Ariana Grande vai lançar documentário da última turnê na Netflix
Ariana Grande vai cantar na Netflix. Ela anunciou nas redes sociais, nesta quarta (9/12), que vai lançar um registro da turnê “Sweeter” na plataforma de streaming em 21 de dezembro. Os shows da turnê ocorreram entre março e dezembro de 2019 – e não passaram pelo Brasil. Foram 68 datas na América do Norte e 29 na Europa, com 1,3 milhões de ingressos vendidos. Intitulado “Excuse Me, I Love You”, o documentário vai incluir o repertório dos discos “Sweetener” e “Thank U, Next” — com direito a hits como “God Is a Woman”, “No Tears Left to Cry”, “7 Rings” e faixa-título “Thank U, Next”. Ela já lançou um álbum ao vivo dessa turnê. “K Bye For Now” foi disponibilizado na véspera do show de encerramento da excursão, em dezembro do ano passado. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Ariana Grande (@arianagrande)
True Blood vai ganhar remake do criador de Riverdale
A HBO planeja lançar um remake de “True Blood”, série de vampiros estrelada por Anna Paquin, Stephen Moyer e Alexander Skarsgard, que durou sete temporadas entre 2008 e 2014. O site The Hollywood Reporter apurou que o canal encomendou a produção de uma nova adaptação dos livros de Charlaine Harris, que inspiraram a série, para o roteirista-produtor Roberto Aguirre-Sacasa, criador de “Riverdale” e “Aventuras Sombrias de Sabrina”. Ele vai trabalhar com a roteirista Jami O’Brien (criadora “NOS4A2”) no projeto. Aguirre-Sacasa vinha tentando emplacar uma série de vampiros contemporânea, “The Brides”, sobre as três “Noivas de Drácula”, mas o piloto, que estava em desenvolvimento na rede ABC, acabou recusado. Este será o segundo remake de série popular que a WarnerMedia encomenda ao produtor. Ele também tem a missão de reinventar “Pretty Little Liars” para a HBO Max. A diferença entre os dois projetos é que Alan Ball, o criador da “True Blood” original, está a bordo da nova versão. Ele vai participar como produtor executivo. A HBO não comentou a notícia.
Giovanna Antonelli testa positivo para covid-19
Giovanna Antonelli é a mais nova atriz da Globo a testar positivo para o novo coronavírus. Ela recebeu o resultado positivo nesta quarta-feira (9/12), depois de realizar um teste para a doença na semana passada. A atriz estava participando das gravações da próxima novela das 19h da Rede Globo, “Quanto Mais Vida Melhor”, e precisou ser afastada. Segundo a assessoria da atriz, Giovanna “está bem, cumprindo a quarentena em casa e semana que vem volta a trabalhar”. Atualmente, ela também aparece na reprise de “Laços de Família”, em que interpreta a personagem Capitu. Em novembro passado, a atriz contou que o elenco da novela fazia testes de covid-19 todos os dias. Ela não é a primeira atriz a testar positivo enquanto participa de gravações da Globo. As colegas Marieta Severo e Andréia Horta também foram diagnosticadas. As duas trabalham em outra novela inédita da emissora, “Um lugar ao Sol”, trama das 21h que sucederá “Amor de Mãe”. Além delas, o ator Marco Ricca, que também faz parte do elenco desta produção, está internado há uma semana em UTI devido ao coronavírus. Mas ele ainda não tinha começado sua participação no set.
