Documentário sobre Walter Mercado, o astrólogo do “Ligue Djá”, ganha trailer
A Netflix divulgou dois pôsteres e o trailer do documentário “Mucho Mucho Amor: The Legend of Walter Mercado”, sobre o mais famoso astrólogo latino de todos os tempos. O título original se refere ao bordão pelo qual Mercado ficou conhecido em seus programas de televisão. Mas no Brasil ele é mais lembrado por outra frase, que viralizou graças aos comerciais de seu serviço de teleastrologia. Frase que batiza a versão nacional do filme, “Ligue Djá: O Lendário Walter Mercado”. Mercado é até hoje reconhecido pelo visual excêntrico, com direito a capa branca e muito brilho, além de uma distinta personalidade andrógina, que combinavam para lhe conferir uma aparência mais próxima a de um roqueiro espacial da era glam que a imagem de um vendedor de mapas astrais por telefone. Exibidas desde 1970, suas participações em programas de TV o tornaram famoso e também o fizeram queridinho das celebridades, permitindo-lhe um reconhecimento maior que sua carreira anterior, como ator de telenovelas em Porto Rico, seu país natal. Com seu programa de astrologia, chegou a atingir 120 milhões de pessoas em todas as Américas. Até que ele sumiu. O documentário de Cristina Costantini e Kareem Tabsch aborda a trajetória de Mercado e conta o que motivou seu súbito desaparecimento, no auge da popularidade, com uma entrevista exclusiva, concedida pelo astrólogo pouco antes de sua morte, em 2019. O filme também conta com depoimentos de várias celebridades latinas, como o compositor americano Lin-Manuel Miranda (“Hamilton”) e o comediante mexicano Eugenio Derbez (“Não Aceitamos Devoluções”). Exibido no Festival de Sundance, “Ligue Djá: O Lendário Walter Mercado” vai chegar ao streaming na próxima semana, no dia 8 de julho.
ABC desiste das Noivas de Drácula e de spin-offs de Revenge e Thirtysomething
Em fase de definição da programação da próxima temporada, as redes de TV dos EUA anunciaram o descarte de vários projetos. E em meio à atrações originais, a rejeição a três iniciativas derivadas de grifes estabelecidas chamou atenção na lista de cortes da rede ABC. A mais interessante seria um híbrido de sequência e reboot de “Revenge”, grande sucesso de enredo novelesco e criminal estrelada por Emily VanCamp de 2011 a 2015. A nova série deveria seguir uma jovem imigrante latina que chega a Malibu para se vingar de uma dinastia farmacêutica responsável pelo “assassinato de sua mãe bioquímica, a destruição de sua família e uma epidemia global”. O projeto pretendia incluir um dos “personagens favoritos” de “Revenge”: o magnata tecnológico Nolan, vivido por Gabriel Mann, que serviria de mentor para a vingança da jovem. O criador da série original, Mike Kelley, atuaria como produtor executivo na sequência, desenvolvida por Joe Fazzio, que escreveu e produziu vários episódios de “Revenge”. O outro piloto abandonado pela ABC pretendia resgatar “Thirtysomething”, que funcionaria como uma continuação direta do drama de 1987, com participação de vários integrantes do elenco original, ao lado de uma nova geração de trintões, entre eles Chris Wood e Odette Annable da série “Supergirl”. O projeto estava sendo desenvolvido pelos criadores da série dos anos 1980, Marshall Herskovitz e Ed Zwick. Por fim, a ABC interrompeu o desenvolvimento de “The Brides”, sobre as três “Noivas de Drácula”, que pretendia dar uma abordagem de empoderamento feminino para a mitologia vampírica. A série mostraria que as noivas – criadas por Bram Stoker em seu livro clássico de 1897 – não foram exterminadas por Van Helsing e ainda existem nos dias atuais. Desenvolvida por Roberto Aguirre-Sacasa, criador de “Riverdale”, “O Mundo Sombrio de Sabrina” e “Katy Keene”, a produção chegou a escalar Gina Torres (“Suits”), Erin Richards (“Gotham”) e Katherine Reis (“Unbreakable Kimmy Schmidt”) como as protagonistas. A diferença de “The Brides” para os outros dois projetos é que a ABC não detém direitos sobre seus personagens e seu piloto ainda pode ressuscitar em outro canal ou plataforma de streaming.
