Os Croods 2 volta a liderar bilheterias dos EUA após dois meses
A animação “Os Croods 2: Uma Nova Era” realizou um feito que não se via nas bilheterias da América do Norte desde os anos 1980. O filme da DreamWorks Animation/Universal Pictures voltou a vender mais ingressos que qualquer outro em sua 12ª semana em cartaz, reassumindo o 1º lugar. Lançado em novembro do ano passado, “Os Croods” tinha liderado originalmente as bilheterias por cinco fins de semanas, até 13 de dezembro. A reviravolta deste domingo (14/2) marca a primeira vez que o título aparece no topo do ranking em 2021. E isto acontece dois meses após perder a liderança e ficar disponível em VOD (aluguel digital) nos EUA. Para assumir o topo, a animação enfrentou três estreias. Mas eram títulos de circuito limitado, como “Judas e o Messias Negro”, de Shaka King, “Land”, a estreia da atriz Robin Wright na direção, e “The Mauritanian”, do veterano Kevin Macdonald, que chegaram aos cinemas como estratégia de campanhas por indicações ao Oscar. Além disso, “Judas e o Messias Negro” ainda foi disponibilizado simultaneamente na HBO Max. Isto explica porque, do ponto de vista tradicional, “Os Croods” conseguiu liderar com uma arrecadação baixa. Na verdade, seu faturamento foi típico de um filme que está a 12 semanas em cartaz: US$ 2 milhões (chegando a US$ 2,7 milhões com o fim de semana ampliado pelo feriado do Dia do Presidente nos EUA). O fato desse montante lhe render o 1º lugar se deve, além da falta de entusiasmo com as estreias, à queda generalizada das bilheterias devido ao coronavírus e também a um elemento de força maior: os EUA foram atingidos por uma forte tempestade de neve, que trancou as pessoas em suas casas durante o fim de semana. As vendas de “Os Croods 2” se concentraram nas regiões mais quentes do sul dos EUA, como opção de passatempo para famílias no feriadão. Ainda inédito no Brasil, “Os Croods 2” já arrecadou US$ 48,9 milhões na América do Norte e ultrapassou os US$ 150 milhões mundiais. O lançamento por aqui só vai acontecer em 25 de março.
Liga da Justiça de Zack Snyder ganha seu trailer mais sombrio e grandioso
A HBO Max divulgou o novo trailer do “Snyder Cut” de “Liga da Justiça”, a edição do filme refeita pelo diretor Zack Snyder. E este terceiro vídeo é o que tem mais cenas inéditas, com direito à inclusão do Coringa, vivido por Jared Leto (“Esquadrão Suicida”), cenas com Iris West, interpretada por Kiersey Clemons (“A Dama e o Vagabundo”) e a revelação em detalhes do vilão Darkseid, também ausente no lançamento original. A prévia de “Zack Snyder’s Justice League” também assume um tom assumidamente sombrio e demonstra a escala grandiosa da produção, restaurando – ou melhor, ampliando – a visão do diretor original, que tinha sido sabotada pela Warner. Aproveitando seu afastamento por uma tragédia pessoal, o estúdio promoveu sua substituição na pós-produção por Joss Whedon, que refez tudo. A medida implodiu o longa, que fracassou nas bilheterias e foi recebido por críticas muito negativas. Além disso, gerou acusações sobre os bastidores das refilmagens que, num efeito dominó, fulminaram a reputação de Whedon e fizeram balançar produtores e executivos da própria Warner. Além de resgatar a edição de Zack Snyder, o vídeo também chama atenção pelo formato da janela do vídeo, que lembra as antigas televisões de tubo. O detalhe é que a imagem não é mais curta que o padrão widescreen atual. Na verdade, ela é mais alta, como uma tela IMAX, e traz elementos no campo superior que foram cortados na exibição original nos cinemas. Só que o “Snyder Cut” (o nome afetivo da obra) não será exibido em IMAX. Vai passar em TVs, aparelhos móveis e computadores, o que torna essa opção questionável, pois na prática a imagem quadrada acaba parecendo o oposto do planejado: um videozinho do Instagram. De qualquer forma, será um produção bem maior (com pelo menos 4 horas de duração), muito diferente (sem nenhuma cena incluída por Whedon) e para outro público (graças à classificação “R”, indicada para maiores). Em outras palavras, é praticamente outro filme. A estreia está marcada para o dia 18 de março na plataforma de streaming HBO Max – que só vai chegar no Brasil em junho.
