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    Festival de Gramado é adiado para setembro

    7 de junho de 2020 /

    A organização do Festival de Cinema de Gramado anunciou o adiamento do evento deste ano. Inicialmente programado para agosto, o festival de cinema vai acontecer entre 18 e 26 de setembro. A nova data foi definida após análise do cenário nacional em função da pandemia de covid-19. Em nota, Diego Scariot, gerente de projetos da Gramadotur, responsável pela realização do festival, garantiu que ele será realizado. Uma afirmação necessária após o Secretário de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec-DF) anunciar neste domingo (7/8) o cancelamento do Festival de Brasília. “O Festival de Gramado reúne, aproxima equipes de produção, elencos, diretores e realizadores. São nove dias de celebração ao cinema, de reconhecimento às produções concorrentes, mas também de fomento e incentivo às novas produções. Os festivais mantêm o cinema vivo e Gramado tem muita honra de contribuir com o fortalecimento da indústria do audiovisual. Esse é o nosso compromisso e será mantido ainda que não sejam descartadas alterações ou adequações no formato”, disse Scariot no comunicado. No atual cronograma, a seleção de filmes para as Mostras Competitivas – curtas gaúchos e nacionais, longas brasileiros e estrangeiros – deve estar concluída até o final de julho.

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    Festival de Brasília é cancelado por falta de apoio financeiro

    7 de junho de 2020 /

    O Festival de Brasília, um dos eventos mais tradicionais do cinema brasileiro, não vai acontecer em 2020 por falta de verbas. À retirada do apoio da Petrobrás no ano passado, por ordem de Bolsonaro, juntou-se este ano a crise econômica gerada pela pandemia de coronavírus, inviabilizando financeiramente sua realização. O cancelamento foi revelado pelo Secretário de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec-DF), Bartolomeu Rodrigues, em entrevista neste domingo (7/6) ao site brasiliense Metrópoles. O órgão é responsável pela organização do evento. Rodrigues afirmou ter buscado alternativas, como realizar o festival em parceria com o Cine Drive-In ou plataformas de streaming, mas o orçamento não permitiu. “Constatamos que não tínhamos recursos. Não tive nenhuma sinalização [que conseguiríamos arrecadar o dinheiro], portanto, preferi cancelar”. O orçamento previa a necessidade de R$ 3 milhões para a realização do festival. No ano passado, após a suspensão do patrocínio da Petrobras, outros festivais, como Anima Mundi e o Festival do Rio, correram o risco de serem cancelados, mas driblaram as restrições financeiras com ajuda de financiamento coletivo. Essa é a primeira vez desde os anos 1970, em meio à ditadura militar, que o festival, conhecido por apresentar longas com temas políticos e que denunciam diversas dificuldades enfrentadas pela população, é cancelado.

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    Michael B. Jordan pede maior pressão para empresas contratarem profissionais negros

    7 de junho de 2020 /

    O ator Michael B. Jordan discursou num protesto antirracista no sábado (6/6), em meio aos prédios das agências de talentos de Los Angeles, em que usou exemplos de sua carreira para apontar os próximos passos do movimento, destacando a pressão para que as empresas, incluindo os estúdios de Hollywood, invistam mais em profissionais e até executivos negros. Ao destacar os papéis que o fizerem refletir sobre injustiça e desigualdade racial, ele começou com o personagem que o projetou, Oscar Grant, em “Fruitvale Station: A Última Parada” (2013). “Oscar Grant foi morto pela polícia numa estação de trem em Oakland”, disse Jordan, lembrando que a história realmente aconteceu. O papel lhe deu a “oportunidade de sentir a dor de sua família, sua filha e sua mãe”, continuou o ator. “Eu vivi com isso por muito tempo e isso me pesa”. Ao citar a adaptação do clássico sci-fi “Fahrenheit 451” (2018), de Ray Bradbury, ele disse: “A produção desse filme me fez realmente perceber tudo que o governo e os opressores farão para manter o conhecimento fora de suas mãos”. Ele ainda citou o papel de Eric Killmonger em “Pantera Negra” e principalmente teve a “honra” de interpretar Bryan Stevenson em “Luta por Justiça”. “E ao vivê-lo, aprendi suas táticas. Aprendi sua mentalidade. Aprendi sua abordagem das coisas. Muito calmo. Muito estratégico. Muito atencioso. Você deve estar próximo das questões”. Foi nesse ponto em que demonstrou o caminho a seguir. “O que estamos fazendo hoje fará com que nossos valores sejam ouvidos e nossas vozes sejam ouvidas. Temos que continuar agitando as coisas. Não podemos ser complacentes. Não podemos deixar esse momento passar por nós, temos que continuar a colocar o pé no pescoço deles”, disse sobre o movimento antirracista, relembrando a morte de George Floyd por asfixia, sob o pé de um policial branco, que gerou comoção mundial. Veja a íntegra do discurso abaixo.

