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    Disney+ (Disney Plus) supera 70 milhões de assinantes antes da estreia no Brasil

    12 de novembro de 2020 /

    A cinco dias de sua inauguração no Brasil e no restante da América Latina, a Disney+ (Disney Plus) festeja a superação da marca de 70 milhões de assinantes mundiais. Chamando a plataforma de um “verdadeiro ponto brilhante” para os negócios da Disney, o CEO do conglomerado de entretenimento, Bob Chapek, destacou o sucesso do streaming em sua apresentação do desempenho da empresa para investidores nesta quinta (12/11). Com um total de 73,7 milhões de assinantes somados, a Disney+ (Disney Plus) superou em muito as projeções mais otimistas do estúdio. Vale lembrar que a meta da Disney era chegar a 60 milhões de assinantes em cinco anos. Tem 13 milhões a mais e nem completou inteiramente seu primeiro ano de atividades. O detalhe mais impressionante é que estes 13 milhões extras foram somados apenas nos últimos três meses, enquanto a projeção da Netflix para o mesmo período foi de 2,5 milhões de novos usuários. O grande atrativo da plataforma, que teve 10 milhões de inscrições nos EUA nas primeiras 24 horas de disponibilidade, é sua vasta biblioteca de programação, com muitas séries e filmes do catálogo da Disney, que só estão disponíveis no serviço. Mas ainda há pouco material criado exclusivamente para o streaming, o que chama atenção em sua comparação inevitável com a Netflix. Por enquanto, o maior atrativo é “The Mandalorian”, primeira série live-action derivada da saga “Star Wars”, e os filmes que a Disney redirecionou do cinema durante a pandemia, em especial “Mulan” e “Hamilton”. Outras produções badaladas, como séries derivadas dos filmes da Marvel, tiveram as gravações suspensas devido à crise sanitária mundial e só vão estrear em 2021. O fato é que a Disney+ (Disney Plus) se tornou mais que um “ponto brilhante”, mas o único ponto brilhante de todo o conglomerado Disney. Seu sucesso foi capaz de fazer subir as ações do estúdio em 5% nesta quinta, mesmo com perdas generalizadas em todas as outras áreas. A empresa está tomando um prejuízo estimado em US$ 6,9 bilhões na área que até então representava sua maior fonte de faturamento, os parques temáticos. Fechados ou com grandes limitações de funcionamento, os parques puxam a maior quantidade de demissões na Disney. Nada menos que 28 mil funcionários do setor já foram demitidos e mais cortes devem ser anunciados diante da falta de atividades da Disneylândia na Califórnia. Mas Chapek, que veio do comando dos parques para a chefia de todo o conglomerado, prefere destacar a capacidade demonstrada pela Disney para crescer diante das adversidades. “Mesmo com a interrupção causada pelo covid-19, fomos capazes de administrar nossos negócios de maneira eficaz e, ao mesmo tempo, tomar medidas ousadas e deliberadas para posicionar nossa empresa para um maior crescimento de longo prazo”, ele disse em um comunicado que acompanhou os números do trimestres. Apesar do otimismo, os números não favorecem o discurso de sucesso, porque o streaming é um negócio que ainda funciona no vermelho. A própria Disney espera que seu investimento na plataforma só comece a dar retorno em 2024. Mas o ritmo de crescimento pode adiantar esse prazo. A Disney planeja revelar mais detalhes sobre a reorganização de seus negócios e como pretende priorizar, impulsionar e investir em seu projeto de streaming em 10 de dezembro, data em que marcou um “Dia do Investidor”. A empresa também tende a usar esse evento para revelar novos detalhes de seu vindouro serviço de streaming internacional, que deverá ter a marca Star – a mesma de uma rede indiana que a Disney adquiriu da Fox.

