Cinemas estreiam três filmes no fim de semana
A programação de cinemas desta quinta (11/2) apresenta apenas três estreias. São um terror de torturas, uma comédia francesa e um documentário, também francês, sobre o cantor-ator Charles Aznavour (1924–2018). Com o anúncio de que São Paulo ficaria com comércio não essencial fechado nos fins de semana, devido à pandemia de coronavírus, as distribuidoras seguraram seus principais títulos. Mas mesmo com a antecipação da reabertura na semana passada, os principais títulos continuaram guardados, restando ao circuito filmes de menor qualidade ou pouco apelo comercial. Confira os trailers abaixo. #SemSaída | EUA | 2020 Notre Dame | França | 2019 Aznavour por Charles | França | 2019
Larry Flynt (1942 – 2021)
O empresário Larry Flynt, fundador da revista masculina Hustler, morreu na quarta (10/2) em Los Angeles aos 78 anos, vítima de insuficiência cardíaca, enquanto lutava contra uma doença degenerativa. Criador de um império empresarial após o sucesso de sua publicação original, que chegou a superar a vendagem da Playboy nos anos 1970, Flynt convivia com uma paralisia dos membros inferiores desde 1978, após levar um tiro nas costas numa tentativa de assassinato. Ele entrou para a História dos EUA ao enfrentar diversas batalhas jurídicas em defesa da liberdade de expressão e regulação da pornografia nos Estados Unidos. Seu mais famoso embate virou um filme de Milos Forman em 1996, “O Povo contra Larry Flynt”, que rendeu indicação ao Oscar para o ator Woody Harrelson ao interpretá-lo. A obra também venceu o Urso de Ouro no Festival de Berlim. Curiosamente, a vitória de Flynt na Suprema Corte dos EUA não foi uma luta a favor do erotismo, mas pelo direito de paródia. Ele venceu um processo por difamação movido pelo evangelista Jerry Falwell, após Flynt publicar um anúncio falso na Hustler que mostrava o religioso dizendo que seu primeiro encontro sexual foi com a mãe. Falwell abriu um processo de US$ 50 milhões e ganhou uma decisão de um tribunal inferior, mas em 1988 a Suprema Corte considerou o anúncio uma paródia e protegido pela Primeira Emenda. A partir daí, Flynt abraçou a militância pela liberdade de expressão, sem nunca abandonar seus negócios eróticos.
Pedro Pascal vai estrelar série baseada no game The Last of Us
O ator Pedro Pascal está de volta à HBO. Antes de fazer sucesso em “Narcos”, “The Mandalorian” e “Mulher-Maravilha 1984”, ele ficou conhecido como o galante Oberyn Martell em “Game of Thrones”. E agora retorna ao canal no papel de protagonista de uma nova série, como o Joel de “The Last of Us”. Ele foi contratado para estrelar a aguardada série baseada no game campeão de vendas da plataforma PlayStation. A trama, que se passa 20 anos após a destruição da civilização por um vírus, acompanha Joel, um sobrevivente endurecido, que recebe a missão de contrabandear uma adolescente chamada Ellie de uma zona de quarentena. A garota pode ser a chave para curar a humanidade. Mas o que começa como um pequeno trabalho logo se torna uma jornada brutal e de partir o coração, conforme os dois atravessam os Estados Unidos e passam a depender cada vez mais um do outro para sobreviver. Mais cedo, a atriz Bella Ramsey, de apenas 17 anos e que também participou de “Game of Thrones” como a destemida Lyanna Mormont, foi apresentada como a intérprete de Ellie. Baseada no game criado por Neil Druckmann em 2013 – e na sequência lançada em junho passado – a série foi desenvolvida por Craig Mazin, autor da premiada minissérie “Chernobyl”, e terá direção do russo Kantemir Balagov, premiado no Festival de Cannes de 2019 pelo drama de época “Uma Mulher Alta”. Embora a HBO não tenha feito um anúncio tradicional da escalação, os dois atores confirmaram suas participações nas redes sociais. Veja abaixo. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Pedro Pascal he/him (@pascalispunk) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Bella Ramsey 👁 (@bellaramsey)
