Anime baseado no filme Círculo de Fogo ganha trailer legendado
A Netflix divulgou o pôster e o trailer legendado da série animada baseada nos filmes da franquia “Círculo de Fogo”. E além das esperadas cenas de luta contra monstros gigantes, a prévia revela uma história envolvente. Intitulado “Círculo de Fogo: The Black” (Pacific Rim: The Black), o desenho em estilo anime acompanha um casal de irmãos que, após anos escondidos dos kaiju (monstros gigantes), encontram um abrigo abandonado com um velho mecha (robô gigante pilotável), conhecido como Jaeger. Com a ajuda da inteligência artificial da máquina, eles aprendem a usar o Jaeger para enfrentar as ameaças colossais e partem em busca de seus pais, que não veem desde os primeiros ataques. A produção animada fecha um “círculo”, uma vez que o filme original, concebido pelo roteirista Travis Beacham e o cineasta Guillermo del Toro em 2013, incluía animes japoneses entre suas inspirações, especialmente o clássico “Neon Angel Evangelion”. A série em estilo de anime foi desenvolvido pela Polygon Pictures, que também foi responsável pela trilogia animada de Godzilla disponibilizada na Netflix. A atração foi criada por Craig Kyle (roteirista de “Thor: Ragnarok”) e Greg Johnson (criador de “X-Men: Evolution”) e tem estreia marcada para 4 de março.
Chitewel Ejiofor vai estrelar série baseada no filme mais famoso de David Bowie
O ator Chitewel Ejiofor, indicado ao Oscar por “12 Anos de Escravidão”, vai estrelar a série baseada em “O Homem que Caiu na Terra”, livro de Walter Tevis que já foi adaptado num filme muito famoso estrelado por David Bowie. No clássico de 1976, dirigido por Nicolas Roeg, Bowie vivia um alienígena preso na Terra após sua nave sofrer um acidente. Disfarçado como o excêntrico Thomas Jerome Newton, ele funda uma empresa de tecnologia revolucionária, avançando as descobertas científicas da humanidade para fabricar os componentes que precisa, visando consertar sua nave, voltar para sua família e salvar seu planeta, que agoniza com a falta d’água. Mas suas invenções chamam atenção. Segundo apurou o site Deadline, o personagem de Ejiofor será diferente do interpretado por Bowie e presenciará outro ponto marcante na evolução humana. O projeto está sendo desenvolvido para a plataforma Paramount+ por Alex Kurtzman, produtor responsável pelas séries do universo “Star Trek”, em parceria com Jenny Lumet (filha do cineasta Sidney Lumet). Os dois trabalharam juntos em “Star Trek: Discovery” e “A Múmia” e co-escreveram o roteiro do piloto. Kurtzman também vai dirigir o primeiro episódio. “A carreira de palco e cinema de Chiwetel Ejiofor é impressionante em sua coragem, comprometimento e qualidade”, disseram Kurtzman e Lumet, em comunicado. “Ele é tudo que podíamos imaginar e um milhão de coisas que não poderíamos. Não tem como ficarmos mais emocionados.” A Paramount+ é a substituta da CBS All Access, que passará a adotar o novo nome a partir de 3 março nos EUA. A mudança também afetará a já existente Paramount+ do Brasil, que deverá sofrer uma reformulação. Relembre abaixo o trailer do filme de 1976.
Roteirista de Watchmen vai escrever novo filme de Blade, o Caçador de Vampiros
O novo filme de Blade, agora integrado ao MCU (Universo Cinematográfico da Marvel), já tem roteirista. Stacy Osei-Kuffour, que trabalhou nas histórias da série “Watchmen”, vai escrever o longa do Caçador de Vampiros, tornando-se a primeira roteirista negra a trabalhar numa produção do Marvel Studios. Segundo a revista The Hollywood Reporter, o processo para encontrar a roteirista durou seis meses e até o protagonista do filme, o ator Mahershala Ali (vencedor de dois Oscars, por “Moonlight” e “Green Book”), participou da seleção. Apenas roteiristas negros foram considerados para o projeto. A volta de Blade ao cinema, após uma trilogia estrelada por Wesley Snipes na virada do século (entre 1998 e 2004), foi anunciada durante a San Diego Comic-Con em 2019, com a revelação de que Mahershala Ali teria o papel principal. Ainda não há detalhes sobre a produção, que não tem previsão de estreia e fará parte da Fase 5 do estúdio. Para situar o cronograma, “WandaVision” acaba de abrir a Fase 4.