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  • Série

    Chicago Fire paralisa gravações após testes positivos de covid-19

    12 de novembro de 2020 /

    A produção de “Chicago Fire” se tornou a mais recente a ter suas gravações paralisadas pela pandemia de coronavírus. Segundo a Deadline, diversos integrantes da equipe da atração tiveram resultado positivo para os testes de Covid-19, durante a triagem diária que faz parte do protocolo de segurança dos trabalhos. O site apurou que, embora os produtores não tenham revelado os nomes dos infectados, os membros da equipe que foram diagnosticados com o vírus parecem ter contato próximo com o elenco. Deste modo, todas as gravações de “Chicago Fire” estão suspensas por 14 dias, período em toda a equipe e elenco ficarão em quarentena, seguindo as regras de proteção contra a pandemia. A paralisação foi decretada no domingo (8/11) e a nova temporada da atração estreou na quarta (11/11) nos EUA. Ainda não há notícias sobre se a pausa forçada afetará a exibição dos próximos episódios. A série produzida por Dick Wolf é transmitida no Brasil pelo canal pago Universal.

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  • Série

    American Horror Stories: Nova série de terror ganha primeiro pôster

    12 de novembro de 2020 /

    Depois de compartilhar o cartaz da 10ª temporada de “American Horror Story”, o produtor Ryan Murphy divulgou em seu Instagram o pôster da 1ª temporada de “American Horror Stories”. A nova série tem um título no plural, mas a diferença entre as duas produções é menos sutil. O derivado também é uma série de terror em formato de antologia, contudo, em vez de contar apenas uma história por temporada, terá histórias diferentes e completas em cada um de seus episódios. Daí, o “Stories”. O pôster não revela a data de estreia, trazendo uma arte de horror com o logotipo da série e do canal FX. Apesar de destacar o FX, a produção não deve ser lançada na TV paga, mas em streaming, dentro da aba do FX na plataforma Hulu – batizada de FX on Hulu. Ainda não foram disponibilizadas outras informações, como elenco, equipe e tramas da nova série, muito menos previsão para seu lançamento. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Ryan Murphy (@mrrpmurphy)

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  • Filme

    David Fincher revela contrato de exclusividade com a Netflix

    12 de novembro de 2020 /

    Durante a divulgação de seu novo filme “Mank”, que chega na Netflix em três semanas, o diretor David Fincher revelou que assinou um contrato de exclusividade com a plataforma de streaming para os próximos quatro anos. Sem divulgar detalhes de futuros lançamentos, o cineasta disse que os próximos projetos dependerão do desempenho de “Mank” “Dependendo da recepção, ou eu vou vê-los timidamente para perguntar o que posso fazer para me redimir, ou tomar a atitude arrogante de fazer mais filmes em preto e branco”, brincou o diretor, em entrevista à revista francesa Première. “Não, eu estou aqui para entregar conteúdo, não importa o que seja. Provavelmente atrair um público da minha pequena esfera de influência”. Fincher tem uma parceria antiga com a Netflix, tendo dirigido e produzido a primeira série premiada da plataforma, “House of Cards”. Ele também desenvolveu “Mindhunter” e produz “Love, Death & Robots”. Mas “Mank” é seu primeiro longa-metragem na plataforma. “Mank” é a cinebiografia do roteirista Herman J. Mankiewicz e aborda os bastidores das filmagens de “Cidadão Kane”, lançado em 1941. O personagem-título é vivido por Gary Oldman, vencedor do Oscar por “O Destino de uma Nação” (2017), e o elenco grandioso ainda inclui Tom Burke (“Strike”) como Orson Welles, Charles Dance (“Game of Thrones”) no papel do magnata William Randolph Hearst, Arliss Howard (“True Blood”) como o produtor Louis B. Mayer (o segundo M da MGM), Lily Collins (“Simplesmente Acontece”) como a secretária Rita Alexander, Amanda Seyfried (“Mamma Mia!”) como a atriz Marion Davis, Tuppence Middleton (“Sense8”) como Sara Mankiewicz, a jovem esposa (com 21 anos na época de “Cidadão Kane”) de Mank, além de Toby Leonard Moore (“Billions”) e Ferdinand Kinsley (“Vitória: A Vida de uma Rainha”) como os famosos produtores David O. Selznick e Irving Thalberg, respectivamente. As histórias sobre os bastidores de “Cidadão Kane” são lendárias, porque o filme de Orson Welles era baseada na figura real do magnata da imprensa William Randolph Hearst, um verdadeiro tirano, que tentou de tudo para impedir o lançamento do filme e não parou até sabotar a carreira do diretor, publicando calúnias e espalhando rumores de que ele era comunista, ao mesmo tempo em que manteve Hollywood acuada com ataques contra o excesso de imigrantes (judeus) que empregava. O filme é um projeto pessoal de Fincher. O roteiro foi escrito por seu pai, o jornalista Jack Fincher, que faleceu em 2002. Foi para fazer justiça ao projeto original que o diretor fechou com a Netflix, porque nenhum estúdio tradicional aceitou bancar as filmagens caras do longa com uma fotografia em preto e branco. Por outro lado, a Netflix já tinha investido em “Roma”, drama em preto e branco – e ainda por cima falado em espanhol – de Alfonso Cuarón, que acabou se provando um sucesso no streaming e ainda ganhou três Oscars. A estreia está marcada para 4 de dezembro.