Linda Cristal (1931 – 2020)
A atriz Linda Cristal, que estrelou a série clássica “Chaparral”, morreu em sua casa em Beverly Hills, Los Angeles, na noite de sábado (27/6), enquanto dormia. Ela tinha 89 anos. Nascida em Buenos Aires, na Argentina, com o nome de Marta Victoria Moya Peggo Burges, ela ficou órfã aos 13 anos após o suicídio dos pais e só virou atriz por acaso, ao ser descoberta por um produtor enquanto passava as férias com o irmão no México. Ela virou Linda Cristal aos 21 anos, ao começar a carreira em pequenos papéis (metade não creditada) em seis filmes locais. Capaz de falar quatro línguas (espanhol, italiano, francês e inglês), chamou atenção de Hollywood e foi fazer sua estreia nos EUA no western “Comanche” (1956), como interesse romântico do protagonista Dana Andrews. Ela se especializou no papel de latina sedutora de westerns, aparecendo ainda em “Cavalgada para o Inferno” (1958), com Jock Mahoney, “O Terror do Oeste” (1958), com Hugh O’Brian, “O Álamo” (1960), com John Wayne, e “Terra Bruta” (1961), com James Stewart (dirigido pelo mestre do gênero, John Ford). Mas foi uma comédia que lhe deu reconhecimento. Linda foi indicada ao Globo de Ouro como coadjuvante em “De Folga para Amar” (1958), de Blake Edwards, vivendo uma estrela de cinema que aceita passar um fim de semana em Paris com um soldado sorteado (Tony Curtis) numa loteria para levantar a moral das tropas. Após as filmagens, ela ficou pela Europa e foi alçada a protagonista em produções italianas. Fez três filmes na Itália, chegando a encarnar duas rainhas do Egito: ninguém menos que Cleópatra em “As Legiões de César” (1959) e a ambiciosa Akis em “A Mulher do Faraó” (1960). O terceiro longa foi a aventura de piratas sarracenos “As Verdes Bandeiras de Allah” (1963). Ao voltar aos EUA, começou a fazer séries, como “Viagem ao Fundo do Mar” e “Cavalo de Ferro”, até ser escalada para seu papel mais lembrado em 1967, como Victoria Cannon, a latina rebelde que se torna dona do rancho Chaparral ao se casar com Big John Cannon (Leif Erickson), um ruralista disposto a prosperar com criação de gado em terras indígenas – o que rende muitos conflitos. Rendeu também a consagração para a atriz, indicada a dois Emmys e vencedora do Globo de Ouro pelo papel em 1970. A série durou quatro temporadas, até 1971, mas teve uma longa sobrevida em reprises. Seus créditos subsequentes incluem o thriller de ação “Desafiando o Assassino” (1974), com Charles Bronson, e aparições nas séries “Bonanza”, “Os Novos Centuriões”, “Barnaby Jones”, “O Barco do Amor” e “A Ilha da Fantasia”, além de um longa participação na novela “Hospital General” em 1988, seu último trabalho. Graças a bons investimentos imobiliários, ela teve uma vida próspera após se aposentar das telas.
