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    Sinta-se em Casa: Programa de Marcelo Adnet acaba na sexta

    8 de setembro de 2020 /

    O humorista Marcelo Adnet revelou que seu programa “Sinta-se em Casa”, do Globoplay, acaba na sexta-feira (11/9). O melhor humorístico da quarentena chega ao fim junto com a quarentena, após um feriadão em que poucos respeitaram o isolamento social. A informação sobre o final da produção veio à tona numa troca de tuítes entre Adnet e o também humorista Paulo Vieira. Após Vieira mencionar que o colega não teria tempo para conferir suas “tretas”, por fazer um programa diário, Adnet revelou o fim do programa. “Acaba sexta. Aí passarei a me exercitar, pegar sol e beber água. E seguir suas tretas!” Na sequência, Vieira lamentou o fim do projeto, mas disse imaginar o cansaço que é fazer um programa diário e ponderou que “é importante se recompor”. Adnet respondeu: “Porr*. São 106 capítulos sem parar”. “Sinta-se em Casa” vai acabar no auge, após seu conteúdo virar assunto oficial, com reclamações da Secom (Secretaria Especial de Comunicação Social da Presidência da República) e ofensas pessoais proferidas pelo secretário de Cultura Mário Frias, que não gostou de ser satirizado. Na segunda (7/9), Adnet usou a controvérsia como inspiração para seu humorístico. Acaba sexta. Aí passarei a me exercitar, pegar sol e beber água. E seguir suas tretas! — Marcelo Adnet (@MarceloAdnet) September 8, 2020 Pourra. São 106 capítulos sem parar — Marcelo Adnet (@MarceloAdnet) September 8, 2020

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  • Etc

    Marcelo Adnet transforma ofensas de Mário Frias em piada

    8 de setembro de 2020 /

    Marcelo Adnet aproveitou o material humorístico fornecido pelo secretário de Cultura Mário Frias em novo esquete do programa “Sinta-se em Casa”, do Globoplay. Primeiro programa após os ataques de Frias e da Secom (Secretaria Especial de Comunicação Social da Presidência da República), motivados por uma paródia feita por Adnet na sexta (4/9), o “Sinta-se em Casa” desta segunda (7/9) não deixou passar batido a reação desmedida do secretário, parafraseando as ofensas que ele postou nas redes sociais. “Isso mesmo, presidente. Vivemos a época do ‘mimimi’, mas curiosamente vou usar recursos e energia para responder a uma piada que não gostei: frouxo, sem futuro, criatura imunda”, diz Adnet no vídeo, ironizando a reação de Frias. No esquete, Adnet ainda apareceu em um playground para ilustrar a frase em que secretário faz bravata de recreio estudantil: “No lugar onde eu cresci, não duraria um minuto”. O humorista também incorporou Bolsonaro para falar que quer acabar com o politicamente correto, contudo o que realmente importa é “atacar quem faz piada conosco”. Confira abaixo. Dia de virar as costas pro Pantanal e dramatização do xilique-resposta do Brother Retumbante. Pedro reclamando seus direitos autorais. #SintaSeEmCasa completo, grátis e sem recursos públicos aqui: https://t.co/SL4t86LKCb pic.twitter.com/b4MN6dd1tS — Marcelo Adnet (@MarceloAdnet) September 7, 2020

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  • Etc,  Série

    Kevin Dobson (1943 – 2020)