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    Jennifer Aniston doa US$ 1 milhão para movimento antirracista

    7 de junho de 2020 /

    A atriz Jennifer Aniston decidiu apoiar os movimentos contra o racismo com mais que palavras de incentivo. De acordo com o jornal inglês Daily Mirror, a estrela de “Friends” doou US$ 1 milhão para a organização não governamental Color of Change, que ajuda a coordenar campanhas por justiça racial. A doação reflete o discurso incisivo da atriz diante dos protestos antirracistas que eclodiram pelos EUA após a morte de George Floyd, asfixiado por policiais brancos na rua, à luz do dia. “Esta semana foi de partir o coração por muitos motivos. Precisamos reconhecer que o racismo e a brutalidade neste país estão acontecendo há muito tempo — e nunca foram aceitáveis”, ela escreveu no Instagram. “Como aliados que querem igualdade e paz, é a nossa responsabilidade fazer barulho, demandar justiça, nos educar sobre esses temas e, mais do que tudo, espalhar amor. Quanto tempo deixaremos passar sem nenhuma mudança? Quanto tempo?”, completou. Ver essa foto no Instagram This week has been heartbreaking for so many reasons. We need to acknowledge that the racism and brutality in this country has been going on for a long time – and it’s NEVER been okay. As allies, who want equality and peace, it’s our responsibility to make noise, to demand justice, to educate ourselves on these issues, and more than anything, to spread love. How much more time are we willing to let pass without change? HOW MUCH MORE TIME? ⠀ ⠀ Text FLOYD to 55156 and sign the @colorofchange petition to have all four of the officers who killed #GeorgeFloyd arrested. Uma publicação compartilhada por Jennifer Aniston (@jenniferaniston) em 30 de Mai, 2020 às 2:11 PDT

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    John Boyega agradece apoio a seu discurso antirracista e diz que vai continuar a luta