Sarah, do BBB 21, já apareceu na série Lúcifer
A consultora de marketing Sarah Andrade, participante do “BBB 21”, já apareceu na série “Lúcifer”, da Netflix. Ela revelou a participação durante uma conversa na edição de sexta-feira (5/2) do reality da Globo, e os fãs da série foram atrás para checar. E confirmaram. “Eu não vi na série, mas eu fiz. Acho que foi na 4ª temporada, na boate do Lúcifer. Foi uma cena que ele tomou um tiro, eu estava sentada no bar, mas eu nem vi a cena ainda”, contou. “Ai, sério? Que legal, tu não é pipoca, não!”, brincou Juliette, ao ouvir a história. “Sou muito camarote, vocês estão vendo?”, zoou a brasiliense. Além da figuração, ela contou que participou de muitas festas no tempo em que morou em Los Angeles e teve a oportunidade de conhecer grandes celebridades, como Leonardo DiCaprio e Brad Pitt. “Já peguei uns famosos beeem famosos, tipo assim. Não vou falar nomes porque eu acho que é f*da”, acrescentou, confirmando que eram artistas americanos. Veja abaixo os detalhes da participação de Sarah em “Lúcifer”. Reprodução | Rede Globo pic.twitter.com/ZylVR08yxi — juli ☻ (@acervinhobbb) February 5, 2021 Sarah estava no quarto conversando com Gil, Juliette e Viih Tube, e disse que quando morou em Los Angeles fez figuração na série Lúcifer. Olha ela aí:(esperamos que no BBB ela seja uma das protagonistas <3)#BBB21 pic.twitter.com/i0g6CceRST — Will Costa (@williancosta) February 5, 2021 Sim, a Sarah do #BBB21 já foi figurante na série #Lucifer da Netflix. 🤭 #RedeBBB pic.twitter.com/lIJrwOZyaD — Danilo Vieira 🍥 (@danilovieira) February 5, 2021 A Sarah do #BBB21 de frente pro Tom Ellis e Lauren German (Lucifer e Chloe) MANO A SORTE QUE EU QUERIA TER pic.twitter.com/4yNp35aQoV — Bina ❀ loves Tom🏡⃤ (@tomsmuffinx) February 5, 2021
Fernanda Montenegro e Elza Soares são vacinadas e celebram Ciência
A atriz Fernanda Montenegro, de 91 anos, e a cantora Elza Soares, de 90, compartilharam nas redes sociais terem sido imunizadas contra o novo coronavírus. “Meu agradecimento à Fiocruz e seus pesquisadores incansáveis; ao SUS e seus colaboradores; aos postos de saúde da Prefeitura do Rio de Janeiro. Obrigada a todos os envolvidos”, escreveu Montenegro ao postar um vídeo da vacinação no Instagram. Elza, por sua vez, escreveu ao lado de uma foto: “Vacinada. Com o coração cheio de esperanças, o braço pronto para receber a vacina em prevenção ao Coronavírus, a bandeira do meu Brasil nas mãos, o pensamento em cada brasileiro que ainda aguarda sua vez chegar e sem furar a fila da vacinação. Precisamos imunizar toda a nossa população. Nossa gente merece ter o mesmo direito a vida, que qualquer um de nós. Estou aqui pra comemorar esse feito da ciência, que menos de um ano depois do decreto de pandemia pela OMS, nos presenteia com a vacina para uma doença antes desconhecida, desafiadora e que ceifou a vida de tanta gente. A ciência venceu o medo, o negacionismo e a desinformação.” E completou: “Vou carregar pra sempre comigo essa foto maaaara, feita pela Denise Ricardo, do momento em que uma seringa cheia de esperança rompeu a pele do meu braço e fez correr vida em meu sangue, pelas mãos abençoadas de um profissional da saúde”. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Fernanda Montenegro (@fernandamontenegrooficial) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Fernanda Montenegro (@fernandamontenegrooficial)
Lima Duarte celebra vacinação: “A ciência venceu”