Amor Estranho Amor: Exibição na TV foi presente para cinéfilos
Na época que se dispôs a fazer “Amor Estranho Amor”, Xuxa não sabia que se tornaria apresentadora de programa infantil. Ela era namorada do Pelé, que por sua vez era amigo do produtor Aníbal Massaini Neto, e, como Walter Hugo Khouri era um cineasta que valorizava muito as atrizes que eram elevadas a um posto de sucesso sempre que apareciam em seus filmes, a chance de trabalhar com o cineasta parecia uma oportunidade de ouro. Mesmo sendo um filme que deu uma dor de cabeça para a futura apresentadora, que pagou US$ 60 mil anuais à Cinearte Produções, durante os anos de 1991 a 2018, para sua interdição, não dá para negar que trata-se da obra cinematográfica mais importante e bonita que ela já fez. Mas na filmografia de Khouri, o filme era considerado uma obra menor. Equipará-lo a outras obras do diretor é uma tarefa ingrata, pois estamos falando de alguém que fez grandes filmes através de cinco décadas. Entretanto, “Amor Estranho Amor” cresce na revisão permitida pelo resgate histórico no Canal Brasil, como uma obra-solo, por mais que seja difícil não fazer referência a outros tantos títulos do realizador, especialmente os que apresentam o alter-ego Marcelo. Aqui o nome do protagonista não é Marcelo; é Hugo, representado pelo menino Marcelo Ribeiro e pelo idoso Walter Forster, que comparece como uma espécie de fantasma vindo do futuro para relembrar o seu breve período numa mansão que funcionava como um prostíbulo de luxo, onde sua mãe trabalhava e morava. A mãe, vivida por Vera Fischer, chama-se Ana, nome frequentemente usado por Khouri em seus filmes estrelados pelo mulherengo Marcelo. Vera Fischer aparece com uma beleza tão extraordinária neste filme que parece saída de alguma pintura clássica. Não à toa, a cena em que ela se relaciona intimamente com o filho é explicitamente inspirada na Pietà de Michelangelo. O modo como Khouri vê os corpos femininos tem essa relação da apreciação artística. Embora o desejo esteja também presente, o sentido de busca da beleza clássica comparece de maneira forte. E há os close-ups dos olhares, todos poderosos. Principalmente quando vemos Ana, mas também o personagem de Tarcísio Meira, que interpreta um rico político paulista que exige exclusividade de Ana naquele bordel, e tem a intenção de ajudar a liderar a oposição a Getúlio Vargas momentos antes de o presidente instituir o Estado Novo. Uma das coisas que mais chama atenção no filme é seu início, quando o menino Hugo chega no prostíbulo sem saber que ambiente era aquele. Sua intenção é encontrar a mãe, que fica numa situação complicada. Afinal, como explicar a presença de uma criança em um lugar destinado a adultos? E enquanto o garoto espera e é também olhado e assediado pelas outras jovens mulheres do bordel, ouvimos canções clássicas do cancioneiro brasileiro na voz de cantores como Francisco Alves e Orlando Silva. Inclusive, no final do filme, ainda ouvimos mais uma linda do Francisco Alves, chamada “Misterioso Amor”, que brinca com o título do filme e sua temática edipiana. Ainda que vejamos em outros filmes do realizador personagens que atravessam a infância e a adolescência tendo que lidar com o desejo, como em “Eros – O Deus do Amor” (1981) e “As Feras” (1995), em nenhum outro filme de Khouri o complexo de Édipo é tão bem explorado quanto em “Amor Estranho Amor”. Quando o garoto vai para seu quarto e sabe que a mãe está transado com um homem, ele chora copiosamente. O filme ganha uma dimensão onírica quando o desejo inconsciente (ou talvez nem tão inconsciente assim naquele momento) se materializa na cena entre mãe e filho. Eis um filme que oferece pano para manga para uma série de estudos e discussões, que vão muito além da polêmica pobre que se instalou em torno dele nesses anos todos. Além do mais, junto à direção cheia de classe do realizador, há ainda a música sempre brilhante de Rogério Duprat, a Traditional Jazz Band (a banda tem cenas numa festa), a direção de fotografia do mestre Antonio Meliande, um elenco de apoio de primeira linha – Mauro Mendonça e Otávio Augusto, as jovens Vanessa Alves, Sandra Graffi e principalmente Matilde Mastrangi, rainha do cinema erótico brasileiro, que comparece em uma cena pra lá de inspirada. Por tudo isso, a exibição do filme no Canal Brasil com um upgrade na imagem e no som na última quinta-feira (11/2) foi um presente para os cinéfilos e para os apreciadores da obra do diretor.