Série baseada no filme True Lies tem piloto encomendado
A rede CBS encomendou um piloto de série baseada no filme “True Lies”, thriller de ação de 1994 dirigido por James Cameron (“Avatar”) e estrelado por Arnold Schwarzenegger (“O Exterminador do Futuro”) e Jamie Lee Curtis (“Halloween”). A série vai partir da mesma premissa vista no cinema. Uma dona de casa suburbana insatisfeita fica chocada ao descobrir que seu marido, consultor de informática insípido e comum, é um espião internacional habilidoso. Ela é impelida a uma vida de perigo e aventura quando é recrutada para trabalhar ao lado dele para salvar o mundo, ao mesmo tempo em que eles tentam revitalizar seu casamento, há muito tempo sem paixão. Ao contrário do filme, a sinopse não menciona filhos. Eliza Dushku, que interpretou a filha do casal no filme, depois acusou o coordenador de dublês do longa de abusar sexualmente dela nos bastidores da produção. Na época, ela tinha 12 anos. Esta é a segunda tentativa de transformar “True Lies” numa série. A Fox chegou a encomendar um piloto em 2017, dirigido por McG (“Lethal Weapon”), mas o projeto não foi aprovado. Entretanto, James Cameron explora essa ideia há muito mais tempo – pelo menos há uma década. Por conta disso, o projeto já teve uma versão escrita por René Echevarria (criador de “The 4400”) e outra de Marc Guggenheim (um dos criadores de “Arrow” e “Legends of Tomorrow”) – a do piloto recusado. A nova tentativa também precisará ter o piloto aprovado para virar a série. A responsabilidade agora é de do produtor-roteirista Matt Nix, criador de “Burn Notice” e “The Gifted”, mas James Cameron continua ligado à franquia como produtor executivo “True Lies” é a primeira encomenda de piloto da CBS para a temporada 2021-2022. Devido à paralisação da produção causada pela pandemia, a rede ainda está considerando alguns de seus pilotos da temporada passada.
Expulsão de Trump do Twitter é para sempre
O Twitter não permitirá que Donald Trump retorne à plataforma mesmo que se candidate novamente à Presidência dos EUA. O ex-presidente americano foi expulso do Twitter há um mês. E o CFO do Twitter, Ned Segal, confirmou em uma entrevista na quarta-feira (10/2), no programa “Squawk Box” da CNBC, que a decisão foi definitiva. “A forma como nossas políticas funcionam, quando você é removido da plataforma, você é removido, seja você um comentarista, um diretor financeiro ou um funcionário público da ativa ou ex-servidor”, disse Segal. Ele acrescentou: “Lembre-se de que nossas políticas são projetadas para garantir que as pessoas não incitem a violência e, se alguém fizer isso, temos que removê-los do serviço e nossas políticas não permitem que essas pessoas voltem”. A expulsão de Trump pelo Twitter aconteceu em 8 de janeiro, dois dias depois dele incitar uma multidão de seguidores a invadir o Congresso dos EUA, como forma de forçar sua permanência do governo, após perder as eleições para Joe Biden. Cinco pessoas morreram durante a manifestação violenta. Acusado de incitar uma insurreição, o ex-presidente enfrenta um processo de Impeachment no Senado americano desde terça (9/2).