    7 de junho de 2020 /

    O ator John Boyega, intérprete de Finn na recente trilogia de “Star Wars”, agradeceu o apoio que recebeu por seu discurso em um protesto antirracista em Londres, que viralizou nas redes sociais, mas disse que só desabafar não é o suficiente, por isso vai continuar a luta por melhores condições de vida para a população negra. “Eu quero dizer ‘obrigado’ por todo o amor e apoio que vocês compartilharam comigo nestes últimos dias, embora nada do que eu tenha feito mereça elogios, ou seja sequer o suficiente, no quadro maior das coisas”, escreveu no Instagram. “Este é um momento intenso para a nossa comunidade, e a coisa mais importante é manter o ímpeto e não perder de vista a importância de encontrar soluções de longo prazo e comprometimentos [governamentais], para o bem da nossa geração e da próxima”, continuou. “Eu acredito que todo grande movimento começa com uma renovação da mente. Eu sei que todo mundo está pensando: ‘O que vem a seguir? O que fazemos agora?’. Eu estou pensando a mesma coisa!”, admitiu Boyega. “As conversas sobre apoiar negócios negros já estão acontecendo, e eu vou continuar a estimular essas conversas. Queremos ideias sustentáveis e concretas. Queremos aumentar o nosso conhecimento! Estou animado para ver este despertar acontecendo em todos nós”, disse ainda. “Eu vou continuar usando a minha plataforma para lutar contra as injustiças e desigualdades na nossa comunidade, mas um homem não pode fazer tudo sozinho — eu preciso de vocês. Precisamos de todo mundo, de todas as indústrias, origens socioeconômicas, países. Todo mundo unido para mudar as coisas de verdade”, completou. Na nova postagem, Boyega mostrou fotos de suas visitas a várias escolas em Southwark, bairro londrino, antes do agravamento da pandemia. Segundo o ator, ele foi a essas escolas “levar a sua história e ouvir o que a nova geração tinha a dizer”. “Aquele momento abriu meus olhos e me inspirou, para dizer o mínimo. Eu estou ansioso para continuar fazendo este trabalho, contribuindo mais — assim que for seguro. Eu incentivo os outros homens negros da minha comunidade, meus amigos, a fazerem o mesmo”, declarou. “Forjar uma conexão com as nossas crianças e motivá-las para um futuro mais forte e mais brilhante é urgente, necessário. No meio tempo, vamos trabalhar para abrir caminho para elas, para que possam voar. Amo todos vocês, fiquem seguros”, finalizou. Em seu emocionado discurso no Hyde Park, em Londres, o ator lembrou vidas inocentes que foram perdidas precocemente por causa do racismo ao longo da história, e disse que não temia um eventual prejuízo à sua carreira por causa do discurso. “Estou falando para vocês do meu coração. Eu não sei se vou ter uma carreira depois disso, mas f*da-se”, afirmou. Após o discurso, vários diretores disseram nas redes sociais que adorariam trabalhar com Boyega e a conta oficial de “Star Wars” no Twitter chamou o ator de “herói”. Ver essa foto no Instagram I want to thank you all for the love and support you have shared over the last few days, although nothing I have done is for praise, or is truly even enough, in the grand scheme of things. This is an intense time for our community, and the most important thing is for us to maintain momentum and not lose sight of how critical it is to pursue long term solutions and commitments, for the sake of our generation, and the next. Our individual pursuits of success and belonging remain, but now more than ever, it’s important to use this movement as fuel to inspire new ways of thinking, building, and growing, together. I believe any great movement starts with a renewal of the mind. I know you’re all thinking, what’s next? Where do we go from here? Because I’m thinking the same shit! Conversations about black businesses, ownership and support are happening, and I will continue to have these conversations with the full intention of birthing ideas that are sustainable and tangible. Let’s increase our knowledge! I’m excited to see an awakening happening in all of us! I’ll continue to use my platform to fight against the injustices and inequalities in our community, no matter what. Nonetheless, one man can’t do it alone – I need you, and we need each other! We need everyone, across industry’s, soci-economic backgrounds, countries, to unite with a shared goal of REAL change. Before the pandemic hit, I visited a few schools in Southwark, to share my journey and to truly understand the minds and needs of our next generation. It was eye opening and inspiring to say the least, and I look forward to continuing this work, and contributing more, once it is safe to do so. I urge the black men of our community, my peers, to do the same. Connecting with our kids and motivating them towards a future that is stronger and brighter, is urgent, and necessary. In the meantime, let’s work on clearing the runway for them, so they can take off, and fly. Love everyone, and stay safe x Uma publicação compartilhada por John Boyega (@johnboyega) em 7 de Jun, 2020 às 3:17 PDT

