PIPOCAMODERNA
Pipoca Moderna
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc

Nenhum widget encontrado na barra lateral Alt!

  • Filme

    Festival de Sitges vai homenagear José Mojica Marins

    2 de setembro de 2020 /

    O Festival de Sitges, um dos eventos mais tradicionais dedicados ao cinema de terror e fantasia, que acontece anualmente desde 1968 na Espanha, vai prestar uma homenagem à carreira do cineasta José Mojica Marins, criador do personagem Zé do Caixão. Em sua edição de 2020, marcada para acontecer entre 8 a 18 de outubro, o festival projetará o primeiro longa de Zé do Caixão, “À Meia-Noite Levarei Sua Alma”, lançado em 1964, além de exibir o documentário “Maldito – O Estranho Mundo de José Mojica Marins”, de André Barcinski e Ivan Finotti, e o curta “O Universo de Mojica Marins”, de Ivan Cardoso. Ator, diretor, roteirista e personagem de si mesmo, José Mojica Marins já foi premiado no festival espanhol. Ele venceu a competição de Stiges com “Encarnação do Demônio”, filme que encerrou a trilogia central do personagem Zé do Caixão. Marins morreu no dia 19 de fevereiro passado, aos 83 anos, devido a uma broncopneumonia.

    Leia mais
  • Etc

    Amazon Prime Video passa a oferecer mais cinco canais de streaming

    2 de setembro de 2020 /

    Além da Globoplay, a Amazon também está lançando um pacote com opções de canais por streaming nesta semana. O Amazon Prime Video Channels é um serviço que oferece aos usuários do Prime Video a possibilidade de assinar outros serviços dentro da própria plataforma. O lançamento, feito nesta quinta (2/9), oferece cinco novas opções: Starzplay, MGM, Looke, Paramount+ e Noggin, que podem ser contratadas individualmente, a preços que variam de R$ 19,90 a R$ 9,50 por mês. Com isso, a Amazon repete o que já faz em território norte-americano. Por lá, até produções da HBO podem ser vistas pelo Prime Video, o que por enquanto não é possível para o cliente brasileiro. Para quem não conhece, três dos novos “canais” oferecidos pela Amazon já são disponibilizados de forma individual há algum tempo. A Paramount+ (R$ 19,90/mês), serviço nacional da ViacomCBS, oferece séries como “Handmaid’s Tale”, “Yellowstone”, “Schitt’s Creek” e “Pen15, num catálogo com mais de 2 mil títulos, em que ainda constam filmes da Paramount Pictures e atrações da MTV (como “De Férias com o Ex”) e da Nickelodeon (“Bob Esponja”, “Tartarugas Ninja”, etc). O Starzplay (R$14,90/mês), versão digital do canal pago americano Starz (da Lionsgate), tem séries adultas como “The Great”, “P-Valley”, “Normal People”, “Power” e “The Girlfriend Experience”. O streaming brasileiro Looke (R$ 16,90/mês) oferece basicamente VOD (locação digital de filmes), mas também tem um serviço de assinatura para cinéfilos, com um vasto catálogo de cerca de 6 mil títulos. Já o inédito MGM (R$ 14,90) reúne clássicos do cinema do tradicional estúdio de Hollywood, num conteúdo que abrange desde “Legalmente Loira” (2001) até “Cantando na Chuva” (1952), enquanto a outra novidade, o Noggin (R$ 9,50/mês) tem atrações infantis do Nick Jr., como “Dora, a Aventureira” e “Os Anjinhos”. Por oferecer os canais individualmente, o Amazon Prime Video Channels difere do serviço lançado pelo Globoplay. Chamado de Globoplay + Canais Ao Vivo, o serviço reúne os canais da Globosat, a maior programadora da TV paga no Brasil, a um preço fixo. Por R$ 49,90/mês, os assinantes podem assistir ao conteúdo de canais como Multishow, SporTV, Universal, GloboNews e GNT. A ideia de juntar streamings diferentes em uma única plataforma lembra o pacote dos serviços de TV paga. Mas se a oferta de diferentes opções num único endereço/aplicativo facilita a vida do usuário, ainda falta à iniciativa digital outro atrativo da TV paga: oferecer descontos para quem incluir mais canais. Nos EUA, a Disney levou adiante essa ideia, ao oferecer um combo com Disney+ (Disney Plus), Hulu e ESPN a preço mais baixo que cada serviço individual. Este parece ser o futuro da “nova TV”.