O ator Lima Duarte usou as redes sociais nesta sexta-feira (5/2) para compartilhar o registro de sua vacinação. “Enfim, vacinado”, ele comemorou, buscando transmitir otimismo e esperança para seus seguidores. “Tantas coisas eu passei ao longo dos meus quase 91 anos. Batalhas pessoais e profissionais, período de ditadura e repressão, e o mais recente: o isolamento e a luta pela vida diante de um inimigo invisível aos nossos olhos. Uma pandemia que nos trouxe a incerteza do que aconteceria nos próximos dias e meses”, escreveu. Ele continuou o relato otimista, celebrando que “a ciência venceu”. “Estamos tendo a oportunidade de ter a esperança de um recomeço e de dias melhores. E que essa esperança possa ser para todos”, concluiu o ator. Veja o post original abaixo. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Lima Duarte (@__limaduarteoficial)
Armie Hammer é dispensado por sua agência
O ator Armie Hammer foi dispensado por sua agência, WME, que representava seus negócios artísticos, cuidando de seus contratos e negociações para novos papéis. Ele vive um pesadelo de relações públicas após supostas mensagens privadas virem à tona, em que o astro de “Me Chame pelo Seu Nome” se confessa canibal e com desejos típicos de um serial killer. As mensagens foram publicadas por uma conta de Instagram administrada por uma mulher não identificada, que afirma ter vivido um caso com o ator. Desde então, várias outras mulheres disseram ter recebido mensagens ou ter ouvido conversas semelhantes de Hammer, que nega as acusações. Por conta do escândalo, ele perdeu dois papéis recentes. Hammer teria tomado a iniciativa e se afastado da comédia “Shotgun Wedding”, que estrelaria ao lado de Jennifer Lopez, e sido demitido da minissérie “The Offer”, sobre os bastidores da produção de “O Poderoso Chefão” (1972), na qual desempenharia o papel principal, como o produtor Al Ruddy. A única referência pública que ele fez sobre a polêmica foi um comunicado à época de seu distanciamento de “Shotgun Wedding”, em que afirmou: “Não estou respondendo a essas alegações de m*rda, mas à luz dos ataques online viciosos e espúrios contra mim, não posso, em sã consciência, deixar meus filhos por quatro meses para fazer um filme na República Dominicana. A Lionsgate está me apoiando nisso e sou grato a eles por isso”.
Haya Harareet (1931 – 2021)
A atriz israelense Haya Harareet, que interpretou Esther ao lado de Charlton Heston no épico “Ben-Hur” de 1959, morreu na quarta-feira (3/2) em sua casa em Buckinghamshire, no Reino Unido, aos 89 anos. Nascida em Haifa, na época Palestina (hoje Israel), Harareet começou sua carreira aos 24 anos, no filme de guerra israelense “Colina 24 não Responde…”, que atraiu atenção internacional ao fazer sua première na competição do Festival de Cannes de 1955. Em seguida, ela estrelou o drama italiano “La Donna del Giorno”, de 1956, ao lado de Virna Lisi, antes de ser escalada para o grandioso épico hollywoodiano “Ben-Hur”, de William Wyler. Ela conseguiu o papel de Esther, o interesse amoroso do personagem-título, vivido por Charlton Heston, por ter conhecido o diretor anteriormente em Cannes. Mas o sucesso comercial e de crítica de “Ben-Hur”, vencedor de 11 Oscars, não a manteve em Hollywood. Ela só fez mais um filme americano, o drama médico “Viver, Amar, Sofrer” em 1962. Sua carreira de atriz foi curta, encerrada em 1964 após o suspense britânico “O Sócio Secreto” (1961) e três aventuras italianas pouco memoráveis. Depois disso, ela ainda co-escreveu o roteiro do cultuadíssimo filme britânico “Todas as Noites às Nove” (1967), estrelado por Dirk Bogarde, e anos depois se casou com o diretor daquele longa, Jack Clayton. O casamento durou até a morte dele, em 1995.