    7 de setembro de 2020 /

    O ator Kevin Dobson, que viveu o parceiro de Telly Savalas na série policial “Kojak”, morreu na noite de domingo (6/9) em um hospital em Stockton, na Califórnia, de uma deficiência auto-imune, aos 77 anos. Dobson se consagrou em 1973 como o Detetive Crocker, o braço direito do tenente Theodopolus “Theo” Kojak na famosa série da rede CBS. Ele trabalhou lado a lado com Telly Savalas em todos os episódios daquela que se tornou a produção policial mais famosa dos anos 1970. Foram cinco temporadas até o cancelamento em 1978, além de um telefilme de reencontro, “Kojak: It’s Always Something”, lançado em 1990, em que seu personagem foi promovido a promotor público. O sucesso de “Kojak” fez com que o ator vivesse muitos detetives televisivos nos anos seguintes. Mas não deixa de ser curioso que seu primeiríssimo papel, como figurante na série “The Doctors” em 1969, tenha sido justamente o de um policial. Entre os muitos detetives que viveu na TV destacam-se o personagem-título da série “Shannon” (1981-82) e o Detetive Leo McCarty em “F/X: A Série” (1996-97), versão televisiva do personagem interpretado por Brian Dennehy no filme “F/X: Assassinato sem Morte” (1986). As duas séries tiveram vida curta. Em compensação, ele viveu outro detetive por uma década: Patrick “Mack” MacKenzie no longevo melodrama “Knots Landing”. Introduzido na 4ª temporada para investigar a morte de um personagem, Dobson permaneceu no novelão até sua conclusão, na 14ª temporada em 1993. “Eu era um policial militar do Exército, então sabia como segurar uma arma e atirar alguém contra a parede”, disse ele, numa entrevista sobre a carreira, para explicar porque costumava ser sempre escalado como detetive. Além das séries que estrelou, o ator também gravou dezenas de telefilmes e participações em episódios de inúmeras atrações – as mais recentes foram “CSI”, “Hawaii Five-0” e “Anger Management”. Mas foram poucos trabalhos para o cinema. A pequena lista inclui o papel de um marinheiro em “A Batalha de Midway” (1976), contracenando com Henry Fonda, e o marido de Barbra Streisand na comédia “Tudo em Família” (1981).

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  • Filme,  Música

    Filme da prisão de Caetano Veloso é “advertência” sobre futuro brasileiro

    7 de setembro de 2020 /

    Único filme brasileiro selecionado para o Festival de Veneza, o documentário “Narciso em Férias” foi exibido nesta segunda-feira (7/9) em sessão de gala, fora de competição no evento italiano. Ausentes devido à pandemia de coronavírus, os responsáveis pelo longa participaram da première de forma remota, via videoconferência. Dirigido por Renato Terra e Ricardo Calil (“Uma Noite em 67”), o filme traz Caetano compartilhando suas memórias do cárcere e as canções que marcaram o período, quando foi preso com seu amigo Gilberto Gil em 1968 e posteriormente exilado do Brasil. Durante a entrevista coletiva, disponibilizada por streaming, os realizadores destacaram que o filme faz mais que relembrar fatos do passado, que muitos brasileiros não conhecem ou fingem não ter existido. Ele serve também como uma “advertência” para o futuro, diante de rumos dos tempos atuais, “para que não se repitam os erros que culminaram na atrocidade e na imbecilidade que foi a ditadura militar no Brasil”, nas palavras de Renato Terra. O diretor fez uma comparação entre o passado da ditadura e o governo brasileiro atual. “Em 1968, no Brasil, houve o AI-5, o Congresso Brasileiro foi fechado, havia censura na imprensa, pessoas eram sequestradas, tiradas de casa e torturadas, foi um período horrível da História brasileira. Hoje, a gente vive aqui numa democracia, é diferente, mas o caminho que a gente percorreu para chegar até 68 guarda algumas semelhanças com o que a gente tá vivendo nesse momento no Brasil”, apontou. Ele lembrou que a volta da ditadura é bandeira de alguns políticos nacionais. “O AI-5, por exemplo, que foi a causa direta da prisão do Caetano e do Gil… Algumas pessoas no Brasil – poucas, mas barulhentas – pedem a volta do AI-5 ou defendem a ditadura militar. E tem um absurdo muito grande nisso, uma coisa que é muito descolada da realidade”. Ricardo Calil, por sua vez, considerou que “os artistas estavam entre os primeiros alvos da ditadura militar” e, do mesmo modo, também são foco de ataques prioritários do governo atual, mas de forma distinta. “Não há mais a censura, mas há um esforço do governo em desmontar muitas áreas da Cultura, incluindo o cinema, incluindo a Cinemateca Brasileira, que é a instituição que guarda nossa memória cinematográfica, e também as instituições que patrocinam e financiam o cinema e garantem o futuro do cinema nacional” Paula Lavigne, mulher de Caetano e produtora do documentário, acrescentou que “Narciso em Férias” tem a função de relembrar como foi a ditadura, já que “muita gente não sabe que eles [Caetano e Gil] foram presos”, especialmente os mais novos, por causa da proibição de se noticiar a prisão na época e pela disseminação do negacionismo da extrema direita brasileira. Além disso, ela aponta que o verdadeiro motivo da prisão foi “uma fake news”, um boato, “e isso fica claro nos documentos: não existia uma acusação objetiva”. Essa arbitrariedade, que veio à tona em documentos recém-revelados sobre a prisão, transformam o encarceramento de Caetano e Gil “num teatro do absurdo, num pesadelo kafkiano”, na definição de Kalil. Por isso, o filme também serviria para desnudar o despreparo e o caos que caracterizou o regime militar brasileiro. “Uma das táticas da direita é o negacionismo”, ponderou Lavigne, lembrando que há pessoas de direita “dizendo até que não houve ditadura militar”. “Mas muitos artistas foram presos, alguns sofreram até mais que Caetano e Gil, foram torturados, outras pessoas mortas. Então, eu acho que o momento é muito adequado” para se falar disso. A entrevista foi disponibilizada na íntegra no canal do Festival de Veneza no YouTube. Veja abaixo, a partir de 1h13 minutos do vídeo, que reúne outras coletivas desta segunda no festival. Já “Narciso em Férias” pode ser visto, também desde esta segunda-feira, com exclusividade na plataforma Globoplay.