Estrela de Preacher vai estrelar minissérie sobre Josephine Baker
A notável história de Josephine Baker, uma das artistas femininas mais influentes do século 20, vai virar minissérie. Intitulada “Josephine”, a atração está sendo desenvolvida pelo estúdio ABC Signature, do conglomerado Disney, e contará com Ruth Negga (a Tulip de “Preacher”) como a lendária artista da Era do Jazz e ativista dos direitos civis. Além de estrelar, Negga também vai produzir a minissérie, que tem roteiro de Dee Harris-Lawrence (“All Rise”) e será dirigida por Millicent Shelton (“Black-ish”). Nascida no Missouri em 1906, Baker começou sua carreira aos 15 anos, quando apareceu no palco em vários shows em Nova York. Aos 19 anos, ela se mudou para a França, que se tornaria seu país adotivo, transformando-se numa estrela e numa das artistas mais populares e mais bem pagas da Europa. No início, ela era conhecida como dançarina e estava entre as performers mais célebres do teatro de revista do Folies Bergère em Paris. Ela ganhou a admiração de figuras culturais como Pablo Picasso, Ernest Hemingway e EE Cummings, ganhando apelidos como “Vênus Negra” e “Pérola Negra”. No auge do sucesso, já nos anos 1930, ela decidiu que viraria cantora e também se tornou protagonista de cinema, em filmes como “A Sereia Negra” (1927), “Zuzu” (1934) e “Princesa Tam-Tam” (1935), entre outros. Quando a 2ª Guerra Mundial começou, Baker trabalhou para a Resistência Francesa, e nos anos seguintes passou a lutar contra a segregação e o racismo nos Estados Unidos. Ela se recusou a se apresentar para audiências segregadas ao excursionar pelo país nos anos 1950 e teve um papel ativo no movimento pelos direitos civis, como palestrante na marcha de 1963 em Washington. A artista também foi convidada a ser líder simbólica do movimento após o assassinato de Martin Luther King Jr., mas recusou a oferta por preocupação com os bem-estar de seus filhos. Ela morreu de hemorragia cerebral em 12 de abril de 1975 e foi enterrado com honras militares. Josephine Baker já teve um telefilme biográfico da HBO em 1991, “The Josephine Baker Story”, que entrou para a História da televisão ao rendeu o Emmy de Melhor Atriz para Lynn Whitfield, a primeira atriz negra a vencer na categoria. E continua relevante para as novas gerações, inspirando desde Beyoncé até a série “Lovecraft Country”, onde apareceu interpretada por Carra Patterson. A minissérie biográfica ainda não tem canal ou plataforma definido.
Kevin Hart sofreu golpe de US$ 1,2 milhão de seu personal shopper
O ator Kevin Hart (“Jumanji: Próxima Fase”) foi vítima de um golpe de seus funcionários. Segundo o site TMZ, o comediante teve um prejuízo de US$ 1,2 milhão, desviados por Dylan Syer, seu personal shopper. O montante teria sido usado para bancar despesas de Syer, que tinha como função fazer as compras mensais de Hart, tanto de mercado quanto de seus bens pessoais. Ele trabalhou com o astro de Hollywood entre 2015 e 2019, quando foi demitido por suspeita de roubo. A detetive da polícia de Nova York responsável pela investigação, Melinda Katz, confirmou à imprensa que o suspeito tinha acesso à conta e ao cartão de crédito pessoal do ator durante todos os anos em que trabalhou para ele e, além de usar o dinheiro de Hart para pagar suas despesas, desviava fundos para sua própria conta. Após uma busca na casa do personal shopper foram encontrados diversos objetos de grife, como cinco relógios da marca Patek Philippe (avaliados em cerca de US$ 400 mil), uma pintura do artista plástico Sam Friedman, 16 estátuas da marca Bearbrick e duas bolsas Louis Vuitton.