Nicolas Cage vai contar a história dos palavrões na Netflix
O ator Nicolas Cage vai apresentar uma série documental sobre a história dos palavrões. Intitulado “History of Swear Words”, o programa vai abordar as origens, popularização e significados atrelados a vários palavrões da língua inglesa. Prepare-se, portanto, para ouvir o ator falar palavras como “f*ck”, “sh*t”, “b*tch”, “d*ck” e “p*ssy” sem a preocupação de eventual intervenção sonora de censura televisiva, pois o lançamento vai acontecer em streaming, na Netflix. Serão seis episódios de vinte minutos, nos quais Cage vai contar com a ajuda de linguistas e historiadores, além de convidados como os comediantes Sarah Silverman (a voz de Vanellope em “WiFi Ralph”) e Nick Offerman (“Parks and Recreation”), para falar palavrões. A produção é da trupe do site Funny or Die e da B17 Entertainment. A estreia está marcada para 5 de janeiro.
Cobra Kai: Trailer da 3ª temporada resgata personagens de Karatê Kid 2
A Netflix divulgou o trailer da 3ª temporada de “Cobra Kai”, que traz muitas novidades. A maior delas é a parceria entre os velhos rivais Daniel LaRusso (Ralph Macchio) e Johnny Lawrence (William Zabka), que se enfrentaram em 1984 e percebem que precisam superar a rivalidade para ajudar seus alunos. Na temporada anterior, a situação saiu do controle com a chegada do grande vilão da franquia, John Kreese (Martin Kove), que assume o controle do dojo Cobra Kai. Johnny vai contar com a ajuda de Daniel para reverter o estrago. As cenas também mostram a lenta recuperação de Miguel (Xolo Maridueña), após ter ficado em coma nos episódios anteriores, e uma viagem de Daniel San ao Japão, onde reencontra dois antigos personagens da franquia, Chozen Toguchi (Yuji Okumoto) e Kumiko (Tamlyn Tomita). Ambos foram introduzidos em “Karatê Kid 2: A Hora da Verdade Continua”. Kumiko, que sonhava virar dançarina, chegou a namorar Daniel no longa de 1986, mas os dois terminaram antes dos eventos de “Karatê Kid 3”. Já Toguchi foi um dos antagonistas do segundo filme. Ele é um dos lutadores do dojo de Sato, rival do Sr. Miyagi, o mestre de Daniel. Os novos episódios chegam em 8 de janeiro ao streaming.
Bruno Gagliasso e Thaynara OG viram novos embaixadores do UNICEF no Brasil
O ator Bruno Gagliasso e a apresentadora Thaynara OG são os mais novos embaixadores brasileiros do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF, na sigla em inglês). A nomeação aconteceu na terça-feira (8/12), no Rio, e agora eles integram a seleção nacional de famosos do UNICEF, ao lado de Daniela Mercury, Lázaro Ramos, Renato Aragão e até a personagem Mônica, que defendem os direitos de crianças e adolescentes. Bruno e Thaynara já faziam ações com a entidade. Em 2018, o ator estrelou uma campanha do UNICEF para arrecadação de recursos. De lá pra cá, participou de diversas iniciativas e chegou a ir a Moçambique conhecer de perto o trabalho da agência. Já Thaynara começou sua relação com o UNICEF em 2019, quando beneficiou a organização com doações de um evento anual que ela realiza em São Luís. Para marcar a nomeação, Thaynara e Bruno ainda ganharam um quadro do cartunista Mauricio de Sousa, em que aparecem desenhados com os personagens da Turma da Mônica. O UNICEF conta com embaixadores em todo o mundo. São artistas, atletas e outras personalidades que aproveitam seu reconhecimento para promover e defender os direitos de meninas e meninos. Os embaixadores são escolhidos não só pela fama que possuem, mas, principalmente, pela credibilidade que têm diante seu público e pela disposição para trabalhar em prol da infância e da adolescência, mesmo tendo uma agenda profissional cheia de compromissos. Veja abaixo os posts do Instagram de Bruno, Thaynara e UNICEF sobre a nomeação. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por UNICEF Brasil (@unicefbrasil) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Bruno Gagliasso (@brunogagliasso) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Thaynara OG (@thaynaraog) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Thaynara OG (@thaynaraog) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Thaynara OG (@thaynaraog)
Andréia Horta é terceira artista da nova novela da Globo com covid-19
A atriz Andréia Horta, vencedora do Festival de Gramado por “Elis”, recebeu diagnóstico de covid-19. Ela integra o elenco da próxima novela das 21h da Rede Globo, “Um Lugar ao Sol”, e compõe o mesmo núcleo da atriz Marieta Severo, que foi internada no fim de semana por causa do coronavírus. Os dois casos ocorrem após a retomada das gravações pela emissora. Além das duas, o ator Marco Ricca, que também faz parte do elenco da produção, encontra-se internado há uma semana numa UTI (Unidade de Terapia Intensiva) de um hospital no Rio de Janeiro com covid-19. Mas, neste caso, o ator ainda não havia começado a gravas suas cenas. A Globo diz que roteiros foram adaptados e que, apesar das confirmações de contágio, as gravações seguirão com outros núcleos da novela, tomando todos os cuidados indicados para evitar o contágio. Após o diagnóstico de Marieta Severo, 58 pessoas que estavam trabalhando em “Um lugar ao Sol”, trama das 21h que sucederá “Amor de Mãe”, foram testadas para identificar se havia mais infecções e apenas uma foi deu positivo – um profissional que não teria acesso ao set. O marido de Andréia, Marco Gonçalves, integrante do programa “Lady Night”, também testou positivo para covid-19 após sua esposa ser diagnosticada.
Samsung lança streaming gratuito para usuários de Smart TVs
A Samsung lança nesta quarta (9/12), no Brasil, um serviço de streaming gratuito para quem tem Smart TVs da marca. Chamado de TV Plus, o serviço não é on demand, mas uma oferta de vários feeds ao vivo, com uma programação com hora fixa e comerciais, em esquema semelhante ao dos pacotes de canais tradicionais de TV. O serviço chega ao Brasil com menos conteúdo que o disponibilizado nos EUA. Serão 20 canais para começar, incluindo Bloomberg TV, de notícias, Pet Collective, para fãs de animais de estimação, MyTime Movie Network e Dark Matter, de filmes, e Nick Clássico, que inclui atrações infantis como “Kenan & Kel”, “Rugrats Crescidos” e outros sucessos dos anos 1990 e 2000. O TV Plus só estará disponível em TVs com o sistema operacional Tizen (normalmente lançadas depois de 2018) e é necessário que ela esteja conectada à internet. O aplicativo irá aparecer na interface do sistema Tizen, no hub de funções e aplicativos da plataforma. O Brasil é o 12º país a receber o serviço gratuito. “Sem assinaturas, sem taxas, sem cartões de crédito, apenas TV grátis”, diz a descrição do serviço no site oficial da empresa. “Nosso serviço de streaming trará constantemente novidades na grade de canais, sempre diversificando temas e formatos para a melhor experiência no entretenimento do usuário”, afirma, em nota, Aline Jabbour, diretora de desenvolvimento de negócios da América Latina na Samsung. Veja abaixo um rápido “surfe” pelos canais do serviço.