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  • Filme,  Música

    Sam Neill e Jeff Goldblum deliciam fãs com duetos musicais em folga de Jurassic World

    7 de setembro de 2020 /

    Sam Neill e Jeff Goldblum deram a seus fãs um presente musical inesperado nesta segunda (7/9). Os dois estão em quarentena, num hotel fechado pela produção do novo “Jurassic World”, em que o elenco permanece isolado na Inglaterra, nas folgas das filmagens, para evitar contaminação por covid-19. Para passar as horas, eles resolveram cantar canções clássicas de musicais da velha Hollywood. E Sam Neill gravou e postou duas das performances. Com Goldblum ao piano, eles interpretaram “I Remember You”, que ficou famosa na voz de Dorothy Lamour em “Tudo por um Beijo” (1942), além de “A Fine Romance”, do filme “Ritmo Louco” (1936), com Fred Astaire e Ginger Rogers, “I’ve Grown Accustomed to Her Face”, de “Minha Bela Dama” (1964), com Audrey Hepburn, e “September Song”, clássico de Kurt Weill popularizado em “Paraíso Proibido” (1950). “É um dia de folga. Então, estamos cantando um monte de músicas antigas. Jeff não quer praticar, então é de primeira ou nada”, Neill escreveu na legenda de um dos vídeos no Instagram, acrescentando: “Jeff Goldblum me faz rir sem moderação.” Os dois voltam a contracenar em “Jurassic World: Dominion” após trabalharem juntos no primeiro filme da franquia, “Jurassic Park”, em 1993. Embora o primeiro longa tenha recebido duas continuações com personagens do longa original, Neill e Goldblum não se encontraram em nenhuma delas. Junto deles, Laura Dern também está de volta, retomando seu papel do blockbuster dos anos 1990. No novo filme, eles se juntam a Chris Pratt e Bryce Dallas Howard, casal protagonista da trilogia iniciada por “Jurassic World”, em 2015. Com direção de Colin Trevorrow, responsável pelo primeiro “Jurassic World”, “Dominion” está sendo filmado na Inglaterra com protocolos rígidos de higiene e proteção, que isolam completamente o set e o elenco, e até agora não reportou nenhuma contaminação. A estreia está prevista para junho de 2021. I Remember You #JeffGoldblum pic.twitter.com/gFAv6LGFH3 — Sam Neill (@TwoPaddocks) September 7, 2020 Another #JamWithJeff . Hers the thing- #JeffGoldblum flatly refuses to rehearse. So every time is the first time. pic.twitter.com/I0iFmHCpUo — Sam Neill (@TwoPaddocks) September 7, 2020 Ver essa foto no Instagram It’s a day off. So we’ve been singing a bunch of old songs. Jeff won’t practice, so it’s first go or nothing. @jeffgoldblum makes me laugh immoderately. He is also a prodigy . Uma publicação compartilhada por SamNeillTheProp (@samneilltheprop) em 7 de Set, 2020 às 5:15 PDT Ver essa foto no Instagram More from the #LoungeGoldblum on this day off . Next time I will wear my shades too . I had a cool deficit … @jeffgoldblum Uma publicação compartilhada por SamNeillTheProp (@samneilltheprop) em 7 de Set, 2020 às 7:44 PDT