Mais atrizes de Buffy denunciam comportamento impróprio do criador da série
Mais atrizes do elenco da série clássica “Buffy: A Caça-Vampiros” ecoaram as denúncias de abuso e assédio moral feitas na quarta-feira (10/2) por Charisma Carpenter, a Cordélia, contra o criador da série, Joss Whedon. Após a própria Buffy se manifestar, num post em que a atriz Sarah Michelle Gellar disse “ter orgulho de ter meu nome ligado ao de Buffy Summers”, mas “não quero ter meu nome ligado ao de Joss Whedon”, a intérprete de Dawn, sua irmã na série, Michelle Trachtenberg, replicou a declaração em seu próprio feed do Instagram e comentou que o comportamento de Whedon “enquanto eu era uma adolescente” foi “impróprio”. “Obrigado Sarah Michelle Gellar por dizer isso”, escreveu Trachtenberg, numa frase de pontuação exagerada. “Eu sou corajosa agora como uma mulher de 35 anos… Para repassar isso. Porque. Isso deve. Se tornar conhecido. Enquanto eu era adolescente. Com seu comportamento impróprio… Muito. Impróprio. Então agora. As pessoas sabem. O que Joss. Fez.” Mais tarde, Trachtenberg acrescentou: “O que ele fez foi muito ruim. Mas nós vencemos. Sobrevivendo!” Ao revistar o post original, ainda disse: “O último comentário que eu farei sobre isso: havia uma regra no set dizendo que ele estava proibido de ficar em uma sala sozinho com Michelle novamente”. Um representante da Trachtenberg disse que ela não faria mais comentários. Amber Benson, que interpretou Tara, a namorada da bruxa Willow (Alyson Hannigan), retuitou o textão de Carpenter, em que a intérprete de Cordelia Chase revelou o “histórico de crueldade” de Whedon, e complementou a mensagem afirmando que o programa era um “ambiente tóxico e começava do topo”. “Muitos danos foram causados durante aquele tempo e muitos de nós ainda estamos processando isso mais de 20 anos depois”, concluiu. Por fim, Clare Kramer, que interpretou a vilã Glory na 5ª temporada, disse no Twitter que estava do lado de Carpenter, Benson, Fisher “e outros que têm a força para dizer sua verdade. Grande parte dessa indústria precisa ser reiniciada.” O Fisher mencionado é Ray Fisher, o intérprete de Ciborgue em “Liga da Justiça”, que chamou publicamente o comportamento de Joss Whedon nos bastidores das refilmagens do longa de super-heróis de “nojento, abusivo, não profissional e inaceitável”. Carpenter, que abriu as denúncias, disse ter sido inspirada pela atitude do ator. “Me bateu forte, porque Joss tem um histórico de crueldade”, ela afirmou, antes de contar o que sofreu. A atriz disse que o criador de Buffy a chamava de “gorda” durante sua gravidez, ironizava sua religião, aparência e até sua personagem, fazendo as pessoas aprovarem esse comportamento no set. “Ele me acusou de sabotar o programa [por ter engravidado] e me despediu sem cerimônias na temporada seguinte, após eu dar à luz”, revelou. Antes de despedi-la, porém, Whedon a teria obrigado a trabalhar mais horas que o costume, apesar da gravidez. Carpenter disse que “se sentiu impotente e sozinha”, mas, com um bebê a caminho, também sentiu que não tinha outra opção, então “engolir os maus-tratos e continuar”. Essa falta de poder, ela afirma, sugou a alegria de ser uma nova mãe. “Joss era o vampiro”, ela descreveu, citando o tema da série. Em seu longo desabafo, ela também revelou ter testemunhado durante a investigação da WarnerMedia sobre o comportamento de Whedon. Disse que acreditava em Ray Fisher e que foi sua demissão do filme “The Flash”, após fazer sua denúncia, que a fez vir à público. Foi “a gota d’água para mim”. Até o momento, Whedon se recusou a comentar as alegações. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Michelle Trachtenberg (@michelletrachtenberg) Buffy was a toxic environment and it starts at the top. @AllCharisma is speaking truth and I support her 100%. There was a lot of damage done during that time and many of us are still processing it twenty plus years later. #IStandWithRayFisher #IStandWithCharismaCarpenter https://t.co/WJAmDGm76C — Amber Benson (@amber_benson) February 10, 2021 For what it’s worth, I believe and stand with @allcharisma, @ray8fisher, @amber_benson and others who have the strength to come forward with their truth. A lot of this industry needs a reset….. #IStandWithCharismaCarpenter #IStandWithRayFisher — Clare Kramer (@ClareKramer) February 10, 2021
Gina Carano é demitida de O Mandaloriano