Lauren Cohan estrela clipe de música inédita de Tom Petty
A atriz Lauren Cohan (a Maggie de “The Walking Dead”) é a estrela do clipe de “Something Could Happen”, música inédita de Tom Petty (1950–2017), gravada em 1994, que foi recentemente resgatada na versão estendida do álbum “Wildflowers”, batizada de “Wildflorwers and All the Rest” e lançada em outubro passado. Originalmente, as sessões dos anos 1990 foram feitas para um álbum duplo, mas a gravadora pressionou por um disco simples. “Something Could Happen” foi cortada, junto com outras faixas que retornam agora. Um crime com música tão bonita. Dirigido por Warren Fu (de vários clipes do Daft Punk, The Killers e The 1975), o vídeo é um conto de fadas com efeitos visuais, em que Lauren interpreta uma mulher de coração partido que se muda para longe “para nunca mais amar”. Dias, meses e anos se passam, e ela começa a jogar fora tudo o que lhe prendia ao passado. Mas, eventualmente, decide voltar a tentar a sorte no amor, apenas para ficar desapontada. Ao mesmo tempo, os pertences que ela descartou lentamente ganham vida, fundindo-se para se tornar uma “pessoa”, com quem ela compartilha uma “última dança”, revivendo emoções antigas de memórias afetivas. Segundo o diretor, a “mensagem é que todas as nossas experiências, as boas, as más, as belas e as dolorosas nos tornam quem somos e devemos abraçá-las”. Fu também disse, em comunicado, que queria que o vídeo relembrasse alguns clipes clássicos de Petty, além de incluir alguns easter eggs, que podem ser facilmente reconhecidos pelos fã do cantor entre os pertences da personagem central. Além disso, a própria estrutura do clipe, que abre como um livro, é uma referência – claramente inspirada em “Into the Wide Open”.
Globo tira Zorra do ar sem direito a despedida
A rede Globo encerrou o humorístico “Zorra” sem direito a despedida. A última edição foi ao ar no sábado (6/12) e a produção foi interrompida nesta semana. O final do “Zorra” já estava previsto desde outubro, mas a data de exibição de seu último episódio não havia sido divulgada. Entre alguns dos atores, havia a expectativa de que a atração seguisse por mais duas semanas, porque o trabalho continuava. Há esquetes gravados que não chegaram a ser exibidos. A nova temporada contou com os reforços de Marisa Orth e Diogo Vilela, que ficaram no ar por apenas quatro meses. O programa era o mais simbólico da era de Marcius Melhem à frente do humor da Globo e o encerramento acontece após o mal-estar causado pela repercussão de uma reportagem da revista Piauí com relatos de assédio sexual e moral atribuídos ao ex-diretor da emissora. Mas “Zorra” não foi a única atração desenvolvida sob a supervisão de Melhem a ser cancelada. Todos os programas criados pelo ator e roteirista, como o “Fora de Hora”, a nova versão da “Escolinha do Professor Raimundo” e o quadro “Isso a Globo Não Mostra”, no “Fantástico”, foram cancelados pela Globo. Com o fim do “Zorra”, boa parte do elenco do programa será dispensado após o final deste ano. O “Altas Horas” assumirá o lugar da atração e passará a ir ao ar mais cedo a partir desta semana. Paralelamente, um novo humorístico vem sendo desenvolvido sob o comando de Antonio Prata. A estreia está prevista para maio.
OAB Mulher repudia postura de Marcius Melhem contra advogada de assediadas
A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) divulgou uma nota de repúdio ao ex-diretor do núcleo de Humor da Globo, Marcius Melhem, após declarações direcionadas à advogada Mayra Cotta, que defende um grupo que se apresenta como vítimas de assédio sexual e moral do comediante, entre elas, Dani Calabresa. Por meio de sua Comissão Nacional da Mulher Advogada (CNMA), a entidade criticou o que considerou como “ataques” por parte de Melhem. “Estou processando a advogada, dra. Mayra Cotta. Desde ontem entrei com um processo contra ela para que prove o que ela diz sobre mim, sobre as condutas violentas que ela diz que eu tive”, anunciou o ator na noite de sexta-feira (4/12). “A pessoa que acusa não pode escolher a pena do acusado. A pessoa que me acusa de assédio sexual não pode escolher que a minha pena é a execração pública e pronto. Isso é o fim do estado democrático de direito, o descrédito completo da Justiça”, prosseguiu. Em nota, a OAB afirmou: “A atuação profissional de toda a advocacia sofre uma grave violação de suas prerrogativas quando a advogada de uma mulher que denuncia o crime de assédio sexual sofre constrangimento em razão de atos praticados no exercício de sua atividade profissional”. “Não se pode admitir que a advogada, representando vítimas de assédio sexual e no pleno exercício de sua profissão, venha a sofrer ameaças e constrangimento. O direito de defesa dos acusados não pode significar a supressão ou ameaça ao direito de defesa das vítimas”, conclui. O comunicado ainda inclui uma declaração de Felipe Santa Cruz, atual presidente da OAB Nacional: “É inadmissível que o acusado tente intimidar a advogada da outra parte. A advogada tem a prerrogativa de representar e falar pelas clientes.” A advogada Ana Carolina Piovesana, que assumiu a defesa de Marcius Melhem em eventuais processos, também se manifestou, respondendo ao comunicado da OAB com uma nota. “A decisão de Marcius Melhem de judicializar a denúncia feita pela imprensa (sem processo) contra ele é a demonstração clara do seu respeito às pessoas envolvidas e ao Estado Democrático de Direito. Judicializar o debate é exercer o direito de defesa, consagrado na Constituição Federal”.