Reencontro de Curtindo a Vida Adoidado revela bastidores do clássico dos anos 1980
O elenco da clássica Sessão da Tarde “Curtindo a Vida Adoidado” (Ferris Bueller’s Day Off, 1986) realizou um reencontro virtual neste domingo (28/6), dentro da série de reuniões de filmes icônicos organizadas pelo ator Josh Gad em seu programa “Reunited Apart”, no YouTube. Conversando por videoconferência, os protagonistas Matthew Broderick (o eterno Ferris Bueller), Alan Ruck (Cameron Frye) e Mia Sara (Sloane Peterson) voltaram a se juntar para um bate-papo sobre o filme de John Hughes, que marcou época. Além do trio principal, ainda participaram Jennifer Grey (Jeanie, a irmã de Ferris), Cindy Pickett, Lyman Ward (os pais de Ferris) e até Ben Stein (o professor de matemática do jovem). Os atores contaram histórias de bastidores, reencenaram algumas das cenas antológicas, responderam perguntas de um fã famoso (o ator Jake Gyllenhaal) e especialmente prestaram uma tocante homenagem ao diretor e roteirista John Hughes. Entusiasmada pelo reencontro, Jennifer Grey também postou fotos inéditas dos bastidores do filme. Uma delas poderia ter rendido uma continuação do filme. Já imaginaram Jenie e Slone se beijando? Veja abaixo. Com uma premissa simples, “Curtindo a Vida Adoidado” acompanhava Ferris Bueller, um jovem que arma um esquema elaborado para passar um dia de folga da escola com sua namorada e seu melhor amigo. A mentira de sua suposta doença escala a ponto de uma campanha por sua vida ser criada, enquanto ele é perseguido pelo diretor da escola disposto a desmascará-lo. Aproveite e relembre o trailer. Ver essa foto no Instagram “life moves pretty fast. if you don’t stop and look around once in a while, you could miss it.” ⏳#bonushints #my📸 #privatestash #johnhughes #alanruck #matthewbroderick #richardedson @miasarawrites #miasara #takfujimoto #ferrisbuellersdayoff #slowdown #lifemovesprettyfast #simplertimes #80’s #paulabscal #eddievilla Uma publicação compartilhada por Jennifer Grey (@jennifer_grey) em 27 de Jun, 2020 às 10:30 PDT
Vídeo beneficente faz crossover entre as séries Fleabag e Normal People
O ator Andrew Scott voltou a viver o Padre da série “Fleabag”, da Amazon, em um crossover beneficente com outra série de uma plataforma diferente de streaming. Em vídeo produzido para arrecadar fundos para a luta contra a covid-19 na Irlanda, o Padre ressurge nas telas para ouvir as confissões de Marianne Sheridan (Daisy Edgar-Jones) e Connell Waldron (Paul Mescal), protagonistas de “Normal People”. O vídeo foi gravado de forma a seguir as regras de trabalho sob a pandemia de covid-19. Cada ator gravou sua parte respeitando o distanciamento social, via uso inteligente da cabine confessional para mantê-los separados. O crossover foi uma produção do canal irlandês RTE One e acabou veiculado também na plataforma Hulu, que exibe “Normal People” nos EUA. Além do vídeo, Paul Mescal ainda registrou fotos do encontro inusitado em seu Instagram, assinalando o envolvimento de outros integrantes da equipe de “Normal People” na produção do esquete. Veja abaixo. Ver essa foto no Instagram Well this happened! @daisyedgarjones and Andrew are absolute legends. In the hands of Lenny and @suziecine, what is life ❤️. Thank you to element and @emeraoshea. Please, please please donate x Uma publicação compartilhada por Paul Mescal (@paul.mescal) em 26 de Jun, 2020 às 2:41 PDT
Respect: Jennifer Hudson é Aretha Franklin em novo teaser da cinebiografia
A MGM divulgou um novo pôster e o segundo teaser de “Respect”, cinebiografia da cantora Aretha Franklin (1942 – 2018). A prévia insere pequenos trechos do filme entre uma performance de Jennifer Hudson cantando a música que dá título à produção. Hudson já ganhou um Oscar ao viver uma cantora no cinema, no filme “Dreamgirls” (2006). Os breves vislumbres de cenas apontam que “Respect” é ambientado entre nos anos 1960 e 1970, período em que Aretha se consagra como uma das maiores artistas dos EUA, cantando clássicos imortais como “I Say a Little Prayer”, “Think”, “(You Make Me Feel Like) A Natural Woman” e a faixa-título, além de viver um conturbado relacionamento com seu então marido Ted White. A equipe criativa é estreante no cinema. O roteiro foi escrito por Tracey Scott Wilson, da série “The Americans” e da recente telebiografia “Fosse/Verdon”, enquanto a direção está a cargo de Liesl Tommy, que anteriormente comandou episódios de “The Walking Dead”, “Jessica Jones” e “Mrs. Fletcher”. Por outro lado, a produção é comandada por Scott Bernstein, que recentemente fez outra cinebiografia musical de sucesso, “Straight Outta Compton” (2015), e pelo produtor musical Harvey Mason Jr., que trabalhou com Franklin e também no filme “Dreamgirls”, que consagrou Hudson. Além de Hudson, o elenco ainda destaca Forest Whitaker (“Pantera Negra”), Tate Donovan (“Rocketman”), Leroy McClain (“A Maravilhosa Sra. Meisel”), Marlon Wayans (“Seis Vezes Confusão”), Marc Maron (“GLOW”), Tituss Burgess (“Unbreakable Kimmy Schmidt”), Audra McDonald (“The Good Fight”) e a cantora Mary J. Blige (“Mudbound”). A estreia está marcada para o Natal nos EUA e apenas em fevereiro de 2021 no Brasil.