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  • Filme

    Crítica internacional aprova Millie Bobby Brown como irmã de Sherlock Holmes

    7 de setembro de 2020 /

    Críticos dos EUA e do Reino Unido começaram a publicar suas resenhas sobre “Enola Holmes”, um dos principais lançamentos de setembro da Netflix. E o consenso é bom para a atriz Millie Bobby Brown, a Eleven de “Stranger Things”, que pode ter emplacado uma nova franquia de streaming. Mas se for produzida, a continuação precisará melhorar muito o roteiro, segundo estes mesmos críticos. As primeiras críticas elogiam muito a jovem atriz de 16 anos e o tom juvenil do longa. Há elogios também para a forma como o diretor Harry Bradbeer, em seu primeiro longa-metragem após se destacar à frente de “Fleabag”, utiliza a estrutura metalinguista daquela série (com a personagem falando diretamente para a câmera) para engajar o público jovem na trama vitoriana. O problema estaria no aspecto, digamos, “educativo” da obra. Segundo a maioria dos críticos, o roteiro de Jack Thorne (“Extraordinário”) abusa das lições de moral, enfatizando o tempo inteiro a premissa da personagem, uma garota anacronicamente feminista no século 19. Ele teria errado na dose, como se quisesse mostrar um ovo, legendar que o ovo é um ovo e narrar em voz alta a legenda que diz “ovo”. Além de Millie Bobby Brown como a personagem-título – e irmã adolescente do mais famoso detetive da ficção – , o elenco destaca Helena Bonham Carter (a Princesa Margaret de “The Crown”) como sua mãe e a dupla Henry Cavill (“Liga da Justiça”) e Sam Claflin (“As Panteras”) como seus irmãos Sherlock e Mycroft Holmes. Na trama, Enola busca a ajuda dos irmãos mais velhos para investigar o desaparecimento de sua mãe em seu aniversário de 16 anos, mas logo percebe que nenhum dos dois está muito interessado no mistério. Em vez disso, preferem colocá-la num internato para aprender etiqueta. Rebelde, ela decide viajar sozinha para Londres, iniciando sua própria carreira de detetive, sempre um passo à frente de Sherlock. Além de estrelar no papel-título, Millie Bobby Brown também é produtora do filme, que pode iniciar uma franquia cinematográfica, baseada na coleção literária “Os Mistérios de Enola Holmes”, da escritora Nancy Springer – já foram lançados seis livros da personagem. Atualmente, “Enola Holmes” está com 82% de aprovação no site Rotten Tomatoes. A estreia está marcada para 23 de setembro em streaming. Veja abaixo alguns dos comentários sobre a produção. The Hollywood Reporter “Adaptação do primeiro dos livros de Nancy Springer como ponto de partida do que certamente pretende ser uma série de filmes da Netflix, ‘Enola Holmes’ é uma excelente vitrine para a estrela de ‘Stranger Things’ Millie Bobby Brown, que consegue derrubar as camadas de ansiedade e trauma que tornam sua El naquela série uma personagem tão atraente. Embora ninguém jamais vá acusar o filme de superestimar a inteligência de seus espectadores – o roteiro de Jack Thorne raramente perde a chance de martelar pregos morais – , ele consegue imaginar um lugar para sua heroína no mundo de Holmes, e então convence os jovens espectadores de que o Enola não precisa ser limitado pelas fronteiras desse mundo”. IndieWire “O filme não esquece que é inspirado em uma série juvenil, mas conforme o roteiro intensifica o drama, ele se revela genuinamente atraente para um público mais amplo.” Variety “Com sua narrativa enérgica, é mais cool e elegante do que o recente ‘Sherlock Holmes’ de Guy Ritchie e consideravelmente mais divertido do que o reboot de ‘Nancy Drew’ do ano passado.” Daily Mirror “Uma nova aventura familiar que confirma ainda mais o estrelato de Millie Bobby Brown. No entanto, não é muito memorável e não utiliza seu elenco de forma eficaz.’ Digital Spy “Millie Bobby Brown é impressionante como Enola, carismática e adorável em um papel que poderia facilmente ter sido irritante. Uma pena que a história e o mistério em si não são tão interessantes.” Empire “Às vezes, o roteiro fraco de Jack Thorne busca um apelo mais ensolarado, mas então joga essa alegria embrulhada num moralismo que te atinge na cabeça como uma tonelada de tijolos.”

