseada na franquia “Brinquedo Assassino”, que mostra rapidamente como o personagem-título encontra suas novas vítimas, além de revelar a data de estreia da atração. A versão seriada de “Chucky” foi criada por Don Mancini, criador do personagem. Ele escreveu o roteiro do “Brinquedo Assassino” original em 1988 e desde então explora sem parar a franquia, tendo assinado seis continuações e dirigido três longas do monstro de plástico. Além de escrever os roteiros e produzir os episódios, Mancini também dirigiu o piloto que foi aprovado – e que vai virar o capítulo inaugural da série. Ele vai trabalhar na série com David Kirschner, produtor da franquia cinematográfica, e Nick Antosca, criador das séries “Channel Zero” e “The Act”. Um detalhe que pode ser conferido na prévia é que a série vai manter a dublagem original de Chucky, feita pelo ator Brad Dourif, servindo assim de contraponto ao remake dublado por Mark Hamill (o Luke Skywalker) e exibido em 2019 nos cinemas – por sinal, a primeira e única versão de “Brinquedo Assassino” sem envolvimento de Mancini. “Chucky” vai estrear na véspera do Halloween, em 12 de outubro nos EUA, mas ainda não tem previsão de exibição no Brasil.

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