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  • Filme

    A Vastidão da Noite é uma das estreias mais instigantes dos últimos anos

    7 de junho de 2020 /

    “A Vastidão da Noite” é apenas o pontapé inicial na carreira do diretor Andrew Patterson, mas já se tornou umas das estreias mais instigantes dos últimos anos. A obra demonstra um carinho muito grande pelos filmes de ficção científica da década de 1950, numa grande homenagem ao estilo, mas não é retrô. Na verdade, não abre mão de parecer moderna. Afinal, filmes daquela época não teriam explorado tanto as conversas entre personagens. E é o que Patterson faz, tanto que ele próprio cita influência da trilogia de Jesse e Celine, de Richard Linklater, em seu trabalho. O diretor de 38 anos também se mostra muito atento aos aspectos visuais e sonoros de sua obra. A ponto de a exibição em streaming – “A Vastidão da Noite” é um lançamento da Amazon Prime Video – dar saudades das sessões com tela grande de cinema. A primeira parte do filme são basicamente planos gerais, com cenas em um ginásio onde acontece um jogo de basquete. Mais tarde saberemos que praticamente toda a cidadezinha de Cayuga, Nova México (uma cidade fictícia), está naquele local. O filme joga o espectador na trama sem uma apresentação dos personagens. Esse tipo de recurso mais moderno não é exatamente novo, mas integra um repertório específico, que parece querer incomodar os espectadores em muitos aspectos, inclusive com ruídos. Há os ruídos da bola batendo no chão e do arrastar dos tênis dos jogadores, enquanto a conversa rola de maneira descontraída, descontrolada e realista. E são justamente ruídos que amarram a trama. Os personagens principais são dois jovens: um radialista chamado Everett (Jake Horowitz) e uma operadora de uma central telefônica chamada Fay (Sierra McCormick). Ela parece ter uma ligeira queda por ele, mas essa relação afetiva não chega a ser algo tão essencial. Durante uma passagem dos dois pelos carros ao redor do ginásio, um ruído é ouvido ao fundo. E o uso de câmera subjetiva cria tensão naquele ponto, evocando as experiências de Sam Raimi em “Evil Dead” (1981). O uso da câmera é, de fato, um dos aspectos mais brilhantes do filme, embora chegue a chamar demais a atenção, a ponto de atrapalhar a imersão na trama. Outro elemento importante é a escuridão. Deliberadamente, Patterson usa muitas cenas escuras, como a esconder o que há em volta dos personagens – na verdade, para esconder o baixo orçamento da produção indie. Mas apesar da amplitude dos primeiros takes – com direito a um passeio noturno pela cidade – , “A Vastidão da Noite” encontra seu ritmo em cenas de interiores e nas ligações telefônicas entre os dois personagens, cada um em seu local de trabalho. O ponto de partida para a trama são ruídos estranhos ouvidos ao telefone. Fay resolve mostrar para seu amigo Everett aquilo que conseguiu captar. O jovem radialista, por sua vez, resolve mostrar esse ruído para sua audiência. E imediatamente ele recebe a ligação de um homem que diz saber o que é aquilo. O interessante é que o ruído só ganha força e importância porque os personagens dão a ele importância. É o caso clássico de filme que brinca muito com as reações, principalmente faciais, de seus personagens e convida o público para entrar no jogo e ficar tão preocupado, tão interessado, tão intrigado e tão entusiasmado quanto eles. E o que é o tal ruído? O mistério envolve as tais referências de ficção científica cinquentista. Mas principalmente dá o que falar. Em tempos pandêmicos, é uma alegria poder ver uma estreia (ainda que direto no streaming) capaz de provocar tantos comentários positivos entre cinéfilos, críticos de cinema e apreciadores do gênero sci-fi.