Acidente em filmagens fere Jennifer Lawrence
A atriz Jennifer Lawrence, vencedora do Oscar por “O Lado Bom da Vida” (2012), sofreu um acidente e se feriu no set de seu novo filme, “Don’t Look Up”, que está em produção em Boston com direção de Adam McKay (“Vice”) De acordo com o jornal Boston Globe, o incidente ocorreu durante uma filmagem com efeitos especiais por volta da 1h30 da madrugada desta sexta (5/2), horário local. Uma explosão planejada para a cena fez uma lata de lixo voar e bater numa janela, quebrando vidro e jogando fragmentos pelos ares. Um pedaço de vidro teria atingido Lawrence perto do olhos. O jornal publicou que a atriz estava segurando seu rosto quando os médicos chegaram. Mas fontes do site Deadline garantem que ela está se recuperando bem após o incidente. Neste meio tempo, as filmagens encontram-se suspensas. “Don’t Look Up” é uma superprodução da Netflix, que reúne um dos elencos mais famosos a participar de um filme feito para streaming. Além de Jennifer Lawrence, o longa conta com Leonardo DiCaprio (“Era uma Vez em Hollywood”), Meryl Streep (“A Dama de Ferro”), Chris Evans (o Capitão América da Marvel), Cate Blanchett (“Thor: Ragnarok”), Timothée Chalamet (“Me Chame pelo seu Nome”), Jonah Hill (“O Lobo de Wall Street”), Matthew Perry (“Friends”), Rob Morgan (“A Fotografia”), Himesh Patel (“Yesterday”), Tomer Sisley (“Messiah”), o rapper Kid Cudi (“We Are Who We Are”) e até a cantora Ariana Grande (“Sam & Cat”). Não é brincadeira. Na produção, Lawrence vive uma astrônoma que descobre a aproximação de um cometa que pode destruir o planeta Terra. Mas ao sair alertando o mundo pela imprensa, ela e seu colega (DiCaprio) são recebidos com desdém e descrença. Esta premissa já foi filmada várias vezes. A diferença é que Adam McKay pretende contar a história como comédia. Além de dirigir o filme, ele também assina o roteiro. O filme ainda não tem previsão de estreia.
Cardi B beija dançarinas em clipe com cenas quentes
Cardi B esquentou o YouTube nesta sexta (5/2) com o clipe de “Up”. As cenas de pegação entre a cantora e suas dançarinas, com muitas línguas de fora e nas bocas alheias, beijos a três, passadas de mão e chupada de dedo renderam ao vídeo quase 10 milhões de visualizações e o primeiro lugar entre os mais vistos do dia, antes de 24 horas. Com direção de Tanu Muino, que já trabalhou com Katy Perry e Rosalía, o vídeo também capricha nas coreografias, trocas de figurino (com direito a roupa de plástico “invisível”) e também na propaganda deslavada de produtos – de sex toy à bebida alcoólica. Tudo isso, enquanto a rapper rebola e rima sua bunda em inglês, em frases que sempre incluem flexão do verbo gozar. “Up” é o segundo single do segundo álbum de Cardi B pela Atlantic Records. O disco ainda não teve seu título revelado, nem tem previsão de estreia.