Nikolaj Coster-Waldau caça serial killer em trailer de suspense
A Saban Films divulgou o pôster e o trailer do suspense “The Silencing”, estrelado por Nikolaj Coster-Waldau (“Game of Thrones”) e Annabelle Wallis (“Peaky Blinders”). Na prévia, os dois caçam um serial killer que mata adolescentes numa região florestal. O astro dinamarquês interpreta um caçador que busca pistas de sua filha, desaparecida misteriosamente anos atrás. A jornada o leva a uma região interiorana assombrada por um serial killer, que ataca jovens com equipamentos de caça. Ao perceber que o assassino pode ter relação com o destino de sua filha, ele se junta à xerife local (Wallis) para encontrar o criminoso. “The Silencing” é a estreia em inglês do cineasta belga Robin Pront, que estreou com o aclamado thriller “The Ardennes” (2015), premiado no circuito dos festivais europeus, e seu elenco ainda destaca Hero Fiennes Tiffin (“After”) e Melanie Scrofano (a “Wynnona Earp”). A estreia está marcada para 16 de julho exclusivamente no serviço de VOD da DirecTV, nos EUA, chegando aos cinemas e em outras plataformas em 14 de agosto.
The Old Guard: Charlize Theron é guerreira imortal em novas fotos da adaptação de quadrinhos
A Netflix divulgou 13 novas fotos de “The Old Guard”, adaptação de quadrinhos estrelada por Charlize Theron (“Velozes & Furiosos 8”). Na trama, Charlize vive Andy, uma guerreira imortal com mais de 6 mil anos de idade, que lutou em diversas guerras ao longo da história da humanidade. Ela lidera a “Velha Guarda”, um pequeno grupo de imortais que se dedica a desfazer injustiças ao redor do mundo. Mas está cansada, desgastada e desiludida por achar que não está atingindo o impacto positivo esperado. Até que descobre uma nova imortal (KiKi Layne, de “Se a Rua Beale Falasse”) e a chegada da “novata” é exatamente o que Andy precisava para recuperar a fé em sua missão. O elenco internacional ainda destaca o inglês Chiwetel Ejiofor (“Doutor Estranho”) como um agente da CIA obcecado por encontrar o grupo e descobrir a origem de seus poderes — que, por sinal, nem os próprios imortais conhecem – , além do holandês Marwan Kenzari (o Jafar do live-action de “Aladdin”), o italiano Luca Marinelli (“Martin Eden”), o belga Matthias Schoenaerts (“Operação Red Sparrow”), a inglesa Natacha Karam (“9-1-1: Lone Star), a vietnamita Van Veronica Ngo (“Bright”), o inglês Harry Melling (o Dudley da franquia “Harry Potter”) e a romena Anamaria Marinca (“Mars”). O roteiro é assinado pelo escritor dos quadrinhos em que o filme se baseia, Greg Rucka (autor também dos quadrinhos que inspiraram a série “Stumptown”). Já a direção está a cargo de Gina Prince-Bythewood (“Além dos Limites”). “The Old Guard” tem estreia marcada para o dia 10 de julho em streaming.