    Leia mais
  • Série

    Criador de Riverdale desenvolve reboot de Pretty Little Liars

    2 de setembro de 2020 /

    A Warner está planejando reviver “Pretty Little Liars”. O site The Hollywood Reporter apurou que o criador de “Riverdale”, Roberto Aguirre-Sacasa, começou a desenvolver um reboot da série, apenas três anos após o final da produção original. Segundo o THR, o projeto contará uma nova história com novos personagens. Não está claro se a trama vai se passar no mesmo universo da série exibida no canal pago Freeform ou se aproveitará apenas a premissa e o título. Embora a versão televisiva tenha sido criada em 2010 por I. Marlene King, “Pretty Little Liars” é, na verdade, inspirada numa coleção literária da escritora Sara Shepard. A trama original é diferente, mas mantém doses similares de absurdos, com direito a uma irmã gêmea malévola no papel secreto da grande vilã da saga. O projeto ainda não foi oferecido ao mercado, mas o THR sugere que o serviço de streaming HBO Max, da própria Warner, é considerado o destino potencial para a série. A produtora I. Marlene King já tinha tentado emplacar dois spin-offs de “Pretty Little Liars”, “Ravenswood” (2013) e “The Perfectionists” (2019), mas ambos foram cancelados após a 1ª temporada, sem repetir a mesma audiência. O grande sucesso da série original ajudou a estabelecer a carreira de membros do elenco, especialmente do quarteto formado por Lucy Hale, Troian Bellisario, Ashley Benson e Shay Mitchell, intérpretes das mentirosinhas do título.

    Leia mais
  • Etc

    Amber Heard processa Johnny Depp em US$ 100 milhões por “campanha de difamação”

    2 de setembro de 2020 /

    A atriz Amber Heard resolveu contra-atacar os processos movidos por Johnny Depp, acusando-o de iniciar uma “campanha de difamação” contra ela. De acordo com documentos obtidos pela revista People, a atriz cobra US$ 100 milhões do ex-marido em sua ação. “Este fluxo de acusações falsas e difamatórias contra a Sra. Heard é uma tentativa de arruinar sua vida e carreira, simplesmente porque ela foi vítima de violência doméstica e violência nas mãos de Depp”, diz o processo, citado pela publicação. A iniciativa é reação a dois processos abertos por Depp em defesa de sua reputação, que entretanto usam a tática de difamar Heard. O primeiro processo já foi a julgamento. Em julho, Depp e Heard testemunharam na ação do ator contra o jornal The Sun e seu grupo editorial, o NGN, por retratá-lo em 2018 como um “agressor de esposas”. Na ocasião, Depp e seu advogado retrataram a atriz como infiel e mentirosa. Além disso, Depp está processando a ex-mulher em US$ 50 milhões em outra ação judicial, porque ela sugeriu ter sofrido violência doméstica nas mãos do ator. Este julgamento está marcado para acontecer entre os dias 11 e 28 de janeiro, mas Depp entrou recentemente com um pedido de adiamento por causa das filmagens de “Animais Fantásticos 3”. Johnny Depp e Amber Heard se conheceram nas gravações de “Diário de um Jornalista Bêbado”, de 2011, e foram casados de fevereiro de 2015 a maio de 2016. Ela doou todo o dinheiro que conseguiu como parte de seu acordo de divórcio.