Florence Pugh será robô assassino em filme da Apple
A atriz Florence Pugh (de “Midsommar” e do vindouro filme da “Viúva Negra”) vai estrelar uma nova produção original da Apple TV+. Intitulado “Dolly”, o filme será um mistura de drama de tribunal e ficção científica, acompanhando o julgamento de um robô de companhia (Pugh) que mata seu dono e choca o mundo ao pedir um advogado para se defender na Justiça. Inspirada num conto de mesmo nome, escrito por Elizabeth Bear em 2011, o longa tem roteiro de Vanessa Taylor (“A Forma da Água”) e Drew Pearce (“Missão: Impossível – Nação Secreta”), mas ainda não definiu diretor nem tem cronograma de filmagem. A Apple TV+ adquiriu os direitos de produção baseado na premissa e nos talentos envolvidos, vencendo vários outros rivais na disputa, incluindo uma plataforma de streaming concorrente.
Boss Level: Frank Grillo enfrenta Mel Gibson em trailer de filme de ação
A plataforma americana Hulu divulgou o pôster e o trailer de “Boss Level”, filme estrelado por Frank Grillo (“Capitão América: Guerra Civil”), que adapta o velho truque do looping temporal ao gênero do thriller de ação. Na trama, o personagem de Grillo está preso em um looping temporal que constantemente repete o dia de seu assassinato. E por mais que aprenda a evitar as ameaças, sempre há outra prestes a acontecer, que inevitavelmente leva à sua morte. Perseguido por um exército de assassinos, ele acredita que um projeto secreto do governo pode ajudá-lo a desvendar porque está repetindo sua morte sem parar. Mas para isso precisa enfrentar os ataques explosivos e letais comandados pelo militar vivido por Mel Gibson (“Herança de Sangue”), que quer mantê-lo longe da verdade. Com direção de um especialista em filmes de ação, Joe Carnahan (“A Perseguição”, “Esquadrão Classe A”), o filme também destaca em seu elenco Naomi Watts (“Diana”), Michelle Yeoh (“Star Trek: Discovery”), Annabelle Wallis (“A Múmia”) e Ken Jeong (“Se Beber, Não Case”). A estreia está marcada para o dia 5 de março nos EUA.
Beartown: Série sueca da HBO ganha trailer impactante
A HBO divulgou o trailer legendado e impactante da minissérie “Beartown”, uma produção sueca exibida em 2020 em seu país original, que agora chega ao mercado internacional. Adaptação do romance “Björnstad”, do escritor sueco Fredrik Backman (autor também de “Um Homem Chamado Ove”), a atração de cinco episódios se passa numa cidade pequena, cercada por neve, que deposita seus sonhos e esperanças no sucesso da equipe júnior de hóquei no gelo. Quando os meninos, liderados por seu melhor jogador Kevin têm uma grande oportunidade de ascensão, o jovem se envolve num ataque sexual. O fato divide opiniões, levando muitos a questionar a versão da vítima, inclusive o próprio pai da jovem, treinador de Kevin, enquanto ameaça destruir a paz de Beartown. O elenco destaca os estreantes Oliver Dufåker como Kevin e Miriam Ingrid como a vítima, chamada Maya, além de Ulf Stenberg (“Festival”), Aliette Opheim (“Patriota”), Tobias Zilliacus (“O Hipnotista”) e Charlotta Jonsson (“Wallander”). Criada por Anders Weidemann (“Interrogation”), Antonia Pyk (“Beck”) e Linn Gottfridsson (“Arne Dahl”), a série estreia em 22 de fevereiro no Brasil.