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  • Filme

    Kate Winslet supera fôlego recorde de Tom Cruise em cena submersa

    12 de novembro de 2020 /

    A atriz Kate Winslet bateu um recorde que pertencia a Tom Cruise. Durante a produção de “Avatar 2”, ela chegou a passar mais de 7 minutos sob água para uma cena submersa, superando os 6 minutos e meio das filmagens de Cruise em “Missão: Impossível – Nação Secreta” (2015). Winslet ficou exatamente 7 minutos e 14 segundos submersa, precisando prender a respiração. “Foi brilhante, estou muito orgulhosa de mim mesma, e eu provavelmente nunca mais vou conseguir fazer isso. Aconteceu depois de quatro semanas de treinamento intenso e foi num tanque de mergulho. Mas eu amei”. Uma imagem de Winslet submersa foi compartilhada pelo produtor Jon Landau em outubro, mas só agora a cronometragem foi comparada ao recorde do ator que adora fazer o impossível. Sobre seu personagem, que é novidade na franquia, a atriz contou apenas que interpreta “uma pessoa da água”. Recentemente, o diretor James Cameron revelou que já terminou as filmagens de “Avatar 2” e estaria perto de encerrar “Avatar 3”. Os dois filmes foram rodados simultaneamente para economizar as despesas de orçamento e o tempo de produção. Apesar disso, o trabalho ainda está muito longe de acabar, já que a franquia depende de muitos efeitos visuais, criados na pós-produção. Não por caso, a Disney adiou o lançamento de “Avatar 2” para dezembro de 2022. Isto permite mais de dois anos para aperfeiçoar o visual, com um hiato de mais um par de anos até o lançamento de “Avatar 3”, em dezembro de 2024.

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  • Série

    A Desordem que Ficou: Nova série do criador de Elite ganha trailer

    12 de novembro de 2020 /

    A Netflix divulgou os pôsteres, as fotos e o trailer legendado de “A Desordem que Ficou”, nova produção espanhola de Carlos Montero, cocriador de “Elite”, que também se passa no universo escolar e inclui em seu elenco um dos alunos do colégio Las Encinas. A minissérie de suspense acompanha uma professora, vivida por Inma Cuesta (“Todos Já Sabem”), que chega a uma nova cidade para substituir uma mulher que morreu sob circunstâncias suspeitas. Ao ver sua vida ameaçada na escola, ela resolve desvendar o que levou a antiga professor a supostamente se matar. A trama é inspirada num livro de mesmo nome, escrito pelo próprio Montero, e também conta com Bárbara Lennie (“Todos Já Sabem”), Roberto Enríquez (“Vis a Vis”), Tamar Novas (“Alto Mar”) e Arón Piper (o Ander de “Elite”). A estreia está marcada para 11 de dezembro.

