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    Kate Mara é professora envolvida com aluno em trailer de minissérie

    12 de setembro de 2020 /

    O canal pago americano FX divulgou o pôster e o trailer da minissérie “A Teacher”. Baseado no longa-metragem de mesmo nome lançado em 2013, a atração traz Kate Mara (“Quarteto Fantástico”) como uma professora de Ensino Médio que se envolve com um de seus alunos, interpretado por Nick Robinson (“Com Amor, Simon”). A trama vai mostrar as consequências desse romance ilegal na vida dos dois. O filme original foi escrito e dirigido por Hannah Fidell a partir de um roteiro mínimo, com poucas linhas e quase tudo improvisado. Ela ganhou um prêmio especial no Festival de SXSW pelo longa, que mesmo assim dividiu opiniões pelo tema. Muito rejeitam a história completamente pela forma como romantiza pedofilia. Isto resultou num desastre de crítica, com apenas 34% de aprovação no site Rotten Tomatoes e nota 4,8 no IMDb. O FX decidiu transformar isso em série com a mesma Hannah Fidell à frente do roteiro, direção e produção. Além de estrelar, Kate Mara também é uma das produtoras, ao lado do ator Jason Bateman (“Ozark”). Com 10 episódios, “A Teacher” será lançada na plataforma Hulu em 10 de novembro, no canal digital FX on Hulu.

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    The Boys ganha curta inédito centrado em Billy “Bruto” Butcher

    12 de setembro de 2020 /

    O perfil oficial da série “The Boys” divulgou um curta inédito da série, que mostra algumas semanas “perdidas” de Billy Butcher (Karl Urban), também conhecido como Bruto na tradução nacional. As cenas do curta se passam durante o começo da 2ª temporada, em que Butcher está sumido e deixa os Boys sem pistas de seu paradeiro. Em entrevista ao site Collider, o criador da série, Eric Kripke, revelou que a equipe de produção gravou as cenas para o segundo episódio, mostrando “onde ele foi e quais foram suas experiências”. Entretanto, depois que ficaram prontas, elas não encaixaram no episódio e atrapalharam o ritmo da ação. Por isso, acabaram cortadas. Mas o trabalho não foi desperdiçado, pois rendeu o curta que pode ser visto abaixo. E atenção. Segundo Kripke, quem não assistir ao curta poderá perder detalhes importantes da temporada. “Têm algumas referências que você não vai entender se não assistir [ao curta]”, ele afirmou. Baseada nos quadrinhos adultos de Garth Ennis (que também criou “Preacher”), a série acompanha um grupo de vigilantes que pretende revelar o segredo sujo dos super-heróis, como serial killers de sangue frio, que escapam impunemente de seus crimes graças ao trabalho da empresa de marketing que os financia e explora suas imagens. A série é estrelada por Karl Urban (“Thor: Ragnarok”), Karen Fukuhara (“Esquadrão Suicida”), Jack Quaid (“Jogos Vorazes”), Tomer Capon (“7 Dias em Entebbe”) e Laz Alonso (“Velozes e Furiosos 4”) como os Boys – e uma girl – do título, enquanto Antony Starr (série “Banshee”), Erin Moriarty (série “Jessica Jones”), Chace Crawford (série “Gossip Girl”), Dominique McElligott (série “House of Cards”), Nathan Mitchell (“Scorched Earth”), Jessie T. Usher (“Independence Day: Ressurgimento”) e, a partir da 2ª temporada, e Aya Cash (“You’re the Worst”) interpretam os super-heróis. Os responsáveis pela produção são os mesmos que deram vida à “Preacher”, o ator Seth Rogen e seu parceiro Evan Goldberg, que se juntaram a Eric Kripke, criador de “Supernatural” e “Timeless”, na nova atração. A 2ª temporada começou a ser exibida em 4 de setembro na Amazon Prime Video e a série já se encontra renovada para a 3ª temporada. Holy shit, holy shit! Episode 4 is live NOW. #TheBoysTV pic.twitter.com/f0pwTV9Hoc — The Boys (@TheBoysTV) September 11, 2020

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    Era uma Vez… em Hollywood faz American Housewive perder atriz mirim