Ryan Reynolds comemora 5 anos de Deadpool com carta “perdida” divertida
Ryan Reynolds comemorou neste sábado (13/2) o quinto aniversário do lançamento de “Deadpool” nos cinemas com um post divertido, em que compartilha uma carta “perdida” que ele escreveu para um fã dias depois da estreia do filme de 2016. Piadista como o personagem que levou às telas, Reynolds aproveitou a oportunidade para destacar que a carta continua atual “em sua maior parte”. SQN. “Cinco anos depois, ainda estou maravilhado com os fãs de ‘Deadpool’. Hunter me escreveu esta carta depois que ‘Deadpool’ foi lançado e, por algum motivo, minha resposta nunca foi enviada. Continua atual. Em sua maior parte”, disse Reynolds, antes de revelar a carta de Hunter e sua resposta datada de 2016. Hunter agradeceu a Reynolds pelo filme e por dar aos fãs de Deadpool um filme com classificação “R” (para maiores), no qual o personagem poderia se materializar fielmente das páginas dos quadrinhos. A resposta “perdida” de Reynolds agradece a Hunter junto e destaca algumas observações, como sua felicidade por poder fazer o filme a maneira que ele imaginou. “Você pode imaginar se Deadpool estivesse com o [Universo Cinematográfico da Marvel] na Disney? Hahahahaha.” Claro, Deadpool agora é um personagem da Disney, com a aquisição da 20th Century Fox pelo conglomerado. Entre outras piadas, Reynolds observa que sua esposa, a atriz Blake Lively, está grávida de seu segundo “e último!” filho (eles agora têm três filhas), que ele é um investidor animado no Festival Fyre (um desastre total) e ele mal pode esperar o lançamento de “Deadpool 3” em 2020 (o ano já passou e o filme segue sem previsão de estreia), para encontrar os fãs e dar muitos “apertos de mão e abraços” (o que foi barrado pela pandemia). Recentemente, a Disney confirmou que vai fazer “Deadpool 3” com Reynolds e preservar a classificação etária elevada dos primeiros filmes. Mas como o ator está com a agenda lotada e a Marvel tem vários outros filmes em desenvolvimento, o longa ainda vai demorar para chegar aos cinemas. Five years later, I’m still in awe of Deadpool fans. Hunter wrote me this letter after #Deadpool came out and somehow my response never got mailed. Holds up. Mostly. pic.twitter.com/xYh1XChIb3 — Ryan Reynolds (@VancityReynolds) February 13, 2021
Generation: Série teen LGBTQIA+ com Justice Smith ganha primeiro trailer
A HBO Max divulgou o trailer de “Generation”, drama adolescente que tem produção de Lena Dunham, a criadora de “Girls”. Estrelada por Justice Smith (“Pokémon – Detetive Pikachu”), a série foca a descoberta sexual da adolescência nos dias de hoje, com vários personagens LGBTQIA+ e a pressão sofrida por um jovem bissexual para se assumir gay, apesar de jurar amor por uma garota. Essas crianças modernas também tem pais modernos, que igualmente vivem relacionamentos LGBTQIA+. O detalhe principal de “Generation” é que esse ambiente reflete a vida de sua criadora, Zelda Barnz, que tem só 19 anos, pai gay e expressa seu cotidiano por meio dos episódios. “Eu queria ver a mim e as crianças da minha idade representadas na TV de uma maneira que parecesse real, sem julgamento ou nostalgia”, disse Zelda Barnz no comunicado da produção, em que agradece à sua “mentora e alma-gêmea Lena Dunham por todo seu apoio e orientação”, além da HBO Max “por tornar esse sonho louco realidade”. Mas Lena Dunham não foi a única que deu um força para desenvolver os episódios. A jovem também com a ajuda de um veterano da indústria do entretenimento, que é seu próprio pai, o cineasta Daniel Barnz (de “A Fera” e “Cake: Uma Razão para Viver”), responsável por dirigir o piloto e coproduzir a estreia da filha com o marido, o produtor Ben Barnz (que assina as produções de todos os filmes de Daniel). Além de Justice Smith, o elenco da série ainda conta com Nathanya Alexander (“Oito Mulheres e um Segredo”), Chloe East (“Kevin (Probably) Saves the World”), Lukita Maxwell (“Speechless”), Uly Schlesinger (“Sombras do Terror”), Chase Sui Wonders (“On the Rocks”), a estreante Haley Sanchez e os adultos Martha Plimpton (“Raising Hope”), Nathan Stewart-Jarrett (“Misfits”) e Sam Trammell (“True Blood”). A estreia de “Generation” está marcada para 11 de março na HBO Max. Mas os brasileiros terão que aguardar até junho para o lançamento da plataforma no Brasil.