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  • Série

    Pennyworth: Trailer da 2ª temporada destaca muita ação e novos personagens

    12 de novembro de 2020 /

    O canal pago americano Epix divulgou o trailer da 2ª temporada de “Pennyworth”, repleto de ação. Criada por Bruno Heller e Danny Cannon, respectivamente criador e produtor de “Gotham”, a série se passa na Inglaterra durante os anos 1960, época da juventude de Alfred Pennyworth (interpretado por Jack Bannon) e mostra como ele se envolveu com Thomas Wayne (Ben Aldridge) e Martha Kane (Emma Paetz), os futuros pais de Batman. A 2ª temporada começa um ano após os eventos explosivos dos primeiros episódios, com a Inglaterra envolvida em uma guerra civil devastadora, graças a uma organização neofacista poderosa, que ameaça controlar todo o país, cabendo a Alfred usar seus anos de experiência no Exército Britânico e seu treinamento com a tropa de elite SAS para liderar a resistência. Infelizmente, os novos episódios não contarão com Emma Corrin como Esmé, o amor da juventude de Alfred. A atriz virou a Princesa Diana da 4ª temporada de “The Crown”. Em compensação, o elenco será reforçado por Jessica de Gouw (a Caçadora do Arrowverso) como Melanie Troy, esposa do ex-capitão de Alfred no SAS, e Simon Manyonda (“His Dark Materials”) no papel de Lucius Fox, que nesta fase é apenas um jovem cientista. O segundo ano de “Pennyworth” estreia em 13 de dezembro nos EUA. A série é disponibilizada no Brasil pela plataforma Starz Play.

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  • Etc,  TV

    Luana Piovani vence processo contra Pânico na Band em segunda instância

    12 de novembro de 2020 /

    Luana Piovani venceu em segunda instância o processo que moveu contra a rede Bandeirantes, o programa e humoristas do “Pânico na Band”. O Tribunal de Justiça de São Paulo concluiu que houve uso indevido da imagem da atriz e os réus foram condenadas a pagar, solidariamente, indenização de R$ 100 mil. A defesa dos condenados, que incluem os humoristas Rodrigo Scarpa (Vesgo) e Marcelo Picón (Bolinha), o apresentador Emilio Surita e o ex-diretor Alan Rapp, informou que recorrerá, novamente, da decisão. A atriz processou o programa após ser importunada na praia do Leblon, no Rio de Janeiro, quando estava descansando com o marido Pedro Scooby. O humorista Rodrigo Vesgo recebeu a missão entregar um buquê de flores ao casal na areia. Mas a atriz não gostou e pediu para Vesgo sair. Em vez disso, o programa focou Luana por vários minutos, exibido o resultado de forma não lisonjeira em 3 de agosto de 2014. “Foram 14 minutos de programa depreciando a imagem da Luana. [A imagem dela] não foi para uso jornalístico. Ela estava trabalhando na Globo. Não tinha contrato com o ‘Pânico’. Essa nova condenação contra o Pânico é mais uma em meio a dezenas de outras em que o Judiciário pune o uso comercial da imagem e nome das pessoas famosas sem autorização”, declarou ao UOL o advogado da atriz, Ricardo Brajterman. Apesar da vitória em segunda instância, a Justiça acabou quebrando o galho dos integrantes do programa, ao baixar dramaticamente os valores da condenação original. Em primeira instância, os réus haviam sido condenados a pagar R$ 300 mil. Mas o advogado dos integrantes do Pânico, Sylvio Guerra, não quer pagar nada e informou que recorrerá ao STJ (Superior Tribunal de Justiça). A indenização não se deve à ofensa moral, que foi indeferida, mas à exploração indevida da imagem de Piovani pelo “Pânico na Band”. “A decisão foi reformada [de R$ 300 mil para R$ 100 mil] porque a Justiça concluiu que não houve dano moral. Caíram por terra várias coisas que ela queria. Ficou provado que não houve ofensa. A indenização foi somente por não ter pedido autorização a ela, o que ela logicamente não aceitaria. A sentença inicial ficou fragilizada e acreditamos que será reformada novamente”, declarou Guerra ao UOL.