    12 de setembro de 2020 /

    A série “American Housewife” vai trocar uma integrante de seu elenco original. A atriz Julia Butters cresceu muito para o papel de Anna-Kat, a filha de 10 anos da personagem-título. Não literalmente, mas na carreira, após sua participação em “Era uma Vez… em Hollywood”, em que roubou cenas de Leonardo DiCaprio. Ela vai tentar seguir carreira cinematográfica e será substituída por Giselle Eisenberg, da cancelada “Life in Pieces”, na 5ª temporada, prevista para 2021. A série segue uma esposa dedicada e mãe de três filhos (Katy Mixon) criando sua família problemática em uma cidade rica de Connecticut. Anna-Kat é a filha mais nova da família. “American Housewife” é exibida no país no canal pago Sony.

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    Ator sai de Cara Gente Branca alegando discriminação racial

    12 de setembro de 2020 /

    O ator Jeremy Tardy saiu da série “Cara Gente Branca”, que foi renovada para sua 4ª e última temporada na Netflix. E saiu atirando, alegando racismo da produtora Lionsgate. Trata-se de uma grande ironia, considerando o tema da série. O intérprete de Rashid Bakr divulgou um comunicado em suas redes sociais em que afirma ter sofrido discriminação racial na hora de renegociar seu contrato. Segundo ele, a produtora se recusou a negociar seu salário após receber uma contra-proposta de sua equipe, mas não teve dificuldades para acomodar um colega de elenco branco que conseguiu negociar um valor maior. Leia abaixo a íntegra do comunicado do ator. “Infelizmente não voltarei para a 4ª e última temporada de ‘Cara Gente Branca’ da Netflix por conta da minha experiência com a Lionsgate e suas práticas de discriminação racial. Após receber a oferta para retornar para alguns episódios, minha equipe foi notificada que nossa contra-oferta não seria considerada e que a oferta inicial seria ‘a mais alta e final’. Essa notícia foi perturbadora porque um dos meus colegas brancos – sendo um verdadeiro aliado – revelou que eles fizeram a mesma oferta inicial e negociaram uma contra-oferta de forma satisfatória. Minha equipe revelou essa questão para a Lionsgate e os produtores mantiveram sua posição de que o ator branco estava disponível para negociações enquanto eu não estava – independente dos meus créditos e experiência. Com essa informação, seis membros do elenco recorrente, incluindo eu mesmo, nos organizamos para negar as ofertas iniciais da Lionsgate na segunda-feira 31 de agosto. Nossa intenção foi fazer um movimento poderoso como unidade no processo de negociação e, mais importante, nos posicionarmos no princípio básico de que essa não é simplesmente uma questão monetária. Estávamos todos cientes da notória disparidade salarial entre pessoas negras e nossos colegas brancos nas séries da Netflix e da Lionsgate; então isso deixou o buraco flagrantemente óbvio. Entretanto, nosso poder de barganha coletivo foi minado por ofertas paralelas e falta de transparência. Essas táticas levaram alguns indivíduos a assinar contratos antes de o grupo coletivo receber um processo de negociação justo e igualitário. Essas empresas recentemente lançaram comunicados e até fizeram doações em apoio ao movimento Black Lives Matter (Vidas Negras Importam). Estou denunciando suas práticas vergonhosas de discriminação e desigualdade racial tendo em mente como eles sempre desvalorizaram e rebaixaram pessoas negras. Ser politicamente correto da boca pra fora com gestos simbólicos não te absolvem da responsabilidade diária de fazer negócios de uma maneira igualitária e justa. O fato de que isso ocorreu nos bastidores de um programa cujo propósito é abordar problemas sistêmicos do racismo e da discriminação só mostra a grande auge da hipocrisia. Lionsgate. Netflix. Eu estou te vendo. Nós estamos te vendo.” Em resposta, a Lionsgate negou as acusações de discriminação. Em seu próprio comunicado, a produtora afirma que a questão foi “uma negociação puramente financeira ligada a termos de contrato. A Lionsgate está comprometida a tratar de forma igualitária todos os seus talentos, independente de raça, gênero, idade ou orientação sexual. Estamos muito orgulhosos de ‘Cara Gente Branca’ e seu espaço na conversa nacional sobre igualdade racial e justiça social, e estamos ansiosos para iniciar a produção da 4ª temporada”. Baseada no aclamado filme independente de mesmo nome, a série satiriza a “América pós-racial” ao retratar a vida de estudantes negros em uma conceituada universidade predominantemente branca. A atração faz um questionamento extensivo do racismo no mundo moderno, sem poupar sequer o pensamento politicamente correto e condescendente a respeito da diversidade racial. A série foi criada pelo diretor e roteirista Justin Simien, responsável pelo longa original, premiado no Festival de Sundance de 2014, e além de explorar questões de raça, também discute classes sociais e sexualidade. Assim como as três temporadas anteriores, a season finale terá 10 episódios. A data de estreia dos capítulos finais ainda não foi divulgada. Unfortunately I will not be joining NETFLIX’s Dear White People for its fourth and final season due to my experience… Publicado por Jeremy Tardy em Sexta-feira, 11 de setembro de 2020