    Leia mais
  • Filme

    Tenet e Mulher-Maravilha 1984 sofrem novos adiamentos no Brasil

    2 de setembro de 2020 /

    Com os cinemas ainda fechados na maioria dos estados do Brasil, a Warner decidiu comunicar o adiamento oficial de suas próximas estreias, “Tenet” e “Mulher-Maravilha 1984”. O filme de Christopher Nolan, que já estreou em vários países e chega nesta quinta (3/8) aos cinemas americanos, sofreu novo adiamento, remarcado de 24 de setembro para 15 de outubro. Como esta era a data prevista para o lançamento nacional de “Mulher-Maravilha 1984”, o longa da heroína também precisou ser remanejado, sendo transferido para 5 de novembro. Os planos iniciais previam que “Tenet” chegaria em 23 de julho no Brasil. Desde então, a Warner já adiou quatro vezes a exibição, sempre atrasando a estreia em algumas semanas. Só que, de “pulinho” em “pulinho”, o filme vai estrear quase três meses depois da data originalmente prevista, devido à pandemia de coronavírus. Apesar da reação divisiva da crítica, o site Rotten Tomatoes colocou sua credibilidade em cheque por ignorar as resenhas negativas e considerar como positivas diversas críticas cheias de ressalvas, mantendo a nota do filme elevada até sua estreia internacional, quando faturou US$ 53 milhões em cerca de 40 países no fim de semana passado. Desde então, as opiniões negativas começaram a ser acrescentadas e a nota do filme despencou, de 83% para 77% de aprovação. Ainda assim, mantém-se elevada, considerando o tom geral. “O que diabos foi isso?”, sintetizou a resenha do New York Post, incluída nesta quarta (2/9). Promovido como um grande mistério, o filme é, aparentemente, daqueles que precisam de explicação mesmo depois do espectador terminar de assisti-lo. Confirmando comentários do próprio elenco de que o filme é difícil de entender, as resenhas apontam que o roteiro é o ponto fraco da produção. A trama foi mantida em segredo durante toda a divulgação, explicada apenas numa sinopse que afirma: “Armado com apenas uma palavra – Tenet – e lutando pela sobrevivência do mundo, o protagonista (John David Washington, de “Infiltrado na Klan”) precisa partir em uma missão dentro do mundo da espionagem internacional, que irá revelar algo além do tempo. Não é viagem no tempo. É inversão.” O texto nem se dá ao trabalho de nomear o personagem principal. Já as situações vistas no trailer incluem balas que disparam na direção contrária dos tiros e carros que capotam de trás pra frente, numa espécie de “efeito rewind”, que questiona a linearidade do tempo e lembra que o diretor responsável é o mesmo de “A Origem” (2010) e “Interestelar” (2014). O elenco também inclui Robert Pattinson (“Bom Comportamento”), Elizabeth Debicki (“As Viúvas”), Clémence Poésy (“The Tunnel”), Martin Donovan (“Big Little Lies”), Aaron Taylor-Johnson (“Vingadores: Era de Ultron”) e Dimple Kapadia (“Confinados”), atriz veterana de Bollywood em seu primeiro grande papel em Hollywood, além de dois velhos conhecidos dos filmes de Nolan, Michael Caine (trilogia “Batman”) e Kenneth Branagh (“Dunkirk”). Curiosamente, “Mulher-Maravilha 1984” deveria ter sido exibido antes de “Tenet” no Brasil. Originalmente previsto para 4 de junho, o lançamento sofreu três adiamentos e agora será lançado quatro meses depois do planejamento inicial. Nos EUA, o filme segue com previsão de estreia em 4 de outubro. A direção é novamente de Patty Jenkins e, além da volta a atriz Gal Gadot como a personagem-título, o longa ainda contará com o retorno de Chris Pine como o Capitão Steve Trevor. Apesar deste enredo também ter pouco detalhes revelados, os atores Kristen Wiig (“Caça-Fantasmas”) e Pedro Pascal (“Narcos”) vivem os vilões, nos papéis da Mulher-Leopardo e do milionário Maxwell “Max” Lord.

    Leia mais
  • Filme

    Marvel não sabe o que fazer com Pantera Negra 2

    2 de setembro de 2020 /

    Com produção prevista para começar por volta de março, “Pantera Negra 2” vai precisar ser totalmente reinventado após a morte do astro Chadwick Boseman. No momento, o estúdio não sabe o que fazer, porque o ator não tinha informado a ninguém da produção do filme ou da Marvel sobre sua doença. Não havia plano B, porque, segundo apurou o site The Hollywood Reporter, Boseman apostava em se curar para interpretar o papel. De acordo com o THR, a primeira pessoa da produção a ser informada sobre o câncer foi Kevin Feige, chefão da Marvel Studios, num email urgente enviado uma hora antes da morte do ator, na sexta passada (28/8). Enquanto o foco da Disney e da Marvel no momento esteja em homenagens e no processamento da dor da perda de Boseman, em breve decisões precisarão ser tomadas sobre o destino da continuação de “Pantera Negra”. Como o primeiro filme arrecadou US$ 1,3 bilhão em todo o mundo, a nova produção é inevitável. Contratado para escrever e dirigir “Pantera Negra 2”, o cineasta do filme original, Ryan Coogler, está no centro das decisões sobre o futuro do personagem. “Passei o último ano preparando, imaginando e escrevendo palavras para ele dizer que não éramos destinado a ver. Fico quebrado sabendo que não serei capaz de assistir a outro close-up dele no monitor ou caminhar até ele e pedir outra tomada”, o cineasta contou em uma carta aberta. Coogler foi uma das pessoas pegas de surpresa pela morte do ator. “Depois que sua família divulgou a notícia, percebi que ele estava convivendo com a doença durante todo o tempo em que o conheci”, ele contou na carta-aberta. Ao retomar a produção, Feige e Coogler precisarão examinar as opções. Uma delas é substituir Boseman no papel, o que poderia gerar protestos de fãs e intimidar qualquer um que fosse sondado. Uma outra opção seria colocar outro personagem no uniforme do herói. O mais plausível seria fazer da irmã de T’Challa, Shuri (Letitia Wright) a nova Pantera Negra. Essa evolução teria, inclusive, paralelos com eventos já retratados nos quadrinhos. Caso opte por esta alternativa, o filme ainda precisará explicar o que aconteceu com T’Challa e mostrar a transição entre os heróis. Vale lembrar que a Disney já lidou anteriormente com a morte de uma protagonista de uma de suas franquias mais populares, quando Carrie Fisher faleceu antes das filmagens de “Star Wars: A Ascensão Skywalker”. Após o impacto inicial da perda de Boseman, o estúdio deve enfrentar o mesmo processo que acompanhou a tomada de decisões sobre o destino da Princesa Leia no final da saga “Star Wars”.