Ashley Judd sofre acidente “catastrófico” e quase perde a perna em floresta africana
A atriz Ashley Judd revelou ter sofrido um acidente “catastrófico” enquanto estava em um campo de pesquisa na floresta africana do Congo. “Eu quase perdi minha perna”, ela escreveu no Instagram, revelando que já está se recuperando em um hospital na África do Sul. Judd deu maiores detalhes sobre o acidente e de seu trabalho de preservação na República Democrática do Congo durante uma live no Instagram com o jornalista Nicholas Kristof, do New York Times. Ela contou que estava caminhando com “passadas fortes” de manhã cedo, antes do nascer do sol, e não viu uma árvore caída no escuro, onde tropeçou, quebrando a perna. Ela descreveu a natureza emocional e física “incrivelmente angustiante” de sua jornada para o hospital, que incluiu ficar deitada no chão da floresta por cinco horas e segurar a parte superior de sua tíbia quebrada por seis horas enquanto andava de moto. “A diferença entre uma pessoa congolesa e eu é o seguro contra acidentes que me permitiu, 55 horas após meu acidente, chegar a uma mesa de operação na África do Sul”, disse Judd em sua cama de hospital. A estrela de Hollywood visita regularmente o Congo, descrevendo-se como “uma mulher da natureza” no Instagram, mas, embora esteja acostumada com a floresta, “acidentes acontecem”. Ela aproveitou que seu acidente virou notícia para chamar atenção para um assunto que considera mais importante sobre a região. “Os bonobos existem apenas nas partes mais remotas do Congo”, escreveu no Instagram, a respeito de uma espécie de macaco que corre risco de extinção. “Bonobos são importantes. E o mesmo acontece com as pessoas em cuja floresta ancestral eles vivem e os outros 25,6 milhões de congoleses que precisam de ajuda humanitária”, uma população que, ao contrário dela, está “sem acesso a cuidados de saúde ou qualquer medicamento para dor, qualquer tipo de assistência ou opções…” Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Ashley Judd (@ashley_judd) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Nicholas Kristof (@nickkristof)
O Rei e Eu vai ganhar nova versão de cinema
A Paramount Pictures está desenvolvendo uma nova versão do famoso musical “O Rei e Eu”, criado pela dupla Richard Rodgers e Oscar Hammerstein, uma das mais famosas da Broadway em todos os tempos. A história original é, na verdade, uma adaptação do livro “Anna e o Rei do Sião” (1944), de Margaret Landon, e já foi levada aos cinemas em 1956, quando Deborah Kerr viveu a Anna do título, uma viúva que viaja ao Sião em 1862 para dar aulas particulares aos filhos do monarca, vivido por Yul Brynner (que estrelou a peça original e venceu o Tony e o Oscar pelo papel). Na trama, Anna sofre um choque cultural ao se deparar com o autoritarismo do rei e a submissão dos súditos, o que torna a convivência impossível. Detalhes sobre a nova versão não foram informados, o que inclui quem vai comandar, estrelar e até mesmo quando o estúdio pretende realizar as filmagens. Veja abaixo o trailer do filme dos anos 1950.
Revista junta Daniel Radcliffe e Elijah Wood nos 20 anos de Harry Potter e Senhor dos Anéis
A revista britânica de cinema Empire juntou pela primeira vez Daniel Radcliffe e Elijah Wood, astros de “Harry Potter” e “O Senhor dos Anéis”, para discutir o legado das franquias que eles estrelaram. Os intérpretes de Harry Potter e Frodo Baggins estampam a próxima capa da publicação, que aproveita os 20 anos da estreia dos primeiros filmes das sagas, “Harry Potter e a Pedra Filosofal” e “O Senhor dos Anéis: A Sociedade do Anel”, ambos de 2001, para promover o encontro histórico. O lançamento trará 38 páginas dedicadas a “Harry Potter” e “O Senhor dos Anéis”, com entrevistas com mais integrantes dos elencos e da produções, mas nenhum trecho foi adiantado pela Empire. A revista com os dois astros será lançada na próxima quinta-feira (18/2) no Reino Unido – apesar de estampar a data de abril em sua impressão. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Empire Magazine (@empiremagazine) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Empire Magazine (@empiremagazine)