Diretor e elenco de Monster Hunter pedem desculpas por polêmica chinesa
O diretor de “Monster Hunter”, Paul W.S. Anderson, sua esposa Milla Jovovich, que estrela o longa, e o ator Jin Au-Yeung, responsável por uma frase polêmica no filme, iniciaram uma procissão de desculpas após uma cena do filme ser considerada racista pelo público chinês, a ponto de levar a produção a ser retirada dos cinemas da China. Em comunicado, Anderson afirmou: “Estou absolutamente devastado que uma frase do nosso filme, ‘Monster Hunter’, tenha ofendido parte do público na China. Me desculpo por qualquer ansiedade ou chateação que esse diálogo e sua interpretação causaram. ‘Monster Hunter’ foi feito para ser um entretenimento divertido e estou mortificado que qualquer coisa nele tenha resultado numa ofensa não intencional. Nós respeitosamente removemos a frase do filme. Nunca foi nossa intenção enviar uma mensagem de discriminação ou desrespeito para ninguém. Ao contrário: em seu coração, esse filme é sobre união”. Já o ator Jin Au-Yeung, também conhecido como MC Jin, postou um vídeo nas redes sociais comentando a piada, dita por seu personagem. “O filme ‘Monster Hunter’ foi lançado recentemente na China e tem acontecido muita controvérsia por conta de uma frase que meu personagem diz. É uma pena que isso tenha escalado para este nível, especialmente porque a cena era para ser edificante. Senti necessidade de falar sobre isso porque o que está em jogo não é a minha carreira, mas algo ainda mais importante para o meu coração – as minhas raízes. Passei os últimos 20 anos usando minha plataforma em prol da inclusão e para ser uma voz positiva na minha comunidade. Tenho e sempre terei orgulho das minhas origens. Aos meus fãs chineses, agradeço todo o apoio e compreensão durante este período”. Milla Jovovich comentou a mensagem de Jin, lamentando que ele tenha sentido “a necessidade de se desculpar”. “Você é incrível e sempre falou sobre o orgulho de sua origem chinesa. A frase que você improvisou no filme foi feita para lembrar as pessoas desse orgulho, não para insultar. Deveríamos ter pesquisado a origem histórica disso e essa culpa é 100% nossa, mas você não fez nada errado. Nenhum de nós jamais tinha ouvido essa referência dos joelhos. Você incluiu. Infelizmente foi um erro e a tradução chinesa não ajudou. Nós te adoramos, Jin, e estamos orgulhosos de termos trabalhado com você nesse projeto divertido e empolgante e espero que isso não o deixe triste. Foi nossa culpa não fazer nossa tarefa de encontrar a referência da 2ª Guerra que causou tudo isso. Nós te amamos, Jin”. O post da atriz praticamente empurra toda a responsabilidade para o ator e rapper asiático-americano, afirmando que o texto não estava no roteiro e foi inserido por Jin. A piada dura meros 10 segundos, fazendo um trocadilho com as palavras chinese (chinês) e knee (joelho). O problema teria sido cultural, porque existe uma rima racista de bullying sobre joelhos sujos de chineses e japoneses. Logo após a repercussão nas redes sociais, os cinemas receberam ordens do governo de tirar o filme de cartaz. A distribuidora correu para oferecer uma solução, com a produção de cópias sem a cena. Mas, num primeiro momento, não houve acordo. Em pouco tempo, a hashtag “Monster Hunter Insulta a China” viralizou na