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    Marcelo Adnet revela volta do Sinta-se em Casa em duas semanas

    12 de setembro de 2020 /

    Após a semana começar com a notícia de que Marcelo Adnet iria parar de fazer o humorístico “Sinta-se em Casa” no Globoplay, o ator anunciou uma reviravolta. “Depois de tantos pedidos carinhosos e tantos milhões de audiência vou voltar nem que seja bissemanalmente pra seguir com a crônica da nossa surrealidade. E quanto aos que sentiram, lembro que o ‘mumumu’ é livre! Saudações!” A decisão de encerrar o quadro não partiu do humorista. Ao gravar o último episódio, nesta sexta (1/9), ele revelou que o fim do “Sinta-se em Casa” foi uma consequência de a Globo o convocar a gravar uma nova temporada de “A Escolinha do Professor Raimundo” a partir de segunda-feira (14/9). “Não dá tempo, não dá para eu conciliar as duas coisas”, ele disse no vídeo. Mas, naquele que seria o último episódio, Adnet também pediu para ele mesmo continuar com o programa, por meio de algumas imitações que consagrou na produção, como Lula, Bolsonaro e até o falecido Brizola. “Se eu voltei, por que Adnet não vai voltar?”, disse, como Brizola. Imitando Caetano Veloso, ele se propôs a voltar bissextamente. E já marcou a data para o retorno: em duas semanas, após o final das gravações da “Escolinha”. Seria o último #SintaSeEmCasa da temporada? Programa completo e grátis https://t.co/8pdiVCUAcN com Cris Brasil, Boulos, Crivella, Jair, Frias, Lula, Ciro, Moro, Deltan, Tas, Brizola e Caetano pic.twitter.com/Xa0sjOq7yT — Marcelo Adnet (@MarceloAdnet) September 12, 2020

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    Netflix adquire filme premiado no Festival de Veneza

    12 de setembro de 2020 /

    A Netflix anunciou a compra dos direitos de “Pieces of a Woman”, poucas horas após o filme ser premiado no Festival de Veneza. O drama do húngaro Kornél Mundruczó (de “White Dog”) rendeu o troféu de Melhor Atriz para a inglesa Vanessa Kirby (a princesa Margaret de “The Crown”) e será exibido pela primeira vez na América do Norte neste domingo (12/9), no Festival de Toronto. A trama gira em torno de uma jovem mãe (Kirby), que após perder o filho natimorto inicia uma odisseia de um ano de luto que atinge seu marido (Shia LaBeouf), sua mãe (Ellen Burstyn) e sua parteira (Molly Parker). No filme, Martha é uma executiva muito rígida e Shawn um operário da construção civil com um passado volátil. Eles encontraram o amor apesar da diferença de classe e estão esperando ansiosamente seu primeiro filho. Mas complicações com a parteira interrompem o planejado parto em casa, enviando o casal à tragédia numa sequência devastadora. Em comunicado, o diretor Mundruczó afirmou: “Como cineasta europeu, não poderia estar mais animado e agradecido por encontrar uma casa para este filme na Netflix. Seu gosto pelo cinema independente parece a da United Artists dos anos 1970. A verdadeira campeã dos cineastas e vozes originais de hoje.” O filme inclui entre seus fãs o cineasta Martin Scorsese, que se tornou produtor do longa no mês passado, justamente para facilitar as negociações para sua distribuição internacional. Na ocasião, ele disse ao site Deadline “É uma sorte ver um filme que te pega de surpresa. É um privilégio ajudá-lo a encontrar o amplo público que merece. ‘Pieces of a Woman’ para mim foi uma experiência profunda e comovente. Eu fiquei emocionalmente investido nele desde a primeira cena, e a experiência só se intensificou enquanto eu assistia, fascinado pela realização do filme e pelo trabalho de um elenco esplêndido, que inclui minha velha colega Ellen Burstyn. Você se sente como se tivesse caído no vórtice de uma crise familiar e conflito moral com todas as suas nuances, puxado com cuidado e compaixão, mas sem julgamento. Kornél Mundruczó tem um estilo fluido e imersivo com a câmera que torna difícil desviar o olhar e impossível não se importar”.