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  • Filme

    A Garota Invisível: Filme estrelado por Sophia Valverde ganha trailer

    12 de novembro de 2020 /

    A Santa Rita Filmes divulgou o pôster e o trailer de “A Garota Invisível”, primeiro filme protagonizado por Sophia Valverde, a Poliana de “As Aventuras de Poliana”. Ela já tinha aparecido antes no cinema, como coadjuvante de “Como Nossos Pais” (2017), mas sua estreia como protagonista vai acontecer apenas em locação digital. A prévia, inclusive, revela várias cenas que refletem o isolamento social causado pela pandemia de coronavírus, com gravações à distância, utilizando ligações de celular e computador como conexões. Com poucas externas, é uma produção bem barata. O vídeo também é cheio de cenas já vistas em diversos filmes, apresentando uma história típica de comédias de adolescentes de Hollywood, de “A Garota de Rosa Schocking” (1986) a “Para Todos os Garotos que Já Amei” (2018). Na trama, Sophia vive a “garota invisível”, que não é a filha do Homem Invisível, apenas uma garota que ninguém nota na escola, exceto seu melhor amigo – que ela tampouco repara como ele gostaria. Um dia, vaza na internet um vídeo em que ela se declara para o garoto mais popular do colégio. Mas em vez de passar vergonha, ela se dá bem. O garoto a convida para sair, deixando a ex-namorada dele furiosa e o melhor amigo dela enciumado. O filme é dirigido por Maurício Eça (dos filmes “Carrossel”) e também inclui outros teens do SBT, como Matheus Ueta (“Carrossel”), Mharessa Fernanda (“Cúmplices de um Resgate”), Bia Jordão (“Cúmplices de um Resgate”) e Kaik Pereira (“Chiquititas”), além de Bianca Paiva (“Escola de Gênios”) e os mais novatos Clarinha Jordão e Guilherme Brumatti, intérprete do galã. “A Garota Invisível” vai estrear em 22 de dezembro nas plataformas iTunes/Apple TV, Google Play, Now, Sky Play, Vivo Play e YouTube Filmes. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por S A N T A R I T A Filmes (@santaritafilmes)

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  • Série

    WandaVision ganha data de estreia em janeiro na Disney+ (Disney Plus)

    12 de novembro de 2020 /

    Contrariando especulações e expectativas, a Disney+ (Disney Plus) não vai lançar séries da Marvel neste ano. Com um post no Instagram, a Marvel anunciou a estreia de “WandaVision”, sua primeira série produzida para a plataforma de streaming, no dia 15 de janeiro. A produção é a mais aguardada do Disney+ (Disney Plus). Quando seu trailer foi lançado em setembro, teve 53 milhões de visualizações multiplataforma em seu primeiro dia, tornando-se a prévia de série mais vista em 24 horas de todos os tempos. Com o adiamento do filme da “Viúva Negra”, “WandaVision” ganhou status de “blockbuster” de streaming, assumindo também a responsabilidade de lançar a quarta fase do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel, na sigla em inglês). A razão para isto é que será a primeira série produzida pela Marvel Studios, a empresa cinematográfica da Marvel – as anteriores eram feitas pela Marvel Television – , e terá ligação direta com os lançamentos de cinema da empresa, tanto passados quanto futuros. “WandaVision” é estrelada pelos intérpretes dos personagens Wanda (a Feiticeira Escarlate) e Visão nos filmes dos Vingadores, Elizabeth Olsen e Paul Bettany, e foi desenvolvida por Jac Schaeffer, a roteirista do vindouro filme solo da “Viúva Negra”. O elenco também trará de volta Kat Dennings e Randall Park a seus papéis do MCU, respectivamente como Darcy Lewis (vista em “Thor” e “Thor: O Mundo Sombrio”) e o agente Jimmy Woo (“Homem-Formiga e a Vespa”). Além disso, Teyonah Parris (da série “Cara Gente Branca”) aparecerá como Monica Rambeau, que foi introduzida ainda criança em “Capitã Marvel” (passado em 1995), e Kathryn Hahn (“Perfeita é a Mãe!”) está escalada como “uma vizinha barulhenta”. O nome da personagem da atriz não foi revelado, porque, se por acaso fosse Agatha Harkness, confirmaria a trama que muitos imaginam. A trama é envolvida em mistério, mas a primeira prévia rendeu muita discussão online por mostrar a metamorfose ambulante criada por Wanda para sua vida “doméstica” ao lado do androide Visão, como pais suburbanos de um par de gêmeos. A atração foi apresentada como uma sitcom clássica em preto e branco e evoluiu para uma comédia teen dos anos 1990, sem esquecer de evocar as produções de super-heróis mais recentes. Não faltaram sequer cenas de Wanda e Visão com seus trajes clássicos dos quadrinhos, mas em versão caseira. Durante sua participação na CCXP 2019, Kevin Feige, o chefão da Marvel Studios, adiantou que a série dará oportunidade para o público “ver mais do que Wanda é capaz de fazer, e mais do que faz o Visão ser o Visão”, e confirmou que “WandaVision” vai “revelar um nome que acho que ainda não falamos no MCU, mas que damos importância na série, que é o fato de Wanda ser a Feiticeira Escarlate, e o que isso significa”. Nunca é demais lembrar também que o Visão morreu em “Vingadores: Guerra Infinita” e, aparentemente, não foi restaurado em “Vingadores: Ultimato”. Ver essa foto no Instagram A new era arrives. Marvel Studios’ #WandaVision, an Original Series, is streaming January 15 on #DisneyPlus. Uma publicação compartilhada por Marvel Entertainment (@marvel) em 12 de Nov, 2020 às 9:00 PST