    Leia mais
  • Etc

    Chadwick Boseman apostava em vencer o câncer até uma semana antes de sua morte

    2 de setembro de 2020 /

    O ator Chadwick Boseman creditava que venceria o câncer que combatia há quatro anos, e se programava para entrar em forma, mesmo visivelmente magro, com treinamentos marcados para este mês de setembro. Uma reportagem da revista The Hollywood Reporter revelou que, até a véspera de sua morte, o ator tinha convicção que superaria a doença e filmaria “Pantera Negra 2”. Segundo fontes ouvidas pela publicação, a realidade do câncer terminal só bateu uma semana antes da morte, que aconteceu na sexta-feira (28/8). Graças à aposta na superação, Boseman não informou ninguém da Marvel sobre seu estado. Ninguém envolvido em “Pantera Negra” sabia, como o diretor Ryan Coogler revelou numa longa carta aberta em homenagem ao ator. De acordo com o THR, a primeira pessoa a ser informada sobre o câncer foi Kevin Feige, o chefão da Marvel Studios, num email urgente enviado uma hora antes da morte do ator. Apenas um pequeno grupo de pessoas de fora da família sabia sobre o câncer. Entre os que tiveram conhecimento da doença estavam o produtor Logan Coles, o agente Michael Greene, seu treinador Addison Henderson e o diretor de “42”, Brian Helgeland. Mesmo assim, muitos não sabiam em que estágio a doença se encontrava. Era um desejo do ator que a condição de sua saúde permanecesse reservada. Graças a isso, a morte de Chadwick Boseman causou surpresa e teve um grande impacto entre amigos, colegas, celebridades e fãs em todo o mundo.

    Leia mais
  • Série

    Trailer revela participação de Kit Harington na 2ª temporada de Criminal

    2 de setembro de 2020 /

    A Netflix divulgou os pôsteres e o primeiro trailer da 2ª temporada de “Criminal”. A série policial britânica, passada no cenário restrito de uma sala de interrogatórios, investigará quatro novos suspeitos em seu segundo ano de produção. Os suspeitos são interpretados por Kit Harington (“Game of Thrones”), Kunal Nayyar (“The Big Bang Theory”), Sharon Horgan (“Catastrophe”) e Sophie Okonedo (“Hotel Ruanda”), que também são os destaques dos pôsteres. O trailer mostra cada um deles sendo interrogados por policiais céticos, enquanto contam suas versões para os crimes que podem ou não ter cometido. A criação de Jim Field Smith e George Kay, que antes fizeram a minissérie britânica “Stag” (2016), estreia seus novos episódios no dia 16 de setembro.