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    Atriz de Chicago PD entra em Legends of Tomorrow

    12 de setembro de 2020 /

    A atriz Lisseth Chavez, que interpretou Vanessa Rojas na recente 7ª temporada de “Chicago PD”, entrou na série “Legends of Tomorrow”. Ela vai embarcar na Waverider, a nave espacial e que também viaja no tempo, como uma nova integrante fixa da produção, uma especialista em alienígenas chamada Esperanza “Spooner” Cruz. Sua personagem é descrita como “resistente e autossuficiente” e como alguém que “vive fora da rede”. Os produtores acrescentam que ela criou uma tecnologia engenhosa para a detecção de – e defesa contra – alienígenas, e “enquanto alguns podem chamá-la de paranoica, ela prefere se dizer preparada”. Mais: “sobrevivente de um encontro alienígena na infância, Spooner agora acredita que tem a capacidade de se comunicar telepaticamente com alienígenas”. Segundo a produtora executiva Grainne Godfree, “ela não será a perdedora adorável que normalmente temos na série. Ela vai ser uma pessoa muito durona e deixa isso claro para as outras Lendas, e eu acho que isso vai confundi-los um pouco”. A personagem não existe nos quadrinhos da DC Comics. Mas vale considerar que ela compartilha o sobrenome com Jessica Cruz, uma das Lanternas Verdes da editora, o que pode ser apenas uma coincidência, mas também pode ser indício de algo que a série pode abordar mais adiante. Vale lembrar que “Arrow” terminou com um aceno para o universo dos Lanternas Verdes, que será introduzido numa vindoura série própria na HBO Max.

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    Justiça Jovem tem 4ª temporada confirmada

    12 de setembro de 2020 /

    A WarnerMedia não esqueceu a série animada “Justiça Jovem” (Young Justice). Após uma renovação oficiosa para a 4ª temporada em julho… de 2019 (!), a atração, que conta tramas completas a cada temporada, ganhou seu título oficial. O novo arco vai se chamar “Young Justice: Phantoms”. A série de Brandon Vietti e Greg Weisman estreou em novembro de 2010 e foi originalmente encerrada em março de 2013, após duas temporadas, no Cartoon Network. Uma forte campanha de fãs viu a série ser ressuscitada para a plataforma de streaming DC Universe em janeiro de 2019. A 3ª temporada de duas partes foi concluída em 19 de agosto de 2019. Durante a Comic-Con International do ano passado, em San Diego, a WB Animation tinha anunciado que a produção dos novos episódios começara, e que Vietti e Weisman trabalhariam ao lado de Sam Register (de “Teen Titans Go!”). Demorou um ano, mas os fãs finalmente tiveram novidades sobre a produção. Entretanto, não foi revelado onde a série será exibida. Em meio a relatos – e provas – de que a WarnerMedia pretende aposentar a DC Universe, a confirmação dos novos episódios vem com zero detalhes adicionais além do título. Também não está claro qual será a trama. Cada temporada apresentou uma geração diferente de heróis juvenis da DC Comics, apresentando a evolução e o amadurecimento dos personagens originais.