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  • Série

    Jensen Ackles revela ter ficado com o Impala da série Supernatural

    7 de setembro de 2020 /

    O ator Jensen Ackles, que vive Dean Winchester na série “Supernatural”, revelou que vai levar para casa o icônico Chevrolet Impala 1967 preto que ele dirigiu durante 15 temporadas da série. O carro é praticamente um personagem da atração e Ackles negociou com os produtores da Warner Bros Television sair do set, ao fim de suas gravações, dirigindo o carrão até a garagem de sua casa. “Eu definitivamente vou levar uma coisa do set para casa. Uma coisa na qual estou de olho desde o primeiro dia de filmagens. Mas está tudo bem, não vou precisar roubar. Eu consegui permissão. Pedi e implorei por anos, até que finalmente me deixaram sair dirigindo o Impala do set”, ele contou, em entrevista ao site Digital Spy. Já Jared Padalecki, que interpreta Sam Winchester, disse que não conseguiu um presente tão significativo como o colega de elenco, mas que já “surrupiou” diversas coisas do set com o passar dos anos. “Eu tenho muitas m*rdas do set em casa. Mas eu não vou dizer o que são, jamais me entregaria. Elas ficarão comigo para sempre, vou guardá-las bem”, contou. O elenco de “Supernatural” já está gravando as últimas cenas do episódio final da série. A previsão é que o encerramento da produção aconteça no fim de semana. Na verdade, a série deveria ter terminado em maio nos EUA, mas a pandemia impediu as gravações de três capítulos e a pós-produção de mais quatro, adiando a despedida dos irmãos caçadores de monstros por alguns meses. “Supernatural” vai voltar em 8 de outubro para apresentar seus sete capítulos derradeiros, com a exibição do último episódio marcada para 19 de novembro. Ainda não há previsão para a exibição desta reta final no Brasil, mas o canal pago Warner já transmitiu todos os capítulos da série produzidos até o momento.

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  • Etc

    Ray Fisher sobe o tom em novo ataque contra a Warner nas redes sociais

    7 de setembro de 2020 /

    Ray Fisher, intérprete do Ciborgue no filme da “Liga da Justiça”, lançou mais um ataque contra a Warner em suas redes sociais. Ele gravou um vídeo de 15 minutos no domingo (6/9) em que reforça suas acusações contra o diretor Joss Whedon e os produtores de “Liga da Justiça”, Geoff Johns e Jon Berg, além de incluir o presidente da DC Filmes, Walter Hamada, como alvo de sua fúria indignada. A nova manifestação é reação a um comunicado da Warner sobre a falta de cooperação do ator nas investigações dos bastidores de “Liga da Justiça”. No vídeo, ele lista fatos sem relação com sua reclamação original e se dedica a ampliar o problema e transformá-lo numa luta contra “o sistema”, lembrando até seu passado como sindicalista. Vale lembrar que o ator começou a denunciar a produção de “Liga da Justiça” em julho passado, num tuíte em que definiu o comportamento do cineasta Joss Whedon no set como “nojento, abusivo, não profissional e inaceitável”. Ele ainda alegou que os produtores Geoff Johns e Jon Berg incentivavam o cineasta, que entrou na produção para fazer refilmagens depois que o diretor Zack Snyder se afastou devido a uma tragédia pessoal. Fisher nunca disse especificamente o que caracterizou o comportamento de Whedon. Isto é, o que o diretor fez para deixá-lo revoltado. Único a se manifestar sobre o assunto, Jon Berg negou qualquer problema e acusou o ator de estar exagerando. O produtor disse que as alegações se deviam ao descontentamento de Fisher por ter de falar “Booyah” no filme, um bordão do Ciborgue que se tornou famoso nos quadrinhos – e que o personagem fala na série “Patrulha do Destino”, onde é vivido por Joivan Wade. Agora, o intérprete do Ciborgue subiu ainda mais o tom, ao chamar a Warner de mentirosa e afirmar que Hamada se negou a acreditar em suas palavras quando conversaram. Quais? Ninguém sabe. O que se sabe são suas teorias de conspiração. “Walter estava tentando proteger Geoff Johns por causa de sua parceria [com a Warner] como ‘Mulher-Maravilha 1984’ e sei lá quais outros projetos eles estão preparando”. Fisher reclamou até que Johns teria mandado mensagens “se vangloriando pela escalação de outro ator para fazer o Ciborgue em algo [‘Patrulha do Destino’] que ele estava produzindo”. Mas também entrou em contradição, ao afirmar que, além das reclamações contra o produtor, “entrou em detalhes” com Hamada sobre sua experiência com Whedon e Berg. Que detalhes? Ele disse que não contou detalhe algum. “Quando ele [Hamada] quis mais detalhes específicos sobre o que foi dito e quem disse, eu me recusei a lhe dar esses detalhes. Eu disse: ‘Walter, isso é informação sensível. As pessoas que têm histórias para contar precisam de proteção'”. E de repente outras pessoas é que teriam denúncias… “O único jeito de escapar dos jogos de relações públicas é com fatos concretos e mostrar pras pessoas que você não está brincando”, Fisher declarou. “Vão ter certas coisas que eu agora vou começar a dizer publicamente. Não sobre a experiência específica em ‘Liga da Justiça’, mas sobre como as coisas estão sendo lidadas até este ponto”, completou. Ver essa foto no Instagram *correction: I mentioned quotation marks when referring to a previous tweet—I meant parentheses. Uma publicação compartilhada por Ray Fisher (@ray8fisher) em 6 de Set, 2020 às 11:04 PDT