HBO revela série documental de Mia Farrow contra Woody Allen
A HBO produziu em segredo uma série documental sobre a guerra de versões entre Woody Allen e sua ex, Mia Farrow, em torno da acusação de suposto abuso sexual cometido pelo diretor em sua filha Dylan, com 7 anos de idade em 1992. Intitulada “Allen v. Farrow”, a atração foi revelada junto com um primeiro trailer, que destaca entrevistas de apenas um dos lados da história, apresentando uma indignada Mia Farrow e cenas atuais de Dylan adulta, junto com imagens de arquivo de Allen e um tom de narrativa escandalosa. Dirigida pelos documentaristas Kirby Dick e Amy Ziering, a série tem quatro episódios e se concentra no período do julgamento de custódia dos filhos do ex-casal, quando Farrow fez acusações contra Allen e trouxe à luz o relacionamento do diretor com sua filha adotiva, Soon-Yi Previn. Allen e Soon-Yi estão casados até hoje, e adotaram duas meninas, que nunca trouxeram queixas à público. A lista de entrevistados para o programa, entretanto, não inclui Allen, Soon-Yi ou suas filhas. Nem mesmo Moses Farrow, irmão de Dylan, que era o único filho de Mia com idade suficiente para dar um testemunho válido sobre o que realmente aconteceu. Ele diz que Allen é inocente e a mãe manipulou os filhos para que mentissem. Em compensação, todos os acusadores terão voz. Mia Farrow, Dylan Farrow, Ronan Farrow, amigos da família e até o promotor do caso, Frank Maco. Ao lado de “especialistas”, a série da HBO também promete apresentar gravações, vídeos caseiros e “testemunhas oculares em primeira mão, muitas delas falando publicamente sobre os eventos pela primeira vez”, além de uma dissecação da obra de Woody Allen “num contexto mais amplo”, o que sugere um ataque também à arte e não apenas ao artista. Dick e Ziering são especialistas em documentários sobre abuso sexual. Seu filme “The Invisible War” (2012), sobre o estupro de militares femininas por colegas masculinos, foi indicado ao Oscar, e seu trabalho mais recente, “On the Record” (2020), detalha acusações de estupro contra o magnata do hip-hop Russel Simmons. A HBO vai estrear a série em 21 de fevereiro às 21h, com novos episódios indo ao ar nos domingos subsequentes.
Wynonna Earp vai acabar ao final da 4ª temporada
O dia em que as primeiras três temporadas de “Wynonna Earp” chegaram na Globoplay também marcou o anúncio oficial do fim da série. Em comunicado divulgado nesta sexta (5/2), o canal pago americano SyFy informou que os episódios da segunda metade da 4ª temporada vão encerrar a série de maior audiência e aprovação crítica de sua programação. A midseason estreia daqui a exatamente um mês, em 5 de março nos EUA. E como o material inédito consiste de apenas seis episódios, isso significa que o final da série vai ao ar em 9 de abril. A criadora da série, Emily Andras (de “Lost Girl”), agradeceu ao elenco, equipe e fãs fieis e apaixonados pelas quatro temporadas aclamadas da atração. E acrescentou: “Não poderíamos estar mais orgulhosos desses últimos seis episódios no Syfy e estamos emocionados em compartilhá-los com nossos amados fãs, que mudaram nossas vidas para sempre”. A nota de despedida, porém, sugere que a decisão do SyFy não foi compartilhada pelos estúdios que produzem a série e ainda sugere a possibilidade de continuação em outro endereço. “Tive a honra de contar a história de Wynonna e de sua família e, junto com Seven24, Cineflix e CTV Sci-Fi, tenho esperança de poder continuar a compartilhar suas histórias inspiradoras no futuro.” “Wynonna Earp” adapta os quadrinhos homônimos de Beau Smith, publicados pela editora IDW, sobre uma descendente delinquente do famoso delegado do Velho Oeste Wyatt Earp, que recebe de forma relutante a missão de caçar demônios e acabar com uma maldição secular de sua família. Nas mãos da produtora-roteirista Emily Andras, o que seria um mero faroeste sobrenatural virou cult ao combinar feminismo, rebeldia, monstros e sensualidade de forma indissociável. Estrelada por Melanie Scrofano (série “Damien”) como a ovelha negra da família e heroína do título, Dominique Provost-Chalkley (“Vingadores: Era de Ultron”) como sua irmã caçula, Katherine Barrell (série “Workin’ Moms”) como a policial “hot” (ou melhor, Haught) e Tim Rozon (série “Vagrant Queen”) como o pistoleiro Doc Holliday, a série faz uma mistura bem dosada de aventura, terror, western moderno, humor, empoderamento feminino, fantasia sexy e orgulho LGBTQIA+. Só para situar o tamanho da aclamação crítica, duas das três primeiras temporadas disponibilizadas pela Globoplay têm simplesmente 100% de aprovação no Rotten Tomatoes.