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    Junkie XL revela trecho da trilha inédita da nova versão de Liga da Justiça

    12 de setembro de 2020 /

    O DJ, músico e produtor Thomas Holkenborg, mais conhecido pelo nome artístico Junkie XL, compartilhou uma prévia da nova trilha que irá acompanhar o lançamento do Snyder Cut – a versão de “Liga da Justiça” de Zack Snyder. A música vai embalar uma cena de ação e foi revelada durante a participação do artista na DC FanDome, convenção virtual de fãs da DC Comics, neste sábado (12/9). Apesar de mostrar a nova composição, ele também adiantou que ainda tem muito trabalho para fazer antes de terminar a trilha completa. Autor das trilhas de “Mad Max: Estrada da Fúria” (2015), “Deadpool” (2016) e “O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio” (2019), Junkie XL era a escolha original de Zack Snyder para “Liga da Justiça”, após os dois trabalharem juntos em “Batman vs Superman: A Origem da Justiça” (2016). Mas quando Joss Whedon assumiu a pós-produção e refilmou grande parte do longa, ele decidiu trocar o compositor, trazendo Danny Elfman, do “Batman” de 1989, para assinar a música do filme. A restauração da visão original de Snyder também irá restituir Junkie XL a seu papel original. Assim, o Snyder Cut não terá só imagens diferentes, mas também uma trilha totalmente inédita. A nova versão de “Liga da Justiça” será lançada como uma minissérie de quatro partes – com quatro horas de duração – na plataforma HBO Max em 2021. Junkie XL previews his Justice League theme! Wow!#DCFanDome #TheSnyderCut pic.twitter.com/UDW668Q22t — The Zack Snyder Bible (@ZackSnyderBible) September 12, 2020

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    Nomadland vence o Leão de Ouro no Festival de Veneza