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  • Etc,  Filme

    Nelly Kaplan (1931 – 2020)

    12 de novembro de 2020 /

    A cineasta e escritora franco-argentina Nelly Kaplan, que levou surrealismo e sexualidade à nouvelle vague, faleceu nesta quinta (12/11) aos 89 anos, vítima da covid-19, em um hospital de Genebra. Kaplan tinha viajado à Suíça para acompanhar seu companheiro, o ator e produtor Claude Makowski, que faleceu em agosto em consequência do mal de Parkinson. Desde então, permanecia em uma casa de repouso no país, onde contraiu o coronavírus. Nascida em Buenos Aires em 1931, numa família de judeus russos, ela se mudou para a França aos 22 anos, onde começou a colaborar com o famoso e veterano diretor Abel Gance (“Napoleon”). Ela foi assistente de Gance em vários projetos, incluindo “Austerlitz” (1960), e também o transformou em tema de um de seus primeiros filmes, um curta documental de 1963, além de um programa de TV em 1984. Ela fez uma série de curtas documentais sobre artistas renomados nos anos 1960, chegando a ganhar um prêmio no Festival de Veneza por “Le Regard Picasso” (1967), sobre Pablo Picasso. Paralelamente, começou a escrever ficções eróticas “anarco-feministas”, inicialmente sob pseudônimo, e que causaram tanto alvoroço que acabaram censuradas. Também desenvolveu trabalhos de jornalismo, crítica e teoria do cinema, enquanto a nouvelle vague começava a sacudir o cinema francês. Mas embora seus filmes se encaixassem confortavelmente nos parâmetros do movimento – são engraçados, sexy e politizados – , ela sempre adicionou um toque de surrealismo que os diferenciava. Kaplan ficou famosa com “A Noiva do Pirata”, exibido no Festival de Veneza de 1969. Cult idolatrado pelos cinéfilos de todo mundo, seu primeiro longa estabeleceu sua ambição como diretora e continua, ainda hoje, a ser o filme pelo qual é mais lembrada. A “história de uma bruxa dos tempos modernos”, nas palavras da realizadora, trazia Bernadette Lafont no papel de uma órfã que se vinga da aldeia mesquinha onde sua mãe foi explorada. O filme foi quase banido dos cinemas porque a personagem principal – uma prostituta empoderada – não era punida por suas escolhas. A própria Kaplan lutou contra os censores e acabou aceitando uma classificação para maiores de 18 anos que permitiu que a produção fosse lançada. Sua filmografia cresceu com “Papa les P’tits Bateaux” (1971), “Néa” (1976), “Charles e Lucie” (1979), “Plaisir d’amour” (1991), e o telefilme “Pattes de Velours” (1987). À exceção da comédia de 1979, eram celebrações da sensualidade feminina. Ela também escreveu roteiros para vários projetos do cineasta Jean Chapot (1930–1998), encerrando a carreira com uma minissérie póstuma do diretor, em 1999. Amante de escritores, como o surrealista André Breton, a cineasta teve em Claude Makowski um companheiro para toda a vida. Cinéfilo militante, ele ajudou a escrever, produziu e atuou na maioria de seus filmes, desde o célebre “A Noiva do Pirata”. Nelly Kaplan morreu três meses depois de seu funeral.