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  • Série

    Warner desarma Hortelino Troca-Letras nos novos desenhos do Pernalonga

    7 de junho de 2020 /

    A nova série “Looney Tunes Cartoons”, que atualiza a Turma do Pernalonga para a era dos streamings, trouxe uma mudança significativa que reflete a atenção da Warner para as campanhas a favor do desarmamento. Lançada com a plataforma HBO Max em 27 de maio, o novo “Looney Tunes” desarma o caçador do “toelho”, Hortelino Troca-Letras (Elmer Fudd, no original), que agora tenta pegar o Pernalonga sem sua tradicional espingarda. A mudança foi feita, de forma crítica, como reação ao aumento da violência armada nos EUA. “Não vamos usar armas de fogo”, admitiu o produtor executivo e showrunner Peter Browngardt ao jornal New York Times. “Mas podemos mostrar a violência típica dos desenhos animados – como TNT, o material da Acme, tudo que faz parte dos desenhos clássicos.” A intenção é manter a nova série fiel ao espírito dos curtas originais da Warner, mas refletindo as sensibilidades modernas. Isso significa que explosões de dinamite, balas de canhões antigos, armadilhas elaboradas, bigornas, cofres e pianos podem ser utilizados contra os personagens. Mas nada de tiros. Segundo o produtor, a mudança não deixa os desenhos menos violentos, mas deixa de promover o uso de armas de fogo. Além de Hortelino, os desenhos do Pernalonga incluem outro personagem que às vezes aparecia armado: o cowboy baixinho e barbudo Eufrazino Puxa-Briga (Yosemite Sam). Ele também teve que pendurar o coldre. “Looney Tunes Cartoons” consiste, ao todo, de 80 episódios de 11 minutos de duração, disponibilizados para assinantes da HBO Max nos EUA.

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    Disney doa US$ 5 milhões para organizações que lutam por justiça social e igualdade racial nos EUA

    7 de junho de 2020 /

    A Walt Disney Company se comprometeu a doar US$ 5 milhões para organizações que visam promover a justiça social e a igualdade racial nos EUA. O anúncio acontece em meio à grande onda de manifestações que vem acontecendo no país após o assassinato de George Floyd, sufocado por policiais brancos na rua, em plena luz do dia. Parte dessa doação (US$ 2 milhões) será destinada a NAACP (National Association for the Advancement of Colored People), a mais antiga entidade dedicada ao combate do racismo, fundada em 1909. Outra parte dos recursos será direcionada a organizações indicadas por funcionários da companhia. “O assassinato de George Floyd forçou nossa nação, mais uma vez, a confrontar a longa história de injustiça que as pessoas negras sofrem nos EUA e é fundamental que permaneçamos juntos, falando e fazendo tudo o que for possível para garantir que atos de racismo e violência nunca mais sejam tolerados”, disse Bob Chapek, CEO da The Walt Disney Co., em uma mensagem postada no blog oficial da empresa. “Essa doação de US$ 5 milhões continuará apoiando os esforços de organizações sem fins lucrativos, como a NAACP, que vem trabalhando incansavelmente para garantir equidade e justiça”, disse. No post, a Disney ainda mencionou já ter doado milhões de dólares na forma de bolsas de estudo para estudantes de grupos subrepresentados, incluindo um montante de US$ 2,5 milhões para o United Negro College Fund. A Disney também usou sua programação televisiva para ajudar a promover a discussão sobre racismo e opressão nos Estados Unidos. Nesta semana, a ABC News exibiu um especial sobre os protestos em torno da morte de George Floyd chamado “America in Pain: Whats Comer Next”, o Disney Channel lançou uma campanha de conscientização para crianças e adolescentes e a rede ABC programou dois episódios antigos de “Black-ish” com o tema do racismo, sendo um deles focado na violência policial contra negros nos EUA.