    12 de setembro de 2020 /

    “Nomadland”, de Chloé Zhao, venceu o Festival de Veneza 2020. O drama estrelado por Frances McDormand era favorito a prêmios antes mesmo de ser exibido, pelo histórico dos talentos envolvidos em sua produção, mas após sua première na sexta (11/9) sua vitória passou a ser considerada a maior barbada do evento. O filme foi recebido com aplausos estrondosos e deixou os críticos em êxtase. No Rotten Tomatoes, os elogios atingiram 100% de aprovação. Road movie com influência de documentários, “Nomadland” traz Frances McDormand como uma viúva sem rumo, viajando pelos EUA numa van durante a implosão financeira de sua cidade, estado e país, e coloca a atriz, que já venceu o Oscar por “Fargo” (1996) e “Três Anúncios para um Crime” (2017), na briga pelas premiações da temporada. A vitória é mais importante ainda para a diretora chinesa, radicada nos EUA. Veneza não premiava um filme dirigido por mulher há uma década, desde a controvertida vitória de Sofia Coppola por “Um Lugar Qualquer” (2010). Em um ano com um recorde de oito diretoras em competição, havia muitas especulações de que o júri presidido por Cate Blanchett destacaria uma delas. E nenhuma cineasta chegou mais cercada de expectativas que Zhao. A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos EUA ignora quem ela seja, mas Chloé Zhao vem sendo considerada uma das diretoras mais promissoras do cinema indie americano desde seu primeiro longa, “Songs My Brothers Taught Me”, há cinco anos. O segundo, “Domando o Destino”, tem 98% de aprovação no Rotten Tomatoes e foi consagrado como o Melhor Filme indie de 2017 na premiação do Gotham Awards, além de ter vencido o Festival de Atenas e o troféu da Confederação dos Cinemas de Arte no Festival de Cannes. Até a Marvel sabe quem ela é, ao contratá-la para dirigir a superprodução de heróis “Eternos”. A vitória de “Nomadland” deve, agora, pressionar a Academia para sair do casulo em que se meteu na última premiação do Oscar, quando ignorou o cinema indie para prestigiar apenas produções dos grandes estúdios. A imprensa americana praticamente já começou a campanha para ver Zhao se tornar a primeira mulher não branca indicada ao Oscar de Melhor Direção. Do ponto de vista dos negócios, a vitória de “Nomadland” também fortalece o prestígio do estúdio Searchlight, que atinge sua primeira conquista após ser incorporado à Disney na compra da Fox. Vale lembrar que esta já é a segunda vitória da Searchlight em Veneza, após conquistar o Leão de Ouro em 2017 com “O Forma da Água”, de Guillermo del Toro, que acabou vencendo o Oscar de Melhor Filme – e Direção. O prêmio de Melhor Direção, porém, ficou com outro cineasta asiático, o veterano mestre japonês Kiyoshi Kurosawa por “Wife of a Spy”, um drama frio e contido de espionagem em tempos de guerra, enquanto a escolha de Melhor Atriz recaiu sobre a inglesa Vanessa Kirby. Ela era outro destaque do evento, tendo estrelado dois dos longas da seleção de Veneza. Seu prêmio foi pelo longa húngaro “Pieces of a Woman” de Kornél Mundruczó. O júri comandado por Blanchet também agraciou o thriller social distópico “New Order”, do mexicano Michel Franco, com seu Grande Prêmio, e “Dear Comrades”, do veterano cineasta russo Andrei Konchalovsky com o Prêmio Especial, além de reconhecer Pierfrancesco Favino como Melhor Ator, por “Padrenostro”. Para completar, a Mostra Horizontes, principal seção paralela do Festival de Veneza, consagrou outra cineasta feminina. A atriz portuguesa Ana Rocha de Sousa venceu dois troféus com sua estreia na direção: o Prêmio Especial do Júri e o Leão do Futuro de Melhor Filme de Estreia por “Listen”. “The Wasteland”, do iraniano Ahmad Bahrami, foi o Melhor Filme da seção, e o colecionador de troféus Lav Diaz ganhou mais um, pela Direção de “Genus Pan”, 24º longa e um dos mais curtos da carreira do cineasta filipino, com “apenas” duas horas e meia de duração. Confira abaixo a lista completa dos prêmios. Mostra Competitiva Leão de Ouro: “Nomadland”, de Chloé Zhao Grande Prêmio do Júri: “New Order”, de Michel Franco Leão de Prata de Melhor Direção: Kiyoshi Kurosawa, “Wife of a Spy” Melhor Atriz: Vanessa Kirby, “Pieces of a Woman” Melhor Ator: Pierfrancesco Favino, “Padrenostro” Melhor Roteiro: Chaitanya Tamhane, “The Disciple” Prêmio Especial do Júri: “Dear Comrades”, de Andrei Konchalovsky Prêmio Marcello Mastroianni de Melhor Ator Jovem: Rouhollah Zamani, de “Sun Children” Mostra Horizontes Melhor Filme: “The Wasteland”, de Ahmad Bahrami Melhor Direção: “Genus Pan”, de Lav Diaz Prêmio Especial do Júri: “Listen”, de Ana Rocha de Sousa Melhor Atriz: Khansa Batma, “Zanka Contact” Melhor Ator: Yahya Mahayni, “The Man Who Sold His Skin” Melhor Roteiro: Pietro Castellitto, “I Predatori” Melhor Curta: “Entre Tú y Milagros”, de Mariana Safron Leão do Futuro Prêmio Luigi De Laurentiis de Melhor Estreia: “Listen”, de Ana Rocha de Sousa Competição de Realidade Virtual Melhor Realidade Virtual: “The Hangman at Home: An Immersive Single User Experience”, de Michelle e Uri Kranot Melhor Experiência Virtual: “Finding Pandora X”, de Kiira Benzing Melhor História de Realidade Virtual: “Killing a Superstar”, de Fan Fan

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    Patrulha do Destino é renovada para a 3ª temporada

    12 de setembro de 2020 /

    A HBO Max anunciou a renovação de “Patrulha do Destino” (Doom Patrol) para sua 3ª temporada. A 2ª temporada da série estreou em junho nas plataformas americanas HBO Max e DC Universe, mas os próximos capítulos serão exibidos exclusivamente na plataforma da WarnerMedia. A mudança confirma o sucateamento da DC Universe, que, se ainda não foi oficialmente fechada, sairá do ar simplesmente por não ter o que exibir. “Patrulha do Destino” reúne os personagens mais bizarros da DC Comics, criados ainda nos anos 1960. Todos tiveram origens traumáticas, que os deixaram mutilados ou tão diferentes que causam medo e repulsa, em vez das reações positivas mais associadas aos super-heróis. Vale destacar que a adaptação é influenciada principalmente pela fase mais adulta da publicação, após passar a ser escrita por Grant Morrison (criador de “Happy!”) nos anos 1980 e incorporar uma temática queer. O elenco inclui April Bowlby (a Stacy de “Drop Dead Diva”) como Mulher-Elástica, Diane Guerrero (a Martiza de “Orange Is the New Black”) como Crazy Jane, Joivan Wade (Rigsy na série “Doctor Who”) como o herói Ciborgue, Timothy Dalton (ex-007 e protagonista de “Penny Dreadful”) como Niles Caulder, o Chefe, e participações de Brendan Fraser (da trilogia “A Múmia” e “Viagem ao Centro da Terra”) e Matt Bomer (de “White Collar” e “American Horror Story”) como dubladores e intérpretes das cenas de flashback dos personagens Homem-Robô e Homem Negativo, respectivamente. Elogiadíssima, as duas temporadas da série têm 96% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Trata-se da mais bem-avaliada dentre todas as adaptações atuais de quadrinhos na televisão.