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  • Música

    Ludmilla vai da ostentação à ganância em clipe com rainhas do funk carioca

    12 de novembro de 2020 /

    Ludmilla lançou novo clipe, “Rainha da Favela”, em ritmo de ostentação. Ela tem seu próprio refrigerante, avião particular e até uma corte de rainhas do funk, e para não deixar dúvidas de que está podendo, aparece literalmente vestida de dinheiro. “Rainha da Favela” também fatura enquanto destaca o faturamento da cantora, exibindo marcas e produtos. Se a propaganda da Nike é subliminar e integrada, a da LG é constrangedoramente escancarada e implode qualquer ambição criativa do vídeo para transformá-lo num mero comercial de produtos aleatórios. Da ostentação para a ganância é um pulo. E é significativo que até as cenas quentes da funkeira e sua esposa, Brunna Gonçalves, sensualizando em uma cama, também incluam verdinhas. São outras as verdinhas que Ludmilla celebra agora. Curiosamente, o vídeo poderia ter outro rumo, ao exaltar não o dinheiro a qualquer preço, mas a sororidade do funk. Entre notas verdes e notas fiscais de anunciantes, o clipe gravado por Felipe Sassi na Rocinha também destaca as rainhas pioneiras do funk, como Tati Quebra Barraco, Valesca Popozuda, MC Kátia A Fiel e MC Carol de Niterói, num banquete de frango assado e farofa regado por refri de marca diabo. O que é bem mais artístico, autêntico e oposto completo de uma coreografia bancada pela Nike.