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  • Série

    Legends of Tomorrow: Maisie Richardson-Sellers se despede da série

    6 de junho de 2020 /

    O final da 5ª temporada de “Legends of Tomorrow”, exibido na terça (2/6) nos EUA, marcou a despedida da atriz inglesa Maisie Richardson-Sellers da série. Presente desde a 2ª temporada, primeiro como a heroína Vixen, da Sociedade da Justiça dos anos 1940, e depois como a deusa punk transmorfa Charlie, a atriz se despediu da produção para participar de novos projetos – o primeiro deles é a continuação de “A Barraca do Beijo”, na Netflix. O destino da personagem da atriz foi revelado no último capítulo, que será exibido neste domingo (7/6) no Brasil, durante uma maratona da reta final da série no canal pago Warner – portanto, tudo a seguir é spoiler. Após a derrota da ameaça da temporada, Charlie decide ficar na Londres dos anos 1970 e retomar sua carreira como cantora da banda punk The Smell – onde seus colegas viajantes do tempo a encontraram no começo da temporada anterior. A atriz confirmou que a cena representava sua saída da série em um post nas redes sociais. “Obrigado por seu amor e apoio sem fim. Amaya e Charlie me deram muita alegria nos últimos 4 anos, e vocês são os fãs mais gentis, generosos e inclusivos que um programa poderia esperar. Nunca mudem. Mal posso esperar para compartilhar os projetos que estou criando no momento. Amo todos vocês”, ela escreveu. Veja o post original abaixo. Thank you for your endless love and support. Amaya and Charlie have brought me so much joy these past 4 years, and you are THE MOST kind, generous, inclusive fan base a show could hope for. Never change. I can’t wait to share the projects I’m currently creating. Love you all ❤️ — Maisie R-Sellers (@maisie_rs) June 3, 2020

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    The Mandalorian: Jon Favreau diz que 2ª temporada não vai sofrer atrasos

    6 de junho de 2020 /

    A pandemia de coronavírus interrompeu as produções de filmes e séries em todo o mundo, mas o cineasta Jon Favreau, criador e produtor de “The Mandalorian”, acredita que a 2ª temporada de sua série será lançada na data prevista, durante outubro na plataforma. “Tivemos a sorte de terminar as gravações antes do bloqueio”, contou Favreau durante um painel virtual para o ATX Television Festival, moderado pelo jornalista Anthony Breznican, da revista Vanity Fair. E revelou: “Graças à evolução da Lucasfilm e da [empresa de efeitos] ILM (Industrial Light & Magic), conseguimos fazer todos os nossos efeitos visuais, editar e pós-produzir remotamente, através de sistemas que foram criados por essas empresas para nós”. Favreau também adiantou que a 2ª temporada parece realmente uma continuação do elogiado primeiro ano da série e não uma realização nova, ainda que traga novos personagens e uma nova equipe de diretores atrás das câmeras. E concluiu: “Foi realmente muito divertido e gratificante, e espero que as pessoas se divirtam tanto vendo isso quanto nós”. A produção foi rodada sob um véu de sigilo, mas alguns nomes do novo elenco já vazaram, como Michael Biehn (astro de “O Exterminador do Futuro” e “Aliens”) e Timothy Olyphant (“Santa Clarita Diet”), que viverão personagens até aqui desconhecidos. Já outros intérpretes tiveram suas participações alinhadas a papéis estabelecidos na franquia “Star Wars”, casos de Temuera Morrison (“Aquaman”), que será Boba Fett, Katee Sackhoff (“Battlestar Galactica”) como Bo-Katan e Rosario Dawson (“Luke Cage”) na pele de Ahsoka Tano. Atrás das câmeras, as novidades são os envolvimentos dos cineastas Robert Rodriguez (“Alita: Anjo de Combate”) e Peyton Reed (“Homem-Formiga e a Vespa”). Assim como a Netflix e a Amazon, a Disney+ (Disney Plus) não divulga dados de audiência, mas a 1ª temporada de “The Mandalorian” causou um grande impacto na cultura pop graças ao Baby Yoda, personagem que se tornou um fenômeno de memes e vendas de produtos.

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    Documentário inédito sobre Maria Alice Vergueiro é disponibilizado no YouTube