Christopher Plummer (1929 – 2021)
O ator Christopher Plummer, intérprete de papéis icônicos desde “A Noviça Rebelde” nos anos 1960 ao recente “Entre Facas e Segredos”, morreu nesta sexta (5/2) de causas naturais e cercado pela família aos 91 anos. Natural de Toronto e bisneto do ex-primeiro-ministro canadense John Abbott, Plummer começou sua trajetória pelos palcos e televisão de seu país natal. Mas sua voz estrondosa perfeita para o teatro o motivou a mudar-se para Nova York e tentar entrar na Broadway. Acabou se destacando na TV, em teleteatros gravados ao vivo, e fez sua estreia cinematográfica em 1958, no filme “Quando o Espetáculo Termina”, de Sidney Lumet, no papel de um dramaturgo. Sua carreira só foi deslanchar mesmo em meados dos anos 1960. Ele começou a chamar atenção como o vilão Commodus no épico “A Queda do Império Romano” (1964), de Anthony Mann – o mesmo antagonista que Joaquin Phoenix interpretou em “Gladiador” (2000). E em seguida deu vida a um de seus personagens mais famosos, o Capitão Von Trapp, viúvo que contrata a jovem Maria (Julie Andrews) como babá de seus filhos em “A Noviça Rebelde” (1965). O musical se tornou um dos maiores sucessos de Hollywood, catapultando o ator ao estrelato. Colhendo os louros de “A Noviça Rebelde”, Plummer assumiu uma coleção variadíssima de papéis, como o Marechal Rommel no suspense de guerra “A Noite dos Generais” (1967), o personagem-título da tragédia grega “Édipo Rei” (1968), o imperador inca Atahualpa em “Real Caçador do Sol” (1969), o Duque de Wellington em “Waterloo” (1970), o escritor Rudyard Kipling em “O Homem que Queria ser Rei” (1975) e até o detetive Sherlock Holmes em “Assassinato Por Decreto” (1979). A voz poderosa, o rosto sério e a postura enérgica lhe renderam uma filmografia repleta de figuras de autoridades. Ele parecia sisudo até na hora de fazer rir, como um aristocrata em “A Volta da Pantera Cor-de-Rosa” (1975), a comédia mais engraçada da franquia de Blake Edwards. Mas após o sucesso da ficção científica romântica “Em Algum Lugar do Passado” (1980), sua carreira deu uma guinada rumo ao cinema B, com suspenses, thrillers de ação e até filmes de terror, entre eles o cultuado “Morte nos Sonhos” (1984), passando uma década com mais destaque na TV, onde estrelou o mega hit “Os Pássaros Feridos” (1983) e telefilmes que lhe renderam prêmios da Academia da Televisão. Plummer venceu dois Emmys, como Melhor Ator por “Arthur Hailey’s the Moneychangers” (1976) e Melhor Dublagem pela animação “As Novas Aventuras de Madeline” (1994). Ele retomou as produções cinematográficas de prestígio com uma pequena aparição em “Malcolm X” (1992), de Spike Lee, que foi seguida por desempenhos em “Lobo” (1994), de Mike Nichols, e “Eclipse Total” (1995), de Taylor Hackford. A lista segue com o papel de pai de Brad Pitt na influente sci-fi “Os 12 Macacos” (1995), de Terry Gilliam, de avô de Nicolas Cage em “A Lenda do Tesouro Perdido” (2004), além de um klingon em “Jornada nas Estrelas VI: A Terra Desconhecida” (1991), Van Helsing em “Drácula 2000” (2000) e Aristóteles em “Alexandre” (2004). Também teve participações destacadas em “O Informante” (1999), de Michael Mann, indicado ao Oscar de Melhor Filme, “Uma Mente Brilhante” (2001), de Ron Howard, vencedor do Oscar de Melhor Filme, e “Syriana – A Indústria do Petróleo” (2005), que rendeu um Oscar para George Clooney. Mas ele próprio teve