Sacha Baron Cohen engana extremistas com pegadinha musical
Sacha Baron Cohen voltou a aprontar. No sábado (27/6), o intérprete de Borat e Bruno se disfarçou de cantor caipira barbudo numa convenção da extrema direita americana no Estado de Washington, onde liderou uma cantoria racista. A participação foi gravada e viralizou nas redes sociais, especialmente entre os que reconheceram o ator e aproveitaram para trollar os manifestantes. A aparição não rendeu maiores explicações, mas pode significar o resgate da produção de “Who Is America?”, programa de pegadinhas do canal pago Showtime, que arranjou várias polêmicas com políticos e líderes da direita americana em seus episódios iniciais, exibidos em 2018. Nem os representantes de Cohen nem do Showtime se manifestaram, após o disfarce do ator ser descoberto. O evento que ele invadiu foi o March For Our Rights a favor do armamentismo, feito para contra-atacar o movimento March for Our Lives, de estudantes que criticam a facilidade de acesso às armas nos EUA, criado em resposta ao massacre da Parkland High School na Flórida, em 2018. Diante de cerca de 500 manifestantes do grupo Washington 3%, considerado uma milícia armada de supremacistas brancos pela esquerda, Cohen cantou uma música pedindo ao público que atacassem os liberais, a CNN, a Organização Mundial de Saúde, Barack Obama, Hillary Clinton, o Dr. Anthony Fauci, Bill Gates, o vírus chinês e todos que usam máscaras. A multidão aplaudiu a letra, além das provocações anti-semitas e anti-asiáticas inseridas pelo humorista para convencer a plateia a se envolver na cantoria. Veja o vídeo abaixo.
#Alive: Filme sul-coreano de zumbis vira primeiro blockbuster mundial pós-pandemia
A covid-19 não foi capaz de deter os zumbis na Coreia do Sul. Depois do blockbuster “Invasão Zumbi” e da impressionante série da Netflix “Kingdom”, a indústria audiovisual sul-coreana lançou outro fenômeno de mortos-vivos, “#Alive” (#Saraitda), que bateu recorde de público em sua fim de semana de estreia nos cinemas recém-abertos do país. O primeiro filme escrito e dirigido por Il Cho (co-produtor de “Assassino Profissional”) atraiu mais de 200 mil espectadores só no dia de estreia, quarta-feira passada (24/6), e continuou lotando cinemas. Neste domingo, a soma superou a marca de 1 milhão de espectadores. Os números fazem de “#Alive” o maior lançamento sul-coreano de 2020 e o primeiro blockbuster do mundo após o começo da pandemia de coronavírus. Além do fascínio sul-coreano pelos zumbis, a produção contou a seu favor com dois jovens astros muito populares no país, Yoo Ah-In (o protagonista de “Em Chamas”) e Park Shin-Hye (da série “Memórias de Alhambra”). Eles vivem sobreviventes ilhados em seus apartamentos quando zumbis tomam conta das ruas da cidade. Na trama, até descobrir Park Shin-Hye num prédio vizinho, o personagem de Yoo Ah-In credita estar sozinho em meio à horda de mortos-vivos. A descoberta faz os dois abandonarem seus planos de isolamento social em seus apartamentos para tentarem um encontro arriscado. Veja o trailer e quatro pôsteres da produção abaixo, que ainda não tem previsão de estreia em outros países.
O Jantar vai ganhar remake brasileiro de Andrucha Waddington
O best seller holandês “O Jantar”, de Herman Koch, vai ganhar adaptação brasileira. Ou seria um remake? Afinal, o livro já foi filmado por Hollywood em 2017. A versão brasileira vai se chamar “Precisamos Falar Sobre Nossos Filhos” e terá roteiro de Sergio Goldenberg (da novela “Onde Nascem os Fortes”) e direção de Andrucha Waddington (“Sob Pressão”). A trama gira em torno de dois casais, durante um jantar num restaurante chique, que discutem o que fazer com seus filhos adolescentes que foram flagrados cometendo um crime. Um dos pais é candidato nas próximas eleições. O projeto é uma co-produção da Conspiração e da Globo Filmes e, segundo a coluna de Lauro Jardim, no jornal O Globo, pretende discutir o conflito entre a ética privada e pública no Brasil. Mas vale observar: a versão americana, “O Jantar” (The Dinner), dirigida por Oren Moverman (“O Mensageiro”), foi estrelada por Richard Gere (“O Exótico Hotel Marigold 2”), Steve Coogan (“Philomena”), Laura Linney (“Sr. Sherlock Holmes”), Rebecca Hall (“Vicky Christina Barcelona”), Chloë Sevigny (“Os Mortos Não Morrem”) e Charlie Plummer (“Todo o Dinheiro do Mundo”), e mesmo com esse elenco fracassou nas bilheterias e foi considerada medíocre (46% de aprovação no Rotten Tomatoes). Veja abaixo o trailer legendado do filme americano, que também passou batido pelos cinemas brasileiros há três anos.