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  • Música

    Shows Clássicos: Veja ao vivo Madonna, Michael Jackson, Prince, Wham, James Brown, Beastie Boys, NWA e mais

    6 de setembro de 2020 /

    A mostra de shows clássicos da Pipoca Moderna chega à 10ª edição com algumas das turnês mais populares da década de 1980, como as célebres “Virgin Tour” de Madonna e “Bad World Tour” de Michael Jackson. Além da Rainha e do Rei do Pop, a seleção tem o Príncipe no auge de sua carreira, na “LoveSexy Tour”. Especialmente dançante, a seleção ainda destaca os astros gays que surgiram durante a new wave e avança pelo pop rock que dominou as paradas de sucesso da década, até chegar no funk e nos primeiros astros do rap. Tem o Wham em show chinês, antes de George Michael lançar carreira e solo e se assumir gay, e Roxette levantando o público sueco com os hits da “Look Sharp Tour”. Também tem um dueto lendário entre James Brown e Aretha Franklin num especial produzido para a TV americana, Rick James mostrando porque era superfreak e até um registro do começo da carreira dos Beastie Boys, sem esquecer o show do NWA em Houston que foi recriado no filme “Straight Outta Compton” (2015). A seleção se encerra com uma “antologia” de acid house, com 10 performances televisivas de diversos artistas da época no “Top of the Pops” britânico. Para mergulhar ainda mais na história do pop/rock, também estão disponíveis abaixo os atalhos para as mostras anteriores, que cobrem diferentes gerações musicais. > Shows dos 1960 (iê-iê-iê, mod, folk e psicodelia) > Shows dos 1970 – Parte 1 (hard rock e glam) > Shows dos 1970 – Parte 2 (progressivo e funk) > Shows dos 1970 – Parte 3 (disco, new wave e punk rock) > Shows dos 1980 – Parte 1 (punk, hardcore e grunge) > Shows dos 1980 – Parte 2 (reggae, ska, new wave, pós-punk) > Shows dos 1980 – Parte 3 (punk comercial e os revials mod, rockabilly, folk & blues) > Shows dos 1980 – Parte 4 (rock gótico e neopsicodélico) > Shows dos 1980 – Parte 5 (synthpop, new romantic, new wave) Fine Young Cannibals | 1989 Bronski Beat | 1984 Communards | 1986 Wham! | 1985 Culture Club | 1983 Oingo Bongo | 1987 The Bangles | 1986 Nena | 1983   Roxette | 1988 Cyndi Lauper | 1984 Madonna | 1985 Prince | 1988 Michael Jackson | 1988 Diana Ross | 1981 Rick James | 1982 Kool & the Gang | 1982 James Brown, Aretha Franklin & Friends | 1987 Chaka Khan | 1985 Run DMC| 1987 Beastie Boys | 1987 Public Enemy | 1989 NWA | 1989 De La Soul | 1989 A Tribe Called Quest | 1989 Acid House | 1988-89

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  • Etc,  Filme

    Jirí Menzel (1938 – 2020)