A atriz Gina Carano, que interpreta a rebelde Cara Dune na série “The Mandalorian” (The Mandalorian), já vinha chamando atenção há algum tempo por postar mensagens negacionistas e ofensivas nas redes sociais. Mas nesta quarta-feira (11/2) ela se envolveu numa polêmica tão grande que terminou o dia desempregada e sem empresário. Ela foi demitida da atração da plataforma Disney+ (Disney Plus). Um comunicado da produtora da série avisou que ela “não está empregada atualmente pela Lucasfilm e não há planos para ela no futuro”. A nota não ficou no informe burocrático, explicando o motivo dela não fazer mais parte do universo de “Star Wars”: “Suas postagens nas redes sociais atacando pessoas com base em suas identidades culturais e religiosas são repugnantes e inaceitáveis.” Até terça, ela estava cotada para protagonizar um spin-off de “The Mandalorian”, “Rangers of the New Republic”, que tudo indicava ser centrado em Cara Dune, a ex-soldado rebelde que havia se tornado delegada na fronteira da Nova República. De todo modo, a Lucasfilm ainda não anunciou personagens e elenco desta atração. Mas Cara Dune, de Carano, não fará parte da produção. Na verdade, a atriz terá dificuldades para aparecer em qualquer outro papel, pois até sua agência de talentos, a UTA, a dispensou como cliente. A gota d’água foi um post em que a ex-lutadora de MMA comparou os republicanos, como ela, aos judeus perseguidos na Alemanha nazista. “Os judeus foram espancados nas ruas, não por soldados nazistas, mas por seus vizinhos … até por crianças. Como a história é editada, a maioria das pessoas hoje não percebe que, para chegar ao ponto em que os soldados nazistas puderam facilmente prender milhares de judeus, o governo primeiro fez com que seus próprios vizinhos os odiassem simplesmente por serem judeus. Como isso é diferente de odiar alguém por suas opiniões políticas?”, ela escreveu, acrescentando uma foto do Holocausto. Em outra postagem em seu Stories, Carano publicou uma foto de uma pessoa com várias máscaras de pano cobrindo todo o rosto e a cabeça. A legenda dizia: “Enquanto isso na Califórnia”… Embora esses posts tenham disparado a hashtag #FireGinaCarano no Twitter, com muitos usuários marcando a Lucasfilm e a Disney em suas postagens, a dispensa da atriz aconteceu pelo acúmulo. Ela passou toda a pandemia atacando o fechamento do comércio e a eficácia das máscaras, chamando as medidas de proteção de tentativas de opressão. Mais recentemente, encampou as teorias de conspiração que afirmam que a recente eleição presidencial foi fraudada. Também afirmou que não existia racismo nos EUA, apenas gente de extrema esquerda, e zombou de transexuais que mudam seus pronomes ao realizar a transição de sexo. Para seu azar, nesta semana seu colega de série, Pedro Pascal, o próprio Mandaloriano, publicou um post de apoio a sua irmã Lux Pascal após a transição sexual dela. O contraste não passou despercebido. Embora muitas das postagens de Carano tenham sido relevadas pela Lucasfilm, os comentários que minimizaram o Holocausto foram considerados abomináveis e a produtora finalmente teria ido conferir o histórico da atriz. A decisão de dispensá-la levou em conta o dano que ela causaria ao ter suas posições radicais associadas à série que é carro-chefe da Disney+ (Disney Plus).
Velma, do Scooby-Doo, vai ganhar série de Mindy Kaling
A HBO Max anunciou a produção de três novas séries animadas, duas delas baseadas em personagens conhecidos. A principal novidade é uma atração centrada em Velma, a amiga nerd do Scooby-Doo, que faz parte da turma da Máquina do Mistério. A série está sendo desenvolvida por Mindy Kaling, a ex-integrante da sitcom “The Office” que criou “Projeto Mindy” e “Eu Nunca… “, e que estreou como dubladora de animação como a voz do Desgosto no longa “Divertida Mente”. Além de produzir, ela também fará a voz da protagonista Velma Dinkley. A lista de encomendas da plataforma também destaca um remake de “Clone High”, série clássica da MTV, que voltará a reunir os criadores originais, Phil Lord, Chris Miller e Bill Lawrence, na função de produtores. Lord e Miller se tornaram bem famosos depois da animação que lançou suas carreiras – dirigiram “Uma Aventura Lego” e produziram “Homem-Aranha no Aranhaverso”, entre muitos outros trabalhos – , enquanto Lawrence, que já era conhecido pelas séries “Spin City” e “Scrubs”, lançou “Cougar Town”, por exemplo. Como a série de 2003, a nova “Clone High” seguirá figuras históricas célebres, que foram clonadas e matriculadas no ensino médio. Na primeira versão, os alunos eram clones emos de Abraham Lincoln, Cleópatra, Joana D’Arc, John F. Kennedy e outros, que precisavam lidar com os problemas e situações da vida adolescente. A terceira série é uma adaptação de um curta premiado, chamado “Fired on Mars”, e foi criada pelos cineastas da produção original, Nate Sherman e Nick Vokey (que fizeram “Wet City”, no Adult Swim). Descrita como uma comédia existencial de local de trabalho, a série será ambientada no campus marciano de uma empresa de tecnologia moderna. O comediante Peter Davidson (do “Saturday Night Live”) fará a voz do protagonista.