rede social Weibo, acompanhada de retórica inflamada. “Se não houver punição severa, no futuro outros que quiserem humilhar a China irão simplesmente humilhar a China, pensando que basta dar aos chineses uma versão sem os insultos que o resto do mundo vai ouvir”, escreveu um usuário. Logo, um meme fazendo a ligação entre joelhos gigantes de um policial americano fardado e a morte por asfixia de George Floyd, divulgado pela Liga da Juventude Comunista, passou a ser compartilhado em profusão. O filme estrelado por Milla Jovovich poderia ter liderado as bilheterias chinesas no fim de semana, pois faturou cerca de US$ 5,3 milhões na sexta-feira, mas desapareceu das telas em meio à polêmica. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por MC Jin (@iammcjin)
Cachê de Gal Gadot para apoiar streaming de Mulher-Maravilha 1984 irrita colegas
Os astros contratados pela Warner estão furiosos com o estúdio e morrendo de inveja de Gal Gadot. Uma reportagem publicada pelo jornal New York Times afirma que Gadot e a diretora Patty Jenkins receberam cada uma US$ 10 milhões do estúdio para aceitar e até elogiar a estreia simultânea de “Mulher-Maravilha 1984” na HBO Max e nos cinemas. De acordo com a reportagem, a Warner Bros. abordou as agências de talentos William Morris Endeavor e a Creative Artists, de Gadot e Jenkins, respectivamente, para colocá-las a par de seus planos para “Mulher-Maravilha 1984” e a HBO Max. As duas agências teriam questionado como suas artistas seriam compensadas pela mudança no tipo de lançamento. As negociações teriam levado ao acordo milionário com as duas, que desde então tem comentado favoravelmente a distribuição do filme em streaming. O problema é que a história vazou e deixou as agências de talentos de Hollywood em pé de guerra. As empresas que representam Denzel Washington, Margot Robbie, Will Smith, Keanu Reeves, Hugh Jackman e Angelina Jolie querem saber se terão o mesmo tratamento que Gadot e Jenkins, uma vez que projetos que os envolvem seguirão o mesmo modelo de distribuição híbrida, estreando simultaneamente no cinema e no streaming. Mas os atores não são os únicos incomodados. Os cineastas ficaram irritadíssimos, como demonstrou o diretor Christopher Nolan (“Tenet”) ao vociferar contra a HBO Max e a estratégia da companhia. A revista The Hollywood Reporter apurou que os diretores de “Duna” e “O Esquadrão Suicida”, respectivamente Denis Villeneuve e James Gunn, estariam muito insatisfeitos ao perceber que suas franquias podem ficar sem novos filmes. Villeneuve só teria topado fazer “Duna” porque Warner e Legendary aceitaram dividir o livro de Frank Herbert em duas produções. Seu longa é apenas a primeira parte da obra. Mas o mais irritado seria Jon M. Chu, que anteriormente tinha recusado ofertas da Netflix por defender que filmes devem ser vistos no cinema. Ele e o compositor Lin-Manuel Miranda dispensaram ofertas de streaming para colocar o musical “Em um Bairro de Nova York” nos cinemas. Ele teria dito a um associado que ficou “chocado” após ser informado da decisão da Warner. Para completar, começou a circular um rumor de boicote contra a Warner Bros. Ainda de acordo com o New York Times, o Sindicado dos Diretores dos EUA (DGU, na sigla em inglês) pode ser um aliado importante nesse movimento.