    6 de setembro de 2020 /

    O cineasta tcheco Jirí Menzel, vencedor do Oscar e de vários festivais internacionais, morreu no sábado (5/9), aos 82 anos, após uma longa doença. A morte foi anunciada por sua esposa, Olga, que postou a notícia no Instagram e no Facebook na noite de domingo. Ele conquistou o Oscar de Melhor Filme de Língua Estrangeira pela história agridoce da ocupação nazista de “Trens Estreitamente Vigiados” (1966), seu primeiro longa como diretor, após diversos curtas e papéis, como ator, em clássicos do cinema tcheco – entre eles, “O Acusado” e “Coragem para Todos os Dias” (ambos de 1964). Menzel foi uma figura importante da new wave tcheca, ao lado de outros diretores que romperam fronteiras, como Milos Forman e Vera Chytilova, enfrentando o regime soviético com propostas estéticas e conteúdo ousados. Seu filme seguinte, a comédia “Um Verão Caprichoso” (1968), venceu o Festival de Karlovy Vary, o mais importante festival de cinema do Leste Europeu, mas o terceiro, “Andorinhas por um Fio”(1969), foi banido pelo governo e só lançado em 1990, após a queda do regime comunista. Passado no final dos anos 1940, “Andorinhas por um Fio” causou polêmica ao mostrar o tratamento dado a “elementos burgueses” suspeitos (artistas e professores), que eram forçados a trabalhar num ferro-velho como reabilitação. Ao finalmente ser exibido para o público e a crítica, 21 após sua filmagem original, venceu o Urso de Ouro do Festival de Berlim. O filme era uma adaptação de um livro do romancista tcheco Bohumil Hrabal, também autor do livro em que “Trens Estreitamente Vigiados” tinha se baseado, e que ganhou uma terceira adaptação do diretor, “Shortcuts” (1981), agraciada com um prêmio especial do Festival de Veneza. O cineasta era seguidamente premiado por sua capacidade de filmar interpretações irônicas da vida e satirizar figuras de autoridade. Não por acaso, ainda voltou a ser indicado ao Oscar pela comédia de humor negro “My Sweet Little Village” (1985), foi premiado como Melhor Diretor no Festival de Montreal por “The End of Old Times” (1989) e ganhou consagração nacional por seu penúltimo filme, “I Served the King of England” (2006), que após láureas nos festivais de Berlim, Sofia e outros, venceu quatro Leões Tchecos (o Oscar da República Tcheca), incluindo Melhor Filme e Diretor. Ao fim da vida, também ganhou o Leão Tcheco por sua contribuição artística, foi homenageado pela carreira em Karlovy Vary, recebeu a Medalha de Mérito, a Ordem Francesa das Artes e Literatura e vários outros prêmios internacionais. O último filme que dirigiu, “Don Juans”, foi exibido em 2013, mas ele continuou ligado ao cinema até 2018, quando interpretou um papel em “O Intérprete” (2018). Em meio as filmagens, adoeceu, precisou sofrer uma cirurgia no cérebro e nunca mais se recuperou. Além de dirigir clássicos indiscutíveis do cinema europeu, Jirí Menzel desempenhou cerca de 80 papéis no cinema e na televisão e, ao contrário de muitos compatriotas que foram para o exílio após a Primavera de Praga, manteve sua carreira baseada em seu país natal até o fim.

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  • Série

    Wireless: Tye Sheridan luta pela sobreviência no trailer de série de Steven Soderbergh

    6 de setembro de 2020 /

    A plataforma Quibi divulgou o pôster e o trailer de “Wireless” nova série/”filme em capítulos” de sobrevivência no gelo, que traz Tye Sheridan (o Cíclope de “X-Men: Fênix Negra”) lutando para não morrer congelado. Esta é a segunda produção do gênero do gênero da Quibi. A primeira, “Survive”, curiosamente foi estrelada pela colega de Sheridan nos X-Men, Sophie Turner (a Fênix Negra), que sobrevive a um acidente de avião nas montanhas. Em “Wireless”, Sheridan sofre um acidente de carro ao entrar num desvio da rodovia principal e acaba preso numa estrada deserta, enquanto a temperatura cai. Usando o celular quase sem bateria, ele pede ajuda, mas ela demora a chegar. Com roteiro e direção do curtametragista Zach Wechter, a série tem produção do cineasta Steven Soderbergh (“Logan Lucky: Roubo em Família”) e ainda traz em seu elenco Lukas Gage (“Euphoria”), Francesca Reale (“Stranger Things”) e Andie MacDowell (“Casamento Sangrento”). A estreia está marcada para 14 de setembro.