    Leia mais
  • Filme

    Star Trek: Discovery inclui primeiros personagens trans e não binário da franquia futurista

    2 de setembro de 2020 /

    Conhecida por seu pioneirismo em representatividade e inclusão desde os anos 1960, a franquia futurista “Star Trek” anunciou que passará a contar com mais personagens da comunidade LGBTQIA+, introduzindo seus primeiros personagens trans e não binário. A série “Star Trek: Discovery”, principal título atual da franquia e que já tem um casal gay em sua tripulação original, incluirá um personagem não-binário, interpretado por Blu Del Barrio, estreante na atuação, e um trans vivido por Ian Alexander, que os fãs de “The OA” devem lembrar pelo papel de Buck Vu. Blu Del Barrio viverá Adira, oficial que chega à USS Discovery trazendo muita confiança e inteligência ao time. Durante a temporada, Adira vai forjar uma amizade inesperada com o tenente comandante Paul Stamets (Anthony Rapp) e com o Dr. Hugh Culber (Wilson Cruz), o casal gay original da produção. Já Ian Alexander será Gray, um jovem caloroso e empático cujo sonho é se tornar hospedeiro da raça alienígena de simbiontes conhecida como Trill. Entretanto, algo acontece para tirar esse plano dos trilhos. Em comunicado, a showrunner Michelle Paradise disse que os roteiristas trabalharam com os atores e com a organização ativista GLAAD para criar personagens que refletissem com respeito a comunidade LGBTQIA+. “‘Star Trek’ sempre teve a missão de dar visibilidade a comunidades pouco representadas, porque acreditamos em mostrar um futuro em que as pessoas não sofrem divisões com base em suas raças, identidades de gênero ou orientações sexuais. Queremos mostrar que isso é possível e alcançável”, disse Paradise. “Estamos muito orgulhosos de trabalhar com Blu, Ian e com a GLAAD para criar estes personagens extraordinários de forma compreensiva e empoderadora.” Del Barrio foi aprovada no teste para viver Adira durante seu último ano na Academia de Música e Arte Dramática de Londres. “Star Trek: Discovery” será seu primeiro crédito como atriz profissional. Alexander, o primeiro transgênero asiático-americano a atuar na TV, além de ter aparecido em “The OA”, da Netflix, também trabalhou no videogame “The Last of Us – Parte II”. A 3ª temporada de “Star Trek: Discovery” tem estreia marcada para 15 de outubro na plataforma americana CBS All Access. A série costuma ser exibida no Brasil um dia após a exibição nos EUA pela Netflix.

    Leia mais
  • Música

    Charlie Brown Jr lança clipe inédito com Chorão para trilha de game

    2 de setembro de 2020 /

    Fãs do Charlie Brown Jr ganharam nesta quarta (2/9) um novo clipe para a música “Confisco”, com cenas inéditas do falecido cantor Chorão, mescladas com imagens de skate e manobras do game “Tony Hawk Pro Skater 1+2”. A música do álbum “Preço Curto… Prazo Longo”, de 1999, faz parte da trilha sonora do jogo, que será lançado na sexta-feira (4/9). A inclusão foi resultado de apelo dos fãs. Após o projeto do game ser divulgado, eles lançaram campanha para que trilha contasse com faixas da banda de Santos, que tinha uma ligação forte com o mundo do skate, e foram atendidos. Além de destacar o skate, o vídeo tem um discurso de Chorão sobre a superação, que serve como uma mensagem póstuma para o atual momento. “Foi um ano de muitas dificuldades, foi um ano de muitas mudanças. Aconteceram muitas coisas boas, colocou a gente no caminho de novo do crescimento, do entendimento. Vamos vencer e provar que é possível. Pode demorar, mas a gente vai dar um jeito, vai superar essa crise e vai voltar a ser bem feliz”, diz o cantor, antes de começarem os acordes da canção.

    Leia mais
  • Série

    Disney marca estreia da 2ª temporada de The Mandalorian

    2 de setembro de 2020 /

    A Disney+ (Disney Plus) anunciou pelas redes sociais a data de estreia dos novos episódios de “The Mandalorian”. A 2ª temporada da primeira série live-action do universo “Star Wars” vai chegar ao streaming no dia 30 de outubro. “Este é o dia. Novos episódios começam a ser transmitidos no dia 30 de outubro”, anunciou a plataforma, junto de um novo logo da série, que agora inclui Baby Yoda ao lado do personagem-título – por motivos óbvios, visto o fenômeno de popularidade atingido pelo pequeno personagem, conhecido na trama apenas como “A Criança”. A data é próxima da inauguração da Disney+ (Disney Plus) no Brasil. O serviço vai chegar no país no dia 17 de novembro, a tempo dos usuários acompanharem os novos episódios, que são disponibilizados semanalmente. Criada por Jon Favreau (“Homem de Ferro”, “O Rei Leão”), a 2ª temporada da série completou as gravações antes do agravamento da pandemia do novo coronavírus e seus capítulos foram dirigidos por cineastas famosos, como Robert Rodriguez (“Alita: Anjo de Combate”), Peyton Reed (“Homem-Formiga e a Vespa”) e Sam Hargrave (“Resgate”), Conforme tem sido especulado, os novos episódios vão incluir personagens conhecidos de “Star Wars”, como