Bussunda vai ganhar série documental da Globoplay
O comediante Claudio Manoel criou e vai dirigir uma minissérie documental de quatro episódios sobre Cláudio Besserman Viana, o Bussunda, seu colega no “Casseta & Planeta”, falecido em 2006. A atração vai se chamar “Meu Amigo Bussunda” e está sendo produzida para a plataforma de streaming Globoplay. Claudio será produtor e dividirá a direção com Micael Langer (do documentário “Simonal: Ninguém Sabe o Duro que Dei”). Segundo a coluna de Ancelmo Gois, no jornal O Globo, um dos episódios será escrito e dirigido pela filha de Bussunda, Júlia Besserman, que se formou em cinema na Califórnia.
Admirável Mundo Novo: Adaptação do clássico sci-fi ganha trailer e coleção de pôsteres
A plataforma Peacock, serviço de streaming com conteúdo da NBCUniversal, divulgou uma coleção de pôsteres e o trailer da minissérie “Brave New World”, nova adaptação do clássico sci-fi “Admirável Mundo Novo”. Publicado em 1932, o livro de Aldous Huxley é considerado uma das maiores obras da literatura do século 20. A trama apresenta um futuro onde a sociedade conquistou paz e equilíbrio após a proibição do dinheiro, da família, da monogamia, da privacidade e do livre arbítrio. E questiona se isso trouxe felicidade. De quebra, ainda previu invenções como os bebês de proveta, análise de DNA e até antidepressivos como o Prozac. A história acompanha dois cidadãos de Nova Londres, Bernard Marx (Harry Lloyd, de “Counterpart”) e Lenina Crowne (Jessica Brown Findlay, de “Downton Abbey”), que, curiosos para explorar a vida além das estruturas da sociedade, embarcam em férias para as Terras Selvagens, onde se envolvem em uma rebelião violenta e são resgatados por John, o Selvagem (Alden Ehrenreich, de “Han Solo: Uma História Star Wars”), que escapa com eles de volta à Londres. Mas John foi criado à margem da civilização, e seus questionamentos logo se tornam uma ameaça para o sistema. O elenco da superprodução ainda inclui Demi Moore (“A Noite é Delas”), Hannah John-Kamen (“Homem-Formiga e a Vespa”), Joseph Morgan (“The Originals”), Nina Sosanya (“His Dark Materials”), Kylie Bunbury (“Olhos que Condenam”) e Sen Mitsuji (“Altered Carbon”). “Admirável Mundo Novo” já foi adaptado para a TV em duas ocasiões anteriores. A melhor versão foi exibida em 1980, numa minissérie de duas partes que incluía em seu elenco Keir Dullea (de “2001: Uma Odisseia no Espaço”). A outra é um telefilme de 1998, com Leonard Nimoy (o eterno Sr. Spock). A nova produção tem como showrunner David Wiener (“Fear The Walking Dead”), que trabalhou em cima de um roteiro da dupla Brian Taylor e Grant Morrison (criadores da série “Happy!” no Syfy). Para completar, os dois primeiros (de um total de nove) episódios foram dirigidos por Owen Harris, responsável pelo premiado “San Junipero” da série “Black Mirror”. A estreia vai acontecer em 15 de julho, junto com a inauguração oficial da Peacock nos EUA. Ainda não há previsão para a chegada desse – e de vários outros – serviço de streaming ao Brasil.