reconhecimento tardio da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, sendo indicado ao Oscar pela primeira vez apenas aos 80 anos de idade, por “A Última Estação” (2009), em que viveu o escritor russo Tolstoi. Curiosamente, após a indicação, não demorou a comemorar sua vitória, conquistando o Oscar de Melhor Ator Coadjuvante em 2012 por “Toda Forma de Amar” (2010), drama indie de Mike Mills, onde interpretou um viúvo que se assumia gay para o filho (Ewan McGregor). Na ocasião, aos 82 anos de idade, Plummer se tornou o ator mais velho a vencer um Oscar. “Você é só dois anos mais velha que eu, querida. Onde esteve minha vida toda?”, disse ele ao subir no palco e receber a estatueta, arrancando gargalhadas e aplausos da plateia de estrelas. Plummer ainda recebeu uma última nomeação por “Todo o Dinheiro do Mundo” (2017), de Ridley Scott, após substituir Kevin Spacey em refilmagens emergenciais, como o milionário pão-duro John Paul Getty. E com isso registrou um novo recorde em Hollywood. Aos 88 anos, se tornou o ator mais velho a ser indicado ao Oscar. Entre seus últimos desempenhos marcantes estão os papéis-títulos de “O Mundo Imaginário de Dr. Parnassus” (2009) e “Barrymore” (2011, cinebiografia do ator John Barrymore), de Júlio César em “César e Cleópatra” (2009), do kaiser Guilherme II em “A Exceção” (2016), do velho Scrooge em “O Homem Que Inventou o Natal” (2017), sem esquecer o desempenho como empresário de Al Pacino em “Não Olhe para Trás” (2015), como par de Shirley Maclaine em dois romances de terceira idade, “Um Amor para Toda a Vida” (2007) e “Elsa & Fred: Um Amor de Paixão” (2014), e os dois milionários excêntricos que dão início às tramas de “Millennium: Os Homens que Não Amavam as Mulheres” (2011) e “Entre Facas e Segredos” (2019). Com a vasta carreira e reconhecimento artístico, a morte do ator repercutiu em Hollywood, trazendo à tona muitas memórias compartilhadas por atores e diretores que trabalharam com ele. Ellen Mirren foi uma das estrelas a celebrar o colega: “Tive a grande honra de trabalhar com Chris Plummer em seu papel indicado ao Oscar, Tolstoi [no filme ‘A Última Estação’]. Ele era uma força poderosa tanto como homem quanto como ator. Ele era um ator no significado da palavra no século 19 – seu compromisso com sua profissão. A sua arte era total, sendo o teatro uma constante e a parte mais importante da totalidade da sua vontade de se envolver com a narrativa. Ele era destemido, enérgico, corajoso, experiente, profissional e um monumento ao que um ator pode ser. Um Grande Ator no sentido mais verdadeiro. ” “Uma lenda viva que amava seu ofício e era um cavalheiro absoluto”, definou Rian Johnson, que o dirigiu em “Entre Facas e Segredos”. “Tive a sorte de ter compartilhado um set com ele”. “Que sorte eu tive de ter você ao meu lado naquela que foi uma das melhores experiências da minha carreira”, acrescentou Ana de Armas, também sobre “Entre Facas e Segredos”. “Obrigada para sempre por suas risadas, seu calor, seu talento, suas histórias sobre Marilyn, as vitaminas quando adoeci, sua paciência, sua parceria e sua dedicação. Sempre pensarei em você com amor e admiração”, completou. Christopher Plummer era casado com a atriz Elaine Taylor (“Cassino Royale”) desde 1970, com quem teve uma filha famosa, a também atriz Amanda Plummer, conhecida por “Pulp Fiction” (1994) e “Jogos Vorazes: Em Chamas” (2013).