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  • Filme

    Filmes brasileiros são destaques da semana nos cinemas

    12 de novembro de 2020 /

    Os cinemas já reabriram no Brasil, mas o entusiasmo causado por “Tenet” já começa a dar lugar à nova realidade de lançamentos, que transforma títulos de circuito limitado nas únicas alternativas de projeção. Como os estúdios de Hollywood desistiram de lançar blockbusters durante a pandemia, a programação desta quinta (12/11) tem predomínio de filmes brasileiros, terrores fracos e títulos de festivais europeus. Veja abaixo como é o “novo normal” das estreias cinematográficas no país. A Febre | Brasil | 2019 Exibido pela primeira vez há 15 meses, no Festival Internacional de Locarno, na Suíça, quando Regis Myrupu conquistou o prêmio de Melhor Ator, “A Febre” é o longa de estreia da jovem cineasta Maya Da-Rin e também foi premiado nos festivais de Biarritz (França), IndieLisboa (Portugal), Lima (Peru), Chicago (EUA), Punta del Este (Uruguai), Pingyao (China), Rio e Brasília. Alinhado à tendência do realismo mágico sul-americano, o filme acompanha Justino (Myrupu), um indígena do povo Desana que trabalha como vigia em um porto de cargas e vive na periferia de Manaus. Muito branco para sua tribo, muito índio para os brancos, desde a morte da sua esposa, Justino só tem a companhia da filha Vanessa, que está de partida para estudar Medicina em Brasília. Mas com a expectativa de ficar sozinho, ele é tomado por uma febre forte e passa a acreditar que uma criatura misteriosa segue seus passos. Durante o dia, ele luta para se manter acordado no trabalho. O drama acerca das pressões da vida urbana transforma-se no mínimo num filme incomum. Boca de Ouro | Brasil | 2019 A nova adaptação da peça de Nelson Rodrigues, originalmente filmada em 1963 por Nelson Pereira dos Santos, tem direção de Daniel Filho, que curiosamente participou do filme original como ator. Ex-diretor mais requisitado das novelas da Globo, Daniel Filho também assinou alguns dos filmes mais bem-sucedidos dos últimos tempos, como “Se Eu Fosse Você” (2006) e “Chico Xavier” (2010), que lançaram tendências – besteirol Sessão da Tarde e cinema espírita, respectivamente. Mas aqui opta por uma abordagem mais violenta e perturbadora que o habitual, fazendo justiça à obra original. A trama gira em torno do bicheiro Boca de Ouro, nascido em uma gafieira e abandonado pela mãe numa pia de banheiro. Sua história da vida chama atenção do repórter Caveirinha, que decide entrevistar a ex-amante do bicheiro, que lhe conta três versões diferentes da vida do marginal. Os personagens principais são vividos por Marcos Palmeira (“A Divisão”), Silvio Guindane (“Bom Dia, Verônica”) e Malu Mader (“Haja Coração”). Alice & Só | Brasil | 2019 O primeiro filme do diretor Daniel Lieff (da série “1 Contra Todos”) destaca o contraste entre músicos de gerações distintas. Bruna Linzmeyer (“O Filme da Minha Vida”) vive a Alice do título, uma jovem apaixonada por música, que forma uma banda com seu melhor amigo(Johnny Massaro) e parte em busca do sucesso em uma viagem de carro para tocar no maior festival de covers do mundo. Ao longo da viagem, os dois jovens, acompanhados por um roqueiro veterano (Felipe Camargo), vivem aventuras, descobertas e uma típica Sessão da Tarde. Monos – Entre o Céu e o Inferno | Colômbia | 2019 Vencedor do Festival de Londres, o filme do colombiano Alejandro Landes acompanha oito “soldados” adolescentes numa selva, que têm a missão de cuidar de uma refém norte-americana (Julianne Nicholson, de “Aliança do Crime”), sequestrada por sua organização terrorista. Na sua rotina, os jovens guerrilheiros passam por treinos rigorosos, mas também se divertem e vivem descobertas sexuais. Após uma noite de farra acabar em tragédia, eles sofrem uma emboscada e a refém acredita que esta é a sua grande chance de fugir. A trama evoca a mesma visão pessimista da juventude vislumbrada no clássico “O Senhor das Moscas”. Quarto 212 | França | 2019 O novo filme de Christophe Honoré rendeu o prêmio de Melhor Atriz à Chiara Mastroianni (a filha dos lendários Catherine Deneuve e Marcello Mastroianni) na mostra Um Certo Olhar do Festival de Cannes. A parceria entre os dois vem desde “Canções de Amor” (2007) e desta vez inclui o marido da estrela, Benjamin Biolay – e ainda lembra um clássico do Mastroianni pai, “Esposamante” (1977). Na trama, marido e mulher da vida real interpretam um casal que se separa após 20 anos. A mulher, que sempre foi infiel, resolve se mudar para um hotel do outro lado da rua, mas ao observar seu apartamento e seu marido, fica sem saber se tomou a decisão certa. O 3º Andar – Terror na Rua Malasana | Espanha | 2020 A produção espanhola traça paralelos entre o terror sobrenatural e a turbulência da ditadura do general Franco e seus dogmas conservadores, seguindo tendência aberta por “O Labirinto do Fauno” (2006) e “Verônica: Jogo Sobrenatural” (2017). A história apresenta uma família humilde que sai de seu vilarejo para morar num apartamento espaçoso no centro de Madri, sem saber que o local foi palco de assassinatos. Mas se o tema de fundo é um pouco mais desenvolvido que o habitual, os sustos não vão além dos estereótipos das casas mal-assombradas. Possessão: O Último Estágio | Israel, EUA | 2020 Terror convencional de exorcismo feito com baixo orçamento para o mercado de DVD por um diretor que nunca fez um filme capaz de ser considerado minimamente medíocre. A novidade desta oitava tentativa é que Pearry Reginald Teo finalmente conseguiu chegar aos cinemas brasileiros. Mais impressionante ainda: com direito a “pré-estreia”, em sessões pagas convencionais, que começaram uma semana antes da data oficial da “estreia”. Casa | Brasil | 2020 Documentário da diretora Letícia Simões, que mostra situações corriqueiras para refletir a culpa pelo distanciamento de dez anos longe de sua mãe, que, por sua vez, encara sua própria culpa pela decisão de colocar a mãe dela num asilo de idosos.

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