    Leia mais
  • Série

    Grand Army: Série adolescente com temas polêmicos ganha trailer legendado

    2 de setembro de 2020 /

    A Netflix divulgou as fotos e o teaser legendado de “Grand Army”, sua nova série dramática adolescente. A prévia aborda vários temas polêmicos, como violência sexual, racismo e bullying, que estão na pauta da juventude atual, mas ao tocar o hino americano ao longo de toda a exibição parece ignorar que se tratam de problemas universais. Criada por Katie Cappiello e inspirada em sua peça “Slut”, a série acompanha alunos da maior escola pública de ensino médio do Brooklyn, em Nova York, enquanto lutam para ter sucesso, sobreviver, se aventurar, se libertar e conquistar um lugar no futuro. Entre eles está a adolescente Joey Del Marco (Odessa A’zion, da série “Fam” e filha da comediante Pamela Adlon), que sofre uma agressão sexual e cuja busca por justiça irá ocasionar rupturas na escola. Repleto de jovens novatos, o elenco inclui muitos estreantes, como Brittany Adebumola, Odley Jean, Amalia Yoo, Crystal Sha’re Nelson, Alphonso Romero Jones, Marcela Avelina e Ashley Ganger, ao lado dos pouco experientes Amir Bageria (“Degrassi: Next Class”), Maliq Johnson (“Olhos que Condenam”), Anthony Ippolito (“Primetime: What Would You Do?”) e Sydney Meyer (“V Wars”). Com estreia marcada para para 16 de outubro, a 1ª temporada terá 10 episódios.

    Leia mais
  • Filme

    Jim Parsons faz festa gay no trailer da nova versão de The Boys in the Band

    2 de setembro de 2020 /

    A Netflix divulgou fotos e o trailer do filme “The Boys in the Band”, nova adaptação da famosa peça de Mart Crowley produzida por Ryan Murphy (“Pose”). Grande sucesso teatral americano, a história se passa majoritariamente num único ambiente, o apartamento em que nove homens gays se reúnem para uma festa de aniversário em 1968, na cidade de Nova York. Mas um amigo supostamente heterossexual do passado do anfitrião resolve fazer uma visita e muda completamente o clima da noite. A peça já tinha virado filme em 1970, com roteiro do próprio Crowley e direção do mestre William Friedkin (“O Exorcista”), numa adaptação considerada marco do cinema queer. Mas vale avisar que diálogos e comportamentos dos personagens geram há anos discussões em torno das representações, se têm excesso de autenticidade ou não passam de clichês gays, além de trazer à tona questões de desconforto e impacto na autoestima, sem esquecer considerações sobre se a peça se tornou datada. No mínimo, é um texto que gera conversações. O fato é que se trata mesmo de um recorte de época, mas a nova versão ganha nova vida com astros populares dos dias de hoje. Esta é a principal diferença entre as duas filmagens, já que os atores de 1970 encararam o estigma de viver gays de forma realista demais para a época e, em sua maioria, tiveram carreiras curtas. Já os astros da nova versão são gays assumidíssimos e a maioria têm trajetórias de sucesso, a começar pelo protagonista venenoso, Jim Parsons (o Sheldon de “Big Bang Theory”). O resto do elenco inclui Zachary Quinto (“Star Trek”), Matt Bomer (“Patrulha do Destino”), Andrew Rannells (“Girls”), Charlie Carver (“Teen Wolf”), Robin de Jesús (“Law & Order: SVU”), Brian Hutchison (“Ponte dos Espiões”), Michael Benjamin Washington (“Amor e Outras Drogas”) e Tuc Watkins (“Black Monday”). A direção está a cargo de Joe Mantello, que já tinha filmado uma peça de temática gay anteriormente, “Entre Amigos”, em 1997, e a adaptação foi novamente assinada por Crowley. Apesar do filme de 1970 ter sido lançado no Brasil com o título traduzido para “Os Rapazes da Banda”, a produção da Netflix manteve o nome em inglês para a estreia nacional, marcada para 30 de setembro em streaming.

    Leia mais
 Mais Pipoca
Mais Pipoca 
@Pipoca Moderna 2025
Privacidade | Cookies | Facebook | X | Bluesky | Flipboard | Anuncie