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    Segunda parte da DC FanDome acontece neste sábado

    12 de setembro de 2020 /

    A segunda parte do evento DC FanDome, convenção virtual dedicada às várias atrações relacionadas à DC Comics, começa às 14h (horário de Brasília) deste sábado (12/9), exclusivamente em https://www.dcfandome.com/. 22 milhões de fãs de 220 países diferentes acompanharam ao vivo a primeira parte, que aconteceu em agosto com o subtítulo de Hall of Heroes. Já a nova etapa é chamada de Explore The Multiverse, aludindo a um tipo diferente de interação, com opção de seleção de conteúdo. Além disso, enquanto a primeira parte teve foco especial nos filmes, agora o destaque fica com as séries de TV do Arrowverso. Estão confirmados painéis inéditos de “Batwoman”, “Black Lightning” (Raio Negro), “Legends of Tomorrow”, “Stargirl”, “Patrulha do Destino”, “Lucifer”, “The Flash”, “Supergirl” e a estreante “Superman & Lois”. Mas os organizadores prometem mais de 100 horas de conteúdo sobre todo o universo DC, incluindo mais filmes, games, quadrinhos e animação. Por isso, a ideia é que cada espectador monte sua própria agenda e confira os painéis no seu próprio tempo, já que o material ficará disponível por apenas 24h no endereço oficial da convenção. Confira abaixo o trailer da atração.

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    Netflix incentiva detratores a verem Lindinhas

    11 de setembro de 2020 /

    A Netflix divulgou um vídeo com bastidores e depoimento da diretora de “Lindinhas” (Cuties/Mignonnes), filme que a própria Netflix polemizou por vacilo de seu marketing. No vídeo, Maïmouna Doucouré, que também escreveu o filme, explica sua intenção com a obra e como se inspirou em sua própria história, em meio ao fogo-cruzado que vem se abatendo sobre ela na internet. Maïmouna Doucouré foi uma das primeiras mulheres negras a vencer o prêmio de Melhor Direção no Festival de Sundance e recebeu elogios rasgados da crítica internacional por seu trabalho – 88% de aprovação no Rotten Tomatoes – , mas por um equívoco calamitoso da Netflix acabou virando alvo de uma guerra cultural. Um cartaz da plataforma sensualizou as personagens pré-adolescentes da produção e deu outro sentido à obra. A Netflix assumiu o erro e pediu desculpas. Mas isso não arrefeceu campanhas ativas contra a produção na internet, que incentivam quem não o viu a dar “dislikes” e notas baixas em sites como o Rotten Tomatoes, IMDb e Metacritic, além de difundir hashtags pedindo boicotes. A diretora contou que tem recebido até ameaças de morte. Além do vídeo com a diretora, a Netflix também emitiu um novo comunicado junto com o lançamento, que aconteceu nesta sexta (11/9), incentivando os detratores a perceberem que o filme se preocupa com as mesmas coisas que os escandalizam. “‘Cuties’ é uma crítica social à sexualização de crianças. É um filme premiado, com uma história poderosa sobre a pressão que jovens meninas sofrem das redes sociais e da sociedade em geral enquanto crescem – e encorajamos qualquer pessoa que se importa com este tema fundamental a assistir ao filme”, diz o texto oficial. Por curiosidade, o filme acabou sendo lançado no Brasil com o título original, “Mignonnes” em francês, após toda a confusão. Mas durante a divulgação inicial, ele ficou conhecido como “Lindinhas” no país. Mudar o título não muda o filme, só mostra que o marketing da Netflix não funciona mesmo como deveria.

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