    6 de junho de 2020 /

    Um documentário inédito sobre a atriz Maria Alice Vergueiro, falecida na última quarta-feira (3/6), aos 85 anos, foi disponibilizado pela primeira vez para o público na página da ECA-USP (Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo) no portal de vídeos YouTube. Intitulado “Desordem Natural das Coisas”, o filme foi realizado em 2012 e antecede em seis anos o documentário “Górgona”, até então considerado o único perfil cinematográfico da atriz. Sem nunca ter sido exibido fora da USP, o filme foi feito como trabalho de conclusão de curso (TCC) da hoje jornalista Maria Clara Matos e encontrava-se nos arquivos da universidade. A obra oferece um importante registro da carreira da atriz, então com 77 anos e num momento consagrador, quando estava em turnê com a peça “As Três Velhas”, do mestre surrealista Alejandro Jodorowsky, que ela também dirigiu e que lhe rendeu uma série de indicações a prêmios, antes de enfrentar as limitações mais intensas do mal de Parkinson. Além de entrevista com Vergueiro, o filme de 1h35 traz depoimentos de artistas como Cacá Rosset, Antônio Abujamra (1938-2015), Pascoal da Conceição, José Celso Martinez Corrêa e Luciano Chirolli, com quem ela trabalhou ao longo da carreira. Veja abaixo, na íntegra.

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    Maestro do Rock: Documentário sobre Andre Matos ganha trailer

    6 de junho de 2020 /

    Um documentário sobre o roqueiro Andre Matos (1971-2019), que será lançado em 2021, teve seu primeiro trailer divulgado. Intitulado “Andre Matos – Maestro do Rock”, o filme mostrará diversas imagens de arquivo pessoal e entrevistas com amigos, familiares e músicos, e mostrará a evolução musical do artista, que tem formação de regente, estudou canto lírico e participou de bandas clássicas do heavy metal brasileiro, como Viper, Angra e Shaman. Dirigido e editado por Anderson Bellini e com produção do jornalista Thiago Rahal Mauro, o projeto teve início em 2018, quando o próprio Andre autorizou o registro de entrevistas. A família cedeu o restante do material para a conclusão do documentário, concluído com participação de músicos como Kai Hansen (Helloween), Sascha Paeth (parceiro do projeto Virgo) e Kiko Loureiro (ex-Angra e Megadeth). O filme será lançado no dia 14 de setembro de 2021, como uma grande homenagem ao músico, que nesta data completaria 50 anos de idade. Ele morreu de infarto aos 47 anos, em 8 de junho de 2019, data que o prefeito de São Paulo, Bruno Covas, decretou oficialmente como o Dia Municipal do Metal, em homenagem ao artista.

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    Globo dispensa Vera Fischer após 43 anos de contrato

    6 de junho de 2020 /

    Vera Fischer não teve seu contrato renovado com a Globo, que adotou uma nova política sobre os antigos contratados para reduzir sua folha de pagamentos. Em nota, a Globo explicou que a política é estendida à maioria dos talentos da emissora, que seguirão participando de produções do canal, mas com contratos por obra. Quando não estiverem trabalhando, não vão receber salário como acontecia até então. Segundo a Globo, Vera Fischer, assim como outros talentos que ficaram sem contrato, tem as portas abertas para atuar em futuros projetos das diversas plataformas da empresa – na TV aberta, na TV paga e em streaming. Sem exclusividade, ela também pode aparecer em produções de outros canais ou plataformas. A ex-Miss Brasil estreou na emissora na novela “Espelho Mágico”, em 1977, e foi protagonista de várias novelas e séries de sucesso, mas estava afastada das telas há dois anos. Sua participação mais recente foi ao ar em “Espelho da Vida” (2018), como a ex-atriz Carmo, uma mulher de temperamento forte, que acreditava que não ganhava papéis relevantes por conta da idade. Ela também participou da série “Assédio”, da Globoplay, lançada no mesmo ano. Leia abaixo a nota da Globo. “Como todos sabem, nos últimos anos, temos tomado uma série de iniciativas para preparar a empresa para os desafios do futuro. Com isso, temos evoluído nos nossos modelos de gestão, de criação, de produção, de desenvolvimento de negócios e também de gestão de talentos. Assim, em sintonia com as transformações pelas quais passa nosso mercado, a Globo vem adotando novas dinâmicas de parceria com seus talentos. Vera Fischer, assim como outros talentos, tem abertas as portas da empresa para atuar em futuros projetos em nossas múltiplas plataformas”, diz o comunicado sucinto.

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