Diretora de Watchmen vai fazer nova versão do Mágico de Oz
“O Mágico de Oz” vai ganhar mais uma versão. A New Line Cinema, divisão da WarnerMedia, está desenvolvendo uma “nova visão” de Dorothy e do mundo de Oz, que pode “aproveitará” elementos do filme clássico “O Mágico de Oz” (de 1939) e dos livros de L. Frank Baum. Segundo a Variety, será uma abordagem diferente daquela que já inspirou muitos filmes ao longos dos anos – e que em breve também materializará nas telas uma nova produção da Universal: a adaptação do musical “Wicked”, grande sucesso da Broadway centrado na Bruxa Malvada do Leste. A produção da New Line será comandada por Nicole Kassell, que dirigiu três episódios de “Watchmen” e venceu o Emmy como produtora da série. “Embora o musical de 1939 faça parte do meu DNA, estou alegre e humilde com a responsabilidade de repensar uma história tão lendária. A oportunidade de examinar os temas originais – a busca por coragem, amor, sabedoria e lar – parece mais oportuna e urgente do que nunca. Esses são sapatos profundamente icônicos para preencher, e estou ansiosa para dançar ao lado desses heróis da minha infância enquanto pavimentamos uma estrada de tijolos amarelos recém criada!”, disse a diretora em comunicado sobre o projeto. O roteiro da produção foi escrito por Darren Lemke (“Shazam”) e pela dupla Neil Widener e Gavin James (que também assina vindouras continuações de “Terremoto: A Falha de San Andreas” e “Truque de Mestre”).
Produtor de Intocáveis é preso por abuso e agressão sexual contra afilhado
O produtor Dominique Boutonnat, presidente do Centro Nacional de Cinema (CNC), espécie de Ancine da França, foi preso na manhã de quarta-feira (10/2) pela polícia francesa. Ele está sendo processado por tentativa de estupro e agressão sexual por seu afilhado de 22 anos. A alegada agressão sexual ocorreu em agosto durante um feriado na Grécia. A queixa foi apresentada pelo afilhado de Boutonnat em 7 de outubro e o mandato de prisão expedido agora. “Dominique Boutonnat contesta ter cometido qualquer delito, ele está totalmente sereno sobre o resultado deste procedimento”, disse o advogado do produtor, Emmanuel Marsigny, à Agência France Presse (AFP). Boutonnat, de 51 anos, foi produtor associado de filmes como o fenômeno de bilheteria “Intocáveis” (2011), além de “Polissia” (2011), “2 Dias em Nova York” (2012) e “Um Plano Perfeito” (2012), entre outros. Ele se tornou presidente do CNC em julho de 2019 e inicialmente enfrentou rejeição generalizada dentro da indústria devido à sua proximidade com o presidente Emmanuel Macron e seu currículo como produtor e financista. Entretanto, sob sua liderança o CNC desempenhou um papel importante no estabelecimento de diretrizes para o combate ao assédio sexual na indústria cinematográfica francesa. No dia anterior à apresentação da queixa, em 6 de outubro, Boutonnat compareceu a um evento co-organizado pela organização 50/50 e pela Associação Europeia contra a Violência contra as Mulheres no Local de Trabalho, durante o qual fez um discurso abordando a necessidade dos trabalhadores da indústria falarem abertamente sobre abusos sem medo de perder seus empregos durante a pandemia. A acusação contra o produtor faz parte de uma onda de acusações de denúncias recentes de parentes que tem abalado importantes figuras públicas francesas. O #MeToo francês ficou conhecido como #MeTooInceste, porque tudo começou com a publicação no mês passado do livro “La Familia Grande”, em que a advogada Camille Kouchner acusou seu sogro Olivier Duhamel, um conhecido intelectual e gênio da televisão, de estuprar seu irmão gêmeo quando ele tinha 13 e 14 anos. Dizendo-se inspirada pela leitura, a filha do ator e diretor francês Richard Berry (“Consentimento Mútuo”) também o acusou de incesto e estupro, alegando que foi abusada pelo pai entre as idades de 8 e 10.