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  • Filme

    Diretor revela que filmagens de Missão: Impossível 7 foram retomadas

    6 de setembro de 2020 /

    “Missão: Impossível 7” voltou a ser filmado. O diretor Christopher McQuarrie postou uma foto impressionante do set ao ar livre em seu Instagram, ao lado de duas palavras explicativas: “Ação” e “Dia 1”. A produção está enfrentando vários contratempos. A equipe tinha recém-chegada na Itália quando o país se tornou o epicentro europeu do coronavírus. E após retomar as filmagens em agosto, um acidente de moto com um dos dublês levou a nova paralisação. Para complicar, McQuarrie pretende filmar dois longas consecutivos, “Missão: Impossível 7” e “Missão: Impossível 8”. Além da volta de Tom Cruise ao papel do agente Ethan Hunt, outros integrantes da saga de espionagem também vão reaparecer nos novos filmes, como Rebecca Ferguson e Simon Pegg, intérpretes de Ilsa Faust e Benji Dunn, e Vanessa Kirby, recentemente introduzida como Alanna Mitsopolis/Viúva Branca. Outro retorno confirmado é o de Henry Czerny (mais conhecido pelo papel de vilão da série “Revenge”), que viveu Eugene Kittridge, diretor da Força Missão: Impossível (IMF, na sigla em inglês) no primeiro longa, de 1996. Para completar, as novidades incluem Hayley Atwell (“Agent Carter”), Shea Whigham (também de “Agent Carter”), Pom Klementieff (“Guardiões da Galáxia”) e Esai Morales (“Titãs”). Devido à paralisação das filmagens, as duas sequências receberam novas previsões de estreia da Paramount. “Missão: Impossível 7” ficou para 19 de novembro de 2021, e o filme seguinte, “Missão: Impossível 8”, foi remarcado para 4 de novembro de 2022 nos EUA. A estreia nacional dos dois filmes acontecerá um dia antes do lançamento americano. Ver essa foto no Instagram Action… #MI7 Day 1 Uma publicação compartilhada por Christopher McQuarrie (@christophermcquarrie) em 6 de Set, 2020 às 9:14 PDT

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  • Etc

    Michael Rooker diz que superar covid-19 foi “uma grande batalha”

    6 de setembro de 2020 /

    O ator Michael Rooker compartilhou em suas redes sociais o resultado de um exame de covid-19, dizendo que superar a doença foi “uma grande batalha”. “Se vocês ainda não descobriram por que ando me isolando neste meu incrível fluxo de ar, deixe-me ajudá-los dizendo que tenho lutado contra a covid-19”, escreveu ele. “Eu tenho que dizer a vocês que tem sido uma batalha e tanto. E como em qualquer guerra, TUDO é permitido. E no meio dessa batalha épica, cheguei à conclusão de que não há muita coisa que se possa fazer externamente, para lutar contra a covid-19 uma vez que tenha entrado em seu corpo. Esta é minha opinião pessoal, definitivamente não é a conclusão de algum estudo científico. ” Rooker disse que não tomou “nenhum medicamento extra, vitaminas ou suplementos” por medo de que “me prejudicasse, pois os rins e o fígado teriam ficado gravemente danificados”. Ele explicou que, durante a doença, às vezes se sentia “um lixo” e às vezes estava “muito bem, quase humano na verdade”. “No final das contas”, o ator escreveu, “acabou levando um nocaute! A covid lutou muito bem.” O astro de “Guardiões da Galáxia” está atualmente se recuperando após a batalha, tendo vencido a infecção. Ver essa foto no Instagram Well the day is here this day….04 the month of 09 the year of our Lord 2020….. Great news has surfaced on this day. The news is this…….Yo all y’all Rooker fans…If y’all aint figured it out by now why I’ve been isolating in this crazy awesome Airstream of mine…let me help y’all out by saying, I’ve been fighting off COVID-19. and I have to let y’all know it has been quite a battle. And as in any war, ALL is fair. And IN the middle of this epic battle….I’ve come to the conclusion that there aint a whole heck of a lot one can do externally, to fight off COVID-19 once it has gotten into your Body/immune system. this is my personal opinion And definitely not The conclusion of some scientific Study. The real battle takes place internally, on a cellular level. And For me, I made the decision not to take any extra medicines or vitamins or supplements. I felt that if my immune system was not already prepared for this battle loading up with all this extra stuff would only do me damage as kidneys and liver would have been gravely stressed…In the process of fighting off Covid, I could feel and see the results of those daily battles, By how I Felt and looked the next day. I was either feeling like crap, or Pretty dang good, semi human in fact. So, Just so y’all know the End result of all those daily battles has come to an end. My body/immune system, has won the WAR! Covid put up a pretty good fight… but bottom line, it ended up getting its ass knocked out! buy my immune Systems 1,2, punch to the head, 2 body shots and a left hook right upper-cut combination. End of story….. Rooker out……..#COVIDFREE #ShitYes!!! Uma publicação compartilhada por Michael Rooker (@michael_rooker) em 4 de Set, 2020 às 2:52 PDT

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