Instagram derruba conta de Antonia Fontenelle
A conta do Instagram da atriz e apresentadora Antonia Fontenelle foi tirada do ar na tarde de quarta-feira (11/2), poucas horas após ela realizar uma live com Marcelo Ribeiro, ator que contracenou com Xuxa em “Amor Estranho Amor”. Falando com o colunista Leo Dias, Fontenelle garantiu que o fato de ter perdido a conta não teria relação com a entrevista. “A live foi no meu canal do Youtube e foi super respeitosa. Xuxa me mandou mensagem super fofa, agradecendo por ter entrevistado Marcelo e pela forma como conduzi. A questão foi política mesmo, e eu vou fazer um inferno até devolverem minha conta”, afirmou. A conta de Fontenelle tinha mais de 3 milhões de seguidores, antes de sair do ar. “Uso minhas redes para divulgar meu trabalho. O Instagram está uma bagunça e uma briga política. Mas até o demônio vai saber que derrubaram meu perfil e vão ter que colocar minha conta de volta”, reclamou. “De um jeito ou de outro, só pela sacanagem que fizeram. Um Instagram com 3 milhões e 200 mil seguidores, verificado. Não postei nada que pudesse ir contra as diretrizes da rede. Vai ser resolvido de um jeito ou de outro”, reforçou Fontenelle à coluna. Além de fazer lives, Fontenelle também usa suas redes sociais para atacar desafetos e quem considerada inimigo político do governo Bolsonaro.
Atriz mirim de Game of Thrones vai estrelar a série de The Last of Us
A atriz Bella Ramsey, que encantou os fãs de “Game of Thrones” como a feroz Lyanna Mormont, vai estrelar uma nova série épica da HBO. Ela foi escolhida como intérprete de Ellie, a protagonista da produção baseada no game “The Last of Us”. Ramsey, que atualmente tem 17 anos, ficou famosa pelo papel de líder do Norte na série de fantasia, mas aquele na verdade foi apenas seu primeiro trabalho como atriz. Desde então, ela já apareceu em várias outras atrações, incluindo “His Dark Materials” na mesma HBO, onde vive a personagem Angelica. Sua personagem em “The Last of Us” é uma órfã de 14 anos que nunca conheceu nada além de um planeta devastado, e que luta para equilibrar seu instinto de raiva e rebeldia com sua necessidade de conexão humana… Além disso, ela também pode ser a chave para salvar o mundo. Baseada no game criado por Neil Druckmann em 2013 – e na sequência lançada em junho passado – a série vai acompanhar Ellie enquanto ela viaja com o desiludido Joel, que recebe a missão de levá-la a um local onde poderá ser usada para curar a praga que arrasa a humanidade. A série foi desenvolvida por Craig Mazin, autor da premiada minissérie “Chernobyl”, e terá direção do russo Kantemir Balagov, premiado no Festival de Cannes de 2019 pelo drama de época “Uma Mulher Alta”.
Silvio Santos é vacinado contra covid-19
Silvio Santos já está vacinado contra a covid-19. Aos 90 anos, o dono da rede SBT e apresentador do “Programa Sílvio Santos” recebeu sua vacina na quarta (11/2), dentro do cronograma de atendimento de idosos do governo de São Paulo. “Silvio Santos, aos 90 anos de idade, recebeu hoje a vacina do Butantan aqui em São Paulo. Muito feliz por você, meu amigo”, escreveu o governador João Doria, ao compartilhar uma foto do momento nas redes sociais. O SBT confirmou que ele foi vacinado e daqui a 21 dias tomará a segunda dose. Apesar disso, não há data confirmada para o retorno de Silvio às atividades no canal. Ele deixou de produzir seu tradicional programa dominical no começo da pandemia. As imagens da vacinação também foram compartilhadas pelos perfis do “Programa Sílvio Santos” e nas redes sociais das filhas do empresário. “Alguém reconhece esse figura na fila da vacinação??!! Aquele ali com a camisa abotoada errado e pose de galã?!!”, brincou Patricia Abravanel, apresentadora do programa “Topa ou Não Topa”. “Vacinado! Agradecendo muito a Deus por esse momento!”, resumiu Rebeca Abravanel, apresentadora do programa “Roda a Rosa Jequiti”. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Patricia Abravanel (@patriciaabravanel) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Rebeca Abravanel (@rebecaabravanel) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por João Doria (@jdoriajr)












